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SOCIEDADE DE ENSINO SUPERIOR MADRE FRANCISCA LECHNER ASSÚ - S/C LTDA. PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL - 2010 - 2014 APROVADO PELA PORTARIA MEC 3898, DOU 26.11.2004 Assú, 2010

Pdi - Plano de to Institucional 2010

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SOCIEDADE DE ENSINO SUPERIOR MADRE FRANCISCA LECHNER ASS - S/C LTDA.

PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL 2010 - 2014

APROVADO PELA PORTARIA MEC 3898, DOU 26.11.2004

Ass, 2010

SUMRIOPG

Introduo..................................................................................................................................04 1. PERFIL INSTITUCIONAL 1.1. Da misso 1.1.1. Misso institucional.......................................................................................................05 1.1.2. Breve histrico das Filhas do Amor Divino.................................................................05 1.1.3. Finalidades da faculdade...............................................................................................10 1.1.4. reas de atuao e insero regional..........................................................................10 1.1.5. Diretrizes pedaggicas..................................................................................................16 1.2. Dos objetivos da faculdade...............................................................................................17 1.3. Das metas da faculdade....................................................................................................19 2. PLANEJAMENTO E GESTO INSTITUCIONAL 2.1. Objetivos e metas especficas para o Planejamento e Gesto Institucional................20 2.2. Organizao acadmica administrativa 2.2.1. Estrutura Organizacional e Instncias de Deciso......................................................22 2.2.2. rgos Colegiados: Atribuies e Competncias.......................................................24 2.2.3. Organizao administrativa...........................................................................................26 2.2.4. Relaes e parcerias com a comunidade, instituies e empresas..........................29 2.2.5. Organizao e gesto de pessoas.................................................................................30 2.3. Planejamento e Organizao Didtico-Pedaggicos......................................................39 2.3.1.Perfil genrico do egresso da FACULDADE CATLICA NOSSA SENHORA DAS VITRIAS...................................................................................................................................40 2.3.2.Competncias a serem desenvolvidas..........................................................................40 2.3.3.Seleo de contedos.....................................................................................................42 2.3.4.Princpios Metodolgicos da Faculdade Catlica.........................................................44 2.3.5.Processos de avaliao...................................................................................................44 2.3.6.Polticas de estgio, prtica profissional e atividades complementares...................47 2.3.7.Polticas de extenso, pesquisa e iniciao cientfica.................................................48

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2.4. Oferta de Cursos e Programas 2.4.1. Cursos de Graduao.....................................................................................................55 2.4.2. Cursos de Ps-Graduao.............................................................................................57 2.4.3. Programa de Pesquisa....................................................................................,...............58 2.4.4. Programa de Extenso.....................................................................................,.............58 2.5.Infra-estrutura Fsica e Acadmica 2.5.1.Instalaes disponveis atualmente.................................................................,.............58 2.5.2.Outras reas disponveis....................................................................................,,...........60 2.5.3. Atendimento a portadores de necessidades especiais.....................................,,,.......60 2.5.4. Biblioteca.........................................................................................................................62 2.5.5.Laboratrios.....................................................................................................................65 2.5.6.Equipamentos e recursos tecnolgicos........................................................................66 2.5.7.Previso de expanso para o perodo do PDI...............................................................66 2.6.Aspectos financeiros e oramentrios.............................................................................77 3. AVALIAO E ACOMPANHAMENTO DO DESEMPENHO INSTITUCIONAL 3.1.Objetivos e metas especficos para avaliao e acompanhamento do desempenho institucional...............................................................................................................................78 3.2.Projeto de acompanhamento e avaliao do desempenho institucional......................82 4. CRONOGRAMA DE IMPLEMENTAO DO PDI 4.1.Etapas e cronograma de implementao do PDI.............................................................86 ANEXOS:I. PROGRAMA INSTITUCIONAL DE QUALIFICAO DOS RECURSOS HUMANOS PIQRH................93 II. DIRETRIZES PARA AS ATIVIDADES DE MONITORIA...........................................................................105 III. REGIMENTO DA EMPRESA JNIOR.......................................................................................................110 IV. PROGRAMA INSTITUCIONAL DE PESQUISA E EXTENSO................................................................123 V. REGULAMENTAO DO ESTGIO PROFISSIONAL CURRICULAR SUPERVISIONADO..................128 VI. BIBLIOTECA NORMAS DE FUNCIONAMENTO...................................................................................147

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Introduo A Resoluo CNE/CP n 01/2002, de 28 de janeiro de 2002, em seu Captulo II, Seo Artigos 6 e 7 caracteriza o Plano de Desenvolvimento Institucional - PDI como um compromisso da Instituio de Ensino Superior e sua mantenedora para com o Ministrio da Educao. Tal posio traz consigo uma viso estratgica, to requerida na atualidade em que o ciclo de mudanas cada vez mais rpido, caracterstica da era da informao, desafia s organizaes de qualquer natureza a tambm mudarem para permanecerem. Por meio da elaborao e implementao do seu Plano de Desenvolvimento Institucional, a instituio de ensino superior ter maior chance de sobrevivncia em um ambiente altamente competitivo, j que ser norteada pela reflexo de onde a instituio se encontra e onde pretende estar no prazo de cinco anos. Utilizando-se como referncia o Parecer CNE/CES n 1.366/2001, aprovado em 12 de dezembro de 2001, percebe-se a importncia do PDI como elemento: De definio da misso de cada instituio e de suas escolhas estratgicas para a consecuo dessa misso; e Fundamental ao atendimento das diretrizes da Poltica do Ensino Superior brasileira, tendo o papel de constituir-se numa ferramenta de superviso. O PDI da FACULDADE CATLICA NOSSA SENHORA DAS VITRIAS que apresentamos tem sua execuo proposta para o perodo de 2010 a 2014. As aes aqui projetadas faro a interao entre a misso, as diretrizes pedaggicas e os objetivos definidos pela faculdade com a postura e as metas efetivamente realizadas.

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1. PERFIL INSTITUCIONAL 1.1. Da misso.

1.1.1 - Misso institucional A misso da FACULDADE CATLICA NOSSA SENHORA DAS VITRIAS contribuir para o desenvolvimento da regio do Vale do Ass, formando no nvel superior, cidadosprofissionais ntegros, conscientes, comprometidos com o desenvolvimento da educao, cincia e cultura, na promoo dos valores indispensveis vida e ao convvio humano-social. A faculdade nasce com a vocao de oferecer um ensino superior com qualidade e credibilidade, preparando profissionais para atuao nos mais diversos tipos de organizaes, respeitando as particularidades e culturas de cada regio. 1.1.2 - Breve histrico1 das Filhas do Amor Divino. A Congregao das Filhas do Amor Divino um Instituto religioso de abrangncia intercontinental, presente em 17 pases (ustria, Alemanha, Repblica Tcheca e Eslovquia, Hungria, Polnia, Crocia, Bsnia-Herzegovina, Albnia, Itlia, Inglaterra, Estados Unidos, Uganda, Brasil, Bolvia, Ucrnia e Sua), onde as Irms atuam estabelecidas em comunidades circunscritas em 12 Provncias. Das 12 Provncias das Filhas do Amor Divino, duas esto no Brasil desde 1920. No Sul, denominada de Provncia Nossa Senhora da Anunciao, com sede em Santa Maria, no estado do Rio Grande do Sul, onde as Irms desenvolvem trabalhos nas reas de sade, educao, assistncia social e comunidade eclesial de base. No Nordeste / Centro Leste, denominada Provncia Nossa Senhora das Neves, com sede em Natal, Rio Grande do Norte, onde as Irms desenvolvem trabalhos nas reas de sade, educao, assistncia social, pastoral paroquial e evangelizao.1

Baseado em textos da Irm Vilma Lcia de Oliveira, FDC

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A histria do colgio onde funcionar a faculdade No podemos pensar o Educandrio Nossa Senhora das Vitrias somente a partir das Filhas do Amor Divino, pois muito antes de ser-lhe entregue, ele j habitava a mente e o corao dos assuenses. Em meados de 1920 o Assu progredia na sua movimentao material. O seu ndice demogrfico apresentava lisonjeiras perspectivas. A cidade j era de h muito conhecida, atravs dos seus poetas, dos seus jornalistas e dos seus escritores. Fazia-se, portanto, necessria fundao de um estabelecimento de ensino altura do seu desenvolvimento. Desde ento, com a colaborao dos homens ilustres e do povo simples, o sonho comeou a tornar-se realidade. No houve um assuense da poca que no demonstrasse interesse pela realizao de to grandioso projeto, que teve a sua pedra fundamental lanada com grande pompa, a 7 de setembro de 1922. O Proco do Assu, Monsenhor Joaquim Honrio da Silveira, esteve frente de todo o movimento em prol da instalao de to desejado Colgio, auxiliado por: Dr. Pedro Soares de Arajo Amorim, Dr. Ernesto Emlio da Fonseca, Dr. Jos Correia de Arajo Furtado, Luis Paulino Cabral, Jos Soares Filgueira Sobrinho e Ezequiel Epaminondas da Fonseca. Em 1926, estando a construo do Colgio j adiantada, necessrio seria providenciar uma entidade dedicada ao ensino para assumir a sua administrao e funcionamento. Este encargo foi entregue ao Bispo Diocesano: Dom Jos Pereira Alves que, aproveitando a visita da Superiora Geral das Filhas do Amor Divino ao Brasil, Madre Kostka Bauer, pediu-lhe que enviasse Irms para assumirem esta casa de Educao, ao que ela respondeu positivamente. No dia 22 de fevereiro de 1927 chegaram a Ass, procedentes de Viena ustria, as Irms Jaromira Ondra (Superiora), Alberta Garimberti, Digna Taudes, Volkmara Stanoscheck e Mercedes Fontan, enfrentando dificuldades lingsticas e climticas acompanhadas da Ir. Teresina Werner, superiora do Educandrio Santa Teresinha de Caic/RN, encarregada de introduzi-las na terra dos verdes carnaubais e servir-lhes de intrprete, visto que nenhuma delas sabia falar portugus e em Assu no havia quem falasse Alemo. Ali assumiram, em nome da Congregao, desejosas de darem continuidade ao trabalho missionrio iniciado por Madre Francisca Lechner, a direo do Colgio que foi solenemente inaugurado no dia 09 de

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maro de 1927, com a presena do Sr. Bispo Dom Jos Pereira Alves, autoridades eclesisticas e civis estaduais e municipais, idealizadores e executores do projeto e do povo em geral. Ao longo dos tempos o Colgio promoveu a introduo de vrios cursos e profundas reformas em seu espao fsico. Comeando pelo curso primrio, secundrio, ginasial, tcnico de comrcio e de contabilidade, curso pedaggico, at chegarmos aos nveis de Educao |Infantil, Ensino Fundamental e Mdio atuais. Muitos dos filhos ilustres da Terra dos Poetas e de todo o Vale do Ass, aprenderam as primeiras letras nesta casa educativa, tendo acesso a disciplinas e contedos que concretizaram uma educao de qualidade e de incentivo formao integral de seus alunos. O trabalho educativo aqui iniciado cresceu, se consolidou e hoje continua contribuindo para a formao intelectual, moral e crist de seus alunos, demonstrando que as sementes plantadas pelas primeiras religiosas que aqui chegaram cresceu e se multiplicou. Mas, no podemos parar, estagnar. Os filhos do Ass, do Vale do Ass, querem, precisam e merecem muito mais. mister que se oferea um Ensino Superior de qualidade que atenda s aspiraes e anseios dos nossos jovens e, ao mesmo tempo, contribua para a formao de pessoas cada vez mais capacitadas para atuarem nessa regio to sofrida e necessitada de profissionais de qualidade, dada a carncia de cursos de nvel superior nessa rea geogrfica. Nesta perspectiva de continuidade da formao cidad-profissional dos seus educandos surge a FACULDADE CATLICA2 NOSSA SENHORA DAS VITRIAS, comprometida com a qualidade da produo cientfica, artstica, social e cultural de Ass e toda a regio circunvizinha. A FACULDADE CATLICA NOSSA SENHORA DAS VITRIAS funciona nas instalaes do Educandrio Nossa Senhora das Vitrias, escola de tradio na cidade e no estado do Rio Grande do Norte, como j citado. A FACULDADE CATLICA NOSSA SENHORA DAS VITRIAS mantida pela SOCIEDADE DE ENSINO SUPERIOR MADRE FRANCISCA LECHNER - Ass S/C LTDA,A Expresso CATLICA na denominao da faculdade foi autorizada para uso pelo Bispo da Diocese de Santa Luzia de Mossor, Dom Jos Freire de Oliveira Neto, em correspondncia datada de 15 de agosto de 2003, cpia em anexo.2

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sociedade essa institucionalizada a partir de uma parceria do PRONEVES - Provncia Nossa Senhora das Neves da Congregao das Filhas do Amor Divino (scia majoritria), com profissionais do mais alto gabarito, como professores titulados e com vasta experincia no ensino, pesquisa, extenso e gesto no nvel universitrio, conforme currculos em anexo. 1.1.3 - Finalidades So finalidades especficas da FACULDADE CATLICA NOSSA SENHORA DAS VITRIAS: Participar do processo de desenvolvimento social como uma instituio formadora de recursos humanos qualificados, aptos para a insero profissional e para a participao no desenvolvimento da sociedade brasileira, particularmente na regio nordeste; Estimular a investigao cientfica, com vistas ao desenvolvimento cientfico-tecnolgico, ao pensamento reflexivo e difuso cultural, como forma de ampliar o conhecimento posto disposio do ser humano e do meio em que este vive; Promover a extenso, aberta a participao da populao, com vistas a socializao dos conhecimentos nas suas reas especficas de atuao; Promover a divulgao dos conhecimentos cientficos, tecnolgicos e culturais, por meio de publicaes e de outras formas de comunicao; Estimular o desejo e ensejar oportunidades de aperfeioamento educacional, cultural e profissional continuo; Colaborar com os poderes pblicos, entidades privadas e comunidade no estudo e busca de solues de problemas, estabelecendo entre eles uma relao de reciprocidade. 1.1.4 - reas de atuao e insero regional A principal atuao da FACULDADE CATLICA NOSSA SENHORA DAS VITRIAS a oferta de Educao Superior, envolvendo as atividades de ensino, pesquisa e extenso, especificamente nas reas de tecnologia, sade, humanas e sociais aplicadas. Na vertente 8

Ensino a oferta se far pelo nvel de Graduao, Curso Superior Seqencial e Programas de Ps-graduao. Em relao sua insero regional, a FACULDADE CATLICA NOSSA SENHORA DAS VITRIAS localizar-se- no Estado do Rio Grande do Norte, na regio nordeste, na cidade de Ass. Em relao insero municipal, a FACULDADE CATLICA NOSSA SENHORA DAS VITRIAS localiza-se no Vale do Ass, na cidade de Ass, distante 200 Km de Natal, a capital do estado. At meados do sculo XVIII, a terra rica em lavoura e pecuria do vale do rio Ass era habitada pelos jandus, nome do chefe indgena que se estendeu tribo. Nessa poca, o homem branco j havia comeado a explorar os potenciais da regio, gerando amplo conflito de interesses com os ndios. O homem branco partia para a criao bovina, enquanto os jandus consideravam legtima a caa ao gado. Devido intensidade das lutas entre brancos e ndios, um grande conflito, conhecido como A guerra dos Brbaros, marcou a dcada compreendida entre 1687 a 1697. Em 1696, Bernardo Vieira de Melo, ento Governador da Capitania do Rio Grande do Norte, colocou-se frente de uma pequena expedio e fundou margem esquerda do Rio Ass (ou Piranha) o Arraial de Nossa Senhora dos Prazeres, ponto de reforo para a conquista do serto. Bernardo Vieira instalou-se com seus soldados no novo arraial, iniciando o aldeamento dos ndios e assegurando o estabelecimento dos colonos. Surgiu da o povoado conhecido como povoao de So Joo Batista da Ribeira do Cu. A pecuria pode retomar seu crescimento ao final dos conflitos, desenvolvendo-se rapidamente e tornando-se importante atividade econmica. Nesse perodo, as oficinas de carne seca e a indstria de extrao da cera de carnaba representavam a base da economia da regio. O municpio foi criado por Ordem Rgia em 22 de julho de 1766. Inicialmente foi denominado de Vila Nova da Princesa, em homenagem princesa Dona Carlota Joaquina de Bourbon, que se casou com D. Joo VI em abril de 1785. O TOPNIMO ASS, originou-se da grande Aldeia ou Taba, denominada "Taba-Ass,"

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existente na regio em meados do sculo XVII, que significava em Tupi-Guarani ALDEIA GRANDE. A Lei Provincial n 124, de 16 de outubro de 1845, concedeu Vila Nova da Princesa foros de cidade com o nome de ASSU (com dois esses). Os limites da cidade de Ass so: Carnaubais, Serra do Mel, Mossor, Upanema, Esprito Santo do Oeste, Jucurutu, Rio Ass e Barragem Eng Armando Ribeiro Gonalves. Pela sua posio privilegiada s margens da BR 304, a cidade de Ass situa-se em uma posio que atende tambm demanda de alunos de toda a regio, principalmente dos municpios de Itaj, Macau, Alto do Rodrigues, Angicos, Areia Branca ,Baranas Carabas, Governador Dix-set Rosado, Grossos, Lajes, Martins, Serra do Mel alm daquelas cidades limtrofes. 1.1.5 - Diretrizes pedaggicas O advento das tecnologias da informao, bem como o esgotamento dos modos de produo, tm gerado grandes mudanas que visam atender s necessidades polticas, sociais, culturais e econmicas do mundo cada vez mais globalizado. Essas mudanas impulsionam a educao superior rumo reviso dos seus modelos no sentido de formar indivduos capazes de conviver com a diversidade e a adversidade, visando garantir a sustentabilidade social e econmica dos sistemas produtivos e do homem. Em meio turbulncia e da prpria contradio decorrente das mudanas, a educao superior precisa responder a estes desafios por meio de uma educao no fragmentada, relacional, viabilizada por meio da inter e da transdisciplinaridade e da possibilidade de colocarse como elo integrador, capaz de transformar medida que critica, reflexiva, criativa, ousada, interativa, integrativa e investigativa. Para responder a esse desafio, a FACULDADE CATLICA NOSSA SENHORA DAS VITRIAS assume os postulados da II Conferncia Internacional de Educao para Todos, ao estruturar a sua ao formadora. Suas diretrizes pedaggicas pretendem que seus alunos aprendam: a conceber, a fazer, a conviver, a ser, a pensar e agir prospectivamente,

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Para concretizar as suas diretrizes pedaggicas, a FACULDADE CATLICA NOSSA SENHORA DAS VITRIAS busca fundamentar-se nas bases epistemolgicas das concepes sciointeracionista pelas quais o aluno autor e o professor o mediador que o orienta, interage com ele e contribui para que ele, a partir das suas experincias e dos diversos saberes desenvolvidos por meio dos contedos curriculares, da pesquisa, de atividades independentes, e em integrao com a comunidade, sinta-se capaz de construir o seu prprio conhecimento. A partir desse contexto e com base na legislao vigente, a FACULDADE CATLICA NOSSA SENHORA DAS VITRIAS apresenta suas diretrizes pedaggicas(Art. 2 do Regimento Interno) que constituem as bases da sua organizao didtico-pedaggica. So elas: Viso do desenvolvimento pessoal e profissional do aluno na sua totalidade como ser humano, capaz de aprendizagens complexas e construes coletivas; Aprimoramento das competncias interpessoais e tcnicas pela ressignificao de contedos tericos em aes interativas com a comunidade; Estmulo permanente ao desenvolvimento do esprito cientfico para ampliar a produo do conhecimento e das tecnologias que favorecem o entendimento do homem e do meio em que vive; Trabalho pedaggico integrado, que busca a compreenso do conhecimento em sua totalidade, de modo a facilitar a apropriao e a construo de saberes tcnicocientficos e poltico-sociais que consolidem as diferentes competncias profissionais; Valorizao das relaes professor e aluno, estabelecidas num processo dialtico e numa prxis educativa formadora de competncias profissionais e humanas; Reavaliao permanente de contedos, objetivos, finalidades e aes curriculares para o enfrentamento da crescente complexidade e mutabilidade do conhecimento cientfico, das novas ordens mundiais e das relaes de trabalho; Ensino para a cidadania e para a formao do profissional dotado de autonomia, criatividade e competncia no s para inserir-se no mercado, mas, tambm, para criar novas oportunidades de gerao de renda e de novas formas de trabalho;

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Estmulo permanente ao desenvolvimento da tica, no contexto dos gneros humano, religioso, social e profissional;

1.2. Dos objetivos Conforme definido tambm no Artigo 2 do seu Regimento Interno, a FACULDADE CATLICA NOSSA SENHORA DAS VITRIAS tem os seguintes objetivos: Formar diplomados, profissionais e especialistas, nas diferentes reas de conhecimento, aptos para a insero em setores profissionais e para a participao no desenvolvimento da sociedade brasileira e colaborar na sua formao contnua; Estimular a criao cultural e o desenvolvimento do esprito cientfico, do pensamento reflexivo; Promover a divulgao de conhecimentos culturais, cientficos e tcnicos que constituem patrimnio da humanidade e comunicar o saber atravs do ensino, de publicaes ou de outras formas de comunicao; Suscitar o desejo permanente de aperfeioamento cultural e profissional e possibilitar a correspondente concretizao, integrando os conhecimentos que vo sendo adquiridos numa estrutura intelectual sistematizadora do conhecimento de cada gerao considerando, tambm, os valores ticos, e de servio s pessoas; Incentivar o trabalho de pesquisa e investigao cientfica, visando o desenvolvimento da cincia, da tecnologia, da criao e difuso da cultura, da justia social e, desse modo, desenvolver o entendimento do homem e do meio em que vive; Estimular o conhecimento dos problemas do mundo presente, em particular os nacionais e regionais, prestar servios especializados comunidade e estabelecer, com esta, uma relao de reciprocidade; Promover a extenso aberta participao da comunidade, visando difuso das conquistas e benefcios resultantes da criao cultural e da pesquisa cientfica e tecnolgica geradas na instituio;

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Implementar um ensino superior no qual seja materializada a filosofia de que todos os indivduos so iguais perante a sociedade, possuindo os mesmos direitos e deveres e que sero possuidores, com igualdade, ao final de cada curso, do melhor conhecimento, na sua especialidade; Organizar, manter e desenvolver, sob as mais diferentes formas, direta ou indiretamente, cursos de ps-graduao e programas de extenso; Promover o treinamento profissional, os servios educacionais e para-educacionais, a tecnologia educacional e outras formas de consecuo da Educao, diretamente ligadas comunidade ou atravs de instituies s quais se associe; Contribuir para a formao de professores para atuarem como docentes na Educao Bsica (Educao Infantil e nos Ensinos Fundamental e Mdio), acrescendo-se s especificidades de cada um desses grupos, as exigncias que so prprias das comunidades indgenas e dos portadores de necessidades educativas especiais; Concorrer para o desenvolvimento da solidariedade humana atravs do

aperfeioamento do homem, da proclamao do sentido da verdade e da alegria em procur-la, inspirado nos princpios cvicos e cristos. Ser um centro de criatividade, de irradiao do saber, de investigao e de partilha da alegria da busca da verdade, de descobri-la e de comunic-la, no campo dos conhecimentos que lhes so prprios, para a felicidade das pessoas e para o bem da humanidade fundamentados nos princpios cristos.

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1.3. Das metas Em funo dos objetivos gerais da Instituio, definem-se as seguintes metas para a faculdade no perodo coberto pelo presente Plano de Desenvolvimento.CRONOGRAMA DAS AES Ano METAS DEFINIDAS 2010 2011 2012 2013 2014

Percentual do preenchimento das vagas oferecidas nos cursos de graduao. Percentual do preenchimento das vagas oferecidas nos cursos de ps-graduao. Desenvolvimento e implementao de projetos de pesquisa. Desenvolvimento e implementao de atividade de extenso Utilizao dos resultados das avaliaes para melhoria do desempenho (aprendizagem e crescimento) Ser indicada na avaliao interna como um ambiente saudvel e de realizao profissional pelos docentes e funcionrios (mdia). Ser indicada pelos prprios alunos, como o melhor local dentre as IES da regio para os seus amigos e parentes prximos fazerem um curso superior.

90% 70%

95% 100% 100% 100% 75% 90% 100% 100% 2 4 3 5 70% 70% 85% 4 7 5 9

60% 60% 70%

60% 60% 80%

80% 100% 80% 100% 90% 100%

2. PLANEJAMENTO E GESTO INSTITUCIONAL 2.1. Objetivos e metas especficas para o Planejamento e Gesto Institucional Considerando a misso da Faculdade, suas diretrizes pedaggicas e os seus objetivos de carter permanente definidos em itens anteriores, bem como as metas para atingir esses objetivos, apresentamos os seguintes objetivos especficos para os proximos cinco anos de existncia da FACULDADE CATLICA NOSSA SENHORA DAS VITRIAS. Promover a insero da Faculdade na comunidade, buscando ser til a esta;

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Assegurar que sejam oferecidos ensino (graduao e ps-graduao), pesquisa e extenso de qualidade; Manter a comunidade acadmica da Faculdade, com identidade prpria e nica; Aperfeioar as polticas, regulamentos e normas que regero as aes da Faculdade; Aperfeioar os rgos que permitiro a conduo das atividades administrativas e acadmicas da Faculdade; Aperfeioar a avaliao institucional interna e externa; Implementar os mecanismos de qualificao do corpo docente e do pessoal tcnico-administrativo;

Para as metas serem atingidas nos prximos cinco anos so necessrias aes vinculadas, conforme QUADRO detalhado a seguir:CRONOGRAMA DAS AES Ano 2010 2011 2012 2013 2014 Implantar atividades de graduao Curso de Gesto de Sistemas de Informao Curso de Administrao (Gesto Pblica) Curso de Servio social Curso de Turismo Curso de Direito Curso de Cincias Biolgicas Curso de Comunicao Social e Publicidade Curso de Engenharia da Produo Curso de Enfermagem Curso de Educao Fisica Curso de Licenciatura em Filosofia Detalhamento no subitem 2.4.1 X X X X X X X X X X X

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Implantar atividades de graduao tecnolgica Anlise e Desenvolvimento de Sistema Rede de Computadores Gesto Hospitalar Gesto de Comercio e Exterior X X X X

Reconhecimento dos Cursos de Graduao Curso de Cincias Contbeis Curso de Gesto de Sistemas de Informao Curso de Administrao (Gesto Pblica) Curso de Servio social Curso de Turismo Curso de Direito Curso de Cincias Biolgicas Curso de Comunicao Social e Publicidade Curso de Engenharia da Produo Curso de Enfermagem Curso de Educao Fisica Curso de Licenciatura em Filosofia X X x X X X

Implantar as atividades de ps-graduao lato sensu. Gesto de Negocios Detalhamento no subitem 2.4.2 Implementar atividades de pesquisa Detalhamento no subitem 2.4.3 Implementar atividades de extenso Detalhamento no subitem 2.4.4 Implementar os mecanismos de qualificao do corpo docente e do pessoal tcnico-administrativo Detalhamento no subitem 2.2.5 Implementar a avaliao institucional interna e externa Detalhamento no subitem 3.2 X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X

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2.2. Organizao acadmica administrativa 2.2.1. Estrutura Organizacional e Instncias de Deciso Para efeito de administrao, a estrutura organizacional da FACULDADE CATLICA NOSSA SENHORA DAS VITRIAS compreende rgos deliberativos e normativos, rgos executivos e rgos suplementares, a seguir comentados. 2.2.2. rgos Colegiados: Atribuies e Competncias Como rgos deliberativos e normativos da Faculdade, encontramos a Congregao, o Conselho de Ensino, Pesquisa e Extenso e os Colegiados de Cursos. Compete a Congregao (Art.7 do Regimento Interno): I. Estabelecer as diretrizes e polticas norteadoras das atividades da FACULDADE CATLICA NOSSA SENHORA DAS VITRIAS; II. Traar as linhas-mestras do planejamento global da Faculdade, agindo de modo a integrar os interesses da Mantenedora, da Faculdade, da Diretoria, dos Professores e dos Alunos, tendo em vista as estratgias de crescimento e gesto identificadas e aceitas como sendo de interesse comum sociedade de um modo geral e, em particular, comunidade local; III. Aprovar o Plano de Desenvolvimento Institucional e o plano anual de atividades dos cursos e dos projetos conduzidos pela Faculdade; IV. Aprovar e encaminhar Mantenedora o Plano de Ao Anual, a proposta oramentria e o plano de aplicao dos recursos oramentrios apresentados pela Diretoria; V. Apreciar, anualmente, a prestao anual de contas apresentada pela Diretoria, relativa s atividades desenvolvidas pela Faculdade; VI. Aprovar a celebrao de convnios, intercmbios, acordos de cooperao mtua e contratos para desenvolvimento das atividades de ensino, pesquisa e extenso; VII. Aprovar as normas gerais de funcionamento dos diversos rgos da Faculdade; VIII. Decidir sobre criao, alterao e extino de cursos superiores, de graduao e ps-graduao, de conformidade com a legislao vigente; IX. Apreciar, originariamente ou em grau de recurso, sobre atos e decises de qualquer rgo ou membro da Diretoria da FACULDADE CATLICA NOSSA SENHORA DAS VITRIAS; X. Instituir comisses permanentes ou temporrias para estudar problemas especficos, de interesse da Faculdade;

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XI. Aprovar as normas gerais para os processos eleitorais dos rgos da FACULDADE CATLICA NOSSA SENHORA DAS VITRIAS e instituir comisses eleitorais; XII. Aprovar a criao de rgos suplementares e homologar a indicao de responsveis para encaminhamento Mantenedora; XIII. Aprovar anualmente o Programa Institucional de Qualificao dos Recursos Humanos - PIQRH - da FACULDADE CATLICA NOSSA SENHORA DAS VITRIAS proposto pela Diretoria; XIV. Decidir sobre a concesso de dignidades acadmicas; XV. Exercer as demais competncias previstas em lei, no Regimento da Mantenedora e no presente Regimento; XVI. Resolver os casos omissos deste Regimento, no mbito de sua competncia. Compete ao Conselho de Ensino, Pesquisa e Extenso (Art.10 do Regimento Interno): Art. 10 - Compete ao Conselho de Ensino, Pesquisa e Extenso: I. Exercer, como rgo deliberativo, consultivo e normativo, a jurisdio superior da Faculdade em matria de ensino, pesquisa e extenso; II. Deliberar e baixar normas sobre assuntos didticos, de pesquisa e extenso; III. Coordenar e supervisionar os planos e atividades das coordenaes de cursos; IV. Aprovar o calendrio escolar; V. Disciplinar a realizao dos processos seletivos de admisso aos cursos, projetos e atividades de pesquisa e de extenso oferecidos pela FACULDADE CATLICA NOSSA SENHORA DAS VITRIAS; VI. Aprovar o projeto pedaggico e o currculo pleno dos cursos de graduao, bem como suas modificaes, submetendo-o Congregao e, posteriormente, ao Conselho Nacional de Educao, para aprovao final; VII. Aprovar projetos de pesquisa conduzidos por pesquisadores da FACULDADE CATLICA NOSSA SENHORA DAS VITRIAS, de acordo com as normas estabelecidas pela Congregao; VIII. Propor Congregao, a criao, alterao e extino de cursos de graduao e de ps-graduao, bem como os respectivos projetos pedaggicos e planos, de acordo com as normas estabelecidas pela FACULDADE CATLICA NOSSA SENHORA DAS VITRIAS e com a legislao vigente; IX. Aprovar atividades de extenso de acordo com as normas estabelecidas pela Congregao; X. Deliberar sobre os pedidos de transferncia e aproveitamento de estudos, ouvidas, quando pertinente, as coordenaes de cursos; XI. Propor Congregao as normas de funcionamento dos estgios curriculares, das atividades de pesquisa e das atividades de extenso; XII. Propor Congregao a realizao de acordos e convnios com entidades nacionais e estrangeiras, de interesse da FACULDADE CATLICA NOSSA SENHORA DAS VITRIAS;

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XIII. Propor Congregao medidas que visem ao aperfeioamento e desenvolvimento das atividades de ensino, pesquisa e extenso no mbito da FACULDADE CATLICA NOSSA SENHORA DAS VITRIAS, bem como opinar sobre assuntos pertinentes que lhe sejam submetidos pela Diretoria; XIV. Exercer as demais atribuies que lhe sejam atribudas pela Congregao sejam previstas neste Regimento ou na legislao. Compete ao Colegiado de Curso (Art. 21 do Regimento Interno): ART. 22 - Compete ao Colegiado do Curso: I. II. III. IV. V. VI. VII. VIII. IX. X. XI. XII. XIII. Aprovar o Plano de Ao e o Calendrio das Atividades Acadmicas para o desenvolvimento do ensino, da pesquisa e da extenso; Emitir parecer sobre propostas de alterao da estrutura curricular do curso, para aprovao do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extenso; Deliberar sobre alteraes no projeto pedaggico e na grade curricular, de modo a assegurar a permanente atualizao do curso; Definir a lista de livros, peridicos e mdia digital a ser encaminhada, pelo Coordenador do Curso, Biblioteca para aquisio, de modo a manter o acervo atualizado e em consonncia com a atualidade do curso; Emitir parecer sobre docentes indicados para integrarem o Programa Institucional de Qualificao dos Recursos Humanos-PIQRH; Propor Congregao, a realizao de acordos, intercmbios e convnios para execuo de trabalhos profissionais, prestao de servios tcnicos, organizao de cursos, entre outros; Deliberar sobre solicitao de aproveitamento de estudos e assuntos correlatos; Emitir parecer sobre projetos de extenso e de pesquisa correlacionados com o curso, para encaminhamento ao Conselho de Ensino, Pesquisa e Extenso; Emitir parecer e decidir, quando for o caso, sobre questes de natureza didtico-pedaggica encaminhada pelos docentes; Elaborar seu prprio Regimento, submetendo-o aprovao da Congregao; Emitir parecer e deliberar sobre outras matrias que lhe forem solicitadas, bem como sobre os casos omissos e recursos que se situem na esfera de sua competncia; Deliberar sobre os pedidos de matrcula ou transferncia de alunos para os cursos de Graduao, fixando os pr-requisitos a serem observados; Propor medidas que visem ao aperfeioamento das atividades didticopedaggicas da FACULDADE CATLICA NOSSA SENHORA DAS VITRIAS.

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2.2.3. Organizao Administrativa A FACULDADE CATLICA NOSSA SENHORA DAS VITRIAS dirigida por um Diretor Geral designado por sua Mantenedora para um mandato de dois anos, com direito reconduo. Todos os cursos oferecidos pela faculdade tm em sua direo um coordenador. Para o controle acadmico, a faculdade utilizar software adquirido a empresas especializadas em atividades de ensino superior. Os sistemas de informao da faculdade sero interligados para propiciar condies geis de acesso. Ocorrer uma separao para efeito de acesso ilimitado aos tipos de informaes por grupos de usurios. So esses: professores, alunos, funcionrios e dirigentes, de forma a manter a segurana do sistema. A parte financeira e de infra-estrutura propiciada pela Mantenedora. Compete a Diretoria Geral da faculdade (Art. 14 do Regimento Interno): I. Administrar, supervisionar e coordenar as atividades da FACULDADE CATLICA NOSSA SENHORA DAS VITRIAS, com base nas diretrizes do Regimento da Mantenedora, no Regimento Interno, em outras Normas da Faculdade e nas polticas educacionais estabelecidas pela Congregao, respeitando o projeto pedaggico da Instituio; Representar a FACULDADE CATLICA NOSSA SENHORA DAS VITRIAS em atividades acadmicas; Celebrar acordos, convnios, intercmbios, acordos de cooperao mtua e contratos, entre a Faculdade e instituies pblicas e privadas; Elaborar o Plano de Ao Anual, a proposta oramentria geral e detalhada por curso, o plano de aplicao dos recursos oramentrios, a abertura de crditos e os relatrios de prestao de contas para anlise e aprovao da Congregao e da Mantenedora; Autorizar pronunciamentos pblicos que envolvam a FACULDADE CATLICA NOSSA SENHORA DAS VITRIAS bem como a realizao, em suas instalaes ou sob seu patrocnio, de atividades de interesse da Faculdade; Indicar Mantenedora para efeito de contratao, os nomes e currculos dos Coordenadores dos diversos cursos de graduao e ps-graduao, dos coordenadores dos programas de pesquisa e de extenso, aps a aprovao da Congregao;

II. III. IV.

V. VI.

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VII. Conferir grau, assinar diplomas e outros documentos acadmicos; VIII. Baixar atos administrativos decorrentes das decises da Congregao e dos Colegiados de Cursos; IX. Fiscalizar o cumprimento do calendrio escolar e da execuo dos cursos, projetos e atividades realizadas pela Faculdade; X. Encaminhar Congregao as propostas de alterao de nmero de vagas, criao e extino de Cursos, alteraes curriculares e de admisso e demisso de docentes; XI. Propor Mantenedora a admisso e demisso de pessoal tcnico-administrativo; XII. Propor Mantenedora, em conjunto com o Diretor Acadmico, a admisso e demisso de docentes; XIII. Instituir Comisses para estudar problemas especficos; XIV. Exercer o poder disciplinar na forma do presente Regimento Interno e demais normas da Faculdade; XV. Convocar e presidir a Congregao e o Conselho de Ensino, Pesquisa e Extenso nas reunies ordinrias e extraordinrias na forma deste Regimento; XVI. Constituir Comisses de Avaliao de Desempenho dos Docentes e do Pessoal Tcnico-Administrativo incumbidas de administrar os planos de carreira e de cargos e salrios. XVII. Decidir, em casos de urgncia, sobre matria de competncia de quaisquer rgos da Faculdade, ad referendum dos mesmos; XVIII. Delegar competncia, nos termos deste Regimento e Normas da Faculdade e da legislao, como instrumento de descentralizao administrativa e revogar as delegaes no todo ou em parte; XIX. Promover a articulao entre a FACULDADE CATLICA NOSSA SENHORA DAS VITRIAS e a Mantenedora contribuindo para a consolidao da filosofia, das diretrizes e polticas das duas instituies; XX. Promover a articulao com instituies de ensino, pesquisa e fomento, para a concretizao do intercmbio com instituies nacionais e internacionais; XXI. Indicar Congregao os nomes dos docentes e pessoal tcnico-administrativo que sero includos no Programa Incentivo Capacitao de acordo com os planos aprovados pela Mantenedora; XXII. Exercer outras atribuies inerentes ao cargo ou decorrentes de decises da Congregao.

Compete aos Coordenadores de Cursos (Art. 20 do Regimento Interno): Coordenar e responsabilizar-se pelas atividades de natureza didtica e pedaggica que compem o currculo pleno do Curso; II. Supervisionar a execuo do Calendrio de Atividades Acadmicas e do Plano de Ao do Curso; I.

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III. Analisar e encaminhar ao Conselho de Ensino, Pesquisa e Extenso, os pedidos de transferncia e reingresso de alunos para o Curso; IV. Presidir o Colegiado do Curso; V. Propor alteraes na organizao curricular para aprovao do Colegiado; VI. Coordenar as atividades docentes, acompanhando o desempenho dos professores e alunos, propondo as modificaes necessrias; VII. Elaborar, semestralmente, o relatrio de atividades desenvolvidas no Curso, elaborar o Plano de Atividades e o Calendrio Acadmico dos Cursos de Graduao e Ps-Graduao; VIII. Elaborar os horrios de atividade docentes; IX. Propor ao Diretor Acadmico a admisso e demisso de docentes, de acordo com a legislao vigente; X. Responsabilizar-se por todas as atividades que envolvam docentes ou discentes do Curso; XI. Encaminhar ao Conselho de Ensino, Pesquisa e Extenso alteraes no projeto pedaggico e na grade curricular, de modo a assegurar a permanente atualizao do curso; XII. Encaminhar Biblioteca a lista de livros, peridicos e mdia digital a ser adquirida para manter o acervo atualizado e em consonncia com a atualidade do curso; XIII. Participar das atividades que envolvam o processo seletivo da Faculdade, para ingresso de alunos no Curso. Os rgos suplementares (Artigos 24 e 25, do Regimento Interno) tm por objetivos desenvolver atividades auxiliares e complementares s iniciativas da FACULDADE CATLICA NOSSA SENHORA DAS VITRIAS, estendendo os resultados de sua ao para toda a comunidade acadmica, e so diretamente subordinados ao Diretor-Geral. Possuem atribuies, organizao e funcionamento fixados em normas regimentais aprovadas pela Congregao, I. II. III. IV. V. VI. independentes entre si e integram infra-estrutura da Faculdade, compreendendo: Laboratrios; Empresa - Jnior; Biblioteca; Ncleo de Extenso e Pesquisa - NEP; Ncleo de Apoio ao Discente NAD; e . Comisso Prpria de Avalaio - CPA

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2.2.4. Relaes e parcerias com a comunidade, instituies e empresas. A FACULDADE CATLICA NOSSA SENHORA DAS VITRIAS procura estabelecer amplas relaes de parceria com diversos segmentos sociais, buscando sua insero, bem como de seus alunos, na sociedade de forma mais ampla. As parcerias com a comunidade, instituies e empresas por meio de convnios de cooperao sero viabilizadas pela ao acadmica, na forma de ensino, extenso e pesquisa. Como uma via de duas mos, essas parcerias permitem a aproximao da Faculdade e dos seus alunos com as situaes problematizadoras decorrentes dos determinantes de mltiplas naturezas, encontradas nos diferentes Iocais (empresa, comunidade e demais organizaes) Ainda, permite que a Faculdade reduza a dicotomia entre teoria e a prtica, pela aplicao dos conhecimentos e experiencias, e aos parceiros, o benefcio dos mltiplos saberes, decorrentes da interdisciplinaridade, na resoluo das questes que lhe sejam significantes. 2.2.5. Organizao e gesto de pessoas As condies de trabalho e capacitao dos docentes e tcnicos-administrativos esto expressas no PROGRAMA INSTITUCIONAL DE QUALIFICAO DOS RECURSOS HUMANOS PIQRH da FACULDADE CATLICA NOSSA SENHORA DAS VITRIAS, apresentado no ANEXO I. Em relao aos docentes so estabelecidos estrutura, plano de carreira, regimes de trabalho e plano de qualificao. Os docentes tm voz e voto na Congregao, Conselho de Ensino, Pesquisa e Extenso, Colegiados de Cursos e em comisses acadmicas permanentes ou que venham a ser constitudas. Em relao aos tcnico-administrativos, so colocadas as definies sobre estruturao e polticas de qualificao e carreira.

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Como principais benefcios para os docentes e tcnico-administrativos so oferecidos: bolsa de estudos; incentivo a publicao de artigos e livros; ajuda de custos para participao de eventos cientficos; auxlio titulao e bolsa de estudos para dependentes. Pretende-se criar uma ambiente adequado para que floresa a sinergia de modo a ampliar o conhecimento individual de cada professor e a participao efetiva do pessoal tcnico-administrativo. Por essa razo, o planejamento financeiro contm recursos para serem aplicados na capacitao dos professores e funcionrios da Faculdade. A titulao desejada na contratao dos nossos professores o mestrado. Nas reas de conhecimento em que seja difcil a contratao de mestres, sero aceitos docentes com especializao, mas com longa experincia no magistrio superior ou em atividades profissionais relacionadas a disciplina que ir ministrar. Alguns doutores devero ser contratados para, alm de participarem no ensino, conduzir atividades de pesquisa. Ao longo do perodo coberto pelo PDI espera-se ter pelo menos 50% do corpo docente com a titulao mnima de mestre. Os professores contratados em regime integral e parcial dedicaro 15%, no mnimo, da sua carga horria para atividades complementares na graduao e atendimentos aos alunos matriculados nos seus respectivos cursos. Para apoio a atividade didtico-pedaggica, os docentes tero um profissional especializado disposio com o intuito de contribuir para melhorar o desempenho em sala de aula. O corpo discente. A educao desenvolvida por uma escola no deve ser feita para um instante, mas sim para uma vida e, para isso acontecer, a Escola tem de se constituir num centro de valores capaz de contribuir para formao do cidado de elevado padro de comportamento e de desempenho tcnico-conceitual, propiciando assim as condies para que o aluno possa saber conceber e fazer, conviver, ser e agir, como preconiza a filosofia educacional da FACULDADE 24

CATLICA NOSSA SENHORA DAS VITRIAS. Neste sentido, o aluno deve perceber que o seu esforo e a sua dedicao so imprescindveis para sua formao, pois o APRENDER uma deciso e uma construo pessoal e se alicera na constncia de propsito (o querer de fato), no desenvolvimento continuo (estudar como processo). Do ponto de vista poltico, o corpo discente tem representao com direito voz e voto na Congregao da Faculdade, no Conselho de Ensino, Pesquisa e Extenso, nos colegiados de curso, na empresa-junior, no diretrio acadmico e em comisses acadmicas permanentes ou que venham a ser constitudas. A representao estudantil tem por objetivo a cooperao entre administradores, professores e alunos no trabalho da Faculdade. Nesse sentido, o diretrio acadmico o rgo de representao discente da FACULDADE CATLICA NOSSA SENHORA DAS VITRIAS, sendo que a composio, as atribuies, a organizao e o funcionamento do diretrio estudantil so fixados em seu Estatuto, elaborado pelo prprio rgo estudantil. As condies de acesso dos discentes faculdade so disciplinadas pelos Art. 63, 64 e 65 do Regimento Interno da faculdade. A saber: ART. 63 O processo seletivo realizado a cada ano e s tem validade para matrcula no semestre a que se destina, sendo possvel a realizao de novo processo seletivo para preenchimento de vagas remanescentes. ART. 64 As normas para realizao do processo seletivo, assim como a sua organizao e a sua realizao ficam a cargo de Comisso designada pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extenso. ART. 65 O processo seletivo aberto por Edital, dele constando os elementos necessrios ao esclarecimento dos candidatos, conforme determinao do rgo competente. A matrcula constitui o ato formal de ingresso do aluno nos cursos oferecidos e a vinculao deste Faculdade ser feita no primeiro ano/perodo do curso, sendo renovada semestralmente, de acordo com o calendrio escolar. Por ocasio da matrcula o aluno recebe um nmero que o acompanhar durante todo o curso para fins de registros e/ou

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processamentos. A renovao da matrcula efetivada mediante requerimento especfico, segundo o calendrio escolar, e o seu deferimento est condicionado a que o requerente esteja quite com a Tesouraria e com a Biblioteca, a partir do incio das atividades da instituio. So deveres dos membros do corpo discente da FACULDADE CATLICA NOSSA SENHORA DAS VITRIAS, conforme Art. 112 do Regimento Interno: I.Acatar os termos do Regimento Interno e de todas as determinaes dos rgos deliberativos e executivos da FACULDADE CATLICA NOSSA SENHORA DAS VITRIAS. II.Participar, com assiduidade, pontualidade e aproveitamento, das aulas e demais atividades do curso em que estiver matriculado; III.Cumprir, fielmente, os horrios e os prazos determinados em suas atividades acadmicas nos locais definidos pela direo e/ou coordenao de cursos da FACULDADE CATLICA NOSSA SENHORA DAS VITRIAS; IV.Abster-se de toda manifestao, propaganda ou prtica que importe em desrespeito lei, s instituies, s autoridades e a este Regimento; V.Zelar pelo patrimnio material e moral da FACULDADE CATLICA NOSSA SENHORA DAS VITRIAS e de sua mantenedora; VI. Efetuar, pontualmente, os pagamentos das parcelas das semestralidades, taxas e emolumentos escolares. So direitos dos membros do corpo discente da FACULDADE CATLICA NOSSA SENHORA DAS VITRIAS, conforme Art. 113 do Regimento Interno: I. Receber o ensino referente ao Curso em que se matriculou; II. Pleitear o aproveitamento de estudos de disciplinas j cursadas; III. Participar, votando e ou sendo votado, do processo eleitoral de escolha dos representantes do corpo discente nos rgos colegiados da FACULDADE CATLICA NOSSA SENHORA DAS VITRIAS; IV. Votar e ser votado nas eleies da diretoria dos diretrios acadmicos; V. Recorrer, das decises de natureza acadmica, aos rgos da administrao superior, na forma deste Regimento;

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VI. Propor a realizao de atividades ligadas aos interesses da vida acadmica; VII. Requerer a transferncia para outro estabelecimento de ensino, desde que no esteja cumprindo penalidade disciplinar ou sindicncia ou dependente do cumprimento de outras exigncias previstas na legislao vigente; VIII. Ter acesso s informaes do prprio registro acadmico; IX. Ter acesso a servios de encaminhamento profissional, de apoio pedaggico (orientao acadmica) e psicopedaggico. X. Fazer a avaliao suplementar, se a nota obtida nas duas primeiras avaliaes for insuficiente para aprovao, conforme o Art.88. Para dar suporte a ao discente, no sentido de construo de suas mltiplas oportunidades de aprendizagens, como tambm no sentido do acesso, regularidade do fluxo acadmico e permanncia, apresentamos as seguintes atividades: Programa de Monitoria Os alunos so selecionados, pelos professores de uma disciplina que j cursaram, para desenvolver atividades de reforo dos contedos de ensino ministrados em sala de aula, pelos professores, sob suas orientaes. Essas atividades ocorrem em horrio e dias especiais, segundo planejamento elaborado pela Coordenao do Curso, conforme DIRETRIZES PARA AS ATIVIDADES DE MONITORIA, conforme ANEXO II deste PDI, bem como no Captulo IV, do Regimento Interno, denominado Da Monitoria, do Estgio e da Iniciao Cientfica. Empresa-jnior. A Empresa Jnior uma associao civil, sem fins lucrativos, que desenvolve suas atividades com o apoio dos professores da FACULDADE CATLICA NOSSA SENHORA DAS VITRIAS para superviso de todos os projetos realizados pelos alunos. Visa qualificar melhor o acadmico para o mercado de trabalho, melhorar a imagem da Instituio junto opinio pblica desenvolvendo trabalhos para a comunidade de micro, pequenos e mdios empresrios, conforme Normas e Regimento Interno da empresa -Jnior, no ANEXO III. Apoio participao em eventos

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A Faculdade ir regulamentar uma poltica e um plano de aes regulares de apoio participao em eventos. Para esse fim, o planejamento financeiro prev recursos para financiar viagens e ajuda de custos a alunos que participem de eventos cientficos, dando prioridade para os alunos que apresentarem trabalhos. Espera-se ter pelo menos um aluno da Faculdade em cada um dos eventos importantes de cada rea do conhecimento abrangida pelos cursos oferecidos, todos os anos. Apoio pedaggico e psicopedaggico ao discente A Faculdade definir uma poltica e um plano de ao que disponibilize docentes e profissionais para atividades regulares de orientao acadmica e psicopedaggica aos discentes, servio esse j mencionado. Mecanismos de nivelamento A Faculdade definir uma poltica e um plano de ao que sistematize as aes de recuperao das deficincias de formao dos ingressantes nos seus cursos de graduao.No primeiro momento, a inteno fazer um nivelamento em Lngua Portuguesa, Matemtica e Informtica com aulas aos sbados sem custo adicional para o aluno. Posteriormente, atravs de levantamento com os ingressantes de cada ano, sero diagnosticadas as principais limitaes trazidas pelos novos alunos para implementao com sucesso do aprendizado no nvel superior. Apoio a incluso social A Faculdade Catolica Nossa Senhora das Vitrias oferece a disciplina de LIBRAS, como parte do programa de incluso social, obedecendo a LEI N 10.436, DE 24 DE ABRIL DE 2002. Meios de divulgao de trabalhos e produes dos alunos A Faculdade criar meios de divulgao de trabalhos de alunos. Os principais meios sero murais e espao na home page da Faculdade, nos primeiros anos e a criao de uma revista nos anos seguintes.

No final do curso ser publicado um livro com a coletnea dos principais artigos 28

produzidos pelos alunos na disciplina Iniciao Cientfica e selecionados por comisso especfica para apresentao no Congresso Anual de Jornada Cientfica da FACULDADE CATLICA NOSSA SENHORA DAS VITRIAS. Esse congresso ocorrer nos meses de novembro de cada ano. Ncleo de Apoio do Discente NAD Para demonstrar o apoio, interesse e respeito da faculdade ao seu corpo discente, conforme consta no Art. 25 do seu Regimento Interno, existe o Ncleo de Apoio ao DiscenteNAD, rgo administrativo que funcionar coordenando toda a poltica discente da instituio, principalmente o apoio ao aluno carente. Nucleo Docente Estruturante A Faculdade Catlica Nossa Senhora das Vitrias constiui o Ncleo Docente Estruturante, nos termos da Portaria MEC no. 147/2007, o qual ser responsvel pela formulao do projeto pedaggico do curso, sua implementao e desenvolvimento, composto por professores que queiram se dedicar na consecuo desses objetivos, especialmente aqueles com titulao em nvel de ps-graduao, contratados em regime de trabalho que assegure preferencialmente dedicao integral ao curso e com experincia docente na instituio e em outras instituies. 2.3. Planejamento e Organizao Didtico-Pedaggicos A FACULDADE CATLICA NOSSA SENHORA DAS VITRIAS como Instituio de educao superior, busca oferecer as seguintes modalidades de cursos e programas: - Bacharelado, por rea de conhecimento; - Licenciaturas; - Cursos seqenciais; - Ps-graduao, por meio dos cursos de especializao; - Extenso; Com base na sua filosofia educacional e nas suas diretrizes pedaggicas, a 29

FACULDADE CATLICA NOSSA SENHORA DAS VITRIAS pretende formar profissionais com as competncias necessrias (tcnico-cientficas, habilidades e atitudes) e postura social adequadas, para atuar neste contexto de mudanas rpidas no qual vivemos. Dessa forma, a viso institucional est construda com a finalidade de ser uma instituio de ensino superior que oferece um ensino de qualidade com credibilidade, produtora de competncias, geradora de conhecimentos, formadora de opinio, modelo de organizao e que seja reconhecida na comunidade como uma faculdade que busca desenvolver os valores humanos atravs do aperfeioamento do homem. 2.3.1.Perfil genrico do egresso da FACULDADE CATLICA NOSSA SENHORA DAS VITRIAS Em funo da materializao das diretrizes curriculares, o perfil genrico do egresso da faculdade deve contemplar: Uma slida formao humanstica, cientfica e tcnica; Viso holstica, prospectiva e empreendedora; Atitude pr-ativa; Postura tica em relao aos gneros humano, social e profissional; Habilidade para tomar decises e desenvolv-las; Capacidade de adaptar-se a ambientes diversificados; Capacidade de promover inovaes; Habilidade para anlise crtica e sntese; Comprometimento permanente com o seu contnuo desenvolvimento educacional; Habilidade para estabelecer relaes entre os cenrios: poltico, econmico e social; Envolvimento com a busca de solues para os problemas sociais;

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Solidariedade humana; Habilidade para trabalhar em equipe;

2.3.2.Competncias a serem desenvolvidas A filosofia educacional da FACULDADE CATLICA NOSSA SENHORA DAS VITRIAS traduz a maneira da Instituio interpretar a Educao dentro das mltiplas relaes sociais, tendo como principal preocupao o SER HUMANO, na sua totalidade, respeitando os seus valores culturais, religiosos e morais, mas tambm preocupada em inseri-lo no mundo acadmico e promover o seu desenvolvimento tcnico cientfico, social, moral, poltico e estratgico. com essa base filosfica e com a preocupao de cumprir a sua misso, que esta instituio formaliza as competncias bsicas que se prope a desenvolver nos seus alunos.

CAPACIDADE a)Compreenso da universalidade das idias; b)Domnio dos lastros terico-prticos da habilitao; Tcnicoc)Capacidade de buscar e aplicar novos conhecimentos e tecnologia; cientfica: d)Adequada fundamentao terica e instrumentalizao tcnica que permitam adaptao s novas realidades de qualquer natureza; e)Utilizao da criatividade para resoluo de situaes problematizadoras; Saber conhecer e f)Preocupao com o seu aperfeioamento e a sua atualizao constante; fazer g)Capacidade de anlise e sntese; h)Capacidade de expressar-se corretamente, utilizando as novas tecnologias e as diversas formas de linguagem. a)Compreenso com a sociedade em sua pluralidade e em suas mltiplas determinaes. b)Insero na sociedade por meio de aes que visem o bem comum. Social e c)Comportamento solidrio. Cultural: Saber conviver d)Preocupao com o bem-estar do meio que dizem respeito s relaes interpessoais, sociais e de qualidade de vida. a)Capacidade de interveno na realidade, respeitando a historicidade e as Poltica: diferenas. b)Capacidade de liderana e de atuar em processos de gesto. Saber agir c)Capacidade de buscar solues negociadas. d)Exerccio consciente da cidadania. a)Desempenho de aes de qualquer natureza, norteado pelos valores de 31

DIMENSO

Moral: Saber ser responsabilidade, solidariedade crist, tica e preocupao com a vida e com o bem-comum. Estratgica: a)Atuao de forma empreendedora, buscando novas formas de trabalho com autonomia e competncia, rompendo com a estrita dependncia do Saber pensar emprego. e agir b)Viso prospectiva. prospectivamente c)Iniciativa e criatividade em situaes emergenciais. Essas dimenses foram selecionadas a partir da viso de mundo, que hoje se apresenta multipolarizado e pluralizado em constante e veloz transformao, cosmopolita e altamente excludente para os que no acompanham o processo de evoluo do conhecimento e da tecnologia de informao 2.3.3.Seleo de contedos A maneira de compreender a educao est intimamente relacionada com a interpretao que o educador tem das estruturas e das relaes sociais. Como decorrncia dessa interpretao, surgem duas alternativas na educao: A conservadora, que visa a continuidade das estruturas e das relaes; e A progressista, que visa a transformao das estruturas e das relaes, a partir da reflexo e da reviso da realidade existente e, ainda, da ao que se faz necessria. Como a educao se desenvolve segundo uma realidade constatada, o trabalho do professor est vinculado concepo de mundo, que ele legitima atravs de sua prtica. Assim, ou ele considera a realidade na perspectiva fenomenolgica ou adota uma postura dialtica buscando captar o abstrato do sujeito cognoscente. Um outro aspecto a ser considerado que a educao como um processo social determinado e paradoxalmente, determinante, mantm uma teia interacional com a micro e macro estrutura que forma o todo do sistema social. Em sntese, o sistema social influi no sistema escolar atravs de exigncias que lhe faz mediante seus modelos sociais, polticos, econmicos e ideolgicos. O sistema educacional por sua vez responde a estas demandas pela mediao entre origem/destino dos alunos. Um terceiro aspecto a ser considerado o homem com suas caractersticas biolgicas, psicolgicas e sociais, suas possibilidades e seus limites.

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Portanto, todo o planejamento e a organizao didtica e pedaggica da FACULDADE CATLICA NOSSA SENHORA DAS VITRIAS esto estruturados a partir das diretrizes pedaggicas que tm as suas bases epistemolgicas na perspectiva scio-interacionista e na pedagogia crtico-social dos contedos, como forma de superar os modelos conservadores e buscar maior solidariedade entre as pessoas e os povos, porm, com a preocupao de respeitar as caractersticas individuais.

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Com

base

nesses

pressupostos

que

fundamentam

a

filosofia

institucional e respeitando as diretrizes do Ministrio da Educao, foi feita por uma equipe multidisciplinar a seleo de contedos da FACULDADE CATLICA NOSSA SENHORA DAS VITRIAS. So critrios para a seleo de contedos: 1. a preocupao com o tratamento cientfico dos contedos, que exige a formao da conscincia crtica proporo que os conhecimentos vo sendo adquiridos pela investigao (leituras, discusses, vivncias, experimentao) e atividades desenvolvidas, buscando a essncia constitutiva do objeto que vai alm dos fatos e das aparncias. Exige a participao na prtica social e requer o domnio de conhecimentos bsicos e habilidades intelectuais. 2. o significado da ligao entre o carter histrico dos contedos com o seu carter cientfico. Os contedos vo sendo elaborados e reelaborados conforme as necessidades prticas de cada poca histrica e dos interesses sociais vigentes em cada organizao social. Os alunos extraem, do seu meio, ou das suas experincias, motivos que se tornam ponto de partida para a compreenso cientfica dos fatos e fenmenos da realidade, proporo que refletem sobre eles em bases tericas e estabelecem as conexes entre a teoria e a realidade social. 3. a vinculao do ensino dos contedos com a prtica na formao dos alunos, em funo da necessidade de proporcionar-lhes o domnio de formas de integrao e atuao interativa, construtiva, crtica e criativa na vida, na profisso e no exerccio da cidadania. 4. organizao das disciplinas e dos contedos selecionados, de modo que permita o trabalho inter e transdisciplinar, sem perder de vista as suas especificidades. O dilogo constante e a troca de experincia entre os professores, a pesquisa, as experincias e o contato do aluno com a realidade social, permitem que ambos (professores e alunos) adquiram uma viso da totalidade que pode ser percebida em relao aos conhecimentos, ao ser humano, ao ambiente e ao mundo. Para garantir a no fragmentao dos contedos, busca-se a

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concretizao da ao educativa por meio das seguintes medidas: Planejamento e desenvolvimento das atividades acadmicas, a partir das articulaes horizontais e verticais das disciplinas que compem o currculo, buscando a formulao de um saber no isolado, nem pronto ou acabado; Conduo do processo de ensino-aprendizagem de forma interativa, em que o aluno considerado agente participante da construo; Percepo de que o eixo metodolgico de cada curso formado por disciplinas/atividades que entrelaam o conhecimento terico, a prtica e a pesquisa, subsidiando os alunos na construo dos seus saberes, e deve estar sempre pautado na trade: ao-reflexo-ao; Conduo das atividades de extenso desenvolvidas em parcerias com as organizaes sociais buscando estimular as transformaes na comunidade. 2.3.4.Princpios Metodolgicos da FACULDADE CATLICA NOSSA SENHORA DAS VITRIAS Na FACULDADE CATLICA NOSSA SENHORA DAS VITRIAS a metodologia que perpassa todas as atividades de ensino e de aprendizagem da instituio dialtica, crtica, dinmica e interativa, voltada para o exerccio da autonomia do homem, da reflexo, da criatividade, da busca constante pela formao permanente do SER HUMANO na sua totalidade e da construo coletiva. A metodologia proposta procura evitar o ensino meramente terico, livresco, esttico e distanciado da realidade, reduzido mera transmisso de conhecimentos, buscando um enfoque crtico-prtico que eleve o aluno condio de ser pensante que pode construir e ser til coletividade. 2.3.5.Processo de avaliao Embora a avaliao constitua uma das tarefas mais difceis, no s pela

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complexidade, mas pelo julgamento de valor que ela necessariamente contm, a FACULDADE CATLICA NOSSA SENHORA DAS VITRIAS busca desenvolver uma avaliao inclusiva, sistmica, funcional, integral e orientadora que permita aos atores sociais envolvidos, a possibilidade de ruptura de velhos paradigmas e sua emancipao rumo ao novo, busca ao porvir. Com essa concepo ampla foi desenvolvida a Comisso Propria de Avaliao. Comisso Propria de Avaliao Integrada ao Sistema Nacional de Avaliao da Educao Superior SINAES a Comisso Prpria de Avaliao- CPA da FCNSV, tem como finalidade desenvolver processos avaliativos na instituio para compreenso das relaes e estruturas que a engendram, buscando captar o sentido comum de universidade construdo por docentes, discentes e agentes universitrios que nela atuam sem perder de vista a perspectiva de diversidade, de pluralidade e de complexidade das aes institucionais. As avaliaes desencadeadas devem possibilitar comunidade universitria a tomada de conscincia das aes que vm sendo desenvolvidas, reconhecendo as formas e a qualidade das relaes na instituio, mas tambm constituir as articulaes, integrar as aes em rede mais amplas de sentidos e significados, relacionando as estruturas internas aos sistemas mais alargados das comunidades acadmicas nacional-internacionais e da universidade/sociedade. Cabe Comisso Prpria de Avaliao planejar as estratgias de avaliao considerando as caractersticas da FCNSV, a partir de seu modelo institucional, sua misso e realidade, bem como as experincias anteriores de avaliao institucional realizadas, estimulando o desenvolvimento da qualidade acadmica e cientfica em todos os campos do conhecimento. A auto-avaliao institucional, as avaliaes externas, a avaliao do desempenho dos estudantes, a avaliao de docentes pelos alunos, a avaliao de cursos de graduao e ps-graduao, avaliao de egressos, avaliao de polticas e programas, so algumas das modalidades de avaliao 36

de competncia da CPA. No tocante ao corpo discente, os princpios e procedimentos do processo de avaliao contam no Regimento Interno da Faculdade (CAPTULO VIII - DO RENDIMENTO ESCOLAR E DA DEPENDNCIA) e contm as seguintes orientaes e procedimentos nos seus artigos 87 a 97, a seguir referenciados. A saber: ART. 87 A apurao do rendimento escolar feita por disciplina, abrangendo-se os aspectos de assiduidade e aproveitamento, eliminatrios por si mesmos. 1 A assiduidade verificada pela freqncia s aulas e s atividades de cada disciplina, de acordo com a legislao em vigor. 2 O aproveitamento aferido, em cada disciplina, por avaliaes de aprendizagem escrita e expresso em notas de 0 a 10, admitidos os dcimos como aproximao. 3- Os alunos que tenham extraordinrio aproveitamento nos estudos, demonstrado por meio de provas e outros instrumentos de avaliao especficos, aplicados por banca examinadora especial, podero ter abreviada a durao de seus cursos, de acordo com as normas dos sistemas de ensino. ART. 88 Ao aluno so atribudas, em cada perodo letivo, 02 (duas) notas, a serem lanadas no dirio de classe: I. A primeira resulta da avaliao de aprendizagem dos contedos programticos desenvolvidos, a ser realizada por ocasio de completar 50% da carga horria da disciplina e tem peso 4; devendo ser uma avaliao escrita e outras se necessrios. II. A segunda resulta da avaliao da aprendizagem dos contedos programticos desenvolvidos, a ser realizada na ocasio em que completar 100% da carga horria da disciplina e tem peso 6; devendo ser uma avaliao escrita e outras se necessrios. III. Se a mdia ponderada dessas avaliaes for igual ou superior a 7 (sete), ser esta a nota final do perodo letivo; caso contrrio, o aluno poder fazer uma avaliao suplementar; A mdia mnima para o aluno seja submetido Avaliao Suplementar 2,5 (dois pontos e meio). 37

IV.

No caso do aluno fazer a avaliao suplementar, este ser

aprovado se a mdia aritmtica simples do somatrio desta avaliao adicionada mdia ponderada do somatrio das duas primeiras avaliaes, dividido por dois, for igual ou superior a 5 (cinco). 1 A forma e os instrumentos de avaliao sero definidos pelo Colegiado do Curso. 2 Os resultados das avaliaes devem ser divulgados e discutidos, em sala de aula, no prazo mximo de 08 (oito) dias teis, aps a realizao das mesmas, sendo processada a reviso de nota nos casos pertinentes. 3 Encerrado o prazo a que se refere o pargrafo anterior no acolhido qualquer pedido de reviso. ART. 89 Na definio da forma e instrumentos de avaliao, o Colegiado do Curso poder considerar, dentre outros, prova escrita, avaliaes de aprendizagem por intermdio de trabalhos escritos e orais, exerccios, seminrios ou outras atividades, inclusive tarefas especficas de leitura e pesquisa a serem efetuadas pelos alunos, individualmente ou em grupo. 1 obrigatrio para cada unidade uma avaliao escrita, podendo esta ser acompanhado de uma outra, (conforme art. 89) devendo ser atribuido a cada processo avaliativo notas de 0 a 10, sendo o resultado final obtido com o somatrio das notas dos processos avaliativos realizados dividido pela quantidade dos mesmo. ART. 90 Considera-se aprovado o aluno de Graduao que, em cada disciplina, obtenha: I. II. Freqncia igual ou superior prevista em lei, em aulas ou No mnimo, a nota final 7 (sete), calculada conforme o Art. 88; atividades programadas sob a superviso do professor; Pargrafo nico Nos casos de aprovao sem realizao da avaliao suplementar, a nota a ser lanada a mdia aritmtica ponderada obtida nas duas avaliaes realizadas. ART. 91 Cabe ao professor responsvel pelas disciplinas do Curso de Graduao apurar a freqncia e o aproveitamento do aluno.

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Pargrafo nico O aluno que no obtiver a freqncia mnima de 75% (setenta e cinco por cento) nas aulas reprovado, com a anotao RF, que significa reprovado por faltas, mesmo que apresente rendimento nos estudos, devendo, portanto, cursar novamente a disciplina. ART. 92 O aluno que no comparecer a qualquer das provas marcadas pelo professor ou pela coordenao, por motivo de comprovado impedimento, pode requerer a realizao da segunda chamada, desde que seu requerimento, feito no prazo mximo de 3 (tres) dias, seja deferido pelo Coordenador do Curso. Pargrafo nico Caso venha faltar segunda chamada, por qualquer motivo, atribuda nota 0 (zero). ART. 93 A nota mnima para aprovao nas disciplinas dos Cursos de Ps-Graduao estabelecida nos projetos especficos, obedecendo legislao especfica. ART. 94 A nota mnima para aprovao nos Cursos Seqenciais estabelecida nos projetos especficos, obedecendo legislao especfica. ART. 95 O regime de dependncia consiste na permisso de matrcula do aluno de Graduao no perodo seguinte, mesmo que no tenha logrado aprovao em todas as disciplinas do perodo anterior. Pargrafo nico S permitida a dependncia no mximo de duas disciplinas no perodo. ART. 96 O aluno em regime de dependncia deve matricular-se simultaneamente no perodo seguinte e nas disciplinas de que dependa, observando-se as exigncias estabelecidas pela Congregao. ART. 97 A promoo para o perodo subseqente est condicionada aprovao nas disciplinas sob o regime de dependncia. 2.3.6.Polticas de estgio, prtica profissional e atividades

complementares. As atividades de estgio so regulamentadas por norma institucional denominada, REGULAMENTO DO ESTGIO CURRCULAR

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SUPERVISIONADO, (ANEXO V), complementado por aspectos especficos de cada curso. O Estgio Supervisionado o componente curricular que visa a aplicao dos princpios e conceitos e a consolidao da relao teoria/prtica como forma de proporcionar ao aluno uma aprendizagem social, profissional e cultural, possibilitando-lhe atuar numa realidade concreta. A concluso do Estgio Supervisionado constitui condio para integralizao do currculo, no sendo possvel sua dispensa, salva guardandose o disposto na Lei de Diretrizes e Bases da Educao, Lei, 9394/96. As atividades do Estgio Supervisionado so exclusivamente prticas e podem ser desenvolvidas em organizaes pblicas, privadas e do terceiro setor, nas quais os alunos possam desenvolver atividades inerentes sua profisso em formao. O Estgio Supervisionado viabilizado mediante termo de compromisso e/ou convnio interinstitucional e acompanhado pelo professor orientador de estgio. Teremos ainda atividades de prtica profissional determinadas especificamente para cada curso, a partir dos seus projetos pedaggicos e compreendem, em linhas gerais: Atividades simuladas e supervisionadas de prtica profissional, feitas na prpria faculdade, onde so realizados levantamentos de dados, visitas tcnicas, caracterizao, estudo de casos, experincias, jogos de empresas, etc.sob a orientao dos professores com a superviso da coordenao do curso; Atuao na Empresas Jnior, conforme ANEXO III A Empresa Jnior configura-se em uma soluo bastante eficaz, atravs de prestao de servios de consultaria inicialmente nas reas de administrao e cincias contbeis, fornecendo viso prtica imprescindvel para a formao de um profissional habilitado e criativo com amplitude de eficcia inquestionvel para o Estgio Supervisionado. De posse de um entendimento concreto das disciplinas o aluno tornar-se- um aprendiz ativo, somando esforos para revitalizar a relao ensino-aprendizagem universitria

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e transpor barreiras retrgradas e tradicionais inovao dos mtodos empregados pelos docentes. O acadmico obter um conhecimento mais dinmico, desenvolvendo auto-direo, esprito empreendedor e uma viso tcnica que lhe possibilitar dialogar com empresrios em p de igualdade. Como atividades complementares faculdade apresenta participao dos alunos em eventos cientficos fora e dentro da instituio, posteriormente detalhado. Na grade curricular, sempre no ltimo semestre, consta uma disciplina denominada seminrios cuja caracterstica estimular aos alunos participarem de eventos relacionados a sua rea de formao acadmica durante um determinado nmero de horas no decorrer do curso. Objetiva criar entre os alunos uma cultura de educao continuada. O JORNADA CIENTIFICA da FACULDADE CATLICA NOSSA SENHORA DAS VITRIAS um evento que acontecer anualmente e possibilitar aos alunos a atualizao e participao em atividades de sua rea de atuao e correlatas, bem como a apresentao de trabalhos desenvolvidos na disciplina iniciao cientfica, dentre outros. Outros eventos que acontecem anualmente so os seminrios de cada curso, quando os alunos socializam os trabalhos desenvolvidos nas diversas disciplinas e programas e tm, mais uma vez, a oportunidade de participar de palestras, debates, etc, em sua rea de atuao e correlatas. 2.3.7.Polticas de extenso, pesquisa e iniciao cientfica. Extenso A Extenso na FACULDADE CATLICA NOSSA SENHORA DAS VITRIAS estruturada de forma a contemplar: A busca da sua incluso na operacionalizao do projeto pedaggica da faculdade; A integrao entre as diversas reas de conhecimento, na investigao da verdade, na busca de solues dos problemas

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coletivos, na construo da dignidade da vida e na difuso dos valores universais; A participao da populao na produo e socializao do conhecimento, com vistas ao dilogo entre a criao cultural e a pesquisa cientfica e tecnolgica na instituio e na comunidade; A interao entre a faculdade e a sociedade, emergindo do contexto histrico, social, cultural e tecnolgico da regio, do pas e do mundo, procurando resposta efetiva s demandas dos seus diversos segmentos, notadamente aqueles mais excludos, visando a transformao social; A caracterizao da interao como forma de ser e no somente de agir, propondo uma alternativa de ao transformadora, que se explicita na vitalidade de seu ser-fazer-conviver especfico e na partilha com o meio cultural no qual se encontra; A compreenso do desenvolvimento sustentado a partir de um processo socialmente tico e justo, ecologicamente responsvel, economicamente includente, politicamente consciente; A avaliao permanente das prticas de Extenso existentes, para que possam adequar-se s atuais necessidades, sempre privilegiando o reconhecimento de novas demandas. As aes de extenso na FACULDADE CATLICA NOSSA SENHORA DAS VITRIAS so regulamentadas pela Lei de Diretrizes e Bases da Educao (LDB) e pelo Regimento Interno da faculdade, conforme Captulo IV, do Ttulo IV. A instncia deliberativa superior da extenso o Conselho de Ensino, Pesquisa e Extenso (Captulo III, do Regimento Interno), a quem compete estabelecer polticas, diretrizes, estratgias especificas e planos de ao, alm de acompanhar e produzir sistemas de registro e avaliao da produo extensionista por meio do Ncleo de Extenso e Pesquisa-NEP. As aes de apoio, acompanhamento e fomento s atividades extensionistas cabem ao Coordenador do Programa de Extenso.

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Existem recursos alocados no planejamento financeiro para apoio s atividades de extenso. Pesquisa Pesquisa o conjunto de atividades que objetiva construir, revisar, preservar, ampliar e divulgar o conhecimento cientfico e tecnolgico. A dimenso cientifica do conhecimento diz respeito ao estudo da natureza e da realidade social e humana em busca de seus princpios explicativos: a dimenso tecnolgica refere-se ao desenvolvimento de instrumentos, nas diversas reas do saber, voltados ao atendimento de necessidades relevantes. Nesse sentido, compete Pesquisa desenvolver o conhecimento cientifico e tecnolgico e sua aplicao, visando qualidade do ensino. Deve, por isso, manter-se em sociedade, respondendo s exigncias da funo formadora pela qual o conhecimento responsvel. A construo do conhecimento, no que concerne ao papel formador das pessoas, implica habilitar o indivduo a dominar os conhecimentos j produzidos em sua rea de interesse e a tornar-se capaz de criticar, reformular, ampliar, inovar e aplicar os resultados proporcionados pela cincia e pela tecnologia. O estmulo s atividades de pesquisa na FACULDADE CATLICA NOSSA SENHORA DAS VITRIAS consistir, principalmente, em: Conceder auxlio para projetos especficos; Realizar convnios com instituies vinculadas pesquisa; Manter intercmbio com instituies cientficas, visando alimentar contatos entre pesquisadores e o desenvolvimento de projetos comuns; Ampliar e manter atualizada sua biblioteca; Divulgar os resultados das pesquisas realizadas, em peridicos institucionais e em outros, nacionais ou estrangeiros;

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Realizar simpsios destinados ao debate de temas cientficos, com destaque para o Congresso Anual de Iniciao Cientfica da faculdade; Adotar regime de trabalho especial para pesquisadores; Conceder bolsas de trabalho a pesquisadores; Implantar ncleos temticos de estudos. Caber aos colegiados de cursos analisar e deliberar, inicialmente, sobre os projetos de pesquisas, observadas as condies e exigncias existentes sobre a matria e o disposto no Regimento. Dar-se- prioridade pesquisa vinculada aos objetivos do ensino e inspirada em dados da realidade regional e nacional, sem detrimento da generalizao dos fatos descobertos e de suas interpretaes. Para o financiamento das pesquisas, a FACULDADE CATLICA NOSSA SENHORA DAS VITRIAS firmar convnios com organismos especializados ou agncias governamentais ou no-governamentais, alm do montante constante em seu planejamento financeiro anual (ANEXO VII) recursos esses oriundos de sua receita operacional. A fim de cumprir os objetivos da interdisciplinaridade, a instituio criar ncleos temticos. Os ncleos temticos visaro: Estimular o desenvolvimento da pesquisa cientfica, por meio do Proporcionar treinamento eficaz de tcnicas de alto padro face ao Criar condies favorveis ao trabalho cientfico; Criar adequadas condies de trabalho a pesquisadores de diferentes Integrar espao fsico e recursos humanos, racionalizando o trabalho e a

aperfeioamento de docentes e pesquisadores; desenvolvimento nacional;

reas, que integrem o ncleo; produo cientfica;

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A instncia deliberativa superior da pesquisa o Conselho de Ensino, Pesquisa e Extenso (Captulo III, do Regimento Interno), a quem compete estabelecer polticas, diretrizes, estratgias especificas e planos de ao, alm de acompanhar e produzir sistemas de registro e avaliao da produo de pesquisas por meio do Ncleo de Extenso e Pesquisa-NEP. As aes de apoio, acompanhamento e fomento s atividades de pesquisa cabem ao Coordenador do Programa de Pesquisa. Iniciao Cientfica. A iniciao cientfica na FACULDADE CATLICA NOSSA SENHORA DAS VITRIAS ter como finalidades precpuas: Institucionalizar a pesquisa cientfica na graduao: Possibilitar maior interao entre a graduao e a ps-graduao, elemento fundamental na continuidade e homogeneidade do processo de ensino; Qualificar melhor os alunos que no futuro ingressaro na psgraduao, bem como atrair alunos potenciais; Fortalecer reas emergentes da pesquisa e consolidar as j existentes; Dar visibilidade ao processo acadmico de forma a constituir-se em um forte instrumento de marketing e competitividade para o mercado interno e um ponto de destaque a ser considerado pelos avaliadores internos e externos; Fomentar a interao interdepartamental e interinstitucional no mbito do programa, promovendo, neste sentido, tambm a interdisciplinaridade no s intra como intercursos. Alm da relao intrnseca com o programa da pesquisa da faculdade, em cada projeto pedaggico, no oitavo semestre est prevista a disciplina Programa de Iniciao Cientfica. Aps o aluno ter contato com os aspectos conceituais do curso atravs da seqncia de disciplinas j freqentadas; perceber o seu futuro ambiente de atuao profissional em

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ambiente simulado no sexto semestre; sentir efetivamente esse ambiente no estgio supervisionado do stimo semestre, no Programa de Iniciao Cientfica o momento de ter contato com a produo cientfica. Nesse sentido, ao final da disciplina, cada aluno, individualmente ou em conjunto com um professor, apresentar um artigo para publicao no Congresso Anual de Iniciao Cientfica da FACULDADE CATLICA NOSSA SENHORA DAS VITRIAS. Os melhores artigos, de acordo com a comisso cientfica do evento, sero condensados em um livro a ser publicado e exclusivo para cada turma concluinte naquele ano. De acordo com o Planejamento Financeiro (ANEXO VII), consta recurso para apoio a atividade de iniciao cientfica. Inovaes Significativas Algumas das propostas que julgamos significativas do ponto de vista pedaggico no decorrer deste texto j foram individualmente apresentadas, entretanto, de forma conjunta - por essa razo que o faremos neste item - que efetivamente entendemos que corresponde ao conceito restrito de inovao. Nos cursos da FACULDADE CATLICA NOSSA SENHORA DAS VITRIAS prev-se a implementao das seguintes inovaes, visando flexibilidade de organizao dos componentes curriculares, a criao de oportunidades diferenciadas de integralizao do curso por parte dos alunos, e s atividades prticas e estgios: a) Laboratrio de prtica - No sexto semestre ser oferecida uma disciplina a ser ministrada em ambiente simulado, com ambientes fsicos projetados exclusivamente para esse fim, visando uma ao integradora dos vrios conhecimentos e da teoria com a prtica. H uma diversidade de atividades previstas para serem desenvolvidas nesse mdulo de laboratrio, de modo a propiciar uma viso mais prxima possvel da realidade no futuro ambiente de trabalho do graduando. Registre-se que essa disciplina somente

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oferecida quando a base conceitual do curso j foi integralizada na sua quase totalidade. b) Estgio supervisionado - O projeto pedaggico de cada curso prev as horas de estgio supervisionado no stimo semestre. A concepo do projeto considera que aps o aluno praticar em ambiente simulado de laboratrio, tenha um contacto com o ambiente real de trabalho. A inovao nesse sentido no exatamente a existncia do estgio supervisionado, mas a concepo deste integrado ao processo de ensino-aprendizagem, conforme ficar evidente nos tpicos seguintes. importante ainda destacar que o estgio sendo oferecido no stimo semestre, gera condies de oferecimento pela faculdade no semestre seguinte, de contedos de alguma maneira ainda no foram contemplados nas disciplinas cursadas pelos alunos. c) Disciplinas eletivas - No projeto pedaggicos de cada curso se prev que no oitavo semestre sero oferecidas duas disciplinas eletivas. O objetivo propiciar ao aluno a opo de escolher, orientado pelo coordenador do curso, disciplinas que complementaro ou supriro deficincias de contedos dos semestres anteriores e que foram percebidas pelo aluno ou professor, no perodo que foi ministrada a disciplina no Laboratrio de Prticas ou mesmo no decorrer do Estgio Supervisionado. Pelo seu carter implementador de desempenhos profissionais antes mesmo de se considerar concludo o curso, importante que, proporo que os resultados do estgio forem sendo verificados, interpretados e avaliados, o estagirio esteja consciente do seu atual perfil, naquela fase, para que ele prprio reconhea a necessidade da retificao da aprendizagem, nos contedos em que revelara equvocos ou insegurana de domnio, Nesse sentido, um elenco de disciplinas colocado disposio do aluno para correo ou complementao dessa carncia de conhecimentos. Est prevista, tambm, a possibilidade de o aluno solicitar um tipo de atividade no oferecida naquele momento pela faculdade. Nesse caso, o projeto prever o Estudo Independente. O Estudo Independente uma modalidade que o aluno sugere ao Coordenador do Curso e este concorda ou no - um tipo de contedo no disponvel nas atividades do seu curso na FACULDADE CATLICA NOSSA SENHORA DAS VITRIAS. A

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principal caracterstica do Estudo Independente incentivar o aluno a caminhar com as prprias pernas, em relao ao tipo de conhecimento que lhe ser til na vida profissional, ao que ser muito exigida do mesmo no estgio subseqente do seu atual aprendizado: a ps-graduao. Dentre as atividades compreendidas na disciplina Estudo Independente, destacam-se: estudos de casos desenvolvidos no prprio ambiente de atuao; estudos desenvolvidos em empresas juniores; viagens supervisionadas; estudos complementares; disciplinas realizados em outras instituies de ensino superior bem como a integrao com cursos seqenciais correlatos rea. d) Programa de iniciao cientfica.- Conforme j mencionado anteriormente, alm da relao intrnseca com o programa da pesquisa da faculdade, em cada projeto pedaggico, no oitavo semestre est prevista a disciplina Programa de Iniciao Cientfica. Aps o aluno ter contato com os aspectos conceituais do curso atravs da seqncia de disciplinas j freqentadas; perceber o seu futuro ambiente de atuao profissional em ambiente simulado no sexto semestre; sentir efetivamente esse ambiente no estgio supervisionado do stimo semestre, no Programa de Iniciao Cientfica o momento de ter contato com a produo cientfica. Nesse sentido, ao final da disciplina, cada aluno, individualmente ou em conjunto com um professor, apresentar um artigo para publicao no congresso anual de iniciao cientfica da FACULDADE CATLICA NOSSA SENHORA DAS VITRIAS. Os melhores artigos, de acordo com a comisso cientfica do evento, sero condensados em um livro a ser publicado e exclusivo para cada turma concluinte naquele ano. e) Atividades de extenso - as atividades de extenso, previstas no art. 44, inciso IV, da Lei (LDB) 9.394/96, cuja finalidade bsica, dentre outras, consiste em propiciar comunidade o estabelecimento de uma relao de reciprocidade com a instituio, parte integrante deste projeto pedaggico. Por essa razo, na FACULDADE CATLICA NOSSA SENHORA DAS VITRIAS a atividade de extenso se materializa atravs da vinculao do aluno a um Projeto de Extenso no decorrer do oitavo semestre. Assim, no ltimo semestre, cada aluno durante as horas previstas em cada projeto

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pedaggico, prestar algum tipo de servio a comunidade, podendo ser atravs de ONG (Organizaes-no-governamentais). Vale ainda dizer que a FACULDADE CATLICA NOSSA SENHORA DAS VITRIAS pretende se filiar a FUNADESP (Frum de Extenso das Instituies de Ensino Superior Brasileiras) visando interagir com as demais IES em relao prtica da extenso. f) seminrios O objetivo dos seminrios promover a interdisciplinaridade e combinar a teoria com a prtica. No decorrer de cada curso, o aluno tem que freqentar e comprovar uma quantidade determinada horas de seminrios sobre a sua rea de formao, seja na prpria instituio em palestras, encontros, etc, ou participando de congressos, mesas-redondas, etc. No inicio de cada perodo letivo, a coordenao do curso divulga os principais eventos a nvel institucional, municipal, estadual, nacional e internacional. Cada aluno no decorrer do curso dever apresentar os comprovantes de participao como requisito essencial para aprovao na disciplina 2.4. Oferta de Cursos e Programas 2.4.1. Cursos de Graduao (todos presenciais) 2.4.2. Cursos de Ps-Graduao: A Faculdade pretende ter atuao importante na ps-graduao lato sensu. O plano de oferecimento de cursos de especializao, para o perodo de vigncia deste PDI ser o seguinte:CURSOS DE ESPECIALIZAO PREVISTOS PARA O PERODO

CURSO/HABILITAOCurso de Ps-Graduao em Controladoria Curso de Ps-Graduao em Auditoria Empresarial Curso de Ps-Graduao em Auditoria Pblica Curso de Ps-Graduao em Gesto Financeira

2010

2011X X

2012

2013X X X

2014

X

x

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Curso de Ps-Graduao em Gesto de Negcios Curso de Ps-Graduao em Percia Contbil Cursos de Ps-Graduao em Marketing MBA - Executivo em Gesto do Varejo Curso de Ps-Graduao em Direito Empresarial Curso de Ps-Graduao em Contabilidade do Terceiro Setor Curso de Ps-Graduao em Direito do Consumidor Curso de Ps-Graduao em Gerenciamento de Redes Curso de Ps-Graduao em Gesto da Produo Curso de Ps-Graduao em Gesto da Manuteno Curso de Especializao em Ensino Religioso

X X X X X

X X X X X x X X X

X X X X

2.4.3. Programa de Pesquisa As linhas de pesquisa sero estabelecidas, observadas a relao entre estas e o Plano de Desenvolvimento Institucional PDI em relao aos cursos da FACULDADE CATLICA NOSSA SENHORA DAS VITRIAS. A faculdade ir priorizar a pesquisa aplicada, ou seja, pesquisas empricas nas reas de conhecimento dos cursos oferecidos, direcionadas para reas de negcio relacionadas com a da regio. Inicialmente sero as seguintes linhas de pesquisas: Catlogo das prticas de gerenciamento das organizaes pblicas e privadas de Ass e do Vale do Ass: O produto mais visvel dessa linha de pesquisa ser a confeco de um catlogo para ser utilizado nos projetos individuais de pesquisas dos cursos oferecidos pela faculdade Em vista dessa linha de pesquisa, os projetos previstos inicialmente so: Projeto de investigao sobre os fatores que afetam a adoo de prticas modernas de controladoria nas organizaes pblicas; Projeto de investigao sobre os fatores que afetam a adoo de prticas modernas de sistemas de informao nas organizaes pblicas; Projeto de Medio do desempenho nas organiz