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PESQUISA AGROPECUARIA DE - ainfo. · PDF fileParece que vai ser bem sucedido. porque ... O esforço pioneiro, do Rio Grande do Sul e de Sito Paulo, está fadado a criar condições

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  • RASlLEIRA D E PESQUISA AGROPECUARIA MINISTERIO D A AGRICULTURA

    li'

    A IMPORTNCIA DO MILHO NA AGRICULTURA BRASILEIRA

    formao e Documentao asilia-DF 1981

  • E M B R A P A E M P R E S A BRASILE IRA D E P E S Q U I S A AGROPECUARIA VINCUL A D A A O M I N I S T ~ H 1 0 i )A AGRICULTURA

    A IMPORTANCIA DO MILHO NA AGRICULTURA BRASILEIRA

    Departamento de I nforma~o e Documentao Braslia-DF

    1981

  • SUMARIO Pgina

    IntroduBo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5 A migraiio bruileira . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6 Ae prass no meio rural . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7 As implicabo na agricultura . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7 Ab~ritacimento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 8 A fronteira agrcola . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10 O desafio da pequiaa em milho . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 14 Resumo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 14 Bibliografia consultada . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 15

  • Nlo objetivo deste trabalho discutir os fluxos migratrios do Paie. mas como importante para o que r vai tratar depois. ecro f e h +mas consideraes.

    H I um iuntimento genmoudo no B r d de que i intmduio de tccwlogia mcctii- ca promove a expubb & dode-obra do meio rural. Portanto. rai. fiei1 intwom - psr as fluroa migratriot~ na medida em que fome freado o pro- de meeuiizah & apicultura rasiieira. h, na realidade. quem ee dedicou a eshidu .B causu, que atlo por eia dos fluxo migratrios. pode verificar que nonnilmente ia c o b be pmcemaram de uma fonna diferente. A me&Bo veio como conssbra do meio rurai para O meio urbano ?

    Primeiro. o mlrio mdio urbano muito maior.

    Segundo, a possibilidade de conseguir um emprego, onde ae tenha maior inde- pendncia em relao ao patro. Esta posibilidide muito maior no meio urbano do que no rural. No meio rural existe maior proximidade entre patro e empregado. o que m a frices nesse mercado de trabalho.

    Terceiro. todos os programas de sade. educao primria. de ginsio. colgio e univemidade esto, praticamente na cidade.

    Quarto, o programa habitacional tambm se locaiiza nas cidades.

    Outro aspecto importante, a partir de 1950 que a populao entrou a conside- rm a educao como um dos valores fundamentais da sociedade brasileira. A educa- b dos filho8 considerada como uma das oportunidades que maia se deve bu-. porm eam oportunidades m concentram no meio urbano.

    Apesar das dificuldades econmicas do momento. o Govemo tenta criar, de uma maneira juta e correta, um conjunto de me* visando ajudar aos menos favore- cidos du cidades. Na medi& em que ears prodneirs derem aito, serio um est- mdo adcionai para i n t e d c r o fluxo migratrio. Portanto. exiate. dentro da cida- .de, todo um &terna de atrao para a populab nuai, que muito forte e que ex-

  • bradeira. ta--iam probkmm k.ioa de h t ec imen to dar idadea. H que apro- h d a r a peequisi relcionidi com mccanimdo. coiaa que nlo ec faz muito no Pais. Nos outros pises. de um modo gemi. a poltica de rnecanizaqiio ficou por conta da iniciativa particuiar. A inicltiva p u t i c h brasileira. em grande parte. depende de matrizes que estio no exterior. .e q u i s nlo se interesauam por ter institutos de pesquisa no B r d , a fim de dcrcnvdvercm mquinas e equipamentoa adequados is condi* nacionais. E d o wigioo fma. no Rio Grande do Sul e no resto do Pas. que se empenham em miar mquiius e quipamentos adequados i realidade M e i r a . Mas Lto um esforo recente. Parece que vai ser bem sucedido. porque existem condika econmicas para que mto ocorra.

    O esforo pioneiro, do Rio Grande do Sul e de Sito Paulo, est fadado a criar condies para que w poeer ta peequisa na rea da mecanizao, dentro da inicia- tiva particuiar. A iniciativa governamental, n& e no Braail como em outros pases. mo ~t dedia muito a p e q i i u na h mecnica. Est* r e h d o um esforo con- mderivel, no sentido de .sa>cYr a EMBRAPA com a iniciativa particular. e cem o Ceotro Nacionai de Engenharia A g r i d C N E A . para criar condies de peaquisa em meuniub. Se no ec criarem mquina e equipamentos capazes de se ajusta- rem is condits brade* cap- de consumir menos combustvel do que con- mmem atualmente e upazta de realizar tarefas especificas com maior eficiEncia, ha- ver6 um impedimento saio na modcrniuio da agricultura nacional.

    E interessante verificar outras impliuiks. no que tange a migraiio para as c i b - der. Com- a mqir srios probkmas de abastecimento. tais como o transporte doe produtoa a grandes distncias. com compiicaes de armazenamento e perdas.

    Os desenvoivirnentoe tecnolgicoe que ocorrem da porteira do produtor a mem do consumidor tm um papel fundamental na modemizaflo da agricultura. Se esses deswivolvimentoe no r prootssucm w m a devida rapidez e se se tiver um setor de abastecimento com tecnologia retrgrada, pouco se poder fazer para modemi- ru a agricultura a nvel de agricuitor porque intensifcando-se o fluxo da mercado- tia i n t e d c a tamb6m .i perdas, e .a margens de c o m e r c k @ o crescem. Normai- mente, esu margens vm ucsccndo, e muita gente imagina que existe um verdadei- ro sistema de banditismo no mercado de ahstecimento das cidade6 e que grupos podetoror &o ae apropriando da randa'dos produtores e dos benefcios dm amw- midoee. .

    Na rulid.de no tanto 6, porque no se constroem grandes riquezas nem setor e esta margem tem que ser grande, porque uma parte se destina a cobrir as perdas no proaseo de comerciaiizaa0; ademais; geraimente. quando uma popula- o muda de rurai para wbana. h tambm mudana de gostos. Nas populaes ru-

  • regio amaznica. Cornumente se diz que a fronteira agriool existe no c e d o ; po- r 6 n . dentro do conceito ortodoxo de fronteira rgwla, como eendo aquele p&p de terra que ainda n i o foi expiorado pelo homem. na teaiidade s exiete na regio ani ar;-?ia. Eeta regiao tem unia grande parte de aus tem- com baixa fertilidade, embora ae outns eondies p2.a produfo s jam bom Oferece complicaee &riu do ponto de vista de infrac~trurura produtiva, problemas de mneamento em relaflo a d0en.s como malria e o u t x . ~ . Ao se incluir esta [email protected] na produ8o de alimen- toe. taae-o custos reiativam- ste altos com in&acetrutun, e custos de produb relativamente p n d e s em cornparaio com o CentroSyl, porque haver que trra- portar fertiiizantea. defensivos. enfini os inaumos que caracterizam a agricultura mo- &riu. Tambm haver que transpoiliu de i oa produtos para o CentroSd do Pe. Com cases dois movimentos se produziri um encarecimento eoltoe, f rundn com que a produtos cheguem ao CentrooSuul a preos muito maiaar do que ~1~ que se conseguiriam se realmente a fweem modernizar a apicultura.

    A fronteira agrcola da regio amunica vai ae desenuolver para o Ido de Ron- dni.. por estar mais ligada com o CentroSul, e em funb tambm dos grandes mercados consumidores que estlo eurgindo. como o cato dae cidades de Belia e de Manaus. Deve-se pensar que a regiao arnunica tem vantagens em reiao a pro- dutos como dend. bomacha. madeiras e tambm em reh4o i pecuria de corte. que nao vista com bons olhos por n8o eer uma atividude absorvedom de m b d e d r a a nvel de fazenda. Entretanto, eahidos recentes tem d e m e a d o que a pecuria de corte, no total. ou seja. do boi ao consumidor, u n i dae atMdadee que mais absor- ve dode-bra na economia.

    Portanto. nPo se pode basear a produo de pes, e em especll de milho, nessa honteira agrcola. H que considerar a regiao do cerrado, onde se pode intensificar muito a agricultura. no sentido de aumentar sua produtividade. H que considerar o resto do Pas. inclusive o Rio Grande do Sul, onde apenas esto comeando os pandes movimentos de incremento na produtividade.

    O milho. como foi antes mencionado, tem um papel importamte n e m ciclo de dimentaiio da populaiio que vive no meio urbano, e tambm no ciclo planta-a~- mai-homem. O seu papel incide na alimentago de sunos, avea, e outros animais que tm o d h o pomo componente aiimentar principal do lado energtieo.

    Porque o milho nPo soheu um proceuu, de modtrniza80 de incrementos da pro- dutividade, como ocorreu em oubw pases ? Conhece* suficientemente i hietria do milho. Sabe-se que foi a cultura onde se apbcnim aa leis da gentica pela primei- ra vez e que a partir de 19 15-17. se iniciou o processo de [email protected] do miiho W- do nos Estado8 Unidos da Amrica do Norte, depot dos equecdor e bbiea tnba- lhos de Mendel.

    Em 1920. vrios estados norteamericano8 j contavam com programm para pro-

  • du#o de hbrido*. Em 1930 a produ e a produtividade no outro. a nvel de estalo experimental. o rendimento d i ( 1 4 hi- &dos nos Estados Unidos e& crescendo em movimento retilineo. O crewimttirtu da produtividade do milho rr expandiu para a Eumpa. Canad e outrila paiw.

    A cultura do milho hbrido comqou no Brasil relativamente rrdo: no se tetv uma grande defasagem em relaio .

  • i~storia qur iiju criou i i i t rnticb. o u , pelo rontrLio, inibiu a entrada do milho qrirulhur coniercial.

    [)O lado tecnolgico. a cultura do milho no sc detunvolvti~ adequadamente. vi- -do eau apicultura roniercial. Em con&*e de estao experimental e em con- di-e especiiis, oa hibridoa na' .mais produzidos at a dcada de 70 d o capazes de produzir um. Aquele milho hiltrido de porte elevado, de inser0o inegular dia m- pigas, de uma capacidade de transformao de insumoe moderno0 em grios bem maia baixa que a do americano c de outroa paisui. Aquele milho h~r ido nPo diepu-

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