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  • Página 2 Informativo Paroquial

    ExpEdiEntE informativo paroquial

    (informativo mensal) Ano 3 – Nº 46 – Junho/2019 diretor – Pe. José Hergesse Editor e jornalista responsável – José Benedito de Almeida Gomes (MTB 18.119) diagramação e impressão - Kauan Vieira Aires ME tiragem – 4.500 exemplares Endereço – Pça C. Virgílio Lunardi, S/N – Vila dos Lavradores CEp: 18.609-099 Fone: (14) 3882-0297 E-mail: secretaria@scjbotucatu.com.br Site: www.scjbotucatu.com.br

    CADA UM NA SUA FUNÇÃO, RESPEITANDO O ESPAÇO DO

    OUTRO E TRABALHANDO PARA O BEM DE TODOS!

    EDITORIAL PASTORAL DA MISSA

    A SAntA MiSSA E OS SAntOS - Santo Agostinho (354-430):

    “Não somos nós que transforma- mos Jesus Cristo em nós, como fazemos com os outros alimentos que tomamos, mas é Jesus Cristo que nos transforma Nele.”

    - Santo Afonso Maria de Li- gório (1696-1787) : “Ficai cer- tos de que o tempo que passar- des diante do Divino Sacramento será o que vos dará mais força durante a vida”.

    A PARTICIPAÇÃO NA MISSA!

    São Justino, mártir do século II, na sua primeira Apologia, dirigida

    ao imperador Antonino e ao Sena- do romano, descreveu o costume dos primeiros Cristãos de reunir- -se na assembleia dominical, que congregava, no mesmo lugar, os cristãos das cidades e das al- deias. “Quando, durante a perse- guição de Diocleciano, viram as suas assembleias proibidas com a máxima severidade, foram mui- tos os corajosos que desafiaram o Édito imperial, preferindo a morte a faltar à Eucaristia dominical”.

    A PROCISSÃO DE CORPUS CHRISTI

    “A procissão do Corpo de Deus torna Cristo presente nas aldeias e cidades do mundo. Mas essa presença não deve ser coisa de um dia, ruído que se ouve e se es- quece. Essa passagem de Jesus lembra-nos que devemos desco- bri-Lo também nas nossas ocupa- ções habituais. A par da procissão

    solene desta Quinta-feira, deve avançar a procissão silenciosa e simples da vida comum de cada cristão, homem entre os homens, mas feliz de ter recebido a fé e a missão divina de se conduzir de tal modo que renove a mensagem do Senhor sobre a terra. São Jo- sémaria Escrivá – 28/04/1964

    FAMÍLIA NA MISSA A Missa é um encontro que

    Cristo nos oferece por amor, e ao qual nós respondemos por amor. O estado de espíri- to com que os pais vão à Mis- sa tem muita influência sobre os mais novos. Por isso é im- portante reservar tempo para lhes dizer e voltar a dizer por que é que se vai à Missa.

    CURIOSIDADES SOBRE A MISSA

    Galhetas - Dois recipien- tes para a colocação da água e do vinho, para a celebração

    da Missa.

  • Página 3Informativo Paroquial

    FAMÍLIA: HARMONIA CONJUGAL E EDUCAÇÃO DOS FILHOS

    O amor conjugal é a amizade maior

    Depois do amor que nos une a Deus, o amor conjugal é a «amizade maior». É uma união que tem todas as caracterís- ticas duma boa amizade: busca do bem do outro, reciprocidade, intimida- de, ternura, estabilidade e uma semelhança entre os

    PARA REFLETIR Um velho Pá-

    roco levou anos tentando conver- ter um morador da sua Paróquia, mas nada conseguira. Certo dia, depois de demorada so- lenidade, esperou que todos os fiéis fossem embora e, como o sacristão pedira para sair mais cedo, foi fe- char a porta do grande santuário.

    Voltando para a sacristia, quase se arrastando pelo peso da idade e cansado dos trabalhos do dia, ao che- gar em frente ao Sacrário, aprumou- -se, encheu-se de energia e principal- mente de fé e, devagar e com toda a piedade, fez a sua genuflexão.

    Mal se levantou, ouviu gri-

    tos vindo do fundo da igreja: “Eu creio, Padre, eu creio! Sei que Je- sus está ali! Estou convertido!”

    O Padre olhou para trás e viu o paroquiano infiel correndo para ele, falando em vós alta: “Eu quis provar a sua fé, Padre! O senhor estava sozinho, foi o bastante para me converter …”.

    amigos que se vai construindo com a vida partilhada.

    Sejamos sinceros na leitura dos sinais da realidade: quem está enamorado não projeta que essa relação possa ser apenas por um certo tempo; quem vive intensamente a alegria de se ca- sar não está a pensar em algo de passageiro; aqueles que acompa- nham a celebração duma união cheia de amor, embora frágil,

    esperam que possa perdurar no tempo; os filhos querem não só que os seus pais se amem, mas também que sejam fiéis e perma- neçam sempre juntos. Estes e ou- tros sinais mostram que, na pró- pria natureza do amor conjugal, existe a abertura ao definitivo. Papa Francisco – Exortação Apostólica Pós- Sinodal Amoris Laetitia, sobre o amor na Famí- lia, nº 123 – Roma – 19/03/2016

    TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO: PERIGO OU DESAFIO?

    Esta advertência não deve, de modo algum, ser interpretada como uma desaprovação de todos aqueles que querem responder generosamente e com autêntico espírito evangélico à « opção preferencial pelos pobres ». Nem pode, de maneira alguma, servir de pretexto para aqueles que se refugiam numa atitude de neu- tralidade e de indiferença diante dos trágicos e urgentes proble- mas da miséria e da injustiça.

    Pelo contrário, é ditada, sim, pela certeza de que os graves des- vios ideológicos que ela aponta le-

    vam inevitavelmente a trair a causa dos pobres. Mas, por outro lado, hoje mais do que nunca, a Igreja propõe-se condenar os abusos, as injustiças e os atentados à liberda- de, onde quer que eles aconteçam e quaisquer que sejam seus autores, e lutar, com os seus próprios meios, pela defesa e promoção dos direitos do homem, especialmente na pessoa dos pobres. Continua... (Sagrada Congregação para a Doutrina da Fé - Instrução Libertatis nuntio, sobre alguns aspectos da “ Teo- logia da Libertação” – Introdu- ção - 06/08/1984)

  • Página 4 Informativo Paroquial

    LITURGIA: FÉ E VIDA

    O culto Eucarístico O culto prestado à Eucaris-

    tia fora da Missa é de um valor inestimável na vida da Igreja,

    DOUTRINA SOCIAL DA IGREJA: VER, JULGAR E AGIR

    O respeito pela pessoa humana

    O respeito pela pessoa humana implica o dos direi- tos que dimanam da sua dignidade de criatura. Esses direitos são anteriores à socieda- de e impõem-se-lhe. Estão na base da legitimidade moral de qualquer autoridade: desprezando-os ou recusando reconhecê-los na sua legislação positiva, uma socieda- de atenta contra a sua própria legitimidade moral. Faltando esse respeito, uma sociedade não tem outra solução, senão o recurso à força e à violência, para obter a obediência dos seus súbitos.

    Nenhuma legislação será ca- paz, por si mesma, de fazer de- saparecer os temores, os precon- ceitos, as atitudes de orgulho e egoísmo que são obstáculo ao es- tabelecimento de sociedades verda- deiramente fraternas. Tais atitudes só desaparecem com a caridade, que vê em cada homem um «próxi- mo», um irmão. Catecismo da Igreja Católica, Terceira Parte – A vida em Cristo – A Justiça Social - nº 1930-31

    e está ligado intimamente com a celebração do sacrifício eu- carístico. A presença de Cristo nas hóstias consagradas que se conservam após a Missa – presença essa que perdura en- quanto subsistirem as espécies do pão do vinho – resulta da celebração da Eucaristia e des- tina-se à comunhão, sacramen- tal e espiritual.

    Compete aos Pastores, inclu- sive pelo testemunho pessoal, estimular o culto eucarístico, de modo particular as exposições do Santíssimo Sacramento e também as visitas de adoração a Cristo pre-

    sente sob as espécies eucarísticas. Desta prática, muitas vezes

    louvada e recomendada pelo Magistério, deram-nos o exem- plo numerosos Santos. De modo particular, distinguiu-se nisto Santo Afonso Maria de Ligório, que escrevia: « A devoção de adorar Jesus sacramentado é, depois dos Sacramentos, a pri- meira de todas as devoções, a mais agradável a Deus e a mais útil para nós”. Papa João Paulo II – Carta Encíclica Ecclesia De Eucharistia, sobre a Eucaristia na sua relação com a Igreja, nº 25 – 17/04/2003

    VIVER COM SABEDORIA A carroça de abóboras

    Era uma vez um cocheiro que dirigia uma carroça cheia de abóboras. A cada sola- vanco da carroça, ele olhava para trás e via que as abóboras esta- vam todas desarruma- das. Então ele parava, descia e colocava-as novamente no lugar. Mal reiniciava sua viagem, lá vinha outro solavanco e… tudo se desar- rumava de novo.

    Então ele começou a ficar de- sanimado e pensou: “Jamais vou conseguir terminar minha viagem! É impossível dirigir nesta estrada de terra, conservando as abóboras arrumadas!”.

    Quando estava assim pensan- do, passou à sua frente outra car- roça cheia de abóboras e ele ob-

    servou que o cocheiro seguia em frente e nem olhava para trás: as abóboras que estavam desarru- madas organizavam-se sozinhas no próximo solavanco

    Foi quando ele compreendeu que, se colocasse a carroça em movimento na direção do local onde queria chegar, os próprios solavancos da carroça fariam com que as abóboras se acomodassem em seus devidos lugares.

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    PARAPSICOLOGIA: UMA CIÊNCIA A SERVIÇO DA FÉ, DA LIBERTAÇÃO E DA VIDA

    Carl Gustav Jung (1875-1961) foi um psiquiatra e

    psicoterapeuta suíço que fundou a psicologia analíti