PGSSMATR 2011

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    17-Jul-2015

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<p>PGSSMATR PROGRAMA DE GESTODESEGURANA SADE E MEIO AMBIENTE DE TRABALHO RURAL</p> <p>VIGNCIA: JUNHO/2011 A MAIO/2012 Acesso: ( ) Livre (X)Restrito REVISO: 02</p> <p>CONSIDERAES PRELIMINARES</p> <p>O presente PROGRAMA DE GESTO tem por objetivo levantar as condies tcnicas dos ambientes de trabalho rural, implementar aes em sade e segurana do trabalho que visam a preveno de acidentes e doenas decorrentes do trabalho. Faz-se um diagnstico completo da atual situao, de maneira a gerar informaes suficiente para futuras tomadas de decises, que venham a culminar na mxima condio de higiene e conforto dos trabalhadores. A Gesto em Segurana, Sade e Meio Ambiente do Trabalho Rural, foi realizada de acordo com o estabelecido na Portaria MTb 3.214 de 08.06.1978. atendendo a NR 31 - Portaria 086 de 03 de maro de 2005, item 31.5. As principais medidas de controle de carter coletivo, administrativo e individual esto descritas sucintamente nas pginas seguintes que, uma vez implantadas, devero ser suficientes para eliminar, neutralizar ou reduzir a exposio aos riscos.</p> <p>Laginha Agro Industrial S/A Filial Vale do Paranaba Rod. MG 226 Km 63 s/n, CEP: 38360-000 Capinpolis MG E-mail :seguranca.vale@grupojl.com.br Web: www.grupojl.com.br Tel. (34) 3263-0410</p> <p>PGSSMATR PROGRAMA DE GESTODESEGURANA SADE E MEIO AMBIENTE DE TRABALHO RURAL</p> <p>VIGNCIA: JUNHO/2011 A MAIO/2012 Acesso: ( ) Livre (X)Restrito REVISO: 02</p> <p>I - CARACTERIZAO DA EMPRESAEmpresa: Laginha Agro Industrial S/A Usina Vale do Paranaiba CNPJ: 12.274.379/0009-64 Inscrio Estadual: 1263186920268 Endereo: Rodovia MG 226 - km 63, Zona Rural, Capinpolis - MG. CEP: 38 300-000 Telefone: (0xx34) 3263-0400 Gestor do PGRSSMATR: Sr Antnio Francisco dos Santos Responsvel pela implantao do PGRSSMATR: Eng Ludeir J. Oliveira Jnior Atividade Principal: 01.13-0 - Cultivo de cana-de-acar 19.31-4 - Fabricao de lcool Grau de Risco: 03 Grupo: C2 - Alimentos Nmero de empregados: 2288 Horrio de Trabalho: Safra 07:00h as 17:00h (administrativo) Turno A - 07h00minh as 15h00minh Turno B - 15h00minh as 23h00minh Turno C - 23h00minh as 07h00minh Entre safra 07h00min as 17h00min</p> <p>Atividades Secundrias: 10.72-4 - Fabricao de acar refinado</p> <p>Laginha Agro Industrial S/A Filial Vale do Paranaba Rod. MG 226 Km 63 s/n, CEP: 38360-000 Capinpolis MG E-mail :seguranca.vale@grupojl.com.br Web: www.grupojl.com.br Tel. (34) 3263-0410</p> <p>PGSSMATR PROGRAMA DE GESTODESEGURANA SADE E MEIO AMBIENTE DE TRABALHO RURAL</p> <p>VIGNCIA: JUNHO/2011 A MAIO/2012 Acesso: ( ) Livre (X)Restrito REVISO: 02</p> <p>II - GESTO DE SEGURANA, SADE E MEIO AMBIENTE DO TRABALHO RURAL GSSMATR 1 - IntroduoO PGSSMATR um programa institudo pela Portaria n 86, de 03.03.05 da Secretaria de Segurana e Sade no Trabalho (SSST/MTB) e publicada no Dirio Oficial da Unio (DOU) de 04/03/05. 1.1 - Objetivo do PGSSMATR Programar e implementar aes de segurana e sade que visem a preveno de acidentes e doenas decorrentes do trabalho na unidade de produo rural.</p> <p>2 - Politica de Segurana, Sade e Meio Ambiente1. A empresa LAGINHA AGRO INDUSTRIAL S/A - UNIDADE VALE DO PARANABA reconhece a SSO como parte integrante de seu desempenho de negcios, para tanto, aplica a prtica sistemtica da elevao do nvel de desempenho, atravs do atendimento dos requisitos legais (nacionais e internacionais) com contnuo aperfeioamento e economicidade; Proporcionar recursos adequados e apropriados ao implemento desta politica; Colocar a gerncia do SSO como responsabilidade primordial do seu staff; Assegurar a implementao do programa de SSO atravs da compreenso envolvimento e interesse em todos os nveis da organizao; Promover o conhecimento atravs de informaes e treinamentos para todos os envolvidos; Entender que a sua politica de SSO extensiva aos seus colaboradores terceiros e parceiros; Reconhecer que a continuidade da excelncia do desempenho de seus negcios s conseguido atravs da melhoria contnua de sua performance, o respeito a seus colaboradores, aos consumidores e ao meio ambiente.</p> <p>2. 3. 4. 5. 6. 7.</p> <p>3 - VisoEsta UNIDADE deseja atingir e manter a liderana no seu segmento de atuao de produo de lcool e acar e ser reconhecida como referncia em SSO no Grupo JL, buscando continuamente a melhoria de seus produtos, a valorizao de seus colaboradores e terceiros e o respeito ao consumidor e meio ambiente.</p> <p>4 - Campo de AplicaoA NR-31 estabelece a obrigatoriedade dos empregadores rurais ou equiparados de elaborarem a Gesto em Segurana, Sade e Meio Ambiente do Trabalho Rural para implantao, acompanhamento e avaliao das condies de trabalho afim de promover aes que visem a preveno de acidentes e doenas decorrentes do trabalho na unidade de produo rural, atendendo a seguinte ordem de prioridade:a)</p> <p>Eliminao de riscos atravs da substituio ou adequao dos processos produtivos, mquinas e equipamentos; de medidas de proteo coletiva para controle dos riscos na fonte; de medidas de proteo pessoal;</p> <p>b) Adoo c) Adoo</p> <p>5 - AbrangnciaAs aes do PGSSMATR devem ser aplicadas e desenvolvidas no mbito da empresa sob a responsabilidade do empregador, com o envolvimento e participao dos trabalhadores, e articulado com as demais Normas Regulamentadoras - NR's, em especial com a NR-09 - Programa de Controle das Condies de Ambiente do Trabalho e NR-07- Programa de Controle Mdico de Sade Ocupacional -PCMSO.</p> <p>Laginha Agro Industrial S/A Filial Vale do Paranaba Rod. MG 226 Km 63 s/n, CEP: 38360-000 Capinpolis MG E-mail :seguranca.vale@grupojl.com.br Web: www.grupojl.com.br Tel. (34) 3263-0410</p> <p>PGSSMATR PROGRAMA DE GESTODESEGURANA SADE E MEIO AMBIENTE DE TRABALHO RURAL</p> <p>VIGNCIA: JUNHO/2011 A MAIO/2012 Acesso: ( ) Livre (X)Restrito REVISO: 02</p> <p>6 - Elaborao PGSSMATRO documento-base do PGSSMATR foi elaborado pela equipe tcnica do SESMT, com a finalidade de melhoria da qualidade das condies de trabalho para preservao da integridade fsica e mental dos trabalhadores da empresa.</p> <p>7 - Metodologia de desenvolvimento - ImplementaoA Metodologia de Desenvolvimento do documento de Gesto leva em considerao os levantamentos realizados no PPRA e PCMSO da empresa. As aes de segurana e sade devem contemplar os seguintes aspectos: 1. 2. 3. Melhoria das condies e do meio ambiente de trabalho; Promoo da sade e da integridade tsica dos trabalhadores rurais; Campanhas educativas de preveno de acidentes e doenas decorrentes do trabalho,</p> <p>As aes de melhoria das condies e meio ambiente de trabalho devem abranger os aspectos relacionados a: 1. 2. 3. Riscos qumicos. fsicos, mecnicos e biolgicos; Investigao e anlise dos acidentes e das situaes de trabalho que os geraram; Organizao do trabalho;</p> <p>As aes de preservao da sade ocupacional dos trabalhadores, preveno e controle dos agravos de correntes do trabalho, devem ser planejadas e implementadas com base na identificao dos riscos e custeadas pelo empregador rural ou equiparado. 7.1 - Antecipao e reconhecimento de riscos Envolve anlise das instalaes, mtodos e processos de trabalho visando identificar os riscos potenciais e introduzir medidas de proteo para sua reduo ou eliminao. O reconhecimento dos riscos ambientais realizado atravs de sua identificao, determinao e localizao das fontes geradoras, identificao das funes dos trabalhadores expostos, tempo de exposio, caracterizao das atividades e do tipo de exposio e descrio dos controles j exis tentes. 7.2 Estabelecimento de prioridade e metas de avaliao e controle Levantamento ambiental foi feito atravs de anlises qualitativas e quantitativas, propostas de medidas de controle de riscos e cronograma de aes com as respectivas prioridades. 7.3 - Implantao de medidas de controle Devero ser adotadas as medidas necessrias e suficientes para a eliminao, minimizao ou o controle dos riscos ambientais, conforme cada agente. O estudo, desenvolvimento e implantao de medidas de proteo coletiva devero obedece a seguinte hierarquia: 1. 2. 3. Medidas que eliminem ou reduzam a utilizao ou a formao de agentes prejudiciais sade; Medidas que previnam a liberao ou disseminao desses agentes no ambiente de trabalho; Medidas que reduzam os nveis ou a concentrao desses agentes no ambiente de trabalho;</p> <p>A implantao de medidas de carter coletivo dever ser acompanhada de treinamento dos trabalhadores quanto aos procedimentos que assegurem a sua eficincia e de informao sobre as eventuais limitaes de proteo que oferecem. Quando comprovado pelo empregador ou instituio a inviabilidade tcnica da adoo de medidas de proteo coletiva, ou quando estas no forem suficientes ou encontrar-se em fase de estudo, planejamento ou implantao, ou ainda em carter emergencial, devero ser adotadas outras medidas, obedecendo-se a seguinte hierarquia:</p> <p>Laginha Agro Industrial S/A Filial Vale do Paranaba Rod. MG 226 Km 63 s/n, CEP: 38360-000 Capinpolis MG E-mail :seguranca.vale@grupojl.com.br Web: www.grupojl.com.br Tel. (34) 3263-0410</p> <p>PGSSMATR PROGRAMA DE GESTODESEGURANA SADE E MEIO AMBIENTE DE TRABALHO RURAL 1. 2. Medidas de carter administrativo ou de organizao de trabalho; Utilizao de equipamento de proteo individual EPI;</p> <p>VIGNCIA: JUNHO/2011 A MAIO/2012 Acesso: ( ) Livre (X)Restrito REVISO: 02</p> <p>7.4 Procedimento de monitoramento de longo prazo e de acompanhamento das medidas de controle Para o monitoramento da exposio dos trabalhadores e das medidas de controle definidas no programa de gesto dever ser realizada uma avaliao sistemtica e repetitiva da exposio aos riscos, visando introduo ou modificao das medidas de controle, sempre que necessrio. Devero ser objeto de controle sistemtico as situaes que apresentem exposio ocupacional acima dos nveis de ao definidas a saber: a) No PPRA: Para agentes qumicos, a metade dos limites de exposio ocupacional considerados de acordo com a alnea "c" do subitem 9.5.1; Para ruido, a dose de 0,5 (dose superior a 50%), conforme critrio estabelecido na NR-09 Anexo n1, item 6.</p> <p> No PCMSO: Sendo verificada, atravs da avaliao clinica do trabalhador e/ou dos exames constantes do Quadro I da presente NR, apenas exposio excessiva (EE ou SC+) ao risco, mesmo sem qualquer sintomatologia ou sinal clnico, dever o trabalhador ser afastado do local de trabalho, ou do risco, at que esteja normalizado o indicador biolgico de exposio e as medidas de controle nos ambi entes de trabalho tenham sido adotadas. Sendo constatada a ocorrncia ou agravamento de doenas profissionais, atravs de exames mdicos que incluam os definidos nesta NR; ou sendo verificadas alteraes que revelem qual quer tipo de disfuno de rgo ou sistema biolgico, atravs dos exames constantes dos Quadros I (apenas aqueles com interpretao SC) e II, e do item 7.4 2.3 da presente NR, mesmo sem sintomatologia.</p> <p>7.5 Periodicidade de avaliao e monitoramentos 7.5.1 - Avaliaes e monitoramentos de engenharia de segurana: O monitoramento em engenharia de segurana dever seguir as determinaes do PPRA. levando em considerao a exposio dos trabalhadores e das medidas de controle definidas, deve ser realizada urna avaliao sistemtica e repetitiva da exposio a um dado risco, visando introduo ou modificao das medidas de controle, sempre que necessrio. 7.5.2 Avaliaes Mdicas A avaliao mdica dever seguir as determinaes do PCMSO; quando realizada, pode incluir ensaios biolgicos conduzidos periodicamente para verificar se o trabalhador est sendo protegido adequadamente. As falhas ou deficincias detectadas durante a avaliao devem ser corrigidas. A situao encontrada durante a avaliao deve ser documentada, inclusive os planos para correo das falhas observadas, bem como os prazos para sua correo. 7.5.2.1 Limitaes fisiolgicas e psicolgicas dos trabalhadores Caber ao mdico coordenador da empresa determinar se uma pessoa tem ou no condies mdicas realizar determinadas atividades. O contedo e a frequncia desse exame mdico esto especificados no PCMSO Com a finalidade de auxiliar o mdico na sua avaliao, o administrador do programa informar sobre:a) b) c)</p> <p>Tipo de EPI's para uso rotineiro e de emergncias; Atividades tipicas no trabalho, condies ambientais, frequncia e durao da atividade que exige o uso de EPI's; Os riscos fisicos qumicos, biolgicos aos quais os trabalhadores esto expostos.</p> <p>7.6 Procedimento de registro e divulgao de dados Os registros de dados devero estar sempre disponveis aos trabalhadores interessados ou seus representantes e para as autoridades competentes.Laginha Agro Industrial S/A Filial Vale do Paranaba Rod. MG 226 Km 63 s/n, CEP: 38360-000 Capinpolis MG E-mail :seguranca.vale@grupojl.com.br Web: www.grupojl.com.br Tel. (34) 3263-0410</p> <p>PGSSMATR PROGRAMA DE GESTODESEGURANA SADE E MEIO AMBIENTE DE TRABALHO RURAL</p> <p>VIGNCIA: JUNHO/2011 A MAIO/2012 Acesso: ( ) Livre (X)Restrito REVISO: 02</p> <p>Sempre que houver treinamentos, laudos tcnicos, investigao de acidentes comunicao de acidentes - CAT, monitoramento de agentes de riscos, registros e resultados devero ser arquivados na empresa e os resultados de monitoramento divulgados atravs de "Boletins de Segurana" fixados em local de acesso de todos trabalhadores. A divulgao poder ser atravs de: 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. Treinamentos especficos; Reunies setoriais Reunies CIPA; Boletim/Jornais Internos; Quadros de avisos; Palestras avulsas; SIPAT; Programas de integrao de novos funcionrios; DDS - Dilogos Dirios de Segurana;</p> <p>10. TSS - Treinamento Semanal de Segurana; 11. Cartazes e avisos. 7.7 Planejamento de aes O planejamento das aes da Gesto do programa estabelece metas para as aes a serem desenvolvidas durante o perodo de vigncia que estaro descritas no plano de ao e no cronograma. Obrigatoriamente, aps o trmino da vigncia do cronograma de aes ser estabelecido outro, e se necessrio, novas aes sero propostas visando a continuidade do programa por tempo indeterminado. O cronograma para a implantao ou manuteno das medidas de controle foi elaborado de acordo com as informaes contidas neste documento e em consonncia com as possibilidades atuais da empresa. 7.8 Classificao dos riscos ambientais Para efeito da elaborao do programa, foi considerado os riscos conforme a NR-31 item 31.5.1.2 - a, existentes nos ambientes de trabalho que, em funo de sua natureza, concentrao ou intensidade e tempo de exposio, so capazes de causar danos sade do trabalhador. Cada um desses tipos de agentes responsvel por diferentes riscos ambientais que podem provocar danos sade ocupacional dos funcionrios da empresa-Agentes</p> <p>Fsicos: As diversas formas de energia a que possam estar expostos os trabalhadores, tais como: rudo, vibraes, presses anormais, temperaturas extremas radiaes ionizantes e no ionizantes, infra-som e ultra-som;-Agentes</p> <p>Qumicos: So as substncias, compostos ou produtos que possam penetrar no organismo humano pelas vias respiratrias em forma de poeiras, fumos, neblinas, nvoas gases, vapores, ou que, pela natureza da atividade de exposio, possam ter contato ou ser absorvida pelo organismo;Agentes</p> <p>Biolgicos: So micro-organismos tais como bacilos, bactrias, fungos parasitas, vrus e etc.</p> <p>- Agentes Ergonmicos: So esforo...</p>