Planilha Tributário

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    01-Oct-2015

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Plnadj gosp tributos taxas juris

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<p>Tributrio.docx</p> <p>TribunalInform / SmTemaJurisprudncia</p> <p>TRIBUTRIO</p> <p>Oral TRF3Tributo - Conceito 6) H contradio entre dizer-se que tributo no sano de ato ilcito e dizer-se que h obrigao tributria pelo descumprimento de obrigao acessria?Resposta:</p> <p>Oral TRF2Espcies Tributrias - Critrios para definio6) Qual o critrio jurdico distintivo das espcies tributrias? V alguma diferena de tratamento dado pelo cdigo tributrio e o texto constitucional em termos de classificao?10) Qual o critrio positivado para distinguir as espcies tributrias? Qual a crtica que se faz? 15) O que a CR apregoa como critrio para distinguir os tributos?16) O que os Tribunais Superiores falam sobre os critrios de distinguir tributos? Explicar a finalidade? Isso no mais prprio do Direito Financeiro? A CR faz algum critrio?Resposta:</p> <p>11) O critrio da no-cumulatividade se vale do que para distinguir os tributos?Resposta:</p> <p>12) O ISS entra nessa classificao? E o PIS?Resposta:</p> <p>25) A Base de Clculo importante para classificao dos tributos?Resposta:</p> <p>26) E o critrio da estruturao econmica?Resposta:</p> <p>Oral TRF3 / TRF5Espcies TributriasTRF35) As contribuies so espcies autnomas de tributos?Resposta:</p> <p>TRF51) As contribuies sociais tm carter tributrio?Resposta:</p> <p>TRF22) Quais as espcies de contribuies sociais?Resposta:</p> <p>Oral TRF2Espcies Tributrias13) COFINS envolve tributo indireto e impessoal?Resposta:</p> <p>14) A CIDE entra nessa categoria?Resposta:</p> <p>17) O PIS vinculado ou no vinculado? 18) Qual a consequncia dessa classificao? 19) E o critrio da base imponvel? 20) Por que esse critrio superior? Para quais doutrinadores?Resposta:</p> <p>Oral TRF2Tributos Reais x Pessoal27) O que tributo pessoal e real? Relacione com o princpio da capacidade contributiva.Resposta:</p> <p>28) E o Emprstimo Compulsrio real ou pessoal?Resposta:</p> <p>Oral TRF3Tributos Vinculados1) Quais tributos so vinculados?Resposta:</p> <p>2) Em que situaes pode haver desvinculao de tributos vinculados? E o caso das contribuies? Qual a consequncia da desvinculao? H algum vcio nessa desvinculao?Resposta:</p> <p>Oral TRF3Taxa - Discricionariedade na cobrana3) Pode-se optar discricionariamente pela cobrana de taxa ou preo pblico, ou at mesmo nada cobrar, por servio especfico e divisvel?Resposta:</p> <p>PRINCPIOS</p> <p>Oral TRF1Princpios x Pressupostos4) Existe diferena entre princpios tributrios e pressupostos?Resposta:Sim. Princpio, na clssica lio de Celso Antonio Bandeira de Mello, o mandamento nuclear do sistema. J pressupostos so as condies de fato que compem o fato gerador que devem ocorrer para a hiptese tributria se aperfeioar. Por exemplo, pressuposto do II a entrada do produto em territrio nacional. </p> <p>ORAL TRF12) O Direito Tributrio brasileiro o mais constitucionalizado do mundo, que consequncias podemos tirar disto?Resposta:Em rpidas linhas, destaco uma maior segurana jurdica e proteo ao contribuinte, onde boa parte das limitaes constitucionais est protegida contra mudanas que lhe diminuam o alcance ou a amplitude, por configurarem verdadeiras garantias individuais, no podendo ser suprimidas nem por emendas constitucionais, eis que se afiguram clusulas ptreas.</p> <p>STF - PlenoSV 29TaxaSmula Vinculante 29 CONSTITUCIONAL A ADOO, NO CLCULO DO VALOR DE TAXA, DE UM OU MAIS ELEMENTOS DA BASE DE CLCULO PRPRIA DE DETERMINADO IMPOSTO, DESDE QUE NO HAJA INTEGRAL IDENTIDADE ENTRE UMA BASE E OUTRA.</p> <p>Oral TRF2P Legalidade1) Princpio da Legalidade Relativa cabvel no direito tributrio?Resposta:Pela legalidade absoluta, a Constituio impe a edio de lei formal para a regulamentao de determinada matria. Lei, nesse sentido, significa norma editada pelo Poder Legislativo, conforme processo legislativo constitucionalmente previsto. Pela legalidade relativa, apesar de se exigir edio de lei em sentido formal, permite-se a esta estabelecer somente parmetros de atuao do Poder Executivo, podendo este complement-la por ato infralegal. admitida no direito tributrio. Exemplo: Alquotas do IPI, IOF, II e IE (art. 153, pargrafo primeiro, da Constituio).</p> <p>Oral TRF2P da Legalidade - Elementos da Hiptese de incidncia1) Quais elementos da regra matriz de incidncia devem estar presentes na lei?Resposta:O art. 97 do CTN prev os elementos da regra matriz de incidncia que devem estar previstos na lei: a definio do fato gerador da obrigao tributria principal, e do seu sujeito passivo; a fixao de alquota do tributo e da sua base de clculo; a cominao de penalidades para as aes ou omisses contrrias a seus dispositivos, ou para outras infraes nela definidas; as hipteses de excluso, suspenso e extino de crditos tributrios, ou de dispensa ou reduo de penalidades.</p> <p>Oral TRF2P. da Legalidade - Data de pagamento - Decreto2) A data do pagamento do tributo pode ser fixada por decreto?Resposta:Segundo o entendimento do STF, fixao da data de pagamento do tributo, por decreto, no ofende ao princpio da legalidade, por no ser matria afeta ao rol do art. 97 do CTN (RE 195218).</p> <p>Oral TRF5P da Legalidade - Tipicidade Cerrada1) Discorra sobre a legalidade no Direito Tributrio e aponte as suas excees. Trate tambm do princpio da tipicidade cerrada.Resposta:O princpio da legalidade, inicialmente, est previsto no art. 5, II, da Constituio, segundo o qual ningum ser obrigado a fazer ou deixar de fazer algo seno em virtude de lei. Especificamente em matria tributria, o art. 150, I prev que os entes federados no podem exigir ou instituir tributo sem lei que o estabelea. O art. 97 do CTN tambm elenca matrias que apenas podem ser disciplinadas por lei. A jurisprudncia considera que determinadas matrias no necessariamente devem ser disciplinadas por lei: as no constantes do citado art. 97, atualizao da base de clculo do tributo (art. 97, p. 2), prazo para pagamento. A CF possibilita que as alquotas do II, IE, IPI e IOF, bem como da CIDE-combustveis, possam ser alteradas pelo Poder Executivo. / Pelo princpio da tipicidade cerrada, a lei criadora de tributos dever ser minuciosa, prevendo todos os elementos do tributo, de molde a no permitir interpretaes extensivas e discricionariedades. Por esse motivo, a norma deve prever fato gerador, alquota, base de clculo, penalidades.</p> <p>Oral TRF1P da legalidade Relativa1) Princpio da Legalidade Relativa cabvel no direito tributrio?Resposta:Para a instituio, definio de fato gerador, obrigao tributria, excluso e extino, dentre outros institutos tributrios, incide a Legalidade Estrita. Porm, h excees a esta regra que se adapta Legalidade Relativa. Os casos mais relevantes so a atualizao monetria (expressamente ressalvada pelo pargrafo 2do art. 97)e fixao do prazo de recolhimento (jurisprudncia do Supremo RE 172.394?SP, RE 195.218MG).</p> <p>STFA CF e o STFPrincpio - Legalidade - Obrigao"Ante o disposto no artigo 113, 2, do Cdigo Tributrio Nacional, a exigir lei em sentido formal e material para ter-se o surgimento de obrigao tributria, ainda que acessria, mostra-se relevante pedido de tutela antecipada veiculado por Estado, visando a afastar sanes, considerado o que previsto em instruo da Receita Federal." (ACO 1.098-AgRTA, Rel. p/ o ac. Min. Marco Aurlio, julgamento em 8-10-2009, Plenrio, DJE de 14-5-2010.)</p> <p>Oral TRF1Princpio da Facultatividade1) Dentre os princpio regedores da competncia tributria um o da facultatividade, em que o ente competente pode criar ou no o tributo, este princpio ainda vlido?Resposta:O exerccio da competncia tributria, conquanto irrenuncivel e intransfervel, pode ser considerado facultativo. De fato, no plano da convenincia, cada ente tributante decide sobre o exerccio da competncia tributria. No obstante, o art. 11 da LRF dispe que, no plano de gesto fiscal da pessoa poltica, deve haver instituio de todos os tributos que compete entidade, sob pena de sanes (art. 11, pu). O dispositivo merece interpretao cautelosa, pois o legislador quis, salvo melhor juzo, estimular a instituio do tributo economicamente vivel, cuja competncia estaria inadequadamente estanque. Portanto, defensvel a facultatividade do exerccio da competncia tributria, uma vez que o art. 11 da LRF no traduz, incontestavelmente, mecanismo efetivo de obrigatoriedade.</p> <p>Oral TRF2P. da Irretroatividade10) Em matria de interpretao, um dos princpios constitucionais tributrios o da irretroatividade tributria.Resposta:</p> <p>11) Existem excees a esta regra da irretroatividade tributria?Resposta:</p> <p>Oral TRF2P da Irretroatividade10) O direito tributrio trabalha com a retroatividade? Tambm se aplica a retroatividade mxima, mdia e mnima?Resposta:Segundo Sabbag, a retroatividade a) mxima, quando a lei retroage para atingir a coisa julgada ou os fatos jurdicos consumados (transao,pagamento, prescrio); b) mdia, quando a lei atinge os direitos exigveis mas no realizados antes de sua vigncia, vale dizer, direitos j existentes mas ainda no integrados no patrimnio do titular. c) mnima, quando a lei nova atinge os efeitos dos fatos anteriores verificados aps a sua edio. Este autor entende que a Constituio, por consagrar o princpio da segurana jurdica, no permite qualquer destas formas de retroatividade, consagrando a irretroatividade, no obstante vozes em contrrio. Entende que o art. 105 do CTN consagra a irretroatividade, fixando como marco o fato gerador efetivamente ocorrido. Pode haver retroatividade, apenas, na hiptese de aplicao da norma gerar situao favorvel ao contribuinte ou quanto for interpretativa (art. 106).</p> <p>Oral TRF2P da Irretroatividade16) Existem excees a esta regra da irretroatividade tributria?Resposta:Conforme o art. 106 do CTN, a lei tributria aplica-se a ato ou fato pretrito, em qualquer caso, quando seja expressamente interpretativa, excluda a aplicao de penalidade infrao dos dispositivos interpretados; ou tratando-se de ato no definitivamente julgado, quando deixe de defini-lo como infrao; quando deixe de trat-lo como contrrio a qualquer exigncia de ao ou omisso, desde que no tenha sido fraudulento e no tenha implicado em falta de pagamento de tributo; quando lhe comine penalidade menos severa que a prevista na lei vigente ao tempo da sua prtica.</p> <p>STFSm 66Princpio da Anterioridade - Tributrio x FinanceiroSMULA 66 STF legtima a cobrana do tributo que houver sido aumentado aps o oramento, mas antes do incio do respectivo exerccio financeiro.</p> <p>STF - Pleno562Princpios - Anterioridade - Limitao da compensaoNo viola a anterioridade a limitao de compensao em 30% dos prejuzos de anos anteriores para apurao do lucro lquido do ano atual. Entenderam que se tratava de benefcio fiscal a viabilizar compensaes de prejuzos em anos anteriores. (Divergncia do Marco Aurlio no sentido de que a norma postergou no tempo a compensao, por isso, deveria observar a anterioridade - este voto dele est alinhado jurisprudncia anterior sobre limites compensao se a norma limitou algo que podia compensar em 100%, caso contrrio, ele no tem razo, pois, de fato, trata-se de benefcio criado)</p> <p>STF - PlenoRep Geral 37Princpios - Anterioridade Nonagesimal - Prorrogao da alquota majoradaNo viola o princpio da anterioridade nonagesimal a cobrana mantida sem soluo de continuidade antes de 90 dias da vigncia da nova lei que prorroga alquota majorada de tributo. No caso, a vigncia da lei que majorava a alquota terminaria em 31/12 e a nova lei, em vigor antes de 31/12, mas a menos de 90 dias de 01/01 do ano subsequente, manteve a exao majorada.</p> <p>STF Pleno614P. Anterioridade - poder constituinte derivadoO princpio da anterioridade nonagesimal, previsto no 6 do art. 195 da CF, aplica-se ao poder constituinte derivado. Esse poder no ilimitado, submetendo-se ao que fixado no art. 60 da CF. O princpio da anterioridade nonagesimal configura uma garantia individual e, como conseqncia, clusula ptrea, no passvel de supresso por emenda constitucional.</p> <p>STFSm 584P. Anterioridade - IRSMULA N 584Ao imposto de renda calculado sobre os rendimentos do ano-base, aplica-se a lei vigente no exerccio financeiro em que deve ser apresentada a declarao.</p> <p>STFSm 669P. Anterioridade - Alterao do prazo de recolhimento do tributoSmula 669 STFNorma legal que altera o prazo de recolhimento da obrigao tributria no se sujeita ao princpio da anterioridade.</p> <p>Oral TRF1P. Anterioridade - Alterao do prazo de recolhimento do tributo9) Norma legal que altera prazo de recolhimento de tributo se sujeita ao princpio da anterioridade?Resposta: A regra legislativa que se limita simplesmente a mudar o prazo de recolhimento da obrigao tributria, sem qualquer repercusso, no se submete ao princpio da anterioridade. Recurso extraordinrio conhecido e provido. Alterao do prazo no equivale majorao. Esse entendimento objeto de smula do STF: Smula 669. Norma legal que altera o prazo de recolhimento da obrigao tributria no se sujeita ao princpio da anterioridade.</p> <p>Oral TRF1P. Anterioridade x Anualidade2) Qual a diferenciao tpica entre anterioridade e anualidade?Resposta:Segundo o princpio da anterioridade, vedado aso entes tributantes cobrar tributos em relao aos fatos geradores ocorridos antes do incio da vigncia da lei que os houver institudo ou aumentado (Art. 150, III, a CF). Pelo princpio da anterioridade do exerccio financeiro, os entes no podero cobrar tributos no mesmo exerccio financeiro em que houverem sido criados ou aumentados (Art. 150, III, b). So princpios distintos em relao chamada anualidade, o qual preconiza que arrecadao de determinado tributo deve ser anualmente prevista na respectiva lei oramentria. Este princpio no vigora no Brasil.</p> <p>Oral TRF2P. AnterioridadeO somatrio da anterioridade com a anterioridade nonagesimal levou a uma classificao. Qual seria? (anterioridade mxima, mdia e mnima)Resposta:</p> <p>Oral TRF2P. Anterioridade13) H diferena entre o princpio da noventena e o princpio da anterioridade nonagesimal?Resposta:Para parcela majoritria da doutrina, os princpios so tidos como sinnimos, mas h autores que costumam diferenci-los. Assim, a anterioridade nonagesimal seria aplicvel s contribuies para financiamento da seguridade social (art. 195, p. 6 da CF - As contribuies sociais de que trata este artigo s podero ser exigidas aps decorridos noventa dias da data da publicao da lei que as houver institudo ou modificado). J a noventena seria aplicvel s demais espcies tributrias (art. 150, III, c antes de decorridos noventa dias da data em que haja sido publicada a lei que os instituiu ou aumentou). Contudo, embora a diferena seja terminolgica, entende-se que h equivalncia teleolgica.</p> <p>STF - Pleno520Princpios - LegalidadeNo se exige lei complementar para disciplinar os elementos prprios hiptese de incidncia (ex: situaes envolvendo concesso de isenes).</p> <p>Oral TRF1P Legalidade - MP majorando imposto5) Pode um tributo ser majorado por medida provisria?Resposta:</p> <p>ORAL TRF11) Qual seria a funo de uma Lei Complementar em se de Direito Tributrio? Qual o espao, dentro daquela linha doutrinria dentro daquela corrente tricotmica e dicotmica, pois a primeira tem uma diferena em relao segunda, qual diferena esta?Resposta:Em regra, a lei ordinria o instru...</p>