of 21/21
PAE PLANO DE ATENDIMENTO A EMERGÊNCIA. VIGÊNCIA: JANEIRO DE 2016 A JANIERO DE 2017 Empresa: PANIFICADORA CONDE LTDA – MATRIZ Responsável Técnico: Reginaldo Beserra Alves Engº Segurança no Trabalho CREA 5907-D/PB

PLANO DE ATENDIMENTO A EMERGÊNCIA. · Controle de Inspeção dos Extintores. Os extintores de CO2 deverão semestralmente ser pesados para a verificação da carga e deverá ser

  • View
    222

  • Download
    0

Embed Size (px)

Text of PLANO DE ATENDIMENTO A EMERGÊNCIA. · Controle de Inspeção dos Extintores. Os extintores de CO2...

PAE PLANO DE ATENDIMENTO A EMERGNCIA.

VIGNCIA: JANEIRO DE 2016 A JANIERO DE 2017

Empresa: PANIFICADORA CONDE LTDA MATRIZ Responsvel Tcnico: Reginaldo Beserra Alves Eng Segurana no Trabalho CREA 5907-D/PB

Plano de Atendimento a Emergncia

1/20

PANIFICADORA CONDE LTDA MATRIZ

SumrioCARACTERSTICAS DA EMPRESA .................................................................................................................. 21.0 OBJETIVO ..................................................................................................................................................... 22.0 APLICAO .................................................................................................................................................. 33.0 DEFINIES ................................................................................................................................................. 34.0 RESPONSABILIDADES E AUTORIDADES ................................................................................................. 3

4.1 Responsveis da Unidade .......................................................................................................................... 34.2 Gestores ..................................................................................................................................................... 34.3 Colaboradores ............................................................................................................................................ 34.4 Brigada de Emergncia ............................................................................................................................. 44.5 Socorristas (Equipe da Brigada) ................................................................................................................ 4

5.0 RECURSOS MATERIAIS .............................................................................................................................. 45.1 Sistemas Fixos de Combate a Incndio Bomba de Incndio, Hidrantes, Mangueiras ........................... 45.2 Sistemas Mveis Extintores de Incndio ................................................................................................. 4

6.0 DESCRIO DAS ATIVIDADES ................................................................................................................. 56.1 Identificao e Comunicao da Emergncia ............................................................................................ 56.2 Anlise Preliminar da Emergncia ............................................................................................................ 56.3 Anlise da Emergncia .............................................................................................................................. 5

7.0 PROCEDIMENTOS DE ATENDIMENTO A EMERGNCIAS EM CASOS DE INCNDIO / EXPLOSO EM EQUIPAMENTOS E PAINIS ELTRICOS ................................................................................................. 58.0 PROCEDIMENTOS DE ATENDIMENTO A EMERGNCIAS EM CASOS DE INCNDIO NA COZINHA INDUSTRIAL ........................................................................................................................................................ 69.0 PROCEDIMENTOS DE ATENDIMENTO A EMERGNCIAS EM CASOS DE VAZAMENTO DE GLP ..... 6

9.1 Para verificar se h vazamento: ................................................................................................................. 79.2 Vazamento de Gs SEM fogo .................................................................................................................... 79.3 Vazamento de Gs COM fogo ................................................................................................................... 7

10.0 PROCEDIMENTOS DE ATENDIMENTO A EMERGNCIAS EM CASOS DE DESMAIO OU VERTIGEM .............................................................................................................................................................................. 7

10.1 Identificao.............................................................................................................................................. 810.2 Tratamento ............................................................................................................................................... 8

11.0 PROCEDIMENTOS DE ATENDIMENTO A EMERGNCIAS EM CASOS DE ACIDENTES DE TRABALHO ......................................................................................................................................................... 812.0 PROCEDIMENTOS DE ATENDIMENTO A EMERGNCIAS PRIMEIROS SOCORROS ......................... 913.0 PROCEDIMENTOS DE ATENDIMENTO A EMERGNCIAS EM CASOS DE QUEIMADURAS ........... 1114.0 PROCEDIMENTOS DE ATENDIMENTO A EMERGNCIAS EM CASOS DE FRATURAS ................... 1216.0 PROCEDIMENTOS DE ATENDIMENTO A EMERGNCIAS EM CASOS DE ACIDENTES COM ANIMAIS PEONHENTOS ............................................................................................................................... 1317.0 PROCEDIMENTOS DE ATENDIMENTO A EMERGNCIAS EM CASOS DE FERIMENTOS OU LESES ............................................................................................................................................................. 1418.0 PROCEDIMENTOS DE ATENDIMENTO A EMERGNCIAS EM CASOS DE RESSUSCITAO CARDIOPULMONAR ........................................................................................................................................ 1419.0 PROCEDIMENTOS DE ATENDIMENTO A EMERGNCIAS EM CASOS DE TRANSPORTE DA VTIMA ............................................................................................................................................................................ 1520.0 PROCEDIMENTOS DE ATENDIMENTO A EMERGNCIAS EM CASOS DE QUEDA COM DIFERENA DE NVEL ..................................................................................................................................... 1521.0 RELAO DE HOSPITAIS ....................................................................................................................... 1622.0 ENCERRAMENTO DA EMERGNCIA ..................................................................................................... 1623.0 RECOMENDAES GERAIS AOS CLIENTES E PRESTADORES DE SERVIO ............................... 1624.0 DOCUMENTOS DE REFERNCIA ........................................................................................................... 1825. CONCLUSO .............................................................................................................................................. 19Responsabilidade Tcnica ................................................................................................................................. 20

Plano de Atendimento a Emergncia

2/20

PANIFICADORA CONDE LTDA MATRIZ

CARACTERSTICAS DA EMPRESA

1.0 OBJETIVO

Este procedimento tem como objetivo instruir os colaboradores quanto s aes

que devero ser tomadas em caso de emergncia, atravs de equipe treinada, visando

reaver o controle da situao o mais rpido possvel e minimizar a extenso da ocorrncia.

O presente plano visa descrever orientaes e procedimentos a serem seguidos

pelos funcionrios, prestadores de servio e visitantes da Empresa PANIFICADORA

CONDE LTDA quando da ocorrncia de Princpios de Incndio e Sinistros.

RAZO SOCIAL: PANIFICADORA CONDE LTDA (MATRIZ)

CNPJ: 04.486.759/0001-87

ENDEREO: RUA MARTIN AFONSO, 589 CJ DOM PEDRO / ALVORADA

ATIVIDADE DA EMPRESA:

FABRICAO DE PRODUTOS DE PADARIA E CONFEITARIA COM PREDOMINNCIA DE PRODUO PRPRIA.

GRAU DE RISCO: 03

HORRIO DE TRABALHO:

ADMINISTRATIVO - 08h00min s 16h30min/ 07h30min s 16h00min CONFEITARIA - 10h00min s 18h20min/ 08h20min s 17h00min/ 13h10min as 21h30min/ 07h20min as 16h00min/ 13h00min as 18h00min/ 07h45min as 13h00min/ 12h45min as 18h00min/ 08h00min as 12h00min/ 14h00min as 19h00min/ 16h00min as 20h00min PRODUO PADARIA - 06h10min as 14h45min/ 08h00min as 16h40min BALCO - 05h10min s 13h30min/ 13h10min as 21h30min EXPEDIO - 06h00min s 14h30min/ 07h20min as 16h00min/ 12h40min as 21h00min/ 06h10min as 14h45min/ 03h20min as 12h00min/ 12h00min as 20h20min/ 11h20min as 20h20min/ 08h20min as 17h00min ENCARREGADO BALCO - 09h00min s 19h30min GERNCIA Balco - 09h10min s 21h30min ENCOMENDA - 07h30min s 18h50min APRENDIZ - 08h00min as 12h00min/ 13h00min as 18h00min MOTORISTA - 09h30min as 18h00min

Plano de Atendimento a Emergncia

3/20

PANIFICADORA CONDE LTDA MATRIZ

2.0 APLICAO Aplicvel a todas as unidades PANIFICADORA CONDE LTDA de maneira que os

funcionrios, prestadores de servio e visitantes, tenham conhecimento sobre os

procedimentos a serem adotados para a Preveno de Incndios e Sinistros.

3.0 DEFINIES

EMERGNCIA Situao indesejvel decorrente de uma anomalia, com potencial de risco para afetar o meio ambiente e/ou a sade e segurana de colaboradores, terceiros

e/ou visitantes.

BRIGADA DE EMERGNCIA Equipe formada por pessoal capacitado, segundo treinamento especfico, para o atendimento e controle de situaes emergenciais, tais

como: combater incndio, derramamentos, vazamentos, exploso, primeiros socorros, etc.

SIMULADOS Exerccio prtico de instrues e treinamento para tomada de aes em casos de emergncias nas situaes consideradas de risco, visando preparar as

pessoas para atuarem de forma ambientalmente correta e com segurana.

INCIDENTES So acontecimentos no desejados, inesperados, que no resultem em danos materiais, ambientais, nem leses pessoais, apresentando, porm, potencial

para tais ocorrncias.

ACIDENTES So acontecimentos no desejados e inesperados, que resultem em uma leso (podendo ocorrer afastamento temporrio ou permanente), doenas, danos

materiais e/ou ambientais.

4.0 RESPONSABILIDADES E AUTORIDADES 4.1 Responsveis da Unidade

Diante de situaes de acidentes graves, dever viabilizar recursos necessrios

para atendimento e socorro. 4.2 Gestores

O Gestor de cada rea responde pela superviso, distribuio e estado de

prontido dos recursos disponveis ao controle de emergncia na sua rea. 4.3 Colaboradores

Todos os colaboradores devero receber instrues sobre os procedimentos de

emergncia e devero seguir as instrues da Brigada de Emergncia.

Plano de Atendimento a Emergncia

4/20

PANIFICADORA CONDE LTDA MATRIZ

4.4 Brigada de Emergncia Providenciar e manter isolamento da rea afetada e imediata retirada dos

empregados, se aplicvel. Providenciar para que as vias de acesso permaneam livres e

desobstrudas. Impedir a entrada de pessoas nas reas de emergncia, salvo quando se

tratar de pessoas envolvidas e/ou requisitadas para participarem das operaes. Auxiliar o

corpo de bombeiros (externo) nas atividades de combate a incndio, quando necessrio.

Manter a ordem interna no local de emergncia.

NOTA: A Brigada de Emergncia quando em atuao sobre algum chamado, ou mesmo em treinamento, ficar sob a responsabilidade do responsvel do setor Recursos

Humanos. A partir do momento em que forem chamados para atuar, os chefes dos setores

em que estes trabalham devem liberar os mesmos, que s retornam ao setor depois de

terminada a ao de Emergncia.

4.5 Socorristas (Equipe da Brigada) Atender os feridos leves, prestar os primeiros socorros aos feridos graves e

encaminhar estes ltimos unidade hospitalar mais prxima. Comunicar e/ou solicitar

apoio de rgos internos quando necessrio. Solicitar ambulncia (SAMU 192) para

remoo de vtimas, se necessrio. Manter os suprimentos de primeiros socorros

acessveis e disponveis para uso (vide PCMSO).

5.0 RECURSOS MATERIAIS 5.1 Sistemas Fixos de Combate a Incndio Bomba de Incndio, Hidrantes, Mangueiras

Os hidrantes sero inspecionados mensalmente sendo verificados os itens locados

na caixa conforme Controle de Inspeo de Hidrantes.

A Bomba de Incndio ser inspecionada mensalmente conforme Inspeo da

Bomba de Incndio e testada semanalmente. Sendo duas bombas.

5.2 Sistemas Mveis Extintores de Incndio Devero ser inspecionados mensalmente todos os extintores locados nas

dependncias da PANIFICADORA CONDE LTDA e dever ser registrado em uma ficha

Controle de Inspeo dos Extintores. Os extintores de CO2 devero semestralmente ser

pesados para a verificao da carga e dever ser registrado em uma ficha de Controle de

Inspeo dos Extintores, caso tenha perdido acima de 10% da carga os mesmos devero

ser encaminhados para recarga.

Os extintores de p qumico e CO2 devero ser recarregados anualmente, salvo se

ele for usado antes de um ano. A cada 5 (cinco) anos realizar o teste de hidrosttico.

Plano de Atendimento a Emergncia

5/20

PANIFICADORA CONDE LTDA MATRIZ

6.0 DESCRIO DAS ATIVIDADES

6.1 Identificao e Comunicao da Emergncia Qualquer pessoa pode identificar uma emergncia, logo, deve comunic-la

imediatamente ao Brigadista mais prximo. O receptor do chamado de emergncia deve

manter a calma e obter pelo menos as seguintes informaes:

Local da emergncia;

Cenrio e situao da emergncia;

Se h vtima e qual o estado dela;

Quantas pessoas aproximadamente esto no local;

Se h equipamento de emergncia prximo.

6.2 Anlise Preliminar da Emergncia O Receptor do chamado, o Brigadista, ir analisar previamente a situao de

emergncia e decidir:

Conseguir resolver a emergncia com os recursos disponveis no local ou;

Ir fazer a convocao dos outros Brigadistas.

6.3 Anlise da Emergncia Uma vez acionado o brigadista para uma emergncia, o Chefe ou Lder da Brigada

deve analisar e decidir:

A Brigada conseguir combater a emergncia somente com os recursos

internos ou;

Ir acionar socorro externo (Corpo de Bombeiros, SAMU, etc.).

7.0 PROCEDIMENTOS DE ATENDIMENTO A EMERGNCIAS EM CASOS DE INCNDIO / EXPLOSO EM EQUIPAMENTOS E PAINIS ELTRICOS

O colaborador que identificar a emergncia dever acionar a Brigada, que seguir

os seguintes procedimentos:

Combater o fogo utilizando extintores de p qumico seco e CO2 (dixido de carbono);

Utilizar os EPIs adequados;

Plano de Atendimento a Emergncia

6/20

PANIFICADORA CONDE LTDA MATRIZ

A Brigada dever desativar o sistema eltrico e isolar a rea, utilizando fitas zebradas;

Quando o extintor de combate a incndio for insuficiente para debelar o fogo, deve-se desligar a subestao, utilizar hidrantes com esguicho regulvel ajustando o jato

de gua fora da subestao at a obteno de formao de neblina, dirigir a neblina para a

base do fogo para sua extino;

Acionar o Corpo de Bombeiros (193), se necessrio.

8.0 PROCEDIMENTOS DE ATENDIMENTO A EMERGNCIAS EM CASOS DE

INCNDIO NA COZINHA INDUSTRIAL O colaborador, que identificar a emergncia, dever acionar a Brigada que seguir

os seguintes procedimentos:

Utilizar os EPIs adequados;

Combater o fogo utilizando extintores de p qumico seco e CO2 (dixido de

carbono);

O colaborador da Cozinha deve desativar o fornecimento de GLP, para os

foges e fornos, atravs da vlvula de passagem do gs;

Se o colaborador no conseguir extinguir o fogo, dever acionar a Brigada de

Emergncia;

A Brigada dever desativar o sistema eltrico e isolar a rea;

A Brigada dever utilizar extintores de p qumico ou dixido de carbono (CO2);

Quando o extintor de combate a incndio for insuficiente para debelar o fogo,

utilizar hidrante com o jato de gua direcionado para a base do fogo;

Acionar o Corpo de Bombeiros (193), se necessrio.

9.0 PROCEDIMENTOS DE ATENDIMENTO A EMERGNCIAS EM CASOS DE

VAZAMENTO DE GLP O colaborador, que identificar a emergncia, dever acionar a Brigada que

seguir os seguintes procedimentos:

Plano de Atendimento a Emergncia

7/20

PANIFICADORA CONDE LTDA MATRIZ

9.1 Para verificar se h vazamento: Passar uma esponja com gua e sabo sobre a conexo do cone-borboleta

com a vlvula. Se houver vazamento, aparecero bolhas de ar na espuma de sabo;

Fsforo ou qualquer tipo de chama no deve ser usado para fazer a verificao. Isso pode provocar graves acidentes. Ento, deve-se evitar ligar/desligar

interruptores.

9.2 Vazamento de Gs SEM fogo Fechar o registro de gs;

Afastar as pessoas do local;

No acionar interruptores de eletricidade;

No fumar nem acender fsforos ou isqueiros;

Se ocorrer em ambiente fechado, abrir portas e janelas;

Entrar em contato com a empresa distribuidora de gs e, em casos mais graves, com o Corpo de Bombeiros (193).

9.3 Vazamento de Gs COM fogo Se possvel, fechar o registro de gs;

Afastar as pessoas do local;

Desligar a chave geral da eletricidade;

Retirar do local os materiais combustveis que puder;

Combater o fogo utilizando extintores de p qumico seco e CO2 (dixido de carbono);

Acionar o Corpo de Bombeiros (193), se necessrio.

10.0 PROCEDIMENTOS DE ATENDIMENTO A EMERGNCIAS EM CASOS DE DESMAIO OU VERTIGEM

O desmaio consiste na perda transitria da conscincia e da fora muscular,

fazendo com que a vtima caia ao cho. Pode ser causado por vrios fatores, como o

trabalho em espao confinado. Pode ser precipitado por nervosismo, angstia e emoes

fortes, alm de ser intercorrncia de muitas outras doenas. Vertigem consiste nos sinais e

sintomas que antecedem o desmaio.

Plano de Atendimento a Emergncia

8/20

PANIFICADORA CONDE LTDA MATRIZ

10.1 Identificao Tontura.

Sensao de mal-estar

Pele fria, plida e mida.

Suor frio.

Perda da conscincia.

10.2 Tratamento Diante de uma vtima que sofreu desmaio, devemos proceder da seguinte maneira:

Arejar o ambiente.

Afrouxar as roupas da vtima.

Deixar a vtima deitada e, se possvel, com as pernas elevadas.

No permitir aglomerao no local para no expor a vtima.

11.0 PROCEDIMENTOS DE ATENDIMENTO A EMERGNCIAS EM CASOS DE

ACIDENTES DE TRABALHO Em caso de acidente de trabalho e atendendo sua gravidade, o funcionrio

dever ser transportado de imediato ao posto de socorros mais prximo; da ocorrncia de

acidente de trabalho mortal o local deve ser isolado e, para alm da chamada dos servios

de socorro e da comunicao ao IML Instituto Mdico Legal e Polcia Militar, realizar o

isolamento da rea.

Em caso de acidente de trabalho:

Mantenha a calma, no toque e nem deixe tocar na vtima, no lhe d nada a

beber;

Informe imediatamente ao chefe;

Suprima imediatamente a causa do acidente;

Chame os meios de socorro externos: Ambulncia, Bombeiros etc;

Mantenha a calma, no se esquea de indicar corretamente aos servios

externos os seguintes elementos:

o Nome da Empresa; o Endereo; o Nome da Vtima; o Natureza do Acidente;

Plano de Atendimento a Emergncia

9/20

PANIFICADORA CONDE LTDA MATRIZ

o Estado da Vtima;

12.0 PROCEDIMENTOS DE ATENDIMENTO A EMERGNCIAS PRIMEIROS SOCORROS

Primeiros Socorros o tratamento imediato e provisrio ministrado a uma vtima de

trauma ou doena, fora do ambiente hospitalar, com o objetivo de prioritariamente evitar o

agravamento das leses ou at mesmo a morte e estende-se at que a vtima esteja sob

cuidados mdicos.

da maior importncia que o socorrista conhea e saiba colocar em prtica o

suporte bsico da vida. Saber fazer o certo na hora certa pode significar a diferena entre a

vida e a morte para um acidentado. Alm disso, os conhecimentos na rea podem

minimizar os resultados decorrentes de uma leso, reduzir o sofrimento da vtima e coloc-

la nas melhores condies para receber o tratamento definitivo. O Socorrista responsvel

por prestar os primeiros socorros. O socorrista deve usar a luva de procedimentos (cirrgica) antes de tocar na vtima a ser socorrida.

Antes de qualquer outra atitude no atendimento s vtimas, deve-se obedecer a

uma sequncia de procedimentos que permitir determinar qual o principal problema

associado com a leso ou doena e quais sero as medidas a serem tomadas. A saber:

O local da ocorrncia. seguro? Ser necessrio movimentar a vtima? H mais de uma vtima? Pode-se dar conta de todas as vtimas?

A vtima. Est consciente? Tenta falar alguma coisa ou aponta para qualquer parte do corpo dela.

As testemunhas. Elas esto tentando dar alguma informao? O socorrista deve ouvir o que dizem a respeito dos momentos que antecederam o acidente.

Mecanismos da leso. H algum objeto cado prximo da vtima, como escada, caixas, andaime e etc.

Deformidades e leses. A vtima est cada em posio estranha? Ela est queimada? H sinais de esmagamento de algum membro?

Sinais. H sangue nas vestes ou ao redor da vtima? Ela vomitou? Ela est tendo convulses?

NOTA: Se houver mais de uma vtima, o socorrista dar prioridade ao pior caso e, a Brigada deve atender as outras vtimas enquanto isso.

Plano de Atendimento a Emergncia

10/20

PANIFICADORA CONDE LTDA MATRIZ

As informaes obtidas por esse processo, que no se estende por mais do que

alguns segundos, so extremamente valiosas na sequncia do exame:

ATIVIDADE (Se aplicvel) / COMO EXECUTAR / PORQUE EXECUTAR

Observe visualmente a vtima e a rea do acidente. Certifique-se da segurana para si e para a vtima. Observar as condies da cena e do ambiente. A posio da vtima e arredores

sero a chave para descobrir sobre mecanismos da leso.

Verifique o estado de conscincia da vtima. Identifique-se. Estimule a vtima colocando suas mos levemente nos ombros e pergunte "voc est bem?". Se a vtima estiver

consciente e responder ao seu chamado, obtenha informaes. O tipo de resposta para os

diversos estmulos importante para a elaborao da linha base de comparaes posteriores.

Deve-se ter cuidado para evitar manipular a vtima mais do que o necessrio.

Verifique as vias areas (nariz e boca) da vtima e estabilize sua coluna cervical. Abra as vias areas observando cuidados adequados na suspeita de trauma cervical. A abertura

das vias areas o primeiro passo essencial no tratamento da vtima. Todas as outras manobras

so inteis se voc no mantiver as vias areas permeveis e a coluna imobilizada

permanentemente.

Elevao do queixo e rotao da cabea (Para vtima sem suspeita de

leso na coluna)

Para vtimas com suspeita de leso na

coluna

Verifique a respirao da vtima.

Com as vias areas abertas, aproxime seu ouvido da boca e do nariz da vtima e

tente ouvir e sentir a respirao observe tambm se o peito da vtima esta se

movimentando. Se a vtima no respira, inicie imediatamente a respirao artificial.

A respirao poder estar ausente, rpida ou lenta, superficial ou profunda, ou

Verifique a circulao da vtima. Apalpe o pulso no lado do pescoo onde estiver posicionado. Se no houver pulso, inicie imediatamente a Ressuscitao Cardio

Pulmonar - RCP. O pulso poder estar ausente, forte ou fraco, rpido ou lento, ou ainda,

irregular. A ausncia de pulso requer manobras de reanimao imediatas

(Ressuscitao Cardio Pulmonar RCP), antes de qualquer outro tratamento.

Plano de Atendimento a Emergncia

11/20

PANIFICADORA CONDE LTDA MATRIZ

NOTA: A aplicabilidade dos procedimentos acima depender do tipo de acidente e do estado da vtima. O socorrista decidir quais os procedimentos necessrios. Na

ausncia dela, o Brigadista ser o responsvel.

13.0 PROCEDIMENTOS DE ATENDIMENTO A EMERGNCIAS EM CASOS DE

QUEIMADURAS Queimadura uma leso produzida no tecido de revestimento do organismo

por agentes trmicos, produtos qumicos, etc. Pode-se dividir a queimadura em graus, de

acordo com a profundidade:

Primeiro grau: atinge somente a epiderme. Caracteriza-se por dor local e

vermelhido da rea atingida.

Segundo grau: atinge a epiderme e a derme. Caracteriza-se por dor local,

vermelhido e formao de bolhas dgua

Terceiro grau: atinge o tecido de revestimento, alcanando o tecido muscular,

podendo chegar at o tecido sseo. Caracteriza-se pela pele escurecida ou esbranquiada

e as vtimas podem se queixar de muita dor. Tambm podem no referenciar dor alguma

na rea queimada, por ter havido a destruio dos terminais sensitivos. De todo modo, ao

redor de queimaduras de 3 grau, haver queimaduras de 2 e de 1 graus, que

frequentemente sero motivo de fortes dores.

Retirar parte da roupa que esteja em volta da rea queimada;

Retirar anis e pulseiras da vtima, para no estrangularem as extremidades

dos membros, quando incharem.

As queimaduras de 1 grau podem ser banhadas com gua fria para amenizar

a dor.

No perfurar as bolhas em queimaduras de 2 grau;

No aplicar medicamentos nas queimaduras;

Cobrir a rea queimada com um pano limpo;

Verifique hemorragias externas. Procure por sangramentos que comprometam a vida do acidentado. Se houver sangramento externo grave,

controle imediatamente com compresso direta sobre o ferimento. Use

sempre luvas. Hemorragias graves merecem ateno e controle imediato,

antes de qualquer outro tratamento posterior. A vida fica ameaada diante

da perda de grandes volumes de sangue.

Plano de Atendimento a Emergncia

12/20

PANIFICADORA CONDE LTDA MATRIZ

Se a vtima estiver consciente, dar-lhe gua;

NOTA: Em caso de queimaduras de 2 ou 3 grau, transportar a vtima com urgncia para um Hospital Especializado (Pronto Socorro 28 de Agosto).

14.0 PROCEDIMENTOS DE ATENDIMENTO A EMERGNCIAS EM CASOS DE FRATURAS

Fratura a ruptura total ou parcial de osso. Podem ser fechadas ou expostas.

Fratura fechada: na fratura fechada no h rompimento da pele, ficando o osso

no interior do corpo.

Fratura exposta: fratura na qual h rompimento da pele. Neste tipo de fratura

ocorre simultaneamente um quadro de hemorragia externa, existindo ainda o risco iminente

de infeco.

Dor local: uma fratura sempre ser acompanhada de uma dor intensa, profunda

e localizada, que aumenta com os movimentos ou presso.

Incapacidade funcional: a incapacidade de se efetuar os movimentos ou a

funo principal da parte afetada.

Deformao ou inchao: ocorre devido ao deslocamento das sees dos ossos

fraturados ou acmulo de sangue ou plasma no local. Um mtodo eficiente para se

comprovar a existncia da deformao o de se comparar o membro sadio com o

fraturado.

Mobilidade anormal: a movimentao de uma parte do corpo onde inexiste

uma articulao. Este mtodo, assim como o anterior, no deve ser forado. No caso de

dvida, sempre considerar a existncia da fratura.

No movimente a vtima at imobilizar o local atingido.

No d qualquer alimento ao ferido, nem mesmo gua;

Imobilizar a fratura mediante o emprego de talas;

Imobilizar tambm a articulao acima e abaixo da fratura para evitar qualquer

movimento da parte atingida. Verificar se a tala no ficou demasiadamente apertada;

Plano de Atendimento a Emergncia

13/20

PANIFICADORA CONDE LTDA MATRIZ

Em caso de fratura exposta, prevenir a contaminao mediante assepsia local,

mantendo o ferimento coberto com gaze esterilizada;

Tranquilizar o acidentado mantendo-o na posio mais cmoda possvel.

Prevenir o estado de choque;

Remover a vtima em maca rgida (prancha de madeira);

Transportar para o hospital.

15.0 PROCEDIMENTOS DE ATENDIMENTO A EMERGNCIAS EM CASOS DE CHOQUE ELTRICO

O choque eltrico, geralmente causado por altas descargas, sempre grave,

podendo causar distrbios na circulao sangunea e, em casos extremos, levar parada

cardiorrespiratria. Na pele, podem aparecer duas pequenas reas de queimaduras

(geralmente de 3 grau) - a de entrada e de sada da corrente eltrica.

Se houver parada cardiorrespiratria, aplique a Ressuscitao (RCP);

Cubra as queimaduras com uma gaze ou com um pano bem limpo;

Se a pessoa estiver consciente, deite-a de costas, com as pernas elevadas;

Se estiver inconsciente, deite-a de lado. Se necessrio, cubra a pessoa com

um cobertor e mantenha-a calma. Levar a vtima ao Pronto Socorro IMEDIATAMENTE.

16.0 PROCEDIMENTOS DE ATENDIMENTO A EMERGNCIAS EM CASOS DE ACIDENTES COM ANIMAIS PEONHENTOS

Os envenenamentos so produzidos por picadas ou mordidas de animais

venenosos. Se possvel, deve-se capturar ou identificar o animal que picou a vtima, mas

sem perder tempo com esse procedimento. Na dvida, tratar como se o animal fosse

venenoso.

Plano de Atendimento a Emergncia

14/20

PANIFICADORA CONDE LTDA MATRIZ

No se deve amarrar ou fazer torniquete. Impedir a circulao do sangue pode

produzir necrose ou gangrena; o sangue deve circular normalmente;

Lavar a ferida com gua e sabo;

Manter o acidentado deitado em repouso, evitando que ele ande, corra ou se

locomova por seus prprios meios. A locomoo facilita a absoro do veneno e os efeitos

se agravam;

Procurar manter a rea picada em nvel abaixo do corao da vtima;

Remover anis, relgios ou jias, prevenindo assim complicaes de correntes

de inchao que, frequentemente, ocorrem nestes casos;

Levar o acidentado imediatamente para o Hospital Tropical.

17.0 PROCEDIMENTOS DE ATENDIMENTO A EMERGNCIAS EM CASOS DE FERIMENTOS OU LESES

Cortes e perfuraes: fazer compresso se for de natureza pequena e mdia.

Em casos extremos, de ferimento grande e com sangramento de artria, fazer torniquete. Encaminhar para o hospital mais prximo em casos graves.

18.0 PROCEDIMENTOS DE ATENDIMENTO A EMERGNCIAS EM CASOS DE RESSUSCITAO CARDIOPULMONAR

Com a pessoa no cho ou na maca rgida, coloque uma mo sobre a outra e

localize a extremidade inferior do osso vertical que est no centro do peito (o chamado

osso externo). Deve-se fazer 100 massagens por minuto.

.

OBS: SEGUNDO PROTOCOLO ACLS, EMITIDO PELA AMERICAN HEART ASSOCIATION, PROIBIDA A PRTICA DE RESPIRAO BOCA A BOCA.

Plano de Atendimento a Emergncia

15/20

PANIFICADORA CONDE LTDA MATRIZ

19.0 PROCEDIMENTOS DE ATENDIMENTO A EMERGNCIAS EM CASOS DE TRANSPORTE DA VTIMA

Em caso de acidente com leso leve, a vtima dever se encaminhar para o setor

de Recursos Humanos, onde localiza-se a caixa de primeiros socorros que dever usar

para fazer o procedimento.

Em caso de acidente grave, o responsvel pelo setor Recursos Humano ir

encaminhar o acidentado ao pronto socorro mais prximo.

Se a vtima no puder ser removida do local devido a acidente com fratura grave,

dever ser acionada uma Ambulncia (SAMU 192) para remoo do acidentado at o

pronto socorro.

20.0 PROCEDIMENTOS DE ATENDIMENTO A EMERGNCIAS EM CASOS DE QUEDA COM DIFERENA DE NVEL

Tranquilize a vtima e pea que no se mova e mantenha-a acordada;

Procure manter a cabea da vtima numa posio neutra;

Chame uma ambulncia;

Se a remoo for demorar e o problema for ao pescoo, utilize o colar cervical.

Nunca deixe de segurar a cabea e o pescoo durante sua colocao;

Se a vtima estiver inconsciente, desobstrua as vias respiratrias, inclinando a

cabea para trs e erguendo o queixo suavemente;

Se a leso for coluna, procure colocar o paciente na posio de lado;

Essa manobra s deve ser feita com, pelo menos, um auxiliar, que ficar

encarregado de apoiar a cabea e o pescoo, o tempo todo.

Plano de Atendimento a Emergncia

16/20

PANIFICADORA CONDE LTDA MATRIZ

21.0 RELAO DE HOSPITAIS

Observar para onde as vtimas devem ser encaminhadas:

22.0 ENCERRAMENTO DA EMERGNCIA

O Chefe ou Lder da Brigada deve avaliar as condies de segurana para definir o

encerramento da emergncia e o retorno rotina de trabalho.

23.0 RECOMENDAES GERAIS AOS CLIENTES E PRESTADORES DE SERVIO

Clientes/Prestadores de Servio: Em caso de simulado ou situao real devero adotar as seguintes aes:

Pronto Socorro 28 de Agosto Acidente de Trabalho

Grandes Suturas

Fraturas e Leses Graves em Geral

Queimaduras de Segundo e Terceiro Grau

Acidentes com os Olhos em Geral

Pronto Socorro Joo Lcio Acidente de Trabalho

Grandes Suturas

Fraturas e Leses Graves em Geral

Traumatismo Craniano

AVC Acidente Vascular Cerebral

Leses na Cabea em Geral

HOSPITAL TROPICAL

Acidentes com Animais Peonhentos

Acidentes com RSS ou durante o Atendimento a Vtimas

Plano de Atendimento a Emergncia

17/20

PANIFICADORA CONDE LTDA MATRIZ

No entre em pnico;

Dirija-se ao Ponto de Reunio mais prximo;

Siga atentamente as instrues dadas pela Equipe de Abandono;

Colaboradores: Em caso de simulado ou situao real devero adotar os seguintes procedimentos:

Ao identificar uma situao de emergncia informe ao Brigadista mais prximo;

Manter a calma;

Dirija-se ao Ponto de Reunio mais prximo;

Todos os colaboradores, independente do cargo que ocupam na empresa,

devem seguir rigorosamente as instrues da equipe de emergncia;

Nunca voltar para pegar objetos;

Ao sair de um lugar, fechar as portas sem tranc-las;

No se afastar dos outros. Levar os visitantes que estiverem no seu local de

trabalho, ao ponto de Reunio mais prximo.

Sapatos de saltos devem ser tirados;

No acender ou apagar luzes, principalmente se sentir cheiro de gs;

Procure sempre deixar as passagens livres para a ao dos Brigadistas e dos

socorristas.

Em situaes extremas: Tanto o visitante quanto o colaborador, devem agir da seguinte maneira em situaes extremas:

Caso esteja pegando fogo na roupa ou na pele: nunca retirar as roupas;

procurar molh-las a fim de proteger a pele da temperatura elevada;

Se houver necessidade de atravessar uma barreira de fogo, molhar todo o

corpo, roupas, sapatos e cabelo. Proteger as vias areas com um leno molhado junto

boca e o nariz manter-se sempre o mais prximo do cho.

Plano de Atendimento a Emergncia

18/20

PANIFICADORA CONDE LTDA MATRIZ

24.0 DOCUMENTOS DE REFERNCIA

NBR 15219 Plano de Emergncia contra Incndio Requisitos

rgos de Apoio Telefone

CORPO DE BOMBEIROS 193

POLCIA MILITAR 190

SAMU 192

DEFESA CIVIL 199

IPAAM 2123-6700

IBAMA 3878-7100 (geral)

3878-7141 (gabinete)

SEMMAS 3236-8587

PRONTO SOCORRO 28 DE

AGOSTO 3236- 7322

Plano de Atendimento a Emergncia

19/20

PANIFICADORA CONDE LTDA MATRIZ

25. CONCLUSO

O Plano de Atendimento a Emergncia no ser eficaz se no houver o elemento humano preparado para oper-lo.

Esse elemento humano, para poder combater com eficcia um incndio em seu

princpio e proceder a um plano de abandono, dever estar perfeitamente treinado. um

erro pensar que, sem treinamento, algum, por mais hbil que seja, por mais coragem que

tenha, por maior valor que possua, seja capaz de atuar de maneira eficiente quando do

surgimento do Sinistro.

Com isso, nenhuma premissa de Princpios de Incndio e Sinistros deve ser

ignorada e os Procedimentos de Atendimento a Emergncia descumprida, ficando a

Empresa responsvel pelo cumprimento parcial ou total em suas dependncias.

Manaus, Janeiro de 2016.

Plano de Atendimento a Emergncia

20/20

PANIFICADORA CONDE LTDA MATRIZ

Responsabilidade

Tcnica

__________________________________________ Reginaldo Beserra Alves

Eng de Segurana do Trabalho CREA 5907 D / PB

CAPAPAE