52
INSTITUTO FEDERAL PARANÁ Campus Curitiba MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO PLANO DE CURSO 1. IDENTIFICAÇÃO DO PROJETO PROCESSO NÚMERO: NOME DO CURSO: CURSO TÉCNICO EM PRODUÇÃO DE ÁUDIO E VÍDEO EIXO TECNOLÓGICO: PRODUÇÃO CULTURAL E DESIGN COORDENAÇÃO Coordenador: LUIS BOURSCHEIDT Telefone: (41) 8433-4452 E-mail: [email protected] Vice-Coordenador: CYNTHIA SCHNEIDER Telefone: (41) 9964-0146 E-mail: [email protected] LOCAL DE REALIZAÇÃO/CAMPUS: CAMPUS CURITIBA Rua João Negrão, 1285 Rebouças CEP: 80230-150 Curitiba / PR TEL: (41) 3595-8805 HOME-PAGE: http://www.curitiba.ifpr.edu.br E-MAIL: [email protected] RESOLUÇÃO DE CRIAÇÃO: Resolução 17/09, de 22/10/2009, do Conselho Superior

PLANO DE CURSO PROCESSO NÚMERO · em aparelhos celulares. Até os festivais de cinema e vídeo já atentam para esta ... efetuar operações de correção, ajuste e manutenção,

  • Upload
    others

  • View
    0

  • Download
    0

Embed Size (px)

Citation preview

Page 1: PLANO DE CURSO PROCESSO NÚMERO · em aparelhos celulares. Até os festivais de cinema e vídeo já atentam para esta ... efetuar operações de correção, ajuste e manutenção,

INSTITUTO FEDERAL

PARANÁ Campus Curitiba

MINISTÉRIO DA

EDUCAÇÃO

PLANO DE CURSO

1. IDENTIFICAÇÃO DO PROJETO

PROCESSO NÚMERO:

NOME DO CURSO: CURSO TÉCNICO EM PRODUÇÃO DE ÁUDIO E VÍDEO

EIXO TECNOLÓGICO: PRODUÇÃO CULTURAL E DESIGN

COORDENAÇÃO

Coordenador: LUIS BOURSCHEIDT

Telefone: (41) 8433-4452 E-mail: [email protected]

Vice-Coordenador: CYNTHIA SCHNEIDER

Telefone: (41) 9964-0146 E-mail: [email protected]

LOCAL DE REALIZAÇÃO/CAMPUS: CAMPUS CURITIBA Rua João Negrão, 1285 Rebouças – CEP: 80230-150 Curitiba / PR

TEL: (41) 3595-8805 HOME-PAGE:

http://www.curitiba.ifpr.edu.br E-MAIL: [email protected]

RESOLUÇÃO DE CRIAÇÃO: Resolução 17/09, de 22/10/2009, do Conselho Superior

Page 2: PLANO DE CURSO PROCESSO NÚMERO · em aparelhos celulares. Até os festivais de cinema e vídeo já atentam para esta ... efetuar operações de correção, ajuste e manutenção,

2. CARACTERÍSTICAS DO CURSO

NÍVEL FIC TÉCNICO SUPERIOR

OFERTA PRESENCIAL A DISTÂNCIA

MODALIDADE INTEGRADO PROEJA TECNOLÓGICO

SUBSEQUENTE BACHARELADO LICENCIATURA

CONCOMITANTE

PARCERIA COM OUTRAS INSTITUIÇÕES:

SIM NÃO

ESPECIFICAR:

Nome:

Endereço:

Telefone: E-mail:

PERÍODO DO CURSO: INÍCIO: março TÉRMINO: julho do ano subsequente

CARGA HORÁRIA TOTAL DAS DISCIPLINAS: 826h

ESTÁGIO SUPERVISIONADO: 70h

CARGA HORÁRIA TOTAL DAS DISCIPLINAS (estágio obrigatório incluido): 896h

NÚMERO DE VAGAS:

MÍNIMO MÁXIMO

20 40

x

x

x

Page 3: PLANO DE CURSO PROCESSO NÚMERO · em aparelhos celulares. Até os festivais de cinema e vídeo já atentam para esta ... efetuar operações de correção, ajuste e manutenção,

3. ESTRUTURA E FUNCIONAMENTO

3.1 JUSTIFICATIVA

De acordo com o novo modelo de instituição de educação profissional e

tecnológica brasileiro, o Ministério da Educação pretende, por meio de um estreito

compromisso com o desenvolvimento integral do cidadão trabalhador, fomentar o ensino

técnico e tecnológico e direcionar os alunos ao mundo do trabalho, desenvolvendo e

gerando uma força de trabalho qualificada e eminentemente relacionada com as

verdadeiras necessidades do mercado. Nesse sentido, o Instituto Federal do Paraná –

IFPR, Campus Curitiba, acompanhando as novas tendências para o ensino técnico de

nível pós-ensino médio, apresenta o Curso Técnico Subsequente de Produção de

Áudio e Vídeo.

Com a modernização dos equipamentos e das novas tecnologias audiovisuais e

com o advento da internet como território livre para troca de arquivos, a realização de

propostas em áudio e vídeo tornou-se comum e perfeitamente normal a qualquer cidadão.

Há, portanto, uma verdadeira revolução na produção de material audiovisual

acontecendo, também devido à melhoria no acesso do usuário doméstico e amador às

ferramentas de qualidade para a produção de seus vídeos caseiros. Grandes flagrantes

cotidianos já vão ao ar nos telejornais e pela internet através de filmagem caseiras feitas

em aparelhos celulares. Até os festivais de cinema e vídeo já atentam para esta

diversidade na captação de imagens e sons, assim como as filmadoras, que estão cada

vez menores e mais sofisticadas.

Atualmente é notável também que novos jovens realizadores de material

audiovisual apareçam quase que diariamente na internet, com seus vídeos caseiros muito

bem produzidos com a utilização de modernos recursos de captação, edição e finalização

de material audiovisual. Os preços desses recursos tornam-se cada vez menores e a

aquisição por parte do usuário vai ficando cada vez mais acessível, tornando-se também

democrática a utilização de equipamentos de áudio e vídeo de qualidade.

O Curso Técnico Subsequente em Produção de Áudio e Vídeo vem ao

encontro dos objetivos da criação dos Institutos Federais, formando profissionais capazes

de atuar no mundo do trabalho que exigirá qualidade técnica necessária para suprir as

suas necessidades. A proposta de realização deste Curso no Instituto Federal do Paraná,

Campus Curitiba, visa a formação de profissionais empreendedores para um mercado

promissor, que se encontra em plena expansão.

O aluno aprenderá a produzir material audiovisual para atender a diversas

demandas, tais como entretenimento, educação, treinamentos de pessoas, produção

cultural e publicitária. O recurso audiovisual é inerente ao mercado atual, visivelmente

informatizado e dependente das novas tecnologias. Nesse sentido, o profissional produtor

de áudio e vídeo poderá dar suporte a diversas instâncias do mundo do trabalho que

necessitem de qualquer recurso audiovisual, pois traz consigo a capacidade de inovação

Page 4: PLANO DE CURSO PROCESSO NÚMERO · em aparelhos celulares. Até os festivais de cinema e vídeo já atentam para esta ... efetuar operações de correção, ajuste e manutenção,

em produtos de software, em serviços de marketing e recursos humanos, dentre outros,

por meio de variados recursos visuais e sonoros. O estímulo ao desenvolvimento da

criatividade e da técnica merece destaque na abordagem do curso, que tem como

propósito acelerar o ingresso do aluno no mundo do trabalho.

3.2 OBJETIVOS

O Curso Técnico Subsequente em Produção de Áudio e Vídeo pretende

introduzir o aluno ao mundo da produção audiovisual a partir do mínimo necessário para a

realização de um vídeo com qualidade, com ferramentas acessíveis e disponíveis no

mercado, e por meio das principais ferramentas para a realização destas tarefas. Da

mesma forma, o curso pretende fornecer noções básicas de captação de imagem através

de filmadora digital (organização do equipamento, luz, foco, zoom, estabilização,

enquadramento), digitalização para o computador (via placa de captura analógica e/ou

digital), e finalização de vídeo (edição com inserção de trilha, narração em off, texto e

titulagem, efeitos, autoração para DVD e finalização as diversas mídias e para a internet).

O aluno dominará o básico na operação das ferramentas e dos softwares,

transformando idéias em produtos audiovisuais. Esse técnico, que trabalha para garantir a

qualidade do som e da imagem transmitidos na mídia eletrônica e digital, poderá planejar,

organizar e produzir material de áudio e vídeo a ser veiculado por emissoras de rádio e de

televisão. Nesse sentido, o profissional também estará apto para fazer a edição de

imagens e a inserção de vinhetas eletrônicas, de trilhas sonoras e de textos, além de criar

e roteirizar peças vinculadas a estratégias de multimeios. Será capaz também de cuidar

da fotografia e dos trabalhos em computação gráfica para cinema, televisão, propaganda

e nas diversas mídias digitais.

Finalmente, o técnico em produção de áudio e vídeo poderá elaborar produtos de

comunicação visual que utilizam multimídia interativa e técnicas de artes gráficas, além de

promover a convergências das diversas mídias, como as rádios e TVs online. Ao final do

curso, o profissional estará habilitado a lidar com os recursos audiovisuais, nas suas

diversas instâncias. O técnico em produção de áudio e vídeo será capaz de empregar

conhecimentos de computação gráfica e de tratamento de som e imagem digitais.

3.2.1 Objetivo Geral

O Curso Técnico Subsequente em Produção de Áudio e Vídeo pretende formar

profissionais técnicos preparados para lidar com as principais ferramentas de produção de

audiovisual, bem como promover a compreensão dos processos de captação, edição

finalização de áudio e vídeo.

3.2.2 Objetivos específicos

Formar profissionais produtores de áudio e vídeo.

Desenvolver habilidades de gestão de projetos de áudio e vídeo.

Page 5: PLANO DE CURSO PROCESSO NÚMERO · em aparelhos celulares. Até os festivais de cinema e vídeo já atentam para esta ... efetuar operações de correção, ajuste e manutenção,

Atender a necessidade regional, priorizando a formação de profissionais na área

tecnológica e de desenvolvimento dos processos relacionados a produção de

audiovisual.

Estimular o consciente criativo, inovador e empreendedor dos alunos.

Apresentar as novas tecnologias e ferramentas de produção de áudio e vídeo.

Compreender na teoria e na prática o processo de captação e manipulação de

sinais de vídeo e áudio – analógico e digital.

Registrar imagem e som de acordo com os padrões de captação de audiovisual.

Captar e tratar imagem digital.

Compreender a edição e a finalização de imagem e som.

Compreender os processos de pré-produção, produção e pós-produção de imagem

e som.

Prestar assistência técnica nas áreas de comunicação audiovisual.

Desenvolver habilidades na realização de eventos com luz, imagem e som e na

produção de conteúdos audiovisuais para os vários suportes e multimeios.

3.3 REQUISITOS DE ACESSO

O ingresso de acesso ao curso dar-se-á por meio do processo seletivo para alunos

que tenham concluído o ensino médio. Este será divulgado por edital publicado no

endereço eletrônico do Instituto Federal do Paraná - IFPR, com indicações dos quesitos,

condições e sistemática do processo e número de vagas oferecidas. Poderão ingressar

no curso técnico subseqüente em produção de áudio e vídeo os alunos que atendam às

seguintes exigências:

1. Comprovação da conclusão do Ensino Médio.

2. Aprovação, no limite de vagas oferecidas, em processo de seleção realizado de

acordo com edital publicado com antecedência pelo Instituto Federal do Paraná -

IFPR.

3.4 PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO

O técnico em produção de áudio e vídeo é um profissional qualificado e apto a

desenvolver tarefas relacionadas à captação, edição e finalização de som e imagem, de

caráter artístico e multidisciplinar e que sabe manipular as diversas interfaces e mídias

audiovisuais para o exercício de profissões ligadas à produção de conteúdos audiovisuais

nas suas diversas possibilidades.

O técnico em produção de áudio e vídeo seleciona componentes, materiais e

equipamentos, com base nas suas características tecnológicas e de acordo com as

normas e os regulamentos existentes. São atribuições do técnico em produção de áudio e

vídeo: interpretar e utilizar manuais, esquemas e outra literatura técnica fornecida pelo

fabricante de equipamentos; efetuar operações de correção, ajuste e manutenção,

segundo as instruções do fabricante; analisar e interpretar anomalias de funcionamento e

Page 6: PLANO DE CURSO PROCESSO NÚMERO · em aparelhos celulares. Até os festivais de cinema e vídeo já atentam para esta ... efetuar operações de correção, ajuste e manutenção,

formular hipóteses de causas prováveis; aplicar e respeitar as normas e os regulamentos

relacionados com a atividade que desenvolve; aplicar e respeitar as normas de proteção

do ambiente e de prevenção, higiene e segurança no trabalho; interpretar e reparar

pequenas instalações de baixa tensão de alimentação, comando, sinalização e proteção;

orientar e colaborar com equipes de manutenção; diagnosticar anomalias de

funcionamento e proceder a operações de manutenção e reparação em equipamentos

eletrônicos de áudio, vídeo e TV, utilizando as ferramentas e os instrumentos de medida e

teste adequados; proceder à instalação, manutenção e reparação de sistemas de

recepção de TV e rádio por via terrestre, por satélite e por cabo; efetuar estimativas de

custos e orçamentos de instalações e reparações de equipamentos de áudio, vídeo e TV.

3.5 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR

O Curso Técnico Subsequente em Produção de Áudio e Vídeo, com carga

horária de 825 horas-aulas, distribui-se em três semestres letivos. A organização

curricular está amparada nas determinações legais presentes nas diretrizes curriculares

nacionais para a educação profissional de nível técnico, nos referenciais curriculares

nacionais da educação profissional e no decreto 5.154/2004.

O curso opera em regime seriado de disciplinas semestrais, distribuídas em três

períodos letivos noturnos. No primeiro semestre concentram-se as disciplinas

introdutórias às linguagens, tecnologias e lógicas produtivas e de mercado. Os dois

períodos seguintes são constituídos por oficinas práticas, temáticas e de planejamento de

audiovisuais de forma a integrar teoria e prática no aprendizado dos alunos. No decorrer

do curso, o aluno poderá realizar prática profissional na forma de estágio, possibilitando

ao mesmo a vivência e aplicação dos conhecimentos adquiridos no decorrer do curso

3.6 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DE APRENDIZAGEM

Os critérios de avaliação para cada uma das unidades didáticas serão

estabelecidos nos respectivos planejamentos, os quais serão elaborados e aprovados

pelo colegiado do Curso antes do início das atividades didáticas relativas à execução das

disciplinas e devem estar em consonância com a Portaria 120/99 do Instituto Federal do

Paraná. Estes critérios deverão estar fundamentados nos preceitos pedagógicos relativos

à esta nova filosofia de execução do processo de ensino-pedagógico, tendo como

principais características.

A avaliação levará em conta o desempenho do aluno e a assimilação das técnicas

apropriadas para cada situação. As avaliações serão periódicas e específicas de acordo

com os objetivos no Plano de Ensino do docente, sendo avaliados os aspectos cognitivos

de habilidades comportamentais expressos através de:

Compreensão - entendimentos/interpretação de idéias, informações, conceitos e

textos;

Page 7: PLANO DE CURSO PROCESSO NÚMERO · em aparelhos celulares. Até os festivais de cinema e vídeo já atentam para esta ... efetuar operações de correção, ajuste e manutenção,

Relacionamento - capacidade de perceber as ligações existentes entre idéias,

fatos, processos, estilos, causalidade/efeito;

Construção de conceitos - conceituação adequada verificada em trabalhos escritos

e apresentações orais feitas com originalidade e não como reprodução de

conceitos memorizados;

Redação - clareza, originalidade, vocabulário, argumentação, citação de

referências;

Comunicação interpessoal - clareza e empatia ao fazer apresentações para o

grupo em seminários;

Disciplina - pontualidade; preocupação em trazer para as aulas o material de apoio;

organização na apresentação dos trabalhos;

Cooperação - prestação de auxílio aos colegas e ao professor; socialização das

informações, experiências e conhecimentos que possam beneficiar o grupo;

Interesse - iniciativa em pesquisar, informar-se, ilustrar o que discute, pesquisar

além do solicitado pelo professor; participação em debate e em aulas dialógicas;

durante a execução de tarefas ou trabalhos de grupo, perguntando; respondendo;

esclarecendo dúvidas; complementando explicações , exemplificando, etc.;

Liderança - capacidade de motivar, estimular, organizar e orientar ações de grupo.

3.7 CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO E PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO

DE COMPETÊNCIAS ANTERIORMENTE DESENVOLVIDAS

No Curso Técnico de Nível Médio Subsequente em Produção de Áudio e Vídeo, o aproveitamento de estudos e a certificação de conhecimentos adquiridos através de experiências vivenciadas previamente ao início do curso ocorrerão conforme descrito a seguir, em consonância com o artigo 11 da resolução 04/99 do CNE.

- Aproveitamento de Estudos: compreende a possibilidade de aproveitamento de disciplinas estudadas em outro curso de educação profissional técnica de nível médio, mediante requerimento. Com vistas ao aproveitamento de estudos, através da análise do histórico escolar, a avaliação recairá sobre a correspondência entre os programas e a carga horária das disciplinas cursadas na outra instituição e os do câmpus Curitiba do IFPR e não sobre a denominação das disciplinas para as quais se pleiteia o aproveitamento. A carga horária cursada não deverá ser nunca inferior a 75% daquela indicada na matriz curricular do curso e os conteúdos devem ser equivalentes. Poderá ser solicitada ainda uma entrevista para eventuais esclarecimentos.

- Certificação de Conhecimentos: o estudante poderá solicitar certificação de conhecimentos adquiridos através de experiências previamente vivenciadas, inclusive fora do ambiente escolar com o fim de alcançar a dispensa de alguma(s) disciplina(s) integrantes da matriz curricular do curso. O respectivo processo de certificação consistirá em uma avaliação teórica ou teórico-prática, conforme as características da disciplina.

Page 8: PLANO DE CURSO PROCESSO NÚMERO · em aparelhos celulares. Até os festivais de cinema e vídeo já atentam para esta ... efetuar operações de correção, ajuste e manutenção,

3.8 INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS, RECURSOS TECNOLÓGICOS E

BIBLIOTECA

O Curso Técnico Subsequente em Produção de Áudio e Vídeo dispõe das

seguintes instalações e equipamentos:

Biblioteca com acervo específico e atualizado.1

Laboratório/estúdio contendo os equipamentos – softwares e hardwares –

necessários pra a captação, edição e finalização de áudio e vídeo.2

3.9 RECURSOS HUMANOS: DOCENTE E TÉCNICO

Docente graduado (bacharel ou tecnólogo) em cursos relacionados à produção de

áudio e vídeo – Curso superior em Rádio e TV, Produção Sonora e Cinema e também

Curso graduação em Comunicação Social.

1. Direção

Nome

Luiz Gonzaga Alves de Araújo

Regime de Trabalho

Dedicação Exclusiva

Formação superior

Ciências Contábeis – PUC-PR

Pós-graduação

Especialista em Didática do Ensino Superior- PUC-PR

Mestrado em Filosofia da Religião – Instituto Superior de Educação e Pesquisa do Rio de Janeiro - ISEPRJ

2. Direção de Ensino

Nome

Guiomar Martins

Regime de Trabalho

Dedicação Exclusiva

Formação superior

Enfermagem – PUC-PR

Pós-graduação

Mestrado em Educação – UFPR

Doutorado em Ciências Sociais – PUC-SP

3. Coordenação do Curso

Nome

Luís Bourscheidt

Regime de Trabalho

Dedicação Exclusiva

Formação superior

Licenciatura em Música – UFPR

Bacharelado em Produção Sonora – UFPR

1 - Vide relação dos livros necessários em anexo (p.18)

2 - Vide relação dos equipamentos necessários em anexo (p.18)

Page 9: PLANO DE CURSO PROCESSO NÚMERO · em aparelhos celulares. Até os festivais de cinema e vídeo já atentam para esta ... efetuar operações de correção, ajuste e manutenção,

Pós-graduação

Mestrado em Música – UFPR

4. Vice-Coordenação de Curso

Nome

Cynthia Letícia Schneider

Regime de Trabalho

Dedicação Exclusiva

Formação superior

Comunicação Social / Jornalismo e Publicidade e Propaganda – PUC-PR

Arquitetura e Urbanismo – PUC-PR

Pós-graduação

Mestrado em Ciências da Comunicação – PUC-PR

Especialização em Marketing – FGV

Especialização em História da Arte da Arquitetura – PUC-PR

5. Corpo Docente

Nome

Andressa Cordeiro

Regime de Trabalho

Professor Substituto – 40h

Formação superior

Bacharelado em Cinema e Vídeo – FAP/CINETV-PR

Graduação em Artes Plásticas – EMBAP-PR

Nome

Cynthia Letícia Schneider

Regime de Trabalho

Dedicação Exclusiva

Formação superior

Comunicação Social / Jornalismo e Publicidade e Propaganda – PUC-PR

Arquitetura e Urbanismo – PUC-PR

Pós-graduação

Mestrado em Ciências da Comunicação – PUC-PR

Especialização em Marketing – FGV

Especialização em História da Arte da Arquitetura – PUC-PR

Nome

Isis Moura Tavares

Regime de Trabalho

Dedicação Exclusiva

Formação superior

Licenciatura em Educação Artística – FAP-PR

Pós-graduação

Mestrado em Tecnologia – UT-FPR

Especialização em Educação, Tecnologia e Sociedade – UT-FPR

Nome

Juciane da Luz Alves Branco

Regime de Trabalho

Dedicação Exclusiva

Formação superior

Comunicação Social / Jornalismo – PUC-RS

Pós-graduação

Page 10: PLANO DE CURSO PROCESSO NÚMERO · em aparelhos celulares. Até os festivais de cinema e vídeo já atentam para esta ... efetuar operações de correção, ajuste e manutenção,

Especialização em Leituras de Múltiplas Linguagens – PUC-PR

Nome

Luís Bourscheidt

Regime de Trabalho

Dedicação Exclusiva

Formação superior

Licenciatura em Música – UFPR

Bacharelado em Produção Sonora – UFPR

Pós-graduação

Mestrado em Música – UFPR

Nome

Patrícia Meyer

Regime de Trabalho

Dedicação Exclusiva

Formação superior

Comunicação Social / Jornalismo – U.Positivo-PR

Pós-graduação

Mestrado em Educação – PUC-PR

Especialização em Planejamento e Gestão de Negócios – U. Positivo-PR

Especialização em Jornalismo Empresarial e Comunicação Corporativa – UNICURITIBA-PR

Nome

Berenice Marie Ballande Romanelli

Regime de Trabalho

Dedicação Exclusiva

Formação superior

Psicologia – PUCPR

Gravura - EMBAP (Escola de Música e Belas Artes do Paraná)

Pós-graduação

Pós-graduação em Neuropsicologia - Faculdade Dom Bosco

Mestrado em Educação - UFPR

Doutoranda em Educação - UFPR

Nome

Cássia Cristina Moretto da Silva

Regime de Trabalho

Dedicação Exclusiva

Formação superior

Direito - UFPR

Pós-graduação

Pós-graduanda em Gestão escolar: coordenação pedagógica - IBPEX

Nome

Janaina Seguin Franzolin

Regime de Trabalho

Dedicação Exclusiva

Formação superior

Administração - Faculdade Católica de Administração e Economia.

Pós-graduação

Especialização em Marketing . (Carga Horária: 440h). Faculdade Católica de Administração e

Page 11: PLANO DE CURSO PROCESSO NÚMERO · em aparelhos celulares. Até os festivais de cinema e vídeo já atentam para esta ... efetuar operações de correção, ajuste e manutenção,

Economia.

Mestre em Administração - UFPR

3.10 DESCRIÇÃO DE DIPLOMAS E CERTIFICADOS A SEREM EXPEDIDOS

Após a integralização de todas as disciplinas que compõem a matriz curricular do curso técnico de nível médio na forma subsequente, será conferido ao concluinte do curso o Diploma de Técnico em Produção de Áudio e Vídeo – Eixo Tecnológico de Produção Cultural e Design.

3.11 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR

MATRIZ CURRICULAR

PERÍODO LETIVO 1º SEMESTRE

COMPONENTES

CURRICULARES

CARGA HORÁRIA (horas-aulas) CARGA HORÁRIA

TOTAL TOTAL (horas-relógio)

01* 02*

Áudio digital 02 40 33

Laboratório de Áudio Digital 02 40 33

Oficina de iluminação e fotografia digital 02 40 33

História da arte 02 40 33

Audiovisuais não-ficcionais:

documentário, institucional e educativo 02 40

33

Laboratório de Introdução à edição digital

de imagens 02 40

33

Vídeo digital 04 80 67

Roteiro para televisão e cinema 02 40 33

TOTAL DO 1º SEMESTRE 18 360 298

* Uma hora-aula corresponde a 50 minutos; 01* carga horária semanal; 02* carga horária semestral

Page 12: PLANO DE CURSO PROCESSO NÚMERO · em aparelhos celulares. Até os festivais de cinema e vídeo já atentam para esta ... efetuar operações de correção, ajuste e manutenção,

PERÍODO LETIVO 2º SEMESTRE

COMPONENTES

CURRICULARES

CARGA HORÁRIA (horas-aulas) CARGA HORÁRIA

TOTAL TOTAL (horas-relógio)

01* 02*

Práticas de sonorização e desenho

de som

02

40

33

Produção Executiva 02 40 33

Oficina de composição e projeto

audiovisual

02 40 33

Metodologia Científica 02 40 33

Audiovisuais ficcionais 02 40 33

Teoria e técnica de edição e

imagens

02 40 33

Práticas de edição de imagens 02 40 33

TOTAL DAS DISCIPLINAS 14 280 231

ESTÁGIO SUPERVISIONADO

OBRIGATÓRIO

70h

TOTAL DO 2º SEMESTRE 301

* Uma hora-aula corresponde a 50 minutos; 01* carga horária semanal; 02* carga horária semestral

Page 13: PLANO DE CURSO PROCESSO NÚMERO · em aparelhos celulares. Até os festivais de cinema e vídeo já atentam para esta ... efetuar operações de correção, ajuste e manutenção,

PERÍODO LETIVO 3º SEMESTRE

COMPONENTES

CURRICULARES

CARGA HORÁRIA (horas-aulas) CARGA HORÁRIA

TOTAL TOTAL (horas-relógio)

01* 02*

Direção de fotografia para vídeo e

cinema digital

02 40 33

Pós-produção e tratamento de som

e imagem

02 40 33

Formação de Repertório em

Audiovisual

02 40 33

História do registro audiovisual 02 40 33

Trabalho de conclusão de curso e

criação de portfólio

02 40 33

Oficina de interpretação para

audiovisual

02 40 33

Marketing para Audiovisual 02 40 33

Ética e legislação 02 40 33

Novas tecnologias e multimídia 02 40 33

TOTAL DO 3º SEMESTRE 18 360 297

* Uma hora-aula corresponde a 50 minutos; 01* carga horária semanal; 02* carga horária semestral

CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO 826 h

CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO 896 h

Page 14: PLANO DE CURSO PROCESSO NÚMERO · em aparelhos celulares. Até os festivais de cinema e vídeo já atentam para esta ... efetuar operações de correção, ajuste e manutenção,

3.12 PROGRAMA DO CURSO 3.12.1 Componentes curriculares 3.12.1.1 1º Semestre

Componente Curricular:

Áudio digital

Período letivo:

1º Semestre Carga Horária: Horas-aulas: 40 Horas-relógio: 33

OBJETIVOS

A disciplina de Áudio Digital pretende que o aluno compreenda o funcionamento da captação de som direto, as características e as tecnologias para a captação de som e o trabalho de edição e finalização de som para audiovisual.

Bases Tecnológicas (Ementa)

a) Acústica básica, b) Atributos do som para a captação de som, c) Microfonação, d) Cabeamento, e) Amplificadores, equalizadores, consoles e periféricos f) Operação, monitoramento e captação de som para audiovisual, g) Edição e finalização de som para audiovisual e h) Sistemas digitais e analógicos.

Bibliografia Básica

Título Autor Edição Local Editora Ano LT

Som ao vivo: conceitos e aplicações básicas em sonorização

MACHADO, Renato Muchon. Rio de Janeiro H. Sheldon 2001

Modern recording techniques. HUBER, David & RUNSTEIN, Robert. USA Focal Press 1997

Sound and recording: An introduction. RUMSEY, Francis e McCORMICK, Tim USA Focal Press 2003

Page 15: PLANO DE CURSO PROCESSO NÚMERO · em aparelhos celulares. Até os festivais de cinema e vídeo já atentam para esta ... efetuar operações de correção, ajuste e manutenção,

Componente Curricular:

Laboratório de Áudio Digital

Período letivo:

1º Semestre Carga Horária: Horas-aulas: 40 Horas-relógio: 33

OBJETIVOS A disciplina de Laboratório de Áudio Digital pretende que o aluno compreenda o processo de manipulação digital de sons por meio da operação de software específico para o trabalho de edição e finalização de som para produtos audiovisuais.

Bases Tecnológicas (Ementa)

Captura de sons gravados para manipulação em computadores. Introdução às interfaces para edição de som, mixagem, efeitos sonoros. Procedimentos técnicos para processos básicos de tratamento digital de áudio para audiovisual. Utilização de recursos digitais para sonorização de filmes.

Bibliografia Básica

Título Autor Edição Local Editora Ano LT

Som-imagem no cinema MANZANO, Luiz Adelmo F. 1ª São Paulo Pespectiva 2003

Som no cinema brasileiro COSTA, Fernando Moraes da 1ª São Paulo 7 letras 2008

Dimensão sonora da linguagem audiovisual RODRIGUEZ, Angel 1ª São Paulo SENAC 2006

Page 16: PLANO DE CURSO PROCESSO NÚMERO · em aparelhos celulares. Até os festivais de cinema e vídeo já atentam para esta ... efetuar operações de correção, ajuste e manutenção,

Componente Curricular:

Oficina de iluminação e fotografia digital

Período letivo:

1º Semestre Carga Horária: Horas-aulas: 40 Horas-relógio: 33

OBJETIVOS

A Oficina de Iluminação e Fotografia Digital visa proporcionar ao aluno conhecimentos introdutórios sobre a luz na fotografia. Sua ênfase é nos aspectos técnicos da prática fotográfica para permitir ao aluno a aproximação com a manipulação de câmeras e os resultados plásticos possíveis decorrentes do controle da iluminação.

Bases Tecnológicas (Ementa)

A luz no audiovisual: conceitos, classificação e usos. Tipos de iluminação. Equipamentos de iluminação para estúdio. Iluminação para cenas internas, externas e noturnas. Fotografia digital: histórico, conceitos e tipologia. Estudos de caso e aplicações práticas de iluminação na captação de imagens em movimento.

Bibliografia Básica

Título Autor Edição Local Editora Ano LT

50 anos, luz, câmera, ação MOURA, Edgar 4ª São Paulo SENAC 2009

O ato fotográfico DUBOIS, Philippe 8ª Campinas Papirus 2004

A câmera ADAMS, A. 4ª São Paulo SENAC 2000

Page 17: PLANO DE CURSO PROCESSO NÚMERO · em aparelhos celulares. Até os festivais de cinema e vídeo já atentam para esta ... efetuar operações de correção, ajuste e manutenção,

Componente Curricular:

História da arte

Período letivo:

1º Semestre Carga Horária: Horas-aulas: 40 Horas-relógio: 33

OBJETIVOS

Compreender as manifestações da arte, a partir de uma visão panorâmica dos estilos artísticos em seu contexto histórico e social. Permitir ao aluno uma visão ampla da arte ocidental e da arte brasileira da pré-história aos debates contemporâneos sobre a arte contemporânea. Contextualizar as manifestações artísticas enfocando seus aspectos sociais e históricos.

Bases Tecnológicas (Ementa)

Introdução à História da Arte (abordagem e objetivos). Compreensão do fenômeno artístico no contexto cultural dos diferentes períodos históricos: da Pré-História à atualidade. Panorama histórico e cultural das manifestações artísticas: a Pré-história, a Antiguidade, a Idade Média, a Idade Moderna e Idade Contemporânea: as vanguardas artísticas e a arte contemporânea. A videoarte e o uso de recursos audiovisuais na arte contemporânea.

Bibliografia Básica

Título Autor Edição Local Editora Ano LT

A História da Arte GOMBRICH, E.H. Rio de Janeiro Guanabara 1993

História Geral da Arte. Vol I,II e III JANSON, H. W. São Paulo Martins Fontes 1993

Arte moderna ARGAN, Giulio Carlo. São Paulo Companhia das Letras

1992.

Page 18: PLANO DE CURSO PROCESSO NÚMERO · em aparelhos celulares. Até os festivais de cinema e vídeo já atentam para esta ... efetuar operações de correção, ajuste e manutenção,

Componente Curricular:

Audiovisuais não-ficcionais: documentário, institucional e educativo

Período letivo:

1º Semestre Carga Horária: Horas-aulas: 40 Horas-relógio: 33

OBJETIVOS

Debater diferentes formatos presentes no cenário do audiovisual, aprimorando o olhar dos alunos sobre as produções e simultaneamente, introduzir a execução de um projeto por toda a classe. Identificação de diferentes formatos em audiovisual e suas características específicas. Estimular que o aluno, quanto expectador e técnico, desenvolva um olhar menos ingênuo e compreenda as decisões conscientes que definem a produção. Introduzir o aluno em uma produção de audiovisual, desde o projeto, simulando a interação com clientes.

Bases Tecnológicas (Ementa)

Discussão sobre formatos e gêneros| Abordagem sobre diferentes atribuições em projeto de audiovisual | Discussão sobre planejamento e execução do projeto de audiovisual | Produção de vídeo institucional ( entre 5 e 10 minutos) e/ou reportagem para TV.

Bibliografia Básica

Título Autor Edição Local Editora Ano LT

Gêneros e formatos na televisão brasileira. SOUZA, José Carlos Aronchi de São Paulo Summus 2004

A televisão na era digital: Interatividade, Convergência e novos modelos de negócio

CANNITO, Newton São Paulo Summus 2010

Reportagem na TV: como fazer, como produzir, como editar

CARVALHO, Alexandre et.al São Paulo Contexto 2010

O documentário de Eduardo Coutinho: Televisão, Cinema e Vídeo

LINS, Consuelo Rio de Janeiro JZE 2004

Page 19: PLANO DE CURSO PROCESSO NÚMERO · em aparelhos celulares. Até os festivais de cinema e vídeo já atentam para esta ... efetuar operações de correção, ajuste e manutenção,

Componente Curricular:

Laboratório de Introdução à edição digital de imagens

Período letivo:

1º Semestre Carga Horária: Horas-aulas: 40 Horas-relógio: 33

OBJETIVOS

A disciplina de Laboratório de Introdução à Edição Digital de Imagens pretende que o aluno compreenda o processo de manipulação digital de imagens, por meio da operação de software específico, bem como o trabalho de edição e finalização de produtos audiovisual.

Bases Tecnológicas (Ementa)

Captura de imagens gravadas para manipulação em computadores. Introdução às interfaces para edição de imagens, cortes, armazenagem, renderização, efeitos visuais e sincronia de som e imagem. Procedimentos técnicos para processos básicos de tratamento digital de imagem para audiovisual. Utilização de recursos digitais para finalização de filmes.

Bibliografia Básica

Título Autor Edição Local Editora Ano LT

Técnicas de edição para cinema e vídeo DANCYGER, Ken

4ª São Paulo Campus 2007

The Focal Easy Guide to Final Cut Pro 7 YOUNG, Rick

1ª USA Focal Press 2009

Adobe Premiere Pro Cs4 Classroom in a book ADOBE CREATIVE

1ª USA Bookman 2010

Page 20: PLANO DE CURSO PROCESSO NÚMERO · em aparelhos celulares. Até os festivais de cinema e vídeo já atentam para esta ... efetuar operações de correção, ajuste e manutenção,

Componente Curricular:

Vídeo digital

Período letivo:

1º Semestre Carga Horária: Horas-aulas: 80 Horas-relógio: 67

OBJETIVOS A disciplina de Vídeo Digital deve contribuir para o conhecimento das tecnologias de captação de imagens em movimento, sua evolução, potencialidades e aplicabilidade. Deverá proporcionar ao aluno os conhecimentos da linguagem audiovisual, das etapas de uma produção em vídeo ou cinema digital e das tecnologias disponíveis para captação.

Bases Tecnológicas (Ementa)

Histórico da tecnologia do vídeo. Mensagem e linguagem audiovisual. Tecnologias do vídeo digital, cinema e televisão. As atividades na produção do vídeo digital: roteiro, decupagem, direção, atores, direção de arte, direção de fotografia, produção, trilha sonora, som direto, efeitos especiais e finalização e distribuição. Gêneros e formatos da produção audiovisual. Prática das etapas de realização: do argumento à veiculação. Estudos de caso e exercícios de criação de filmes de formatos.

Bibliografia Básica

Título Autor Edição Local Editora Ano LT

A linguagem secreta do cinema CARRIERE, Jean- Claude. São Paulo Nova Fronteira 2005

Direção de cinema RABIGER, Michael 1ª São Paulo Campus 2006

Understanging Digital Cinema SCHWARTZ, Charles 1ª USA Focal Press 2005

Criação de Curta-metragem em video digital MOLETA, Alex São Paulo Summus 2009

A linguagem cinematográfica MARTIN, Marcel São Paulo Editora Brasiliense

2003

Page 21: PLANO DE CURSO PROCESSO NÚMERO · em aparelhos celulares. Até os festivais de cinema e vídeo já atentam para esta ... efetuar operações de correção, ajuste e manutenção,

Componente Curricular:

Roteiro para televisão e cinema

Período letivo:

1º Semestre Carga Horária: Horas-aulas: 40 Horas-relógio: 33

OBJETIVOS Fornecer ao alunos os conceitos técnicos e teóricos da criação de roteiros para televisão e cinema. Contribuir para o estabelecimento de procedimentos para elaboração de roteiros criativos. Estimular a buscar por argumentos para roteiros e exercitar a capacidade crítica na leitura e interpretação de roteiros audiovisuais.

Bases Tecnológicas (Ementa)

Conceituações técnicas do roteiro audiovisual. Mensagem e linguagem audiovisual no roteiro. Roteiro para cinema e televisão. Tempo e espaço no roteiro. A estruturação por atos, sequências e cenas. A composição de personagens. Roteiro original e adaptado. Gêneros e formatos da produção audiovisual. Prática das etapas de realização: do argumento ao tratamento final. Estudos de caso e exercícios de criação de roteiros.

Bibliografia Básica

Título Autor Edição Local Editora Ano LT

Da criação ao roteiro. Teoria e Prática COMPARATO, Doc 4ª São Paulo Summus 2009

Roteiro de cinema e televisão. A arte e técnica de imaginar, perceber e narrar uma estória

CAMPOS, Flávio de 2ª Rio de janeiro Jorge Zahar 2009

O herói de mil faces CAMPBELL, Joseph São Paulo Pensamento 1995

Teoria e Prática do Roteiro HOWARD, David; MABLEY, Edward

1ª Rio de Janeiro Globo 1996

Page 22: PLANO DE CURSO PROCESSO NÚMERO · em aparelhos celulares. Até os festivais de cinema e vídeo já atentam para esta ... efetuar operações de correção, ajuste e manutenção,

Componente Curricular:

Práticas de sonorização e desenho de som

Período letivo:

2º Semestre Carga Horária: Horas-aulas: 40 Horas-relógio: 33

OBJETIVOS Criar ao aluno a oportunidade da prática da produção e edição de som a partir de tecnologias digitais.

Bases Tecnológicas (Ementa)

Operação de software específico para criação e edição de som. Prática de sonorização de cenas de cinema e vídeo. Dublagem. Efeitos sonoros. Sincronização e controle de som. Equipamentos para gravação de som. Relação som e imagem na pós-produção.

Bibliografia Básica

Título Autor Edição Local Editora Ano LT

Sound Design. The expressive Power of music, voice and sound effects in cinema

SONNENSCHEIN, David 1ª USA Michael Wiese 2001

Complete Guide to Pro Tools Effects SCHONBRUN, Mark USA Course technology

2009

Audio Posproduction for film and video. After-the-Shoot solutions, Professional Techniques,and Cookbook Recipes to Make Your Project Sound Better

ROSE, Jay 2ª USA Focal Press 2008

Sound for film and television. Third Edition 3ª USA Focal Press 2010

O som e o sentido WISNIK, José Miguel 2ª São Paulo Cia das Letras 1999

Sound for Picture. The art of sound design in film and television

KENNY, Tom USA Hal Leonard Books

2000

Page 23: PLANO DE CURSO PROCESSO NÚMERO · em aparelhos celulares. Até os festivais de cinema e vídeo já atentam para esta ... efetuar operações de correção, ajuste e manutenção,

Componente Curricular:

Produção Executiva

Período letivo:

2º Semestre Carga Horária: Horas-aulas: 40 Horas-relógio: 33

OBJETIVOS

Discutir a importância do planejamento em todas as fases de realização de uma produção audiovisual. Apresentar conceitos básicos de gestão estratégica e ferramentas; Discutir as fases de produção audiovisual; Abordar a importância de definição de funções/atribuições,trabalho em equipe e liderança; Especificar a parte técnica da produção: controle, planilhas, orçamentos; Debater a visão geral do projeto.

Bases Tecnológicas (Ementa)

O resultado e a qualidade dos produtos audiovisuais dependem de minucioso planejamento e organização de todas as fases da realização: pré-produção, produção e pós-produção. Questões como organização, controle, orçamento, financiamento e legislação compõem o corpus e o enfoque principal da disciplina.

Bibliografia Básica

Título Autor Edição Local Editora Ano LT

O que é cinema BERNARDET, Jean-Claude

8ª São Paulo Editora Brasiliense

1986

Televisão: manual de produção e direção BONASIO, Valter

Belo Horizonte Leitura 2002

A linguagem secreta do cinema CARRIÈRE, Jean-Claude

Rio de Janeiro Nova Fronteira 1995

Produção e direção para TV e vídeo: uma abordagem prática.

KELLINSON, Cathrine 1ª Rio de Janeiro Elsevier 2007

Page 24: PLANO DE CURSO PROCESSO NÚMERO · em aparelhos celulares. Até os festivais de cinema e vídeo já atentam para esta ... efetuar operações de correção, ajuste e manutenção,

Componente Curricular:

Oficina de composição e projeto audiovisual

Período letivo:

2º Semestre Carga Horária: Horas-aulas: 40 Horas-relógio: 33

OBJETIVOS

Proporcionar ao aluno a aplicação prática das técnicas de direção e direção, direção de fotografia, iluminação e composição fotográfica para cinema digital e vídeo.

Bases Tecnológicas (Ementa)

Conceituação e prática da composição audiovisual com ênfase em construção de cenas e práticas de set (plateau). Princípios de direção de fotografia, operação de câmera, composição, ambientação e luz de cena. Aplicação prática de conhecimentos teóricos na gravação de cenas: mise-en-scéne, composição e estudo dos signos da cena (luz, cores, objetos de cena), operação de câmeras, foco, continuidade, e iluminação no set. Exercícios práticos de construção de cenas.

Bibliografia Básica

Título Autor Edição Local Editora Ano LT

Cinema Noir – espelho e fotografia ORTEGOSA, Marcia.

1ª Campinas Annablume 2010

The filmmaker´s eye MERCADO, Gustavo

1ª USA Focal Press 2010

Motion Picture and Video Lighting BROWN, Blain

2ª USA Focal Press 2007

Page 25: PLANO DE CURSO PROCESSO NÚMERO · em aparelhos celulares. Até os festivais de cinema e vídeo já atentam para esta ... efetuar operações de correção, ajuste e manutenção,

Componente Curricular:

Audiovisuais ficcionais

Período letivo:

2º Semestre Carga Horária: Horas-aulas: 40 Horas-relógio: 33

OBJETIVOS

Aplicar os conhecimentos teóricos do audiovisual na elaboração de filmes, contribuir para a compreensão das atividades coletivas do processo de realização audiovisual e praticar as etapas técnicas estudadas: roteiro, decupagem, storyboards, direção, direção de cena, direção de arte e produção.

Bases Tecnológicas (Ementa) Aplicação prática da realização em vídeo e cinema digital: roteiro, decupagem, storyboards, direção, direção de cena, direção de arte, pré-produção e produção.

Bibliografia Básica

Título Autor Edição Local Editora Ano LT

Story. Substância, estrutura, estilo e eos princípios da escrita do roteiro

MKEE, Robert 1ª São Paulo Arte e Letra 2006

Producing and directing the shot film and video IRVING,David; REA, Peter 1ª USA Focal Press 2010

Dirección. Bases Del cine Robert Edgar-Hunt Barcelona Parramón. 2010

Como se hace uma película

CHABROL, Claude; GUÉRIF, François

Madrid Alianza Editorial

2005

Producing for TV and new media. A real Word

approach for producers

KELLISON, Cathrine 2ª USA Focal Press 2008

Page 26: PLANO DE CURSO PROCESSO NÚMERO · em aparelhos celulares. Até os festivais de cinema e vídeo já atentam para esta ... efetuar operações de correção, ajuste e manutenção,

Componente Curricular:

Teoria e técnica de edição de imagens

Período letivo:

2º Semestre Carga Horária: Horas-aulas: 40 Horas-relógio: 33

OBJETIVOS

Contribuir para a percepção crítica, a fundamentação teórica e a aplicação prática de conceitos técnicos na produção de sentido da montagem e edição de produtos audiovisuais.

Bases Tecnológicas (Ementa) Apresentar as principais teorias e técnicas da montagem cinematográfica e edição de vídeo. Corte, continuidade, raccord, elipses, continuidade, descontinuidade, a dramaturgia da montagem do filme; a montagem no roteiro, na direção e na pós-produção; a compensação som e eimagem;

Bibliografia Básica

Título Autor Edição Local Editora Ano LT

O discurso cinematográfico. A opacidade e a transparência XAVIER, Ismail 3ª São Paulo Paz e Terra 2005

A estética do filme. São Paulo, Papirus, 1995 AUMONT, Jacques 1ª Campinas Papirus 1995

A estética da montagem AMIEL, Vincent 1ª Lisboa Edições Texto & grafia

2007

A forma do filme EISENTEIN, Sergei 2ª Rio de Janeiro Jorge Zahar 2002

A montagem cinematográfica e a lógica das imagens AUGUSTO, Maria de Fátima 1ª São Paulo Annablume 2004

Reflexões sobre a montagem cinematográfica LEONE, Eduardo 1ª Belo Horizonte UFMG 2005

Num piscar de olhos. A edição de filmes sob a ótica de um mestre

MURCH, Walter 1ª Rio de Janeiro Jorge Zahar 2004

Page 27: PLANO DE CURSO PROCESSO NÚMERO · em aparelhos celulares. Até os festivais de cinema e vídeo já atentam para esta ... efetuar operações de correção, ajuste e manutenção,

Componente Curricular:

Práticas de edição de imagens

Período letivo:

2º Semestre Carga Horária: 40h/h Horas-aulas: 40 Horas-relógio: 33

OBJETIVOS

Permitir ao aluno praticar a edição de imagens e aplicar os conceitos teórico-técnicos na edição de produtos audiovisuais.

Bases Tecnológicas (Ementa) Finalização de produtos audiovisuais: edição e montagem. Conhecimentos de software de edição para cinema e vídeo. Software básico e livre. Interface de software profissional para edição de audiovisuais. Criação e manipulação imagens para vídeo, cinema digital, web e novas mídias audiovisuais.

Bibliografia Básica

Título Autor Edição Local Editora Ano LT

The Focal Easy Guide to Final Cut Pro 7 YOUG, Rick 1ª USA Focal Press 2009

Dialogue Editing for motion pictures PURCELL, John 1ª USA Focal Press 2007

Make the cut. A guide to becoming a successful assistant editor in film and tv

COLEMAN, Lori; FRIEDBERG, Diana

1ª USA Focal Press 2010

Page 28: PLANO DE CURSO PROCESSO NÚMERO · em aparelhos celulares. Até os festivais de cinema e vídeo já atentam para esta ... efetuar operações de correção, ajuste e manutenção,

Componente Curricular:

Metodologia científica

Período letivo:

2º Semestre Carga Horária: Horas-aulas: 40 Horas-relógio: 33

OBJETIVOS

Despertar o interesse do aluno para a importância da pesquisa na área de áudio e vídeo. Oferecer ao mesmo, especificações metodológicas e técnicas da pesquisa científica. Compreender conceitos relacionados ao tema pesquisa científica. Dominar as técnicas e a metodologia para a elaboração de um projeto de pesquisa. Identificar a relevância e pertinência dos problemas de pesquisa. Elaborar um anteprojeto de pesquisa.

Bases Tecnológicas (Ementa)

Natureza do conhecimento científico. Tipos e finalidades da pesquisa. Características da pesquisa científica. As etapas de uma pesquisa científica. O projeto de pesquisa: formulação de problema, objetivos, hipóteses etc. Ênfase na revisão bibliográfica. As fontes. Formas de elaboração e aplicação das normas técnicas de produção acadêmica. Métodos quantitativos e qualitativos. Instrumentos de pesquisa. Normas técnicas da ABNT para elaboração de trabalhos científicos.

Bibliografia Básica

Título Autor Edição Local Editora Ano LT

Metodologia do Trabalho Científico SEVERINO, Antônio Joaquim.

São Paulo Cortez 2000

Métodos e técnicas de pesquisa em comunicação

DUARTE, Jorge; BARROS, Antonio (Orgs.).

São Paulo Atlas 2005

Pesquisa qualitativa com texto, imagem e som. BAUER, M. W. & GASKELL, George (Orgs.).

Petrópolis Vozes 2002

Page 29: PLANO DE CURSO PROCESSO NÚMERO · em aparelhos celulares. Até os festivais de cinema e vídeo já atentam para esta ... efetuar operações de correção, ajuste e manutenção,

Componente Curricular:

Direção de fotografia para vídeo e cinema digital

Período letivo:

3º Semestre Carga Horária: Horas-aulas: 40 Horas-relógio: 33

OBJETIVOS Praticar a direção de fotografia e suas especificidades na realização de vídeos e filmes de cinema digital.

Bases Tecnológicas (Ementa) Características da luz; fotometria e sensitometria: luz e cor; cinematografia: técnica e linguagem; a fotografia na estética do filme; equipamentos, filtros, gelatinas e lentes; continuidade; produção de audiovisuais com câmeras DSLR; estudos de caso e prática de direção de fotografia para audiovisuais.

Bibliografia Básica

Título Autor Edição Local Editora Ano LT

Shot by shot. Visualizing from concept to screen KATZ, Stephen 1ª USA Michael Wiese 1991

Set Lighting Technician's Handbook. Film Lighting Equipment, Practice, and Electrical Distribution

BOX, Harry 4ª USA Elsevier 2010

Practical Cinematography. WHEELER, Paul 2ª USA Focal Press 2005

Page 30: PLANO DE CURSO PROCESSO NÚMERO · em aparelhos celulares. Até os festivais de cinema e vídeo já atentam para esta ... efetuar operações de correção, ajuste e manutenção,

Componente Curricular:

Pós-produção e tratamento de som e imagem

Período letivo:

3º Semestre Carga Horária: Horas-aulas: 40 Horas-relógio: 33

OBJETIVOS Praticar a pós-produção de filmes com especial atenção à versão final do filme para exibição em diferentes mídias e salas de exibição.

Bases Tecnológicas (Ementa) Pós-produção de produtos audiovisuais; mixagem de áudio e vídeo; efeitos especiais de som e imagem; edição de som e imagem; correção de cor; finalização de produtos audiovisuais para exibição em televisão e salas especializadas; compressão, compactação, armazenamento e formatos para exibição. Prática de pós-produção de vídeos e filmes.

Bibliografia Básica

Título Autor Edição Local Editora Ano LT

After Effects Cs4 – Classroom in a book Adobe Creative Team 1ª USA Bookman 2009

Fix it in Post – Solutions for postproductions problems JAMES, Jack 1ª USA Focal Press 2009

Color Correction for vídeo. Using desktop tools to perfect your image

HULLSFISH, Steve; Fowler, Jaime 2ª USA Focal Press 2008

Page 31: PLANO DE CURSO PROCESSO NÚMERO · em aparelhos celulares. Até os festivais de cinema e vídeo já atentam para esta ... efetuar operações de correção, ajuste e manutenção,

Componente Curricular:

Formação de repertório em audiovisual

Período letivo:

3º Semestre Carga Horária: Horas-aulas: 40 Horas-relógio: 33

OBJETIVOS

Ampliar o repertório de audiovisuais relevantes para a formação global do aluno.

Bases Tecnológicas (Ementa)

Apresentação de audiovisuais não-ficcionais e ficcionais; estudo da obra de grandes diretores de cinema; análise da linguagem audiovisual; desenvolvimento de atividades críticas para audiovisuais; Teorias do cinema e audiovisual.

Bibliografia Básica

Título Autor Edição Local Editora Ano LT

Teoria contemporânea do cinema, V.1 RAMOS, Fernão 1ª São Paulo SENAC-SP 2005

Teoria contemporânea do cinema, V.2 RAMOS, Fernão 1ª São Paulo SENAC-SP 2005

Enciclopédia do cinema brasileiro RAMOS, Fernão 1ª São Paulo SENAC-SP 2000

Folha conta 100 anos de cinema LABAKI, Amir 1ª São Paulo Imago 1995

A análise do Filme AUMONT, Jacques 1ª São Paulo Texto e Grafia 2010

Dicionário teórico e crítico do cinema AUMONT, Jacques; MARIE, Michel

1ª Campinas Papirus 2003

Page 32: PLANO DE CURSO PROCESSO NÚMERO · em aparelhos celulares. Até os festivais de cinema e vídeo já atentam para esta ... efetuar operações de correção, ajuste e manutenção,

Componente Curricular:

História do registro audiovisual

Período letivo:

3º Semestre Carga Horária: Horas-aulas: 40 Horas-relógio: 33

OBJETIVOS

Apresentar os principais momentos da história do cinema mundial a partir do ponto de vista do desenvolvimento da linguagen e das tecnologias.

Bases Tecnológicas (Ementa)

História das tecnologias, linguagens e formatos da produção audiovisual em cinema e TV. O cinema como arte, a criatividade narrativa e seus maiores representantes. A vanguardas cinematográficas. Pré-cinemas, cinemas, pós-cinemas, vídeo analógico, cinema ótico, broadcasting, vídeo e cinema digital.

Bibliografia Básica

Título Autor Edição Local Editora Ano LT

Pré-cinemas e pós-cinemas MACHADO, Arlindo

1ª Campinas Campo imagético

1997

História do Cinema Mundial MASCARELLO, Fernando

3ª Campinas Papirus 2008

História do Cinema Contemporâneo MASCARELLO, Fernando

1ª Campinas Papirus 2008

Page 33: PLANO DE CURSO PROCESSO NÚMERO · em aparelhos celulares. Até os festivais de cinema e vídeo já atentam para esta ... efetuar operações de correção, ajuste e manutenção,

Componente Curricular:

Oficina de interpretação para audiovisual

Período letivo:

2º Semestre Carga Horária: Horas-aulas: 40 Horas-relógio: 33

OBJETIVOS

A Oficina de Interpretação para Audiovisual objetiva apresentar os conceitos básicos do papel do ator no cinema e televisão, bem como gerar a oportunidade para a prática de técnicas específicas de leitura e interpretação de textos para estas mídias.

Bases Tecnológicas (Ementa)

O papel do ator no cinema e na TV. Técnicas de atuação, composição de personagens, improvisação, construção de cenas. A linguagem da interpretação nos gêneros audiovisuais.

Bibliografia Básica

Título Autor Edição Local Editora Ano LT

Manual do ator STANISLAVSKI, Costantin 1ª São Paulo Martins Fontes 2001

A construção da personagem STANISLAVSKI, Costantin 11ª São Paulo Civilização Brasileira

2001

O vôo cego do ator no cinema brasileiro PAULA, Nikita 1ª São Paulo Annablume 2001

Direção de atores GERBASE, Carlos Porto Alegre, RS

Artes e Ofícios 2007

Page 34: PLANO DE CURSO PROCESSO NÚMERO · em aparelhos celulares. Até os festivais de cinema e vídeo já atentam para esta ... efetuar operações de correção, ajuste e manutenção,

Componente Curricular:

Trabalho de conclusão de curso e Criação de Portfólio

Período letivo:

3º Semestre Carga Horária: Horas-aulas: 40 Horas-relógio: 33

OBJETIVOS

Desenvolver projetos ou produtos audiovisuais que serão defendidos em sessão pública e oral a uma banca designada para tal. Os documentos finais que poderão ser apresentados à banca, de acordo com cada projeto e com a anuência do professor orientador, são: a) um documento escrito contendo a fundamentação teórica do projeto ou do produto audiovisual; b) a descrição de seu processo de realização em formato de memorial; c) o projeto final em DVD ou outra mídia mais apropriada. O projeto ou o produto audiovisual realizado deverá contemplar os principais temas do Curso. São eles:

Etapas da realização audiovisual: roteiro, direção, direção de fotografia, produção, produção e criação de desenho de som, interpretação e direção de arte;

Tecnologias do audiovisual: novas tecnologias digitais de som e imagem.

Práticas e técnicas profissionais: operação de câmera; captação, edição e tratamento de som e imagem por processos não lineares.

Bases Tecnológicas (Ementa)

Elaboração de um projeto ou produto audiovisual e sua respectiva fundamentação teórica, em consonância com os conteúdos abordados e discutidos nas disciplinas ofertadas pelo Curso Técnico em Produção de Áudio e Vídeo.

Bibliografia Básica

Título Autor Edição Local Editora Ano LT

Metodologia do trabalho científico

LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade

São Paulo Atlas 1995

Métodos e técnicas de pesquisa em comunicação DUARTE, Jorge; BARROS, Antonio (Orgs.).

São Paulo Atlas 2005

Pesquisa qualitativa com texto, imagem e som BAUER, M. W. & GASKELL, George (Orgs.).

Petrópolis Vozes 2002

Métodos e técnicas de pesquisa social. GIL, Antonio Carlos. 4ª São Paulo Atlas 1994

Page 35: PLANO DE CURSO PROCESSO NÚMERO · em aparelhos celulares. Até os festivais de cinema e vídeo já atentam para esta ... efetuar operações de correção, ajuste e manutenção,

Componente Curricular:

Marketing para Audiovisual

Período letivo:

3º Semestre Carga Horária: Horas-aulas: 40 Horas-relógio: 33

OBJETIVOS

Introdução de noções de marketing, assessoria de imprensa, ferramentas de comunicação, publicidade (divulgação) e estratégias de distribuição e exibição. Discutir o marketing aplicado à área cultural, especificamente em produção de audiovisual. Compreender as estratégias de incentivo e financiamento da Cultura. Identificar a aplicação de diferentes ferramentas de comunicação em um projeto de divulgação de um audiovisual. Elaborar um planejamento de comunicação para a produção audiovisual e noções sobre a montagem de um planejamento estratégico.

Bases Tecnológicas (Ementa) Demonstrar ferramentas de comunicação e estratégias de divulgação úteis para os projetos de audiovisual, atrelando estas questões práticas a reflexões sobre o mercado cultural no Brasil, identificação de oportunidades e inovação.

Bibliografia Básica

Título Autor Edição Local Editora Ano LT

O cinema e a produção RODRIGUES, Chris Rio deJaneiro DP&A 2002

Administração de Marketing KOTLER, Philip São Paulo Atlas 1999

Marketing cultural: o patrocínio de atividades culturais como ferramenta de construção de marca

COSTA, Ivan Freitas. São Paulo Futura 2004

Page 36: PLANO DE CURSO PROCESSO NÚMERO · em aparelhos celulares. Até os festivais de cinema e vídeo já atentam para esta ... efetuar operações de correção, ajuste e manutenção,

Componente Curricular:

Ética e legislação

Período letivo:

3º Semestre Carga Horária: Horas-aulas: 40 Horas-relógio: 33

OBJETIVOS

Discutir aspectos éticos da profissão, tratando dos direitos e deveres assegurados pela legislação. Fomentar o espírito critico bem como a consciência cidadã dos futuros profissionais. Estimular a percepção da importância e a relevância da ética na sua vida pessoal, acadêmica e profissional. Conhecer o direito aplicado à análise e confecção de contratos. Identificar e solucionar, dentro das atividades do profissional técnico em áudio e vídeo, as controvérsias referente ao direito do consumidor e direitos autorais.

Bases Tecnológicas (Ementa)

Ética e cidadania | Legislação que rege a profissão de Técnico em Produção de Áudio e Vídeo (regulamentação profissional) | Direitos assegurados na Convenção Coletiva| Noções de Direito das Obrigações | Noções de Direito do Consumidor | Lei de Direitos Autorais.

Bibliografia Básica

Título Autor Edição Local Editora Ano LT

Sobre Ética e Imprensa

BUCCI, Eugênio. São Paulo Editora Cia das Letras

A tirania da comunicação RAMONET, I Petrópolis Vozes 1999

Ética Geral e Profissional NALINI, José Renato 1ª. São Paulo Editora dos Tribunais

2008

Direito das Obrigações NORONHA, Fernando 4ª Rio de Janeiro

Editora Saraiva 2009

Direito Aplicado a Cursos Técnicos COLETO, Aline Cristina 1ª Curitiba Editora do Livro Técnico

2010

Direito Autoral: Dúvidas e Controvérsias CABRAL, Plínio 3ª São Paulo Editora Rideel 2009

Page 37: PLANO DE CURSO PROCESSO NÚMERO · em aparelhos celulares. Até os festivais de cinema e vídeo já atentam para esta ... efetuar operações de correção, ajuste e manutenção,

Componente Curricular:

Novas tecnologias e multimídia

Período letivo:

3º Semestre Carga Horária: Horas-aulas: 40 Horas-relógio: 33

OBJETIVOS Apresentar os novos formatos digitais de produção e distribuição de produtos audiovisuais e compreender suas potencialidades artísticas, comunicacionais e técnicas.

Bases Tecnológicas (Ementa) Criar produtos audiovisuais para mídias digitais como internet, a partir de aparelhos de celular, câmeras fotográficas DSLR e outras novas tecnologias face às novas apropriações midiáticas e mercadológicas dos meios de produção e da distribuição da comunicação.

Bibliografia Básica

Título Autor Edição Local Editora Ano LT

Cultura da convergência JENKINS, Henry 2ª São Paulo Aleph 2009

A tela global. Mídias culturais e cinema na era hipermoderna

LIPOVETSKI, Gilles; SERROY, Jean

Para entender o mundo digital SIQUEIRA, Ethevaldo 1ª Rio de Janeiro Globo 2008

Do cinetoscópio ao cinema digital MATTOS, A. C. Gomes

Mídia e produção audiovisual ALVES, Márcia Nogueira; FONTOURA, Mara; ANTONIUTTI, Cleide

1ª Curitiba IBPEX 2008

A arte da Animação LUCENA, Alberto 1ª São Paulo SENAC 2002

Criação visual e multimídia BERTOMEU, João Vicente Cegato

1ª São Paulo CENGAGE 2009

Page 38: PLANO DE CURSO PROCESSO NÚMERO · em aparelhos celulares. Até os festivais de cinema e vídeo já atentam para esta ... efetuar operações de correção, ajuste e manutenção,

Componente Curricular:

Estágio Supervisionado Obrigatório

Período letivo:

2º Semestre Carga Horária: Horas-aulas: Horas-relógio: 70

OBJETIVOS

Proporcionar aos alunos a inserção no mercado de trabalho. Promover a aplicação de conhecimentos técnicos e teóricos adquiridos no Curso Técnico Subsequente em Produção de Áudio e Vídeo, além de possibilitar a aquisição de novos conhecimentos por meio da experiência profissional. Incentivar e mediar os primeiros contatos dos alunos com as empresas e as especificidades da profissão de técnico em áudio e vídeo. Incentivar uma formação humana, ética e profissional constituída por valores como criatividade, inovação, pró-atividade, responsabilidade e empreendedorismo, reconhecidas pelo mercado de trabalho.

Bases Tecnológicas (Ementa)

Atribuições profissionais, práticas profissionais e supervisão de iniciação profissional. Conhecimentos básicos sobre lei e regulamentação do estágio. Informações sobre o mercado de trabalho: oportunidades e tendências. Debates sobre perfil profissional, ética, responsabilidade e empreendedorismo.

Bibliografia Básica

Título Autor Edição Local Editora Ano LT

Nova cartilha esclarecedora sobre a Lei de estágio - Lei 11.788 de 25 de setembro e 2008

BRASIL, Ministério do Trabalho e Emprego

--- Brasília, DF SPPE 2010

Regulamentação de Estágio do IFPR – Portaria n. 04 de 22/06/2009 – Dispõe sobre os estágios no IFPR

IFPR, Pró-Reitoria de Ensino, Pesquisa e Pós-Graduação

--- Curitiba, PR --- 2009

Page 39: PLANO DE CURSO PROCESSO NÚMERO · em aparelhos celulares. Até os festivais de cinema e vídeo já atentam para esta ... efetuar operações de correção, ajuste e manutenção,

3.12.2 Trabalho de Conclusão de Curso

NATUREZA E ESCOPO

O TCC – Trabalho de Conclusão do Curso Técnico Subsequente em Produção de Áudio e Vídeo consiste na elaboração de um projeto ou produto audiovisual e sua respectiva

fundamentação teórica, em consonância com os conteúdos abordados e discutidos nas disciplinas ofertadas pelo curso. O aluno deverá aplicar os conhecimentos teóricos, práticos e técnicos adquiridos no curso para desenvolver um projeto que será aprovado em banca composta por docentes do curso em processo coordenado pelo professor da disciplina de TCC – Trabalho de Conclusão de Curso e Criação de Portfólio. O projeto deverá ser desenvolvido em equipes de no máximo 5 (cinco) alunos e no mínimo 3 (três). Para cada equipe será delegado um professor orientador. Além do trabalho em grupo, os alunos poderão produzir individualmente o seu portfólio profissional, contendo todos os trabalhos desenvolvidos durante o Curso Técnico Subseqüente em Produção de Áudio e Vídeo. Os documentos finais que poderão ser apresentados à banca, de acordo com cada projeto e com a anuência do professor orientador, são: a) um documento escrito contendo a fundamentação teórica do projeto ou do produto audiovisual; b) a descrição de seu processo de realização em formato de memorial; c) o projeto final em DVD ou outra mídia mais apropriada. Os trabalhos finais deverão ser defendidos oralmente pelos estudantes, em sessão pública, na data e local definidos pelo calendário/cronograma disponibilizado no início do semestre pelo professor da disciplina de TCC. Todos os trabalhos apresentados e aprovados pela banca deverão ser disponibilizados à comunidade, por meio de uma cópia a ser arquivada no acervo do Curso. O projeto ou o produto audiovisual realizado deverá contemplar os principais temas do Curso. São eles:

Etapas da realização audiovisual: roteiro, direção, direção de fotografia, produção, produção e criação de desenho de som, interpretação e direção de arte;

Tecnologias do audiovisual: novas tecnologias digitais de som e imagem.

Práticas e técnicas profissionais: operação de câmera; captação, edição e tratamento de som e imagem por processos não lineares.

Page 40: PLANO DE CURSO PROCESSO NÚMERO · em aparelhos celulares. Até os festivais de cinema e vídeo já atentam para esta ... efetuar operações de correção, ajuste e manutenção,

3.12.3 Matriz curricular por semestre

1º SEMESTRE (360 h/aula)

2º SEMESTRE (280 h/aula) 3º SEMESTRE (360 h/aula)

Áudio digital Práticas de sonorização e desenho

de som

Direção de fotografia para vídeo e

cinema digital

Laboratório de Áudio Digital Teoria e técnica de edição de

imagens

História do registro audiovisual

Oficina de iluminação e fotografia

digital

Produção Executiva Ética e legislação

História da arte Oficina de composição e projeto

para audiovisual

Pós-produção e tratamento de som

e imagem

Audiovisuais não-ficcionais:

documentário, institucional e

educativo

Audiovisuais ficcionais Formação de repertório em

audiovisual

Laboratório de Introdução à edição

digital de imagens

Metodologia científica Trabalho de conclusão de curso e

Criação de Portfólio

Vídeo digital Práticas de edição de imagens Oficina de interpretação para

audiovisual

Roteiro para televisão e cinema Estágio obrigatório

supervisionado*

Marketing para Audiovisual

Novas tecnologias e multimídia

*Carga horária do estágio supervisionado contabilizada separadamente

Page 41: PLANO DE CURSO PROCESSO NÚMERO · em aparelhos celulares. Até os festivais de cinema e vídeo já atentam para esta ... efetuar operações de correção, ajuste e manutenção,

Anexo I – Regulamento de Estágio Obrigatório

REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO DOS CURSOS TÉCNICOS DO IFPR- CÂMPUS CURITIBA

Curso: Técnico Subsequente em Produção de Áudio e Vídeo

CAPITULO I DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO E SUAS FINALIDADES

Art. 1º - O Estágio Supervisionado Obrigatório, previsto na Lei nº 11.788 de 25/09/2008 e na

Resolução CNE/CEB nº1 de 21/01/2004, obedecerá às presentes normas.

Art. 2º - O Estágio Supervisionado, quando considerado atividade curricular obrigatória dos cursos técnicos, se destinará a propiciar ao aluno a complementação do processo de ensino e de aprendizagem, em termos de experiências práticas, visando a:

I – Experiência ao aluno, para facilitar sua futura absorção pelo mercado de trabalho; II – Promoção da articulação e da transição da instituição de ensino para o mundo do trabalho; III – Adaptação social e psicológica do aluno à sua futura atividade profissional; IV – Orientação do aluno na escolha da sua especialização profissional.

CAPITULO II

DA MATRÍCULA

Art. 3º - Poderá matricular-se na atividade de Estágio Supervisionado o aluno que estiver matriculado no curso técnico.

Art. 4º - A matrícula será feita no Protocolo do Campus e será analisada pela Coordenação do Curso.

CAPITULO III DO LOCAL DE REALIZAÇÃO

Art. 5º - O estágio Supervisionado Obrigatório será realizado em empresas, instituições públicas ou

privadas, devidamente conveniadas com o IFPR, que apresentem condições de proporcionar experiência prática na área de formação do aluno, respeitado o Artigo 2º deste Regulamento.

Parágrafo Único – O Estágio Supervisionado Obrigatório poderá ser realizado no próprio IFPR desde que a atividade desenvolvida assegure o alcance dos objetivos previstos no Artigo 2º deste Regulamento.

Art. 6º - O Estágio Supervisionado Obrigatório poderá ser desenvolvido na forma de atividades de extensão em empreendimentos ou projetos de interesse social, quando correlatas a habilitação cursada.

Art. 7º - O Estágio Supervisionado Obrigatório poderá ser desenvolvido no máximo em 3 entidades.

CAPITULO IV

DA DURAÇÃO E DA JORNADA DIÁRIA DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO

Art. 8º - A duração do Estágio Supervisionado Obrigatório será estipulado no plano de cada curso.

Art. 9º - A jornada diária de Estágio Supervisionado Obrigatório será compatível com o horário

escolar do aluno, não excedendo a carga horária prevista na legislação.

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

Page 42: PLANO DE CURSO PROCESSO NÚMERO · em aparelhos celulares. Até os festivais de cinema e vídeo já atentam para esta ... efetuar operações de correção, ajuste e manutenção,

CAPITULO V DA BOLSA E DO SEGURO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO

Art. 10 – A entidade concedente poderá oferecer ao estagiário auxílio na forma de bolsa ou de

qualquer outra modalidade de contraprestação de serviço que venha ser acordada.

Art. 11 - O IFPR providenciará seguro de acidentes pessoais para o estagiário.

CAPITULO VI

DAS ATRIBUIÇÕES DOS ENVOLVIDOS NO PROCESSO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO

SEÇÃO I

DO COORDENADOR DO CURSO

Art. 12 – Ao coordenador do curso incube: I – Supervisionar o desenvolvimento das atividades do Estágio Supervisionado Obrigatório ; II – Encaminhar o resultado da avaliação final do estagiário à Secretaria Acadêmica do Campus

Curitiba; III – Designar o Professor Responsável pelas atividades de Estágio Supervisionado Obrigatório na

Coordenação, quando necessário.

SEÇÃO II DO PROFESSOR ORIENTADOR

Art. 13 – Ao Professor Orientador de Estágio incumbe: I – Aprovar o Plano de Estágio Supervisionado apresentado pelo aluno, levando em condições os

objetivos estabelecidos no Artigo 2º deste Regulamento; II – Assistir ao aluno, no IFPR e na entidade concedente de estágio, durante o período de realização

de estágio; III – realizar, no mínimo, 2 (duas) visitas de supervisão a cada entidade em que o aluno esteja

estagiando; IV – Fixar, divulgar datas e horários para a avaliação das atividades desenvolvidas pelos alunos

concluintes do Estágio Supervisionado; V – Realizar a avaliação final do estagiário.

SEÇÃO III DO ALUNO ESTAGIÁRIO

Art. 14 – Ao aluno estagiário incumbe: I – Efetuar sua matricula na Atividade de Estágio Supervisionado no Protocolo do Campus; II – Providenciar sua Carteira Profissional; III – Firmar o “Termo de Compromisso” com a entidade concedente, com interveniência do IFPR; IV – Apresentar, no prazo máximo de 5 (cinco) dias, a contar a data de assinatura do “Termo de

Compromisso”, o Plano de Estágio Supervisionado ao Coordenador do Curso; V – Participar da reunião de orientação de estagiários promovida pela Coordenação do Curso; VI – Acatar as normas da empresa; VII – Respeitar as Cláusulas do “Termo de Compromisso”; VIII – Apresentar ao Coordenador do Curso o processo final de seu estágio Supervisionado,

cumprida a carga horária prevista; IX – Participar de todas as etapas de avaliação do Estágio Supervisionado;

CAPÍTULO VII

DO DESENVOLVIMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO

SEÇÃO I DO TERMO DE COMPROMISSO

Page 43: PLANO DE CURSO PROCESSO NÚMERO · em aparelhos celulares. Até os festivais de cinema e vídeo já atentam para esta ... efetuar operações de correção, ajuste e manutenção,

Art. 15 – O Estágio Supervisionado será precedido da celebração do “Termo de Compromisso” entre o aluno e a entidade concedente, com interveniência do IFPR, o qual preverá as condições de sua realização e sua duração.

SEÇÃO II DO PLANO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO

Art. 16 – O plano de Estágio supervisionado Obrigatório deverá ser apresentado pelo aluno, no

prazo máximo de 5 (cinco) dias após assinatura do Termo de Compromisso, ao Coordenador do Curso para análise e aprovação.

Parágrafo Único – Não cumprindo o prazo do caput deste artigo pelo aluno, o estágio somente passar a ter validade a partir da data da efetiva aprovação do Plano de Estágio Supervisionado Obrigatório pelo Coordenador do Curso.

SEÇÃO III DA AVALIAÇÃO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO

Art. 17– A avaliação do Estágio Supervisionado Obrigatório ocorrerá nos seguintes momentos e

condições: I – Decorrido 50% (cinqüenta por cento) do estágio, pelo Professor Orientador e com a presença do

estagiário; III – Após a conclusão do Estágio Supervisionado Obrigatório, pelo Professor Orientador, com a

presença do estagiário e com base na pasta de estágio do aluno, que deverá conter o relatório das atividades desenvolvidas e a avaliação anteriormente realizada.

§ 1º - O aluno que tiver programado um Estágio Supervisionado Obrigatório com duração superior a estabelecida no Artigo 8º deste Regulamento, poderá, por motivo justificado e devidamente autorizado pelo Coordenador do Curso, interrompê-lo após o cumprimento do período mínimo de sua duração;

§ 2º - Ocorrendo a situação prevista no parágrafo anterior, o Estágio Supervisionado Obrigatório será considerado como cumprido e o aluno será avaliado conforme o previsto no inciso III deste Artigo.

Art. 18 – Na avaliação das atividades desenvolvidas pelo estagiário, serão consideradas: I – a compatibilidade das atividades desenvolvidas com o currículo do Curso e com o Plano de

Estágio Supervisionado; II – A qualidade e eficácia na realização das atividades; III – A capacidade inovadora ou criativa demonstrada através das atividades desenvolvidas; IV – A capacidade de adaptar-se socialmente ao ambiente.

Parágrafo Único – Em cada etapa de avaliação, serão utilizados instrumentos específicos criados pela Coordenação do Curso.

Art. 19 – Concluído o estágio, o aluno terá 60 (sessenta) dias para entregar sua Pasta de Estágio Supervisionado ao Professor Orientador, que verificará se dela constam todos os documentos necessários à avaliação e após verificação e análise, encaminhará o resultado final à ciência da Coordenação do Curso e à Secretaria Acadêmica, a fim de que os documentos sejam arquivados na pasta individual do aluno.

Art. 20 – A inobservância dos prazos deste Capítulo implicará na realização de novo estágio em outra entidade concedente.

CAPÍTULO VIII DO DESLIGAMENTO DO ESTAGIÁRIO

Art. 21 – O desligamento do estagiário da entidade concedente ocorrerá, automaticamente, após o

prazo fixado no Termo de Compromisso.

Art. 22 – O aluno será desligado da entidade concedente antes do encerramento do período previsto no Termo de Compromisso nos seguintes casos:

I – A período do estagiário, mediante comunicação prévia à entidade concedente; II – Por iniciativa da entidade concedente, quando o estagiário deixar de cumprir obrigação prevista

no Termo de Compromisso; III – Por iniciativa do IFPR- Campus Curitiba, quando a entidade concedente deixar de cumprir

obrigação prevista no termo de Convênio ou no Termo de Compromisso;

Page 44: PLANO DE CURSO PROCESSO NÚMERO · em aparelhos celulares. Até os festivais de cinema e vídeo já atentam para esta ... efetuar operações de correção, ajuste e manutenção,

IV – Por iniciativa do IFPR- Campus Curitiba, quando o aluno infringir normas disciplinares da Instituição que levem ao seu desligamento do corpo discente;

Parágrafo Único – Ocorrendo o desligamento do estagiário no caso previsto no inciso II deste Artigo, a entidade concedente comunicará o fato ao Professor Orientador e Coordenação de Curso, e encaminhará, para efeito de registro até 3 (Três) dias após o cancelamento, fotocópia da folha da Carteira Profissional em que se fez o registro do respectivo Estágio Supervisionado.

CAPÍTULO IX DA DISPENSA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO

Art. 23 – Poderá ser dispensado do Estágio Supervisionado o aluno que: I – Comprovar ter exercido atividade profissional correlata à habilitação cursada, nos últimos 2 (dois)

anos, com carga-horária mínima condizente a expressa no plano do curso, mediante declaração da empresa e fotocópia do correspondente registro na Carteira Profissional.

II – Comprovar, mediante cópia do Contrato Social da empresa, devidamente registrado na Junta Comercial, sua condição de empresário com atividade em área correlata à sua habilitação ou documentos comprobatórios de sua condição de autônomo, há pelo menos, 6 (seis) meses.

§ 1º - A dispensa a que se refere o caput deste artigo deverá ser requerida ao Coordenador de Curso.

§ 2º - O período de dispensa do Estágio Supervisionado deverá ser requerido após a matrícula na respectiva atividade.

CAPÍTULO X DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

Art. 24 – A realização do Estágio Supervisionado por parte do aluno não acarretará vinculo

empregatício de qualquer natureza.

Art. 25 – Os casos omissos serão resolvidos pelo Diretor de Ensino do Campus Curitiba, no que couber.

Curitiba, 02 de fevereiro de 2011.

I AVALIAÇÃO DO ESTAGIÁRIO (Preenchida pelo Professor Orientador do Estágio Supervisionado Obrigatório)

Page 45: PLANO DE CURSO PROCESSO NÚMERO · em aparelhos celulares. Até os festivais de cinema e vídeo já atentam para esta ... efetuar operações de correção, ajuste e manutenção,

Identificação do estagiário Nome :

Curso : _______________________________________________________________________________________

Período de Estágio : início ______/_____/_________ término : ______/______/______

1. Critérios para avaliação:

MB B R I

Assiduidade

Criatividade

Iniciativa

Responsabilidade

Conduta

Domínio do Conhecimento Técnico

Domínio de habilidades necessárias ao desempenho

Outros

2.1. Total de Horas Efetivamente Realizadas do Início ao Fim do Presente Estágio :___________________________ 2. Com base na avaliação, emita parecer sobre o desempenho do estagiário.

3. Emita um conceito final para o estagiário: ________________________

4. Definir qual a modalidade de Supervisão

Direta Indireta

4.1 Número de horas que o(a) orientador(a) efetivamente realizou no período:____________

4.2 Número de horas que o(a) supervisor(a) efetivamente realizou no período:____________

Curitiba, ____ de _______________ de 20___

-------------------------------------------------------------------------------- Assinatura do Professor Orientador de Estágio Obrigatório

Legenda: MB- Muito Bom B- Bom

R- Regular I-Insuficiente

Page 46: PLANO DE CURSO PROCESSO NÚMERO · em aparelhos celulares. Até os festivais de cinema e vídeo já atentam para esta ... efetuar operações de correção, ajuste e manutenção,

AVALIAÇÃO DO ESTÁGIO

Avaliação a ser preenchida pelo orientador do campo de estágio para dar suporte a Avaliação do Professor Orientador do Estágio Supervisionado Obrigatório.

DADOS REFERENTES AO LOCAL DE ESTÁGIO.

Unidade _____________________________________________________________________________________ Nome do orientador _____________________________________________________________________________

Cargo ou função _____________________ Formação Profissional _______________________________________

I AVALIAÇÃO DO ESTÁGIO

1. O que representou o estágio para a sua unidade ?

2. As atividades programadas foram desenvolvidas pelos estagiários:

( ) no todo ( ) em parte

Porquê ? ________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

_______________________________________________________________ 3. A supervisão por parte do Curso no qual o aluno está matriculado ocorreu:

( ) sempre ( ) às vezes ( ) nunca De que forma ?

_______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

4. A integração entre o curso e o orientador do campo de estágio ocorreu: ( ) sempre ( ) às vezes ( ) nunca

De que forma : ____________________________________________________________________________________________________________

________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

Curitiba, ____ de _______________ de 20___

--------------------------------------------------------------------

Assinatura do Orientador no campo de Estágio

RELATÓRIO DE ATIVIDADES DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO

Page 47: PLANO DE CURSO PROCESSO NÚMERO · em aparelhos celulares. Até os festivais de cinema e vídeo já atentam para esta ... efetuar operações de correção, ajuste e manutenção,

1 – ALUNO E CURSO: 1.1 Nome do(a) Aluno(a): ..............................................................................................................................

1.2 Curso de: ...............................................................................................CPF nº .....................................

1.3 Matrícula no: .......................... Semestre: .............. ou Ano : ......................................

1.4 E-mail: ................................................ Fone (do local de estágio): .......................................................

2 – ESTÁGIO:

2.1 Nome da Concedente do Estágio/Empresa: ......................................................................................... 2.2 Período de Realização: ..........................................................................................................................

2.3 Duração do Estágio (Assinale uma das opções abaixo e/ou complete o campo faltante):

( ) Inferior a 20 horas semanais. ( ) De 4 horas/dia ou 20 horas semanais.

( ) De 6 horas/dia ou 30 horas semanais.

( ) Em tempo integral nos casos previstos por lei e em conformidade com o Regulamento Interno do Curso.

( ) Outra duração (especifique): ........................................................................................

2.4 Finalidade do Relatório de Estágio (Assinale uma das opções abaixo) ( ) PARCIAL, com o estágio em andamento.

( ) CONCLUSIVO, com o estágio terminado, SEM prorrogação.

( ) CONCLUSIVO, com o estágio terminado e necessitando de prorrogação.

3 –ORIENTAÇÃO E SUPERVISÃO. Mencione o nome do:

3.1 Professor Orientador do Estágio Supervisionado Obrigatório: ............................................................................................................................. ...........................................

........................................................................................................................................................................

3.2 Supervisor(a) do Local do Estágio (nome e profissão): ...................................................................... ............................................................................................................................. ...........................................

4 – ATIVIDADES DESENVOLVIDAS NO ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO: Cite as principais.

............................................................................................................................. ..................................................

...............................................................................................................................................................................

...............................................................................................................................................................................

............................................................................................................................. .................................................

5 – RELAÇÃO TEORIA/PRÁTICA: 5.1 Mencione a(s) disciplina(s) que se relacionou (ou se relacionaram) com o estágio obrigatório

desenvolvido e após, justifique sua resposta.

..................................................................................................................................................................

............................................................................................................................. .....................................

..................................................................................................................................................... .............

6 – IMPORTÂNCIA DO ESTÁGIO OBRIGATÓRIO Destaque pontos positivos e negativos observados durante as atividades do estágio.

............................................................................................................................. ...........................................

........................................................................................................................................................................

............................................................................................................................. ...........................................

............................................................................................................................. ...........................................

7 – ESTÁGIO/ TCC E MONOGRAFIA

Indique a relação do estágio com o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) ou com a Monografia, caso

esta(s) disciplina(s) exista(existam) em seu Curso.

Page 48: PLANO DE CURSO PROCESSO NÚMERO · em aparelhos celulares. Até os festivais de cinema e vídeo já atentam para esta ... efetuar operações de correção, ajuste e manutenção,

............................................................................................................................. ...........................................

............................................................................................................................. ...........................................

........................................................................................................................................................................

Curitiba, .............de .........................de 20....

......................................................................................................................................

Assinatura do Aluno

Recebido em ............/...................../20...................

Page 49: PLANO DE CURSO PROCESSO NÚMERO · em aparelhos celulares. Até os festivais de cinema e vídeo já atentam para esta ... efetuar operações de correção, ajuste e manutenção,

Anexo II – Regulamento de Estágio não Obrigatório

REGULAMENTO DO ESTÁGIO NÃO OBRIGATÓRIO DOS CURSOS DO CAMPUS

CURITIBA DO INSTITUTO FEDERAL DO PARANÁ

CAPÍTULO I

DA NATUREZA E FINALIDADE

Artigo 1º - O estágio não obrigatório é um ato educativo de natureza opcional, com a finalidade de

complementar os conhecimentos teóricos recebidos pelo estudante ao longo das atividades de

ensino/aprendizagem e obedecerá a legislação específica, bem como as normas e diretrizes internas

da IFPR.

CAPÍTULO II

DA ORGANIZAÇÃO

Artigo 2º - O estágio não obrigatório deve ser organizado tendo em vista os seguintes objetivos:

I – ampliar a formação acadêmico-profissional do estudante;

II- propiciar ao estudante, na prática, a aplicação dos conhecimentos teóricos obtidos durante a

realização do curso;

III - promover a integração social do estudante.

Artigo 3º - O estágio não obrigatório será regulamentado pela Pró-Reitoria de Interação com a

Sociedade em articulação com a Direção de Ensino, Pesquisa e Extensão do Campus Curitiba, com

as seguintes atribuições:

I - celebrar convênio com a entidade concedente de estágio ou agência de integração empresa-

escola;

II - aprovar o plano de estágio elaborado pelo estudante e seu orientador;

III - assegurar a supervisão acadêmica do estágio, a ser realizadade forma compartilhada pelos

orientadores e pelos supervisores profissionais vinculados às entidades concedentes;

IV - aprovar e assinar o termo de compromisso de estágio, conforme legislação vigente.

Artigo 4º - Só poderão estagiar estudantes regularmente matriculados e com freqüência regular,

preferencialmente depois de cursado um semestre letivo.

§ único - a duração do estágio não obrigatório não poderá ser inferior a um semestre letivo.

Artigo 5º - Para fins de aproveitamento de créditos é vedada a equivalência entre estágio obrigatório

e não obrigatório.

CAPÍTULO III

DO CAMPO DE ESTÁGIO

Artigo 6º - Constituem campo de estágio as entidades de direito privado, os órgãos de administração

pública, as instituições de ensino, a comunidade em geral e as próprias unidades de serviços e

ensino do IFPR

Artigo 7º - Para aprovação de campo de estágio serão considerados pelo Campus Curitiba, em

relação à entidade ofertante de campo de estágio:

I - existência de infra-estrutura material e de recursos humanos;

II - aceitação das condições de supervisão e avaliação do Campus Curitiba do IFPR;

III - anuência e acatamento às normas disciplinadoras do estágio curricular não obrigatório do

Campus Curitiba do IFPR;

Artigo 8º - O campo de estágio será aprovado e oficializado pela Pró-Reitoria de Interação com a

Sociedade com a entidade concedente de estágio ou agentes de integração empresa-escola, estes

últimos entendidos como entidades que atuam na intermediação da busca de campos de estágio e

ofertas de vagas.

§ 1º - A jornada do estágio deverá ser compatível com o horário escolar do estudante;

Page 50: PLANO DE CURSO PROCESSO NÚMERO · em aparelhos celulares. Até os festivais de cinema e vídeo já atentam para esta ... efetuar operações de correção, ajuste e manutenção,

§ 2º - deverá ser garantida a adequação entre as atividades desenvolvidas no estágio e a área de

formação do estudante.

CAPÍTULO IV

DA SUPERVISÃO E ORIENTAÇÃO DE ESTÁGIO

Artigo 9º - A supervisão do estágio não obrigatório caberá ao profissional vinculado à entidade

concedente do estágio em conjunto com profissional orientador indicado pelo curso ao qual o aluno

está matriculado.

Artigo 10 - Cabe ao profissional orientador do estágio:

I - elaborar em conjunto com o estudante estagiário o plano de estágio, observada a adequação das

atividades de estágio com a área de formação do estudante, de forma a garantir o desenvolvimento

de competências necessárias à sua formação profissional.

II - solicitar relatórios trimestrais dos estágios, verificar a assiduidade do estagiário e preencher a

ficha de avaliação.

Artigo 11 - Cabe ao supervisor profissional da entidade concedente:

I - avaliar as atividades desenvolvidas pelo estudante estagiário;

II - assinar a ficha de freqüência do aluno estagiário;

III - orientar a elaboração dos relatórios do estágio e preencher a ficha de avaliação;

IV - verificar a adequação das atividades de estágio com a área de formação do estudante, de forma

a garantir o desenvolvimento de competências necessárias à sua formação profissional.

CAPÍTULO V

DA AVALIAÇÃO DO ESTÁGIO

Artigo 12 - A avaliação do estágio não obrigatório será realizada pelo profissional orientador do

estágio, em conjunto com o supervisor profissional da entidade concedente, observados os seguintes

critérios:

I - desempenho profissional do estudante estagiário nas atividades contidas no plano de estágio;

II - assiduidade do estudante estagiário na entidade concedente;

CAPÍTULO VI

DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

Artigo 13 - O estágio de que trata este regulamento não cria vínculo empregatício de qualquer

natureza entre o estudante e a entidade concedente, facultado ao estagiário o recebimento de bolsa.

§ único – A entidade concedente de estágio ou os agentes de integração empresa-escola

providenciarão seguro de acidentes pessoais ao estudante em regime de estágio curricular não

obrigatório.

Artigo14 - A entidade concedente poderá expedir declaração referente à realização de estágio

curricular não obrigatório, depois de cumpridas todas as formalidades previstas para essa

modalidade.

Artigo 15 - Os casos omissos serão resolvidos pela Direção de Ensino, Pesquisa e Extensão do

Campus Curitiba do IFPR em consonância com as orientações recebidas da Pró-Reitoria de

Interação com a Sociedade.

Curitiba, 20 de janeiro de 2011.

Page 51: PLANO DE CURSO PROCESSO NÚMERO · em aparelhos celulares. Até os festivais de cinema e vídeo já atentam para esta ... efetuar operações de correção, ajuste e manutenção,

Relatório de Atividades de Estágio Não Obrigatório

O relatório será elaborado pelo estagiário devendo conter:

1) Dados de identificação do estagiário e da unidade concedente.

2) Setores em que o estagiário atuou na empresa.

3) Descrever as atividades desenvolvidas.

4) Apresentar pelo menos uma situação real de trabalho, vivenciada pelo estagiário na unidade

concedente, contemplando as atividades de trabalho vinculadas área de formação

acadêmica-profissional.

5) Avaliação do estágio pelo acadêmico. O estagiário deve responder as seguintes perguntas:

1º) Com relação ao desenvolvimento das atividades.

1.1) Está de acordo com suas expectativas?

1.2) Está oferecendo experiência para o exercício profissional futuro?

1.3) Permite conhecer novas técnicas e metodologias de trabalho?

1.4) Oferece experiência prática na sua área de formação?

1.5) Permite conhecer a importância do trabalho em equipe?

1.6) Você sugere que outro acadêmico faça um estágio semelhante ao seu? Por quê?

2º) Com relação ao ambiente de trabalho.

2.1) O ambiente físico é adequado?

2.2) Houve integração com os funcionários da empresa?

2.3) Como foi a orientação e supervisão exercidas pela empresa?

6) Avaliação do estágio pelo supervisor.

O supervisor deverá preencher os seguintes itens:

Aspectos considerados do estagiário Muito bom Bom Regular

1) Assiduidade.

2) Relacionamento Interpessoal.

3) Ética profissional.

4) Capacidade de autocrítica.

Iniciativa e persistência no

Page 52: PLANO DE CURSO PROCESSO NÚMERO · em aparelhos celulares. Até os festivais de cinema e vídeo já atentam para esta ... efetuar operações de correção, ajuste e manutenção,

5) desempenho das atividades.

6) Espontaneidade e participação nas

atividades planejadas.

7) Compreensão das tarefas.

8) Contribuição com idéias.

Recomendações:__________________________________________________________________________________

________________________________________________________________________________________________

________________________________________________________________________________________________

________________________________________________________________________________________________

7) Avaliação do estágio pelo professor orientador

Diante das respostas dadas pelo estagiário e pelo supervisor de estágio, considero o estágio

concluído com

( ) êxito ( ) sem êxito

Data e local:____________________________________________

Assinatura do Estagiário: ________________________________________________________

Assinatura do Supervisor:________________________________________________________ Assinatura do Professor Orientador: _______________________________________________