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Associação Unificada Paulista de Ensino Renovado Objetivo ASSUPERO PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL PDI Instituto Maceió de Ensino e Cultura IMEC 2008 - 2012

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Associao Unificada Paulista de Ensino Renovado

Objetivo ASSUPERO

PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL

PDI

Instituto Macei de Ensino e Cultura

IMEC

2008 - 2012

2

INSTITUTO MACEI DE ENSINO E CULTURA IMEC

PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL PDI 2008 2012

-- NDICE --

AApprreesseennttaaoo ................................................................................................................................................................................................................................................................................ 0066 DIMENSO I ORGANIZAO INSTITUCIONAL ............................................................................. 07

1. PERFIL INSTITUCIONAL .................................................................................................................. 08

1.1. Identificao .............................................................................................................................. 08 1.2. Misso Institucional ................................................................................................................... 08 1.3. Implantao e Desenvolvimento do IMEC: Histricos e Cronogramas .................................... 09

1.3.1. Histrico da Mantenedora ............................................................................................. 09

1.3.2. Histrico da Mantida...................................................................................................... 09

1.3.3. Cronograma de Implantao e Desenvolvimento do Instituto e dos Cursos Oferecidos

2002/2008 ........................................................................................................................... 10

1.3.4. Programao de Expanso e Abertura de Cursos durante o Perodo de Vigncia do

Atual PDI 2008/2012 ............................................................................................................ 11

1.3.4.1. Observaes quanto ao Aumento do Nmero de Vagas Oferecidas ............. 12

1.3.4.2. Ampliao das Instalaes Fsicas.................................................................. 12 1.4. Objetivos e Metas da Instituio ............................................................................................... 13

1.4.1. Objetivos Gerais ........................................................................................................... 14

1.4.2. Descrio dos Objetivos e Quantificao das Metas ................................................... 15

1.4.2.1. Da Organizao Administrativa ....................................................................... 15 1.4.2.2. Da Organizao e Gesto de Pessoal.............................................................16

a) Corpo Docente ............................................................................................. 16

b) Corpo Tcnico-Administrativo ...................................................................... 17

c) Aspectos Financeiros e Oramentrios ....................................................... 18

1.4.2.3. Organizao Didtico-Pedaggica .................................................................. 18

a) Corpo Discente ............................................................................................ 18

b) Projetos Pedaggicos dos Cursos............................................................... 19

c) Cursos Superiores de Tecnologia ................................................................ 20

d) Programas de Extenso .............................................................................. 20

e) Avaliao do Processo Ensino-Aprendizagem ............................................ 21

f) Auto-Avaliao Institucional .......................................................................... 21

1.4.2.4. Infra-Estrutura .................................................................................................. 22

a) Instalaes Gerais ....................................................................................... 22

b) Instalaes da Biblioteca ............................................................................. 22

c) Instalaes dos Laboratrios e Instalaes Especiais ................................ 23 1.5. reas de Atuao ..................................................................................................................... 23 1.6. Anlise Crtica do PDI Anterior ................................................................................................. 24

2. PROJETO PEDAGGICO INSTITUCIONAL PPI .......................................................................... 25 2.1. Concepo do PPI IMEC ....................................................................................................... 25 2.2. Caracterizao Socioeconmica da Regio ............................................................................. 27 2.3. Insero Regional da Instituio ............................................................................................... 28 2.4. Princpios filosficos e terico-metodolgicos gerais que norteiam as prticas acadmicas da Instituio ......................................................................................................................................... 29 2.5. Polticas de Ensino ................................................................................................................... 30

3

2.5.1. Cursos de Graduao ................................................................................................... 31

2.5.2. Cursos Superiores de Tecnologia ................................................................................. 33

2.5.3. Cursos Seqenciais ...................................................................................................... 34 2.6. Polticas para as Atividades Articuladas ao Ensino .................................................................. 36

2.6.1. Prtica Profissional Extracurricular ............................................................................... 36

2.6.2. Atividades Complementares ........................................................................................ 37 2.7. Polticas de Extenso ............................................................................................................... 37 2.8. Polticas de Educao Inclusiva ............................................................................................... 38 2.9. Polticas de Gesto ................................................................................................................... 40 2.10. Polticas e Planos de Atendimento aos Portadores de Necessidades Especiais ou com Mobilidade Reduzida ....................................................................................................................... 40 2.10.1. Acessibilidade s Instalaes Fsicas, Equipamentos e Mobilirios do Instituto ................ 41

2.10.2. Atendimento Prioritrio, Imediato e Diferenciado ....................................................... 43

2.10.3. Servio de Traduo e Interpretao de Linguagem Brasileira de Sinais LIBRAS . 43 2.11. Responsabilidade Social da Instituio .................................................................................. 44

2.11.1. Relacionamento do IMEC com seus Grupos de Interesse ......................................... 45

2.11.1.1. Pblico Interno ............................................................................................... 45

2.11.1.2. Alunos ............................................................................................................ 46

2.11.1.3. Comunidade................................................................................................... 46

2.11.1.4. Parcerias ........................................................................................................ 46

2.11.1.5. Governo ......................................................................................................... 47 3. ORGANIZAO DIDTICO-PEDAGGICA .................................................................................... 47

3.1. Administrao Acadmica ........................................................................................................ 47

3.1.1. Coordenao dos Cursos ............................................................................................. 47

3.1.2. Caracterizao dos Cursos Oferecidos pelo IMEC ...................................................... 49

3.1.2.1. Graduao ....................................................................................................... 49

3.1.2.2. Cursos Superiores de Tecnologia ................................................................... 50

3.1.3. Concepo dos Projetos Pedaggicos dos Cursos do IMEC ....................................... 50

3.1.3.1. Flexibilidade dos Componentes Curriculares: Procedimentos de Seleo de

Contedo ...................................................................................................................... 51

3.1.4. Oportunidades Diferenciadas de Integralizao de Cursos ......................................... 52

3.1.5. Prticas Pedaggicas Inovadoras ................................................................................. 53

3.1.5.1. Desenvolvimento de Materiais Pedaggicos ................................................... 53

3.1.6. Atividades Prticas, Complementares e Estgios ........................................................ 53

3.1.6.1. Atividades de Prtica Profissional ................................................................... 53

3.1.6.2. Atividades Complementares ............................................................................ 54

3.1.6.3. Programa de Estgio Supervisionado ............................................................. 56

3.1.6.4. Trabalho de Concluso de Curso TCC ......................................................... 56 3.2. Organizao Acadmico-Administrativa ................................................................................... 56

3.2.1. Estrutura Organizacional e Instncias de Deciso ....................................................... 57

3.2.1.1. Organograma Institucional e Acadmico ......................................................... 57

3.2.2. rgos Colegiados........................................................................................................ 59

a) Conselho Acadmico ................................................................................... 59

b) Diretoria ....................................................................................................... 60

c) Colegiado de Curso ..................................................................................... 61

d) Administrao Acadmica ........................................................................... 62

3.2.2.1. Formas de Participao de Docentes e Alunos nos rgos Colegiados ....... 63

3.2.3. rgos de Apoio s Atividades Acadmicas ................................................................ 64

3.2.4. Autonomia da IES em Relao Mantenedora ............................................................ 65

3.2.5. Corpo Tcnico-Administrativo ....................................................................................... 65

3.2.5.1. Critrios de Seleo e Contratao ................................................................. 65

3.2.5.2. Polticas de Qualificao, Plano de Carreira e Regime de Trabalho .............. 66

3.2.5.3. Cronograma de Expanso do Corpo Tcnico-Administrativo, considerando o

Perodo de Vigncia do PDI ......................................................................................... 68

3.2.6. Demonstrativo de Capacidade e Sustentabilidade Financeira ..................................... 68

3.2.6.1. Formas de Gesto Financeira Existentes/Previstas........................................ 68

3.2.6.2. Demonstrativo de Viabilidade Financeira ........................................................ 69

4

a) Condies de Financiamento da Instituio, Fontes de Receita e Itens de

Despesa ......................................................................................................... 70

b) Condies Oramentrias e Cronogramas de Execuo Financeira/

Oramentria ................................................................................................... 71

c) Valor dos Encargos Financeiros e Normas de Reajustes em R$ 1.000 ..... 72 3.3. Corpo Discente: Formas de Atendimento aos Alunos .............................................................. 73

3.3.1. Formas de Acesso ........................................................................................................ 73

3.3.2. Programas de Apoio Pedaggico e Financeiro ............................................................ 73

3.3.2.1. Acompanhamento Pedaggico........................................................................ 73

3.3.2.2. Apoio Financeiro .............................................................................................. 74

3.3.3. Estmulos Permanncia do Aluno .............................................................................. 75

3.3.3.1. Programa de Nivelamento ............................................................................... 75

3.3.3.2. Atendimento Psicopedaggico ........................................................................ 75

3.3.4. Organizao Estudantil ................................................................................................. 75

3.3.5. Acompanhamento dos Egressos .................................................................................. 75

4. AVALIAO INSTITUCIONAL ......................................................................................................... 76 4.1. Metodologia, Dimenses e Instrumentos a serem utilizados no Processo de Auto-avaliao 76

4.1.1. Metodologia ................................................................................................................... 76

4.1.1.1. Desenvolvimento da Proposta: fases de execuo......................................... 77

4.1.1.2. Princpios ......................................................................................................... 78

4.1.1.3. Objetivos .......................................................................................................... 78

4.1.1.4. Relatrio Final .................................................................................................. 79

4.1.1.5. Divulgao ....................................................................................................... 79

4.1.1.6. Balano Crtico: Consolidao ......................................................................... 79

4.1.1.7. Etapas .............................................................................................................. 79

4.1.2. Dimenses e Instrumentos que so utilizados no Processo de Avaliao Institucional81

4.1.3. Formas de Participao dos Grupos Envolvidos .......................................................... 83

4.1.4. Formas de Utilizao dos Resultados Obtidos ............................................................. 85

DIMENSO II CORPO DOCENTE .................................................................................................... 87

1. PERFIL DO CORPO DOCENTE DO INSTITUTO MACEI DE ENSINO E CULTURA ................. 88 1.1. Requisitos de Titulao ............................................................................................................. 88 1.2. Experincia no Magistrio Superior e Experincia Profissional No-Acadmica .................... 89

2. ASPECTOS DA VIVNCIA PROFISSIONAL DO DOCENTE NO IMEC .......................................... 89 2.1. Critrios de Seleo e Contratao .......................................................................................... 89

2.2. Regime de Trabalho, Plano de Qualificao e Plano de Carreira Docente ............................. 89

2.2.1. Plano de Capacitao Docente ..................................................................................... 89

2.2.2. Plano de Carreira: Poltica de Aperfeioamento/Qualificao/Atualizao Docente .... 90

2.2.3. Plano de Qualificao Docente ..................................................................................... 90

2.2.3.1. Projeto de Incentivo Qualificao Docente ................................................... 94 2.3. Procedimentos para Eventual Substituio de Professores do Quadro .................................. 95

2.4. Cronograma de Expanso do Corpo Docente, considerando o Perodo de Vigncia do PDI . 95

DIMENSO III INSTALAES .......................................................................................................... 96

1. INSTALAES GERAIS ................................................................................................................... 97

2. INFRA-ESTRUTURA ACADMICA .................................................................................................. 99 2.1. Recursos Audiovisuais .............................................................................................................. 99

2.2. Laboratrios de Informtica .................................................................................................... 101 2.3. Laboratrios Especficos ......................................................................................................... 101

3. SERVIOS ....................................................................................................................................... 105

5

3.1. Servios .................................................................................................................................. 105

3.2. Normas de Segurana ............................................................................................................ 105 3.3. Plano de Atualizao Tecnolgica .......................................................................................... 105

3.4. Plano de Manuteno dos Laboratrios ................................................................................. 106

3.5. Pessoal Tcnico de Apoio ...................................................................................................... 106

3.6. Relao Equipamento/Aluno/Curso ........................................................................................ 106

3.7. Inovaes Tecnolgicas Significativas ................................................................................... 107

4. BIBLIOTECA .................................................................................................................................... 107 4.1. Acervo Atual do IMEC (por rea de Conhecimento) .............................................................. 108

4.2. Formas de Atualizao e Expanso do Acervo ...................................................................... 109 4.3. Plano de Expanso do Acervo para o Perodo de Vigncia do PDI ...................................... 110

4.4. Horrio de Funcionamento ..................................................................................................... 111

4.5. Pessoal Tcnico-Administrativo .............................................................................................. 111

4.6. Servios Oferecidos ................................................................................................................ 111

1 Este formulrio encontra-se, em janeiro/08, no URL http://www2.mec.gov.br/sapiens/Form_PDI.htm e baseia-se no conceito de Dimenses ultimamente comum em relatrios e outros instrumentos de avaliao do INEP/MEC. Outro formulrio possvel, disponvel em http://www2.mec.gov.br/sapiens/pdi.html, foi preterido em favor deste.

PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL PDI (2008-2012) Apresentao

O novo Plano de Desenvolvimento Institucional do Instituto Macei de Ensino e Cultura IMEC, concebido para viger durante o perodo 2008-2012, reflete em seu contedo e em sua forma as muitas mudanas ocorridas nos ltimos anos, tanto na educao superior brasileira em geral, quanto na realidade da Instituio e da regio em que est inserida.

Desde 2003, quando foi apresentado o PDI anterior, muitas novas tecnologias surgiram e foram incorporadas sociedade contempornea, trazendo benefcios, por um lado, e toda uma gama de novos desafios, por outro em especial se consideradas as grandes disparidades sociais que ainda afligem grande parte do povo brasileiro, ainda dependente de aes afirmativas e inclusivas que resgatem sua cidadania e seu acesso a esses novos conhecimentos e possibilidades.

A educao assumiu, na viso do cidado comum, assim como na de todos aqueles que pensam a Nao estrategicamente, papel fundamental na manuteno de bons nveis de desenvolvimento socioeconmico. Sem cidados com conscincia social e ambiental e sem mo-de-obra qualificada e em sintonia com as exigncias atuais do mercado de trabalho, nenhuma regio do Pas progride de maneira auto-sustentada ou verdadeiramente eficaz. A formao de tais contingentes, ento, passou a ser objetivo de todos, visto que atende, no fim, aos interesses de todos.

O Instituto Macei de Ensino e Cultura IMEC visa a contribuir com este esforo por meio de sua atividade principal, que o fornecimento de ensino superior de qualidade cidade de Macei e toda sua rea de influncia.

Assim, depois de cuidadosa observao e anlise dos resultados obtidos no qinqnio anterior, envolvendo a Direo do Instituto, seus rgos colegiados e representantes da Mantenedora, e obedecendo ao disposto nas mais recentes leis que regulam o ensino superior brasileiro em especial ao art. 16 do Decreto n. 5.773 de 9 de maio de 2006, que define os principais tpicos que deve conter todo Plano de Desenvolvimento Institucional o IMEC apresenta seu PDI 2008-2012, remodelado de acordo com sugestes apresentadas em formulrio disponibilizado pelo Ministrio da Educao1.

Por meio deste Documento procura-se expor com conciso e coerncia os passos a serem dados nesta nova etapa do caminho da Instituio rumo ao pleno cumprimento de sua misso, para o engrandecimento de sua cidade-sede, Macei, de todo o Estado de Alagoas e tambm, at onde permitir a realidade desta IES, de todo o Pas.

A Direo Instituto Macei de Ensino e Cultura IMEC

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DIMENSO I ORGANIZAO INSTITUCIONAL

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DIMENSO I ORGANIZAO INSTITUCIONAL

1. PERFIL INSTITUCIONAL 1.1. Identificao Mantenedora: Associao Unificada Paulista de Ensino Renovado Objetivo ASSUPERO CNPJ: 06.099.229/0001-01

IES/Mantida: Instituto Macei de Ensino e Cultura IMEC UNIDADE I End.: Avenida Aristeu de Andrade, n 256 Farol CEP: 57051-090 Macei/AL Fone/Fax: (82) 3336-8787 E-mail: [email protected] UNIDADE II End.: Rua Papa Joo Paulo I, n 30 Gruta de Lourdes CEP: 57036-540 Macei/AL Fone/Fax: (82) 3338-2390 E-mail: [email protected] UNIDADE III End.: Rua Jornalista Arnbio Valente Filho, n 59 Farol CEP: 57050-620 Macei/AL Fone/Fax: (82) 3371-8012 E-mail: [email protected]

UNIDADE IV End.: Rua Dr. Messias Gusmo, n 215 Pajuara CEP: 57030-390 Macei/AL Fone/Fax: (82) 3327-1604 E-mail: [email protected]

1.2. Misso Institucional

O IMEC tem como misso investir em um processo de ensino e aprendizagem que capacite os seus egressos a atenderem s necessidades e expectativas do mercado de trabalho e da sociedade, com competncia para formular, sistematizar e socializar conhecimentos em suas reas atuao. Para alcanar esse objetivo, a Instituio promove a educao superior integrando o ensino e a extenso, visando formao de sujeitos empreendedores e comprometidos com o autoconhecimento, a transformao social, cultural, poltica e econmica do Estado e da regio.

Seu dever orientar e desenvolver iniciativas que aumentem a qualidade do Ensino

e com ela a formao de sujeitos responsveis, comprometidos com o seu autodesenvolvimento e com o progresso da sociedade. Para tanto, partilha dessa responsabilidade com os ingressos, os egressos e com as organizaes locais. Nesse sentido, a Instituio objetiva ser cus de referncia no Estado, assumindo o compromisso institucional de promover o desenvolvimento educacional da regio e participar da insero

mailto:[email protected]:[email protected]:[email protected]:[email protected]

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dos egressos no mercado de trabalho. A Instituio entende que, na interao dinmica com a sociedade, em geral, e com o mercado de trabalho, em particular, define os seus campos de atuao acadmica presentes e futuros.

Reconhecendo a crescente importncia do conhecimento para a formao de

sujeitos e para o processo de desenvolvimento da sociedade, o IMEC pretende produzi-lo articulando o ensino com a extenso a partir da anlise da realidade social, econmica, poltica e cultural local, buscando compreender melhor e mais profundamente a realidade que seu egresso ir contribuir para transformar. Nesse sentido, esta Instituio tem como diretriz uma formao que combina e equilibra o desenvolvimento tcnico e humanstico e que promove a viso sistmica do estudante.

No obstante, o processo de formao do profissional deve abranger uma srie de

compromissos com a realidade social enquanto sujeito partcipe de sua construo qualitativa, ao mesmo tempo em que assumir o exerccio profissional na direo da resoluo dos problemas locais e regionais.

Para realizar essa misso, a Instituio tambm parte da necessidade de que,

enquanto agncia promotora de educao superior, deva ser possuidora de uma poltica de Graduao rigorosa, slida e articulada organicamente a um projeto de sociedade e de educao. 1.3. Implantao e Desenvolvimento do IMEC: Histricos e Cronogramas 1.3.1. Histrico da Mantenedora

A Sociedade Unificada Paulista de Ensino Renovado Objetivo SUPERO e, atualmente, de acordo com transferncia de mantena autorizada pela Portaria MEC n 3.357, de 27/09/2005, publicada no D.U. de 28/09/2005, Associao Unificada Paulista de Ensino Renovado Objetivo ASSUPERO, denomina-se pessoa jurdica de direito privado, sem fins lucrativos, com sede e foro em So Paulo/SP, Estatuto registrado e protocolado em microfilme no Quarto Cartrio de Ttulos e Documentos de So Paulo, em 04/02/2004, sob o n 477.740, e CNPJ n 06.099.229/0001-01. 1.3.2. Histrico da Mantida

O Instituto Macei de Ensino e Cultura IMEC, credenciado por meio da Portaria n 3.741, publicada no DOU de 23 de dezembro de 2002 e situado na Avenida Aristeu de Andrade, 256, Farol, Macei, Alagoas, oferece os seguintes programas de graduao: Administrao, reconhecido pela Portaria n 434, publicada no DOU de 23 de maio de 2007; Direito, autorizado pela Portaria n 2.317, publicada no DOU de 29 de agosto de 2003; Comunicao Social com hab Publicidade e Propaganda, autorizado pela Portaria n 3.743, publicada no DOU de 23 de dezembro de 2002; Cincias Contbeis, autorizado pela Portaria n 1.825, publicada no DOU de 31 de maio de 2005; Turismo, autorizado pela Portaria n 1.826, publicada no DOU de 31 de maio de 2005; Cincia da Computao, autorizado pela Portaria n 925, publicada no DOU de 16 de novembro de 2006; Fisioterapia, autorizado pela Portaria n 1.047, publicada no DOU de 11 de dezembro de 2006; Pedagogia, autorizado pela Portaria n. 942, publicada no D.U. de 23 de novembro de 2006.

Na unidade situada Rua Papa Joo Paulo I, n 30, Bairro Gruta de Lourdes,

Macei, Alagoas, so oferecidos os cursos de Administrao, reconhecido pela Portaria n 434, publicada no DOU de 23 de maio de 2007; Cincias Contbeis, autorizado pela Portaria n 1.825, publicada no DOU de 31 de maio de 2005 e Direito, autorizado pela Portaria n 2.317, publicada no DOU de 29 de agosto de 2003.

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Na unidade situada Rua Jornalista Arnbio Valente Filho, n 59, Macei, Alagoas,

so oferecidos os cursos tecnolgicos de Gesto de Comrcio Exterior, Marketing, Gesto de Recursos Humanos, Gesto Comercial, Processos Gerenciais, Gesto da Tecnologia da Informao, Gesto Hospitalar e Gesto de Turismo, autorizados pela Portaria n 364, publicada no DOU de 22 de maio de 2007.

Na unidade situada Rua Dr. Messias Gusmo, n 215, Macei, Alagoas, so oferecidos os cursos tecnolgicos de Gesto de Comrcio Exterior, Marketing, Gesto de Recursos Humanos, Gesto Comercial, Processos Gerenciais, Gesto da Tecnologia da Informao, Gesto Hospitalar e Gesto de Turismo, autorizados pela Portaria n 364, publicada no DOU de 22 de maio de 2007.

Os quadros a partir da prxima pgina apresentam estas informaes na forma de

cronogramas, em conformidade com o disposto no Decreto n. 5.773, de 09 de maio de 2006.

1.3.3. Cronograma de Implantao e Desenvolvimento do Instituto e dos Cursos Oferecidos 2002/2008

Endereo: Avenida Aristeu de Andrade, 256, Farol CEP 57051-090

Cursos Autorizados Ato Legal

Autorizao Incio de

Funcionamento Ato Legal

Reconhecimento

Ato Legal de Renovao de

Reconhecimento

N

vagas

Administrao Port. 3.742-20/12/02

DOU 23/12/02 2003

Portaria 434 22/05/07 DOU 23/05/07

500

Comunicao Social hab. Publ. e Prop.

Port. 3.743-20/12/02

DOU 23/12/02 2008 100

Direito Port. 2.317-

28/08/03 DOU 29/08/03

2003 Pedido 20073167

05/05/07 23000.014829/07-70

100

Turismo Port. 1.826

30/05/05 DOU 31/05/05

2008 100

Cincia da Computao

Portaria 925 13/11/06

DOU 16/11/06 2008 100

Fisioterapia Port. 1.047

08/12/06 DOU 11/12/06

2007 100

Pedagogia Portaria 942

22/11/06 DOU 23/11/06

2008 200

Endereo: Rua Papa Joo Paulo 1 n 30 Bairro Gruta de Lourdes CEP: 57036-540

Cursos Autorizados Ato Legal

Autorizao Incio de

Funcionamento Ato Legal

Reconhecimento

Ato Legal de Renovao de

Reconhecimento

N

vagas

Administrao Port. 3.742-20/12/02

DOU 23/12/02

Cincias Contbeis Port. 1.825

30/05/05 DOU 31/05/05

2008 100

Direito Port. 2.317-

28/08/03 DOU 29/08/03

- 11 -

Endereo: Rua Jornalista Arnbio Valente Filho, 59 CEP 57050-620

Cursos Autorizados Ato Legal

Autorizao Incio de

Funcionamento Ato Legal

Reconhecimento

Ato Legal de Renovao de

Reconhecimento

N

vagas

Comrcio Exterior

Port. 364 18/05/07

DOU 22/05/07

2008 200

Marketing 2008 200

Gesto de Recursos Humanos

fev/2008 200

Gesto Comercial 2008 200

Processos Gerenciais 2008 200

Gesto de Tecn. Da Informao

2008 200

Gesto Hospitalar 2008 200

Gesto de Turismo 2008 100

1.3.4. Programao de Expanso e Abertura de Cursos durante o Perodo de Vigncia do Atual PDI 2008/2012 O IMEC vem, ao longo de sua histria, mostrando grande capacidade de adaptao s mudanas do mercado de trabalho de Macei, buscando, no menor tempo possvel para que se respeitem os padres de qualidade estabelecidos tanto pelas diretrizes e objetivos da Instituio, quanto pelos rgos pblicos competentes, cursos relevantes para o atendimento das demandas de mdio e longo prazo do mercado de trabalho da regio. Recentemente, com a abertura de cursos tecnolgicos, o Instituto passou a abranger tambm as demandas de curto prazo, oferecendo formao superior de qualidade por meio de cursos que duram, em mdia, dois anos, possibilitando ao profissional pronto acompanhamento das tendncias mais significativas nas empresas dos mais variados segmentos e portes.

Endereos: Rua Dr. Messias de Gusmo, 215, Bairro Pajuara CEP 57030-046

Cursos Autorizados Ato Legal

Autorizao Incio de

Funcionamento Ato Legal

Reconhecimento

Ato Legal de Renovao de

Reconhecimento

Comrcio Exterior

Port. 364 18/05/07

DOU 22/05/07

a funcionar em 2008

Marketing a funcionar em 2008

Gesto de Recursos Humanos

a funcionar em 2008

Gesto Comercial a funcionar em 2008

Processos Gerenciais a funcionar em 2008

Gesto de Tecn. da Informao

a funcionar em 2008

Gesto Hospitalar a funcionar em 2008

Gesto de Turismo a funcionar em 2008

- 12 -

No perodo de vigncia deste PDI, qual seja, o qinqnio 2008-2012, est prevista primeiramente a implantao de cursos que visam a um melhor aproveitamento da capacidade j instaurada da IES, conforme dispostos na tabela abaixo:

ANOS CURSOS N. de VAGAS PERODO

2009 Enfermagem

Letras 100 100

Noturno 2010 Psicologia 100

2011 Educao Fsica 100

2012 Nutrio 100

Em que pese esta disposio, o Instituto Macei de Ensino e Cultura IMEC compromete-se a permanecer atento s mudanas e inovaes sociais e tecnolgicas, mantendo uma margem de trabalho suficiente para adaptar seus planos realidade do momento, mas sem perder de vista questes de longo prazo, como relevncia socioeconmica e sustentabilidade de eventuais novas propostas de cursos. Caso seja do interesse do IMEC e da comunidade em que est inserido, assim como do interesse do Estado ou do Pas, a implantao de outros cursos que no os apresentados neste item, este PDI ser devidamente aditado, passando a conter todos os passos do novo planejamento conforme estabelecem o Decreto n. 5.773, de 09 de maio de 2006, e demais dispositivos legais posteriores que venham a alter-lo. 1.3.4.1. Observaes quanto ao Aumento do Nmero de Vagas Oferecidas

O Instituto acompanha constantemente seu nmero de alunos, de forma a otimizar o uso de seus recursos pedaggicos e financeiros e de sua infra-estrutura fsica e acadmica.

Incorporando em seus clculos e projees para os novos cursos dados importantes como taxas de evaso/desistncia, transferncia e de alunos repetentes, o IMEC garante a melhor distribuio possvel de seus alunos e faz, quando necessrio e de acordo com instrues da Mantenedora, intervenes em sua infra-estrutura fsica, entre outras aes, para acomodar nmeros crescentes de alunos e atender satisfatoriamente s caractersticas didtico-pedaggicas de seus cursos. 1.3.4.2. Ampliao das Instalaes Fsicas

Em relao manuteno e ampliao da Infra-estrutura, o IMEC planeja a elevao do nmero de salas de aulas, de reas comuns, de reas especiais e de instalaes pertinentes aos recursos materiais e tecnolgicos gerais e especficos para cada curso existente e a ser implantado pela Instituio, priorizando a demanda dos cursos e s demais atividades fim e meio.

Considerando que essa reorganizao do espao fsico compromete a Infra-estrutura

geral, novas inverses financeiras sero realizadas visando a atender ao conjunto das reas destinadas aos recursos fsicos e materiais da Instituio, assim como ao bem-estar coletivo por meio do atendimento das necessidades ambientais e de segurana. Vale ressaltar que a implantao dos novos programas de cursos de Graduao implica na construo de clnicas e laboratrios destinados ao exerccio da prtica profissional.

Entendendo a importncia de detalhar as informaes relativas manuteno e ampliao da Infra-estrutura no PDI, segue na seqncia o quadro com essa disposio:

- 13 -

Manuteno e ampliao de Infra-estrutura (*) 2008 2009 2010 2011 2012 TOTAL

Manuteno da Infra-estrutura 300 500 800 1200 900 3700

Construo de salas 120 200 800 1200 900 3220

Construo/Ampliao de reas comuns e

especiais 300 500 800 1200 900 3700

Construo de Laboratrios e Clnicas 300 500 2500 2200 800 6300

Ampliao do espao da Biblioteca 300 300 500 500 500 2100

Urbanizao e jardinagem 130 130 130 150 150 690

Iluminao e sinalizao 130 130 130 150 150 690

Instalaes Eltricas/Hidrulicas/Arquitetnicas 250 250 150 350 350 1350

Aquisio de Mobilirios 650 650 1700 2500 2200 7700

Aquisio de Sistemas de Ar/Alarme/Segurana 0 150 180 270 270 870

Aquisio de Terrenos 0 3100 4200 4000 4000 15300

Outras construes e aquisies 520 3100 3300 3500 3500 13920

TOTAL PREVISTO 3.000 9.510 15190 17.220 14.620 59.540

(*) em R$ mil

1.4. Objetivos e Metas da Instituio

O Instituto assume posio construtiva em uma sociedade democrtica, servindo de instrumento propulsor de transformao social. Nesse sentido, suas metas procuram responder aos anseios e s necessidades da comunidade onde se situa. A IES deve ter o compromisso de colocar o produto de suas atividades de ensino com a extenso ao alcance e servio dessa comunidade, para dela merecer respeito e reconhecimento. Tem como fim, ainda, garantir a qualidade desse produto, por meio de uma efetiva poltica de capacitao de pessoal docente e tcnico-administrativo, alm de uma ampla participao dos alunos nos diversos aspectos da vida universitria.

A finalidade, disposta na estrutura regimental, destaca como objetivos e finalidades

do Instituto: formar profissionais de nvel superior, nas diferentes reas de conhecimento,

para participar do desenvolvimento da sociedade brasileira;

incentivar a pesquisa e a iniciao cientfica, visando colaborar no avano da cincia e da cultura;

promover a extenso, aberta participao da populao, para difundir as conquistas e benefcios resultantes dos estudos sistematizados e investigaes gerados na Instituio;

estimular a criao cultural, por meio da promoo de eventos diversificados;

preparar profissionais competentes e ticos para o mercado de trabalho;

proporcionar cursos de formao continuada para seus egressos, visando

atualizao profissional;

- 14 -

desenvolver atividades educativas, culturais, humanistas, tcnicas e cientficas que beneficiem efetivamente a comunidade onde se insere; e

estimular o conhecimento dos problemas do mundo presente, em particular os nacionais e regionais, prestar servios especializados comunidade e estabelecer com esta uma relao de reciprocidade.

1.4.1. Objetivos Gerais

As diretrizes que norteiam o Projeto Institucional do IMEC estabelecem como compromisso a busca de um padro de excelncia no ensino da Graduao e da Tecnologia, associando a eficincia e a eficcia exigidas pelo mercado aos princpios ticos que regem a atuao do profissional a ser formado. A decorrncia dessa concepo geral a de procurar formar um profissional que contribua para a melhoria da qualidade de vida em nossa sociedade.

Nessa perspectiva, os contedos curriculares, as competncias e as habilidades a

serem assimilados e adquiridos na IES devem conferir-lhe terminalidade e capacidade acadmica e/ou profissional, considerando as demandas e as necessidades prevalentes e prioritrias da regio e do Pas. Esse conjunto de competncias deve promover no aluno a capacidade de desenvolvimento intelectual e profissional autnomo e permanente.

O IMEC procura desenvolver aes que assegurem: a formao tica e humanstica do sujeito voltada para a autonomia, cooperao,

solidariedade, respeito diversidade, tolerncia e eqidade social;

a slida formao tcnico-cientfica, que possibilite ao sujeito compreenso e ao crticas do/no mundo em transformao;

o envolvimento das instncias superiores de planejamento, desenvolvimento e avaliao das atividades de ensino de Graduao;

o aprimoramento do Instituto, visando sua qualificao na rea educacional;

a modernizao institucional continuada;

os mecanismos que harmonizem as relaes internas;

os meios necessrios para a realizao da sistemtica de avaliao institucional;

a integrao das reas de ensino e extenso com uma administrao comprometida com a educao;

o estmulo comunidade acadmica na busca por capacitao em reas acadmicas e tcnico-administrativas; e

- 15 -

formas alternativas de recursos, intensificando parcerias com organizaes

nacionais e internacionais.

Outros objetivos e metas tornam-se claros quando visualizados nos quadros a seguir. 1.4.2. Descrio dos Objetivos e Quantificao das Metas

Em consonncia com os objetivos gerais, o IMEC tem adotado outros objetivos, metas e aes especficas, transcritas a seguir, para a tomada de decises estratgicas e operacionais do seu processo de gesto institucional. 1.4.2.1. Da Organizao Administrativa

OBJETIVOS METAS AES PRAZOS

Aperfeioar a

poltica de

comunicao interna

e externa do IMEC

Integrar todas as aes na rea

da Comunicao.

Criao de mecanismos para que

os processos de comunicao

estejam adequados s

necessidades dos diversos setores.

2008

Criao de meios em instncias

apropriadas para o

acompanhamento e soluo do fato

ocorrido.

2008

Criao de documentos que

socializem as informaes. 2008

Desenvolvimento de cronograma

para Reunies gerais. 2008-2012

Incentivar a

participao efetiva

dos coordenadores

dos cursos na

elaborao de

projetos

pedaggicos

Atingir 100% de participao

dos docentes.

Reunio com todos os professores

dos cursos pelo menos uma vez

por bimestre.

2008-2012

Ter 100% dos coordenadores

comprometidos com garantia

de qualidade do curso.

Avaliao da atuao do

coordenador no que diz respeito ao

atendimento a alunos e docentes;

Avaliao da forma de conduo do

curso.

2008-2012

Garantir 100% de participao

da representao de

coordenadores nas reunies

dos rgos colegiados.

Divulgao das datas de reunies

com antecedncia;

Convocaes atravs de editais;

Solicitao da cincia dos

interessados.

2008-2012

Aperfeioar todo o apoio

didtico-pedaggico necessrio

Solicitao da relao de demanda. 2008

Compra, instalao ou contratao

que forem pertinentes. 2008-2012

Implantar as

coordenaes dos

novos cursos

Ter, em 100% dos cursos

oferecidos e a serem

implantados, coordenadores

que atendam s exigncias dos

padres de qualidade quanto

titulao.

Incentivo busca da titulao;

Contratao de Coordenadores que

j atendam aos parmetros de

qualidade para os novos cursos.

2008-2012

- 16 -

OBJETIVOS METAS AES PRAZOS

Ter, em 100% dos cursos

oferecidos, coordenadores que

atendam s exigncias dos

padres de qualidade quanto

ao regime de trabalho.

Contratao de Coordenadores que

j atendam aos parmetros de

qualidade, para os novos cursos.

2008-2012

Ter, em 100% dos cursos

oferecidos, coordenadores que

atendam s exigncias dos

padres de qualidade quanto

experincia profissional.

Contratao de Coordenadores que

j atendam aos parmetros de

qualidade para os novos cursos.

2008-2012

Aperfeioar a

organizao do

controle

administrativo

Qualificar tcnicos

administrativos atravs de

bolsas de estudo com

descontos que podem chegar a

50%, com incentivos salariais

aos funcionrios que concluem

tais cursos.

Incentivo a formao continuada do

corpo tcnico;

Oferta de cursos voltados a

atuao especfica;

Oferta de cursos de relaes

interpessoais para o bom

desempenho profissional;

Estmulo participao em eventos

sociais, culturais e cientficos

promovidos pela Instituio e outras

entidades.

2008-2012

Capacitar e dar treinamento em

Informtica.

Realizao de cursos para usurios

da comunidade, da administrao,

agentes de informtica,

administradores de redes e

funcionrios tcnicos e

administrativos.

2008-2012

Dispor de tcnicos

administrativos em quantidade

suficiente para atender s

necessidades do IMEC.

Contratao de funcionrios para

atender os parmetros de

qualidade;

Remanejamentos internos;

2008-2012

Qualificao dos servidores j

contratados. 2008

1.4.2.2. Da Organizao e Gesto de Pessoal

a) Corpo Docente Formao Acadmica e Profissional

OBJETIVOS METAS AES PRAZOS

Estimular o

aperfeioamento da

qualificao docente

do IMEC

Estabelecer um cronograma

anual de capacitao para

que, no final da vigncia do

PDI, o IMEC tenha 1/3 do

corpo docente com o ttulo

de Mestres e Doutores.

Contratao, em cada um dos

cursos a serem implantados pela

Instituio, de professores com

Mestrado ou Doutorado, de maneira

que atenda aos padres de

qualidade e a Avaliao das

Condies de Ensino.

2008-2012

Incentivo aos professores

contratados para o aperfeioamento

da titulao.

Incentivar a

participao dos

professores em

eventos nacionais

Atingir o mnimo de um

professor participante, por

curso, de eventos

nacionais, por ano.

Ajuda de custo voltada para a

participao de professores em

eventos nacionais.

2008-2012

- 17 -

Condies de Trabalho

OBJETIVOS METAS AES PRAZOS

Adequar o corpo

docente s

exigncias do MEC,

em termos de regime

integral e parcial de

trabalho.

Atingir, no mnimo, 1/5 de

professores em tempo

integral ou parcial.

Adequao do corpo docente dos

cursos existentes e a serem

implantados, especialmente ao

item Regime de Trabalho;

Adequao do quadro s

exigncias estabelecidas pelo

MEC.

2008-2012

Desempenho Acadmico e Profissional

b) Corpo Tcnico-Administrativo

OBJETIVOS METAS AES PRAZOS

Propiciar ao corpo

tcnico-

administrativo

condies

adequadas ao

desempenho de suas

atividades

Manuteno de um corpo

tcnico-administrativo

adequado s

necessidades relativas ao

bom funcionamento da

instituio.

Manuteno da poltica elaborada

para o corpo tcnico-administrativo.

2008

Alcanar e manter em

nvel elevado a formao

e a qualificao

profissional dos servidores

tcnico-administrativos,

integrando-os aos

interesses da

organizao.

Oferecimento de programas

peridicos de atualizao,

contemplando os avanos da

tecnologia disponveis nas reas

pertinentes;

Efetivao de convnios com

instituies pblicas e privadas para o

oferecimento de programas de

capacitao;

Estabelecimento do intercmbio com

entidades diversas para a oferta de

cursos e programas de atualizao.

2008-2012

OBJETIVOS METAS AES PRAZOS

Acompanhar o

desempenho

acadmico e

profissional do

docente.

Avaliar semestralmente o

desempenho docente.

Estabelecimento de estratgias

para melhoria do desempenho

profissional dos docentes a partir

dos resultados da avaliao

institucional.

2008-2012

Melhorar o

desempenho docente

Promover semestralmente

a capacitao de

docentes.

Realizao de eventos e programas

de capacitao didtico-

pedaggico;

Estabelecimento de estratgias

para manuteno e melhoria do

desempenho acadmico e

profissional dos docentes;

Promoo de melhorias nas

condies ambientais de trabalho

do professor.

2008-2012

- 18 -

OBJETIVOS METAS AES PRAZOS

Manuteno do

Plano de Carreira

para o corpo

administrativo

Manter Corpo

administrativo composto

por, pelo menos, 15%

(quinze por cento) de

auxiliares de

administrao escolar

graduados.

Incentivo formao continuada do

corpo tcnico;

Oferta de cursos voltados atuao

especfica;

Estmulo a participao em eventos

sociais, culturais e cientficos

promovidos pela Instituio e outras

entidades;

Promoo e atualizao de

conhecimentos na rea de atuao.

2008-2012

Oferecer oportunidades

de atualizao e

aperfeioamento

permanentes.

Ajuda de custo e liberao de ponto

para participao em Seminrios,

Congressos, Simpsios, pertinentes

rea de atuao.

2008-2012

c) Aspectos Financeiros e Oramentrios

OBJETIVOS METAS AES PRAZOS

Previso oramentria

para a implantao de

novos cursos

Elaborar o Plano de

Execuo Oramentria

Elaborao do Plano de Execuo

Oramentria, com a previso de

implantao dos novos cursos.

2008-2012

Captar recursos externos

Elaborao de projetos que possam

captar recursos para o IMEC;

Planejamento e captao de recursos

por meios alternativos: doaes,

parcerias, convnios e outros.

2008-2012

Otimizao de recursos

financeiros

Prestar contas,

anualmente,

comunidade universitria,

da execuo

oramentria/financeira

definida no seu

oramento-programa.

Vinculao das metas oramentrias

aos objetivos fins da instituio;

Implantao de sistema de reduo

de custo sem interferir na qualidade;

Elaborao do planejamento de giro e

abastecimento dos insumos;

Elaborao de planejamento e de

reinvestimento do IMEC.

2008-2012

1.4.2.3. Organizao Didtico-Pedaggica

a) Corpo Discente

OBJETIVOS METAS AES PRAZOS

Contnuo apoio ao

discente

Estender a poltica de

assistncia ao estudante

at cobrir a totalidade de

suas necessidades

pedaggicas.

Implantao do ncleo de apoio ao

discente;

Celebrao de convnios com

empresas da regio;

Oferecimento do programa de bolsas

de estudo e de monitoria.

2008-2012

- 19 -

OBJETIVOS METAS AES PRAZOS

Trabalhar a postura

acadmica e profissional

do estudante

Orientao aos estudantes sobre

mtodos de estudo;

Incentivo participao discente em

grupos de pesquisa e Programa de

Extenso;

Informaes constantes sobre

tendncias, requisitos e dificuldades

relacionadas ao mercado de trabalho.

2008-2012

Apoio iniciativa tanto do

professor quanto do aluno

no sentido de organizao

de eventos e divulgao

cientfica.

Apoio participao na iniciao

cientfica;

Apoio participao em congressos,

encontros, e seminrios realizados

em outras instituies;

Promoo de eventos na prpria

instituio de acordo com os cursos a

serem implantados;

Otimizao dos recursos de

divulgao j existentes tais como:

revistas, murais, pgina na Internet,

entre outros.

2008-2012

Acompanhamento

psicopedaggico

Disponibilidade de pessoal

qualificado para o exerccio dessa

atividade.

2008

Oferecimento de

mecanismos de

nivelamento atingindo

40% dos alunos

ingressantes

Identificao das principais

defasagens dos ingressantes por

meio do processo seletivo;

Desenvolvimento de material de apoio

para nivelamento compatveis com as

prioridades de cada curso a ser

implantado;

Acompanhamento e orientao

didtica, de modo prioritrio, aos

alunos ingressantes com dificuldades

de aprendizagem;

Oferecimento de cursos de

nivelamento com utilizao da

tecnologia da informao.

2008-2012

Implantao do programa

de acompanhamento ao

egresso

Criao da associao de ex-alunos;

Promoo de encontros de ex-alunos;

Participao do egresso no processo

de avaliao institucional;

Convite aos egressos para dar

palestras para os novos alunos.

2008-2012

b) Projetos Pedaggicos dos Cursos

OBJETIVOS METAS AES PRAZOS

Adequao do

currculo dos cursos

Ter Currculos de Cursos que

satisfaam as necessidades

dos alunos em consonncia

com os objetivos

institucionais.

Identificao de possveis

deficincias na Estrutura Curricular

dos Cursos e promover alterao

curricular.

2009-2012

Manter um sistema

unificado para a

Avaliao do Ensino

Manter a poltica institucional

de avaliao seguindo o

padro do SINAES.

Aperfeioar os mecanismos de

avaliao para todos os cursos;

Atuao da CPA Comisso

2008-2012

- 20 -

OBJETIVOS METAS AES PRAZOS

Aprendizagem Permanente de Avaliao.

Promover a

divulgao de

conhecimentos

culturais, cientficos

e tcnicos que

constituem

patrimnio da

humanidade.

Consolidao dos projetos

acadmicos identificando e

priorizando as metodologias

inovadoras para o ensino,

extenso e atividades

assistenciais.

Comunicao do saber

atravs do ensino, de

publicaes ou de outras

formas de comunicao.

Sustentao da qualidade dos

cursos oferecidos valorizando o

ensino prtico, a formao

humanstica;

Anlise critica dos resultados

atravs do programa de avaliao

permanente;

Implementao e adoo crtica de

novas metodologias educacionais;

Implantao de novas prticas

metodolgicas do ensino,

compatveis com os desafios e

exigncias do desenvolvimento

regional e nacional.

2008-2012

c) Cursos Superiores de Tecnologia

OBJETIVOS METAS AES PRAZOS

Implantar Cursos

Superiores de

Tecnologia

Estimular a criao de cursos

Superiores de Tecnologia

com o objetivo de formar

profissionais de nvel superior

aptos a desenvolver, de forma

plena e inovadora, atividades

em suas reas de formao

especfica, contribuindo para

o pronto atendimento das

necessidades do mercado de

trabalho das regies em que

atuarem.

Implementar cursos e currculos

concisos e objetivos, voltados para a

qualificao profissional tanto de

indivduos ainda no inseridos no

mercado de trabalho quanto

daqueles que necessitam de

oportunidades de qualificar ou

requalificar sua atuao profissional,

sintonizando-se com as mais

recentes demandas do mercado de

trabalho quer como empregado ou

empreendedor.

2008-2012

d) Programas de Extenso

OBJETIVOS METAS AES PRAZOS

Implantar programas

de Extenso

Desenvolver mecanismos

para que todos os discentes

participem pelo menos de

uma atividade de extenso

por semestre

Definio por curso um cronograma

de atividades de extenso para todo

o semestre.

2008-2012

Estabelecer diretrizes para

que todos os discentes

realizem pelo menos uma

Visita Tcnica por semestre

Estabelecimento de parcerias,

convnios e aes integradas com o

setor produtivo e social;

Definio de uma agenda de visita

tcnica para cada semestre.

2008-2012

- 21 -

e) Avaliao do Processo Ensino-Aprendizagem

OBJETIVOS METAS AES PRAZOS

Aperfeioar o

Processo de

Avaliao e as

Polticas

Pedaggicas

Envolver 100% dos docentes

na reflexo sobre as prticas

pedaggicas adotadas.

Integrao entre os coordenadores e

a Administrao Superior, em busca

de aperfeioamento na metodologia

da avaliao e os resultados do

desempenho.

2008

Avaliar de forma

inovadora

Manter e aperfeioar o

processo de avaliao

qualitativa em todas

atividades de ensino

aprendizagem e dimenses

do IMEC, segundo as

diretrizes do SINAES.

Reflexo sobre o carter sistmico

dos componentes do processo de

ensino-aprendizagem, considerando

a integrao do cognitivo e do

afetivo, do instrutivo e do educativo

como requisitos psicolgicos e

pedaggicos essenciais;

Integrao dialtica entre o instrutivo

e o educativo;

Construo da avaliao como

processo de aprendizagem como

uma ao contnua, analisando as

diferentes etapas do processo.

2008-2012

f) Auto-Avaliao Institucional

OBJETIVOS METAS AES PRAZOS

O IMEC iniciou seu

processo de Auto-

Avaliao em 2004, com a

implantao da CPA, em

conformidade com a Lei

do SINAES

Processo ordenado, sistmico,

de conhecimento de mritos,

valores, potencialidades e

fragilidades.

O IMEC em 2006 enviou ao

INEP/MEC seu Relatrio de Auto-

Avaliao

2008

Consolidao da Cultura

e do Processo de

Avaliao da Instituio

Reviso da Metodologia e

Procedimentos adotados no

Processo de Auto-Avaliao

Institucional.

Tornar a Avaliao mais

participativa, gil, capaz de

acompanhar os projetos e

programas da IES;

Avaliao do nvel de excelncia

acadmica, de acordo com os

parmetros do MEC.

2008-2012

Institucionalizao da avaliao

como instrumento para a melhoria

da qualidade do ensino no IMEC;

Elaborao e divulgao para a

Diretoria do IMEC e Coordenadores

de Cursos, grficos dos resultados e

estudo das tendncias, dos pontos

altos, mdios e baixos das

expectativas dos alunos e

professores.

2008-2012

- 22 -

OBJETIVOS METAS AES PRAZOS

Empregar a Auto-

Avaliao como

ferramenta de gesto da

IES

Atingir, influir,

gradualmente, em todas

questes pertinentes ao

aumento da qualidade de

ensino oferecida e eficcia

de gesto do IMEC.

Verificao, anlise, interpretao,

propondo aes, baseados nos

resultados das avaliaes;

Anlise, comparativamente, dos

resultados da avaliao interna e

externa.

2008-2012

1.4.2.4. Infra-Estrutura a) Instalaes Gerais

OBJETIVOS METAS AES PRAZOS

Promover a

ampliao das

instalaes fsicas

Melhorar e expandir o

espao fsico em geral.

Definir o cronograma de reformas e

construes de maneira a no interferir

nas atividades pedaggicas;

Ampliao gradativa das dependncias

para que atendam implantao de

novos cursos;

Manuteno das condies de acesso

aos portadores de deficincia fsica e

sensorial.

2008-2012

Promover a

atualizao e a

ampliao dos

equipamentos

Assegurar que todos os

cursos e setores

administrativos da

instituio possuam os

equipamentos atualizados

necessrios ao seu bom

funcionamento.

Incluso no Planejamento Econmico

percentual de investimento para

aquisio e atualizao de

equipamentos.

2008

b) Instalaes da Biblioteca

OBJETIVOS METAS AES PRAZOS

Atualizao

permanente do

acervo bibliogrfico.

Atingir o referencial

mximo na Avaliao

das Condies de Oferta

no item Biblioteca.

Manuteno da poltica de atualizao

bibliogrfica;

Aquisio de obras necessrias para

atendimento s necessidades de cada

curso a ser implantado.

2008

Manter a Biblioteca

atualizada e em

condies de atender

aos cursos do IMEC

Oferecer servios de

qualidade para os

usurios.

Horrio de atendimento ininterrupto

durante, no mnimo, 14 horas dirias,

incluindo os sbados;

Disponibilizao do servio de acesso

ao acervo, garantindo a qualidade do

servio de consulta e emprstimo;

Elaborao e desenvolvimento de

programas especficos para subsidiar as

atividades de ensino e extenso.

2008-2012

Garantir o acesso

internet

Manuteno da consulta

bibliogrfica on-line

Melhorias de segurana dos

microcomputadores para acesso a

Internet e consulta ao acervo.

2008-2012

- 23 -

c) Instalaes dos Laboratrios e Instalaes Especiais

OBJETIVOS METAS AES PRAZOS

Manter a atualizao tecnolgica no

IMEC

Manter atualizada a

base laboratorial e de

Oficinas existentes.

Manuteno atravs dos

supervisores de laboratrios,

do plano de atualizao e

modernizao anual dos

laboratrios.

2008-2012

Continuidade da poltica para a

aquisio e atualizao de

equipamentos.

2008-2012

Promover a aquisio de

laboratrios

Assegurar que todos

os cursos da

instituio possuam

os equipamentos

atualizados

necessrios ao seu

bom funcionamento.

Aquisio de equipamentos de

acordo com a demanda e

necessidade dos cursos

existentes e a serem

implantados.

2008-2012

1.5. reas de Atuao

A Instituio, por sua concepo histrica, entende ser de sua responsabilidade a formao dos quadros profissionais da regio, do Estado e do Pas, tendo no ensino e na extenso o compromisso com as diretrizes e preceitos da excelncia educacional.

Nessa perspectiva, a educao superior do Instituto pretende abranger os

seguintes cursos e programas: de Graduao, abertos a candidatos que tenham concludo o Ensino Mdio ou

equivalente e tenham sido classificados em processo seletivo;

de Especializao, Aperfeioamento e outros, abertos a candidatos diplomados em cursos de Graduao e que atendam s exigncias da Instituio;

de Extenso, abertos a candidatos que atendam aos requisitos estabelecidos

pela Instituio;

Seqenciais, abertos a candidatos que tenham concludo o Ensino Mdio ou diplomados em cursos de Graduao e atendam aos requisitos estabelecidos pela Instituio; e

Tecnolgicos, abertos a candidatos que tenham concludo o Ensino Mdio,

Tcnico e Superior e atendam aos requisitos dispostos no Regimento da instituio.

Alm destes cursos, concebidos, implantados e geridos pela IES, foi fechado no ano de 2007 contrato de parceria para que o IMEC atue como plo de apoio presencial para os cursos de graduao e ps-graduao oferecidos na modalidade Ensino a Distncia EAD pela Universidade Paulista UNIP. Esta ao propicia ao Instituto a oportunidade de realizar valiosas trocas de experincias pedaggicas com um dos maiores conglomerados de ensino do Pas, e tambm de observar de perto os procedimentos e requisitos necessrios para o oferecimento desta modalidade de ensino, opo das mais interessantes para expandir o acesso da populao ao ensino superior sem necessidade de

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deslocamentos extensos ou adaptaes de horrios, nem sempre possveis para quem mora no interior do Estado ou j est inserido no mercado de trabalho, cumprindo cargas horrias incompatveis com o ensino presencial tradicional.

Assim, o IMEC fortalece seu compromisso social ao reconhecer que a educao a chave para o desenvolvimento sustentvel. Seu propsito possibilitar, por meio de seus produtos educacionais, a formao de profissionais em diversas reas do saber, visando ampliar o patrimnio cultural e contribuindo para o crescimento econmico e social do Estado de Alagoas. 1.6. Anlise Crtica do PDI Anterior

O segundo Plano de Desenvolvimento Institucional do Instituto Macei de Ensino e Cultura IMEC nasce de uma cuidadosa reflexo sobre a primeira experincia com o instrumento, transcorrida nos primeiros anos desta dcada.

Quando foi solicitado pelo Ministrio da Educao pela primeira vez, o Plano de

Desenvolvimento Institucional possua menos parmetros legais, deixando em grande parte Instituio a definio de itens e aspectos organizacionais, pedaggicos e administrativos que se mostrassem mais relevantes para a demonstrao, por meio daquele documento, de um planejamento coerente e eficaz para a administrao dos cursos j existentes e daqueles a serem implantados em seu perodo de vigncia.

Em 2008, porm, o que se observa uma grande mudana no escopo das leis que

regem a elaborao do PDI, assim como daquelas que concernem a avaliao institucional em suas mais variadas instncias. Denota-se uma convergncia para um determinado modelo, tendo ficado pelo caminho mecanismos legais e eletrnicos que se mostraram menos adequados.

Ganhou fora, nos ltimos anos, a diviso dos vrios aspectos da vivncia de uma

IES em Dimenses, que arregimentam parmetros e instrumentos especficos no estabelecimento de padres mnimos de qualidade para o atendimento das expectativas dos rgos pblicos competentes.

Assim justifica-se a opo, conforme mencionada na apresentao deste documento,

de uma nova abordagem do PDI, em maior consonncia com o conceito tridimensional (Organizao Institucional, Organizao Didtico-Pedaggica e Instalaes Fsicas) favorecido pelo MEC.

Adequando a realidade do IMEC s exigncias deste rgo, optou-se por uma

aderncia bastante estrita ao disposto no art. 16 do Decreto 5.773, de 09 de maio de 2006, que delimita os itens obrigatrios para todo e qualquer PDI vlido a partir da homologao deste ato legal. Os itens adicionais, embora no obrigatrios, correspondem s exigncias observadas com maior freqncia em visitas de Comisses Avaliadoras do INEP/MEC, que constantemente solicitam documentos e dados de acordo com as necessidades e caractersticas dos cursos sendo avaliados.

Vale ressaltar ainda, com relao s diferenas de concepo entre este PDI e seu

antecessor, a incorporao do Projeto Pedaggico Institucional, conhecido como PPI, ao documento, unificando assim as propostas aos seus pressupostos filosficos, polticos e educacionais.

Desta forma, diferentemente do PDI anterior, que possua carter muito mais

experimental e conceitual, este procura uma abordagem alicerada na prtica, deixando definies mais detalhadas sobre cada curso para seus respectivos Projetos Pedaggicos de Curso, garantindo assim maior liberdade pedaggica para cada rea especfica.

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Ao instalar-se em Macei, o Instituto Macei de Ensino e Cultura IMEC assumiu

o compromisso de buscar permanentemente a qualidade nos programas que oferece regio. Para tanto, desenvolveu um projeto pedaggico em sintonia com as demandas e potencialidades detectadas na capital e em toda a sua rea de influncia, escolhendo assim os cursos que julgou mais relevantes formao de quadros profissionais cuja chegada ao mercado de trabalho se convertesse em forte impulso ao desenvolvimento socioeconmico regional.

O IMEC expandiu seu programa de graduao consideravelmente nos ltimos anos. Os currculos de seus cursos foram concebidos para a funo polivalente, em conformidade com o perfil do aluno ingresso, que em sua maioria chega IES apresentando deficincias na formao educacional bsica e/ou carncias em sua formao cultural, social e econmica. A partir desta realidade a IES trabalha para preparar estes alunos para o mercado de trabalho, habilitando-os prtica profissional por meio dos variados aspectos trabalhados ao longo dos cursos, expandindo sua viso de mundo e portanto de si mesmos, capacitando-os compreenso e conseqentemente transformao da realidade local.

Embora em seu PDI anterior no constassem as intenes e propostas para os

cursos tecnolgicos, o IMEC formalizou estas aes nos respectivos projetos pedaggicos dos cursos solicitados.

Quanto ao cumprimento do cronograma a IES superou a expanso prevista no PDI

no que se refere oferta de ensino. Com relao gesto institucional esta tem demonstrado maior eficcia no desempenho de suas aes a cada curso novo que se apresenta, com relao a avaliao institucional o mesmo cenrio verificado. Todos estes aspectos (gesto, avaliao, desenvolvimento das atividades de ensino) vem sendo trabalhados, construdos dia a dia, tendo em vista o processo de consolidao (autorizaes e reconhecimentos) dos cursos da IES.

Visando manuteno da relevncia dos projetos pedaggicos aplicados, as grades

curriculares, ementas e bibliografias so constantemente revisadas, sendo efetuadas mudanas sempre que detectadas discrepncias entre os objetivos propostos, as prticas pedaggicas em uso e as caractersticas e perspectivas socioeconmicas regionais. Naturalmente, esta flexibilidade implementada pelo Conselho Acadmico por meio de discusses e voto de seus integrantes, conforme preconiza o Regimento da Instituio.

Para que se concretizasse a renovao do PDI, enfim, foram considerados pelos

rgos colegiados todos os resultados obtidos com a atual estrutura de cursos e programas, chegando assim a um novo Projeto Pedaggico Institucional ainda mais funcional e efetivo.

2. PROJETO PEDAGGICO INSTITUCIONAL PPI 2.1. Concepo do PPI IMEC

Em sua fundamentao, o Projeto Pedaggico Institucional expressa uma viso do mundo contemporneo e do papel da educao superior em face da nova conjuntura globalizada e tecnolgica. Ao mesmo tempo, explicita de modo abrangente o papel da IES e sua contribuio social nos mbitos local, regional e nacional, por meio do ensino, da pesquisa e da extenso, como componentes essenciais formao crtica do cidado e do futuro profissional, na busca da articulao entre o real e o desejvel.

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Trata-se, portanto, de uma projeo de valores originados na identidade da Instituio conforme se devem materializar no seu fazer especfico, ou seja, no processo de estmulo, construo e divulgao do conhecimento, e que devem delinear o horizonte de longo prazo, no se limitando, portanto, a um perodo de gesto.

A construo do conhecimento e o exerccio da prtica tcnico-cientfica so

articulados no espectro de valores humansticos, e sua dinmica e realizao se configuram a partir do entendimento de que a cincia e a tcnica no se apresentam apenas como meio ou dispositivo, mas, principalmente, como modo de insero na realidade, de ao e interao do homem com o mundo.

O PPI do IMEC tem por finalidade propor um plano de referncia para sua ao

educativa. Considerada a importncia que o ensino de graduao e de ps-graduao assumem atualmente na sociedade brasileira, no difcil imaginar suas conseqncias para o todo institucional. Sua implementao introduz mudanas qualitativas em todos os segmentos da estrutura educacional da Instituio.

Os fundamentos que compem este documento orientam o processo educativo de

forma articulada e no deixam margem os compromissos sociais da Instituio. Por meio dele, a IES procura construir coletivamente uma identidade que corresponda sua viso de cidado, sociedade, educao e instituio, estabelecendo assim o sustentculo para as mltiplas aes pedaggicas prprias construo do conhecimento. Assim sendo, entre as caractersticas bsicas deste Projeto esto:

a identificao de uma proposta pedaggica;

o entendimento do ser humano como foco de sua concepo;

a orientao por uma viso educativa e um estilo de ensino-aprendizagem

adequados;

o compromisso com o contexto socioeconmico e cultural no qual se desenvolve o processo educacional; e

a ao articulada de gestores, docentes, alunos e integrantes do corpo tcnico-

administrativo.

O cotidiano educacional, por meio do exerccio do princpio da liberdade de ensino,

se complementa com os compromissos sociais e confere ao PPI o carter plural da Instituio. Os elementos da comunidade acadmica responsveis pela aplicao dos conceitos aqui apresentados tm como certo que deve ser contnuo o debate sobre a forma de produzir e otimizar a integrao entre os diferentes projetos desenvolvidos pela IES, considerados seus eixos de convergncia e os mecanismos a serem adotados em cada ocasio. Parte-se do pressuposto de que um projeto educativo visa sinergia entre os processos pedaggicos, sociais e culturais que o compem. H espao, naturalmente, para indagaes relevantes, j que h constantemente projetos pedaggicos de curso em desenvolvimento, adaptao ou em fase de aplicao.

Assim, o PPI do IMEC foi construdo como resposta a uma realidade socioeconmica

complexa e mutvel, sobre a qual se procura intervir positivamente, e que articula elementos internos comunidade acadmica, como as diferentes instncias, cursos e projetos da Instituio, e externos, como o os diferentes processos inerentes ao sistema educacional superior brasileiro, ou ainda as particularidades do contexto regional no qual a IES est inserida.

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O Instituto Macei de Ensino e Cultura IMEC tem, como um de seus principais objetivos, preparar profissionais ticos e competentes, capazes de contribuir para o desenvolvimento da regio e o bem-estar e qualidade de vida de seus cidados. Para tanto, ciente de sua responsabilidade social, busca a compreenso das reais necessidades e caminhos para que esse desenvolvimento ocorra, primando pela incluso social de seus alunos e egressos e desenvolvendo atividades educacionais de nvel superior condizentes com o que se espera de uma Instituio cujos princpios, embora slidos, a permitam responder com prontido e eficincia aos muitos desafios de uma sociedade em constante transformao.

2.2. Caracterizao Socioeconmica da Regio

Apesar de ter passado por severas crises econmicas, Alagoas tem se reestruturado e vem se desenvolvendo em vrios setores. Suas principais atividades econmicas relacionam-se pecuria, com as criaes de eqinos, bovinos, bubalinos, caprinos, ovinos e sunos; extrao mineral, principalmente de reservas de sal-gema, gs natural e petrleo; e indstria, que tem como subsetores predominantes o qumico, a produo de acar e lcool, de cimento e o processamento de alimentos.

A beleza das praias, lagoas que deram o nome ao Estado , folclore rico e

diversificado, admirvel artesanato, culinria peculiar e o calor do sol durante o ano todo, porm, fazem do Turismo uma atividade cada vez mais prspera para a economia do Estado, especialmente em sua Capital, Macei.

Localizada praticamente no meio do litoral alagoano, est em uma posio

privilegiada, ligada pela rodovia BR 101 a todas as cidades da costa atlntica brasileira e a toda pista litornea que corta o Estado pela AL 101. Possui eficiente aeroporto para transporte de passageiros e de carga, com considervel movimento de vos internacionais que, junto ao seu sistema porturio, representa significativos meios de transporte na Regio Nordeste.

Macei conta com 884.320 (IBGE/2004) dos quase trs milhes de habitantes do

Estado. Sua populao vem aumentando com a contnua chegada de migrantes em busca de melhores condies de trabalho e outros benefcios que a Capital oferece. a principal cidade de Alagoas, tendo como municpios limtrofes Flexeiras, Messias, So Lus do Quitunde e Paripueira, ao Norte; Marechal Deodoro, ao sul; Coqueiro Seco, Santa Luzia do Norte, Satuba e Rio Largo, a Oeste, e o Oceano Atlntico a Leste. Sua influncia se faz sentir por todo territrio do Estado, alcanando tambm a poro norte de Sergipe. Tem como base de sua economia a indstria, o comrcio, o turismo e a agropecuria.

Com mar de guas mornas e lmpidas, Macei possui um dos litorais mais

paradisacos do nordeste brasileiro. E possvel desfrutar de toda a beleza com a tranqilidade que a cidade oferece. Possuindo uma estrutura turstica invejvel: so 28 meios de hospedagem, entre hotis e pousadas, grande parte na orla martima, alm de restaurantes e bares.

considerada um dos maiores plos tursticos brasileiros, recebendo mais de

milho de turistas por ano, que chegam de vrios pases principalmente da Amrica do Sul e da Europa.

Macei tem como caracterstica uma cultura marcante, representada principalmente

pelo seu rico folclore. Dentre as manifestaes folclricas, h diversos folguedos, como: Caboclinho, Carvalhada, Chegana, Coco Alagoano, Festa de Reis, Guerreiro, Pastoril, Reisado, Quilombo, Zabumba e, tambm, o artesanato representado pelo fil e pela cermica que encanta a todos por sua criatividade, originalidade e beleza.

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Possui, ainda, inmeros espaos destinados comercializao e divulgao do seu potencial cultural, a exemplo do Cheiro da Terra, na Praia da Jatica, onde pode-se encontrar de tudo, desde os mais variados artesanatos locais, em madeira, palha, cermica, rendas etc., bem como se divertir com shows, alm de ser comum encontrar os artesos e artess fazendo o seu trabalho nas praias locais.

Na rea da sade, indicadores oficiais do Ministrio da Sade (CNES/Datasus)

apontam a existncia de 647 estabelecimentos de sade em funcionamento em setembro de 2007. Destes, 516 so empresas privadas, 99 de administrao pblica direta, e os demais dividem-se entre categorias como entidades beneficentes, cooperativas, fundaes, servios sociais autnomos e outros.

A cidade possui, na rea de Comunicao, os jornais Gazeta de Alagoas, O Jornal,

Sururu e Tribuna de Alagoas; onze emissoras de rdio principais, dentre elas, Gazeta de Alagoas, Pajuara e Jornal de Hoje; e as emissoras de TV Alagoas, Gazeta de Alagoas e Pajuara.

No setor educacional, segundo dados do Inep de setembro de 2007, Macei conta

com 18 instituies de ensino superior, sendo uma estadual Universidade Estadual de Cincias da Sade de Alagoas (UNCISAL) e duas federais Universidade Federal de Alagoas (UFAL) e Centro Federal de Educao Tecnolgica de Alagoas (CEFET-AL). 2.3. Insero Regional da Instituio

A concepo do Projeto Institucional do Instituto surge das necessidades e demandas da regio, de forma a fortalecer o desenvolvimento e construir uma massa crtica de profissionais que promovam a sustentabilidade local e sedimentem os fatores socioculturais e poltico-econmicos como valores fundamentais para o fortalecimento integrado da cidade e das suas reas de influncia.

Os cursos e os programas oferecidos pelo IMEC, mediante seus projetos

pedaggicos especficos, sero organizados de modo a propiciar aos profissionais em formao conhecimentos e habilidades capazes de permitir-lhes:

a apropriao de conhecimentos bsicos relacionados s reas que sero objeto

de sua atuao profissional, articulando teoria e prtica nas diferentes configuraes que a prxis profissional venha a assumir;

o desempenho de suas atividades com competncia tcnica e compromisso

social e poltico em seu contexto scio-cultural de atuao.

Ao definir a qualidade e a atualizao da formao como objetivo central da proposta

para o ensino de graduao, a IES tem por finalidade a construo de processo coletivo de articulao de aes voltadas para a formao competente do profissional que pretende graduar. Nessa direo, torna-se imprescindvel a interao da IES com a comunidade e os segmentos organizados da sociedade civil como expresso da qualidade social desejada para o cidado a ser formado como profissional.

A poltica definida pela Instituio para as questes sociais visa promover aes que

permitam melhorar a qualidade de vida da populao da regio e modificaes na educao e na cultura. A misso da Instituio inclui preparao para a liderana e o acompanhamento de profundas e densas mudanas induzidas pelo avano tecnolgico e pelas novas concepes de vida dele emergente.

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A IES tem o compromisso de cooperar com o processo de desenvolvimento regional sustentvel, uma vez que proporcionar aos seus alunos instrumentos tcnico-cientficos relevantes em seus cursos, que so teis e bsicos elaborao de polticas pblicas. A interao dos contedos com aspectos inerentes s questes sociais, jurdicas e ambientais, exigidas no mundo atual, possibilitar a formao de recursos humanos capazes de atuar em prol do desenvolvimento social, cultural e econmico sustentado.

No mbito administrativo, preciso levar em conta as novas tecnologias de gesto

propostas, que tm como mote principal alm da utilizao dos modernos meios de comunicao para economizar etapas e fazer fluir mais livremente o fluxo de processos organizacionais a primazia do mrito e da qualidade acadmica, fatores indispensveis para se alcanar os mais altos nveis da inteligncia criativa e a elaborao de novas metodologias para a abordagem de problemas tangveis e reais da sociedade organizada.

A estrutura que se pretende implantar nessa era informacional, com a utilizao

dessas novas tecnologias gerenciais, abrir espaos nos quais h possibilidades concretas de libertao das grandes patologias organizacionais: o normatismo, o burocratismo e o corporativismo, to presentes na vida acadmica. Estas patologias cedero e tendero a desaparecer diante dos recursos das tecnologias virtuais, da flexibilidade orgnica e da descentralizao do poder.

A IES tem poltica de expanso coerente com o atual estgio e perspectivas de

desenvolvimento da regio de Macei. Finalmente, resta afirmar que o Instituto Macei de Ensino e Cultura IMEC adota

polticas direcionadas para o desenvolvimento de estudos de situaes reais e especficas para a melhor compreenso das condies de vida das comunidades abrangidas pela ao da IES.

Afinal, premente na Instituio a preocupao de ministrar e desenvolver os

conhecimentos e prticas necessrias para que os seus egressos tenham condies de atuar com competncia nas empresas que escolherem em igualdade de condies com concorrentes de quaisquer regies. 2.4. Princpios filosficos e terico-metodolgicos gerais que norteiam as prticas acadmicas da Instituio

O Instituto Macei de Ensino e Cultura IMEC desenvolve suas atividades com o objetivo de garantir uma formao superior voltada para um ensino de qualidade, de acordo com as exigncias do Ministrio da Educao, do mercado de trabalho e da sociedade. A Instituio visa capacitao de profissionais ticos e competentes para o desenvolvimento da regio, resgatando a compreenso da inter-relao humana, na busca sistemtica pela excelncia educacional, e busca alcanar seu objetivo a partir de percepes compartilhadas dos problemas regionais.

Com base na filosofia dos PPCs, documentos que fixam os propsitos e metas a

serem alcanados durante a formao dos alunos, os critrios norteadores para a definio do perfil do egresso pautam-se por uma viso humanista, que internaliza valores como responsabilidade social, justia e tica profissional de maneira a integrar produtivamente conhecimentos, competncias, habilidades e talentos na formao do futuro profissional.

Resumidamente, o IMEC tem por finalidades principais: formar profissionais de nvel superior, nas diferentes reas de conhecimento,

para participar do desenvolvimento da sociedade brasileira;

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desenvolver a pesquisa e a iniciao cientfica, visando colaborar no avano da

cincia e da cultura;

promover a extenso, aberta participao da populao, para difundir as conquistas e benefcios resultantes dos estudos sistematizados e investigaes gerados na Instituio;

estimular a criao cultural, por meio da promoo de eventos diversificados;

preparar profissionais competentes e ticos para o mercado de trabalho;

proporcionar cursos de formao continuada para seus egressos, visando

atualizao profissional;

desenvolver atividades educativas, culturais, humanistas, tcnicas e cientficas que beneficiem efetivamente a comunidade onde se insere; e

estimular o conhecimento dos problemas do mundo presente, em particular os

nacionais e regionais, prestar servios especializados comunidade e estabelecer com esta uma relao de reciprocidade.

2.5. Polticas de Ensino

A Instituio adota como referencial pedaggico a prtica da educao ao longo de toda a vida, conforme apresentado pela UNESCO no Relatrio da Comisso Internacional sobre a Educao para o Sculo XXI.

Sob essa perspectiva, a educao proporciona ao indivduo um conhecimento

dinmico do mundo, dos outros e de si mesmo, capacitando-o para o exerccio profissional em tempos de mudanas.

Conforme enfatizado no referido Relatrio, a educao deve transmitir, de fato, de

forma macia e eficaz, cada vez mais, saberes e saber-fazer evolutivos, adaptados civilizao cognitiva, pois so as bases das competncias do futuro. Simultaneamente, compete-lhe encontrar e assinalar as referncias que impeam as pessoas de ficar submergidas nas ondas de informaes, mais ou menos efmeras, que invadem os espaos pblicos e privados e as levem a orientar-se para projetos de desenvolvimento individuais e coletivos. educao cabe fornecer, de algum modo, os mapas de um mundo complexo e constantemente agitado e, ao mesmo tempo, a bssola que permita navegar atravs dele.

A educao ao longo de toda a vida organiza-se em torno de quatro aprendizagens

fundamentais, que constituem os pilares do conhecimento: 1) Aprender a conhecer significa, antes de tudo, o aprendizado dos mtodos que

nos ajudam a distinguir o que real do que ilusrio e ter, assim, acesso aos saberes de nossa poca. A iniciao precoce na cincia salutar, pois ela d acesso, desde o incio da vida humana, a no-aceitao de qualquer resposta sem fundamentao racional e/ou de qualquer certeza que esteja em contradio com os fatos.

2) Aprender a fazer um aprendizado da criatividade. Fazer tambm significa criar

algo novo, trazer luz as prprias potencialidades criativas, para que venha a exercer uma profisso em conformidade com suas predisposies interiores.

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3) Aprender a viver junto significa, em primeiro lugar, respeitar as normas que

regulamentam as relaes entre os seres que compem uma coletividade. Porm, essas normas devem ser verdadeiramente compreendidas, admitidas interiormente por cada ser, e no sofridas como imposies exteriores. Viver junto no quer dizer simplesmente tolerar o outro com suas diferenas embora permanecendo convencido da justeza absoluta das prprias posies.

4) Aprender a ser implica em aprender que a palavra existir significa descobrir os

prprios condicionamentos, descobrir a harmonia ou a desarmonia entre a vida individual e social.

Focada nessas premissas norteadoras, a Instituio incorpora aos seus cursos

abordagens que busquem: a construo coletiva expressa na inteno e prtica de cada segmento

institucional, levando em conta a articulao dialtica, diferenciao e integrao, globalidade e especificidade;

a interao recproca com a sociedade caracterizada pela educao e

desenvolvimento econmico-social sustentveis, reafirmando o seu compromisso como potencializadora da formao humana e profissional;

a construo permanente da qualidade de ensino: entendida e incorporada como

processual e cotidiana da graduao e da ps-graduao, indagando continuamente sobre o tipo de sociedade que temos e queremos, a funo dos cursos superiores frente s novas relaes sociais e de produo, e sobre o perfil do profissional a formar frente s exigncias do mercado de trabalho;

a extenso voltada para seus aspectos fundamentais, quais sejam, tornar a

coletividade beneficiria direta e imediata das conquistas do ensino e da pesquisa, socializando o saber, e a coleta do saber no-cientfico elaborado pela comunidade para, estruturando-o em bases cientficas, restitu-lo a sua origem;

o desenvolvimento curricular contextualizado e circunstanciado, expresso da

concepo de conhecimento como atividade humana processualmente cons