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PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO · PDF fileREGIMENTO INTERNO DO TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO MARANHÃO Resolução TRE/MA nº. 1.533, de 22 de abril de 1997, com

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  • PODER JUDICIRIO

    TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO MARANHO SECRETARIA JUDICIRIA

    Resoluo n 1.533, de 22 de abril de 1997.

    REGIMENTO INTERNO DO TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO MARANHO

    Resoluo TRE/MA n. 1.533, de 22 de abril de 1997, com alteraes posteriores, atualizado at 11.02.2015

    SUMRIO

    TTULO I - DO TRIBUNAL (Arts. 1 a 42)

    Captulo I - Da composio e organizao do Tribunal (Arts. 1 a 17).

    Captulo II - Da competncia do Tribunal (Arts. 18 a 19).

    Captulo III - Das atribuies do Presidente (Arts. 20 a 21).

    Captulo IV - Das atribuies do Vice-Presidente (Arts. 22 a 25).

    Captulo V - Das atribuies do Corregedor Regional Eleitoral (Arts. 26 a 38).

    Captulo VI - Do Procurador Regional Eleitoral (Arts. 39 a 42).

    TTULO II - DA ORDEM DO SERVIO DO TRIBUNAL (Arts. 43 a 88)

    Captulo I - Do servio em geral (Arts. 43 a 47).

    Captulo II - Da distribuio (Arts. 48 a 54).

    Captulo III - Do Relator (Arts. 55 a 58).

    Captulo IV - Do Revisor (Art. 59).

    Captulo V - Das audincias (Arts. 60 a 62).

    Captulo VI - Das sesses (Arts. 63 a 76).

    Captulo VII - Da ordem nos julgamentos (Arts. 77 a 88).

    TTULO III - DOS PROCESSOS DO TRIBUNAL (Arts. 89 a 131)

    Captulo I - Da restaurao dos autos desaparecidos (Art. 89).

    Captulo II - Do habeas corpus (Arts. 90 a 99).

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    Resoluo n 1.533, de 22 de abril de 1997.

    Captulo III - Dos conflitos de competncias (Arts. 100 a 104).

    Captulo IV - Das excees de suspeio e de impedimento (Arts. 105 a 116).

    Captulo V - Das consultas e representaes (Arts. 117 a 120).

    Captulo VI - Do agravo regimental (Art. 121).

    Captulo VII - Dos processos criminais de competncia originria do Tribunal (Art. 122).

    Captulo VIII - Do registro das candidaturas, da apurao das eleies e da diplomao (Arts. 123 a 125).

    Captulo IX - Da escolha dos Juzes das Zonas Eleitorais (Arts. 126 a 128).

    Captulo X - Da matria administrativa (Arts. 129 a 131).

    TTULO IV - DISPOSIES GERAIS E TRANSITRIAS (Arts. 132 a 141)

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    TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO MARANHO SECRETARIA JUDICIRIA

    Resoluo n 1.533, de 22 de abril de 1997.

    O TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO MARANHO, NO USO DE SUAS ATRIBUIES LEGAIS,

    RESOLVE aprovar, de acordo com o parecer Ministerial, a proposta de Regimento Interno da Direo do Tribunal, com as alteraes constantes do Substitutivo apresentado pelo Desembargador Eleitoral Flvio Dino e das Emendas formuladas pelos Desembargadores Eleitorais Joo Santana e Cludio Santana, ficando com a seguinte redao:

    REGIMENTO INTERNO DO TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO ESTADO DO MARANHO

    O Tribunal Regional Eleitoral do Estado do Maranho, no exerccio das atribuies que lhe so conferidas pelo art. 96, inciso I, da Constituio da Repblica Federativa do Brasil, e pelo art. 30, inciso I, da Lei 4.737, de 15 de julho de 1965 (Cdigo Eleitoral), resolve adotar o seguinte Regimento Interno.

    TTULO I

    DO TRIBUNAL

    CAPTULO I

    DA COMPOSIO E ORGANIZAO DO TRIBUNAL

    Art. 1. O Tribunal Regional Eleitoral do Estado do Maranho, com sede na Capital e jurisdio em todo o territrio do Estado, compe-se:

    I - mediante eleio, pelo voto secreto:

    a) de dois Desembargadores Eleitorais, escolhidos pelo Tribunal de Justia, dentre seus membros;

    b) de dois Desembargadores Eleitorais, escolhidos pelo Tribunal de Justia, dentre os Juzes de Direito;

    II de um Desembargador Eleitoral, escolhido pelo Tribunal Regional Federal competente;

    III de dois Desembargadores Eleitorais dentre seis advogados de notvel saber jurdico e idoneidade moral, indicados pelo Tribunal de Justia e nomeados pelo Presidente da Repblica. (Alterado pela Res. n. 8498, de 28.01.2014)

    Pargrafo nico. A nomeao de que trata o inciso III no poder recair em cidado que ocupe cargo pblico de que possa ser demitido ad nutum, ou ainda, que seja dirigente,

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    Resoluo n 1.533, de 22 de abril de 1997.

    proprietrio ou scio de empresa beneficiada com subveno, privilgios, iseno ou favor em virtude de contrato com administrao pblica ou que exera mandato de carter poltico, federal, estadual ou municipal.

    Art. 2. Haver tantos suplentes quantos forem os membros do Tribunal, escolhidos pelo mesmo processo.

    1. A precedncia entre os suplentes de uma mesma classe ser definida pela antiguidade.

    2. Ocorrendo vaga no Tribunal, o substituto ser convocado e permanecer em exerccio at que seja designado e empossado o novo Desembargador Eleitoral efetivo.

    3. Durante as frias individuais, afastamento da sede por necessidade de servio da Justia Comum, ou licena dos Desembargadores Eleitorais efetivos, bem como no caso de vaga, sero obrigatoriamente convocados os respectivos Suplentes da mesma classe, obedecida a ordem de antiguidade.

    4. Nas faltas e eventuais impedimentos dos Desembargadores Eleitorais Titulares, sero convocados os Desembargadores Eleitorais Suplentes se a matria a ser deliberada exigir a composio plena do Tribunal.

    Art. 3. Os Desembargadores Eleitorais do Tribunal, efetivos e suplentes, salvo motivo justificado, serviro por dois anos, no mnimo, e nunca por mais de dois binios consecutivos.

    1. Os Desembargadores Eleitorais efetivos tomaro posse perante o Tribunal e os suplentes perante o Presidente. Uns e outros prestaro compromisso formal de bem cumprir os deveres do cargo, de conformidade com a Constituio e as leis. Em ambos os casos o prazo para a posse de 30 (trinta) dias, contados da publicao da escolha ou nomeao, podendo o Tribunal prorrogar esse prazo por mais 60 (sessenta) dias, desde que assim requeira, motivadamente, o Desembargador Eleitoral a ser compromissado.

    2. Da posse ser lavrado o devido termo, que ser assinado pelo Presidente, pelo empossando e pelos demais Desembargadores Eleitorais presentes, bem como pelo Diretor da Secretaria.

    3. Quando a reconduo ocorrer antes do trmino do primeiro binio, e, no havendo interrupo de exerccio, no haver nova posse, bastando a reconduo ser anotada no termo da investidura inicial.

    4. Os binios sero contados ininterruptamente, sem o desconto de qualquer afastamento, nem mesmo o decorrente de licenas e frias, salvo no caso do impedimento referido nos pargrafos 1 e 2 do art. 10.

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    Resoluo n 1.533, de 22 de abril de 1997.

    5. Nenhum Desembargador Eleitoral efetivo poder voltar a integrar o Tribunal, na mesma classe ou em classe diversa, aps servir por dois binios consecutivos, salvo se transcorridos dois anos do trmino do segundo binio.

    6. Consideram-se consecutivos dois binios, quando entre eles tiver havido interrupo inferior a dois anos.

    Art. 4. A antiguidade no Tribunal observar-se- pela data de posse de seus Desembargadores Eleitorais.

    Pargrafo nico. Em caso de dois Desembargadores Eleitorais tomarem posse na mesma data, considerar-se- o mais antigo, para os fins regimentais:

    I - o de maior idade. (Alterado pela Res. n. 7.537, de 19.03.2009)

    Art. 5. O Tribunal eleger, por um binio, mediante voto secreto, seu Presidente e o Corregedor Regional Eleitoral. (Alterado pela Res. n. 3.597, de 28/11/2001)

    Pargrafo nico. No caso de empate na votao para a Presidncia ou Corregedoria, considerar-se- eleito o mais antigo no Tribunal, e, se igual a antiguidade, o de maior idade. (Alterado pela Res. n 7.537, de 19.03.2009)

    Art. 6. A escolha do Presidente recair sobre um dos Desembargadores do Tribunal de Justia, cabendo ao outro a Vice-Presidncia; a Corregedoria poder ser exercida por Desembargador Eleitoral oriundo de qualquer classe. (Alterado pela Res. n. 8.633, de 27.01.2015).

    Pargrafo nico. Ocorrendo vaga em qualquer dos cargos de direo do Tribunal, o Presidente convocar, imediatamente, o Desembargador Eleitoral suplente, comunicando o fato ao Tribunal de Justia para os devidos fins. Se a vacncia se der no cargo de Corregedor, ser convocada sesso para nova eleio.

    Art. 7. At 30 (trinta) dias antes do trmino do binio de Desembargador Eleitoral da categoria de magistrado e at 90 (noventa) dias antes de terminar o binio de Desembargador Eleitoral da categoria de Jurista, ou imediatamente depois da vacncia do cargo por motivo diverso, o Presidente do Tribunal Regional Eleitoral comunicar a ocorrncia ao Tribunal competente, esclarecendo, no caso de fim de binio, se se trata de primeiro ou segundo.

    Art. 8. A lista, na categoria de jurista, organizada pelo Tribunal de Justia, ser encaminhada ao Tribunal Superior Eleitoral com vistas nomeao pelo Presidente da Repblica, fazendo-se acompanhar de:

    I - meno da categoria do cargo a ser provido;

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    TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO MARANHO SECRETARIA JUDICIRIA

    Resoluo n 1.533, de 22 de abril de 1997.

    II - nome do Desembargador Eleitoral cujo lugar ser preenchido e da causa da vacncia;

    III - informao de tratar-se de trmino do primeiro ou do segundo binio, quando for o caso;

    IV - dados completos de qualificao de cada candidato e de declarao de inocorrncia de impedimento ou incompatibilidade;

    V - em relao a candidato que exera qualquer cargo, funo ou emprego pblico, de informao sobre sua natureza, forma de provimento ou investidura e condies de exerccio.

    Art. 9. Os Membros do Tribunal e os integrantes das Juntas Eleitorais, durante o perodo de tempo em que exeram suas funes, e no que lhes for aplicvel, gozaro das garantias inerentes aos Magistr