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Presidente da República no IPL IPL coopera na instalação do ensino superior no Kwanza Norte IPL preenche a quase totalidade das vagas no concurso nacional de acesso ao ensino superior Congresso 24 e 25 de Outubro “Identidades e Diversidades da Região de Leiria” politécnica IPL e Região de Turismo promoveram II Congresso de Turismo de Leiria Revista do Instituto Politécnico de Leiria Nº 13 Trimestral Outubro 2003

Politécnica n.º 13

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Revista do Instituto Politécnico de Leiria

Text of Politécnica n.º 13

  • Presidente

    da Repblica no IPL

    IPL coopera

    na instalao

    do ensino superior

    no Kwanza Norte

    IPL preenche a quase

    totalidade das vagas

    no concurso nacional

    de acesso ao ensino

    superior

    Congresso 24 e 25 de Outubro

    Identidades

    e Diversidades

    da Regio de Leiria

    p o l i t c n i c a

    IPL e Regio de Turismo promoveram

    II Congresso de Turismo de Leiria

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    003

  • A B E R T U R A A N O L E C T I V O 2 0 0 3 / 2 0 0 4

    1 5 D E O U T U B R O

    P R O G R A M A

    14h30 Inaugurao dos novos edifcios

    Descerramento de lpide na Biblioteca Jos Saramago da Escola Superior

    de Tecnologia e Gesto de Leiria e breve percurso pelas instalaes;

    Descerramento de lpide no Edifcio D da Escola Superior de Tecnologia

    e Gesto de Leiria e breve percurso pelas instalaes;

    Descerramento de lpide no Jardim de Infncia dos Servios de Aco Social do IPL;

    Descerramento de lpide no Edifcio B da Escola Superior de Educao de Leiria e breve percurso

    pelas instalaes.

    15h30 Sesso Solene de Abertura do Ano Lectivo 2003/2004Igreja de S. Francisco, Leiria

    15h30 Interveno do Presidente do IPL

    15h50 Interveno do representante das Associaes de Estudantes do IPL

    16h00 Momento musical com o pianista Pedro Burmester

    16h20 Orao de Sapincia "Espao Europeu de Ensino Superior", pelo Professor Pedro Lourtie

    16h50 Encerramento da Sesso Solene por Sua Excelncia o Presidente da Repblica

    21h30 Concerto com a Orquestra Filarmonia das BeirasTeatro Jos Lcio da Silva, Leiria

  • 3Instituto Politcnico de LeiriaInstituto Politcnico de Leiria

    1. No inicio de mais um ano lectivo sadovivamente os alunos que frequentam asEscolas do IPL e em muito em particular oscerca de dois mil novos alunos. O IPL contahoje com cerca de dez mil alunos nos seuscursos de bacharelato + licenciatura e cobre

    praticamente todas as reas do conhecimento.A todos desejo os melhores sucessos!2. Est em curso um vasto processo de reviso da legislao que regula o ensinosuperior em Portugal. Foram j publicadas a Lei 1/2003, Lei de Desenvolvimento eQualidade do Ensino Superior e a Lei do Financiamento (Lei 37/2003). Foram j apro-vadas na generalidade na Assembleia da Repblica as Propostas de Lei de Basesda Educao e de Lei de Autonomia das Instituies de Ensino Superior. Foi alteradoo regime de acesso ao ensino superior. Ou seja, inegvel que estamos perante um amplo processo de reviso do edifcio le-gislativo que regula o ensino superior. A que acrescem vrias medidas administrativastomadas pelo Ministrio da Cincia e do Ensino Superior das quais se destaca a reduodo nmero de vagas postas a concurso para acesso ao ensino superior pblico comobjectivos pouco claros.A questo prvia que levanto a de saber se esse processo de reviso tambm umprocesso de reforma. E, nesta matria, as dvidas so muitas.Uma verdadeira reforma do ensino superior pressupe um amplo debate nacionalque envolva a comunidade acadmica e a sociedade civil. Para uma verdadeira reforma necessrio que se defina claramente um projecto para o ensino superior e para a in-vestigao que mobilize a comunidade acadmica e a sociedade civil e que renaconsensos que permitam que ele sobreviva a um ministro, a um governo, a mais do queuma legislatura e alternncia no poder.O contrrio levar a sucessivas alteraes legislativas e degradao do sistema deensino. H um tempo para reflectir e um tempo para decidir! O tempo para reflectir tem que an-teceder o de decidir e no o inverso!E abrir espao reflexo, ao debate, no um sinal de fraqueza, ao contrrio do queo governo parece pensar, criar condies para a deciso acertada. E Portugal, nes-ta matria, como noutras, precisa mais que se decida bem do que depressa! Se areviso da legislao relativa ao ensino no reunir um amplo consenso nacional teremos,a meu ver, revisto a legislao e adiado a reforma!3. Penso que meu dever alertar a comunidade acadmica para as dificuldades oramentaiscom que as instituies de ensino superior se vo confrontar no prximo ano lecti-vo.Com efeito, no OE de 2004 o Estado reduz o financiamento s instituies de ensinopolitcnico em 10,3 milhes de Euros, ou seja, menos 3,35 % do que em 2003.Ficaram, assim, bem patentes os verdadeiros objectivos da alterao Lei doFinanciamento. O Estado reduziu os oramentos das instituies em montante globalidntico s receitas resultantes da diferena entre a propina em vigor no ano lectivo an-terior e a propina mnima fixada pela lei. o que resulta se multiplicarmos o nmero dealunos que frequenta o ensino superior politcnico (cerca de 100.000) por aquela di-ferena.O aumento das propinas tem, assim, como fim ltimo compensar o desinvestimentodo Estado no ensino superior. Pena que assim seja.

    Nota de abertura

    Sumrio

    4 Novo regulamento de propinas no IPL

    5 Praxe com limitesIPL cria Provedor do Caloiro

    Concurso Nacional de Acesso ao Ensino Superior

    1. fase - Vagas sobrantes

    Colocaes 1. fase 2003

    6/7 IPL atrai melhores alunos

    8/10 II Congresso de Turismo de LeiriaNovas Estratgias para o Turismo em Portugal

    Primeira infra-estrutura desportiva do IPL

    Campo de jogos inaugurado11

    12 Abertura do ano lectivo 2003/2004Presidente da Repblica no IPLAutarquias e IPL colaboramIPL integra Centro de Computao Grfica

    13 IPL foi responsvel pela candidatura da poetisa ao Prmio Rainha Sofa

    Sophia de Mello Breyner premiada

    14 IPL instala ensino superior no Kwanza Norte

    15 IPL edita livro sobre luta pela independncia de Angola

    16 IPL promove seminrio sobre o alargamento da Unio Europeia

    17 Curso de Teatro avanaIPL na Noruega

    Uma prova de maturidadeNuno Mangas, Pres. do Conselho DirectivoNotcias

    30/39 ESTG-Leiria

    66/68 Servios de Aco Social

    72/74 Associaes de Estudantes

    69/71 Estudantes estrangeiros no IPL

    Suba o panoJoo Paulo Marques, DirectorNotcias

    40/48

    2003-2004: ano (lectivo) novo, vida nova na ESTMJoo Poas Santos, DirectorNotcias

    ESTGAD-Caldas da Rainha

    49/61 ESTM-Peniche

    Expectativas para 2003/2004Elsio Augusto Gomes Pinto, Pres. do Conselho Directivo

    Notcias

    62/65 ESEnf-Leiria

    Luciano de Almeida,Presidente do IPL

    18/29

    Ano de esperana e interrogaes,Jos Manuel Silva, Pres. do Conselho Directivo Notcias

    ESE-Leiria

  • 4Instituto Politcnico de LeiriaInstituto Politcnico de Leiria

    O Ministrio da Cincia e do Ensino

    Superior estabeleceu regras novas para

    o financiamento do ensino superior. No

    ano lectivo 2003/2004, a propina j no se-

    r uma taxa de frequncia uniforme, ca-

    bendo s instituies de ensino supe-

    rior pblico fixar o valor em funo da

    natureza dos cursos e da sua qualida-

    de.

    No cumprimento da Lei n. 37/2003, de 22

    de Agosto, que estabelece as bases do

    financiamento do ensino superior, o

    Conselho Geral do IPL fez aprovar o

    Regulamento de Propinas para o ano

    lectivo 2003/2004.

    O valor a pagar pelos estudantes dos

    cursos de formao inicial ser de 500

    euros, destinando-se 12 por cento deste

    valor a apoio aos alunos no mbito da

    aco social. Cursos de ps-graduao,

    especializao e de formao comple-

    mentar no se encontram abrangidos.

    Ainda de acordo com o regulamento, o pa-

    gamento da propina ser efectuado em

    trs prestaes: a primeira prestao no

    montante de 200 euros, no acto da ma-

    trcula; a segunda prestao no mon-

    tante de 150 euros, at 10 de Janeiro de

    2004; e a terceira prestao tambm no

    montante de 150 euros, at 7 de Maio

    de 2004.

    O no pagamento da propina por parte do

    aluno, no todo ou em parte, implica a nu-

    lidade de todos os actos curriculares pra-

    ticados no ano lectivo a que o incumpri-

    mento da obrigao diz respeito.

    Novo regulamentode propinas no IPL

    Regulamento do pagamento de propinas

    Regulamento n. 44/20031 - Homologado por des-pacho de 22 de Agosto de 2003 do presidente doInstituto Politcnico de Leiria (IPL), sob proposta doconselho geral, em anexo se publica o seguinte regu-lamento do pagamento de propinas a praticar nas es-colas integradas neste Instituto, revogando-se o an-terior regulamento.

    Artigo 1.1 - Os alunos matriculados nas escolas integradas noIPL esto obrigados, nos termos da lei, ao pagamentode propinas.2 - Para o ano lectivo de 2003/2004 o valor da propina fixado em 500. 3 - No esto abrangidos pelo presente regulamento oscursos de ps-graduao e de especializao e oscursos de formao complementar, que se regeropor regulamento prprio.

    Artigo 2. 1 - O pagamento da propina, no ano lectivo de 2003-2004,ser efectuado em trs prestaes no valor e nas datasseguintes:

    a) A 1. prestao no montante de 200, no acto dematrcula;

    b) A 2. prestao no montante de 150, at 10 deJaneiro de 2004;

    c) A 3. prestao no montante de 150, at 7 deMaio de 2004.

    2 - O valor e modalidade de pagamento das propinasrelativas aos anos lectivos subsequentes ser fixado at31 de Julho de cada ano e ser liquidado em trs pres-taes, vencendo-se a 1. no acto da matrcula e as2. e 3. em 10 de Janeiro e 7 de Maio do ano lectivo emque o aluno se encontra matriculado.3 - Os estudantes bolseiros ou candidatos a bolsei-ros podem beneficiar de um regime especial em ter-mos a fixar por acordo entre os SAS e a respectiva es-cola.

    Artigo 3. 1 - O no pagamento da propina por parte do aluno, no

    todo ou em parte, implica a nulidade de todos os actoscurriculares praticados no ano lectivo a que o incum-primento da obrigao se reporta.2 - Em caso de mora no pagamento da 2. ou 3. pres-tao pode, ainda, o aluno efectuar o pagamento dasprestaes em dvida, desde que o faa at 6 de Junhodo ano lectivo em que est matriculado.3 - No ser aceite a matrcula do aluno que no efec-tuar o pagamento da 1. prestao.4 - As Escolas podero no publicitar os resultadosdas avaliaes relativamente aos alunos que se en-contrarem em mora no pagamento das propinas.5 - A verificar-se a eventualidade prevista no n. 2 no ac-to do pagamento da prestao em falta, e por cadauma delas, dever o aluno pagar uma coima de 20 a100.6 - O montante de coimas ser fixado pelo presidentedo conselho directivo ou pelo director da escola respectiva,de acordo com os seguintes critrios:

    a) Mora at 30 dias - 20;b) Mora de 30 a 60 dias - 35;a) Mora de 60 a 90 dias - 50;b) Mora superior a 90 dias - 100.

    6.1 - A coima ser reduzida a metade desde que severifique alguma das seguintes situaes:

    a) O aluno se apresentar voluntariamente e antesde interpelado para o efeito para efectuar o pa-gamento;

    b) O aluno que, ainda que interpelado, comprove aimpossibilidade de ter efectuado o pagamentono prazo fixado, por motivo que lhe no seja im-putvel.

    6.2 - A coima ser reduzida para 0 se o aluno com-provar a impossibilidade de ter efectuado o pagamentono prazo fixado, desde que o faa nos oito dias sub-sequentes ao termo do impedimento.6.3 - No poder, em qualquer caso, haver reduoda coima em relao prestao em mora se a mesmaj tiver implicado a no publicitao dos resultados

    dos actos curriculares entretanto verificados.7 - No sero aplicadas as sanes previstas nos n-meros anteriores se o atraso ou o no pagamento da pro-pina for da responsabilidade de entidade oficial.8 - Sem prejuzo do disposto no nmero 6.3 deste ar-tigo pode o Presidente do Instituto a requerimento fun-damentado do aluno isent-lo da aplicao da coimase considerar relevantes os motivos invocados parao no pagamento de uma ou mais prestaes da pro-pina.

    Artigo 4. 1 - O no pagamento integral da propina at 6 de Junhodo ano lectivo respectivo implica para o aluno as con-sequncias previstas no n. 1 do artigo 3.2 - O pagamento da propina aps 6 de Junho sersempre acrescido das penalidades referidas no arti-go 3., n.os 5 e 6, sem prejuzo das consequncias re-feridas no nmero anterior, e apenas permite que oaluno se apresente poca de recurso.3 - Sem prejuzo do disposto nos nmeros anteriores aspropinas em mora sero sempre devidas, nos termosprevistos na Lei do Financiamento que regular o fi-nanciamento das instituies de ensino superior.

    Artigo 5.1 - O IPL destinar 12% das receitas arrecadadas comas propinas, afectando-se 85% desse valor constru-o de infra-estruturas no mbito da aco social, dan-do prioridade construo de residncias para estu-dantes, e 15 % ao apoio de actividades culturais e des-portivas dos alunos.2 - Caber ao presidente do IPL decidir em cada ano aaplicao em concreto do montante referido no n-mero anterior, ouvidos o conselho de gesto do Institutoe as associaes de estudantes.

    Artigo 6 O presente regulamento entra imediatamente em vi-gor.

    1 Publicado na II Srie do Dirio da Repblica n. 206, de 6 de Setembrode 2003, com as alteraes introduzidas pela Rectificao n. 1740/2003, pu-blicada na II Srie do Dirio da Repblica n. 217, de 19 de Setembro de2003.

  • 5Instituto Politcnico de LeiriaInstituto Politcnico de Leiria

    O IPL criou a figura do Provedor do

    Caloiro, um advogado que ser o inter-

    locutor dos alunos que forem submetidos

    a situaes atentatrias da sua digni-

    dade e liberdade individual, a pretexto

    da praxe acadmica.

    O Provedor do Caloiro o advogado Vtor

    Faria, a quem compete ouvir os alunos,

    fazer uma triagem das situaes e, consoante

    os casos, encaminh-los para o IPL a fim

    de ser instaurado processo disciplinar ou

    para o Ministrio Pblico.

    A criao da figura do Provedor do Caloiro

    resulta de uma reflexo suscitada pelas

    praxes dos ltimos anos e da percepo

    de que os abusos ocorrem, sobretudo,

    pela situao particularmente fragilizada

    em que se encontram os caloiros. O con-

    tacto com uma realidade nova e o afas-

    tamento do meio em que vivem so factores

    que contribuem para a dificuldade de

    reaco a prticas de praxe inaceitveis.

    O Provedor do Caloiro constitui, assim,

    uma forma de apoiar os novos alunos, dan-

    do-lhes meios para denunciarem situa-

    es de abuso e, simultaneamente, um

    meio de no deixar impunes os preva-

    ricadores.

    A par do Provedor do Caloiro, foi aprovado

    um conjunto de normas reguladoras da

    praxe, impondo limites a este ritual. As es-

    colas do IPL passaro a limitar as pra-

    xes aos alunos que entram na 1. fase

    e proibir qualquer acto desta natureza

    dentro das cantinas ou dos edifcios es-

    colares. Tambm no ser permitido im-

    pedir os caloiros de irem s aulas ou

    obrig-los a envergar trajes menos ade-

    quados.

    Praxe com limites

    IPL cria Provedor do Caloiro

    Provedor do caloiro_despacho n 67/2003As praxes enquanto prticas integrado-

    ras dos novos alunos na vida acadmi-

    ca so de louvar e at de incentivar.

    Porm, com alguma frequncia, so ul-

    trapassados os limites do aceitvel aten-

    tando algumas prticas com a dignida-

    de e a liberdade individual dos "caloi-

    ros", algumas delas passveis, quer de pro-

    cedimento disciplinar quer de procedimento

    criminal.

    Reconhece-se que nesta nova fase da vi-

    da dos novos alunos estes se encon-

    tram em situao particularmente fragi-

    lizada resultante do contacto com uma

    realidade nova e do afastamento do

    meio em que vivem factores que contri-

    buem para a dificuldade de reaco a

    prticas de praxe no aceitveis.

    Por outro lado os excessos so fre-

    quentemente praticados porque existe

    por parte de quem os comete uma ver-

    dadeira convico de impunidade que

    necessrio combater sem hesitao.

    por isso, necessrio, por um lado apoiar

    os novos alunos dando-lhes meios que

    permitam denunciar tais prticas e pro-

    teg-los de abusos intolerveis e pelo

    outro lado identificar e punir os prevari-

    cadores.

    Tendo em vista atingir tal desiderato,

    tendo previamente aceite o convite que

    para o efeito lhe foi endereado pelo

    Instituto Politcnico de Leiria (IPL), designo

    PROVEDOR DO CALOIRO o ilustre ad-

    vogado Senhor DR. VTOR FARIA, com

    escritrio em Leiria na Rua de Alcobaa,

    n 26, 1 andar.

    Os novos alunos que sejam vtimas de pr-

    ticas de praxe atentatrias da sua dig-

    nidade ou da sua pessoa devem con-

    tactar o Provedor do Caloiro que toma-

    r conta das ocorrncias e a elas dar

    o encaminhamento adequado.

    Remeta-se este meu despacho s

    Escolas Superiores integradas no IPL e

    s Associaes de Estudantes.

    IPL, 14 de Agosto de 2003

    O Presidente,(Luciano Rodrigues de Almeida)

    Contactos

    Dr. Vtor FariaRua de Alcobaa, n. 26 - 1. andar2400 - 086 LeiriaTelefone: 244 830 740

  • 6Instituto Politcnico de LeiriaInstituto Politcnico de Leiria

    semelhana do ano anterior, o Instituto

    Politcnico de Leiria volta a situar-se en-

    tre os estabelecimentos de ensino su-

    perior com menor percentagem de va-

    gas sobrantes na 1. Fase do Concurso

    Nacional de Acesso ao Ensino Superior.

    Das 1613 vagas que o IPL ps a concur-

    so, 1408 foram preenchidas. Estes re-

    sultados colocam-no prximo de insti-

    tuies como a Universidade Tcnica

    de Lisboa, a Universidade do Porto e a

    Universidade de Coimbra e em primei-

    ro lugar na lista dos seus congneres.

    O IPL destaca-se ainda por ter sido dos pou-

    cos institutos do pas que no admitiu

    candidatos com nota entre 95 e 99 e com

    nota inferior a 95, havendo a registar uma

    ligeira subida nas notas dos ltimos co-

    locados. Estes dados revelam que o IPL

    est a alcanar prestgio entre os candi-

    datos e a reunir as preferncias dos alu-

    nos, em determinadas reas.

    Em relao ao ano lectivo anterior, o n-

    mero de candidatos diminuiu e o nme-

    ro de vagas tambm. O curso que re-

    gistou maior nmero de candidaturas foi

    o de Servio Social, da Escola Superior

    de Educao de Leiria, com 615 candidatos

    para 47 vagas, seguido do curso de

    Enfermagem, da Escola Superior de

    Enfermagem de Leiria, com 496 candi-

    datos para 54 vagas.

    Os cursos de formao de professores es-

    to entre os menos procurados. "Professor

    do Ensino Bsico, variante

    Portugus/Ingls" foi o curso com me-

    nor nmero de candidatos (16) e menor

    nmero de colocados (4). Tambm o

    curso de "Professores do Ensino Bsico,

    variante Matemtica/Cincias da Natureza"

    registou uma procura inferior do ano

    passado. Houve 19 candidatos para 21 va-

    gas. Foram colocados 8 alunos.

    Concurso Nacional de Acesso

    ao Ensino Superior

    1. fase - Vagas Sobrantes

    IPL atraimelhoresalunos

    Instituio

    %

    de vagas

    sobrantes

    Nmero de cursosque admitiram

    alunos com notainferior a 95

    Nmero de cursosque admitiram

    alunos com notaentre 95 e 99

    U. Tcnica de Lisboa 8,4 - -

    U. Porto 8,84 - -

    U. Coimbra 12,99 - -

    I. Politcnico de Leiria 13,39 - -

    I. Politcnico Cavado e Ave 14,93 - 1

    I. Politcnico de Setbal 17,54 7 4

    U. de Lisboa 17,61 - -

    I. Politcnico do Porto 18,58 4 3

    U. Beira Interior 18,59 1 -

    U. Algarve (Politcnico) 18,96 2 2

    I. Politcnico de Lisboa 19,70 6 -

    U. Minho 20,04 - -

    U. Aveiro (Politcnico) 21,50 - 3

    I. P. Viana do Castelo 22,14 3 1

    U. Nova de Lisboa 22,36 1 -

    U. Aveiro (universitrio) 24,10 - -

    I. Politcnico de Portalegre 26,23 4 -

    I. Politcnico de Santarm 26,83 2 -

    I. Politcnico da Guarda 28,35 3 1

    I. Politcnico de Tomar 31,19 4 6

    I. Politcnico de Viseu 32,64 5 5

    U. vora 34,17 - -

    I. Politcnico de Bragana 34,97 9 -

    I. P. Castelo Branco 35,76 2 5

    U. Madeira 36,23 2 -

    U.T.A.D. 36,97 2 -

  • 7Instituto Politcnico de LeiriaInstituto Politcnico de Leiria

    ESEEducao Infncia 35 35 0 286 136,5Ensino Bsico 1 Ciclo 35 35 0 183 129,1Prof. Ens.Bs.Ed.Visual Tec. - - 0 -Comun. Social Ed.Mult. 40 40 0 295 134,9Relaes Humanas Com. Trab. 40 40 0 328 138,3Prof. Ens. Bs. Ed. Fisica 21 17 4 69 104,8Prof. Ens. Bs. Port./Ingls 21 4 17 16 114,9Prof. Ens. Bs. Ed. Musical 0 0 0 0 -Turismo 35 35+1=36 0 393 142,5Prof.Ens.Bs. Mat./Cincias 21 8 13 19 105,6Servio Social 47 47+1=48 0 615 150Total 295 261+2=263 34 2204

    ESTGComrcio Marketing 45 45 0 229 122,7Contabilidade e Finanas 45 45 0 234 129,7Eng. Automvel 40 31 9 129 102Eng. Civil 90 90 0 246 102Eng. e Gesto Indust. 40 12 28 70 109,5Eng. Electrotcnica 65 42 23 168 102,3Gesto Administ. Pblica 40 40+3=43 0 155 114,1Gesto de Empresas 70 70+1=71 0 398 127Traduo 35 15 20 43 107Eng. Ambiente 45 38 7 129 102,9Eng. Electrot. Noct 0 0 0 0 -Eng. Inform. e Com. 55 45 10 140 102,5Eng. Informt. 80 51 29 226 104,6Eng. Inform. Noct 0 0 0 0 -Eng. Mecnica 50 28 22 154 101,1Eng. Mecnica Noct 0 0 0 0 -Solicitadoria 45 45+2=47 0 322 137,8Total 745 597+6=603 148 2643

    ESTGADArtes Plsticas 70 40 30 115 118,3Tecn. Inform. Empres. 0 0 0 0 -Design, Op. Indust. 30 30+1=31 0 216 145,1Design, Op. Tecn. Cerm. 30 29 1 74 109,2Design, Op. Grf + Multim. 45 45 0 306 150,5Som e Imagem 30 30 0 188 136,5Animao Cultural 30 30+1=31 0 238 129Teatro 20 20 0 68 119Total 255 224+2=226 31 1205

    ESTMBiologia Marinha e Biotecn. 60 60 0 316 134,3Eng. Naval e Industrial - 0 0 0 -Gesto Turistica e Hotel. 45 45 0 182 122,3Turismo e Mar 35 32 3 136 101,4Eng. Biolgica e Alimentar 70 70 0 253 111,3Total 210 207 3 887

    ESENFEnfermagem 54 54+1=55 0 496 152,6Enfermagem 2 semestre 54 54 0 228 146,8Total 108 108+1=109 0 724

    Total IPL 1613 1397+11 216 76631408

    Instituto Politcnico de Leiria

    Colocaes 1. fase 2003

    Nome do Curso Vagas ColocadosVagas

    sobrantesCandidatos

    Nota ltimo colocado

  • 8Instituto Politcnico de LeiriaInstituto Politcnico de Leiria

    Apresentar uma reflexo sobre os novos

    desafios tursticos que se colocam em

    Portugal, debater novas formas de promoo

    e novas reas de investimento e lanar

    ideias para a reorganizao do turismo

    nacional foram os principais objectivos

    do II Congresso de Turismo de Leiria,

    realizado nos dias 8 e 9 de Maio.

    A organizao do congresso intitulado

    "Novas Estratgias para o Turismo em

    Portugal" foi da responsabilidade do

    Instituto Politcnico de Leiria, nomeada-

    mente da Escola Superior de Educao

    de Leiria e da Escola Superior de

    Tecnologia do Mar de Peniche, em co-

    laborao com a Regio de Turismo Leiria-

    Ftima.

    O evento, que mobilizou um nmero ele-

    vado de tcnicos de turismo, foi estrutu-

    rado em seis painis e pautado em to-

    dos os seus momentos por questes bas-

    tante pertinentes, que envolveram no

    s o sector turstico, mas diversas ver-

    tentes da vida econmica, social e cul-

    tural: as parcerias.

    Na sesso de abertura a presidente da

    Cmara Municipal de Leiria, Isabel

    Damasceno, fez desta questo um fac-

    tor chave para o desenvolvimento de

    qualquer iniciativa, referenciando o facto

    deste evento ser uma prova real da im-

    portncia das parcerias. Jos Leito, go-

    vernador civil de Leiria, reforou a ne-

    cessidade de se explorar o tema do con-

    gresso dado que "com as novas exign-

    cias que se impem aos diversos mer-

    cados, resultantes da conjuntura polti-

    ca, econmica e social que se vive, torna-

    se urgente a definio de orientaes es-

    tratgicas de sustentao dos estados

    e das diferentes regies".

    Rui Coelho, subdirector geral do Turismo,

    realou a importncia do sector, pelo que

    considera ser a alavanca para o desen-

    volvimento da economia nacional. "As

    vantagens competitivas que o nosso pas

    apresenta coloca-o, em termos mundiais,

    no 16 pas que maior nmero de turis-

    tas internacionais recebe. Como tal,

    premente aproveitar essas vantagens

    competitivas, nunca esquecendo que

    no estamos sozinhos. O mercado in-

    ternacional da indstria de viagens mui-

    to competitivo e como tal tem que haver

    um trabalho contnuo, de longo prazo,

    para que consigamos acompanhar as

    tendncias actuais." Referiu que ter cons-

    cincia para a qualidade j no sufi-

    ciente, "a excelncia dever ser a prioridade".

    Para alm de uma preocupao com a

    qualificao dos destinos tursticos ao

    nvel da segurana, da limpeza, dos trans-

    portes e do atendimento, o subdirector

    geral do Turismo alertou para uma ques-

    to fundamental: "o que bom para o tu-

    rista dever ser igualmente bom para a

    populao". Para Rui Coelho, conceber um

    II Congresso de Turismo de Leiria

    Ter conscincia para a qualidade j no suficiente,

    "a excelncia dever ser a prioridade".

    Novas Estratgias para o Turismo

    em Portugal

    Actualmente, o turismo considerado uma alavanca para a economia nacional.

  • 9Instituto Politcnico de LeiriaInstituto Politcnico de Leiria

    espao, uma actividade ou um destino de-

    ver atender s necessidades e aos an-

    seios da populao residente.

    "Provocaes sobre uma nova estrat-

    gia de marketing e comunicao para o

    turismo portugus" foi o tema do 1. pai-

    nel que contou com a comunicao de Lus

    Paixo Martins, director geral da

    LPM.Com. Na opinio do orador tem-se,

    incorrectamente, "casado o marketing

    com a geografia", criando marcas que

    esto associadas a espaos fsicos, li-

    mitados institucionalmente por frontei-

    ras, isto , pases. Portugal um desses

    casos. "No uma marca e muito me-

    nos de turismo. Tem, sim, vrias marcas

    que so reconhecidas em determinados

    mercados internacionais, como o caso

    de Lisboa, Ftima, Algarve, Madeira e

    Estoril. Cada uma delas apresenta um po-

    sicionamento e um potencial de crescimento

    diferente. O Algarve representa uma mar-

    ca bandeira, isto , uma marca madura que

    esgotou o seu potencial de crescimento,

    mas que mantm uma quota de merca-

    do bastante firme. Em contrapartida,

    Lisboa constitui uma marca bastante jo-

    vem, com projeco internacional, as-

    sociada principalmente imagem que

    perdurou da EXPO 98. Ftima constitui igual-

    mente uma marca turstica com capaci-

    dade para captar fluxos tursticos de

    grande dimenso.

    Vtor Costa, director geral da Associao

    de Turismo de Lisboa, falou no 2. pai-

    nel sobre a questo da necessidade de ha-

    ver uma reorganizao institucional da pro-

    moo turstica portuguesa, que deve-

    r passar obrigatoriamente por uma rees-

    truturao dos organismos do Estado

    que regulam a actividade turstica. Essa

    reestruturao, segundo o orador, po-

    deria passar pela criao de: uma di-

    reco geral para organizar a oferta e

    assegurar a qualidade; um organismo

    para a gesto dos recursos financeiros ge-

    rados pelo turismo; um organismo para

    a formao dos recursos humanos; um

    organismo autnomo para a promoo

    turstica; e um outro, com responsabilidade

    governamental, que tutele estas com-

    ponentes, de preferncia com estatuto

    de Ministrio do Turismo.

    Em termos promocionais, Vtor Costa

    alertou para a importncia das parcerias

    entre agentes pblicos e privados, no

    sentido de promover a marca Portugal, dan-

    do um enfoque regional da promoo

    turstica, remetendo-se para este nvel a

    promoo dos destinos e produtos na-

    cionais. O director geral da ATL referiu

    que "uma das exigncias que se impe

    a criao de um Plano de Marketing

    Turstico Nacional", mas "actualmente

    as verbas afectas promoo turstica

    so irrisrias". Dada a escassez de meios

    financeiros o orador props que o fi-

    nanciamento da promoo seja com-

    participado pelos agentes privados a ac-

    tuar no sector.

    No 3. painel ficou reforada a impor-

    tncia das parcerias entre sector privado

    e pblico. Francisco Sampaio, presi-

    dente da Regio de Turismo do Alto

    Minho, apresentou alguns exemplos de

    como esta questo se tem efectivado na

    sua regio, nomeadamente no envolvimento

    dos privados em eventos como os "Fins

    de Semana Gastronmicos" e em pro-

    jectos como "Os Caminhos de Santiago".

    "A importncia do turismo na preservao

    da natureza" foi o tema de abertura no

    segundo dia do Congresso. Jos

    Guerreiro, ex-secretrio de Estado do

    Ambiente, considerou existirem condi-

    es actuais para um compromisso en-

    Durante o Congresso foi igualmente debatida a importncia do turismo para a preservao do ambiente.

    Alguns oradores revelaram-se a favor da reorganizao institucional da promoo turstica.

  • tre Natureza e Turismo. "Ao abrigo do

    Plano Nacional de Turismo da Natureza po-

    der-se- desenvolver um programa in-

    tersectorial integrado, compatvel com a

    conservao da natureza e com a pre-

    servao do patrimnio histrico e natu-

    ral". Este tipo de oferta turstica poder,

    assim, surgir como uma "oferta comple-

    mentar" e poder ser encontrada na Rede

    Nacional de reas Protegidas, que at

    2006 representar 21% do territrio na-

    cional.

    Joo Paulo Oliveira, coordenador do

    Lisboa Convention Bureau, apresentou

    no 5. painel alguns factos importantes

    sobre o turismo de negcios. Segundo

    o orador, este sector tem sido frequente-

    mente menosprezado e urge valoriz-lo.

    A promoo do Turismo de Negcios te-

    r de passar pelo aumento do nmero de

    recursos humanos qualificados, pela

    aposta na formao, na criao de mais ofer-

    ta, mais tecnologia e novas formas de

    rentabilizao.

    Apesar de Lisboa ocupar internacional-

    mente um posicionamento muito consi-

    dervel, quer em termos de nmero de

    eventos, quer em termos de nmero de

    participantes, outros

    destinos devero

    tambm ser toma-

    dos em linha de con-

    ta no territrio na-

    cional (Madeira,

    Porto e Algarve).

    Leiria e a sua regio

    tero no futuro a

    oportunidade de se

    afirmarem com a

    criao de um audi-

    trio no Santurio de

    Ftima, com capa-

    cidade superior a

    6000 pessoas, que

    se encontra em rees-

    truturao comple-

    ta.

    O II Congresso de Turismo de Leiria terminou

    com algumas consideraes do director

    geral de Turismo, Rui Valente, sobre a

    "nova poltica do turismo em Portugal".

    Rui Valente referiu a importncia do sec-

    tor privado e pblico se adequarem s

    exigncias de segmentos de mercado

    que esto em fase de elevado cresci-

    mento, como o caso do turismo snior.

    O envelhecimento da populao vai traduzir-

    se num grupo alargado de pessoas que tm

    maior disponibilidade para viajar. Esta al-

    terao na procura vai exigir um empe-

    nho acentuado, por parte da oferta, no

    que respeita ao turismo cultural. Em termos

    nacionais, permitir um melhor escalo-

    namento da actividade turstica durante

    todo ano, reduzindo os efeitos da sazo-

    nalidade. Para alm disso, considera que

    os turistas internacionais e domsticos

    vo ser cada vez mais exigentes, uma vez

    que procuram um enriquecimento pes-

    soal a partir das suas experincias de via-

    gens.

    Em termos de destinos, dever haver um

    empenho na diversificao dos produ-

    tos, com declinaes diferentes con-

    soante o perfil do mercado, as caractersticas

    da procura, da oferta e dos circuitos de dis-

    tribuio. Para Rui Valente, "a animao

    poder ser um dos principais factores

    chave de sucesso", devendo ser assu-

    mida quer por agentes privados, quer

    pelos organismos pblicos. As activida-

    des e infra-estruturas de animao de-

    vero adequar-se devidamente envol-

    vente humana e natural existente, aos ti-

    pos de turismo desenvolvidos, procura

    real e potencial e s respectivas motiva-

    es. Isto s ser possvel atravs de in-

    vestimentos estruturantes de apoio ao

    sector privado que envolvam questes

    como normas de certificao de quali-

    dade, limpeza, segurana, controlo de

    rudo, sistemas de controlo de lixos, trans-

    portes e gesto ambiental, e que s te-

    ro efeitos se houver um esforo inte-

    grado de autarquias, populao e agen-

    tes econmicos.

    10

    Instituto Politcnico de LeiriaInstituto Politcnico de Leiria

    A promoo do Turismo de Negcios

    ter de passar pelo aumento do nme-

    ro de recursos humanos qualificados,

    pela aposta na formao, na criao de

    mais oferta, mais tecnologia e novas

    formas de rentabilizao.

    A regio de Leiria pode surgir como um destino alternativo a Lisboa, no turismo de negcios.

  • O Campo de Jogos "Jlio Faustino" foi inau-

    gurado a 9 de Maio, numa cerimnia presidida

    pelo secretrio de Estado Adjunto do Ministro

    da Presidncia, Feliciano Barreiras Duarte,

    e que contou com a presena da vice-pre-

    sidente do Fundo de Apoio ao Estudante,

    Elsa Faustino, da presidente da Cmara de Leiria,

    Isabel Damasceno, e do governador civil de

    Leiria, Jos Leito.

    O campo de jogos uma obra dos Servios

    de Aco Social do IPL (SAS). Foi construdo

    ao longo deste ltimo ano lectivo, com re-

    ceitas prprias do IPL, uma vez que todos

    os projectos a que o Instituto se candidatou

    no foram objecto de inscrio oramental.

    A construo do campo de jogos - a primei-

    ra infra-estrutura desportiva do IPL - revelava-

    se, porm, demasiado importante para a for-

    mao dos alunos e no podia esperar por uma

    conjuntura econmica mais favorvel

    O campo de jogos situa-se junto s residn-

    cias de estudantes e ao Edifcio-Sede do IPL.

    Permite a prtica de andebol, voleibol, bas-

    quetebol, tnis e futsal, no s aos alunos

    do IPL, como tambm comunidade, sem-

    pre que o campo se encontre disponvel. A in-

    fra-estrutura dispe de balnerios, iluminao

    para actividades desportivas nocturnas e

    bancadas com capacidade para 300 pes-

    soas.

    Recebeu o nome do administrador dos SAS,

    Jlio Faustino, que h dez anos se encon-

    tra frente dos servios e cujo trabalho, de-

    senvolvido com "elevado nvel de eficcia e efi-

    cincia", o IPL entendeu reconhecer publi-

    camente, como referiu Joo Paulo Marques,

    vice-presidente do IPL, durante a cerimnia

    de inaugurao.

    A construo do campo de jogos vai ao encontro

    da filosofia que o IPL e os seus Servios de Aco

    Social preconizam, segundo a qual o ensino

    superior deve promover o desenvolvimen-

    to integral do aluno. Jlio Faustino reconhe-

    ceu que, em Leiria, os SAS esto "ao nvel

    do melhor que se faz no ensino superior" e que

    ao IPL no falta capacidade de iniciativa. Do

    campo de actuao dos SAS, destacou os cin-

    co refeitrios e o snack, os 10 bares, as trs li-

    nhas de churrascaria e os dois espaos re-

    servados com capacidade para 40 pessoas

    cada. No domnio do alojamento no quis

    deixar de mencionar a evoluo de uma situao

    inicial de zero quartos para um conjunto de re-

    sidncias que somam mais de 500 camas.

    Salientou ainda as bolsas de estudo atribu-

    das a mais de 1500 estudantes, os apoios

    na rea da sade, do desporto e do mate-

    rial escolar.

    J no encerramento da cerimnia, Feliciano

    Duarte afirmou sentir-se orgulhoso pelo tra-

    balho desenvolvido pelo IPL em prol de uma

    regio, da qual ele prprio natural.

    Instituto Politcnico de LeiriaInstituto Politcnico de Leiria

    11

    A construo do campo de

    jogos vai ao encontro da fi-

    losofia que o IPL e os seus

    Servios de Aco Social

    preconizam, segundo a qual

    o ensino superior deve pro-

    mover o desenvolvimento

    integral do aluno.

    Primeira infra-estrutura desportiva do IPL

    Campo de jogos inaugurado

    Elsa Faustino, Isabel Damasceno, Feliciano Barreiras Duarte, Joo Paulo Marques, Jlio Faustino eJos Leito.

  • 12

    Instituto Politcnico de LeiriaInstituto Politcnico de Leiria

    A adeso do IPL ao Centro de Computao

    Grfica (CCG) foi ratificada em Maro ltimo.

    O IPL , desde ento, um dos associados fun-

    dadores desta instituio criada em 1993 e

    que h dois anos se instalou junto da

    Universidade do Minho.

    A principal misso do CCG a investigao cien-

    tfica e tecnolgica na rea da computao

    grfica e dos sistemas de informao, mis-

    so que concretiza participando em projectos

    nacionais e internacionais de I&DT (Investigao

    e Desenvolvimento Tecnolgico).

    As actividades do CCG desenvolvem-se em

    reas como a realidade virtual e aumentada,

    multimdia interactiva, computao grfica, ges-

    to e visualizao de informao, telemedi-

    cina, trabalho cooperativo, entre outras.

    Com este conjunto de aces e com todas

    as actividades que venha a desenvolver, o

    CCG pretende contribuir para o progresso

    da cincia e da tecnologia, "promovendo a

    construo de uma sociedade mais esclare-

    cida e justa".

    IPL integra Centro de ComputaoGrfica

    O curso de Teatro vai funcionar na

    Escola Superior de Tecnologia, Gesto,

    Arte e Design de Caldas da Rainha j no

    prximo ano lectivo, fruto de um protocolo

    assinado entre o Instituto Politcnico de

    Leiria e a Cmara Municipal de Caldas

    da Rainha, no dia 8 de Julho.

    O acordo surge num contexto em que IPL

    e Ministrio da Cincia e do Ensino

    Superior no dispem de todos os meios

    financeiros para colocar o curso em fun-

    cionamento e em que, por isso, o apoio

    do Municpio de Caldas da Rainha se

    revela precioso. Ao abrigo do protocolo,

    a autarquia compromete-se a conceder

    ao IPL um apoio financeiro at 300 mil

    euros, durante o ano lectivo de 2003/2004,

    se o Instituto deles vier a necessitar para

    o normal funcionamento do curso. Da

    parte do IPL fica o compromisso de efec-

    tuar as diligncias necessrias para o

    arranque e funcionamento do curso de

    Teatro.

    Tambm no dia 8 de Julho, o IPL assi-

    nou um protocolo com a Cmara

    Municipal da Nazar, tendo em vista a

    construo de um Centro de Estudos

    Tecnolgicos, destinado promoo

    de Cursos de Especializao Tecnolgica

    (CET), com certificao profissional de Nvel

    IV, da Unio Europeia. Turismo e Gesto

    Informtica so, para j, as reas a privilegiar,

    mas outras podem surgir no futuro.

    A 11 de Julho, o IPL assinou um protocolo

    com a Cmara Municipal de Praia,

    Repblica de Cabo Verde. A coope-

    rao entre as duas entidades vai de-

    senvolver-se no domnio da formao,

    com intercmbios de informao e in-

    vestigao e desenvolvimento de pro-

    jectos no mbito das respectivas co-

    munidades.

    Protocolos assinados com Caldas da Rainha,

    Nazar e Cabo Verde

    Autarquias e IPL colaboram

    O Presidente da Repblica, Jorge Sampaio, estar presen-

    te na Sesso Solene de Abertura do Ano Lectivo 2003/2004,

    que se realiza no dia 15 de Outubro, na Igreja de S. Francisco,

    em Leiria.

    Antes, porm, far uma breve passagem pelo recinto da Escola

    Superior de Tecnologia e Gesto, onde inaugura a Biblioteca Jos

    Saramago, o Edifcio D e o Jardim de Infncia dos Servios de Aco

    Social, seguindo, depois, para a Escola Superior de Educao,

    para inaugurar o Edifcio B.

    O Presidente da Repblica encerra a Sesso Solene de Abertura

    do Ano Lectivo, depois das intervenes do Presidente do IPL e

    do representante das Associaes de Estudantes, da actua-

    o do pianista Pedro Burmester e da Orao de Sapincia

    proferida por Pedro Lourtie, com o tema "Espao Europeu de Ensino

    Superior".

    A abertura do ano lectivo 2003/2004 no IPL assinalada com ou-

    tro momento especial, tambm no dia 15 de Outubro. Trata-se

    do concerto com a Orquestra Filarmonia das Beiras, s 21h30,

    no Teatro Jos Lcio da Silva.

    Abertura do ano lectivo 2003/2004

    Presidente da Repblica no IPL

  • O Instituto Politcnico de Leiria

    candidatou-se ao projecto

    Universidade Electrnica, mais

    conhecido por e-U. Trata-se

    de uma rede de campus vir-tuais em vrias instituies de

    ensino superior portuguesas,

    a partir da qual possvel ace-

    der a servios universitrios

    online, produzir e partilhar con-

    tedos acadmicos e criar co-

    munidades universitrias.

    Mediante uma rede sem fios, que

    permite a transmisso de dados

    em banda larga, ser possvel

    ter acesso a aulas, artigos, tra-

    balhos, notas, internet e ou-

    tros servios.

    Para que esta inteno se ma-

    terialize esto a ser colocados

    venda, sob condies es-

    peciais, tanto para alunos co-

    mo para professores, PC's por-

    tteis, equipados com uma

    placa wireless, que permitem,

    a partir de qualquer ponto do

    campus universitrio, aceder universidade, 24 horas por dia

    e 365 dias por ano.

    13

    Instituto Politcnico de LeiriaInstituto Politcnico de Leiria

    No passado ms de Junho,

    Sophia de Mello Breyner

    Andresen foi contemplada com

    o Prmio Rainha Sofa de

    Poesia Ibero-americana. Esta dis-

    tino da responsabilidade

    do Patrimnio Nacional de

    Espanha e da Universidade de

    Salamanca e visa reconhecer

    o conjunto da obra de um autor

    vivo que, pelo seu valor literrio,

    constitui um legado importan-

    te para o patrimnio cultural

    do espao ibero-americano.

    Esta distino reveste-se de

    um significado especial para

    o IPL, na medida em que foi o res-

    ponsvel pela apresentao

    da candidatura de Sophia de

    Mello Breyner ao prmio.

    Convidado pela Universidade

    de Salamanca a propor o nome

    de um poeta portugus, o IPL

    manifestou junto da poetisa o de-

    sejo de a candidatar ao pr-

    mio, ao que esta acedeu.

    O nome de Sophia de Mello

    Breyner concorreu ao lado de

    75 poetas ibero-americanos,

    propostos por instituies aca-

    dmicas, universitrias e cul-

    turais de Portugal, Espanha,

    Estados Unidos, Brasil e dos

    pases hispano-americanos.

    A obra potica de Sophia de

    Mello Breyner acabaria por se

    destacar pela "luz, verticalida-

    de e magia", referia a notcia

    de atribuio do prmio, no si-

    te da Universidade de

    Salamanca. "Profundamente

    mediterrnica na sua tonali-

    dade, a linguagem potica de

    Sophia de Mello Breyner de-

    nota a slida cultura clssica

    da autora e a sua paixo pela cul-

    tura grega, a pureza e a trans-

    parncia na relao da lingua-

    gem com as coisas, a lumino-

    sidade de um mundo em que o

    intelecto e o ritmo se harmoni-

    zam de uma forma meldica, per-

    feita, potica", podia ler-se no

    mesmo texto.

    Jos Saramago um dos mem-

    bros efectivos do jri do Prmio

    Rainha Sofia que, em edies an-

    teriores, j foi atribudo a poe-

    tas como Gonzalo Rojas (chi-

    leno), Claudio Rodrguez (es-

    panhol), Joo Cabral do Mello

    Neto (brasileiro), Pepe Hierro

    (espanhol), ngel Gonzlez (es-

    panhol), lvaro Mutis (colom-

    biano), Jos ngel Valente (es-

    panhol), Mario Benedetti (uru-

    guaio), Pere Gimferrer (espa-

    nhol) e Nicanor Parra (chileno).

    Sophia de Mello Breyner nas-

    ceu na cidade do Porto em

    1919 no seio de uma famlia

    aristocrtica. A sua obra

    vastssima, da poesia prosa,

    sem esquecer os contos pa-

    ra crianas, os textos para

    teatro, as antologias, os en-

    saios e as tradues. Foram

    muitos os prmios que con-

    quistou ao longo da sua car-

    reira. Entre outros, recebeu

    o Grande Prmio de Poesia

    da Sociedade Portuguesa de

    Escritores, em 1964, o Prmio

    da Crtica da Associao

    Internacional de Crticos

    Literrios, em 1983, o Grande

    Prmio de Poesia do Pen

    Club, em 1990, o Grande

    Prmio Calouste Gulbenkian

    de Literatura para Crianas,

    em 1992, e o Prmio "Vida

    Literria" da Associao

    Portuguesa de Escritores, em

    1994.

    O Prmio Rainha Sofia tra-

    duz-se no valor de 42.070,85

    euros.

    IPL foi responsvel pela candidatura da poetisa ao Prmio Rainha Sofa

    Sophia de Mello Breynerpremiada

    IPL j mexe

  • 14

    Instituto Politcnico de LeiriaInstituto Politcnico de Leiria

    O protocolo firmado entre o IPL e o

    Governo da provncia angolana do Kwanza

    Norte est a dar os primeiros frutos. Em

    2004/2005, vo funcionar na Escola

    Superior de Tecnologia e Gesto, a instalar

    em Ndalatando, capital do Kwanza Norte,

    os cursos de Agropecuria, Electro-

    mecnica, Contabilidade e Gesto e

    Servio Social, conferentes do grau de

    bacharel.

    Estas reas, consideradas estratgicas pa-

    ra o desenvolvimento de Angola, so

    tambm aquelas onde a necessidade de

    profissionais qualificados premente.

    Porm, antes de ingressarem nestes cur-

    sos, os candidatos vo poder frequen-

    tar, j no ano lectivo 2003/2004, o ano

    zero, com o intuito de actualizarem co-

    nhecimentos e adquirirem a preparao

    indispensvel para a frequncia do curso

    por que optarem.

    Esse ano zero possui um ncleo geral e

    obrigatrio de disciplinas - Portugus,

    Histria e Geografia de Angola e

    Informtica Bsica - e um conjunto de

    disciplinas directamente relacionadas

    com o curso que vier a ser escolhido:

    Matemtica e Fsico-qumica no caso de

    Agropecuria e Electromecnica;

    Matemtica e Economia para o curso de

    Contabilidade e Gesto; e Sociologia e

    Psicologia para o curso de Servio Social.

    Em cada curso sero constitudas trs

    turmas, com o mximo de 40 alunos ca-

    da, que funcionaro em trs turnos por dia.

    Os programas esto a ser elaborados

    sob proposta do Instituto Politcnico de

    Leiria e sero, posteriormente, discuti-

    dos com a parte angolana e aprovados pe-

    las entidades competentes.

    O recrutamento de docentes ser asse-

    gurado pelo Governo do Kwanza Norte e

    pelo IPL, que tambm ser responsvel

    pela coordenao cientfico-pedaggi-

    ca do ano zero. Neste mbito, um do-

    cente do IPL acompanhar em Ndalatando

    a realizao dessa fase preliminar.

    O curso de Agropecuria formar tcni-

    cos aptos a planear tipos diversos de ex-

    ploraes agrcolas, com recurso a tcnicas

    tradicionais e mecanizao, e habilita-

    dos para a gesto das exploraes.

    O curso de Electromecnica formar tc-

    nicos capazes de planear, executar e

    controlar aces no domnio da electro-

    tecnia e da manuteno mecnica.

    Na Contabilidade e Gesto sero for-

    mados tcnicos habilitados para o exer-

    ccio de todas as operaes contabilsti-

    cas, bem como a gesto de empresas e

    empreendimentos de natureza diversa.

    Do curso de Servio Social devero sair

    tcnicos que intervenham ao nvel do

    apoio infncia, reintegrao de desa-

    lojados, reinsero de desmobilizados

    e animao comunitria.

    Os avanos registados na instalao do

    ensino superior em Ndalatando decor-

    rem da visita que os membros do Governo

    do Kwanza Norte efectuaram regio de

    Leiria a convite do IPL, em Maio passado,

    e que foi aproveitada para trabalharem

    no projecto. Integraram a comitiva o go-

    vernador Manuel Pedro Pacavira e cin-

    co elementos do seu staff: Manuel Antnioda Costa, Director Provincial da Indstria,

    Comrcio, Hotelaria e Turismo; Venncio

    Manuel da Silva, Director Provincial da

    Educao, Cultura, Cincia e Tecnologia;

    Jorge Pereira, assessor para a rea da

    Juventude e Desporto; Fernando Vunge,

    assessor para a rea do Desenvolvimento

    Econmico; e Andr Mussamo, asses-

    sor de Imprensa.

    Os objectivos da deslocao a Leiria no

    se resumiram instalao do ensino su-

    perior no Kwanza Norte. Pretendeu-se

    igualmente pr a comitiva em contacto

    com a realidade econmica da regio

    de Leiria, divulgar as potencialidades da-

    quela provncia angolana e estreitar re-

    laes com associaes empresariais,

    autarquias e empresas da regio.

    Da lista de visitas efectuadas constam empresas

    como Movicortes, Ulmar Supermercados,

    Granicentro, Mveis Pedrosa, Irmade, Promor,

    Construtora do Lena e Jomarpi. Foram ainda

    recebidos pelo governador civil de Leiria,

    Jos Leito, pela presidente da Cmara,

    Isabel Damasceno, pela NERLEI - Associao

    Empresarial da Regio de Leiria, pela ACI-

    LIS - Associao Comercial e Industrial de

    Leiria, Batalha e Porto de Ms, pela Escola

    Profissional de Ourm e pela Cooperativa

    de Agricultores e Criadores de Gado da

    Benedita.

    IPL instala ensino superior no Kwanza Norte

    Das palavras aos actos

  • Irredutveis na mente de quem os vi-

    veu, os acontecimentos do 4 de

    Fevereiro de 1961 no se encon-

    tram descritos em lado nenhum.

    Ou melhor, no se encontravam,

    uma vez que o IPL editou, em Maio

    passado, o livro "O 4 de Fevereiro pe-

    los Prprios", da autoria de Manuel

    Pedro Pacavira, governador da pro-

    vncia de Kwanza Norte.

    O livro pretende responder a um

    apelo lanado pelo presidente de

    Angola e lder do MPLA, Jos

    Eduardo dos Santos, de se colo-

    car por escrito um dos episdios

    mais relevantes da histria daque-

    le pas, um marco na luta pela in-

    dependncia de Angola.

    Manuel Pedro Pacavira tomou essa

    responsabilidade para si.

    Recorrendo sua memria, dos

    seus camaradas e aos arquivos da

    Torre do Tombo, em Lisboa, re-

    construiu todas as etapas que an-

    tecederam o 4 de Fevereiro e des-

    creveu o que aconteceu naquele

    dia.

    O tom testemunhal, o discurso directo

    e a linguagem simples permitem

    uma leitura rpida e facilmente cap-

    tam a ateno do leitor. Mas no

    s. "O 4 de Fevereiro pelos Prprios"

    uma fonte demasiado importante

    para ser ignorada por cientistas so-

    ciais, ainda que no possua os pre-

    dicados de obra histrica ou de in-

    vestigao cientfica.

    A angolanos e portugueses, sim-

    ples leitores ou investigadores, o

    livro de Manuel Pedro Pacavira tem

    algo de novo a dizer sobre o rela-

    cionamento entre a metrpole e as

    colnias de outrora, tendo como

    pano de fundo um episdio cujos ver-

    dadeiros contornos s os "prprios"

    conheciam.

    15

    Instituto Politcnico de LeiriaInstituto Politcnico de Leiria

    IPL edita livro sobre luta pela independncia de Angola

    Reconstituir o passado

    O Instituto Politcnico de Leiria foi uma

    das instituies que aderiu ao Lena

    Business, um concurso que visa premiar

    e apoiar o melhor projecto de negcio de-

    senvolvido por alunos finalistas do ensi-

    no superior.

    O Lena Business resulta de um protocolo

    de cooperao assinado entre o Grupo

    Lena e um conjunto de sete instituies

    de ensino superior. Alm do IPL, subs-

    creveram o protocolo a Universidade de

    Aveiro, os Institutos Politcnicos de Leiria,

    Coimbra, Santarm e Tomar, o Instituto

    de Artes Visuais, Design e Marketing (IADE)

    e o ISLA de Leiria.

    A melhor ideia de negcio ser desen-

    volvida por uma das empresas do Grupo

    Lena ou poder desencadear a criao

    de uma nova empresa, participada pelos

    alunos e pelo Grupo Lena, o que se tra-

    duz num estmulo ao empreendedoris-

    mo.

    Podem participar no concurso todos os

    alunos do IPL, nomeadamente os alunos

    finalistas dos cursos de Gesto de

    Empresas, Contabilidade e Finanas e

    Comrcio e Marketing que queiram ins-

    crever-se no mbito das disciplinas de

    Marketing, Estratgia Empresarial, Projecto

    ou similares.

    O nmero de inscries est limitado s 50

    primeiras candidaturas formalizadas, no con-

    junto das instituies participantes. O pra-

    zo para entrega de propostas decorreu

    at 31 de Julho e os projectos sero ava-

    liados at Novembro deste ano. Pretende-

    -se que a partir de 2004 se possa comear

    a planear a implementao do projecto

    com os alunos vencedores.

    Protocolo de cooperao "Lena Business"

    Apoiar as melhores ideias

  • 16

    Instituto Politcnico de LeiriaInstituto Politcnico de Leiria

    Atravs do seu Centro de Documentao

    Europeia, o Instituto Politcnico de Leiria

    vai realizar, no dia 5 de Dezembro prxi-

    mo, um seminrio alusivo ao tema "O

    Alargamento da Unio Europeia".

    So objectivos deste Seminrio abordar

    o tema do alargamento da Unio Europeia

    sob um ponto de vista econmico e pol-

    tico e, tambm, seus efeitos e conse-

    quncias para o pas, em geral, e para a re-

    gio de Leiria, em particular.

    Foram, por isso, convidados a estar pre-

    sentes representantes dos sectores poltico,

    econmico e social da regio, sem es-

    quecer os docentes e os alunos das

    Escolas integradas do IPL (cerca de dez

    mil e quinhentos, distribudos pela ESEL,

    ESTG e ESEnf de Leiria, ESTGAD de

    Caldas da Rainha e ESTM de Peniche), o

    que permitir alargar o mbito geogrfico

    da iniciativa.

    inteno deste Instituto Politcnico tra-

    zer para o debate apports diversos, pro-

    movendo uma reflexo profunda sobre

    o tema e contribuindo eficazmente para o

    esclarecimento dos cidados.

    Para tal tm vindo a ser convidados de-

    putados europeus e individualidades cu-

    ja interveno constitua um importante

    contributo para a compreenso deste

    novo cenrio europeu e das suas con-

    sequncias.

    O Seminrio realizar-se- no auditrio

    da Escola Superior de Tecnologia e

    Gesto de Leiria, com capacidade pa-

    ra mais de 400 pessoas. O envolvimen-

    to em actividades desta natureza reflecte

    o esforo de afirmao e consolidao do

    projecto de ensino em que o IPL se en-

    contra empenhado e que visa a quali-

    dade e a interaco permanente com a

    comunidade.

    IPL promove seminrio

    Debater o alargamentoda Unio Europeia

    O Reitor da Universidade Nacional de

    Timor-Leste, Benjamim Corte Real, e o

    Director Geral do Ensino Superior, Justino

    Guterres, estiveram no Instituto Politcnico

    de Leiria, no decorrer da visita oficial que

    efectuaram a Portugal, entre 8 e 18 de

    Setembro.

    As duas entidades foram recebidas pe-

    lo vice-presidente do IPL, Joo Paulo

    Marques, e pelos presidentes dos con-

    selhos directivos e directores das Escolas

    integradas.

    Nesta visita a Portugal, Benjamim Corte Real

    e Justino Guterres foram recebidos por

    individualidades ligadas ao sector da

    Educao e tiveram oportunidade de vi-

    sitar vrias instituies de ensino supe-

    rior, entre as quais institutos politcnicos.

    Estes mereceram, de resto, especial aten-

    o por parte do Reitor e do Director Geral

    do Ensino Superior por protagonizarem uma

    participao bastante activa no Programa

    de Cooperao com a UNTL.

    Entre esses institutos est o IPL que, no

    ano lectivo anterior, recebeu dois estu-

    dantes timorenses e que tambm j enviou

    docentes para ensinarem em Timor-Leste.

    Esta cooperao acabaria por motivar a

    vinda do Reitor da UNTL e do Director Geral

    do Ensino Superior a Leiria, no dia 12 de

    Setembro. Durante o encontro tiveram opor-

    tunidade de ficar a conhecer o IPL e a reali-

    dade que o envolve, abordarem a questo

    da cooperao e reencontrarem duas do-

    centes que j leccionaram em Timor.

    IPL recebe Reitor da Universidade de Timor

  • 17

    Instituto Politcnico de LeiriaInstituto Politcnico de Leiria

    O Instituto Politcnico de Leiria esteve pre-

    sente no seminrio sobre orientao e

    aconselhamento vocacional que decor-

    reu em Oslo, na Noruega, nos dias 26 e

    27 de Junho.

    O seminrio foi organizado no mbito do pro-

    grama comunitrio "Leonardo da Vinci",

    que incide, fundamentalmente, sobre a

    formao profissional. Nesse domnio, o

    programa tem por objectivos a melhoria

    das aptides e competncias na forma-

    o profissional inicial; a melhoria da qua-

    lidade e do acesso formao profissional

    contnua e da aquisio de aptides e com-

    petncias ao longo da vida; e a promoo

    e reforo do contributo da formao pro-

    fissional para o processo de inovao, ten-

    do em vista um reforo da competitividade

    e do esprito empresarial, e tambm no-

    vas possibilidades de emprego.

    O seminrio que decorreu em Oslo cons-

    tituiu-se como uma plataforma para a cons-

    truo de redes internacionais, de disse-

    minao de informao, troca de ideias e

    de experincias e desenvolvimento de no-

    vas propostas sobre orientao e acon-

    selhamento vocacional.

    Organizado em pequenas sesses ple-

    nrias, workshops e sesses de traba-

    lho em grupo, o seminrio deu ainda

    oportunidade aos seus participantes

    de se conhecerem e, eventualmente,

    de estabelecerem parcerias.

    O seminrio foi ainda aproveitado pa-

    ra a discusso da rede Ploteus (Portal on

    Learning Opportunities Throughout

    Europe), que ainda se encontra em

    construo, e que disponibiliza infor-

    mao sobre oportunidades de apren-

    dizagem e de emprego em todos os

    pases da Unio Europeia. O portal

    Ploteus pretende facilitar a aquisio

    destas informaes atravs da Internet

    e possui uma base de dados comple-

    ta sobre os sistemas educativos de ca-

    da um dos pases, que inclui a atribuio

    de propinas e bolsas, funcionamento

    de intercmbios e estgios.

    Seminrio sobre orientao e aconselhamento vocacional

    IPL na Noruega

    A Escola Superior de Tecnologia, Gesto, Arte e Design de Caldas

    da Rainha (ESTGAD) vai ministrar o curso de Teatro no ano lectivo

    de 2003/2004. O Ministrio da Cincia e do Ensino Superior atri-

    buiu 20 vagas a este curso, permitindo ESTGAD alargar a sua ofer-

    ta formativa no domnio das artes.

    Condio essencial para o funcionamento do curso j neste ano

    lectivo foi a assinatura de um protocolo entre o IPL e a Cmara Municipal

    de Caldas da Rainha, segundo o qual este municpio se com-

    promete a conceder um apoio at 300 mil euros para o financia-

    mento do curso, caso o IPL dele venha a necessitar.

    A criao do curso de Teatro foi autorizada h dois anos por

    Despacho do Secretrio de Estado do Ensino Superior. A pro-

    posta de criao deste curso atendeu dupla necessidade de

    cumprir as finalidades dominantes do ensino superior politcni-

    co e ao paradigma formativo que lhe prprio. Assume, por isso,

    cariz profissionalizante e, ao invs de fazer um ajustamento li-

    near s sadas profissionais actualmente existentes, constitui-se

    como uma formao flexvel que permite aos diplomados um

    ajustamento constante ao fluir do tempo e evoluo do saber. So

    objectivos do curso fornecer conhecimentos para uma carreira co-

    mo actor, encenador, cengrafo ou outra no domnio das artes do

    espectculo.

    O curso de Teatro no exige a satisfao de pr-requisitos, mas re-

    quer a realizao das provas de ingresso de Histria e Portugus.

    Ano lectivo 2003/2004

    Curso de Teatro avanaA/S T T/P P S/E

    1 ANOHistria da Cultura Portuguesa A - 3 - -Teoria do Espectculo e da Interpretao A - 3 - -Anlise do Texto Dramtico A - 3 - -Comunicao Oral A - 3 - -Movimento / Improvisao S1 - 3 - -Expresso Dramtica S1 - 3 - -Opo I S1 - 3 - -Formao Vocal (oficina de formao) S2 - - 3 -Expresso Musical S2 - 3 - -Opo II S2 - 3 - -2 ANO Psicologia de Arte A 3 - - -Correntes Teatrais Contemporneas A - 3 - -Histria do Teatro A - 3 - -Dramaturgia A - 3 - -Encenao S1 - 3 - -Metodologia de Investigao S1 - 3 - -Opo III S1 - 3 - -Oficina de Cenografia S2 - - 3 -Fantoches / Marionetas S2 - 3 - -Esttica S2 - 3 - -3 ANO Psicossociologia da Comunicao A - 3 - -Projecto Individual I S1 - - 6 -Seminrio I (de apoio ao projecto) S1 - - - 3Oficina de Encenao S1 - - 6 -Happenings e Arte Performativa S1 - - 3 -Histria do Teatro em Portugal S2 3 - - -Opo IV S2 - 3 - -Seminrio II (de apoio ao estgio) S2 - - - 3Estgio I a) S2 - - - 124 ANO Projecto Individual II S1 - - 6 -Seminrio III (de apoio ao projecto) S1 - - - 3Planeamento e Gesto de Projectos S1 - 6 - -Direco Teatral S1 - 6 - -Estgio II a) S2 - - - 25

    Plano curricular Horas semanais

    a) realizados com a colaborao de organizaes profissionaisA/S Anual/Semestral - T Aulas Tericas - T/ P Aulas Terico-Prticas - P Aulas PrticasS/E Seminrios/Estgios

  • Na adolescncia, tive uma sbia explicadora

    de Latim que, pela primeira vez, me aler-

    tou para a tarefa de Ssifo que a do professor

    e a das escolas. Tal como o personagem do

    mito tambm ns temos de concluir e voltar

    a refazer, em cada ano, as mesmas tare-

    fas. A grande diferena que a nossa mis-

    so tem um sentido determinado e objectivos

    sempre em mudana, coisa de que Ssifo se

    no podia orgulhar condenado que esta-

    va a um esforo que se esgotava em si pr-

    prio.

    Quanto ao resto seremos sempre como

    Ssifo e, por essa mesma razo, aqui estou

    a dar um testemunho do que queremos ou

    desejamos para o prximo ano lectivo.

    Para a ESEL o ano que se avizinha marcado

    pela concretizao de uma inflexo estratgica,

    preparada ao longo dos ltimos anos, e

    que agora vai encontrar concretizao ple-

    na. Refiro-me concentrao num s cam-

    pus de todas as nossas actividades.

    Esta medida, de enorme alcance pedag-

    gico e evidente racionalidade administra-

    tiva e financeira, s foi possvel com a cons-

    truo da nova cantina, o aproveitamento do

    espao ocupado pela anterior, bem como

    por adaptaes diversas de espaos ini-

    cialmente no utilizados com fins pedag-

    gicos e, por ltimo, com a construo do

    novo edifcio com mais 12 salas de aula e um

    auditrio com cerca de 250 lugares.

    O aumento da capacidade de acolhimento

    neste campus, permitiu-nos prescindir das

    centenrias instalaes do convento de

    Santo Estevo, edifcio emblemtico das

    actividades educativas em Leiria e cuja pre-

    servao se impe, de preferncia para

    continuar a ser utilizado como casa de edu-

    cao.

    Simultaneamente extinguiu-se o plo de

    Caldas da Rainha e com ele um pouco da me-

    mria educativa daquela cidade.

    Compreendemos que a medida no tenha

    agradado a todos, embora tenhamos de

    reconhecer que nos tempos que correm

    era impossvel manter o plo e que a cida-

    de dispe hoje de um conjunto de escolas

    de ensino superior que em muito diminui

    o impacto da sua extino. Procuraremos

    continuar a honrar a tradio de formao

    de professores que l se foi construindo.

    , pois, com esperana que encaramos

    este regresso s origens com a certeza de

    que poderemos passar a prestar a todos

    os alunos um servio de maior qualidade, pro-

    porcionando a todos iguais oportunidades

    de acesso a tudo o que a escola tem para lhes

    oferecer, e muito. Em termos de qualida-

    de de ensino, estamos certos de que reunimos

    melhores condies do que nunca para

    que o seu nvel v em crescendo.

    As interrogaes vm depois e prendem-se

    com alguns factores crnicos, como o sub-

    financiamento da escola, e com todas as

    alteraes de carcter poltico-administra-

    tivo-financeiro que tm vindo a ser anun-

    ciadas e que, a concretizarem-se, criaro um

    novo ordenamento funcional para as es-

    colas politcnicas com reflexos na sua au-

    tonomia, no modelo de gesto, nas carrei-

    ras docentes, nas condies de frequn-

    cia dos alunos, com particular relevo para as

    prescries e montante das propinas.

    Seria um verdadeiro exerccio de adivi-

    nhao se me pusesse a tentar antecipar o

    futuro. Com serenidade aguardaremos as

    medidas e os seus impactos e procuraremos

    responder aos novos desafios, assim que

    vemos o que o Governo props

    Assembleia da Repblica, com novas res-

    postas, se possvel mais imaginativas, me-

    nos onerosas para os contribuintes, mais exi-

    gentes em termos da qualidade da forma-

    o que fazemos.

    Se tivermos as condies indispensveis,

    continuaremos a afirmar a estratgia dos

    ltimos anos. Diversificar a oferta de for-

    mao na rea da educao; a formao con-

    tnua e as ps graduaes, conferentes ou

    no de grau, tm de equilibrar as perdas

    na formao inicial. Reforar as outras reas

    de formao - turismo, comunicao (in-

    cluindo o curso de RHCT) e servio social.

    Organizar sem tutelas universitrias os pri-

    meiros mestrados. Prosseguir com novos

    projectos de investigao com interesse

    para a comunidade em que nos inserimos

    e apostar na realizao de eventos com re-

    levncia local e nacional.

    18

    Escola Superior de EducaoLeiria

    Ano de esperana e interrogaes

    Jos Manuel SilvaPresidente do Conselho Directivo da ESE-Leiria

    Para a ESEL o ano que se

    avizinha marcado pela

    concretizao de uma in-

    flexo estratgica, pre-

    parada ao longo dos lti-

    mos anos, e que agora vai

    encontrar concretizao

    plena. Refiro-me con-

    centrao num s cam-

    pus de todas as nossas

    actividades.

  • No mbito do curso de Ps-Graduao em

    Comunicao e Marketing, a Escola Superior

    de Educao de Leiria promoveu uma au-

    la aberta sobre o tema "O Marketing Poltico

    e Autrquico como tcnica de

    Desenvolvimento Regional".

    Foram debatidos alguns modelos e estra-

    tgias de comunicao poltica e institu-

    cional, a persuaso, a propaganda e a co-

    municao poltica.

    Quintero Pizarroso, vice-presidente da

    Faculdade de Cincias da Informao da

    Universidade de Madrid, Aguiar Falco, di-

    rector-geral do Instituto de Pesquisa e

    Opinio de Mercado, e Jos Manuel Silva,

    presidente da ESEL e vereador da Cmara

    Municipal de Leiria, foram os oradores que

    dinamizaram a discusso.

    Segundo Aguiar Falco a utilizao de es-

    tratgias de marketing e a elaborao de

    estudos de mercado pode ajudar as au-

    tarquias a perceberem em que reas que

    devero intervir. Defende que as autarquias

    "devem funcionar tambm sob uma pti-

    ca de mercado e aplicar o marketing, j

    que no so as nicas a prestar um deter-

    minado servio".

    J Quintero Pizarroso definiu o marke-

    ting numa perspectiva de persuaso.

    Entende que o marketing poltico se trata

    de uma estratgia de "persuadir o outro",

    o eleitor. "O poltico pretende vender um

    ponto de vista em troca de um determi-

    nado objectivo".

    19

    Escola Superior de EducaoLeiria

    Aula Aberta na ESEL

    O marketing poltico e autrquico como tcnica de desenvolvimento regional

    Teve lugar na ESEL, no dia 14 de Junho,

    a comemorao do Dia Mundial do

    Malabarismo.

    Para assinalar a efemride convidaram-se

    os alunos do curso de Animao Scio-

    Cultural da Escola Profissional e Artstica

    da Marinha Grande (EPAMG) que efec-

    tuaram algumas demonstraes e apre-

    sentaram diferentes tcnicas de mala-

    barismo.

    Bolas, i-i, diabolo, paus do diabo e uni-

    ciclo foram alguns dos materiais utilizados

    na iniciativa.

    "No prximo ano esperamos comemo-

    rar novamente o evento, atribuindo-lhe

    uma dimenso mais significativa atravs

    da participao de mais alunos e da co-

    munidade em geral", referiu o professor Rui

    Matos, mentor do projecto. Uma das hi-

    pteses ser levar a actividade para a

    Praa Rodrigues Lobo.

    A organizao esteve a cargo da Seco

    de Educao Fsica e contou com a pre-

    sena de alunos e professores da ESEL.

    Na ESEL

    Comemorao do Dia Mundial do Malabarismo

  • 20

    Escola Superior de EducaoLeiria

    Teve ter lugar no dia 25 de Junho, na

    Escola Superior de Educao de Leiria, a

    entrega dos prmios do Concurso

    "Desafios 2003" - concurso de activida-

    des de matemtica.

    Cinco alunos do 4. ano do 1. CEB do

    distrito de Leiria foram distinguidos por

    terem alcanado a pontuao mxima

    na final do concurso.

    Andr Estrada, da Escola EB 1 de Vale

    da Bajouca - Leiria, Cristiana Couto, da

    Escola EB 1 de Ilha de Baixo - Pombal,

    Daniela Carvalho, da Escola EB 1 n. 2

    de Leiria, Kevin Azenha e Margarida

    Henriques da Escola EB 1 n. 5 das Caldas

    da Rainha, foram os alunos premiados.

    Desenvolver o gosto pela Matemtica

    nas crianas do 1. ciclo foi o objectivo

    desta iniciativa que j vai na sua 4. edio.

    Este ano, o concurso contou com a par-

    ticipao de 800 alunos, tendo chegado

    final, aps a realizao de diversas pro-

    vas, cerca de 60.

    A organizao do concurso esteve a car-

    go da Seco de Matemtica da ESEL,

    do ncleo de Leiria da Associao de

    Professores de Matemtica e do CAE de

    Leiria.

    "Desafios 2003"

    Alunos premiados em concurso de Matemtica

    Integrado numa visita ESEL das professoras Louise Paradis e Sylvie

    Beaudoin, da Universidade de Trois-Rivires, Qubec - Canad,

    foi assinado um protocolo de cooperao entre as duas institui-

    es.

    O objectivo do acordo visa a colaborao ao nvel do desenvolvimento

    de projectos de interesse mtuo no que diz respeito educao

    para crianas com necessidades educativas especiais.

    Durante uma semana, as duas professoras efectuaram visitas por

    diversas escolas com crianas inseridas em programas de ensino

    especial e trocaram experincias com outros docentes.

    No intuito de partilhar ideias e experincias prticas, realizaram-

    se na Escola Superior de Educao de Leiria duas conferncias

    subordinadas ao tema "Alunos com dificuldades de aprendizagem"

    destinadas aos alunos e docentes da ESEL.

    No mbito da educao de crianas com necessidades educativas especiais

    ESEL celebra protocolo com Universidade do Canad

    Sexualidade Infantil em debateSensibilizar os professores e alunos para

    as questes pragmticas da sexualidade

    infantil foi o objectivo da conferncia que

    teve lugar na ESEL.

    Maria Lusa D'Avila Pereira, psicloga e

    professora da Universidade de Educao

    do Paran - Brasil, foi a oradora convidada.

    Com uma assistncia composta princi-

    palmente por futuros educadores e pro-

    fessores, a psicloga referiu a importncia

    da forma de agir quando confrontados

    com a curiosidade das crianas sobre a

    sexualidade.

    A sexualidade uma dimenso essencial

    e intrnseca a todos os seres humanos des-

    de a mais tenra idade. Manifesta-se en-

    quanto necessidade de reconhecimento,

    intimidade, carinho e prazer desde o mo-

    mento em que se nasce e mantm-se pre-

    sente ao longo de toda a vida sob diversas

    formas.

    Concluiu-se que os pais, educadores e

    professores devero efectuar precoce-

    mente um acompanhamento a par e passo

    das crianas, explicando-lhes as situaes

    relacionadas com o seu desenvolvimento

    psicossexual.

  • 21

    Escola Superior de EducaoLeiria

    "Pblicos da Cincia" foi o tema da con-

    ferncia que se realizou na ESEL no dia

    19 de Maio.

    Antnio Firmino da Costa, socilogo e

    presidente do Centro de Investigao e

    Estudos de Sociologia, do Instituto

    Superior de Cincias do Trabalho e da

    Empresa (ISCTE), foi o orador convidado.

    Autor de inmeros projectos de investi-

    gao, Firmino da Costa apresentou nes-

    ta iniciativa algumas concluses sobre

    os leitores de publicaes/revistas cien-

    tficas e sobre os verdadeiros pblicos

    das cincias. "Somente deslindando

    quem l, e da quem no l essas revistas,

    se recomear de novo a difundir publi-

    caes mais adequadas aos novos p-

    blicos, s novas realidades", referiu o so-

    cilogo.

    "Pblicos da Cincia" tambm o no-

    me do livro que Firmino da Costa publi-

    cou recentemente, em conjunto com

    Patrcia vila e Sandra Mateus. A obra

    tem por base uma investigao socio-

    lgica dos pblicos da cincia na so-

    ciedade portuguesa actual. Inclui, mui-

    to em especial, uma anlise das prti-

    cas de acesso da populao a informa-

    o sobre cincia e de como elas se re-

    lacionam no s com nveis educacio-

    nais, mas tambm com prticas profis-

    sionais, culturais e de lazer. Analisam-

    se igualmente aspectos como as auto-ava-

    liaes de interesse e conhecimento

    nesta rea ou as concepes sobre a

    cincia e seus impactos sociais. So

    ainda examinadas as preferncias dos p-

    blicos quanto a formas de divulgao

    cientfica, assim como propostas de cien-

    tistas, jornalistas e divulgadores a tal

    respeito.

    O resultado principal a que se chegou

    foi a identificao na sociedade portu-

    guesa contempornea de sete modos

    tpicos de relao com a cincia, tipo-

    logia esta que se revelou altamente elu-

    cidativa, podendo contribuir tanto para

    uma melhor compreenso do que se

    passa neste domnio como para agir ne-

    le de maneira mais informada.

    A organizao da conferncia surgiu no

    mbito das actividades do Conselho

    Pedaggico da ESEL.

    "Crescer com as Artes" foi o tema de um

    seminrio organizado no dia 20 de Maio

    pelo Orfeo de Leiria em colaborao

    com a Escola Superior de Educao de

    Leiria.

    A psicopedagogia para a infncia e no-

    meadamente as psicopedagogias da

    msica, da expresso teatral e da ex-

    presso visual foram algumas das te-

    mticas abordadas no evento que contou,

    entre outras individualidades, com a par-

    ticipao da professora Isabel Kowalski,

    responsvel pela seco de Movimento

    e Drama da ESEL.

    A apresentao de obras de C. M. Weber,

    Bohuslav Martinu e Frank Martn num re-

    cital de flauta transversal e piano, foi ou-

    tro evento organizado no mbito da co-

    laborao entre as duas instituies.

    Roberto Madalena, ao piano, e Joo

    Pedro Fonseca, na flauta transversal, fo-

    ram os msicos convidados.

    ESEL e Orfeo de Leiria ligados pelas Artes

    Conferncia na ESEL

    "Pblicos da Cincia"

  • 22

    Escola Superior de EducaoLeiria

    "Comunicar e Promover a Marca Regio

    de Leiria" foi o tema do seminrio que

    teve lugar na ESEL e que contou com a

    presena do presidente da NERLEI,

    Pedro Faria, o presidente da Regio de

    Turismo de Leiria-Ftima, Miguel

    Sousinha, o presidente da Leirisport,

    Paulo Rabaa e o director geral da Caixa

    Alta, Joo Monsanto.

    A apresentao do papel das institui-

    es locais e regionais na dinamizao

    das polticas de promoo da regio, a

    discusso de estratgias de comunica-

    o para os pblicos internos (regionais

    e nacionais) e externos (internacionais),

    a caracterizao dos produtos, servios

    e eventos caractersticos da regio de

    Leiria e a definio do papel das revistas

    de especialidade na promoo tursti-

    ca nacional, foram alguns dos tpicos

    abordados na iniciativa.

    Este evento foi o culminar da 1. edio

    do curso de Ps-Graduao em

    Comunicao e Marketing que contou com

    a participao de professores e profis-

    sionais do sector da comunicao de

    elevado prestgio, destacando-se, en-

    tre outros: Quintero Pizarroso, vice-rei-

    tor da Universidade Complutense de

    Madrid, Joo Palmeiro, presidente da

    Associao Portuguesa de Imprensa,

    Alexandre Cordeiro, presidente da

    Associao Portuguesa de Agncias

    de Comunicao e Relaes Pblicas,

    Fernando Cascais, director do Cenjor,

    Conceio Zagallo, directora de co-

    municao da IBM e Pedro Pinto, pivot

    da TVI.

    Seminrio na ESEL

    Comunicar e Promover a Marca "Regio de Leiria"

    A Escola Superior de Educao de Leiria vai levar a cabo a segunda

    edio do curso de Ps-Graduao em Comunicao e Marketing.

    semelhana da anterior, tambm esta edio contar com

    um corpo docente constitudo por profissionais do sector e por

    professores da rea da comunicao e do marketing.

    O curso ter a durao de 220 horas, repartidas por seis disciplinas,

    e as aulas iro decorrer em horrio ps-laboral sexta-feira e

    sbados de manh.

    Comunicao e Marketing na Gesto das Organizaes; Relaes

    Pblicas e Assessoria de Imprensa; Desenvolvimento e Marketing

    Regional; Comunicao na Internet e Novas Tecnologias;

    Comunicao e Marketing Poltico e Social; Indstria da

    Comunicao e Actividade Jornalstica, so as disciplinas do

    curso.

    Dirigido a profissionais com formao acadmica diversa e

    comprovada experincia prtica, este curso de ps-gra-

    duao visa contribuir para a formao de quadros qualifi-

    cados e para o aperfeioamento de estratgias de comu-

    nicao e marketing nas empresas, organizaes e insti-

    tuies regionais.

    Curso de Ps-Graduao em Comunicao e Marketing

  • 23

    Escola Superior de EducaoLeiria

    "Escrita: Construir a Aprendizagem" cons-

    titui o novo livro de Lus Barbeiro, publicado

    pelo Departamento de Metodologias da

    Educao da Universidade do Minho.

    Este livro surge inserido no Projecto

    "Ensinar a Escrever - Teoria e Prtica" que

    teve o apoio da Fundao para a Cincia

    e Tecnologia.

    Nesta obra, o autor adopta uma pers-

    pectiva integradora que considera a di-

    menso de relao do sujeito com a

    linguagem no acto de escrever e as di-

    menses de interaco, participao

    e interveno, desenvolvidas em co-

    munidades nas quais a escrita ganha

    sentido.

    Tomada nessas diversas dimenses, a

    aprendizagem da escrita constitui um de-

    safio pedaggico: o professor poder

    proporcionar a descoberta de um per-

    curso, "os alunos encontrar-se-o a cons-

    truir a aprendizagem e a descobrir as po-

    tencialidades da prpria escrita".

    Com o propsito de articular a teoria com

    a prtica, de acordo com os objectivos

    do projecto, a obra apresenta no final de

    cada captulo actividades de aplicao

    orientadas para o processo de ensino-

    aprendizagem, que se fundamentam no

    exposto ao longo do captulo.

    Lus Barbeiro professor coordenador da

    ESEL, doutorado em Metodologia do

    Ensino do Portugus. O seu trabalho de

    investigao tem-se orientado primor-

    dialmente para a aprendizagem da escrita.

    Para alm do livro agora publicado,

    autor das obras O jogo no ensino-apren-

    dizagem da lngua (Editora Legenda),

    Os alunos e a expresso escrita

    (Fundao Calouste Gulbenkian), Jogos

    de escrita (Instituto de Inovao

    Educacional), Lengalngua (Editora

    Legenda).

    "O Jogo do desejo" foi o tema da reflexo

    que Joo Lzaro apresentou no dia 12 de

    Maio, no auditrio da Escola Superior

    de Educao de Leiria.

    O psiclogo e director artstico do Grupo

    de Teatro de Leiria (TE-ATO) props um

    debate sobre o "pensar os pensamentos",

    conjuntura prpria da condio humana

    e emocionada da sociedade actual.

    Segundo o orador o desejo aparece co-

    mo incentivador da emoo e esta do

    pensamento formal e da aco.

    Segundo o conferencista, a sociedade en-

    quadra-se num tempo em que "as evo-

    lues levam a um estado de convulso

    permanente, onde os desastres do co-

    nhecimento ocorrem a uma velocidade

    inesperada".

    A iniciativa surgiu no mbito das actividades

    do Conselho Pedaggico da ESEL.

    Conferncia na ESEL

    "O JOGO DO DESEJO"

    Novo livro de Lus Barbeiro

    "Escrita: Construir a Aprendizagem"

  • 24

    Escola Superior de EducaoLeiria

    No mbito da comemorao do Dia Mundial

    da Criana, e na sequncia de anos ante-

    riores, a Escola Superior de Educao de

    Leiria abriu as suas portas para receber as crian-

    as. Realizado no dia 30 de Junho, o "Dia

    Aberto" contou com a adeso muito signifi-

    cativa das vrias escolas do concelho.

    Os cursos de formao de professores da

    Escola tiveram uma posio importante na

    organizao, pelo que foi dada a oportuni-

    dade aos alunos da ESEL para trabalhar di-

    rectamente com as crianas.

    Estiveram presentes cerca de 45 esco-

    las do pr-escolar e do 1. ciclo e mais

    de 2500 crianas participaram em di-

    versos ateliers temticos (cerca de 40).

    Jogos tradicionais, construo de brin-

    quedos, encenaes, expresso plsti-

    ca, literatura infantil, hora do conto, in-

    formtica, msica, matemtica, cincias,

    segurana, diversidade cultural e pas-

    sagem de modelos foram algumas das ofi-

    cinas preparadas para a iniciativa.

    No evento, para alm de actividades di-

    dcticas, teve lugar a animao de rua (no re-

    cinto da Escola) com a participao de pa-

    lhaos e mascarados. Tendas temticas,

    insuflveis e largada de bales com men-

    sagens de solidariedade escritas pelas crian-

    as foram outras das actividades que se

    realizaram.

    Tambm algumas escolas e jardins de infncia

    participaram na organizao do Dia Mundial

    da Criana, nomeadamente com a realiza-

    o de exposies de trabalhos em desenho

    e materiais reciclveis.

    Para colocar de p a dinamizao desta

    iniciativa, coordenada pelo Conselho

    Pedaggico, estiveram na organizao cer-

    ca de 150 alunos, dezenas de professo-

    res e funcionrios e colaboraram tam-

    bm diversas entidades locais.

    Dia Aberto da ESEL

    Comemorao do Dia Mundial da Criana

    Tambm no mbito da comemorao do Dia Mundial da

    Criana, a ESEL participou no projecto "Trocar por Midos".

    Esta foi uma iniciativa dinamizada pela Cmara Municipal de

    Leiria que teve como objectivo alertar a comunidade esco-

    lar e a comunidade em geral para a participao activa na

    defesa de uma "Cultura de Paz e Tolerncia".

    Desenvolver o respeito pela justia, a igualdade e dignida-

    de humana, a democracia, a liberdade e os direitos huma-

    nos, foram outros dos objectivos da aco.

    Para o projecto, a ESEL preparou uma sesso temtica intitulada

    "Diversidade Cultural", tendo sido apresentados contedos re-

    lacionados com a cultura rabe, africana, oriental e ndia. A ac-

    o teve lugar na escola do 1. CEB da Caranguejeira e con-

    sistiu na dinamizao de ateliers onde as crianas tiveram a

    possibilidade de participar em danas, jogos e encenaes.

    Sob coordenao dos professores Ricardo Vieira e Jos

    Trindade, e organizada pelos alunos do 2. ano do curso de

    Educadores de Infncia, a sesso pretendeu sensibilizar as crian-

    as para o respeito pela diversidade cultural do mundo e por

    todos os povos.

    ESEL colabora em projecto "Trocar por Midos"

  • Efectuar o balano das actividades desen-

    volvidas no mbito do projecto "[email protected]" - A

    Internet nas Escolas do 1. CEB, foi o ob-

    jectivo da reunio que decorreu no dia 11 de

    Junho, na Escola Superior de Educao

    de Leiria, com as Cmaras Municipais do

    distrito.

    Ao longo do ano lectivo 2002/2003 foram rea-

    lizadas nas escolas do 1. ciclo, sob coor-

    denao da ESEL, diversas aces de acom-

    panhamento para fomentar a utilizao da

    Internet por parte dos alunos e professo-

    res. Para o efeito 32 monitores deslocaram-

    se por todo o distrito de Leiria no sentido

    de levar a cabo a construo de uma pgi-

    nawebem cada uma dessas escolas. Paraalm dessas aces, realizaram-se cursos

    de curta durao sobre Internet e seus prin-

    cipais servios, destinados aos professo-

    res. A resoluo de problemas tcnicos dos

    computadores instalados nas escolas foi

    outra das actividades dos monitores.

    O projecto, que j teve reconhecimento a

    nvel nacional (o software criado para [email protected] foi comprado por outras institui-

    es de ensino superior para utilizao em

    iniciativas idnticas), viu os seus objectivos

    alargados de tal forma que se esto a en-

    veredar esforos para a sua continuao

    no prximo ano lectivo. Abrindo-se essa

    possibilidade, o projecto prev apostar mais

    na formao de curta durao, por forma

    a responder s necessidades imediatas

    dos professores.

    ainda de salientar que at ao momento

    j foram certificados cerca de 8000 profes-

    sores e alunos do 1. ciclo, atravs da atribuio

    do Diploma de Competncias Bsicas em

    Tecnologias de Informao.

    25

    Escola Superior de EducaoLeiria

    "A Guerra e as Relaes Internacionais"

    foi o tema do colquio que decorreu

    na ESEL e que surgiu no mbito dos

    conflitos no Iraque. A organizao do

    evento que contou com a colabora-

    o da ESEL, partiu de um grupo de

    cidados de vrios quadrantes polti-

    cos. Miguel Portas, do Bloco de

    Esquerda, Telmo Faria, presidente da

    Cmara Municipal de bidos, e

    Medeiros Ferreira, deputado do Partido

    Socialista, foram os convidados que

    dinamizaram o debate.

    O apoio de Portugal ofensiva ameri-

    cana, os direitos humanos, o regime

    iraquiano, as razes da guerra e os con-

    flitos diplomticos foram alguns dos t-

    picos discutidos durante o colquio.

    Na ESEL

    A Guerra do Iraque em anlise

    Projecto "[email protected]"

    ESEL faz balano com cmaras do distrito

    No mbito de um protocolo existente entre

    o Instituto Politcnico de Leiria e a

    Universidade de Alicante - Espanha, os

    professores Ricardo Vieira e Jos Trindade

    leccionaram num curso de dimenso eu-

    ropeia, inserido no programa intensivo

    Scrates-Erasmus.

    Integrao de Minorias e Comunicao

    Intercultural o nome do curso que de-

    correu entre os dias 25 de Agosto e 6 de

    Setembro, em Alicante.

    A colaborao dos professores da ESEL sur-

    ge a par da participao de professores

    de outras universidades europeias -

    Universidade de Amberes e KDG (Blgica),

    IEP de Lyon (Frana), Universidade Telemark

    (Noruega), Universidade Luton e Middlesex

    (Reino Unido) e Universidade Bucarest e

    Oradea (Romnia).

    De cada instituio associada ao projecto

    foram seleccionados trs alunos para fre-

    quentarem o curso que composto por

    dois mdulos. No mdulo A foram leccio-

    nadas temticas relacionadas com a "rea-

    lidade migratria: identificao de proble-

    mas e descrio da situao". No mdulo

    B abordou-se o mesmo tema, procuran-

    do efectuar-se uma "busca de solues".

    Complementando as aulas tericas do

    curso, realizaram-se visitas a ONG's e a

    outras instituies com o intuito de os alu-

    nos aplicarem os conhecimentos adqui-

    ridos.

    Para