Portifólio Individual Unopar ADS 4 ° Semestre

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Portiflio Individual Unopar ADS 4 Semestre

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Sistema de Ensino Presencial ConectadoCurso Superior de tecnologia em anlise e desenvolvimento de sistemas

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Trabalho interdisciplinar individual 5 E 6 semestres 2015/2

Pelotas2015

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produo textual individual

Trabalho textual interdisciplinar individual apresentado Universidade Norte do Paran - UNOPAR, como requisito parcial para a obteno de mdia bimestral interdisciplinar.

Orientador: Professores do semestre.

Pelotas2015

SUMRIO1 INTRODUO........................................................................................................3

2 OBJETIVO...............................................................................................................4 3 DESENVOLVIMENTO.............................................................................................5

4 CONCLUSO.........................................................................................................20

5 REFERNCIAS................................................................................................................21

INTRODUONeste trabalho abordarei temas vistos e compreendidos no sexto semestre de nosso curso, relativos a dispositivos mveis.O uso de dispositivos mveis, como celulares, PDAs, tablets, tem se tornado cada vez maior entre pessoas e empresas que necessitam de grande flexibilidade no acesso e troca de informaes. Junto com a popularidade desses dispositivos surge a necessidade de implementar aplicaes cada vez mais sofisticadas e que consigam atender de maneira satisfatria os desejos de seus usurios.As aplicaes para dispositivos mveis podem variar desde uma simples aplicao stand-alone a sistemas que permitam a troca de dados remotamente atravs da internet utilizando tecnologias como, por exemplo, Web Services.O desenvolvimento de aplicaes para dispositivos mveis requer um cuidado especial, pois estes geralmente apresentam limitaes de memria, procesamento e resoluo que devem ser levadas em considerao no projeto destas aplicaes. Alm disso, a grande variedade dos dispositivos existentes e a falta de ferramentas de desenvolvimento adequadas e frameworks tem dificultado muito a construo de aplicaes portveis e que utilizem, de maneira otimizada, os recursos especficos de determinados equipamentos.

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2 OBJETIVO

Dentro do contexto apresentado, o objetivo deste trabalho destacar conceitos e aplicaes para um fcil processo de desenvolvimento de software, para dispositivos mveis, com isso aprofundar o conhecimento adquirido durante o curso visando conhecer os dispositivos moveis e suas particularidades, melhor aproveitamento e correto uso da memria e armazenamento em nuvem oferecido por estes dispositivos.Os conceitos da gesto de segurana da informao, exemplificando as vulnerabilidades, os ataques, as polticas e praticas seguras alem de abordar a auditoria da segurana de informao para verificar as falhas e sugerir solues.

3. Desenvolvimento4.1.Persistncia

Quando se trata de programao para dispositivos mveis algumas particularidades devem ser levadas em conta, so muitas as limitaes encontradas tanto na estrutura que vai receber a programao quanto ao mercado que no oferece muitas opes de ferramentas desenvolvedoras, tornando o desenvolvimento um processo mais minucioso. Uma das caractersticas mais sensvel a persistncia de dados, com certeza ter de tratar das limitaes existentes. Pode ser recorrer ao framework de persistncia de objetos, denominado FramePersist, para o desenvolvimento de aplicaes que executam em dispositivos mveis, este framework constitudo de um modelo de classes, interfaces e mtodos, para o desenvolvimento de uma camada de persistncia em aplicaes para dispositivos. Essa camada possui operaes bsicas de incluso, excluso, atualizao e busca de objetos, levando em considerao as limitaes de hardware e software (limitado poder de processamento e armazenamento) que os dispositivos mveis possuem, alm da forma de organizao de arquivos nestes dispositivos serem totalmente de um desktop. Pode se recorrer a Persistncia com RMS - Record Management System oferece um mecanismo para que asMIDlets possam armazenar dados persistentemente e depois resgat-los.O armazenamento das informaes em banco de dados nos dispositivos mveis so chamados de Record Store, os Record Store so gerados pelo MIDlet utilizando nomes para identificar cada informao armazenada. Caso seja removido o MIDled as informaes tambm sero removidas.Cada Record Store dependente de plataforma, armazenado em memria no voltil, que no fica diretamente exposta aos MIDlets. As classes RMS devero fazer chamadas especficas ao gerenciador de dados padro do dispositivo para poder acessar os dados.A persistncia local temporria, junto s aplicaes clientes instalada em dispositivos mveis oferece maior agilidade e flexibilidade. Isto porque os modelos em que as aplicaes clientes acessam diretamente uma aplicao servidora resultam em um maior nmero de acessos e necessitam do estabelecimento de conexes permanentes. J com a persistncia local temporria se evita o estabelecimento deste tipo de conexes quando os dados j esto armazenados no dispositivo.

4.2Threads

Linha de execuo (thread), uma forma de um processo dividir assim mesmo em duas ou mais tarefas que podem ser executadas concorrentemente. O suporte ao thread fornecido pelo prprio sistema operacional (no caso de threads implementadas pelo ncleo do SO), ou implementadas atravs de uma biblioteca de uma determinada linguagem (no caso de threads implementada sem nvel de biblioteca). Dependendo da forma como os threads so implementados eles podem ser executados em vrios processadores para que vrias tarefas sejam realizadas em paralelo.Um thread permite, por exemplo, que o usurio de um programa utilize uma funcionalidade do ambiente enquanto outras linhas de execuo realizam outros clculos e operaes.Em hardwares equipados com uma nica CPU, cada thread processado de forma aparentemente simultnea, pois a mudana entre um thread e outra feita de forma to rpida que para o utilizador, isso est acontecendo paralelamente. Em hardwares com mltiplos CPUs ou multi-cores, os threads so realizados realmente de forma simultnea.Os sistemas que suportam um nico thread (em real execuo) so chamados de monothread enquanto que os sistemas que suportam mltiplas threads so chamados de multithread.Cada thread tem o mesmo contexto de software e compartilha o mesmo espao de memria (endereado a um mesmo processo-pai), porm o contexto de hardware diferente. Sendo assim o overhead causado pelo escalonamento de um thread muito menor do que o escalonamento de processos. Entretanto, algumas linguagens (C, por exemplo) no fornecem acesso protegido memria nativa (sua implementao fica a cargo do programador ou de uma biblioteca externa) devido ao compartilhamento do espao de memria.Um dos benefcios do uso dos threads advm do fato do processo poder ser dividido em vrios threads; quando um thread est espera de determinado dispositivo de entrada/sada ou qualquer outro recurso do sistema, o processo como um todo no fica parado, pois quando um thread entra no estado de 'bloqueio', um outro thread aguarda na fila de prontos para executar.Um thread possui um conjunto de comportamentos padro, normalmente encontrados em qualquer implementao ou sistema operativo.Um thread pode: criar outra da mesma forma que um processo, atravs do mtodo thread-create, onde a thread retorna um ID como primeiro argumento (resultado da funo de criao); esperar outra thread se sincronizar, atravs do mtodo join; voluntariamente "desistir" da CPU por no precisar mais do processamento proposto pela prpria ou por vontade do utilizador. Feito atravs do mtodo thread-yield; replicar-se sem a necessidade de duplicar todo o processo, economizando assim memria, processamento da CPU e aproveitando o contexto (variveis, descritores, dispositivos de I/O).

4.3. Sincronismo de processos

Dentro do contedo elaborado sincronizao o processo pelo qual os dados so distribudos so mantidos e atualizados, de modo que os usurios sempre pensem que esto trabalhando com dispositivos e informaes mais recentes. Essa atualizao pode ser feita a curta ou longa distncia atravs de vrios meios ajudando sempre o consumidor a entender melhor a sincronizao feita no dispositivo utilizado.Para o controle da sincronizao de processos, existem informaes que servem para saber se as informaes e os dados que sero sincronizados foram atualizados, inseridos e removidos, so guardados em seu SGBD. As informaes e dados mais recentes do uma melhor facilidade para que o usurio de tal aplicao consiga desenvolver suas atividades de uma fcil e prtica, ou seja, sem gerar nenhuma dificuldade para o mesmo.

Portanto, os dados que so compartilhados quando so alterados por uma aplicao, so propagados, seguindo um protocolo, a outros dispositivos que armazenam uma rplica de informaes armazenadas. Aps tal propagao as informaes tero sincronizado suas modificaes de acordo com o que foi desenvolvido pelo Analista.Um protocolo de sincronizao define o fluxo de trabalho para comunicao durante uma seo de sincronizao de processos e dados, por isso quando o dispositivo mvel desenvolvido ele funciona com total perfeio, sem gerar erros de programao. Os protocolos devem conter comandos comuns para sincronizao dos dados. Tambm devem conter a identificao de registros, e tambm identificar e resolver possveis problemas de sincronizao.Um dos grandes desafios dos sistemas que necessitam de sincronizao era a falta de padronizao no desenvolvimento dos aplicativos mveis. Foi ento com o avano da tecnologia da informao que analistas conseguiram chegar num patamar universal de sincronizao de processos, atravs de dados e informaes e conseguindo melhor o sincronismo das plataformas dos dispositivos mveis.Trazendo assim uma melhor qualidad