Primeira Fase Analista promotoria mpe

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Prova primeira fase de analista

Text of Primeira Fase Analista promotoria mpe

  • ConCurso PbliCo

    PRIMEIRA FASE

    1. PRovA objEtIvA dE conhEcIMEntoS gERAIS

    AnAlistA de PromotoriA i(Assistente Jurdico)

    INSTRUES

    Voc recebeu sua folha de respostas e este caderno contendo 90 questes objetivas.Confira seu nome e nmero de inscrio impressos na capa deste caderno.Leia cuidadosamente as questes e escolha a resposta que voc considera correta.Responda a todas as questes.Marque, na folha intermediria de respostas, localizada no verso desta pgina, a letra correspondente

    alternativa que voc escolheu.

    Transcreva para a folha de respostas, com caneta de tinta azul ou preta, todas as respostas anotadas na folha intermediria de respostas.

    A durao da prova de 4 horas.A sada do candidato da sala ser permitida aps transcorrida a metade do tempo de durao da prova.Ao sair, voc entregar ao fiscal a folha de respostas e este caderno de questes, podendo destacar esta

    capa para futura conferncia com o gabarito a ser divulgado.

    AgUARdE A oRdEM do fISCAL pARA AbRIR ESTE CAdERNo dE qUESTES.

    19.09.2010

    www.pciconcursos.com.br

  • 2MPSP1002/01-AnalistaPromotoriaI-1.Fase

    FolhA intermediriA de resPostAs

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  • 3 MPSP1002/01-AnalistaPromotoriaI-1.Fase

    ConheCimentos Gerais

    Lngua Portuguesa

    01. Cumprimento a redao da revista pela brilhante reportagem sobre a situao da percia no Brasil. Muito bem feita e did-tica, a matria e apresenta uma noo do trabalho dos peritos que, com certeza, muitos jovens a a profisso. De novo, parabns e continuem nessa linha editorial, que agrada muito aos lei-tores.

    (Galileu, julho de 2010. Adaptado)

    Os espaos do texto devem ser preenchidos, correta e respec-tivamente, com

    (A) dismitifica tabus incentivaro seguir

    (B) dismistifica tabus incentivaro seguir

    (C) desmistifica tabs incentivar seguirem

    (D) desmitifica tabus incentivar seguirem

    (E) demistifica tabs incentivaro seguirem

    02. Leia a tira.

    (Folha de S.Paulo, 23.01.2009)

    Observe as frases produzidas com base no dilogo da tira:

    I. Aceita, Dr. Quirino, um caf?

    II. Primeiro, quero ver o paciente.

    III. Quando eu vi ele, estava no quintal, comeou a chuva e

    IV. Puro e com pouco acar.

    Apresenta vcio de linguagem e, ao mesmo tempo, revela alterao em relao ao sentido da tira apenas o contido em

    (A) I.

    (B) III.

    (C) II e III.

    (D) II e IV.

    (E) I, II e III.

    Leia o texto para responder s questes de nmeros 03 a 05.

    Vigilantes no deveriam estar armados em ambientes como bancos e supermercados, simplesmente porque seu preparo de 160 horas e de poucas dezenas de tiros no os habilita a situa-es de estresse, sejam elas assaltos ou conflitos com clientes.

    Mesmo policiais, que recebem um treinamento mais intenso e com superviso altamente profissional, mostram problemas de preparo nessas situaes. Por um mero jogo de interesses comerciais, a obrigatoriedade de vigilncia bancria imposta pelos governos militares no pacote de medidas antiterrorismo acabou sendo mantida, e o emprego de vigilantes armados se difundiu, com enorme perigo para as pessoas que frequentam esses ambientes. Ladres no evitam locais com vigilantes armados, eles apenas chegam em maior nmero, aumentam o perigo de tiroteio e ainda levam a arma do segurana. Em 2006, s no estado de So Paulo, os assaltantes roubaram 160 armas de vigilantes.

    []A funo da segurana privada em proteger patrimnio

    no pode ser exercida com prejuzos segurana dos cidados que deve ser preocupao cada vez mais competente das foras policiais. Sem uma boa polcia no h salvao para a sociedade. E ela que deve carregar armas; no seguranas privados.

    (Galileu, julho de 2010)

    03. De acordo com o texto, pode-se concluir que

    (A) tanto policiais quanto vigilantes devem proteger o cida-do desarmados.

    (B) o treinamento recebido pelos policiais o mesmo dos seguranas privados.

    (C) a presena de seguranas armados corre margem de interesses financeiros.

    (D) os seguranas armados so treinados para evitar aes terroristas.

    (E) a segurana armada insuficiente para coibir a ao dos assaltantes.

    04. Assinale a alternativa em que a frase est isenta de vcio de linguagem.

    (A) Assiste polcia e no aos seguranas privados o direito de portar armas.

    (B) Os governos militares imporam a obrigatoriedade de vigilncia bancria.

    (C) Clientes de bancos e supermercados pode ser vtima de tiroteios.

    (D) Se difundiu, em ambientes como bancos e supermercados, os vigilantes armados.

    (E) Pode ser perigoso se os governos manterem a obrigato-riedade de vigilncia bancria.

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  • 4MPSP1002/01-AnalistaPromotoriaI-1.Fase

    05. Assinale a alternativa correta quanto pontuao.

    (A) Vigilantes, de bancos e supermercados, no deveriam estar armados pois seu preparo no os habilita a situaes de estresse.

    (B) Vigilantes em bancos e supermercados, no deveriam estar armados, pois seu preparo no os habilita a situaes de estresse.

    (C) Vigilantes, em bancos e supermercados, no deveriam estar armados, pois seu preparo no os habilita a situaes de estresse.

    (D) Vigilantes, em bancos e supermercados no deveriam estar armados, pois seu preparo no os habilita a situaes de estresse.

    (E) Vigilantes de bancos e supermercados, no deveriam estar armados pois seu preparo no os habilita a situaes de estresse.

    Leia o texto para responder s questes de nmeros 06 e 07.

    fcil entender por que os advogados esto aprimorando suas tcnicas de jri. Enquanto um juiz julga com base no cdigo legal, o jri segue convices pessoais. Jurados so mais passionais. Analisam por conscincia, no por cincia, diz Mauro Otvio Nacif, criminalista que j trabalhou na defesa de 800 casos, como o de Suzane von Richthofen, condenada em 2006 pelo assassinato dos pais. Por isso, advogados tm de atingir a razo e tambm o corao dos jurados. Nos EUA, uma indstria se formou s para pesquisar como os jurados absorvem explicaes e que tecnolo-gias dariam mais credibilidade aos argumentos de advogados. L, processos envolvendo empresas tambm podem ir a jri, e uma deciso passional pode custar indenizaes milionrias ao ru. Com dinheiro em jogo, os americanos trataram de criar armas sofisticadas para influenciar os jurados.

    (Superinteressante, julho de 2010)

    06. Conforme o texto, o aprimoramento das tcnicas de jri est relacionado

    (A) ao barateamento de um processo, j que uma anlise mais precisa dos jurados pode evitar que os rus paguem indenizaes milionrias.

    (B) necessidade de se formalizarem procedimentos mais precisos, com julgamentos menos eivados da interfern-cia das convices pessoais.

    (C) inteno de mobilizar os jurados, levando em considera-o os aspectos subjetivos de sua anlise dos argumentos apresentados nos processos.

    (D) a uma concepo de jurado que tenha mais informao tecnolgica de um caso, julgando com mais cincia do que conscincia.

    (E) a um novo procedimento ratificado pelo cdigo penal, por meio do qual se evitar que os jurados julguem com base nas convices pessoais.

    07. Considerando-se o emprego do acento indicativo da crase, no trecho e uma deciso passional pode custar indenizaes milionrias ao ru. a expresso aoru pode ser corretamente substituda por

    (A) um condenado pela lei.

    (B) quem for condenado.

    (C) uma pessoa que for condenada.

    (D) quele que for condenado.

    (E) algum que seja condenado.