PROAB 2012.1 REDAÇÃO DE PEÇAS PROCESSUAIS Profª . Lilian Dias Coelho Guerra Aula 5

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PROAB 2012.1 REDAÇÃO DE PEÇAS PROCESSUAIS Profª . Lilian Dias Coelho Guerra Aula 5. (Exame de Ordem – OAB/RJ – 2ª Fase – Peça Profissional – Civil). - PowerPoint PPT Presentation

Text of PROAB 2012.1 REDAÇÃO DE PEÇAS PROCESSUAIS Profª . Lilian Dias Coelho Guerra Aula 5

  • RESPONSABILIDADE CIVILAULA 1

    (Exame de Ordem OAB/RJ 2 Fase Pea Profissional Civil)Em 05/1/2007, Antnio adquiriu de Joo o veculo VW Gol, ano/modelo 2006, placa XX 0000, pelo valor de R$ 20.000,00, tendo efetuado o pagamento da compra vista.No ms seguinte aquisio, Antnio efetuou a transferncia do veculo junto ao DETRAN de sua cidade, tendo pago, alm da respectiva taxa, multas por violao s normas de trnsito, no valor de R$ 2.000,00.No dia 29/11/2007, o veculo foi apreendido por ordem do delegado de polcia, por ter sido objeto de furto na cidade de So Paulo.

    RESPONSABILIDADE CIVILAULA 1

    Todas as tentativas para soluo amigvel quanto ao ressarcimento restaram frustradas, notadamente em virtude de Joo ter transferido sua residncia para o Rio de Janeiro, no endereo constante da consulta feita junto ao rgo estadual de trnsito.Diante da situao hipottica apresentada, proponha, na qualidade de advogado constitudo por Antnio, a medida judicial que entender cabvel para a proteo dos interesses de seu cliente, abordando todos os aspectos de direito material e processual pertinentes e atentando para todos os requisitos legais exigveis.

    RESPONSABILIDADE CIVILAULA 1

    (35 Exame de Ordem OAB/RJ 2 Fase Pea Profissional Civil)Mrcia, vendedora domiciliada na cidade de So Paulo SP, alega ter engravidado aps relacionamento amoroso exclusivo com Pedro, representante de vendas de empresa sediada em Porto Alegre RS. Em 5/10/2002, nasceu Joo, filho de Mrcia. Pedro manteve o referido relacionamento com Mrcia at o quinto ms da gravidez, custeou despesas da criana em algumas oportunidades, alm de ter proporcionado ajuda financeira eventual e estado, tambm, nas trs primeiras festas de aniversrio de Joo, tendo sido, inclusive, fotografado, nessas ocasies, com o menino, seu suposto filho, no colo.

    RESPONSABILIDADE CIVILAULA 1

    No entanto, Pedro se nega a reconhecer a paternidade ao argumento de que tem dvidas acerca da fidelidade da me, j que ele chegava a ficar um ms sem ir a So Paulo durante o relacionamento que tivera com Mrcia. Sabe-se, ainda, acerca de Pedro, que seu o salrio bruto, com as comisses recebidas, chega a R$ 5.000,00 mensais, bem como que arca com o sustento de uma filha, estudante de 22 anos, e que no tem domiclio fixo em razo de sua profisso demandar deslocamentos constantes entre So Paulo SP, Rio de Janeiro RJ e Porto Alegre RS. Mrcia, que j esgotou as possibilidades de manter entendimento com Pedro, ganha, no presente momento, cerca de dois salrios mnimos. As despesas mensais de Joo totalizam R$ 1.000,00.

    RESPONSABILIDADE CIVILAULA 1

    Diante da situao hipottica apresentada, redija, na qualidade de advogado(a) contratado(a) por Mrcia, a ao judicial que seja adequada aos interesses de Joo, abordando todos os aspectos de direitos material e processual pertinentes.

    RESPONSABILIDADE CIVILAULA 1

    (36 Exame de Ordem OAB/RJ 2 Fase Pea Profissional Civil)Mauro, pedreiro, domiciliado em Salvador BA, caminhava por uma rua de Recife PE quando foi atingido por um aparelho de ar-condicionado manejado, de forma imprudente, por Paulo, comerciante e proprietrio de um armarinho. Encaminhado a um hospital particular, Mauro faleceu aps estar internado por um dia. Sua famlia, profundamente abalada pela perda trgica do parente, deslocou-se at Recife PE e transportou o corpo para Salvador BA, local do sepultamento.

    RESPONSABILIDADE CIVILAULA 1

    O falecido deixou viva e um filho menor impbere. Sabe-se, ainda, que Mauro tinha 35 anos de idade, era responsvel pelo sustento da famlia e conseguia obter renda mdia mensal de R$ 800,00 como pedreiro. Sabe-se, tambm, que os gastos hospitalares somaram R$ 3.000,00 e os gastos com transporte do corpo e funeral somaram R$2.000,00. Aps o laudo da percia tcnica apontar como causa da morte o traumatismo craniano decorrente da queda do aparelho de ar-condicionado e o inqurito policial indiciar Paulo como autor de homicdio culposo, a viva e o filho procuraram um advogado para buscar em juzo o direito indenizao pelos danos decorrentes da morte de Mauro.

    RESPONSABILIDADE CIVILAULA 1

    Em face da situao hipottica apresentada, redija, na qualidade de advogado (a) procurado (a) pela famlia de Mauro, a petio inicial da ao judicial adequada ao caso, abordando todos os aspectos de direito material e processual pertinentes.

    RESPONSABILIDADE CIVILAULA 1

    (36 Exame de Ordem OAB/RJ 2 Fase Pea Profissional Civil)Mauro, pedreiro, domiciliado em Salvador BA, caminhava por uma rua de Recife PE quando foi atingido por um aparelho de ar-condicionado manejado, de forma imprudente, por Paulo, comerciante e proprietrio de um armarinho. Encaminhado a um hospital particular, Mauro faleceu aps estar internado por um dia. Sua famlia, profundamente abalada pela perda trgica do parente, deslocou-se at Recife PE e transportou o corpo para Salvador BA, local do sepultamento.

    RESPONSABILIDADE CIVILAULA 1

    O falecido deixou viva e um filho menor impbere. Sabe-se, ainda, que Mauro tinha 35 anos de idade, era responsvel pelo sustento da famlia e conseguia obter renda mdia mensal de R$ 800,00 como pedreiro. Sabe-se, tambm, que os gastos hospitalares somaram R$ 3.000,00 e os gastos com transporte do corpo e funeral somaram R$2.000,00. Aps o laudo da percia tcnica apontar como causa da morte o traumatismo craniano decorrente da queda do aparelho de ar-condicionado e o inqurito policial indiciar Paulo como autor de homicdio culposo, a viva e o filho procuraram um advogado para buscar em juzo o direito indenizao pelos danos decorrentes da morte de Mauro.

    RESPONSABILIDADE CIVILAULA 1

    Em face da situao hipottica apresentada, redija, na qualidade de advogado (a) procurado (a) pela famlia de Mauro, a petio inicial da ao judicial adequada ao caso, abordando todos os aspectos de direito material e processual pertinentes.

    RESPONSABILIDADE CIVILAULA 1

    (36 Exame de Ordem OAB/RJ 2 Fase Pea Profissional Empresarial)Um representante legal de cooperativa de crdito, com sede e principal estabelecimento localizados no Distrito Federal, voltada precipuamente para a realizao de mtuo aos seus associados, acaba de saber que o gerente de sucursal localizada em outro estado foi legalmente intimado, h uma semana, por deciso prolatada pelo juzo da cidade de Imaginrio, em que se decretou a falncia da cooperativa em questo. No caso, um empresrio credor de uma duplicata inadimplida no valor total de R$ 11.000,00 requereu, aps realizar o protesto ordinrio do ttulo de crdito, a falncia do devedor, em processo que correu sem defesa oferecida pela mencionada pessoa jurdica.

    RESPONSABILIDADE CIVILAULA 1

    Na deciso, afirma-se que a atividade habitual de emprstimo de dinheiro a juros constitui situao mercantil clssica, sendo, portanto, evidente a natureza empresarial do devedor, e que, em razo da ausncia de interesse do ru em adimplir o crdito ou sequer se defender, patente est a sua insolvncia presumida.Em face da situao hipottica apresentada, na qualidade de advogado(a) contratado(a) pelo representante legal da mencionada cooperativa de crdito, redija a medida processual cabvel para impugnar a deciso proferida.

    RESPONSABILIDADE CIVILAULA 1

    (Exame de Ordem OAB/RJ 2 Fase Pea Profissional Tributrio)Em determinado municpio, foi publicada, em julho de 2006, uma lei que isentava de IPTU "os portadores de dificuldade de locomoo decorrente de deficincia nos membros inferiores" (in verbis).Aps ser notificado, em janeiro de 2007, para pagar o IPTU de 2007, Aderaldo, portador de cegueira congnita, ajuizou ao contra o municpio, na qual pedia que fosse declarada a inexistncia da relao jurdico-tributria referente ao IPTU, com a desconstituio daquele lanamento tributrio. Na ao,

    RESPONSABILIDADE CIVILAULA 1

    Aderaldo alegou que, por analogia, enquadrava-se na mesma categoria dos "portadores de dificuldade de locomoo" citados na mencionada lei, uma vez que, segundo ele, os cegos tambm tm dificuldade de se locomover, muitas vezes, maior do que a dos deficientes motores.Aderaldo aproveitou a ao, tambm, para pedir o direito de no pagar a contribuio de iluminao pblica, que cobrada juntamente com as contas de energia eltrica. Apresentou como razes para tal pedido:

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    que as notificaes de pagamento que tem recebido no foram expedidas pela prefeitura, como exigiria o Cdigo Tributrio Nacional; que, no seu caso, no ocorreria o fato gerador da obrigao tributria, visto que, sendo ele cego e sendo o fato gerador de tal tributo uma situao de fato, aplicar-se-ia, no caso, a regra do caput e a do inciso I do art. 116 do CTN, que rezam:

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    "Salvo disposio de lei em contrrio, considera-se ocorrido o fato gerador e existentes os seus efeitos: I tratando-se de situao de fato, desde o momento em que se verifiquem as circunstncias materiais necessrias a que produza os efeitos que normalmente lhe so prprios;". Conforme argumentao apresentada por Aderaldo, a definio do fato gerador da iluminao pblica exige que o contribuinte se enquadre no conceito de receptador dessa iluminao, o que no ocorreria com ele.

    RESPONSABILIDADE CIVILAULA 1

    Na qualidade de advogado da prefeitura e considerando a situao hipottica acima, redija uma contestao ao proposta por Aderaldo.Obs.: todos os dados no-disponveis, sejam eles sobre Aderaldo, sobre o municpio ou qualquer outro que seja necessrio especificar no texto, devem ser seguidos de reticncias (como, por exemplo, domiciliado ..., CNPJ ...); no exame de sua pea sero consideradas a tcnica profissional e a argumentao material sobre os trs pontos levantados por Aderaldo.

    RESPONSABILIDADE CIVILAULA 1

    PROVA OAB 2009.2 ADMINISTRATIVOA administrao pblica local desencadeou procedimento licitatrio, na modalidade de tomada de preos, tendo por objeto a construo de uma ponte de 28 metro

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