Produção Gráfica

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  • I I

    &EDIO

    I BAER

  • I>ado5 I .. umadonals~C.'.1op;io RI .... blka;io (CIP) (Cionar. Brasuru..do Livro, SP, B....u)

    B"t, !.oro"", Pnxh'1o ~ICOI Lorerw> a-. _ &011. _Slo Paulo;

    EdilOr.il Scnac SJo I'>ulo. 200S.

    VArio. aula . ISBN 8~ nS9-(I()3X

    l. AI't

  • ADMISIsnv.D REGIONAL OOSENAC SO ESTAOO DE SAD PAULO Pres;J.me do C"",.lho Re,i"""I: Abram Szajm. n Dimo, 00 D'panam,nto R.,iOllllI: Lui . FranalvOi Folhl (rfolh.a.sp .... """.br) Coorrhlli1fJ" Adm ...... rrari"': C&rk>$ Alberto Ah"ei (Cllvos@sp ... """.bt)

    Proibida I ~prod ... io .. m lutoriz.aio oxpre< ... Todos os di~ilos dcsl-l odilo rescn'ado.l Edilom s....u Sdo Paulo RUlI Rui Barbosa. )77 _ l'andar_Bola V .... _CEPO lJ26-0JO Cai .. l'I>oI.al J~95_CEP{)I0IQ.970_S30 Paulo _SP Tri, ( I 1)2187~50- FIJI (J 1)21 87~1l6 E .... il: odi!OnO.S!' ... """ .br Home pag

  • SUMRIO

    Agradtel meOLOS ",." .. ... """" ......... .... .............. ............................ "....... 9

    InLrooulo .............................. .. ............................................................ 11

    I. A ' Ilncia Ik propacanda ... ... __ ..................................................... l7

    2. A .011001;1 da Vlr fioal . .... . . . -- . . . . 11

    3. Composisio IX LULOS I Lipologia c Lipomctri. .......................... J7

    4. Pri ncfpl .... de prtimp~ ... o ........................................................ 6J

    !I. f isie. di cor Iluz e " ,gmemo .................................................. .... 7!1

    6. ~Ielo Ik corei .......... .. ... __ .. .. .. ....... .. ............................................ 89

    clctrllo;c. tn

    8. TInl.s de impreWO ...................................................................... 137

    9. O papel .................................... .. ..................................................... 161

    10. Prep.ndo de rmw de impres .. o ............... ............................. r~1

    11 . AcabamenLO dos impressos ... .. ..... .. ........ .......... .... ............... .... ... . 219

    12. ConLrole de qual idade em produ" .... 8n1fic ................ ............... 237

    Glos,'rjo

    Rcrcrlnciu bibliOJl!ficai ................................................................. 273

    ' adice 277

    M

  • Lorenro Baer nasceu em FlolCna, Itlia, FormOl.l-se no curso superiorde grophic design na Academia deArtes c Design " Bezalel", em Jerusalm, Israel, e 00 curso superior de ciociu e artes grnfic.lS na Faculdade de Arquitetura da Uni versidade Pol6cnica de Turi m, Itlia.

    Convidado pelo Servio NiK'ional de AprendiLagcm Indl.lStrial (Senai) em 1972, planejou e criou o SetorT6cnico de Produ.1o Vi_ sual GrMica na Escola Sen.ai TheobaJdo de Nigris, exercendo ocargo de c!lefe desse setor ato! 1977,

    Em 1974, foi comissionado professor de histria da ane no mes-mo eSlabeleimenlo,

    De 1990 at 1992. foi prufessordo curso de graduao de produ_ ~o grfica na Escola Superior de Propaganda e Marketing, em So Paulo.

    Como diretor de ane e criao, trabalhou em Israel. Itlia e. no Brasil, em mais de dez agncias de propaganda e promucs de So Paulo. Atualmente ~ assessor [redancer na rea de cria~o e produo grfica.

    Desde 1989 ~doccntecm cursosdc criao c produo grfica no Senac Silo Paulo.

    Em 1998 foi nomeadocoonlcnador do WG l(Comiss~ode Tc rminologia Tcnica) da Associao BrasilcirJ. de Normas Tcnicas! Organismo de Normalizao Setorial de Tecnologia Gnifica (ABt-.'T1 ONS 27),

    Maten I Jm direito Ao a

  • A Ro.eli. minha .,.pou. Aililan. Tahnec e Taryn. meu. filhos.

    Jtoral

  • AGRADECIME1'I;'TOS

    Na hora de enumerurtodas as pessoas quc: IOmarJm possvel esta publ icao. enteOOcnlOS quc:, mais quc: uma coleo de nomes. nossa lista um mapa do caminho profissional que trilhamos at cntilo.

    Agradeccmos a QUllr1im de Moraes. ao pessoal da Editora Senac So Paulo c aJuan Pablo Garulo Rico, gcn.:nte do Centro de Comuni cao eAnes do Scnac So Pau lo, pela confiana e pelo apoio quc deram a essa empreitada.

    Tamb.!m agradecemos li Luiz Carlos Cardoso, que n.:visou 11 forma dos textos originais. C aos tcnicos Luciano de Souza. Sebasti~o de Andrnde. A1ben Barzilai c, particularmente. Bruno Cialone. quc: revi saram o seu COntedo. Contudo,lI rcsponsabi lioildc pelos cvcntuais erros licauclusivamentc por minhaconl.1.

    A Luiz B. Metzlere Nl7,arcrn Darnkdjian, da Gulcnbcrg. Frnnco T. Diaz, da P'.lI1tonc, Lawrcnce C. Stcele c Claudio Cavargere, da Kodak. Ney Dcluiz e Vem Loull:no. da Xerox, Amnio Sgio Correa Macedo e Rafael Snnchez Garcia, oil Agfa, BrunO c Fabio Arruda Mortara, da Paper Express, P',tulo Cesar Bemadino, da Ripasa. Daniel Femandez, da Alphaprint. doutor AntOnio Ghiorro, utu lar da edilorn italiana Ghiorw, Plcido Loriggio, daAbri l, Hami lton Temi Costa, pre. sidente da ABTG, Manoel Manteigas. dill:lor da Escola Senai TheobaIdo de Nigris, e EJ Ides Scarpel.1, da Rumaster. pelo interesse, vali050S conselhos, informaes e materiais que documentam e ilus tram o livm, meu sincxro reconhl'

  • INTRODUO

    Estas ~,in'!i fonom rcdi,idl$ nu m pcrfodo de quase dois a""~. Ik,eriam compor. em prindpio. panes independen te. ou auu; nomas. mas com o Jnuar do tempo. conforme adqu iriam um CfCS' ccn lc volume de informlc.$. lanharam um. Iniculalo ma is complexl.

    No comeo. tfnhamo~ previ"., pari O trab31ho um p bl icoal~o formado nscncialmcnte por prodUlores ou por clndid.loS a produ-IOr gr'fico. que aluluem em ag~ nciu de propaglnda e possivel -mem m editora! de livro. e de peridicos.

    Contudo. o ri lm .. apreuad" d .. ~ .conteci mentos. na r~...,luo da i nfonnjtic suhcneu Cisas prcvi.~s conservadoras.

    Foi preciso at ualiur repel idamente o contedo. para f"",alizar os desenvolvimenlQS mais rccentu. sobretudo na r~u da fotomec nica. Com a indusAo do prQCUSBmenlo de imagcns e te xtos pela Iccnologia digill l. os "pr()nso~ fOlome,lnico_, vi raram "proces-sos de pn!_ i mpr ;o" e ao artn gr'ficas ingressarum num pcriodo caraclerizado por mudanas que uRJo tr~ n sfomtando TlId icalmen-le sua forma de Ilualo.

    Sem pretenslo de futu rolug ia. pooJemos relaciunar alguns dos rumos que .fetarlo clda ,'U mais " p~nor.ma do trabalho na in-dstril gr' fica.

    As imagens computadotilld as (~II" pr .... lu a col"",ar un, ponto fi na l n~ filmu de .elclu e. numa scgunda etapa. modificaro O panolllma d~ li.temas de imprenlo. a~ .... gurando para os procn-"". di,ita i~ uml imponanle flti. dur.c k'lot.

    No fi m dos """" 110. milh~ru de cmpres.~. os famows ~bi r.~ de cdilonlo eletrnica urgiram n~ E.lIdo Unidos como cogu_ melos digilai s aps I chu vI. oferecendo !oer>'loli de est~dio de an e. de produio ,,'fiel c li, "eles 1II('.mo de programa,lo visuIlgri -fica (IfTtJphic desilf")'

    A mlioria nio durou um anO. Tambo!m no Bra~il . I dcmoc' lt iza~o da infllmt!ttica ' fo,, ~ e uma

    eluU l11Ida de pe o .. cre nlU quc um microcompulador consti-lu la a chave: de 0\110 para exerc.r um n mcro ,ignifieat ivo de pro-

    fi uc~. Mas li computador n ~o (rA (cont inua nAu sendo uma pa n ac~ia

    un iversal co. informatiulo n!o se ,,,, nou um proces&O que dis pensa o conhecimento t ~cn icu de oI ma prufissi o.

    -~- ----

    M

  • -A tcnica t, ~ntcS de mais nada. a aplicao prt ica doeonjunto de processos e opera~s necessrias para transformar m31trias-primas em produtos industriais acabados.

    A tecnologia indispensvel para converte r qualquer comunica-Jo '-;suaJ nu m original que p

  • papd , elC,) t~m al,uma. Vlntagens com .dalo 3M aplicati\'os cri ados para desenhar e pintu com o microcomputador.

    Bai~os CllstoS. faci lidade e naturalidade no manuicio, resu lrado de uma afi nidade l(l tual do artista com IOC US instru mfmos. em opo-

    ~ilo 105 mltiplO$ recu .w. de efe itos especia is proporcionados pelos aplluth'O C seu mell\ci. CO ll1 as ex igencias do me rcadu.

    M

  • d." ~ ". fi < -

    A editora\'o elet r n i c~ ~ a melhor e.colha para prO\cs com o mundo ed it\iio que lhe ime",ssa.

    MatE

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  • -tm Co mo Sua principal bagagem a informlica. pode mu ito bem condCnli. lo.< " um eterno presente. pois" futuro. se d~pendcr da "elocidade dos acontecimentos. "j UI:! aq\l i",

    '1.1 alN I :J.Il1 d relto Jtoral

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  • FIUX!I,amO compo,.1"0 oltnplilioaoo doa U .".,hoo d. 1>I'.lm", .". Impr lio . pO. Im", ... to, r. alizado. pOr""'o O.,...,ook>g;" oon ""iooo' di t...,~ io ... trOn.,l, "" 1"''''''0''0011 .. '

    -

    Essa tarefa uige um embasamemo t&nico_artlsticoque n~o eSl indudo no currfculo do pmdul0r grfico.

    Para exercer plenamente seu trabalho. o produtor dever conhe-cer a natu reza e a seqncia das operaes nece,d,ia. para trans_ fannar um projeto de comunicao visual em um impresso acabado.

    Seu desempenho e suas atribuies eSlmo sujeitos} orientaio e aprovaiodo diretor de ane ou de criao. aos quais dever reponarse.

    Assenoria de Imprensa Na maioria da. agncias, cue selor ~ sulx>rdi nado di 'Clamente li

    pres idlll' i a e !'d'ctc e m seUs co mu n ic sdos a posi io oficial da e mpre~. Uma pane imponanle do trabalho de Assessoria de Imprensa con-

    sisle em "semear" in formacs. a maioria sob forma de press rel~a't$. que constituem mat~ria no-paga nos vdculo. de comunicao.

    AI~m diuo. anncios pagos. material de machandi$inlJ . traba-IhQ de lobb)' e outro. meiQs slIQ utili>.adQS para favorecu o entro_ s