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Produto 3 PAEs Estaduais

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  • Consrcio Contcnica / Lisboa da Cunha Contrato de Prestao de Servios BRA 10 001206/2008

    Produto 3 Volume II REV02

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    MINISTRIO DO MEIO AMBIENTE SECRETARIA EXECUTIVA, PROJETO BRA/05/043

    ASSISTNCIA TCNICA PARA A AGENDA DA SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL Projeto BRA 05/043

    Programa Naes Unidas Para o Desenvolvimento - PNUD

    Ministrio do Meio Ambiente - Secretaria de Mudanas Climticas e Qualidade Ambiental Secretaria Executiva

    Projeto de Assistncia Tcnica para a Agenda da Sustentabilidade Ambiental - TAL Ambiental

    Projeto BRA 05/043

    Concepo e Capacitao em Metodologia para Elaborao de Planos de Ao de Emergncia a Serem Utilizados por rgos Pblicos Federais, Estaduais e

    Municipais, Capazes de Proporcionar Respostas Organizadas e Rpidas aos Acidentes com Produtos

    Qumicos Perigosos.

    Produto 3

    PROPOSTA DE 06 (SEIS) ROTEIROS

    PARA ELABORAO DE PLANOS DE

    AO DE EMERGNCIA ESTADUAIS

    PAEs Estaduais

    VOLUME II

  • Consrcio Contcnica / Lisboa da Cunha Contrato de Prestao de Servios BRA 10

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    ASSISTNCIA TCNICA PARA A AGENDA DA SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL Projeto BRA 05/043

    DADOS CONTRATUAIS

    Projeto: BRA/05/043 Assistncia Tcnica para a Agenda da Sustentabilidade

    Ambiental

    Contrato: BRA 10 001206/2008

    Data da assinatura: 05/03/2008

    Data de incio: 10/03/2008

    Prazo de execuo: 10 meses (at 10/01/2009) Obs: O prazo foi estendido at

    setembro de 2010.

    Objeto: Concepo de metodologia para Elaborao de Planos de Ao de

    Emergncia a serem utilizados por rgos pblicos federais, estaduais e

    municipais, capazes de proporcionar respostas organizadas e rpidas aos

    acidentes com produtos qumicos perigosos, bem como capacitar os tcnicos

    desses rgos, responsveis pelo desenvolvimento de seus Planos de Ao.

    Este Produto 3 Volume II corresponde apresentao da proposta de seis

    roteiros para elaborao de Planos de Ao de Emergncia Estaduais (PAEs

    Estaduais).

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    SSUUMMRRIIOO

    1 APRESENTAO ....................................................................................................... 10 1.1 Marco Conceitual ........................................................................................................ 11 2 DOCUMENTOS REFERENCIADOS ............................................................................ 13 3 DEFINIES E SIGLAS .............................................................................................. 14 3.1 Definies .................................................................................................................... 14 3.2 Siglas ........................................................................................................................... 23 4 PROPOSTA DE ROTEIROS PARA ELABORAO DE PLANO DE AO DE EMERGNCIA ENVOLVENDO PRODUTOS QUMICOS PERIGOSOS A NVEL ESTADUAL (PAES - ESTADUAIS) ..................................................................................... 27 4.1 Introduo ................................................................................................................... 28

    4.1.1 Justificativas e Razes ......................................................................................... 28 4.1.2 Instituies e Entidades Envolvidas nos PAEs - Estaduais................................... 28 4.1.3 Equipe Tcnica Responsvel pelos PAEs - Estaduais ......................................... 29

    4.2 Objetivo ....................................................................................................................... 30 4.3 Pressupostos Bsicos ................................................................................................ 31

    4.3.1 Disponibilidade de recursos humanos e materiais para o atendimento ................ 31 4.3.2 Capacitao e Treinamento .................................................................................. 31 4.3.3 Atuao e Cooperao no Atendimento Emergencial........................................... 31 4.3.4 Sistemas Comando e Atuao ............................................................................. 32 4.3.5 Integrao com outros Planos .............................................................................. 32

    4.4 Hipteses Acidentais .................................................................................................. 32 4.4.1 Caracterizao da tipologia .................................................................................. 32 4.4.2 Identificar as Metodologias de Avaliao ou Anlise de Risco Associados Tipologia: ......................................................................................................................... 32 4.4.3 Principais Hipteses Acidentais: ........................................................................... 36

    4.5 reas de Abrangncia ................................................................................................ 39 4.5.1 Delimitao da rea de Abrangncia do PAE - Estadual ...................................... 39 4.5.2 Caracterizao da rea de Abrangncia do PAE - Estadual ................................ 40

    4.6 Estrutura Organizacional ........................................................................................... 41 4.6.1 Atribuies do CE-P2R2 ....................................................................................... 43

    4.6.1.1 Comisso Estadual do P2R2 CE-P2R2 ..................................................... 43 4.6.1.2 Secretaria Executiva ..................................................................................... 44 4.6.1.3 Ncleo do PAE ............................................................................................. 44

    4.6.1.3.1 Grupo de Resposta Emergencial - GRE ................................................... 44 4.6.1.4 Ncleo de Suporte Tcnico - NST ................................................................ 45

    4.6.2 Informaes sobre Entidades Participantes do CE P2R2 .................................. 45 4.6.3 Estrutura do GRE ................................................................................................. 46

    4.6.3.1 Sistema de Comando de Incidentes do GRE ................................................ 47 4.6.3.1.1 Coordenao da Emergncia: .................................................................. 48 4.6.3.1.2 Apoio Jurdico: ......................................................................................... 49 4.6.3.1.3 Apoio de Comunicao: ........................................................................... 49 4.6.3.1.4 Apoio Tcnico Ambiental: ......................................................................... 50 4.6.3.1.5 Apoio Policial: ........................................................................................... 50 4.6.3.1.6 Planejamento: .......................................................................................... 51 4.6.3.1.7 Operaes ............................................................................................... 51 4.6.3.1.8 Logstica ................................................................................................... 56 4.6.3.1.9 Financeiro ................................................................................................ 57

    4.7 Infraestrutura .............................................................................................................. 58

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    4.7.1 Sistema de Acionamento ...................................................................................... 59 4.8 Procedimentos de Respostas .................................................................................... 64

    4.8.1 Identificao Inicial do Evento .............................................................................. 64 4.9 Avaliao ..................................................................................................................... 66 4.10Isolamento e Evacuao ............................................................................................ 69 4.11Combate a Incndio .................................................................................................... 70 4.12Controle de Vazamento .............................................................................................. 71 4.13Desmobilizao ........................................................................................................... 72 4.14Aes Ps-Emergenciais ........................................................................................... 72 4.15Procedimentos para Registro e Avaliao das Operaes ...................................... 73 4.16Disposio Temporria e Definitiva de Resduos ..................................................... 73 4.17Medidas para Recuperao Ambiental das reas Impactadas ............................... 73 4.18Restabelecimento da Situao de Normalidade ....................................................... 74 4.19Monitoramento Ambiental e Epidemiolgico ............................................................ 75 4.20Medidas de Preveno, Atendimento e Proteo Sade da Populao e Profissionais Diretamente Envolvidos ............................................................................. 76 4.21Procedimentos de Avaliao e Atualizao .............................................................. 77

    4.21.1 Vistorias de Campo .......................................................................................... 77 4.21.2 Informaes de Outras Instituies ................................................................... 78

    4.22Treinamento e Capacitao........................................................................................ 79 4.23Divulgao ................................................................................................................... 80 4.24Relacionamento Institucional entre entidades participantes do Plano ................... 81 4.25Gerenciamento dos PAEs - Estaduais....................................................................... 81 5 ROTEIRO PARA ELABORAO DE PLANO PAES ESTADUAIS TIPOLOGIA RODOVIRIA ...................................................................................................................... 84 5.1 Introduo ................................................................................................................... 84

    5.1.1 Rodovias Concessionadas ................................................................................... 84 5.1.2 Rodovias no concessionadas ............................................................................. 85

    5.2 Objetivo ....................................................................................................................... 85 5.3 Pressupostos Bsicos ................................................................................................ 86 5.4 Hipteses Acidentais .................................................................................................. 86 5.5 Diagnstico e Caracterizao da Tipologia Rodoviria no Estado ......................... 86 5.6 rea de Abrangncia .................................................................................................. 87 5.7 Estrutura Organizacional ........................................................................................... 87 5.8 Infraestrutura .............................................................................................................. 87

    5.8.1 Sistema de Acionamento ...................................................................................... 88 5.9 Procedimentos de Respostas .................................................................................... 90

    5.9.1 Identificao Inicial do Evento .............................................................................. 90 5.10Avaliao ..................................................................................................................... 90 5.11Isolamento e Evacuao ............................................................................................ 91 5.12Combate a Incndio .................................................................................................... 92 5.13Controle de Vazamento .............................................................................................. 92 5.14Desmobilizao ........................................................................................................... 92 5.15Aes Ps Emergenciais ........................................................................................... 92 5.16Procedimentos para Registro e Avaliao das Operaes ...................................... 92 5.17Disposio Temporria e Definitiva de Resduos ..................................................... 93 5.18Medidas para Recuperao Ambiental das reas Impactadas ............................... 93 5.19Restabelecimento da Situao de Normalidade ....................................................... 93 5.20Monitoramento Ambiental e Epidemiolgico ............................................................ 93 5.21Medidas de Preveno, Atendimento e Proteo Sade da Populao e Profissionais Diretamente Envolvidos ............................................................................. 93

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    5.22Procedimentos de Avaliao e Atualizao .............................................................. 93 5.23Treinamento e Capacitao........................................................................................ 93 5.24Divulgao ................................................................................................................... 94 5.25Relacionamento Institucional entre entidades participantes do Plano ................... 94 5.26Gerenciamento dos PAEs - Estaduais....................................................................... 94 6 ROTEIROS PARA ELABORAO DE PLANOS PAES ESTADUAIS - TIPOLOGIA FERROVIRIA .................................................................................................................... 96 6.1 Introduo ................................................................................................................... 96

    6.1.1 Ferrovia Concessionada ....................................................................................... 96 6.1.2 Ferrovia no concessionadas ............................................................................... 97

    6.2 Objetivo ....................................................................................................................... 98 6.3 Pressupostos Bsicos ................................................................................................ 98 6.4 Hipteses Acidentais .................................................................................................. 99 6.5 Diagnstico e Caracterizao da Tipologia Ferroviria no Estado ......................... 99 6.6 rea de Abrangncia ................................................................................................ 100 6.7 Estrutura Organizacional ......................................................................................... 100 6.8 Infraestrutura ............................................................................................................ 100

    6.8.1 Sistema de Acionamento .................................................................................... 100 6.9 Procedimentos de Resposta .................................................................................... 103

    6.9.1 Identificao Inicial do Evento ............................................................................ 103 6.10Avaliao ................................................................................................................... 104 6.11Isolamento e Evacuao .......................................................................................... 104 6.12Combate a Incndios ................................................................................................ 105 6.13Controle de Vazamentos .......................................................................................... 107 6.14Desmobilizao ......................................................................................................... 107 6.15Aes Ps-Emergenciais ......................................................................................... 108 6.16Procedimentos para Registro e Avaliao das Operaes .................................... 108 6.17Disposio Temporria e Definitiva de resduos .................................................... 108 6.18Medidas para Recuperao Ambiental das reas Impactadas ............................. 108 6.19Restabelecimento da Normalidade .......................................................................... 108 6.20Monitoramento Ambiental e Epidemiolgico .......................................................... 109 6.21Medidas de atendimento preveno e proteo sade da populao e profissionais diretamente envolvidos ............................................................................ 109 6.22Mecanismos de Avaliao e Atualizao ................................................................ 109 6.23Treinamento e Capacitao...................................................................................... 109 6.24Divulgao ................................................................................................................. 109 6.25Relacionamento Institucional entre entidades participantes do Plano ................. 109 6.26Gerenciamento do PAE - Estadual .......................................................................... 109 7 ROTEIRO PARA ELABORAO DE PLANOS PAES ESTADUAIS TIPOLOGIA HIDROVIRIA ................................................................................................................... 111 7.1 Introduo ................................................................................................................. 111

    7.1.1 Portos e Terminais Fluviais: ............................................................................... 111 7.1.2 Administraes e ou Superintendncias Hidrovirias ......................................... 112 7.1.3 Empresa de Navegao Hidroviria ................................................................... 113

    7.2 Objetivo ..................................................................................................................... 115 7.3 Pressupostos Bsicos .............................................................................................. 115 7.4 Hipteses Acidentais ................................................................................................ 116 7.5 Diagnstico e Caracterizao da Tipologia Hidroviria no Estado ....................... 116 7.6 rea de Abrangncia ................................................................................................ 117 7.7 Estrutura Organizacional ......................................................................................... 118 7.8 Infraestrutura ............................................................................................................ 118

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    ASSISTNCIA TCNICA PARA A AGENDA DA SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL Projeto BRA 05/043

    7.8.1 Sistema de Acionamento .................................................................................... 118 7.9 Procedimentos de Respostas .................................................................................. 123

    7.9.1 Identificao Inicial do Evento ............................................................................ 125 7.10Avaliao ................................................................................................................... 126 7.11Isolamento e Evacuao .......................................................................................... 128 7.12Combate a Incndios ................................................................................................ 131 7.13Controle de Vazamentos .......................................................................................... 131 7.14Desmobilizao ......................................................................................................... 131 7.15Aes Ps-Emergenciais ......................................................................................... 131 7.16Procedimentos para Registro e Avaliao das Operaes .................................... 132 7.17Disposio Temporria e Definitiva de resduos .................................................... 132 7.18Medidas para Recuperao Ambiental das reas Impactadas ............................. 132 7.19Restabelecimento da Normalidade .......................................................................... 132 7.20Monitoramento Ambiental e Epidemiolgico .......................................................... 132 7.21Medidas de atendimento preveno e proteo sade da populao e profissionais diretamente envolvidos ............................................................................ 133 7.22Procedimentos de Avaliao e Atualizao ............................................................ 133 7.23Treinamento e Capacitao...................................................................................... 133 7.24Divulgao ................................................................................................................. 133 7.25Relacionamento Institucional entre entidades participantes do Plano ................. 133 7.26Gerenciamento dos PAE Estadual ........................................................................... 133 8 ROTEIRO PARA ELABORAO DE PLANOS PAES ESTADUAIS - TIPOLOGIA DUTOVIRIA .................................................................................................................... 135 8.1 Introduo ................................................................................................................. 135

    8.1.1 Dutovias de Grande Extenso: ........................................................................... 135 8.1.2 Dutovias de Pequena Extenso: ........................................................................ 136

    8.2 Objetivo ..................................................................................................................... 137 8.3 Pressupostos Bsicos .............................................................................................. 137 8.4 Hipteses Acidentais ................................................................................................ 138 8.5 Diagnstico e Caracterizao da Tipologia Dutoviria no Estado ........................ 138 8.6 rea de Abrangncia ................................................................................................ 139 8.7 Estrutura Organizacional ......................................................................................... 139 8.8 Infraestrutura ............................................................................................................ 139

    8.8.1 Sistemas de Acionamento .................................................................................. 139 8.9 Procedimentos de Resposta .................................................................................... 142

    8.9.1 Identificao Inicial do Evento ............................................................................ 144 8.10Avaliao ................................................................................................................... 144 8.11Isolamento e Evacuao .......................................................................................... 144 8.12Combate a Incndio .................................................................................................. 144 8.13Controle de Vazamento ............................................................................................ 145 8.14Desmobilizao ......................................................................................................... 146 8.15Aes Ps Emergenciais ......................................................................................... 146 8.16Procedimentos para Registro e Avaliao das Operaes .................................... 146 8.17Disposio Temporria e Definitiva de Resduos ................................................... 146 8.18Medidas para Recuperao Ambiental das reas Impactadas ............................. 146 8.19Restabelecimento da Situao de Normalidade ..................................................... 146 8.20Monitoramento Ambiental e Epidemiolgico .......................................................... 146 8.21Medidas de Preveno, Atendimento e Proteo Sade da Populao e Profissionais Diretamente Envolvidos ........................................................................... 147 8.22Procedimentos de Avaliao e Atualizao ............................................................ 147 8.23Treinamento e Capacitao...................................................................................... 147

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    ASSISTNCIA TCNICA PARA A AGENDA DA SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL Projeto BRA 05/043

    8.24Divulgao ................................................................................................................. 147 8.25Relacionamento Institucional entre entidades participantes do Plano ................. 147 8.26Gerenciamento do PAE Estadual............................................................................. 147 9 ROTEIRO PARA ELABORAO DE PLANO PAES ESTADUAIS INDSTRIAL 149 9.1 Introduo ................................................................................................................. 149 9.2 Objetivo ..................................................................................................................... 150 9.3 Pressupostos Bsicos .............................................................................................. 151 9.4 Hipteses Acidentais ................................................................................................ 152 9.5 Diagnstico e Caracterizao da Tipologia Indstrial no Estado .......................... 152 9.6 rea de Abrangncia ................................................................................................ 153 9.7 Estrutura Organizacional ......................................................................................... 153 9.8 Infraestrutura ............................................................................................................ 153

    9.8.1 Sistema de Acionamento .................................................................................... 154 9.9 Procedimentos de Respostas .................................................................................. 155

    9.9.1 Identificao Inicial do Evento ............................................................................ 156 9.10Avaliao ................................................................................................................... 156 9.11Isolamento e Evacuao .......................................................................................... 156 9.12Combate a Incndio .................................................................................................. 156 9.13Controle de Vazamento ............................................................................................ 157 9.14Desmobilizao ......................................................................................................... 157 9.15Aes ps emergenciais .......................................................................................... 157 9.16Procedimentos para Registro e Avaliao das Operaes .................................... 157 9.17Disposio Temporria e Definitiva de Resduos ................................................... 157 9.18Medidas para Recuperao Ambiental das reas Impactadas ............................. 157 9.19Restabelecimento da Situao de Normalidade ..................................................... 157 9.20Monitoramento Ambiental e Epidemiolgico .......................................................... 157 9.21Medidas de Preveno, Atendimento e Proteo Sade da Populao e Profissionais Diretamente Envolvidos ........................................................................... 158 9.22Procedimentos de Avaliao e Atualizao ............................................................ 158 9.23Treinamento e Capacitao...................................................................................... 158 9.24Divulgao ................................................................................................................. 158 9.25Relacionamento Institucional entre entidades participantes do Plano ................. 158 9.26Gerenciamento do PAE - Estadual .......................................................................... 158 10 ROTEIRO PARA ELABORAO DE PLANO PAES ESTADUAIS TIPOLOGIA ARMAZENAMENTO ......................................................................................................... 160 10.1Introduo ................................................................................................................. 160

    10.1.1 Armazenagem Fixa: ....................................................................................... 160 10.1.2 Armazenagem Mvel: ..................................................................................... 161

    10.2Objetivo ..................................................................................................................... 162 10.3Pressupostos Bsicos .............................................................................................. 163 10.4Hipteses Acidentais ................................................................................................ 164 10.5Diagnstico e Caracterizao da Tipologia Armazenamento no Estado .............. 164 10.6rea de Abrangncia ................................................................................................ 165 10.7Estrutura Organizacional ......................................................................................... 165 10.8Infraestrutura ............................................................................................................ 165

    10.8.1 Sistema de Acionamento ................................................................................ 166 10.9Procedimentos de Respostas .................................................................................. 167

    10.9.1 Identificao Inicial do Evento ........................................................................ 168 10.10 Avaliao .............................................................................................................. 168 10.11 Isolamento e Evacuao ...................................................................................... 168 10.12 Combate a Incndio ............................................................................................. 168

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    10.13 Controle de Vazamento........................................................................................ 168 10.14 Desmobilizao .................................................................................................... 169 10.15 Aes ps emergenciais ..................................................................................... 169 10.16 Procedimentos para Registro e Avaliao das Operaes ............................... 169 10.17 Disposio Temporria e Definitiva de Resduos .............................................. 170 10.18 Medidas para Recuperao Ambiental das reas Impactadas ......................... 170 10.19 Restabelecimento da Situao de Normalidade ................................................ 170 10.20 Monitoramento Ambiental e Epidemiolgico ..................................................... 170 10.21 Medidas de Preveno, Atendimento e Proteo Sade da Populao e Profissionais Diretamente Envolvidos ........................................................................... 170 10.22 Procedimentos de Avaliao e Atualizao ....................................................... 170 10.23 Treinamento e Capacitao ................................................................................. 170 10.24 Divulgao ............................................................................................................ 171 10.25 Relacionamento Institucional entre entidades participantes do Plano ............ 171 10.26 Gerenciamento dos PAE - Estadual .................................................................... 171 11 BIBLIOGRAFIA ..................................................................................................... 173 11.1 ............................................................................. Acessos Informativos na INTERNET 176

    11.1.1.1 Nacionais .................................................................................................... 176 11.1.1.2 Internacionais ............................................................................................. 177

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    FIGURAS

    FFIIGGUURRAA 11 OORRGGAANNOOGGRRAAMMAA CCEE--PP22RR22 ....................................................................................................... 42

    Figura 2 Sistema de Comando de Incidentes do GRE ......................................................................... 47

    Figura 3 Fluxograma de Comunicao e Acionamento do GRE .......................................................... 62

    TABELAS

    Tabela 1 Hipteses Acidentais Consolidadas ....................................................................................... 36

    Tabela 2 Passo-a-Passo para o Sistema de Comunicao do GRE .................................................... 63

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    11 AAPPRREESSEENNTTAAOO

    Este documento apresenta o Produto 3, volume II, correspondente prestao de

    servios contratada, ou seja, um Relatrio contendo a proposta de 06 Roteiros

    para Elaborao de Planos de Emergncia para eventos de acidentes com

    produtos qumicos perigosos em mbito estadual, contemplando seis tipologias

    (rodoviria, dutoviria, ferroviria, hidroviria, armazenamento e indstria) conforme

    especificaes do item 5 do Termo de Referncia, pg. 46.

    A origem do Contrato do P2R2 com o Consrcio Contcnica / Lisboa da Cunha

    envolvendo a prestao dos servios BRA 10 001206/2008, est contida no Projeto

    PNUD BRA 05/043. O servio foi iniciado em 10 de maro de 2008 e, ao final,

    apresentar cinco produtos discriminados, conforme o Termo de Referncia do

    Contrato.

    O projeto BRA 10 001206/2008 est contido na Assistncia Tcnica para a Agenda

    de Sustentabilidade Ambiental - TAL Ambiental, organismo da esfera internacional,

    juntamente com o Ministrio do Meio Ambiente, frente de outros organismos

    brasileiros de nvel federal, que patrocinam e fomentam aes que visem ao

    desenvolvimento de concepes metodolgicas, e suas respectivas estratgias, para

    elaborao de Planos de Ao de Emergncia.

    Esses Planos sero levados prtica por rgos pblicos estaduais e municipais,

    objetivando respostas rpidas e eficientes a acidentes com produtos qumicos que

    tragam riscos efetivos ou potenciais sade humana e ao meio ambiente.

    Essas aes incluem a capacitao de tcnicos desses rgos, responsveis pela

    aplicao prtica dos Planos de Ao de Emergncia, PAEs, nas suas respectivas

    reas de atuao.

    Aps a aprovao do Produto 3 ser realizado um Workshop em Braslia, com

    durao de dois dias, para a apresentao geral dos resultados dos trabalhos,

    visando alcanar a sua verso final, a partir da participao e das contribuies dos

    diferentes atores que estaro envolvidos nessa dinmica.

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    Neste documento, Volume II, abordada a questo do Plano de Ao de

    Emergncia Estadual, PAE Estadual pela apresentao de seis roteiros para

    elaborao dos Planos, que foram subsidiados pela anlise tcnica comparativa dos

    planos de emergncia levantados, avaliados e j apresentados no Produto 2 , onde

    se destacam os seus aspectos positivos e negativos, bem como se apresenta uma

    compilao das informaes relativas legislao e ao material normativo sobre o

    tema, levantados junto s instituies pblicas que lidam com a questo, nos

    mbitos federal e estadual.

    11..11 MMAARRCCOO CCOONNCCEEIITTUUAALL

    Em maro de 2003, aps a ocorrncia do acidente ambiental no municpio de

    Cataguazes, Minas Gerais, ocasionado pelo rompimento de uma barragem contendo

    resduos de substncias qumicas txicas perigosas, que atingiram os rios Pomba e

    Paraba do Sul, acarretando grandes impactos na qualidade da gua potvel das

    cidades ribeirinhas e um desastre ecolgico com impactos na flora e fauna

    aquticas; tornou-se evidente a falta de um mecanismo de atendimento a

    emergncias que se mostrasse eficaz em todo territrio nacional, integrado aos

    sistemas estaduais.

    A existncia de um mecanismo de atendimento eficaz visaria a garantir um

    atendimento em prazo adequado, com a disponibilizao dos necessrios recursos

    materiais e humanos.

    Naquela ocasio, em face do ocorrido, o Ministrio do Meio Ambiente formou quatro

    grupos de trabalho: Mapeamento de reas de Risco, Banco de Dados,

    Desenvolvimento Estratgico e Recursos Financeiros, que estabeleceram como

    conseqncia de seu trabalho a proposta do Plano Nacional de Preveno,

    Preparao e Resposta Rpida a Emergncias Ambientais com Produtos Qumicos

    Perigosos - P2R2.

    Em junho de 2004, durante a Semana do Meio Ambiente, foi assinado o Decreto

    Federal no 5.098, criando definitivamente o P2R2 e instituindo a sua Comisso

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    Nacional definindo suas competncias e incentivando a criao e a respectiva

    colaborao com as Comisses Estaduais e a Distrital.

    Como conseqncia dos referidos grupos mencionados anteriormente, foram

    estabelecidos 4 (quatro) instrumentos para a desenvolvimento do Plano P2R2,

    sendo eles:

    Mapeamento de reas de Risco;

    Plano de Ao de Emergncia PAE (Desenvolvimento Estratgico);

    Sistema de Informaes;

    Mecanismos Financeiros.

    Com relao ao desenvolvimento estratgico, ficou estabelecida a necessidade de

    implementao dos Planos de Ao de Emergncia PAEs, sendo estes Planos um

    dos instrumentos do P2R2.

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    22 DDOOCCUUMMEENNTTOOSS RREEFFEERREENNCCIIAADDOOSS

    Para a construo dos Roteiros de Elaborao da Estrutura dos Planos de Ao de

    Emergncia Estaduais, para as seis tipologias distintas, foram consultados os

    seguintes documentos:

    Relatrio do Produto 1 Reviso n17 - Plano de Trabalho ajustado e

    adequado s solicitaes do P2R2, contemplando todas as atividades,

    metodologia de trabalho e produtos resultantes, bem como os respectivos

    cronogramas de atividades e fsico-financeiro.

    Relatrio do Produto 2 - Volumes 1 e 2 Reviso n03 - Relatrio Tcnico de

    Anlise Comparativa dos Planos de Emergncia, incluindo a compilao da

    legislao e material normativo sobre emergncias com produtos qumicos

    perigosos. Para caracterizao das tipologias foram consultados os seguintes

    planos:

    Plano de Emergncia Local, Petrobras Distribuidora: BADEN Presidente

    Prudente

    Plano de Emergncia Local: REDUC

    Plano de Emergncia Local: REGAP

    Plano de Atendimento as Emergncias para Transporte de Produtos

    Perigosos da Companhia Ferroviria do Nordeste

    Plano de Ao de Emergncia da Ferrovia Bandeirantes S/A, FERROBAN

    Plano de Ao de Emergncia NOVOESTE S A.

    Plano de Emergncia Individual do Oleoduto RJ/BH ORBEL

    Plano de Emergncia Individual de Oleoduto So Paulo/Braslia OSBRA

    Plano de Emergncia Individual do Terminal Aquavirio de Angra dos Reis

    Plano de Emergncia do Transportador, Companhia Nacional da Amaznia

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    33 DDEEFFIINNIIEESS EE SSIIGGLLAASS

    33..11 DDEEFFIINNIIEESS

    Para elaborao dos Planos Estaduais com base nos Roteiros de Elaborao

    determinados, foram consideradas as seguintes definies:

    I. Acidente: um evento indesejado, fortuito, que, efetivamente, causa

    danos integridade fsica e/ou mental das pessoas, ao meio ambiente,

    propriedade ou a mais de um desses elementos, simultaneamente;

    II. Anteporto, ou rea que lhe adjacente no corpo dgua, formado por

    fundeadouro de espera e canal de acesso;

    III. Anlise de Riscos: Estudo quantitativo de riscos numa instalao

    indstrial, baseado em tcnicas de identificao de perigos, estimativa de

    freqncias e conseqncias, anlise de vulnerabilidade e na estimativa de risco,

    IV. Anlise de Vulnerabilidade: Estudo realizado por intermdio de

    modelos matemticos para a previso de impactos danosos s pessoas, instalaes

    e meio ambiente,

    V. reas ecologicamente sensveis: So regies das guas martimas ou

    interiores, onde a preveno, o controle da poluio e a manuteno do equilbrio

    ecolgico exigem medidas especiais para a proteo e a preservao do meio

    ambiente;

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    VI. reas Fronteirias: Aquelas que representam possibilidades do

    transporte de insumos qumicos perigosos para pases da America do Sul com

    divisas com o Brasil, principalmente pontes sobre rios Internacionais,

    VII. Auditoria: Atividade na qual se pode verificar, periodicamente, a

    conformidade dos procedimentos de operao, manuteno, segurana, e

    treinamento, a fim de se identificar perigos , condies ou procedimentos inseguros,

    VIII. Autoridade Porturia: Autoridade responsvel pela administrao do

    porto organizado, competindo-lhe fiscalizar as operaes porturias e zelar para que

    os servios se realizem com regularidade, eficincia, segurana e respeito ao meio

    ambiente;

    IX. Atendimento a Emergncia: Desencadeamento de aes coordenadas

    e integradas, por meio da mobilizao de recursos humanos e materiais compatveis

    com o cenrio apresentado, visando controlar e minimizar eventuais danos s

    pessoas e ao patrimnio, bem como os possveis impactos ambientais;

    X. Busca de dados: Todo dado a ser obtido, neste caso, ser considerado

    uma informao. No nvel terico uma informao, quando analisada pela equipe

    tcnica, decomposta em partes componentes, para depois ser comparada com

    uma referncia estabelecida;

    XI. Bacia hidrogrfica: Conjunto de terras drenadas por um rio principal e

    seus afluentes. A noo de bacias hidrogrfica inclui, naturalmente, a existncia de

    cabeceiras ou nascentes, divisores dgua, cursos dgua principais, afluentes,

    subafluentes, etc. Em todas as bacias hidrogrficas deve existir uma hierarquizao

    na rede hdrica, onde a gua escoa normalmente dos pontos mais altos para os mais

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    baixos. O conceito de bacia hidrogrfica deve incluir, tambm, noo de dinamismo,

    por causa das modificaes que ocorrem nas linhas divisrias de gua sob o efeito

    dos agentes erosivos, alargando ou diminuindo a rea da bacia,

    XII. Bacia de Evoluo: rea geogrfica imediatamente prxima ao

    atracadouro, na qual o navio realiza suas manobras para atracar ou desatracar;

    XIII. Cenrio Acidental: Conjunto de situaes e circunstncias especficas

    de um incidente de poluio por leo;

    XIV. Capacitao: Processo de tornar pessoas e equipes aptas a exercer

    determinadas atividades, aplicando conhecimentos e habilidades para realizar suas

    funes e/ou atribuies,

    XV. Comunidade: Habitantes ou freqentadores de uma localidade, sujeitos

    a um ordenamento social, poltico ou administrativo comum. Pode apresentar

    diversidade de culturas, mas compem um subconjunto da sociedade com coeso

    social entre seus membros ou grupos;

    XVI. Comunidade vizinha: Pessoas que habitam ou freqentam o entorno

    das instalaes do Sistema Petrobras, e que so ou podem ser impactadas pelas

    atividades da empresa,

    XVII. Dano: Efeito adverso integridade fsica de um organismo;

    XVIII. Distncia Segura: Distncia determinada pelo efeito fsico decorrente do

    cenrio acidental considerado, onde a probabilidade de fatalidade de 1% das

    pessoas expostas;

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    XIX. Derramamento ou Descarga: qualquer forma de liberao de leo ou

    mistura oleosa em desacordo com a legislao vigente para o ambiente, incluindo

    despejo, escape, vazamento e transbordamento em guas sob jurisdio nacional;

    XX. Duto: Conjunto de tubulaes e acessrios utilizados para o transporte

    de leo entre duas ou mais instalaes;

    XXI. Emergncia: Situao de gravidade excepcional que obriga a adoo de

    medidas apropriadas;

    XXII. Emergncia Ambiental: definida pelo IBAMA como sendo uma

    ameaa sbita ao bem estar do meio ambiente ou sade pblica devido

    liberao de alguma substncia nociva ou perigosa ou, ainda, devido a um desastre

    natural,

    XXIII. Equipamento de Proteo Individual (EPI): todo o dispositivo de uso

    individual, de fabricao nacional ou estrangeira, destinado a proteger a sade do

    trabalhador;

    XXIV. Exploso: Processo onde ocorre uma rpida e violenta liberao de

    energia, associado a uma expanso de gases acarretando o aumento da presso

    acima da presso atmosfrica,

    XXV. Estrutura Organizacional de Resposta, EOR: estrutura previamente

    estabelecida, mobilizada quando de uma situao de emergncia, com a finalidade

    de utilizar recursos e implementar aes de resposta;

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    XXVI. Hiptese Acidental: Tipo de ocorrncias identificadas na anlise de

    risco, que podem gerar cenrios acidentais e que so a base para os procedimentos

    operacionais de resposta;

    XXVII. IDLH (Nvel) The Immediqately Dangerous to Life or Health - nvel

    definido pela SCP(*) somente para propsitos de seleo de respiradores representa

    a concentrao mxima de uma substncia na qual um homem pode estar exposto

    durante 30 minutos sem que haja morte ou danos irreversveis ao organismo;

    XXVIII. Incndio Tipo de reao qumica na qual os vapores de uma substncia

    inflamvel combinam-se com o oxignio do ar atmosfrico e uma fonte de ignio,

    causando liberao de calor;

    XXIX. Incidente / acidente: Ocorrncia de uma seqncia de eventos que

    produzam danos integridade fsica e/ou mental das pessoas, ao meio ambiente,

    propriedade ou a mais de um desses elementos, simultaneamente. Acidente se

    refere ao evento, no ao resultado do evento;

    XXX. Instalao: Portos organizados, instalaes porturias, terminais, dutos,

    plataformas, as respectivas instalaes de apoio, bem como sondas terrestres,

    refinarias, estaleiros, marinas, clubes nuticos e instalaes similares;

    XXXI. Instalao de apoio: Quaisquer instalaes ou equipamentos de apoio

    execuo das atividades das plataformas ou instalaes porturias de

    movimentao de cargas a granel, tais como dutos, monobias, quadro de bias

    para amarrao de navios e outras;

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    XXXII. Instalao porturia ou terminal: Instalao explorada por pessoa

    jurdica de direito pblico ou privado, dentro ou fora da rea do porto, utilizada na

    movimentao de passageiros ou na movimentao ou armazenagem de

    mercadorias destinadas ou provenientes de transporte aquavirio;

    XXXIII. Infraestrutura: sistema de instalaes, equipamentos e servios de

    apoio, necessrios para a operao de uma organizao. Inclui o gerenciamento de

    recursos materiais;

    XXXIV. Monitoramento: Medio ou verificao, que pode ser contnua ou

    peridica, para acompanhamento da condio de qualidade de um meio ou das suas

    caractersticas;

    XXXV. Perigo Uma ou mais condies, fsicas ou qumicas, com potencial para

    causar danos s pessoas, propriedade, ao meio ambiente ou combinao

    desses;

    XXXVI. Plano de rea, PA: Documento ou conjunto de documentos que

    contenham as informaes, medidas e aes referentes a uma rea de

    concentrao de portos organizados, instalaes porturias, terminais, dutos ou

    plataformas e suas respectivas instalaes de apoio, que visem integrar os diversos

    Planos de Emergncia Individuais da rea para o combate de incidentes de poluio

    por leo, bem como facilitar e ampliar a capacidade de resposta deste Plano e

    orientar as aes necessrias na ocorrncia de incidentes de poluio por leo de

    origem desconhecida;

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    XXXVII. Plano de Emergncia Individual, PEI: Documento ou conjunto de

    documentos, que contenha as informaes e descreva os procedimentos de

    resposta da instalao a um incidente de poluio por leo, em guas sob jurisdio

    nacional, decorrente de suas atividades;

    XXXVIII. Plano de Contingncia, PC: conjunto de documentos e aes que

    visam integrao dos diversos planos de emergncia setoriais, bem como a

    definio dos recursos humanos, materiais e equipamentos complementares para a

    preveno, controle e combate da poluio das guas;

    XXXIX. Plano de Auxlio Mtuo, PAM: documento ou conjunto de documentos

    que contenha informaes sobre a forma de atuao conjunta dos seus integrantes,

    na resposta a emergncias nas suas instalaes, mediante a utilizao de recursos

    humanos e materiais colocados disposio do plano, sob a coordenao do

    participante atingido pela emergncia ou das autoridades competentes (federais,

    estaduais e municipais) responsveis pela resposta a emergncias;

    XL. Plano de Ao de Emergncia, PAE: documento ou conjunto de

    documentos que contenham estratgias e requisitos mnimos de planejamento das

    aes que sero empregadas no atendimento de situaes de emergncias, que

    integra os Planos de Ao previamente elaborados para atender a ocorrncia de

    acidentes com produtos qumicos;

    XLI. Porto: propriamente dito, com ancoradouro, bacia de evoluo, beros e

    faixa do cais;

    XLII. Produto perigoso: Os produtos perigosos so produzidos por meio de

    reaes e misturas em processamento qumico industrial envolvendo substncias

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    qumicas, a maioria derivada do petrleo e outras produzidas pela sntese qumica

    (substncias organo-sintticas). A periculosidade das substncias est ligada a

    determinadas propriedades como a inflamabilidade, explosividade, reatividade,

    oxidao, toxidez, contaminao bacteriana, etc.

    So considerados produtos perigosos todos aqueles que tm o poder de causar

    danos ou que representem risco sade humana, ao meio ambiente ou para a

    segurana pblica, e esto relacionados para o transporte pela ONU, no Livro

    Laranja (orange book), de acordo com o artigo 1 do Captulo I do RTPP, listados na

    Portaria 204/97 do Ministrio dos Transportes, cancelada e reformulada pela

    Resoluo 420/04 da ANTT, nas quantidades consideradas perigosas.

    No transporte terrestre a Lei n 96.044/1988, que aprovou o Regulamento para o

    Transporte Rodovirio de Produtos Perigosos consagrou o termo-produto perigoso;

    XLIII. Remediao: uma das aes de interveno para reabilitao de rea

    contaminada, que consiste em aplicao de tcnicas, visando a remoo, conteno

    ou reduo das concentraes de contaminantes;

    XLIV. Retroporto: rea terrestre circunvizinha, onde se situam armazenagens,

    edifcios de administrao e servios, instalaes das modalidades terrestres de

    acesso, como vias e ptios ferrovirios e rodovirios, interfaces com os servios

    externos, como rede e subestaes de energia eltrica, canalizaes e caixas

    dgua potvel, indstrial e de incndio, linhas fsicas de telecomunicaes, estao

    de tratamento d esgotos e seu desge na rede pblica, vedao delimitante,

    portarias de entrada e controle, e guaritas de segurana pessoal e patrimonial;

    XLV. Recursos Materiais: Conjunto de equipamentos, dispositivos e utenslios

    reunidos para suprir todas as necessidades dos tcnicos que atendem as

    emergncias qumicas,

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    XLVI. Simulados So eventos simulando acidentes ambientais, programados

    com aplicao dos recursos disponveis nas unidades da rea,

    XLVII. Sistema: Arranjo ordenado de componentes que esto interrelacionados

    e que atuam e interatuam com outros sistemas, para cumprir uma tarefa ou funo

    num determinado ambiente,

    XLVIII. Sistema de Comando de Incidentes SCI: um modelo documentado

    de organizao do atendimento emergencial, sendo utilizado no manejo eficaz de

    recursos disponveis nas operaes de emergncia;

    XLIX. Tipologia armazenamento, onde se compreendem os empreendimentos

    que se voltam, na maioria, ao armazenamento de produtos qumicos perigosos para

    a distribuio;

    L. Tipologia indstria, onde se compreendem os empreendimentos que se

    voltam para a manipulao de produtos qumicos perigosos para serem consumidos

    em seu processo produtivo ou de sntese;

    LI. Tipologia rodoviria, onde se compreendem os empreendimentos ou

    atividades que realizam o transporte de cargas contendo produtos qumicos

    perigosos por via terrestre, por meio de veculos de pequeno, mdio e grande porte,

    com abrangncia nacional;

    LII. Tipologia ferroviria, onde se compreendem os empreendimentos ou

    atividades que realizam o transporte de cargas contendo produtos qumicos

    perigosos por via terrestre, por meio de vages tracionados por locomotivas, com

    abrangncia nacional;

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    LIII. Tipologia dutoviria, onde se compreendem os empreendimentos ou

    atividades que realizam o transporte de cargas contendo produtos qumicos

    perigosos por via terrestre, atravs de dutos por ao da gravidade ou de bombeio,

    com abrangncia nacional;

    LIV. Vazamento: Qualquer ocorrncia anormal que resulta na liberao de

    produto ao meio ambiente, podendo esta ocorrer tanto na tubulao como nos

    equipamentos do sistema, no estando necessariamente associada a uma

    emergncia;

    33..22 SSIIGGLLAASS

    Para elaborao dos Planos Estaduais com base nos Roteiros de Elaborao

    determinados, foram consideradas as seguintes siglas:

    ABES Associao Brasileira de Engenharia Sanitria e Ambiental

    ABIQUIM Associao Brasileira da Indstria Qumica

    ABNT Associao Brasileira de Normas Tcnicas

    AHIMOC Administrao das Hidrovias da Amaznia Ocidental

    AHIMOR Administrao das Hidrovias da Amaznia Oriental

    AHIPAR Administrao da Hidrovia do Paraguai

    AHITAR Administrao das Hidrovias do Tocantins e Araguaia

    AHRANA Administrao da Hidrovia do Paran

    AHSFRA Administrao da Hidrovia do So Francisco

    AICHE American Institute of Chemical Engineers

    ANTAQ Agncia Nacional de Transportes Aquavirios, MT

    ANTEF Associao Nacional dos Transportadores Ferrovirios

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    ANTT Agncia Nacional de Transportes Terrestres

    APELL Alerta e Preparao de Comunidades para Emergncias Locais

    BID Banco Interamericano de Desenvolvimento

    CAS Chemical Abstract Service, USA - servio que utiliza um nmero de registro reservado

    para substncia qumica, permitindo a pesquisa de suas caractersticas em bancos de

    dados, do AICHE

    CCC Centro de Controle de Comunicaes

    CNCO Centro Nacional de Controle Operacional (CNCO) da TRANSPETRO, localizado na Cidade do Rio de Janeiro, RJ

    CE-P2R2 Comisso Estadual do Plano P2R2

    CETESB Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental, SP

    CGEMA Coordenao Geral de Emergncias Ambientais do IBAMA

    CN-P2R2 Comisso Nacional do Plano P2R2

    CONAMA Conselho Nacional do Meio Ambiente

    DNIT Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes, MT

    EOR Estrutura Organizacional de Respostas a Emergncias das Concesses e Empresas

    EPI/EPC Equipamento de Proteo Individual /Equipamento de Proteo Coletivo

    FEEMA Fundao Estadual de Engenharia do Meio Ambiente, RJ; atual INEA

    FISQP Ficha de Informaes de Segurana de Produtos Qumicos

    GAE Grupo de Apoio a Emergncias do P2R2 (Nacional)

    GAP Grupo de Apoio de Preparao e Resposta

    GLP Gs Liquefeito do Petrleo

    GRE Grupo de Resposta Emergencial das Comisses CE-P2R2 (Estaduais)

    GN Gs Natural

    HAZMAT Termo abreviado de hazardous materials Equipe que opera com produtos perigosos

    HC Hidrocarboneto

    IBAMA Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renovveis

    IMO International Maritime Organization

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    INCQS Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Sade

    INEA Instituto Estadual do Ambiente/RJ (antiga Fundao Estadual de Engenharia do Meio Ambiente

    IPR Instituto de Pesquisas Rodovirias

    IRPTC International Register of Potencially Toxical Chemicals (ONU)

    ISM Cdigo ISM (International Safe Maritime)

    IPS Code Cdigo Internacional para a Proteo de Navios e Instalaes Porturias

    LLMC 75 Conveno sobre Responsabilidade Civil no Caso de Transporte Martimo de Material Nuclear

    1

    MARPOL Conveno Internacional para a Preveno da Poluio Causada por Navios2

    MERCOSUL Mercado Comum do Sul

    MMA Ministrio do Meio Ambiente

    MSDS Material Safety Data Sheet (UAS) Ficha Segurana de Propriedades do Material (Qumico)

    MT

    NIOSH

    Ministrio dos Transportes

    National Institute for Occupational Safety and Health

    NST Ncleo de Suporte Tcnico do CE-P2R2

    OC leo Combustvel

    OEMA rgo Estadual de Meio Ambiente

    ONG Organizao No Governamental

    ONU Organizao das Naes Unidas

    OPRC Fund Oil Pollution Preparedness, Response and Co-operation Fund

    OSHA Occupacional Safety and Health Administration (USA)

    P2R2 Plano Nacional de Preveno, Preparao e Resposta Rpida a Emergncias Ambientais

    1 Em vigor desde 15/7/1975, mas no ratificada pelo Governo Brasileiro.

    2 Elaborada em 1973 e alterada pelo Protocolo de 1978.

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    PA Plano de rea referente ao Decreto 4871, de 06 de Novembro de 2003, visa integrar os diversos planos de emergncia individuais

    PAE Plano de Ao de Emergncia

    PAM Plano de Auxlio Mtuo

    PEI Plano de Emergncia Individual do empreendimento

    PNC Plano Nacional de Contingncia

    PNUD Plano das Naes Unidas para o Desenvolvimento

    PRAD Programa de Recuperao de reas degradadas

    PSM Process Safety Management (OSHA)

    RTECS No do Registry of Toxic Effects and Chemical Substances, USA

    SAMU Servio de Atendimento Mdico de Urgncia

    SAU Servio de Atendimento ao Usurio

    SOLAS Conveno Internacional para a Salvaguarda da Vida Humana no Mar

    (International Convention for the Safety of Human Life at Sea).

    TAL Ambiental Assistncia Tcnica para a Agenda de Sustentabilidade Ambiental

    TUP Terminal Porturio de Uso Privativo

    UPGN Unidade de Processamento de Gs Natural

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    44 PPRROOPPOOSSTTAA DDEE RROOTTEEIIRROOSS PPAARRAA EELLAABBOORRAAOO DDEE PPLLAANNOO DDEE AAOO DDEE

    EEMMEERRGGNNCCIIAA EENNVVOOLLVVEENNDDOO PPRROODDUUTTOOSS QQUUMMIICCOOSS PPEERRIIGGOOSSOOSS AA NNVVEELL

    EESSTTAADDUUAALL ((PPAAEESS -- EESSTTAADDUUAAIISS))

    A proposta de prover Roteiros para Elaborao dos Planos de Ao de Emergncia

    com produtos qumicos perigosos, de mbito estadual, contempla os itens e anexos,

    conforme especificaes do item 5 do Termo de Referncia, pg. 46.

    O P2R2 prev atuao do PAE - Estadual em seis tipologias, que realizam o transporte, a manipulao e a armazenagem dos produtos qumicos perigosos, correspondendo aos seis roteiros propostos, a saber:

    Rodovirio;

    Ferrovirio;

    Hidrovirio;

    Dutovirio;

    Indstria;

    Armazenamento.

    Neste documento, foi desenvolvido o roteiro principal para elaborao da estrutura

    de atendimento emergencial dos PAEs - Estaduais e em seguida os seis roteiros

    prprios dos Planos PAEs Estaduais, nas tipologias acima definidas pelo Termo de

    Referncia do MMA/P2R2, obedecendo estrutura de elaborao do roteiro

    principal e trazendo as especificidades e caractersticas de cada tipologia.

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    Proposta de Roteiros para Elaborao de Plano de Emergncia

    44..11 IINNTTRROODDUUOO

    Neste item dever ser descrito o que o Plano de Ao de Emergncia, levando-se

    em conta que os mesmos devem ser elaborados com o intuito de sistematizar as

    aes a serem conduzidas nos eventuais situaes acidentais que possam

    representar riscos para a sade das comunidades e para o meio ambiente. Devem

    levar em conta ainda o comprometimento das entidades governamentais estaduais

    no atendimento emergencial.

    44..11..11 JJUUSSTTIIFFIICCAATTIIVVAASS EE RRAAZZEESS

    Neste item tambm devem ser elencadas as justificativas e razes da necessidade

    de elaborao do Plano, levando-se em conta os inmeros acidentes com produtos

    qumicos perigosos, que j ocorreram no passado, colocando em risco a integridade

    de comunidades prximas aos eventos.

    44..11..22 IINNSSTTIITTUUIIEESS EE EENNTTIIDDAADDEESS EENNVVOOLLVVIIDDAASS NNOOSS PPAAEESS -- EESSTTAADDUUAAIISS

    Neste item, tambm devem ser definidos quais os rgos pblicos estaduais e

    municipais, entre outras entidades, devem fazer parte da Comisso Estadual CE

    P2R2, e no Ncleo do PAE, objetivando, com sua participao, viabilizar respostas

    rpidas e eficientes nos acidentes com produtos qumicos perigosos, devendo ser

    considerada a participao das seguintes entidades:

    rgo Estadual de Meio Ambiente;

    Coordenadoria Estadual de Defesa Civil;

    Coordenadorias Municipais de Defesa Civil;

    Corpo de Bombeiros;

    Polcia Militar Ambiental;

    Polcia Rodoviria Federal e Estadual;

    Secretaria Estadual de Sade

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    Secretarias Municipais de Sade;

    Secretaria Estadual de Transporte;

    Capitania dos Portos;

    Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (DNIT);

    IBAMA;

    ANAMMA;

    Federao das Indstrias;

    Associaes, sindicatos de Classe, e outras entidades que o Estado entender pertinente em funo de suas particularidades atuaes.

    44..11..33 EEQQUUIIPPEE TTCCNNIICCAA RREESSPPOONNSSVVEELL PPEELLOOSS PPAAEESS -- EESSTTAADDUUAAIISS

    Neste item dever ser determinada qual a composio mnima da equipe tcnica

    formada pelas entidades de governo e outros, que ser a responsvel pela

    elaborao ou acompanhamento da elaborao do PAE (sugere-se uma equipe com

    no mnimo 04 representantes, coordenada pelo representante do rgo Estadual de

    Meio Ambiente e contando com pelo menos um representante da Defesa Civil

    Estadual).

    Observao 1: A critrio dos estados, a elaborao poder ser executada por

    uma equipe multidisciplinar a seguir estabelecida, ou esta equipe poder

    acompanhar a execuo dos PAEs que seriam executados por terceiros,

    formulando as exigncias necessrias.

    Observao 2: De acordo com a tipologia, na elaborao do PAE estadual,

    um ou mais representantes daquele dado setor especfico dever ser

    agregado equipe de quatro pessoas anteriormente mencionada. Dessa

    forma, sugere-se para o PAE Rodovirio, que possua rodovias

    concessionadas e no concessionadas, um representante tcnico de uma das

    rodovias concessionadas e um representante tcnico do DNIT local. Quanto

    ao PAE Dutovirio, recomenda-se a incorporao de um representante

    tcnico da operadora do duto, que atue no local, por ser esta a empresa que

    opera os principais dutos do pas Quanto ao PAE Ferrovirio, recomenda-

    se a incorporao de um representante tcnico da principal ferrovia que

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    atravessa o territrio do estado. Quanto ao PAE Hidrovirio sugere-se a

    incorporao de um representante tcnico da ANTAQ Agncia Nacional de

    Transportes Aquavirios. Quanto ao PAE Indstria, sugere-se a

    incorporao de um representante da Federao das Indstrias local, e,

    finalmente quanto ao PAE Armazenagem, sugere-se um representante

    tcnico de empresa de armazenagem logstica (terminais de estocagem

    intermedirios) que opere no estado.,

    Neste item dever informado o responsvel pelo plano, a verso ou reviso do

    plano, indicando se j foi acionado e quando, devendo ser no mnimo contemplado

    os dados de manuteno e atualizao necessrios a sua pela operacionalizao:

    Lista ou relao de participantes e telefone de contato;

    Lista ou relao de equipamentos e matrias;

    Distribuio de atualizaes do plano as entidades participantes

    Verificao de atualizaes de dados cadastrais de entidades ou instituies pblicas e ou privadas participantes do plano.

    Observao 3: Dever ser demonstrada a importncia da obteno da

    declarao, protocolo ou convnio firmado entre as entidades lista no item

    4.1. do comprometimento dos representantes governamentais sobre a poltica

    de preveno, preparao e resposta rpida emergencial.

    44..22 OOBBJJEETTIIVVOO

    Neste item dever ser estabelecido que o objetivo dos Planos PAE Estaduais

    quando da ocorrncia de acidentes envolvendo produtos qumicos perigosos ser

    propor a adoo de mecanismos de articulao entre sistemas administrativos e

    operacionais no processo de atendimento emergencial, pblicos ou no, em mbito

    do Estado, que se unam para fazer frente emergncia e sejam suplementados,

    quando necessrio, pelo PAE Federal, no atendimento a emergncias em suas

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    jurisdies estaduais, de forma a manter a segurana e a sade das pessoas, e a

    preservao do meio ambiente no entorno do incidente/acidente e ainda

    salvaguardar a integridade dos patrimnios pblicos e privado envolvidos, em

    consonncia com o estabelecido nos procedimentos padres para elaborao de 06

    (seis) Roteiros para Elaborao dos Planos PAE Estaduais, considerando as

    tipologias rodoviria, dutoviria, ferroviria, hidroviria, armazenagem e indstria.

    44..33 PPRREESSSSUUPPOOSSTTOOSS BBSSIICCOOSS

    Neste item dever ser estabelecido que o pressuposto bsico fundamental para o

    atendimento emergencial a agilidade de resposta, que se traduz no chamado

    Tempo de Resposta Rpido, que inclui desde o acionamento at o atendimento

    inicial. Como as conseqncias dos eventos acidentais envolvendo produtos

    qumicos perigosos provocam muitas vezes danos s pessoas, ao meio ambiente e

    ao patrimnio, por vezes com desfechos catastrficos, portanto, a adoo de

    sistemas de resposta geis considerada de fundamental importncia no processo

    de atendimento. Outros pressupostos bsicos que devem ser pautados:

    44..33..11 DDIISSPPOONNIIBBIILLIIDDAADDEE DDEE RREECCUURRSSOOSS HHUUMMAANNOOSS EE MMAATTEERRIIAAIISS PPAARRAA OO AATTEENNDDIIMMEENNTTOO

    Neste item dever ser considerado a disponibilidade de recursos humanos e

    materiais para o atendimento em pontos estratgicos, ou seja, nas proximidades dos

    locais mais sujeitos aos acidentes.

    44..33..22 CCAAPPAACCIITTAAOO EE TTRREEIINNAAMMEENNTTOO

    Neste item dever ser considerada a necessidade de recursos humanos capacitados

    e treinados, num processo contnuo, para o atendimento de eventos acidentais.

    44..33..33 AATTUUAAOO EE CCOOOOPPEERRAAOO NNOO AATTEENNDDIIMMEENNTTOO EEMMEERRGGEENNCCIIAALL

    Neste item dever ser considerado como ponto fundamental o envolvimento do

    estado na coordenao e conduo do processo de atendimento s emergncias,

    de forma eficiente, visando segurana e integridade das comunidades que, num

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    determinado instante, possam se encontrar sob a ameaa de um incidente/acidente

    envolvendo produtos perigosos.

    44..33..44 SSIISSTTEEMMAASS CCOOMMAANNDDOO EE AATTUUAAOO

    Neste item dever ser previsto, preferencialmente, a adoo de um Sistema de

    Comando de Incidentes SCI - com organograma de estrutura de atendimento

    emergencial em consonncia com a legislao e as normas aplicveis:

    44..33..55 IINNTTEEGGRRAAOO CCOOMM OOUUTTRROOSS PPLLAANNOOSS

    Neste item dever ser estabelecida tambm, como pressuposto bsico, a integrao

    dos referidos PAEs Estaduais com o PAE Federal e com outros Planos de

    Emergncia existentes no pas, tais como os PEIs, Planos de rea, PAMs, APELL

    etc., devendo ser contemplados mecanismos geis de comunicao com os diversos

    Planos

    44..44 HHIIPPTTEESSEESS AACCIIDDEENNTTAAIISS

    Neste item dever ser prevista a descrio das hipteses acidentais passiveis de

    ocorrerem na tipologia e suas conseqncias, devendo ser minimamente

    contemplado:

    44..44..11 CCAARRAACCTTEERRIIZZAAOO DDAA TTIIPPOOLLOOGGIIAA

    Neste item sugere-se consultar o item Diagnstico e Caracterizao especfica para

    cada Tipologia, para composio deste item.

    44..44..22 IIDDEENNTTIIFFIICCAARR AASS MMEETTOODDOOLLOOGGIIAASS DDEE AAVVAALLIIAAOO OOUU AANNLLIISSEE DDEE RRIISSCCOO

    AASSSSOOCCIIAADDOOSS TTIIPPOOLLOOGGIIAA::

    Neste item sugere-se apresentar sucintamente um resumo da metodologia aplicada

    na anlise de risco da tipologia considerada. Sugerem-se as metodologias de

    Anlise de Risco abaixo discriminadas:

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    Anlise Histrica de Acidentes:

    Trata-se de um estudo histrico de pesquisa de acidentes ocorridos no pas e no

    exterior, em plantas similares, envolvendo todos os sistemas e produtos da operao

    da planta, levando-se em conta seus modos operacionais, classificao de causas

    iniciadoras de acidentes, relatos de falhas e nmero de acidentes decorrentes de

    falhas; Geralmente se procuram informaes em bibliografias ou consultas a bancos

    de dados (Cunha, 2006).

    Anlise Preliminar de Perigos (APP):

    A anlise preliminar de perigos tambm chamada preliminar de riscos consiste,

    portanto, em identificar todos os perigos de uma instalao, e avaliar a

    conseqncia dos impactos causados por acidentes postulados decorrentes de

    eventos indesejados atravs de uso de escalas de avaliao de freqncias e

    severidade dos eventos acidentais possveis, colocados em uma matriz comparativa.

    uma anlise qualitativa no envolvendo clculos matemticos de freqncias.

    (Cunha, 2006).

    Anlise de Perigos e Operabilidade (Hazard and Operability Analysis

    HazOp)

    A chamada anlise de perigos e operabilidade (do ingls: HazOp Hazard and

    Operability Analysis)- um mtodo que consiste em identificar todos os desvios e

    suas causas, principalmente na fase de operao do empreendimento; analisa

    todo o sistema em operao, identificando em cada um, os riscos derivados de

    desvios da no observncia de procedimentos adequados operacionais; grupando-

    se causas e efeitos em formatos padro. um mtodo que fornece uma viso clara

    dos desvios nos processos produtivos que possam afetar toda a planta e, sendo um

    processo participativo acaba integrando as equipes de operao, manuteno e

    segurana. (Cunha, 2006).

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    Anlise da rvore de Falhas - AAF

    A rvore de falhas avalia as causas, um mtodo lgico dedutivo de anlise

    quantitativa para identificao dos caminhos que podem levar a acidentes. Parte de

    um evento (topo) pr-definido e busca as causas de falhas deste evento,

    investigando as falhas bsicas que levam at ele. A AAF inclui erros humanos e as

    falhas de equipamentos. (Cunha, 2006).

    Anlise da rvore de Eventos - AAE

    A rvore de Eventos um instrumento para avaliao de conseqncias,

    construda num caminho seqencial de eventos, a partir de eventos iniciadores,

    decorrentes de falha em equipamento e/ou erro humano, evoluindo at os diversos

    cenrios acidentais, fornecendo as condies e probabilidades de ocorrncia do

    evento final; um evento final pode ser originado por vrios eventos combinados ou

    por um seqncia domin. (Cunha, 2006).

    Anlise E SE?

    (do ingls: What if?) Trata-se de uma anlise que questiona os possveis desvios de

    um projeto, construo, modificao de planta, ou de procedimentos operacionais.

    usado para plantas indstriais existentes, sendo muito comum seu uso para analisar

    determinada mudana proposta na planta. (Cunha, 2006).

    Anlise - FMEA

    Significa uma anlise de modos de falhas e efeitos- (do ingls: failure modes and

    efects analysis). um processo de anlise detalhada em que se executa a

    tabulao dos sistemas e equipamentos de uma instalao, seus modos de falha

    (aberto, fechado, desligado, entupido, etc.), os efeitos dos modos de falhas na

    instalao, bem como uma classificao da criticidade para cada um desses modos.

    usado nas fases de projeto, para identificar as caractersticas de proteo; na

    construo para alteraes em equipamentos resultantes de modificaes de

    campo; e na operao para identificao de falhas presentes que possam

    representar acidentes potenciais. (Cunha, 2006).

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    Anlise FMECA

    Anlise de Modos de Falhas, Efeitos, e Anlise Crtica- (do ingls: failure modes,

    effects, and Criticality Analysis). Esta descrio esta baseada no relato original do

    AICHE (1985), que se assemelha anlise hoje interpretada do FMEA descrito no

    item anterior. um processo de anlise detalhada em que se direciona quase que

    inteiramente para equipamentos; seus modos de falhas, os efeitos que poderiam ser

    gerados e as estimativas de probabilidades de falhas. (Cunha, 2006).

    ndice DOW - MOND

    O ndice DOW (do ingls: Dow-and Mond Hazards Indices) um mtodo que avalia

    o grau de risco da planta indstrial, procurando a provvel rea com danos, o de

    maior valor e, o que representam estes danos para a planta; indicando tambm qual

    ser a parada do sistema afetado e/ou equipamento (Cunha, 2006).

    Anlise Quantitativa de Riscos - AQR

    A anlise quantitativa de riscos - AQR um mtodo que abrange o estudo completo

    de todos os cenrios, desenvolve a estimativa dos efeitos fsicos e avaliao de

    vulnerabilidade atravs de clculos com modelagem matemtica, utiliza a anlise da

    rvore de eventos e de falhas como instrumento de anlise respectivamente de

    conseqncias e causas, aplica modelos matemticos de simulao em cenrios de

    ocorrncias de liberaes de produtos perigosos, percorrendo todos os cenrios

    acidentais identificados. Nesses casos, os riscos correspondentes a esses cenrios

    que possam afetar pessoas nas vizinhanas e intra-muros, so avaliados na forma

    matemtica de risco social e individual (Cunha, 2006).

    Observao 1: Muitas informaes referentes as hipteses acidentais podem ser

    obtidas junto dos Plano de Ao de Emergncia PAEs das tipologias que se

    encontram no processo de licenciamento ambiental.

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    44..44..33 PPRRIINNCCIIPPAAIISS HHIIPPTTEESSEESS AACCIIDDEENNTTAAIISS::

    Neste item sugere-se descrever as hiptese acidentais apontadas na anlise de

    risco realizada, estimando preliminarmente o dimemsionamento dos recursos

    necessrios para o atendimento emergncia, devendo propor formas para

    demonstrar claramente as causas, as probabilidades de ocorrncia, a gravidade ou

    conseqncia esperada e as aes e medidas de preveno que podero ser

    implementadas para combater tais hipteses acidentais.

    Como sugesto para o levantamento das hipteses acidentais para a tipologia

    ferroviria, indicam-se as que foram extradas das informaes do Plano de

    Ao de Emergncia NOVOESTE S A:

    A identificao dos perigos foi realizada atravs da tcnica Anlise Preliminar de

    Perigos. Na APP foram considerados os pontos notveis ao longo da ferrovia,

    conforme apresentado no Captulo 4: vias, obras de arte, uso e ocupao do solo,

    vegetao, hidrografia, rede de alta tenso, dutovia, eroso, deslizamento,

    queimada, fiao eltrica clandestina, reas de invaso, trecho sujeito a queimadas

    e talude ngreme.

    As hipteses acidentais identificadas na APP que geraram tipologias acidentais com

    categorias de severidade III (Crtica) ou IV (Catastrfica) foram consolidadas,

    resultando em 11 hipteses acidentais, referentes liberao de produto

    decorrentes de coliso, descarrilamento e tombamento por falha da via permanente,

    descarrilamento e tombamento por outros motivos, avarias de material rodante e

    durante a realizao de manutenes, e abastecimento nas instalaes de apoio.

    A tabela 1 apresenta as hipteses acidentais consolidadas, que serviram de base

    para o dimensionamento dos recursos humanos e materiais e para elaborao do

    PAE Plano de Ao de Emergncia PAE.

    TTAABBEELLAA 11 HHIIPPTTEESSEESS AACCIIDDEENNTTAAIISS CCOONNSSOOLLIIDDAADDAASS

    N de ordem

    Sistema Hiptese Acidental Efeitos

    1 Via Permanente Liberao de produtos inflamveis por coliso

    Perda de produto com possibilidade de ignio, gerando: - Incndio; - Exploso;

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    001206/2008 Produto 3 Volume II REV02

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    MINISTRIO DO MEIO AMBIENTE SECRETARIA EXECUTIVA, PROJETO BRA/05/043

    ASSISTNCIA TCNICA PARA A AGENDA DA SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL Projeto BRA 05/043

    - Danos pessoais; - Danos ao patrimnio. Impacto ambiental: - Contaminao do solo; - Contaminao da gua (superficial e subterrnea); - Poluio atmosfrica; - Queima da vegetao.

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    Liberao de produtos inflamveis por descarrilamento e tombamento decorrente de falha da via permanente

    Perda de produto com possibilidade de ignio, gerando: - Incndio; - Exploso; - Danos pessoais; - Danos ao patrimnio. Impacto ambiental: - Contaminao do solo; -Contaminao da gua (superficial e subterrnea); - Poluio atmosfrica; - Queima da vegetao.

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    Liberao de produtos inflamveis por descarrilamento e tombamento decorrente de outros motiv