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Professor Clodovil Moreira Soares FTC/Itabuna PROCESSO PENAL I PROF.CLODOVIL MOREIRA SOARES TEMA 2: INVESTIGAÇÃO CRIMINAL

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  • Professor Clodovil Moreira Soares FTC/Itabuna PROCESSO PENAL I PROF.CLODOVIL MOREIRA SOARES TEMA 2: INVESTIGAO CRIMINAL
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  • Professor Clodovil Moreira Soares FTC/Itabuna TEMA 2: INVESTIGAO CRIMINAL 1. Investigao Preliminar. 2.Espcies de Investigao Preliminar. 3.Diviso das polcias. 4.Conceito de Inqurito policial. 5.Natureza Jurdica do Inqurito Policial. 6. Finalidade do Inqurito Policial. 7. Destinatrios do Inqurito policial. 8. Dispensabilidade do inqurito Policial. 9. Caractersticas do Inqurito Policial. 10. Inicio do inqurito Policial. 11. Notitia Criminis 12. Diligncias 13. Outras atribuies da Autoridade Policial 14. Incomunicabilidade do Preso 15. Indiciamento do acusado
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  • Professor Clodovil Moreira Soares FTC/Itabuna TEMA 2: INVESTIGAO CRIMINAL (Continuao) 16. Devoluo para novas diligncias 17. Trmino do Inqurito policial 18. Prazo para o encerramento do Inqurito Policial. 19. Arquivamento do Inqurito Policial. 20. Vcios do Inqurito policial 21. O inqurito Policial e a Lei 9.099/95 Termo Circunstanciado
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  • Professor Clodovil Moreira Soares FTC/Itabuna Conjunto de atividades concatenadas, que integram a persecutio criminis, destinada a apurar fatos eventualmente relevantes para esfera criminal e sua autoria, a partir de uma notitia criminis ou por atividade de oficio, recolhendo elementos de convico destinados ao rgo acusatrio, que encontrando probabilidade justificar a ao penal (estrita) ou o arquivamento. Sua forma mais comum o inqurito policial. 1. INVESTIGAO CRIMINAL FUNES : 1) Preparatria: age como um filtro para uma melhor atuao do Poder Judicirio, garantindo maior legitimidade nas acusaes; 2) Preservadora: captao dos vestgios da atividade em tese criminosa e dos rastros de autoria.(Maurcio Zanide)
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  • Professor Clodovil Moreira Soares FTC/Itabuna FINALIDADE: Perquirir e demonstrar todos os fatos/atos e circunstncias relevantes para anlise da existncia ou no da materialidade e da autoria de uma conduta, em tese criminosa. (Investigar e materializar a informao) 2. ESPCIES DE INVESTIGAO CRIMINAL 1. Inqurito Policial (Art. 4 ao 23 do CPP) 2. Inqurito Policial Militar (Art. 9 ao 28 do CPPM) 3. Inqurito Parlamentar (Art. 58, pargrafo 3 da CF; Leis 1579/52, 10.001/00 e regramentos internos das Casas Legislativas). 4. Inquritos Administrativos:Crimes financeiros (CVM e BC), Crimes Tributrios(Procedimentos administrativos da Receita- Federal ou Estadual), Crimes Financeiros ('interna corporis), Crimes contra o meio ambiente (IBAMA, SISNAMA, demais rgos de proteo, Lei 9605/98, art. 70, pargrafo 1), Crimes contra as relaes de consumo (Lei 8078/90, CAD, Lei 8884/94), Crimes contra as telecomunicaes (ANATEL, Lei 9.472/97), Crimes Administrativos Federais (Lei 9.784/99), Inqurito Civil (aes civis pblicas, atribuio do MP, Lei 7.347/85).
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  • Professor Clodovil Moreira Soares FTC/Itabuna Lugar: terrestre, martima e area; Exteriorizao: Ostensiva(PM) e investigativa(Civil) (C.F. Art. 144, 5); Atividade: Administrativa (segurana) e Judiciria(Civil e Federal)(C.F. Art. 144, 4 e 6); Organizao: Leiga (Abolida pela C.F/88) e de Carreira. DIVISO QUANTO (AO) 3. DIVISO DAS POLCIAS CF, Art. 144.
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  • Professor Clodovil Moreira Soares FTC/Itabuna 4. CONCEITO DE INQURITO POLICIAL INQURITO POLICIAL O CONJUNTO DE DILIGENCIAS REALIZADAS PELA POLCIA JUDICIRIA VISANDO APURAO DE UMA INFRAO PENAL E SUA AUTORIA, PARA QUE O TITULAR DA AO PENAL POSSA INGRESSAR EM JUZO, PEDINDO A APLICAO DA LEI AO CASO (Antonio Herclito Mossin) INQURITO POLICIAL O INSTRUMENTO FORMAL DAS INVESTIGAES. PEA INFORMATIVA, COMPREENDENDO O CONJUNTO DE DILIGNCIAS REALIZADAS PELA AUTORIDADE PARA A APURAO DO FATO E DESCOBERTA DA AUTORIA. RELACIONA-SE COM O VERBO INQUIRIR, QUE SIGNIFICA PERGUNTAR, INDAGAR, PROCURAR, INVESTIGAR, AVERIGUAR OS FATOS, COMO OCORREM E QUAL O SEU AUTOR. (Ismar Estulano Garcia) 5. NATUREZA JURDICA A natureza do inqurito no Brasil de procedimento administrativo pr-processual, j que a polcia judiciria que o realiza, e a polcia rgo da administrao. (Polastri Lima) Contrrios: Maurcio Zanide e Scarance Fernandes.
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  • Professor Clodovil Moreira Soares FTC/Itabuna 7. DESTINTARIOS DO INQURITO POLICIAL Ministrio Pblico: Estadual e Federal(Art. 129, CF); Juiz (Art. 23 CPP); Ofendido:Ao Penal Privada (Art. 30 CPP). 6. FINALIDADE DO INQURITO POLICIAL a apurao da existncia da infrao e a respectiva autoria (CPP, art. 4 e 12), fornecendo elementos para que o Ministrio Pblico ou o querelante forme a opinio delicti e, em caso positivo, dar o embasamento probatrio suficiente para que a ao penal tenha justa causa. (Gustavo H. Righi Ivahy Badar)
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  • Professor Clodovil Moreira Soares FTC/Itabuna O INQURITO POLICIAL NO PEA OBRIGATRIA PARA O OFERECIMENTO DA DENNCIA, QUE PODE SER OFERECIDA COM BASE EM PEAS DE INFORMAO REMETIDAS AO MINISTRIO PBLICO, OU REPRESENTAO DA VTIMA, DESDE QUE CONTENHAM OS ELEMENTOS INDISPENSVEIS PARA TAL. Art. 12. O inqurito policial acompanhar a denncia ou queixa, sempre que servir de base a uma ou outra. (CPPB) 8. DISPENSABILIDADE DO INQURITO POLICIAL Art. 27 Qualquer pessoa do povo poder provocar a iniciativa do Ministrio Pblico, nos casos em que caiba a ao pblica, fornecendo- lhe, por escrito, informaes sobre o fato e a autoria e indicando o tempo, o lugar e os elementos de convico.
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  • Professor Clodovil Moreira Soares FTC/Itabuna Art. 46. 1o Quando o Ministrio Pblico dispensar o inqurito policial, o prazo para o oferecimento da denncia contar-se- da data em que tiver recebido as peas de informaes ou a representao (CPPB) Art. 39. 5. O rgo do Ministrio Pblico dispensar o inqurito, se com a representao forem oferecidos elementos que o habilitem a promover a ao penal, e, neste caso, oferecer a denncia no prazo de quinze dias. (CPPB) 8. DISPENSABILIDADE DO INQURITO POLICIAL (CONTINUAO) A Lei n. 4.898/1965 Lei de Abuso de Autoridade prev o oferecimento da denncia apenas com a representao da vtima. A Lei n. 9.099/1995 Lei dos Juizados Especiais prev o oferecimento da denncia apenas com base no TCO.
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  • Professor Clodovil Moreira Soares FTC/Itabuna A INQUISITORIAL B FORMAL E ESCRITO D UNIDIRECIONAL C SISTEMTICO O inqurito policial est concentrado nas mos de quem o preside, dando a autoridade policial a discricionariedade suficiente para tomar providncias, realizar diligncias e inquirir. O Cdigo de Processo Penal no art. 9 exige como formalidade que as peas do I.P. sejam reduzidas a termo, escritas e assinadas pela Autoridade Policial. As peas seguem uma sequncia lgica, para que fique clara a linha de investigao seguida desde os acontecimentos dos fatos at o relatrio. O inqurito policial dirigido a apurao dos fatos objeto de investigao, excluindo-se, assim, os juzos de valor do exerccio investigatrio. 9. CARACTERSITCAS DO INQURITO POLICIAL
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  • Professor Clodovil Moreira Soares FTC/Itabuna 9. CARACTERSITCAS DO INQURITO POLICIAL (continuao) F OFICIALIDADE - AUTORITARIEDADE Somente um rgo oficial poder exercer atividade investigatria. O inqurito policial deve ser presidido por uma Autoridade Pblica, no caso representado pelo Delegado de Polcia de Carreira, artigo 144 da Constituio Federal. E SIGILOSO O art. 20 do CPP assegura a Autoridade Policial o sigilo necessrio a elucidao dos fatos ou exigido pelo interesse da sociedade. H OFICIOSIDADE Em regra a Autoridade Policial ao tomar conhecimento de uma infrao penal, dever obrigatoriamente instaurar inqurito policial, artigo 5 do CPPB. O Delegado de Polcia deve agir de oficio, sem depender de terceiros. G INDISPONIBILIDADE O art. 17 do CPP probe a Autoridade Policial de mandar arquivar autos do inqurito policial.
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  • Professor Clodovil Moreira Soares FTC/Itabuna A AO PENAL PBLICA INCONDICIONADA B AO PENAL PBLICA CONDICIONADA C AAO PENAL DE INICIATIVA PRIVADA I De ofcio: pela Autoridade Policial, que baixa uma portaria; II Mediante requisio do Ministrio Pblico ou do Juiz; III mediante requerimento do ofendido; IV Auto de priso em flagrante delito. O inqurito s poder ser instaurado se houver representao, escrita ou oral, do ofendido ou se procurador ou requisio do Ministro da Justia. O inqurito somente se inicia mediante requerimento do ofendido ou de seu representante legal, no se confunde com o oferecimento da queixa-crime, pois, esta s ocorrer em juzo. 10. INICIO DO INQURITO POLICIAL (CPP, Art. 5.)
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  • Professor Clodovil Moreira Soares FTC/Itabuna 11. NOTITIA CRIMINIS: CONCEITO E ESPCIES CONCEITO: Notitia criminis, ou notcia do crime, o conhecimento, espontneo ou provocado, pela autoridade policial de um fato aparentemente criminoso. Modalidades de notitia criminis: MODALIDADES I.Notitia criminis de cognio espontnea ou inqualificada o conhecimento da infrao ocorre de forma direita e imediata pela Autoridade Policial, no exerccio rotineiro de suas atividades, Inclui a denncia annima (delao apcrifa). II.Notitia criminis de cognio provocada, indireta, mediata ou qualificada quando transmitida a Autoridade policial por ato de terceira pessoa, seja pelo requerimento da vtima, requisio do MP ou do juiz, ou ainda pela representao do ofendido. III.Notitia criminis de cognio coercitiva decorrente da priso em flagrante.
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  • Professor Clodovil Moreira Soares FTC/Itabuna 12. DILIGNCIAS (CPP, Art. 6.) O DISPOSITIVO ESTABELECE UM ROL DE DILIGNCIAS, REALIZADOS DE ACORDO COM AS POSSIBILIDADES: I Preservao do local do crime; II Apreenso dos objetos relacionados ao crime; III Colher provas e

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