Projeto: Perspectivas do Desenvolvimento Brasileiro Eixo ... ?· Pontos Críticos: • Geração fortemente…

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    Projeto: Perspectivas do Desenvolvimento BrasileiroProjeto: Perspectivas do Desenvolvimento Brasileiro

    Eixo:Infraestrutura EconmicaEixo:Infraestrutura Econmica

    Secretaria de Assuntos EstratgicosBraslia, 05 de maro 2010

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    Diagnstico especfico de cada setor analisado:

    apresentar uma contextualizao de cada setor, e analisados os marcos regulatrios e legais, assim como os gargalos e as demandas do setor.

    Interfaces das polticas pblicas com a situao diagnosticada:

    analisar variveis que so transversais a todos os segmentos.

    Cenrios para 2025

    Estrutura do Trabalho Estrutura do Trabalho CapCaptulos:tulos:Conceitual / Metodolgico

    Setor Eltrico

    Setor Petrleo e Gs Natural

    Setor de Etanol e Biocombustveis

    Setor de Telecomunicaes (TICs)

    Setor Rodovirio

    Setor Porturio

    Setor Ferrovirio

    Concluses

    Experincias Latino-Americanas

    Setor Areo

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    AutoresAutores Carlos Campos (IPEA/DISET) Bolvar Pgo (IPEA/DIRUR) Fabiano Pompermayer (IPEA/DISET) Junia Peres (IPEA/DISET) Gesmar Santos (IPEA/DISET) Josef Barat (PNPD/IPEA/DISET setor areo) Ricardo Soares (PNPD/IPEA/DISET setor rodovirio) Alfredo Romminger (PNPD/IPEA/DISET) Ians Ferreira (PNPD/IPEA/DISET) Leonardo Vasconcelos (PNPD/IPEA/DIRUR) Adlson de Oliveira (Consultor IE/UFRJ - setor eltrico) Helder Queiroz (Consultor IE/UFRJ - petrleo e gs)

    Mariana Iooty (Co-autora petrleo e gs) Cludio Loural (Consultor CPqD - telecomunicaes)

    Rodrigo Leal (Co-autor telecomunicaes) Priscila Santiago (Consultora CEPAL - Experincias Latino-Americanas)

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    Andamento dos trabalhosAndamento dos trabalhos 1 Workshop -

    09/07/2009 Debate sobre o formato

    dos captulos 2 Workshop - 16 e

    17/12/2009 Apresentao dos

    captulos, sugestes e crticas

    Viagens tcnicas de avaliao dos textos dos consultores

    Previso de trmino dos trabalhos: Segunda quinzena de

    maro/2010

    Resumo do Estgio dos Captulos:

    A elaborar: 1 Em fase final de

    elaborao: 5 Em reviso: 2 Em editorao: 3

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    Caracterizao da infraestrutura no IPEA: Infraestrutura social e urbana: suporte aos cidados e seus

    domiclios (habitao, saneamento, transporte urbano); Infraestrutura econmica: necessidades do setor

    produtivo, englobando os setores de transporte (rodovirio, ferrovirio, areo e porturio), telecomunicaes (TICs), energia eltrica, petrleo e gs, alm de etanol e biodiesel.

    Investimentos em infraestrutura impactam sobre a economia:

    Canais diretos: gerao de empregos; elevao da capacidade produtiva e logstica nacional etc.

    Canais Indiretos: aumento da produtividade dos fatores; abertura de novas possibilidades de produo

    FundamentaFundamentao teo tericarica

    Tratamento no IPEA

    Importncia da

    Infraestrutura

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    Caractersticas do investimento em infraestrutura: Indstria de rede impactos no lineares; Necessidade de altos investimentos iniciais com logos prazos de

    maturao desincentivo ao investimento privado; Estmulo a economias de escala e de escopo; Descolamento entre os recursos desprendidos pelo governo e o valor

    efetivo dos investimentos instituies fracas, editais mal elaborados, atrasos em pagamentos a empreiteiros etc.

    Tipos de Investimento em infraestrutura: Investimentos em resposta a demanda existente

    Existncia de viabilidade econmico-financeira para a iniciativa privada;

    investimentos tipicamente pblicos; e PPP

    Investimento indutor de demanda.

    FundamentaFundamentao teo tericaricaInvestimento em Infraestrutura

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    Setor ElSetor Eltricotrico Avaliao da Gerao, Transmisso e Distribuio Oferta X Demanda: matriz de gerao, sazonalidades e preos Marcos regulatrios

    Caracterizao

    Diagnstico

    Pontos Crticos: Gerao fortemente hidrulica, com sazonalidade das chuvas,

    exigindo sistemas de contingncia (termoeltricas) Integrao dos sistemas norte e sul depende de confiabilidade na

    transmisso Conflito ambiental: rea alagada das hidroeltricas X emisso de

    poluentes e CO2 das trmicas Tarifas altas: tributos, encargos setoriais, expanso inadequada do

    sistema e gesto inadequada dos reservatrios Demanda de curto prazo no responde aos custos Fragilidade do rgo regulador Renovao das concesses

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    Setor ElSetor Eltricotrico

    Propostas de Atuao do Estado

    Reduzir tarifa de eletricidade ao consumidor final Aumentar eficincia do sistema:

    Trmicas GN com 60% fator de capacidade mnimo Remunerar Petrobras pelo custo marginal do gs natural Ampliar o espao do mercado livre Separar usos dos reservatrios hidreltricos

    Reduzir encargos e tributos Gesto de oferta e demanda:

    Gesto dos reservatrios: Respeitar estritamente curvas de indisponibilidade Otimizao uso econmico da energia disponvel nos reservatrios hidreltricos

    Termeltricas Maximizar a rentabilidade de suas plantas

    Ampliar aplicao de tarifa horo-sazonal / implementar smart-grids

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    Setor de PetrSetor de Petrleo e Gleo e Gs Naturals Natural Abordagem focada na Explorao, Produo e Refino Panorama internacional e avaliao da indstria no Brasil

    Recursos Naturais, Tecnologias e Organizao dos Mercados Pr-sal: novas condies para a indstria no Brasil

    Caracterizao

    Diagnstico

    Situao Mundial: Oferta de recursos naturais de petrleo e gs natural cada vez mais

    concentrada nos pases da OPEP Tecnologias para aumentar a oferta de petrleo no convencional

    depende de preos de petrleo mais elevados Capacidade ociosa de refino prxima do limite: crise internacional

    propiciou certo flego, mas tambm adiou projetos de expansoSituao Brasileira: Descobertas do pr-sal podem tornar o Brasil um grande exportador Incerteza quanto aos custos de explorao e produo Incertezas quanto ao modelo regulatrio mais adequado Expanso da capacidade de refino: exportar petrleo ou derivados? O que fazer com o gs natural: reinjetar, dutos, GNL?

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    Setor de PetrSetor de Petrleo e Gleo e Gs Naturals NaturalPropostas de Atuao do Estado

    H diversos modelos de explorao no mundo: Quando o risco geolgico alto, utiliza-se normalmente o regime de concesso, de

    controle mais simples e onde o concessionrio assume tambm os riscos de preo Com risco geolgico baixo, usa-se mais a partilha de produo e a contratao de

    servios, porm necessrio controlar os custos do operador, e o Estado assume tambm os riscos de preo (custos de produo podem ultrapassar os preos de mercado); Estado controla melhor a velocidade de produo

    Premissas bsicas que deveriam ser consideradas na nova regulamentao: Sustentabilidade dos Investimentos, preservando o papel da Petrobras e das demais

    empresas que ingressaram no setor. Repartio equilibrada da renda petrolfera com respeito aos parmetros de risco-

    prmio, considerando o marco das novas descobertas. Impactos vo muito alm do setor energtico e envolvem a necessidade de

    articulao com as polticas: macroeconmica, tecnolgica, ambiental, externa, ... respeitar a idia bsica de transformao da riqueza temporria em riqueza permanente

    por meio de investimentos em ativos econmicos, viabilizando o provisionamento de educao e sade de qualidade

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    Setor BiocombustSetor Biocombustveisveis Agroenergia (Etanol e Biodiesel) na perspectiva de mdio prazo Anlise conjuntural (produo, regulao, arranjos, escala de produo) Balano das polticas pblicas para o biodiesel (PNA e PNPB)

    Caracterizao

    Diagnstico

    Gargalos (incluso social na agricultura, Selo Combustvel Social, novas matrias-primas)

    Conflitos (condies em que ocorrem alimentos/terra)

    Interfaces com as polticas pblicas: ao do Estado fundamental no desenvolvimento do Biodiesel com sustentabilidade

    Desafio: energia com integrao regional

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    Setor BiocombustSetor BiocombustveisveisPropostas de Atuao do Estado

    Definio dos determinantes do biodiesel: (hoje est entre a escala de produo e o desenvolvimento tecnolgico)

    Apoio a estudos e desenvolvimento de novas culturas (combinar com APLs) Que infraestrutura, para qual driver e qual cultura? Elaborar o ZEE do Biodiesel combinado com oportunidades regionais, APLs e

    polticas pblicas Localizao dos centros de produo e medidas pr-insero Definio de novas regras para o sistema produo/armazenagem/distribuio Ritmo de crescimento do biodiesel (B5 ao B20? Com que estratgia? Para

    quando?) - alta escala concentra, no insere.

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    Setor TelecomunicaSetor Telecomunicaes (es (TICsTICs)) Telecomunicaes abordada de forma ampla TICs (convergncia de

    tecnologias) Mudanas tecnolgicas e regulatrias Oferta dos diferentes servios, formao de preos e aumento da

    demanda

    Caracterizao

    Diagnstico

    COMPETIO: No nvel do servio varia entre monoplios regionais e oligoplios No nvel agregado um oligoplio de 4 atores privados

    Prestao de servio e operao da infraestrutura so indissociveis Barreiras entrada: exige alta capacidade de investimento e d controle ao

    detentor da infraestrutura Restringe competio entre plataformas

    MASSIFICAO DOS SERVIOS: Somente telefonia considerada servio essencial

    STFC e PGMU SMP e metas atreladas a licitao de radiofrequncias

    Evoluo da demanda, dos usurios e da cesta de servios, que passam a incorporar requisitos de ubiquidade, banda larga e foco no usurio, pressiona por mudanas naquilo que a soci