Propriedades Fisicas e Mecanicas Dos Materiais

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  • Cincia dos Materiais e Materiais de Construo Civil IProf MSc Isa Lorena S. Barbosa

  • 1 Avaliao: 70%Trabalho 1: 20%APRESENTAR DIA 27/08

    Corpo do trabalho: Introduo, contedo, consideraes finais e bibliografia.Apresentar trs perguntas sobre o tema no final do trabalho.

    Tema geral: metais, cermicas, rochas, polmeros, madeira e vidros1 - Ligaes atmicas: Ligaes primrias (fortes) - ligao inicas, covalentes e metlicas.2 - Ligaes secundrias - foras de van der Waals3 - Espao interatmico e energia de ligao.4 - Estrutura cristalina: cristalinidade e clula unitria, sistemas cristalinos e reticulados cristalinos, direes e planos cristalinos5 - Estrutura no cristalina - amorfa: conceito, materiais tpicos6 - Imperfeies estruturais e imperfeies cristalinas

  • Trabalho 2: 10%

    Visita em obra

    APRESENTAR DIA 10/09

    Grupo de 5 alunos

    Levantar formas de armazenamento dos materiais atravs de fotografias.Apresentar as conformidades e no conformidades.No esquecer da foto do grupo na obra.Apresentao de 10 15 minutos por grupo. No ultrapassar o tempo

  • 2 Avaliao: 70%Trabalho 1: 30%APRESENTAR DIA 29/10Trabalho em grupo Apresentao em data show. Apresentar trabalho impresso com fotos. Apresentar reviso bibliogrfica sobre o tema, e posteriormente estudo de caso. concluso e bibliografia (usar livro da biblioteca!).Tempo: De 10 15 minutos por grupo. No ultrapassar o tempoApresentao na ordem dos temas. atrasos no so tolerados, sero penalizados atrasos maiores que 5 minutos.

  • Temas:1- Tipos de Patologias na alvenaria de fechamento (paredes). Estudo de caso: UniEvanglica.2- Tipos de patologias no piso cermico. Estudo de caso: UniEvanglica.3- Tipos de Patologias no concreto. Da dosagem cura. Utilizar estudo em obra sendo executada.4- Causas e Tipos de Patologias nos pilares, armaduras de ao, concreto e esforos sofridos. Estudo de caso: UniEvanglica.5- Causas e Tipos de Patologias nas vigas, armaduras de ao, concreto e esforos sofridos. Estudo de caso: UniEvanglica.6- Causas e Tipos de Patologias nas lajes, armaduras de ao, concreto e esforos sofridos. Estudo de caso: UniEvanglica.7- Conseqncias e mtodos corretivos das patologias nas armaduras de ao e concreto. Estudo de caso: UniEvanglica.8- Tipos de Patologias na argamassa de revestimento. Estudo de caso: UniEvanglica.9- Tipos de Patologias em portas e janelas (m colocao, infiltrao, trincas...). Causas e Consequencias. Estudo de caso: UniEvanglica.10- Reao Alcali-agregado: o que e o que provoca.

  • 3 Avaliao: 70%Trabalho 1: 30%APRESENTAR DIA 03/12 Fazer mostrurio de materiais, explicar cada tipo apresentado e variaes de mercado. Apresentar custo de mercado e como vendido.Grupo 1: Ao CA 25, espessura.Grupo 2: Ao CA 50, espessura.Grupo 3: Ao CA 60, espessura. Bitola.Grupo 4: Bloco de concreto, dimenses e classes.Grupo 5: Vidro, identificar espessura e tipo de vidro.Grupo 6: Bloco cermico, tamanhos e tipos.Grupo 7: tipos litolgicos de agregados grados em potes. Usuais do estado de Gois Grupo 8: tipos litolgicos de agregados midos em potes. Usuais do estado de GoisGrupo 9: tipos de madeira para formas de vigas e pilares. Maderite e tbuas. Varia espessura e tipos (aglomerado, resinado-vermelho, plastificado-preto) Grupo 10: Cermica para pisos. Variar tipos de resistncia abraso. PEI.Grupo 11: Tijolos ecolgicos. Tipos. TIJOLEKO.Grupo 12: Telhas onduladas de fibrocimento. Espessuras.Grupo 13: Telhas cermicas. Tipos.Grupo 14: Telhas de concreto. Tamanhos e cor.obs. para todos os trabalhos: Ser seguida a ordem dos temas para apresentar. Caso os alunos no estejam no momento da apresentao ser descontado 0.5 pontos por cada 5minutos. Todos devem assistir as apresentaes at o final.

  • Propriedades Fsicas

  • 1 - Massa especifica

    Define-se como o quociente entre a massa e o volume desse corpo. Desta forma pode-se dizer que a densidade mede o grau de concentrao de massa em determinado volume. O smbolo para a massa especifica o (a letra grega mi) e a unidade SI para a densidade quilogramas por metro cbico (kg/m ou g/cm).

    Professora: MSc. Isa Lorena S. BarbosaMaCo I

  • 2 - Propriedades eltricas:

    Resistividade

    a propriedade que indica a resistncia passagem da corrente eltrica.

    = RA/L

    = resistividade (.m)R= resistncia do material () A=rea da seo reta retangular direo da corrente (m)L= distncia entre dois pontos onde medida a voltagem (m).Professora: MSc. Isa Lorena S. BarbosaMaCo I

  • Condutividade eltrica

    a facilidade em conduzir corrente.

    =L/

    = condutividade eltrica ((.m)-1)Professora: MSc. Isa Lorena S. BarbosaMaCo I

  • 3 - Propriedades trmicas

    Propriedade dos material de absorver ou transmitir calor.

    Transferncia de calor = conduo, conveco e radiao.Professora: MSc. Isa Lorena S. BarbosaMaCo I

  • Propriedades mecnicas dos materiais

    Professora: MSc. Isa Lorena S. BarbosaMaCo I

  • 1 Elasticidade

    Aplicando-se pequenos nveis de carregamento, verifica-se que h um comportamento quase linear entre a tenso e a deformao de um material.- Lei de hookeE = / E = constante para cada material (mdulo de elasticidade ou mdulo de Young = deformao com a aplicao da tenso

    Professora: MSc. Isa Lorena S. BarbosaMaCo I

  • Coeficiente PoissonRelao entre as deformaes lateral e axial do corpo-de-prova.v = x / yRelaoE= 2G (1 + 2v)G = MDULO DE CISALHAMENTOProfessora: MSc. Isa Lorena S. BarbosaMaCo I

  • 2 Plasticidade

    Relao com a deformao permanente dos materiais devido ruptura das ligaes intermoleculares.

    Professora: MSc. Isa Lorena S. BarbosaMaCo I

  • Ductilidade

    Representa o nvel de deformao plstica antes da ruptura do material.

    Normalmente expressa atravs do alongamento (AL)

    AL = (Lf Li) / Li * 100Professora: MSc. Isa Lorena S. BarbosaMaCo I

  • Tenacidade

    Capacidade de um material em absorver energia na fase elstica at a sua fratura. Relaciona com a facilidade com que o corpo tem em se quebrar ou se dobrar. desejvel para materiais sujeitos a choques ou impactos. No determinada numericamente.

    Professora: MSc. Isa Lorena S. BarbosaMaCo I

  • Fadiga

    A repetio de carregamento e descarregamento leva ao rompimento por fadiga, mesmo sendo um carregamento que inicialmente colocaria o material na fase elstica.

  • Principio de Saint-Venant

    Ao aplicar uma carga concentrada em um determinado corpo, as deformaes tendem a ser maiores nas proximidades da aplicao da carga.

  • 3 Viscosidade

    a capacidade de um corpo deformar(escoar) de forma irreversvel para aliviar a tenso aplicada por um longo perodo. Definida tambm com a relao entre a tenso e a taxa de cisalhamento.

  • Classificao dos materiais:1 grupo: slidos- metais- cermicos- Polmeros

    Metais : So combinaes de elementos metlicos, bons condutores de eletricidade e calor e no transparentes, tambm so muitos resistentes e deformveis.

    Cermicos: So compostos entre elementos metlicos e no metlicos freqentemente xidos, nitretos e carbetos. A grande variedade de materiais que se enquadra nesta classificao so compostos de materiais argilosos, cimentos e vidros. Os cermicos so duros, porm muito quebradios.

    Polmeros: So materiais comuns de plsticos e borracha, compostos orgnicos baseados no carbono, hidrognio e outros no metlicos, estrutura molecular muito grande, baixa densidade e extremamente flexveis.

  • 2 grupo: adicionais- compsitos- semicondutores- Biomateriais

    Compsitos: Consiste em um ou mais tipo de material, trabalhando juntos, sendo que, as propriedades do conjunto so melhores do que a de um material individual. Ex: concreto e fibras de carbono impregnadas.

    Semicondutores: so slidos cristalinos de condutividade eltrica intermediria entre condutores e isolantes. Os elementos semicondutores podem ser tratados quimicamente para transmitir e controlar uma corrente eltrica (micro circuitos)

    Biomateriais: So empregados em componentes implantados no interior do corpo humano. Todos os materiais citados anteriormente, podem ser usados como biomateriais.

  • FIM