Prova - Monitor-qu­mica

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Text of Prova - Monitor-qu­mica

  • SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAO

    E DO ESPORTE DE ALAGOAS

    Processo Seletivo para Contratao

    Temporria de MONITORES - 2012

    MO

    NIT

    OR

    ES /

    20

    12

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    AS

    MMoonniittoorr//DDiisscciipplliinnaass

    EEnnssiinnoo MMddiioo -- QQUUMMIICCAA

    Cargo temporrio (Nvel Superior):

    Prova de Portugus, Raciocnio Lgico e Conhecimentos Especficos.

    PROVA TIPO

    3 CADERNO DE QUESTES

    1. Este Caderno de Questes somente dever ser aberto quando for autorizado pelo Fiscal.

    2. Assine neste Caderno de Questes e coloque o nmero do seu documento de identificao (RG, CNH etc.).

    3. Assine tambm na Folha de Respostas das questes objetivas no local indicado.

    4. Antes de iniciar a prova, confira se o tipo da prova do Caderno de Questes o mesmo da etiqueta da

    banca e da Folha de Respostas.

    5. Ao ser autorizado o incio da prova, verifique se a numerao das questes e a paginao esto corretas.

    Nesse caderno h 50 (cinquenta) questes objetivas com 5 (cinco) alternativas cada (A, B, C, D e E), caso

    contrrio comunique imediatamente ao Fiscal.

    6. Voc dispe de 3h (trs horas) para fazer esta prova. Faa-a com tranquilidade, mas controle seu

    tempo. Esse tempo inclui a marcao da Folha de Respostas das questes objetivas. Voc somente

    poder sair em definitivo do Local de Prova aps decorridas 2h (duas horas) do seu incio.

    7. Na Folha de Respostas, confira seu nome, nmero do seu documento de identificao e cargo

    escolhido.

    8. Em hiptese alguma lhe ser concedida outra Folha de Respostas.

    9. Preencha a Folha de Respostas utilizando caneta esferogrfica de tinta azul ou preta. Na Folha de

    Respostas de questes objetivas, preencha completamente o crculo correspondente alternativa

    escolhida sem ultrapassar as bordas, conforme modelo:

    10. Ser atribudo o valor ZERO questo que contenha na Folha de Respostas de questes objetivas: dupla

    marcao, marcao rasurada ou emendada, no preenchida totalmente ou que no tenha sido

    transcrita.

    11. A correo da prova objetiva ser efetuada de forma eletrnica e considerando-se apenas o contedo

    da Folha de Respostas de questes objetivas.

    12. Caso a Comisso julgue uma questo como sendo nula, os pontos sero atribudos a todos os

    candidatos.

    13. No ser permitida qualquer espcie de consulta ou comunicao entre candidatos.

    14. Ao terminar a prova, devolva ao Fiscal de Sala este Caderno de Questes, juntamente com a Folha de

    Respostas de questes objetivas e assine a Lista de Presena.

    15. Nas salas que apresentarem apenas 1 (um) fiscal de sala, os 03 (trs) ltimos candidatos somente

    podero ausentar-se do recinto juntos, aps a assinatura da Ata de Encerramento de provas.

    Boa Prova!

    INSTRUES GERAIS

    N. do doc. de identificao (RG, CNH etc.): Assinatura do(a) candidato(a):

    Alagoas, 9 de Setembro de 2012. Voc confia no resultado!

  • Monitor Ensino Mdio de QUMICA

    Prova tipo 3 9 SET 2012 Monitores - SEEE-AL- 2012

    2

    PORTUGUS

    1. Assinale a opo em que o fragmento do texto Por que a luz to cara, de Graziele Oliveira (Revista poca.

    ECONOMIA 14/08/2012), apresenta erros gramaticais.

    A) A famlia brasileira paga pela luz mais que a americana e a

    britnica e muito mais que a mexicana e a sul-coreana,

    segundo um estudo do pesquisador Alcides Leite, da

    Trevisan Escola de Negcios. Haver jeito de baratear a

    energia no Brasil?

    B) O Brasil o pas do sol brilhante e do vento forte, dos rios

    caudalosos, da Usina de Itaipu, das grandes reservas de

    petrleo e urnio e, mesmo assim, tambm um pas de

    energia muito cara.

    C) Voc paga a maior parte desse preo alto ao fazer compras

    por a, j que a energia encarece os servios de sua

    lavanderia e de seu cabeleireiro e tambm a produo de

    roupas, sapatos, celulares, bicicletas, utenslios de cozinha e

    tudo o mais a seu redor.

    D) Na mdia, voc paga todo ms, nessa segunda conta de

    luz, camuflada, 65% mais do que cobrado na conta de luz

    normal. Alm disso paga uma terceira conta, indireta, porque

    as empresas gastam mais com energia e, assim, tem menos

    dinheiro para crescer, contratar e remunerar melhor.

    E) A indstria brasileira paga mais que os concorrentes em

    outros pases. E a conta de luz tradicional de sua casa

    resulta na tarifa mais cara entre todas as naes

    emergentes. Ela se compara dos pases nrdicos, ricos e

    dependentes de aquecimento.

    As questes 2 e 3 referem-se ao texto seguinte.

    1

    5

    10

    15

    tica e moral

    Na linguagem comum e mesmo culta, tica e moral so

    sinnimos. Assim dizemos: "aqui h um problema tico" ou "um

    problema moral". Com isso emitimos um juzo de valor sobre

    alguma prtica pessoal ou social, se boa, se m ou duvidosa.

    Mas aprofundando a questo, percebemos que tica e moral no

    so sinnimos. A tica parte da filosofia. Considera concepes

    de fundo, princpios e valores que orientam pessoas e

    sociedades. Uma pessoa tica quando se orienta por princpios

    e convices. Dizemos, ento, que tem carter e boa ndole. A

    moral parte da vida concreta. Trata da prtica real das pessoas

    que se expressam por costumes, hbitos e valores aceitos. Uma

    pessoa moral quando age em conformidade com os costumes e

    valores estabelecidos que podem ser, eventualmente,

    questionados pela tica. Uma pessoa pode ser moral (segue

    costumes) mas no necessariamente tica (obedece a princpios).

    (http://leonardoboff.com/site/vista/2003/jul04).

    2. Assinale a opo que no condiz com as aes do autor no texto acima.

    A) Esclarece os conceitos de tica e moral.

    B) Argumenta que tica e moral no so sinnimos.

    C) Afirma que ser moral pode no ser tico.

    D) Sustenta que tica e moral so sinnimos.

    E) Apresenta diferenas entre tica e moral, no senso comum e

    no conhecimento sistematizado.

    3. A marca gramatical da argumentao do texto, com valor de contraste, est explcita no enunciado:

    A) Mas aprofundando a questo, (linha 5)

    B) Com isso emitimos (linha 3)

    C) Assim dizemos: (linha 2)

    D) Dizemos, ento, (linha 9)

    E) Na linguagem comum e mesmo culta, (linha 1)

    As questes 4 e 5 referem-se ao texto seguinte.

    1

    5

    10

    O ministro da Educao reconheceu problemas no ensino

    mdio, mas disse que este um "desafio internacional" e

    no apenas do Brasil. Segundo ele, as notas baixas podem

    ser explicadas, entre outros fatores, pelo excesso de

    disciplinas do nvel, o que dificulta a concentrao nas

    bsicas, como lngua portuguesa e matemtica, alm da

    defasagem escolar de muitos jovens. "Parcela expressiva

    dos jovens est no ensino noturno. Muitos j tiveram

    repetncia e chegam ao ensino mdio com 18 anos.

    Trabalham o dia todo e estudam noite, o que dificulta

    [o aprendizado]", disse Mercadante. O ministro defende a

    ampliao de escolas integrais para melhoria do ensino

    mdio.

    (Amanda Polato. Ideb dos anos iniciais avana, mas qualidade do ensino

    mdio recua em 9 Estados. Revista poca. EDUCAO - 14/08/2012.

    Fragmento).

    4. Assinale a opo que apresenta uma justificativa para o uso das aspas no texto acima.

    A) Para marcar uma interrupo da sequncia lgica da frase.

    B) Para mostrar que as palavras esto sendo utilizadas em

    sentido diverso do usual.

    C) Para dar destaque s expresses.

    D) Para isolar citao textual de outro texto ou autor.

    E) Para dar incio a uma sequncia que desenvolve ou

    discrimina uma ideia anterior.

    5. Uma das opes abaixo no condiz com a gramaticalidade do texto. Assinale-a.

    A) A forma verbal est (linha 8) deveria estar no plural para

    concordar com o termo jovens (linha 8).

    B) As formas verbais tiveram (linha 8), chegam (linha 9),

    Trabalham (linha 10) e estudam (linha 10) tm como

    ncleo do sujeito o termo jovens (linha 8).

    C) O uso da vrgula na linha 4 justifica-se por isolar uma

    expresso intercalada (entre outros fatores).

    D) As expresses adverbiais formadas por palavras femininas

    admitem o uso do acento grave, a exemplo de noite

    (linha 10).

    E) O pronome demonstrativo este (linha 2) aponta para o

    termo desafio (linha 2), estabelecendo a coeso textual.

    http://revistaepoca.globo.com/palavrachave/educacao/

  • Monitor Ensino Mdio de QUMICA

    Prova tipo 3 9 SET 2012 Monitores - SEEE-AL- 2012

    3

    A questo 6 refere-se ao texto seguinte.

    O baixo astral

    Enquanto dura o baixo astral, perco tudo. As coisas caem dos

    meus bolsos e da minha memria: perco chaves, canetas,

    dinheiro, documentos, nomes, caras, palavras. Eu no sei se

    ser mau-olhado. Pura casualidade, mas s vezes a depresso

    demora em ir embora e eu ando de perda em perda, perco o que

    encontro, no encontro o que eu busco, e sinto medo que numa

    dessas distraes, acabe deixando a vida cair. (Eduardo Galeano. O

    baixo astral, em O Livro dos Abraos. Porto Alegre: L&PM, 2003, 170).

    6. Pela sua linguagem subjetiva, caracterizada por sensaes, opinies e tom confessional, a funo da linguagem

    predominante no texto aci