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psicobio4 - comportamentos motivados

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Text of psicobio4 - comportamentos motivados

  • Comportamentos

    regulatrios

    1

    regulatrios

    1

  • Definio

    Fazem parte da classe dos comportamentos motivados

    2

    Comportamentos que ocorrem quando algo est em desequilbrio

    Desencadeados pelo hipotlamo sensor do estado do organismo

  • Comportamentos Motivados

    Regulatrios

    Termorregulao

    Excreo

    No-regulatrios

    Agressividade

    Preferncia por

    33

    Consumo de sal

    Beber

    DORMIR

    COMER

    Preferncia por alimentos

    Curiosidade

    COMPORTAMENTO PARENTAL

    COMPORTAMENTO SEXUAL

  • Controle neuronal do comportamento motivado

    Lobos Frontais Sist. Lmbico

    44

    Hipotlamo

    Regulatrios No-regulatrios

    Comportamento

  • Geoffrey Harris (1913-1971)

    o Fibras nervosas hipotlamo hipfise?

    5

    Impedir a re-conexo vascular

  • Transplante de hipfise neonatal em um hospedeiro adulto funo reprodutiva normal

    66

    Hipotlamo adulto estimula hipfise neonatal que capaz de responder ao estmulo.

    Portanto: quem precisa amadurecer o SNC

  • O enfoque do controle

    endcrino deixa de ser a

    hipfise e passa a ser o

    7

    hipfise e passa a ser o

    hipotlamo

    7

  • Quem so os mediadores qumicos do

    hipotlamo?

    8

    1. Neuropeptdeos

    2. Neurotrasnmissores

  • Dcada de 1980 descobertos novos neuropeptdeos e peptdeos reguladores de algumas funes neuronais modulao de diversas respostas somticas

    Sensibilidade e as emoes (substncia P e encefalinas),

    9

    Sensibilidade e as emoes (substncia P e encefalinas), a fome, dor, prazer, respostas ao estresse (-endorfina, adrenocorticotrofina), etc

    Total de mais de 50 neuropeptdeos classificados como excitatrios ou inibitrios.

  • Protenas pequenas ou polipetdeos

    Sintetizados no sistema nervoso central (SNC)

    Ao no SNC e em stios distantes

    10

    Ao no SNC e em stios distantes

  • = Sntese protica

    A partir de grandes molculas: pr-pr-peptdeos

    Sntese e degradao

    11

    Trmino da ao = degradao endopeptidases

  • Sintetizados no corpo neuronal e transportados atravs doaxnio at o terminal nervoso.

    12

  • NTs clssicos

    Vesculas pequenas

    Vescula internalizada

    Neuropeptdeos

    Vesculas grandes

    Vescula internalizada

    Neurotransmissores x Neuropeptdeos clssicos

    13

    Vescula internalizada

    NT recaptado ou metabolizado na fenda sinptica

    Vescula internalizada

    Peptdeo no reutilizado

  • Aes mais prolongadas do que aquelas mediadas por neurotransmissores no-petdicos (clssicos)

    Podem coexistir em um espao sinptico, atuando em integrao com neurotransmissores

    Alm de moduladores dos neurotransmissores

    14

    Alm de moduladores dos neurotransmissores (permeabilidade da clula ps-sinptica a ons, regulao da liberao de neurotransmissores pela clula pr-sinptica, respostas excitatrias ou inibitrias), os neuropeptdeos atuam como hormnios

  • Neurotransmissor Neuropeptdeos

    Noradrenalina (NTS) Galanina; Encefalina; Neuropeptdeo Y

    CoCo--localizao com NTslocalizao com NTsCoCo--localizao com NTslocalizao com NTs

    15

    Y

    GABA Somatostatina (no hipocampo) ; Colecistocinina; Neuropeptdeo Y (no ncleo arqueado)

    Acetilcolina VIP; Substncia P

    Dopamina Colecistocinina; Neurotensina; Neuropeptdeo Y

    Serotonina Substncia P; TRH; Encefalina

  • AoAo

    Quando liberados, ligam-se a receptores especficos em

    clulas alvo, transmitindo informaes a outros neurnios ou

    a tecidos no-neuronais (adeno-hipfise, msculo liso,

    glndulas)

    16

    Podem atuar como neurotransmissores , porm geralmente

    modulam a atividade neuronal junto com o neurotransmissor

    Receptores de membrana, ligados protena G.

  • Localizao

    1717

  • 1818

  • Funes Principal funo manuteno da homeostase

    Mantm o ponto de ajuste da presso arterial, temperatura corporal, balano hdrico e eletroltico e peso corporal

    Recebe informaes sobre o estado do organismo que iniciam alteraes compensatrias

    1919

    alteraes compensatrias

    Partes lateral e anterior ativao do sistema nervoso parassimptico: presso arterial; regulao da digesto, defecao

    Pores medial e posterior regula a ativao: freqncias cardaca e respiratria, presso arterial, viglia, medo e raiva

  • Funes Principal funo manuteno da homeostase

    Mantm o ponto de ajuste da presso arterial, temperatura corporal, balano hdrico e eletroltico e peso corporal

    Recebe informaes sobre o estado do organismo que iniciam alteraes compensatrias

    2020

    alteraes compensatrias

    Partes lateral e anterior ativao do sistema nervoso parassimptico: presso arterial; regulao da digesto, defecao

    Pores medial e posterior regula a ativao: freqncias cardaca e respiratria, presso arterial, viglia, medo e raiva

  • Funes Principal funo manuteno da homeostase

    Mantm o ponto de ajuste da presso arterial, temperatura corporal, balano hdrico e eletroltico e peso corporal

    Recebe informaes sobre o estado do organismo que iniciam alteraes compensatrias

    2121

    alteraes compensatrias

    Partes lateral e anterior ativao do sistema nervoso parassimptico: presso arterial; regulao da digesto, defecao

    Pores medial e posterior regula a ativao: freqncias cardaca e respiratria, presso arterial, viglia, medo e raiva

  • Funes Principal funo manuteno da homeostase

    Mantm o ponto de ajuste da presso arterial, temperatura corporal, balano hdrico e eletroltico e peso corporal

    Recebe informaes sobre o estado do organismo que iniciam alteraes compensatrias

    2222

    alteraes compensatrias

    Partes lateral e anterior ativao do sistema nervoso parassimptico: presso arterial; regulao da digesto, defecao

    Pores medial e posterior freqncias cardaca e respiratria, presso arterial, viglia, medo e raiva

  • Hipotlamo

    e os Comportamentos Regulatrios

    23

    e os Comportamentos Regulatrios

    23

  • Funes

    Regulao de Temperatura

    Controle do balano hdrico

    Ritmo Circadiano

    Regulao do sono

    2424

    Regulao do sono

    Controle balano energtico

    Comportamento alimentar

    Resposta de estresse, medo e ansiedade

    Comportamento parental e afiliativo

    Comportamento sexual

  • Controle da ingesto alimentar

    Sistema Digestivo

    Protenas a.a.

    Gorduras lipdeos

    Aucares glicose

    Sinais perifricos para o hipotlamo

    Produtos da digesto

    Hormnios

    2525

    Receptores no hipotlamo detectam as concentraes de lipdeos e glicose

    Leptina = clulas adiposas GHrelina = estmago

    Controle cognitivo

  • 26

  • Controle Hipotalmico

    Leso no Hipotlamo Lateral afagia (perda de apetite)

    Leso no hipotlamo ventromedial hipergafia

    2727

  • 28

  • Regulao da leptina

    Controle hormonal (Klok et al., Obes Rev 8: 21-34, 2007)

    Efeito na leptina circulante

    Estoques energticos Com aumento do IMC e da % de gordura

    2929

    Ingesto alimentar Gnero Mulheres > Homens

    Idade Com a idadeExerccio Captao de glicose

  • Regulao da GHrelina

    Efeito na GHrelina circulante

    Ingesto alimentar

    IMC Com aumento do IMC

    3030

    IMC Com aumento do IMCGnero Mulheres > Homens

    Idade Com a idadeInsulina Captao de glicose

  • Leptina, NPY e controle do metabolismo (Erickson et al., Science 274: 1704, 1996)

    31

  • 32

  • Controle Cognitivo

    Averso aprendida

    3333

    Crtex Pr-Frontalinferior (CPFi) Bulbo olfativo CPFi X

    Ingesto

  • 1916: Baro Constantin von

    Economo mdico vienense

    encefalite letrgica

    Epidemia varreu a Europa e EUA

    nos anos 1920

    Hipotlamo e Sono

    34

    nos anos 1920

    Alguns pacientes apresentavam

    hipersonolncia e outros, insnia

    O virus que causou a epidemia

    jamais foi identificado

    Observaes neuroanatmicas

    mostravam

    34

  • Sonolncia leso no

    Hipotlamo posterior

    Insnia leso no

    Hipotlamo anterior/

    rea pr-ptica

    ventrolateral (VLPO)

    35

  • Vias pelas quais a orexinacoordena diferentes funes:

    1) Alerta e supresso de sono REM;

    2) Promoo de consumo

    Um sistema para acordar e comer.... Scammell, Curr. Biol. 11:R769R771, 2001

    36

    2) Promoo de consumo alimentar por estimulaodo ncleo arqueado (NPY) e do VMH

  • Comportamentos

    no-regulatriosno-regulatrios

  • Comportamento Sexual

    Desenvolvimento:

    Organizao

    Puberdade: Caractersticas 2rias

    Hormnios sexuais

    38

    Organizao

    Ratos: ltima semana IU at 1 semana de vida

    Caractersticas 2

    Idade adulta:

    Ativao

  • Neurnios: aromatase = testosterona estrgeno

    Estrgeno masculiniza o crebro

    Organizao do comportamento sexual

    Alfa fetoprotena (fgado) liga-se ao estrgeno que no penetra no crebro fmeas no tem crebro masculinizado

  • 40

  • Caractersticas sexuais 2rias

    Sndrome da insensibilidade ao Andrgeno

    Incidncia: 1:20.000

    Gentipo: masculino - XY

    Fentipo: feminino Fentipo: feminino

    Mutaes no gene do receptor de andrgeno (AR) localizado no cromossomo Xq11-12

    Secreo normal de andrgen

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