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Química (EJA)

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Text of Química (EJA)

  • Parmetros para aEducao Bsica do

    Estado de Pernambuco

  • Parmetros para aEducao Bsica do

    Estado de Pernambuco

    Parmetros Curriculares de Qumica Educao de

    Jovens e Adultos1

    1 importante pontuar que, para todos os fins, este documento considera a educao de idosos como parte integrante da EJA. Apenas no se agrega a palavra Idosos Educao de Jovens e Adultos porque a legislao vigente ainda no contempla essa demanda que, no entanto, conta com o apoio dos educadores e estudantes de EJA.

    2013

  • Eduardo CamposGovernador do Estado

    Joo Lyra NetoVice-Governador

    Ricardo DantasSecretrio de Educao

    Ana SelvaSecretria Executiva de Desenvolvimento da Educao

    Ceclia PatriotaSecretria Executiva de Gesto de Rede

    Paulo DutraSecretrio Executivo de Educao Profissional

    Undime | PE

    Horcio Reis Presidente Estadual

  • GERNCIAS DA SEDE

    Shirley MaltaGerente de Polticas Educacionais de Educao Infantil e Ensino Fundamental

    Raquel QueirozGerente de Polticas Educacionais do Ensino Mdio

    Cludia AbreuGerente de Educao de Jovens e Adultos

    Cludia GomesGerente de Correo de Fluxo Escolar

    Marta LimaGerente de Polticas Educacionais em Direitos Humanos

    Vicncia TorresGerente de Normatizao do Ensino

    Albanize CardosoGerente de Polticas Educacionais de Educao Especial

    Epifnia ValenaGerente de Avaliao e Monitoramento

    GERNCIAS REGIONAIS DE EDUCAO

    Antonio Fernando Santos SilvaGestor GRE Agreste Centro Norte Caruaru

    Paulo Manoel LinsGestor GRE Agreste Meridional Garanhuns

    Sinsio Monteiro de Melo FilhoGestor GRE Metropolitana Norte

    Maria Cleide Gualter Alencar ArraesGestora GRE Serto do Araripe Araripina

    Josefa Rita de Cssia Lima SerafimGestora da GRE Serto do Alto Paje Afogados da Ingazeira

    Anete Ferraz de Lima FreireGestora GRE Serto Mdio So Francisco Petrolina

    Ana Maria Xavier de Melo SantosGestora GRE Mata Centro Vitria de Santo Anto

    Luciana Anacleto SilvaGestora GRE Mata Norte Nazar da Mata

    Sandra Valria CavalcantiGestora GRE Mata Sul

    Gilvani PilGestora GRE Recife Norte

    Marta Maria LiraGestora GRE Recife Sul

    Patrcia Monteiro CmaraGestora GRE Metropolitana Sul

    Elma dos Santos RodriguesGestora GRE Serto do Moxot Ipanema Arcoverde

    Maria Dilma Marques Torres Novaes GoianaGestora GRE Serto do Submdio So Francisco Floresta

    Edjane Ribeiro dos SantosGestora GRE Vale do Capibaribe Limoeiro

    Waldemar Alves da Silva JniorGestor GRE Serto Central Salgueiro

    Jorge de Lima BeltroGestor GRE Litoral Sul Barreiros

    CONSULTORES EM QUMICA

    Ana Beatriz Ferreira LeoEdnia Maria Ribeiro do AmaralGelson Nunes de Oliveira JuniorJuciene Moura do Nascimento

    Maria Helena Carneiro de HolandaMariana Dantas Magalhes FugiyRoberto Cesar Mendes Marques dos Santos

  • Reitor da Universidade Federal de Juiz de ForaHenrique Duque de Miranda Chaves Filho

    Coordenao Geral do CAEdLina Ktia Mesquita Oliveira

    Coordenao Tcnica do ProjetoManuel Fernando Palcios da Cunha Melo

    Coordenao de Anlises e PublicaesWagner Silveira Rezende

    Coordenao de Design da ComunicaoJuliana Dias Souza Damasceno

    EQUIPE TCNICA

    Coordenao Pedaggica GeralMaria Jos Vieira Fres

    Coordenao de Planejamento e LogsticaGilson Bretas

    OrganizaoMaria Umbelina Caiafa Salgado

    Assessoria PedaggicaAna Lcia Amaral

    Assessoria PedaggicaMaria Adlia Nunes Figueiredo

    DiagramaoLuiza Sarrapio

    Responsvel pelo Projeto GrficoRmulo Oliveira de Farias

    Responsvel pelo Projeto das CapasEdna Rezende S. de Alcntara

    RevisoLcia Helena Furtado Moura

    Sandra Maria Andrade del-Gaudio

    Especialistas em QumicaAdriana Lenira Fornari de Souza

    Marciana Almendro DavidPenha das Dores Souza Silva

    Zlia Granja Porto

  • SUMRIO

    11 ......................................................................................... APRESENTAO

    13 ............................................................................................ INTRODUO

    15 ............................................................... 1 AS CINCIAS DA NATUREZA NO CURRCULO DA EDUCAO BSICA

    23 .......................2 ENSINAR E APRENDER CINCIAS DA NATUREZA: ALGUMAS POSSIBILIDADES

    31 ............... 3 EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM DE QUMICA NO ENSINO MDIO

    37 .................................................................................4 EIXOS TEMTICOS

    49 ............................................................................................. REFERNCIAS

    52 ....................................................................................COLABORADORES

  • Apresentao

    Os parmetros curriculares que agora chegam s mos dos

    professores tm como objetivo orientar o processo de ensino

    e aprendizagem e tambm as prticas pedaggicas nas salas

    de aula da rede estadual de ensino. Dessa forma, antes de tudo,

    este documento deve ser usado cotidianamente como parte do

    material pedaggico de que dispe o educador.

    Ao estabelecerem as expectativas de aprendizagem dos estudantes

    em cada disciplina e em todas as etapas da educao bsica,

    os parmetros curriculares funcionam como um instrumento

    decisivo de acompanhamento escolar. E toda ferramenta de

    acompanhamento, usada de maneira adequada, tambm

    um instrumento de diagnstico das necessidades e das prticas

    educativas que devem ser empreendidas para melhorar o

    rendimento escolar.

    A elaborao dos novos parmetros curriculares faz parte do

    esforo da Secretaria de Educao do Estado de Pernambuco (SEE)

    em estabelecer um currculo escolar que esteja em consonncia

    com as transformaes sociais que acontecem na sociedade.

    preciso que a escola seja capaz de atender s expectativas dos

    estudantes desse novo mundo.

    Este documento foi pensado e elaborado a partir de incansveis

    debates, propostas, e avaliaes da comunidade acadmica, de

    especialistas da SEE, das secretarias municipais de educao. E, claro,

    dos professores da rede pblica de ensino. Por isso, os parmetros

    curriculares foram feitos por professores para professores.

    Ricardo DantasSecretrio de Educao de Pernambuco

  • Introduo

    com muita satisfao que a Secretaria de Educao do Estado de

    Pernambuco publica os Parmetros Curriculares do Estado, com

    cadernos especficos para cada componente curricular e com um

    caderno sobre as concepes tericas que embasam o processo

    de ensino e aprendizagem da rede pblica.

    A elaborao dos Parmetros foi uma construo coletiva

    de professores da rede estadual, das redes municipais, de

    universidades pblicas do estado de Pernambuco e do Centro

    de Polticas Pblicas e Avaliao da Educao da Universidade

    Federal de Juiz Fora/Caed. Na formulao destes documentos,

    participaram professores de todas as regies do Estado, debatendo

    conceitos, propostas, metas e objetivos de ensino de cada um dos

    componentes curriculares. vlido evidenciar o papel articulador

    e o empenho substancial dos Educadores, Gerentes Regionais

    de Educao e da UNDIME no processo de construo desses

    Parmetros. Assim, ressaltamos a importncia da construo plural

    deste documento.

    Esta publicao representa um momento importante para a

    educao do estado em que diversos setores compartilharam

    saberes em prol de avanos nas diretrizes e princpios educacionais

    e tambm na organizao curricular das redes pblicas do estado

    de Pernambuco. Alm disto, de forma pioneira, foram elaborados

    parmetros para Educao de Jovens e Adultos, contemplando

    todos os componentes curriculares.

    O objetivo deste documento contribuir para a qualidade

    da Educao de Pernambuco, proporcionando a todos os

    pernambucanos uma formao de qualidade, pautada na

    Educao em Direitos Humanos, que garanta a sistematizao dos

  • conhecimentos desenvolvidos na sociedade e o desenvolvimento

    integral do ser humano. Neste documento, o professor ir

    encontrar uma discusso de aspectos importantes na construo

    do conhecimento, que no traz receitas prontas, mas que fomenta

    a reflexo e o desenvolvimento de caminhos para qualificao

    do processo de ensino e de aprendizagem. Ao mesmo tempo,

    o docente ter clareza de objetivos a alcanar no seu trabalho

    pedaggico.

    Por fim, a publicao dos Parmetros Curriculares, integrando

    as redes municipais e a estadual, tambm deve ser entendida

    como aspecto fundamental no processo de democratizao do

    conhecimento, garantindo sintonia com as diretrizes nacionais,

    articulao entre as etapas e nveis de ensino, e, por conseguinte,

    possibilitando melhores condies de integrao entre os espaos

    escolares.

    Esperamos que os Parmetros sejam teis aos professores no

    planejamento e desenvolvimento do trabalho pedaggico.

    Ana SelvaSecretria Executiva de

    Desenvolvimento da Educao

  • PARMETROS CURRICULARES DE QUMICA

    15

    1 CINCIAS DA NATUREZA NA EDUCAO DE JOVENS E ADULTOS

    1.1 ContExtuAlizAo

    O processo contnuo de mudanas da sociedade, influenciadas

    pelo desenvolvimento da Cincia e da Tecnologia, aponta para a

    necessidade de repensar os paradigmas do sistema educativo e

    adotar uma nova dinmica, de modo a capacitar esse sistema a

    superar os desafios que hoje se apresentam para a educao.

    Acrescenta-se o fato de que, nos anos 80 e 90, cresceu a

    conscincia da necessidade de promover uma formao geral

    dos cidados no domnio das Cincias e das Tecnologias como

    condio imprescindvel para a compreenso dos problemas do

    mundo, possibilitando a construo de propostas que permitam

    minor-los ou solucion-los.

    Nessa trajetria de reflexo, o conhecimento escolar avanou para

    saberes alm dos especficos de contedo. Surgiram propostas de

    adequao e adaptao da educao bsica como as Orientaes

    Curriculares, os PCNs e PCN+, que introduziram no ambiente

    escolar uma nova perspectiva para o processo de ensino e

    aprendizagem, incluindo, entre outros, os conceitos de diretrizes,

    interdisciplinaridade e contextualizao.

    Tudo isso repercute tambm nas mudanas e reflexes acerca do

    processo de ensino e aprendizagem, incorporado pelas disciplinas

    que constituem a rea de Cincias da Natureza. Essas mudanas

    e reflexes se caracterizam como tendncias, uma vez que no

  • PARMETROS PARA A EDUCAO BSICA DO ESTADO DE PERNAMBUCO

    16 so neutras, mas fundamentam-se em uma determinada viso

    de sociedade, de educao, de educando, de aprendizagem e

    mesmo de cincia.

    O momento atual de ampliao das pesquisas, em busca de

    avanos quanto s possibilidades de atender aos valores humanos

    na construo do conhecimento cientfico, envolvendo a viso de

    Cincia e suas relaes com a Tecnologia e a Sociedade, alm do

    papel dos mtodos das diferentes cincias.

    Os estudantes jovens, adultos e idosos, para terem acesso ao

    conhecimento cientfico e poderem compreender os conceitos

    e as relaes que existem entre o ambiente, os seres vivos e o

    universo, precisam ter uma educao problematizadora e reflexiva

    como preconiza Paulo Freire.

    [...] Neste sentido, a educao libertadora, problematizadora, j no pode

    ser o ato de depositar, ou de narrar, ou de transferir, ou de transmitir

    conhecimentos e valores, aos educandos, meros pacientes, maneira da

    educao bancria, mas um ato cognoscente. Como situao gnosiolgica,

    em que o objeto cognoscvel, em lugar de ser o trmino do ato cognoscente

    de um sujeito, o mediatizador de sujeitos cognoscentes, educador, de um

    lado, educandos, de outro, a educao problematizadora coloca, desde

    logo, a exigncia da superao da contradio educador-educandos. Sem

    esta, no possvel a relao dialgica indispensvel cognoscibilidade dos

    sujeitos cognoscentes, em torno do mesmo objeto cognoscvel (FREIRE,

    2001.p. 68).

    Considerando que o mundo atual exige pessoas capacitadas

    para assumirem novas funes e que reconheam as diferentes

    prticas de trabalho, torna-se importante a alfabetizao cientfica

    e tecnolgica e no apenas a alfabetizao propriamente dita.

    Sabe-se que importante oportunizar aos estudantes da EJA o

    acesso a esse processo de alfabetizao. Para encontrar seu lugar

    no mercado de trabalho atual, os jovens, adultos e idosos devem

    ser capazes de lidar com a cincia e a tecnologia e aplic-las na

    vida cotidiana, procurando atualizao constante.

    A LDB, no inciso VII do art. 4, determina a oferta de educao

  • PARMETROS CURRICULARES DE QUMICA

    17escolar regular para jovens e adultos, atribuindo ao poder pblico a

    responsabilidade de estimular e viabilizar o acesso e a permanncia

    do trabalhador na escola. Assim, os sistemas de ensino, nos mbitos

    Municipal, Estadual e Federal, tm obrigao de ofertar cursos

    para os jovens e adultos, inclusive os idosos, que no puderam

    concluir a Educao Bsica na idade regular, proporcionando-lhes

    oportunidades educacionais apropriadas, consideradas as suas

    caractersticas e interesses.

    A Resoluo n. 2, de 30 de janeiro 2012, que define as diretrizes

    curriculares nacionais para o ensino mdio, reafirma a Resoluo

    CNE/CEB n 3/2010, que institui as Diretrizes Operacionais para

    a Educao de Jovens e Adultos (EJA), mantendo os princpios,

    objetivos e diretrizes formulados no Parecer CNE/CEB n 11/2000,

    que subsidiaram a discusso acerca da educao em cincias

    para jovens e adultos, que aparece na Proposta Curricular para

    a EJA, publicada pela Secretaria de Ensino Fundamental do MEC

    (BRASIL, 2002). Essa discusso teve o propsito de fundamentar o

    desenvolvimento de currculos de cincias para a EJA, em mbito

    nacional.

    Nesses documentos, recomenda-se que uma proposta

    curricular de Cincias para a EJA deve considerar a situao e as

    circunstncias de vida dos estudantes trabalhadores. Assim, cabe

    indicar e possibilitar formas de oferta e organizao do currculo,

    que sejam adequadas s condies dos estudantes, de modo a

    permitir seu efetivo acesso, permanncia e sucesso nos estudos,

    no Ensino Mdio, que o caso da presente proposta.

    Sendo trabalhadores, os jovens e adultos que estudam na EJA, a

    organizao curricular e metodolgica deve garantir o mnimo

    de 1.200 horas e aproximar-se do currculo do Ensino Mdio,

    conforme institui o Programa Nacional de Integrao da Educao

    Profissional com a Educao Bsica na Modalidade de Educao de

  • PARMETROS PARA A EDUCAO BSICA DO ESTADO DE PERNAMBUCO

    18 Jovens e Adultos (PROEJA), institudo pelo Decreto n 5.840/2006.

    Para trabalhar na formao de jovens e adultos, os professores

    precisam no apenas conhecer os contedos que fazem parte

    do interesse desses estudantes, como tambm entender o seu

    processo de construo de conhecimento. Nessa concepo de

    educao de jovens e adultos, deve ser assegurado aos estudantes,

    que aprendam os contedos mnimos preestabelecidos em um

    currculo, considerando tambm suas vivncias pessoais, familiares

    e comunitrias para a construo de novos conhecimentos. Assim,

    importante utilizar abordagens que coloquem os estudantes do

    EJA como centro do processo de aprendizagem.

    A escolha dos conhecimentos a serem ensinados deve, portanto,

    levar em conta as experincias dos estudantes, de forma que cada

    um perceba as relaes existentes entre aquilo que estuda na

    sala de aula, a natureza e sua prpria vida. Alm disso, diferentes

    metodologias devem ser empregadas nas aulas, de modo a

    garantir o interesse e a aprendizagem do maior nmero possvel

    de estudantes.

    A Cincia um dos pilares do desenvolvimento das sociedades

    E os conhecimentos cientficos so produzidos em determinado

    contexto sociocultural. Assim, o Ensino de Cincias deve ter o

    propsito de aproximar o conhecimento cientfico de todas as

    pessoas. Na EJA, deve prover os Jovens e Adultos e Idosos com

    ferramentas para interpretar o mundo natural e o tecnolgico,

    propiciando, ainda, condies para que essas pessoas possam

    intervir na realidade, conferindo-lhes maior autonomia para o

    pleno exerccio democrtico da cidadania.

    Podemos dizer que a Cincia um conjunto de conhecimentos

    sistematizados, produzidos socialmente ao longo da histria

    da humanidade. O conhecimento sobre a realidade concreta

    ou sobre os modelos da Cincia constitui campos que so as

  • PARMETROS CURRICULARES DE QUMICA

    19disciplinas cientficas. O ensino dessas disciplinas deve possibilitar

    a aprendizagem dos conceitos cientficos, que permitem aos

    indivduos interpretar suas realidades, fortalecendo sua atuao

    no mundo do trabalho e na sociedade. Para o Ensino de Cincias

    na EJA, os professores devem privilegiar situaes vividas no

    cotidiano dos jovens, adultos e idosos, a fim de garantir uma

    melhor compresso dos conceitos cientficos.

  • PARMETROS PARA A EDUCAO BSICA DO ESTADO DE PERNAMBUCO

    20

    2 CONSIDERAES SOBRE O ENSINO E A APRENDIZAgEM DE QUMICA EJA

    2.1 um olhAr PArA o Ensino dE QumiCA

    Pensar em uma proposta para o ensino de Qumica pressupe

    refletir sobre o que tem sido desenvolvido em nosso pas. Para

    muitas escolas, ensinar Qumica preparar os estudantes para o

    vestibular. Essa presso do vestibular limita o trabalho do professor

    para quem preparar para o vestibular implica desenvolver extensos

    programas, privilegiando a memorizao de regras e a resoluo

    de exerccios numricos em detrimento do desenvolvimento

    de conceitos. O ensino tradicional tem privilegiado aspectos

    formais da Qumica, desenvolvendo um nmero excessivo de

    conceitos que no se inter-relacionam. Os estudantes aprendem

    procedimentos como balancear equao Qumica, classificar

    fenmenos, distribuir eltrons etc., o que transforma a Qumica

    em um manejo de rituais, deixando no aprendiz a impresso de

    um amontoado de frmulas totalmente desconectadas de sua

    vida. As atividades experimentais, geralmente ausentes das aulas

    de Qumica, quando acontecem, servem apenas para ilustrar o

    contedo. No h articulao entre teoria e prtica.

    As pesquisas em ensino de Qumica tm demonstrado a ineficcia

    desse tipo de ensino e as orientaes curriculares dos ltimos anos

    tm apontado outros caminhos que vo alm dos contedos. Por

    exemplo, na atual legislao, no h uma prescrio de contedos

    especficos, mas Diretrizes e Parmetros curriculares.

  • PARMETROS CURRICULARES DE QUMICA

    21As Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Mdio DCNEM

    e os Parmetros Curriculares Nacionais para o Ensino Mdio

    PCNEM so documentos que podem orientar o professor. As

    DCNEM se pautam pelos princpios da identidade, diversidade e

    autonomia, enquanto os PCN tm como princpios estruturadores

    do currculo a interdisciplinaridade e a contextualizao. A

    proposta a organizao do currculo por meio de competncias

    e habilidades.

    importante ressaltar que pensar em um ensino de Qumica

    que tenha um carter formativo que atenda s necessidades

    dos nossos estudantes, no mundo atual, requer pensar em

    desenvolver habilidades e competncias que esto alm da

    simples memorizao dos contedos. Vivemos em uma sociedade

    tecnolgica que nos convida o tempo todo a tomar decises que

    demandam conhecimento cientfico. Nesse sentido, a Qumica

    tem muito a contribuir, desde que os estudantes adquiram um

    conhecimento mnimo indispensvel que os ajude a entender o

    papel da cincia, da tecnologia e das inter-relaes sociais, dando-

    lhes suporte para o desenvolvimento de atitudes e valores.

    Formar o estudante na perspectiva de um exerccio consciente

    da cidadania, no entanto, no exclui prepar-lo para o vestibular.

    Pelo contrrio, quando lhe proporcionamos uma formao mais

    ampla, estamos contribuindo para a consolidao de conceitos e

    o desenvolvimento de um raciocnio lgico que o que tem sido

    requerido nos exames vestibulares das grandes universidades, nos

    ltimos anos.

    Pensar um ensino de Qumica que v ao encontro dos resultados

    das pesquisas em ensino e aprendizagem, nos ltimos anos supe

    pensar em prticas que valorizem o pensamento do estudante,

    pois o que o sujeito j sabe influencia em sua aprendizagem.

    Mas no basta ouvir o que estudante j sabe, importante que

  • PARMETROS PARA A EDUCAO BSICA DO ESTADO DE PERNAMBUCO

    22 o professor crie oportunidades para que ele possa comparar as

    suas ideias com as dos colegas, do livro didtico, da Cincia, pois a

    linguagem desempenha um papel fundamental na construo do

    conhecimento.

    Figura 1. Focos de interesse da Qumica (Extrado do Currculo Bsico Comum de Qumica SEEMG 2008, p.16).

    Ensinar Qumica, nessa perspectiva, significa dimensionar o

    currculo da disciplina em relao quantidade de conceitos a

    serem abordados, de modo a realmente promover a aquisio

    dos conceitos cientficos. Assim, esta proposta apresenta uma

    organizao de contedos que busca contemplar aspectos

    conceituais fundamentais, permitindo a compreenso das

    propriedades, da constituio e das transformaes dos materiais,

    o que constitui o objeto de estudo da Qumica.

    2.2 ConhECimEntos ou hAbilidAdEs bsiCAs

    A construo do conhecimento qumico deve ter como princpio

    uma abordagem que considere os aspectos relacionados aos

    fenmenos, s teorias e linguagem especfica da Qumica.

    Os fenmenos de interesse da Qumica so os processos de

    mudanas dos materiais, que ocorrem em diversos ambientes.

    Para explic-los, os qumicos utilizam teorias e, para descrev-los,

    utilizam smbolos, frmulas e equaes Qumicas.

  • PARMETROS CURRICULARES DE QUMICA

    23

    Figura 2. Formas de Abordagem da Qumica (Extrado do Currculo Bsico Comum de Qumica SEEMG 2008, p.17).

    Assim, um dos aspectos do ensino de Qumica consiste em

    familiarizar-se com a linguagem Qumica. Entre os fenmenos de

    interesse da Qumica, que fazem parte dos contedos curriculares,

    h aqueles que so visveis ou diretamente observveis e outros

    que s podem ser detectados com o uso de aparelhos. Alguns

    exemplos de fenmenos observveis so as mudanas de estado

    fsico e as transformaes Qumicas, cujas evidncias podem

    ser observadas por meio dos nossos sentidos ou mudanas na

    aparncia dos sistemas, incluindo a liberao e a absoro de calor

    e a emisso de luz visvel. Alguns fenmenos requerem observao

    indireta, envolvendo a emisso de radiaes invisveis, tais como

    os raios-X, os raios gama, as micro-ondas, entre outros.

    Fenmenos da Qumica ocorrem tambm nos espaos de nossas

    atividades dirias e no apenas em laboratrios. Os fenmenos

    estudados na escola devem ser aqueles que ocorrem em nossas

    vidas, tornando-se assim significativos para os estudantes. Constituem

    excelentes laboratrios para o ensino de Qumica: a cozinha de nossas

    casas, uma estao de tratamento de gua, uma indstria, mquinas a

    combustvel, alm do ambiente natural. A investigao de processos

    naturais, tais como a corroso de metais, a degradao de diversos

    materiais por ao de bactrias e fungos, alm do efeito de gases

  • PARMETROS PARA A EDUCAO BSICA DO ESTADO DE PERNAMBUCO

    24 cidos na atmosfera, possibilitam o desenvolvimento dos contedos

    bsicos da Qumica no Ensino Mdio.

    As teorias da Qumica so os modelos usados para explicar a

    constituio e o comportamento dos materiais. O modelo de

    partculas ou modelo cintico-molecular usado para explicar os

    estados fsicos dos materiais e as mudanas de fase. A teoria de

    Ligaes Qumicas explica a unio entre tomos para constituir

    molculas, entre ons para constituir compostos inicos e entre

    as foras que unem as molculas, dando origem s substncias.

    A teoria das foras intermoleculares explica a interao das

    molculas, a dissoluo e a constituio das misturas, assim como

    a energia envolvida nos processos de transformao dos materiais.

    As explicaes dos fenmenos so baseadas em modelos abstratos,

    que envolvem entidades invisveis e por isso so descritas como

    modelos ou representaes mentais, tais como tomos, molculas

    e ons. Para nos referirmos a essas espcies Qumicas ou explicar

    as suas interrelaes, utilizamos uma representao simblica. A

    linguagem Qumica utiliza smbolos, frmulas, equaes Qumicas,

    esquemas, grficos e equaes matemticas, constituindo, portanto,

    uma representao abstrata. Por isso, quanto mais prximos do

    cotidiano forem os fenmenos estudados, maior ser a possibilidade

    de sua compreenso pelos estudantes.

    Os contedos bsicos de Qumica esto estruturados em torno do

    estudo dos materiais. Os temas foram organizados em torno das

    propriedades, da constituio e das transformaes dos materiais

    e dos modelos tericos construdos para explicar os materiais.

    A matriz de Qumica est estruturada em Expectativas de

    Aprendizagem, que foram organizadas em quatro eixos temticos,

    por sua vez, desdobrados em temas. As expectativas de

    aprendizagem foram apresentadas em termos de conhecimentos

    ou habilidades bsicas.

  • PARMETROS CURRICULARES DE QUMICA

    25Expectativas de Aprendizagem

    Eixos Temticos

    Temas Conhecimentos Relevantes

    Conhecimentos ou Habilidades Bsicas

    Essa matriz apresenta uma seleo dos conhecimentos que

    consideramos fundamentais para o entendimento dos fenmenos

    da Qumica, no havendo, entretanto, a inteno de esgotar todos

    os temas e tpicos que podem ser trabalhados. No decorrer

    do planejamento do ensino, o professor dever fazer escolhas

    acerca da sequncia dos conhecimentos a serem desenvolvidos.

    Alm disso, poder ser necessria a eleio de novos temas,

    para a realizao de diferentes projetos de ensino. Nesse caso, o

    professor e os estudantes devero buscar informaes sobre os

    temas investigados, em diversas fontes.

    Alguns conhecimentos de Qumica foram apresentados mais de

    uma vez na matriz, de modo recursivo, tendo nvel de complexidade

    crescente. Consideramos que a recursividade dos contedos

    favorece o planejamento de atividades para consolidao de

    um contedo anteriormente trabalhado. Esses conhecimentos,

    tratados de forma recursiva, podem ser retomados sempre que

    necessrio, como forma de aprofundamento ou complementao,

    o que torna o currculo mais flexvel.

    Esta matriz curricular est organizada em torno de quatro eixos

    temticos:

    Eixo Temtico I: Propriedades dos Materiais.

    Eixo Temtico II: Constituio dos Materiais.

    Eixo Temtico III: Transformaes dos Materiais.

    Eixo Temtico IV: Modelos para constituio e organizao das

    substncias e materiais.

  • PARMETROS PARA A EDUCAO BSICA DO ESTADO DE PERNAMBUCO

    26

    3 EXPECTATIVAS DE APRENDIZAgEM EM QUMICA

    As expectativas de aprendizagem em Qumica foram organizadas

    em quatro eixos temticos. Os eixos temticos, por sua vez, so

    apresentados em quadros, divididos em trs colunas: na primeira

    coluna, foram nomeados os temas relacionados aos conhecimentos

    de Qumica, referentes aos eixos temticos. Na segunda coluna,

    foram detalhadas as expectativas de aprendizagem em termos do

    que se espera que o estudante aprenda com os conhecimentos de

    Qumica. As expectativas de aprendizagem definem os conceitos,

    procedimentos e atitudes que os estudantes devem dominar em

    determinado perodo. E, na terceira coluna, esto discriminados os

    diferentes nveis de abordagem dos conhecimentos de Qumica,

    de acordo com o ano de escolarizao.

    Para indicar o nvel de abordagem da expectativa de aprendizagem

    foi usado um recurso grfico de gradao de cor. As colunas foram

    coloridas com trs diferentes tons de azul. A cor branca ou a gradao

    dos tons de azul foram usadas para indicar o nvel de abordagem dos

    conhecimentos qumicos a serem desenvolvidos. Esses nveis de

    abordagem foram definidos como apresentamos a seguir.

    A cor branca indica que, naquele mdulo, a expectativa de aprendizagem no focalizada.

    A cor azul claro indica que os estudantes devem comear a trabalhar a EA, de modo a familiarizar-se com os conhecimentos que tero de desenvolver. Assim, no(s) mdulos(s) marcados com azul claro, a EA deve ser tratada de modo introdutrio.

    A cor azul celeste indica o(s) mdulos(s) durante o(s) qual(is) uma expectativa de aprendizagem necessita ser objeto de sistematizao pelas prticas de ensino; significa sedimentar conceitos e temas.

    O azul escuro indica que a EA deve ser consolidada no mdulo em que essa cor aparece pela primeira vez. O processo de consolidao pode estender-se, para aprofundar conceitos e temas e expandi-los para novas aprendizagens.

  • PARMETROS CURRICULARES DE QUMICA

    27Eixo tEmtiCo i: ProPriEdAdEs dos mAtEriAis

    Este Eixo Temtico refere-se s expectativas de aprendizagem

    relacionadas s propriedades dos materiais presentes no ar,

    na gua, na terra e nos seres vivos. Os estudantes devem saber

    relacionar o comportamento dos materiais com suas propriedades

    especficas.

    No Mdulo I da EJA, os estudantes devem aprender a distinguir

    os materiais em seus diferentes estados fsicos, por meio de

    suas propriedades, assim como compreender os processos de

    mudanas de estado. As propriedades especficas dos materiais so:

    temperaturas de fuso e ebulio, densidade e solubilidade. Ao final

    mdulo, os estudantes devem ter consolidado os conhecimentos

    sobre essas propriedades e saber empreg-las, para distinguir os

    materiais e compreender os processos de separao de misturas.

    Durante os Mdulos II e III, os estudantes devem empregar as

    propriedades para compreender a constituio e o comportamento

    das substncias e misturas - tais como as propriedades coligativas

    das solues.

    TEMAS EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEMMDULOS

    I II III

    Ciclo dos materiais no ambiente, seu uso pelos humanos e as consequncias para o Planeta

    EA1. Reconhecer as rochas, minerais, areia, gua e ar como materiais abundantes no planeta e alguns dos seus ciclos.

    EA2. Relacionar a constituio dos seres vivos com os materiais constituintes do ambiente.

    EA3. Relacionar as propriedades dos materiais sua disponibilidade, aos seus usos, sua degradao, reaproveitamento e reciclagem, na perspectiva da sustentabilidade.

    EA4. Reconhecer as propriedades dos materiais reciclveis tais como plsticos, metais, papel e vidro.

    Propriedades dos materiais: estados fsicos, mudanas de estado e separao de misturas

    EA5. Diferenciar as substncias e misturas, por meio da constncia ou no das temperaturas de fuso e ebulio.

    EA6. Reconhecer as mudanas de fase das substncias e misturas, por meio de representaes em grficos.

    EA7. Aplicar o conceito de densidade para explicar a flutuao de materiais e objetos em lquidos ou no ar.

    EA8. Resolver problemas, envolvendo a relao entre massa e volume das substncias.

  • PARMETROS PARA A EDUCAO BSICA DO ESTADO DE PERNAMBUCO

    28

    Propriedades dos materiais: estados fsicos, mudanas de estado e separao de misturas

    EA9. Aplicar o conceito de solubilidade em situaes de dissoluo das substncias.

    EA10. Reconhecer a representao da solubilidade das substncias, por meio de grficos.

    EA11. Prever a quantidade de determinada substncia que se dissolve em gua, a partir dos valores de solubilidade, a uma determinada temperatura.

    EA12. Relacionar as propriedades especficas dos materiais com os mtodos fsicos e qumicos de separao de misturas.

    Quantidades em Qumica: massa, volume e quantidade de matria

    EA13. Reconhecer a constante de Avogadro e as quantidades de partculas referentes a: mol, massa molar e volume molar.

    EA14. Conceituar a grandeza MOL, como quantidade de matria.

    EA15. Expressar quantidade de massa e volume, usando o conceito de mol.

    EA16. Efetuar clculos de quantidades de reagentes e produtos em TQ, observando as leis de conservao e proporo.

    Propriedades Coligativas das solues

    EA17. Reconhecer os fenmenos de volatilidade e presso de vapor dos lquidos.

    EA18. Reconhecer os processos que alteram os valores das temperaturas de ebulio e de congelamento de substncias lquidas.

    EA19. Compreender os efeitos de variaes da temperatura de ebulio e de congelamento de lquidos, por adio de soluto no voltil.

    EA20. Reconhecer que a adio de um soluto no voltil provoca a variao da presso osmtica de um lquido.

    Eixo tEmtiCo ii: Constituio dos mAtEriAis

    Este Eixo Temtico refere-se s expectativas de aprendizagem

    relacionadas constituio dos materiais presentes no Planeta.

    Os estudantes devem aprender a distinguir tomos, molculas,

    substncias e misturas por suas caractersticas e propriedades.

    Ao fim do 1 mdulo, os estudantes devem ter consolidado

    o conhecimento sobre os elementos qumicos, reconhec-

    los por meio de smbolos e relacionar as suas propriedades

    com a respectiva posio na tabela peridica. Eles devem ainda

    reconhecer os metais, ametais e gases nobres, identificando as

    suas propriedades. E, nos 2 e 3 mdulos, eles devem relacionar a

    posio dos elementos, na Tabela Peridica, ao tipo de substncia

  • PARMETROS CURRICULARES DE QUMICA

    29formada e consolidar o conhecimento sobre a representao das

    substncias por meio de frmulas, reconhecendo as principais

    funes inorgnicas e orgnicas.

    Ao fim do 2 mdulo, os estudantes devem saber distinguir os

    diversos tipos de misturas, relacionar as quantidades de soluto e

    solvente ou soluo, saber calcular as concentraes das solues

    e reconhecer as propriedades coligativas das mesmas.

    Durante o 2 e o 3 mdulos, os estudantes devem saber usar a

    tabela peridica como fonte de informaes sobre os elementos

    qumicos e suas propriedades, para compreenderem a teoria de

    ligaes Qumicas e das foras intermoleculares.

    TEMAS EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEMMDULOS

    I II III

    Constituio dos materiais: tomos, molculas, substncias e misturas

    EA21. Identificar os elementos qumicos na Tabela Peridica por seus smbolos e nomes.

    EA22. Reconhecer os elementos qumicos por sua localizao na TabelaPeridica, de acordo com as suas propriedades.

    EA23. Identificar os metais e ametais e suas propriedades fsicas e Qumicas por meio da Tabela Peridica.

    EA24. Relacionar a distribuio de eltrons dos elementos qumicos com a sua localizao na Tabela Peridica.

    EA25. Reconhecer o tipo de ligao Qumica e o tipo de substncia formada pelos elementos, de acordo com a sua localizao na Tabela Peridica.

    EA26. Reconhecer que a proporo entre os tomos nas frmulas das substncias depende do nmero de seus eltrons de valncia.

    EA27. Reconhecer que a combinao de tomos do mesmo tipo d origem s substncias simples e de tomos diferentes d origem s substncias compostas.

    EA28. Reconhecer substncias orgnicas, a partir de suas frmulas e caractersticas.

    EA29. Reconhecer os grupos funcionais das substncias orgnicas, tais como hidrocarbonetos, alcois, aldedos, cetonas, teres, aminas, cidos carboxilicos, steres e amidas,

    EA30. Identificar a constituio de diferentes materiais orgnicos tais como, polmeros naturais e sintticos, carboidratos, protenas, lipdeos e vitaminas.

    EA31. Reconhecer substncias inorgnicas, tais como cidos, bases, sais e xidos, a partir de suas frmulas e caractersticas.

    Caractersticas dos diversos tipos de materiais

    EA32. Reconhecer que uma mistura um sistema que contm duas ou mais substncias.

    EA33. Diferenciar sistemas homogneos e heterogneos, por meio das propriedades das substncias e misturas.

  • PARMETROS PARA A EDUCAO BSICA DO ESTADO DE PERNAMBUCO

    30

    Caractersticas dos diversos tipos de materiais

    EA34. Diferenciar substncias compostas de sistemas homogneos, por meio de suas propriedades.

    EA35. Relacionar os mtodos de separao das substncias de uma mistura com as propriedades dos materiais.

    EA36. Identificar o soluto como a substncia em menor quantidade na soluo e o solvente como a parte da soluo que dissolve o soluto.

    EA37. Reconhecer as misturas coloidais como heterogneas, tais como disperses e emulses.

    EA38. Diferenciar a soluo diluda da concentrada pela relao entre a quantidade de soluto e a quantidade de solvente.

    Concentraes das solues e informaes dos rtulos de diversos produtos

    EA39. Calcular a proporcionalidade entre a massa ou volume do soluto e a massa ou volume do solvente, em termos percentuais.

    EA40. Calcular a concentrao da soluo dada pela quantidade em mol do soluto em relao ao volume da soluo em litros.

    EA41. Compreender os procedimentos utilizados para efetuar clculos de concentrao das solues em % e em g/L.

    EA42. Compreender a relao entre a quantidade de matria mol de soluto por volume de soluo ou concentrao mol/L.

    EA43. Calcular a concentrao de solues em g/L, mol/L e % percentual, levando em considerao as informaes sobre as massas molares e tambm a densidade e o volume.

    EA44. Interpretar informaes contidas em rtulos de produtos, como medicamentos ou produtos de limpeza constitudos por solues.

    EA45. Compreender unidades de concentraes expressas em rtulos.

    Eixo tEmtiCo iii: trAnsformAEs dos

    mAtEriAis

    Este Eixo Temtico se refere s expectativas de aprendizagem

    relacionadas s transformaes dos materiais. Ao final 1 mdulo,

    os estudantes devem reconhecer as evidncias de transformaes

    Qumicas, que indicam o aparecimento de novas substncias,

    a partir dos reagentes e saber que os tomos e as massas se

    conservam durante as transformaes.

    Ao final do 2 e do 3 mdulos, os estudantes devem ter

    consolidado o conhecimento sobre a energia envolvida nas

    transformaes fsicas e qumicas, que ocorrem com absoro ou

    liberao de energia. Eles tambm devem reconhecer as reaes

  • PARMETROS CURRICULARES DE QUMICA

    31de combusto, saber represent-las por meio de equaes e

    calcular a entalpia dos processos. Alm disso, devem relacionar a

    queima dos combustveis com os problemas ambientais.

    Um conhecimento que deve estar consolidado, ao final do 2 ou

    do 3 mdulo, diz respeito ao movimento de eltrons e s reaes

    eletroqumicas, ao funcionamento de pilhas e baterias e a eletrlise.

    Os estudantes tambm devem saber sobre os riscos do descarte

    de pilhas e baterias contendo substncias txicas para o ambiente.

    TEMAS EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEMMDULOS

    I II III

    As evidncias de transformaes qumicas

    EA46. Relacionar as transformaes fsicas e qumicas s mudanas que ocorrem no ambiente, inclusive nos organismos.

    EA47. Reconhecer os materiais cidos, bsicos e neutros por meio de suas aplicaes no cotidiano.

    EA48. Identificar as mudanas de cor de alguns indicadores na presena de cidos e bases.

    EA49. Reconhecer as evidncias de transformaes qumicas, por meio das mudanas das propriedades dos materiais.

    Energia envolvida nas transformaes fsicas dos materiais

    EA50. Diferenciar calor de temperatura, por meio de interpretao dos fenmenos no cotidiano.

    EA51. Reconhecer que a dissoluo de substncias envolve variao de energia.

    EA52. Identificar as variaes de energia nas representaes de processos de dissoluo, por meio de equaes e grficos.

    EA53. Relacionar a energia envolvida no processo de dissoluo natureza das substncias e s interaes entre as suas partculas.

    EA54. Identificar as variaes de energia nas representaes de processos de mudanas de estado, em situaes do cotidiano.

    EA55. Reconhecer a representao, por meio de grfico, das mudanas de estado que ocorrem com absoro ou liberao de energia.

    EA56. Relacionar o aumento ou diminuio da energia de um sistema ao estado de agregao das partculas que o constituem.

    EA57. Compreender os aspectos relacionados quantidade de energia absorvida ou liberada nos processos de dissoluo.

    EA58. Calcular a quantidade de calor absorvida ou liberada na dissoluo das substncias.

    EA59. Relacionar o modelo cintico molecular e as interaes Intermoleculares quantidade de energia envolvida nos processos de dissoluo.

    As caractersticas das transformaes dos diversos tipos de sustncias

    EA60. Identificar as reaes de formao e de decomposio das substncias.

    EA61. Reconhecer uma reao de combusto por seus reagentes e produtos.

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    32TEMAS EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

    MDULOS

    I II III

    As caractersticas das transformaes dos diversos tipos de sustncias

    EA62. Reconhecer uma reao de saponificao, por seus reagentes e produtos.

    EA63. Reconhecer uma reao de esterificao, por seus reagentes e produtos.

    EA64. Reconhecer uma reao de polimerizao, por seus reagentes e produtos.

    Processos de oxidao e reduo

    EA65. Reconhecer processos de oxidao e reduo, no cotidiano.

    EA66. Identificar o nmero de eltrons envolvidos nos processos de oxidao e reduo e a atribuio do nmero de oxidao das espcies qumicas.

    EA67. Identificar espcies qumicas presentes em transformaes de oxidao e reduo.

    EA68. Classificar os processos qumicos, como oxidao ou reduo, de acordo com a variao de carga eltrica das espcies.

    EA69. Relacionar a carga dos ons relao entre o nmero de prtons e eltrons.

    EA70. Relacionar o movimento de eltrons e de ons com a conduo de corrente eltrica.

    EA71. Identificar os metais e ametais, respectivamente, como doadores e receptores de eltrons.

    EA72. Diferenciar potencial de oxidao e reduo.

    EA73. Diferenciar processos espontneos ou no espontneos por meio da diferena de potencial nos processos de oxirreduo.

    EA74. Representar as reaes eletroqumicas, tanto as semirreaes como a reao global, por meio de equaes.

    EA75. Identificar o potencial de oxidao e reduo das espcies qumicas, medido em e V ou Volt.

    EA76. Compreender os procedimentos utilizados para efetuar clculos de fora eletromotriz de pilhas.

    EA77. Calcular a fora eletromotriz gerada durante o funcionamento de uma pilha.

    EA78. Identificar os polos positivo e negativo, como catodo e anodo, respectivamente.

    EA79. Reconhecer as transformaes qumicas no espontneas, que ocorrem pela passagem de corrente eltrica por um sistema.

    EA80. Compreender o princpio de funcionamento de uma pilha eletroqumica.

    EA81. Consultar tabelas de potencial eletroqumico para fazer previses sobre a ocorrncia das transformaes.

    EA82. Conhecer os constituintes das pilhas e das baterias mais utilizadas e seu funcionamento.

    EA83. Compreender o processo de eletrlise utilizado na obteno de alumnio e de outros metais, a partir de aplicaes tecnolgicas, como cromao, galvanizao.

    EA84. Reconhecer o impacto ambiental gerado pelos processos de obteno de metais e de descartes de pilhas e baterias.

  • PARMETROS CURRICULARES DE QUMICA

    33TEMAS EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

    MDULOS

    I II III

    Energia envolvida nas transforma- es qumicas

    EA85. Conceituar entalpia como a energia envolvida nas transformaes qumicas, presso constante.

    EA86. Conhecer, de maneira geral, como os processos do organismo animal demandam energia.

    EA87. Identificar equaes que representem reaes de combusto de carboidratos simples.

    EA88. Identificar os diferentes contedos calricos nos rtulos dos alimentos industrializados.

    EA89. Relacionar a obteno de energia dos alimentos ao processo de respirao.

    EA90. Calcular a energia produzida, a partir do consumo de alimentos.

    EA91. Reconhecer o petrleo como fonte se combustveis fsseis e de energia.

    EA92. Reconhecer que a queima de combustveis fsseis produz gs carbnico e outros gases que contribuem para o aquecimento global.

    EA93. Calcular a energia liberada na queima dos hidrocarbonetos, lcool, biodiesel e outros combustveis.

    EA94. Reconhecer que toda transformao qumica ocorre com consumo e produo de energia, considerando a quebra e a formao das ligaes qumicas.

    EA95. Identificar os processos endotrmicos e exotrmicos pelo sinal do valor da entalpia.

    EA96. Compreender a representao da variao de energia de uma transformao qumica, por meio de grficos.

    Eixo tEmtiCo iV: modElos PArA Constituio E

    orgAnizAo dos mAtEriAis

    Este Eixo Temtico se refere s expectativas de aprendizagem

    relacionadas aos modelos ou teorias que explicam as propriedades,

    a constituio e transformaes dos materiais.

    Os estudantes do Mdulo I devem saber aplicar o modelo cintico

    molecular e o modelo atmico para explicar as propriedades dos

    materiais e alguns fenmenos fsicos e qumicos.

    Os estudantes do Mdulo II devem consolidar os conhecimentos

    referentes aplicao do modelo de ligaes Qumicas e foras

    intermoleculares para explicar as propriedades dos materiais

    e alguns fenmenos. Ao final do Mdulo II ou III, os estudantes

    devem ter consolidado o conhecimento sobre a teoria das colises

  • PARMETROS PARA A EDUCAO BSICA DO ESTADO DE PERNAMBUCO

    34 e saber explicar as transformaes Qumicas por meio dessa teoria,

    reconhecendo os fatores que afetam a velocidade das reaes.

    Eles tambm devem compreender os aspectos dinmicos das

    transformaes reversveis.

    TEMAS EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEMMDULOS

    I II III

    Modelo Cintico Molecular

    EA97. Reconhecer que todos os materiais so constitudos por partculas que esto em constante movimento.

    EA98. Reconhecer que o movimento das partculas est associado sua energia cintica e que elas podem ter velocidades diferentes.

    EA99. Utilizar o modelo cintico-molecular para representar os estados fsicos e suas mudanas.

    EA100. Aplicar o modelo cintico molecular para explicar as variaes de volume dos gases, em situaes de aquecimento ou resfriamento.

    EA101. Explicar, por meio do modelo cintico molecular, o processo de dissoluo das substncias.

    ModelosAtmicos

    EA102. Caracterizar, por meio de smbolos, os modelos atmicos de Dalton, Thomson, Rutherford e Bohr.

    EA103. Reconhecer a relao entre os modelos atmicos e as explicaes para as propriedades dos materiais.

    EA104. Reconhecer os limites dos modelos atmicos para explicar as propriedades dos materiais.

    EA105. Empregar os modelos atmicos na explicao de fenmenos fsicos e qumicos, tais como, induo de cargas eltricas, conduo de corrente eltrica e calor, a emisso de luz e a conservao de massa nas transformaes Qumicas.

    Modelo de Ligaes Qumicas e de Foras intermoleculares

    EA106. Reconhecer que as ligaes estabelecidas entre tomos de ametais ocorrem por compartilhamento de eltrons, formando molculas ou substncias covalentes.

    EA107. Reconhecer os modelos para constituio das substncias moleculares e covalentes e suas representaes.

    EA108. Reconhecer que as substncias moleculares so formadas por molculas ligadas umas s outras por interaes fracas.

    EA109. Usar a teoria das foras intermoleculares para explicar as baixas temperaturas de fuso e ebulio das substncias moleculares.

    EA110. Reconhecer as substncias covalentes por suas altssimas temperaturas de fuso.

    EA111. Reconhecer as ligaes qumicas estabelecidas entre ons, formados por metais e ametais.

    Modelo de Ligaes Qumicas e de Foras intermoleculares

    EA112. Reconhecer os modelos para constituio das substncias dos compostos inicos e suas representaes.

    EA113. Relacionar a ligao inica s propriedades fsicas e Qumicas das substncias inicas, tais como temperaturas de fuso, conduo de eletricidade etc.

    EA114. Reconhecer os modelos para constituio das substncias metlicas e suas representaes.

    EA115. Explicar as propriedades das substncias metlicas, tais como a conduo de calor e eletricidade, por meio da ligao metlica.

  • PARMETROS CURRICULARES DE QUMICA

    35TEMAS EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

    MDULOS

    I II III

    Modelos explicativos para os compostos Ismeros

    EA116. Reconhecer os diferentes tipos de isomeria dos compostos orgnicos, por meio de frmulas e grupos funcionais.

    EA117. Reconhecer os compostos ismeros pelas diferenas entre as propriedades.

    EA118. Relacionar o comportamento das substncias ismeras com a estrutura de suas molculas e as foras intermoleculares.

    Leis de Conservao da matria

    EA119. Explicar uma transformao Qumica em termos de rearranjo de tomos, utilizando o Modelo de Dalton.

    EA120. Utilizar o modelo de Dalton para explicar a conservao do nmero de tomos em uma transformao Qumica e realizar o balanceamento das equaes.

    EA121. Explicar a Lei de Lavoisier ou a conservao da massa em uma transformao Qumica, utilizando o modelo de Dalton.

    EA122. Reconhecer que existem propores fixas entre as substncias envolvidas em uma transformao Qumica, utilizando o modelo de Dalton.

    EA123. Explicar a Lei de Proust, utilizando o modelo de Dalton e representar as transformaes por equaes Qumicas.

    Teoria das Colises e Cintica Qumica

    EA124. Utilizar a teoria das colises para explicar a ocorrncia de transformaes Qumicas, em diferentes escalas de tempo.

    EA125. Compreender que as reaes Qumicas s ocorrem quando o movimento das partculas reagentes possibilita colises energeticamente efetivas.

    EA126. Reconhecer os diversos fatores que favorecem ou inibem as colises efetivas, tais como: temperatura, concentrao, presso, superfcie de contato e catalisador.

    EA127. Reconhecer o modelo de colises entre as partculas nas transformaes Qumicas representados em um grfico.

    Energia de ativao

    EA128. Compreender que uma reao Qumica depende da energia de ativao para ocorrer.

    EA129. Reconhecer as representaes da energia de ativao por meio de grficos.

    EA130. Compreender que a variao de entalpia de uma reao qumica no depende da energia de ativao.

    EA131. Compreender que a energia de ativao de uma reao pode ser diminuda por ao de um catalisador.

    Fatores que afetam a velocidade das transformaes Qumicas.

    EA132. Reconhecer transformaes Qumicas no cotidiano que ocorrem em diferentes escalas de tempo.

    EA133. Compreender que as transformaes Qumicas podem ocorrer em diferentes escalas de tempo, dependendo da natureza dos reagentes e das condies da reao.

    EA134. Reconhecer que a variao de temperatura afeta a velocidade das transformaes Qumicas.

    EA135. Analisar grficos que representam o efeito da temperatura na velocidade de reaes Qumicas.

    EA136. Reconhecer que superfcie de contato dos reagentes afeta a velocidade das reaes.

  • PARMETROS PARA A EDUCAO BSICA DO ESTADO DE PERNAMBUCO

    36TEMAS EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

    MDULOS

    I II III

    Fatores que afetam a velocidade das transformaes Qumicas

    EA137. Reconhecer que as variaes das concentraes dos reagentes afeta a velocidade das reaes.

    EA138. Analisar grficos que representam o efeito da concentrao na velocidade das transformaes Qumicas.

    EA139. Reconhecer o papel dos catalisadores nas reaes Qumicas.

    EA140. Identificar as diferentes velocidades de uma mesma reao com ou sem catalisador, representada por meio de grfico.

    Princpio de Le Chatelier: aspectos dinmicos das transformaes Qumicas

    EA141. Reconhecer alguns fenmenos em que ocorre equilbrio qumico, tais como as reaes do organismo humano.

    EA142. Identificar fatores que afetam o equilbrio e usar o Princpio de Le Chatelier.

    EA143. Prever o sentido do deslocamento de um equilbrio qumico, aplicando o Princpio de Le Chatelier.

    EA144. Identificar os fatores que afetam o estado de equilbrio, a partir de equaes que representam sistemas em equilbrio.

    EA145. Representar um equilbrio qumico por meio da constante de equilbrio.

    EA146. Utilizar tabelas de constantes de equilbrio para identificar ou fazer previses sobre o comportamento de substncias nas reaes Qumicas.

    Teoria de cidos e Bases e as medidas de pH

    EA147. Definir cidos e bases de acordo com as teorias de Arrhenius, Brnsted e Lewis.

    EA148. Identificar, por meio de equaes ou frmulas Qumicas, sistemas que apresentem carter cido, bsico ou neutro.

    EA149. Identificar o carter cido, bsico ou neutro de solues por meio de indicadores.

    EA150. Representar reaes de neutralizao cido/base por meio de equaes Qumicas.

    EA151. Reconhecer transformaes qumicas que envolvem a neutralizao de solues.

    EA152. Representar a dissociao de cidos e bases por meio de equaes e a correspondente expresso da constante de equilbrio.

    EA153. Diferenciar cidos e bases fortes de cidos e bases fracos, a partir das constantes de equilbrio.

    EA154. Compreender os princpios utilizados para calcular valores de pH e pOH, partindo de concentraes de H+ (H3O+) e OH..

    EA155. Identificar o carter cido ou bsico de uma soluo, a partir de valores de pH.

    EA156. Utilizar frmulas para determinao de pH e pOH, a partir da concentrao das solues.

  • PARMETROS CURRICULARES DE QUMICA

    37

    4 REFERNCIAS

    ALMENDRO, Marciana. D. ; SILVA, Penha. S. . Uma Proposta para o Ensino de Qumica a partir de um Programa de Desenvolvimento Profissional de Educadores. In: ZANON, L. B.; MALDANER, O. A. (Org.). Fundamentos e Propostas de Ensino de Qumica para a Educao Bsica no BrasiL. 1. ed. IJU: UNIJU, 2007, p. 157-170.

    BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educao Nacional. Lei no 9394/1996.

    __________. Ministrio da Educao (MEC), Secretaria de Educao Bsica (SEB), Departamento de Polticas de Ensino Mdio. Orientaes Curriculares do Ensino Mdio. Braslia: MEC/SEB, 2004.

    __________. Ministrio da Educao (MEC), Secretaria de Educao Mdia e Tecnolgica (Semtec). PCN + Ensino mdio: orientaes educacionais complementares aos Parmetros Curriculares Nacionais Cincias da Natureza, Matemtica e suas Tecnologias. Braslia: MEC/Semtec, 2002.

    __________. Ministrio da Educao e Cultura. RESOLUO CNE/CEB N 2 RESOLUO N 2, Diretrizes Nacionais para a oferta de educao para jovens e adultos, de 19 de maio de 2010.

    __________. Ministrio da Educao e Cultura. RESOLUO CNE/CEB N 2, de 30 de janeiro de 2012. Define Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para o Ensino Mdio.

    __________. Ministrio da Educao e Cultura. RESOLUO CNE/CEB N 3 Diretrizes Operacionais para a Educao de Jovens e Adultos, de 15 de junho de 2010.

    __________. Ministrio da Educao e Cultura. RESOLUO CNE/CEB N4, de 13 de julho de 2010. Define Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educao Bsica.

    __________. Ministrio da Educao. Secretaria de Educao Bsica. Orientaes Curriculares Nacionais para o Ensino Mdio. Cincias da natureza, matemtica e suas tecnologias. Braslia: Ministrio da Educao, Secretaria de Educao Bsica, 2006.

    FVERO, Osmar et al. Formao de profissionais para a educao de jovens e adultos trabalhadores. Educao em Revista, Belo Horizonte, n. 30, p. 39-50, dez.1999.

  • PARMETROS PARA A EDUCAO BSICA DO ESTADO DE PERNAMBUCO

    38 MINAS GERAIS. Proposta Curricular de Qumica - Ensino Mdio. 1. ed. Belo Horizonte - MG: SEED-MG, 2008. v. 1. 72 p.

    PERNAMBUCO. Secretaria de Educao, Cultura e Esportes. Diretoria de Educao Escolar. Subsdios para a Organizao da Prtica Pedaggica nas Escolas: Educao Fundamental de Jovens e Adultos, Recife: SECE, 1993.

    __________. Secretaria de Educao, Cultura e Esportes. Diretoria de Educao Escolar. Subsdios para a Organizao da Prtica Pedaggica nas Escolas: Educao Fundamental de Jovens e Adultos, Recife: SECE, 1993.

    SANTOS, W. L. P.; MORTIMER, E. F. Uma anlise de pressupostos tericos da abordagem C-T- S (Cincia-Tecnologia-Sociedade) no contexto da educao brasileira. Ensaio, v. 2, n. 2, p. 133-162, 2000.

  • PARMETROS CURRICULARES DE QUMICA

    39

    COLABORADORES

    Contriburam significativamente para a elaborao dos

    Parmetros Curriculares de Qumica Educao de Jovens e

    Adultos os professores, monitores e representantes das Gerncias

    regionais de Educao listados a seguir, merecedores de grande

    reconhecimento.

    PROFESSORES

    Abraao Rodrigues GondraAdalberto Tavares da SilvaAdelina Jeane Gomes do NascimentoAdriana dos Santos CoutoAdriana Oliveira de FreitasAlba Rejane Costa da SilvaAlda Marques de AraujoAlelaide Oliveira da Silva AndradeAlessandra Karla Andre de MenezesAlexsandra Pereira de SouzaAliete Freire AgostinhoAline Alves OliveiraAlmir Rodrigues de OliveiraAna Lucia de Amorim Coelho de MacedoAna Lucia Leite CavalcantiAna Lucia Ramos de Amorim AragaoAna Maria Ferreira da SilvaAnderson de Lima PereiraAngela Cristina Marques CoutoAntonia Dionisia de LiraAntonio Ferreira do NascimentoAparecida Oliveira de FreitasArmanda Alves LeiteChristovao Ricardo SieberCicera dos Santos SilvaClemilda Pereira BritoDanielle de Andrade SilvaDanyelle Guarana de LimaDebora Alves BarbosaDeive Sergio Teixeira da SilvaDenise de Souza Almeida

    Edcarlos de Souza RibeiroEdilene do Nascimento LeiteEdna Maria Queiroz AlmeidaEdnalva Oliveira de Souza AndradaEfraim de Lima SilvaEglai de Lima SilvaElanice de Assis Marques BezerraEptacio Neco da SilvaFabio Jose de SouzaFrancimeire Maria da SilvaFrancisco de Assis da SilvaFrancisco Robson Hugo Medeiros de LunaGilvania Pereira de Lima SantanaGloria Jean PimentelGloria Solange Lino da SilvaIsmael Araujo de LimaIvancir de Brito GuerraIvany Mariz Mendes de AzevedoJacinta Pereira LimaJackeline de Lima Torres de AlmeidaJacqueline Avelino da SilvaJoao Alves de SaJoao Bernardo dos Santos FilhoJoao Felix da SilvaJoelma Pimentel BezerraJose Ivanildo Anselmo AlvesJose Leonardo SantanaJose Marconi de Luna MotaJosenilda Martins de SouzaJosenilton Bernardo da SilvaLadjane de Lima e Silva

    Os nomes listados nestas pginas no apresentam sinais diacrticos, como cedilha e acentuao grfica, porque foram digitados em sistema informatizado cuja base de dados no contempla tais sinais.

  • PARMETROS PARA A EDUCAO BSICA DO ESTADO DE PERNAMBUCO

    40 Leide Lourdes de Moraes MeloLuiz Claudio Leite da CunhaManoel Marcos de Souza RafaelMarceli Rodrigues Belarmino GomesMarcia Regina Bezerra Rodrigues CarvalhoMarcos Aurelio Barbosa de MenezesMarcos Jose de SouzaMarcos Jose Toledo da Silva JuniorMarcus Andre Gurgel FernandesMaria Adriana Angelo de LimaMaria Cleidmar de Jesus Sousa FialhoMaria de Fatima Amariz GomesMaria do Socorro de Brito CavalcantiMaria do Socorro Pereira de LimaMaria Dulcinete Freitas LimaMaria Eliane Rodrigues TorresMaria Gorete de CarvalhoMaria Ivaneide de BritoMaria Jose Freire LinsMaria Josenilda do Nascimento de SouzaMaria Lucia Gouveia PereiraMaria Lucia Leite de FigueiredoMaria Roselia Silva dos SantosMarieta Pereira de QueirozMaycon dos Santos MoraesMoises de Farias Silva Junior

    Moises Jose Carpintero de MendoncaNadia Cristina Assuncao CamposNadja Necia Brasil Gomes GuerraNatalia Josefa do NascimentoNatalia Miranda BezerraNery Freire Novaes SobrinhaPaula da Veiga Pessoa DiasPoliana Henrique de SouzaRafaella Barreto BarbosaRobisonere da SilvaRobson Tome de OliveiraRoseane Cardoso de SantanaSara Maria Ferreira da SilvaSilvana Sandra de SouzaSimone da CostaSueli Lemos da SilvaTereza Elanie Braga de MendoncaTereza Francisca da SilvaUbirajara Alexandre da SilvaValdenice da Silva Araujo GoncalvesValeria Barboza VerissimoVania Maria da SilvaWalber Breno de Souza MoraesWaldomiro Freire de SaWaldones Maximino PessoaWalmy Rogerio Nascimento Siqueira

    MONITORES

    Alexsandra Goncalves DamascenoAndreia Simone Ferreira da SilvaAndreza Pereira da SilvaBetania Pinto da SilvaConceicao de Fatima IvoDaniel Cleves Ramos de BarrosDaniela Araujo de OliveiraDaniella Cavalcante SilvaDiana Lucia Pereira de LiraEdlane Dias da SilvaEmmanuelle Amaral MarquesFrancisca Gildene dos Santos RodriguesGilvany Rodrigues MarquesIsa Coelho PereiraJaqueline Ferreira SilvaJeane de Santana Tenorio LimaJoana Darc Valgueiro Barros CarvalhoLeci Maria de Souza

    Leila Regina Siqueira de Oliveira BrancoLyedja Symea Ferreira BarrosMagaly Morgana Ferreira de MeloManuela Maria de Goes BarretoMaria do Socorro de Espindola GoncalvesMaria Gildete dos SantosMarinalva Ferreira de LimaMarineis Maria de MouraMarta Lucia Silva de MeloPaulo Henrique Carvalho Gominho NovaesRandyson Fernando de Souza FreireRejane Maria Guimaraes de FariasSilvia Karla de Souza SilvaTacilia Maria de MoraisTathyane Eugenia Carvalho de MeloVera Lucia Maria da SilvaVirginia Campelo de AlbuquerqueVivian Michelle Rodrigues do Nascimento Padilha

  • PARMETROS CURRICULARES DE QUMICA

    41REPRESENTANTES DAS GERNCIAS REGIONAIS DE EDUCAO

    Adelma Elias da Silva ............................................................ Garanhuns

    Carla Patricia da Silva Uchoa ............................................. Palmares

    Edjane Ribeiro dos Santos .................................................. Limoeiro

    Edson Wander Apolinario do Nascimento ..................... Nazare da Mata

    Elizabeth Braz Lemos Farias ................................................ Recife Sul

    Jaciara Emilia do Nascimento ............................................ Floresta

    Jackson do Amaral Alves ..................................................... Afogados da Ingazeira

    Luciene Costa de Franca ..................................................... Metropolitano Norte

    Maria Aparecida Alves da Silva ............................................ Petrolina

    Maria Aurea Sampaio ............................................................ Arcoverde

    Maria Cleide Gualter A Arraes ............................................. Araripina

    Maria Solani Pereira de Carvalho Pessoa ......................... Salgueiro

    Mizia Batista de Lima Silveira ............................................... Metropolitano Sul

    Rosa Maria Aires de Aguiar Oliveira ................................... Recife Norte

    Soraya Monica de Omena Silva .......................................... Caruaru

    Veronica Maria Toscano de Melo ....................................... Vitoria

    Zildomar Carvalho Santos ................................................... Barreiros