R REESSUUMMOOSS - .Pedro Prista, Sulisa Quaresma, Susana Guerreiro,Tomaz Moreira, Xavier Mu±oz Torrent

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    Patrocnios: Apoio Institucional:

    SSeemmiinnrriioo IInntteerrnnaacciioonnaall

    ""AAlltteerraaeess cclliimmttiiccaass ee ssuuaass rreeppeerrccuusssseess sscciioo--aammbbiieennttaaiiss""

    RREESSUUMMOOSS

    Coordenao: Brgida Rocha Brito

    Edio: Associao Internacional de Investigadores em Educao Ambiental (NEREA)

    Agosto de 2012

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    Seminrio Internacional Alteraes Climticas e suas repercusses scio-ambientais

    So Tom e Prncipe 20 a 23 de agosto de 2012

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    Seminrio Internacional

    "Alteraes climticas e suas repercusses scio-ambientais"

    RESUMOS

    Coordenao: Brgida Rocha Brito

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    FICHA TCNICA

    COORDENAO: Brgida Rocha Brito

    AUTORES: Adilson da Mata, Aline Castro, Andreia Pereira, Arlindo de Carvalho Bastien Loloum, Brgida Rocha Brito, Carla Gomes, Carlos Vales Vzquez, Edgar Bernardo, Emanuel Vaz Correia, Francisco Martinho, Gilberto do Rosrio, Gonalo Carneiro, Helder Simes, Hugo de Oliveira, Joana Hancock, Joaquim Ramos Pinto, Jorge de Carvalho, Jos Antnio Vera Cruz, Jos Menezes, Lusa Schmidt, Madalena Patacho, Marcos Sorrentino, Marlia Andrade Torales, Meyer Antnio, Paulo Magalhes, Paulo Varela, Pedro Prista, Sulisa Quaresma, Susana Guerreiro,Tomaz Moreira, Xavier Muoz Torrent

    INSTITUIES PARCEIRAS NA ORGANIZAO: Direo-Geral do Ambiente; Direo de Florestas da Repblica Democrtica de So Tom e Prncipe; OBSERVARE, Observatrio de Relaes Exteriores da Universidade Autnoma de Lisboa; Universidade de Santiago de Compostela; Instituto de Cincias Sociais da Universidade de Lisboa; Centro de Extensin Universitria e Divulgacin Ambiental de Galicia; Associao Portuguesa de Educao Ambiental (ASPEA); Associao Internacional de Investigadores em Educao Ambiental (NEREA); Mar, Ambiente e Pesca Artesanal (MARAPA)

    EDIO: Associao Internacional de Investigadores em Educao Ambiental

    PATROCNIOS: Universidade Autnoma de Lisboa; Caixa Geral de Depsitos

    APOIOS INSTITUCIONAIS: CPLP

    ANO: 2012

    ISBN: 978-989-97980-0-7

    Texto escrito conforme o Acordo Ortogrfico.

    OS PONTOS DE VISTA E OS ARGUMENTOS APRESENTADOS NOS TEXTOS CONSTANTES DA PRESENTE EDIO SO DA INTEIRA RESPONSABILIDADE DOS RESPETIVOS AUTORES E, EM MOMENTO ALGUM, PODERO SER IMPUTADOS

    S INSTITUIES PROMOTORAS, ORGANIZADORAS OU APOIANTES

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    INDICE

    8 - PAINEL I - ENQUADRAMENTOS 10 - Fragilidades scio-ambientais e potencialidades insulares face s alteraes climticas, Brgida Rocha Brito

    13 - Educao ambiental e participao social: contributos no combate s alteraes climticas, Joaquim Ramos Pinto 17 - Mudana costeira em Portugal: percees das comunidades, justia social e democratizao, Lusa Schmidt, Pedro

    Prista, Carla Gomes e Susana Guerreiro

    20 - S. Tom e Prncipe e o processo de adaptao s Mudanas Climticas, Arlindo de Carvalho 24 - Apoio posta em marcha da Rede Hispano-Lusfona de Gestores de Espaos Naturais Protegidos, Carlos Vales

    Vzquez

    30 - PAINEL II e III - A INSULARIDADE EM DEBATE 32 - Impactos das alteraes climticas sobre os recursos marinhos e pesca em So Tom e Prncipe, Gonalo Carneiro;

    Jorge de Carvalho; Bastien Loloum

    35 - Adaptaes e mudanas climticas em zonas costeiras: as tartarugas marinhas como espcies "guarda-chuva", Joana Hancock

    37 - Ocorrncias de cetceos em So Tom e Prncipe, Andreia Pereira, Cristina Brito, Cristina Picano e Ins Carvalho

    39 - Uso de fotoidentificao no estudo de cetceos - a importncia de uma nica fotografia, Francisco Martinho, Ins Carvalho e Cristina Brito

    41 - Preservao do ambiente marinho - a importncia da Justia para Sustentabilidade Ambiental, Gilberto do Rosrio 42 - Efeitos das mudanas climticas sobre o turismo em So Tom e Prncipe, Jos Antnio Vera Cruz

    44 - Alteraes climticas, como podero afetar a Floresta e o Turismo na Regio Autnoma do Prncipe?, Jos Menezes e Hugo de Oliveira

    48 - Biosphere Responsible Tourism no Bom Bom Island Resort, Madalena Patacho 50 - Alguns impactos scio-ambientais do turismo e das alteraes climticas na ilha da Boa Vista, Edgar Bernardo

    52 - Engenhos, roas e matos. Ecologia e cmbio climtico na geografia de Francisco Tenreiro, Xavier Muoz Torrent 54 - O desafio da conservao da avifauna face s mudanas climticas, Meyer Antnio

    57 - Alteraes climticas e doenas de plantas, Adilson da Mata 59 - A agricultura de conservao e seus beneficios face s mudanas climticas - o caso de Cabo Verde, Paulo Varela

    e Emanuel Vaz Correia 63 - Eco-Schools in The Higher School of Health Technology of Coimbra, Helder Simes

    67 - Trabalhos integrados, Tomaz Moreira 76 - Gesto de resduos e as alteraes climticas em So Tom e Prncipe, Sulisa Quaresma

    80 - Determinao dos ndices de sensibilidade ambiental ao derramamento de leo no litoral da ilha de So Tom, Aline Castro

    82 - PAINEL IV - ESTRATGIAS: QUE FUTURO?

    84 - Formao de professores para novos contextos: a ao educativa escolar frente s mudanas climticas, Marlia Andrade Torales

    87 - Alteraes climticas e cooperao internacional no contexto da lusofonia, Marcos Sorrentino 88 - Campanha "O que nos une a todos". Um patrimnio natural intangvel para a Humanidade, Paulo Magalhes

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    PPaaiinneell II -- EENNQQUUAADDRRAAMMEENNTTOOSS

    Fotografias de Brgida Rocha Brito

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    FRAGILIDADES SCIO-AMBIENTAIS E POTENCIALIDADES INSULARES FACE S ALTERAES CLIMTICAS1

    Brgida Rocha Brito (*) brigidabrito@netcabo.pt

    OBSERVARE, Observatrio de Relaes Exteriores Universidade Autnoma de Lisboa

    Palavras-chave: Pequenos Estados Insulares em Desenvolvimento; Vulnerabilidades; Potencialidades

    Falar sobre ilhas implica proceder a uma anlise prvia centrada nas inmeras particularidades que definem e caracterizam estes espaos e que os tornam nicos porque diferentes das regies continentais. As ilhas so espaos territoriais carregados de valor simblico - muitas vezes dicotmico - por serem entendidos como canais transmissores de emoes e sentimentos vrios.

    A especificidade dos traos de caracterizao dos espaos insulares demarca-os de qualquer outra realidade geogrfica e este facto tendo vindo, ao longo do tempo, a despertar interesse na comunidade cientfica. Por um lado, porque evidencia preocupao com a identificao dos fatores que, por serem valorizados e apreciados a nvel mundial, podem ser qualificados de potenciais; por outro lado, com o objetivo de antever os principais aspetos que revelam a existncia de fragilidades de forma a que possam ser minimizadas e reguladas.

    Pelo enquadramento que as caracteriza, s pequenas ilhas tm sido atribudos fatores de vulnerabilidade, sendo que uns parecem ser causados internamente pelos modelos ancestrais que pautam as relaces scio-ambientais estabelecidas (prticas de recoleo, de captura de espcies sem preocupao com o risco de esgotabilidade, de desflorestao no planeada, de recolha de inertes, ...) enquanto que outros so promovidos a partir do exterior e sentidos in loco de forma agudizada. no contexto das fragilidades potenciadas a partir do exterior, que a bibliografia de referncia tem estudado e identificado com clareza, as alteraes climticas a nvel mundial enquanto fatores de risco para as ilhas.

    Os pequenos territrios insulares sentem de forma agravada os impactos das mudanas que se tm vindo a operar no clima em todo o Mundo. Por um lado, em resultado das

    1 O texto desenvolvido ser editado no documento final das Atas do evento.

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    caractersticas morfolgicas do espao insular, marcadas pela proximida