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Rafael 1510 Painting

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Text of Rafael 1510 Painting

Apresentao do PowerPoint

VerdadePlato(Contemplao Filosfica)A verdade mora no abstrato e existe mais claramente em nossas mentes do que no mundo natural. A contemplao filosfica ao invs da observao o nico caminho para a verdade.

CristianismoAristtelesEmpirismo analtico

Podemos aplicar os princpios fundamentais das provas matemticas para localizar a forma verdadeira das coisas naturais.Podemos entender pela observao sistemticda:A natureza ou essncia das coisas: o que .A natureza das causas: por que acontece.quadro

Raphael's 1510,Renaissance paintingVerdadePergunta da criana: de verdade ou de mentira?

Pergunta de Pilatos:

A verdade...o que a verdade?VerdadeA verdade existe na relao entre um objeto e o que se fala sobre ele.

Ex.:Histrias ao p da fogueira Discurso PrazerVerdade ? DiscursoObjetoO discurso cientifico s tem sentido em virtude de sua possibilidade de ser verdadeMundo da cinciasProposiesVerdadeirasFalsasNo existe mtodo para descobrir uma teoria, mas existem mtodos para testar se ela verdadeira ou falsaCarlos Drumond de Andrade: Procura da Poesia[...}Penetra surdamente no reino das palavras. [...]Chega mais perto e contempla as palavras.Cada umatem mil faces secretas sob a face neutrae te pergunta, sem interesse pela resposta,pobre ou terrvel, que lhe deres:Trouxeste a chave?Problemas que fascinam a filosofiaComo a iluso possvel?Como podemos Ver o que no ?Como a verdade possvel?Como podemos ver o que tal como ?

(lira paulistana)Mrio de Andrade, Lira Paulistana:Garoa do meu So PauloUm negro vem vindo, branco!S bem perto fica negro,Passa e torna a ficar branco.Meu So Paulo da garoa,- Londres das neblinas frias -Um pobre vem vindo, rico!S bem perto fica pobre,Passa e torna a ficar rico.IlusoQual a garoa que se interpe entre nosso pensamento e a realidade?Qual a garoa que se interpe entre nossos olhos e as coisas?

Cuidados da cincia: enunciados que sempre se confirmam (cachorro e apito)

Karll PoppeUma teoria no se justifica pelo processo pelo qual foi criada.

As teorias no so nunca empiricamente verificveis ( uma teoria no pode evocar que seja verdadeira)(Labirinto de Kubrik)

Aceitar-se- como credencial de qualquer teoria a sua capacidade de ser testada pela experincia.

Os nicos testes possveis so os que podem mostrar a falsidade de seus enunciados.Num primeiro momento, ficaria completamente cego, pois a fogueira na verdade a luz do sol e ele ficaria inteiramente ofuscado por ela. Depois, acostumando-se com a claridade, veria os homens que transportam as estatuetas e, prosseguindo no caminho, enxergaria as prprias coisas, descobrindo que, durante toda sua vida, no vira seno sombras de imagens (as sombras das estatuetas projetadas no fundo da caverna) e que somente agora est contemplando a prpria realidade. Libertado e conhecedor do mundo, o prisioneiro regressaria caverna, ficaria desnorteado pela escurido, contaria aos outros o que viu e tentaria libert-los. Que lhe aconteceria nesse retorno? Os demais prisioneiros zombariam dele, no acreditariam em suas palavras e, se no conseguissem silenci-lo com suas caoadas, tentariam faz-lo espancando-o e, se mesmo assim, ele teimasse em afirmar o que viu e os convidasse a sair da caverna, certamente acabariam por mat-lo. Mas, quem sabe, alguns poderiam ouvi-lo e, contra a vontade dos demais, tambm decidissem sair da caverna rumo realidade. O que a caverna? O mundo em que vivemos. Que so as sombras das estatuetas? As coisas materiais e sensoriais que percebemos. Quem o prisioneiro que se liberta e sai da caverna? O filsofo. O que a luz exterior do sol? A luz da verdade. O que o mundo exterior? O mundo das idias verdadeiras ou da verdadeira realidade. Qual o instrumento que liberta o filsofo e com o qual ele deseja libertar os outros prisioneiros? A dialtica. O que a viso do mundo real iluminado? A Filosofia.

Por que os prisioneiros zombam, espancam e matam o filsofo (Plato est se referindo condenao de Scrates morte pela assemblia ateniense)? Porque imaginam que o mundo sensvel o mundo real e o nico verdadeiro.

Jarbas Carvalho de Albuquerque

Criador ou cruatura?