Reação Popular 169

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Jornal Reação Popular

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  • SANTOS CAMPEO DA LIBERTADORESMeninos da Vila do show de bola no Pacaembu e ganham Amrica

    Festival esquenta inverno da Cidade

    Anunciadas as atraes para o Danado de bom 2011

    Cubato ganha CEU no Centro

    PG. 6

    PG. 6

    PG. 3

    PG. 8

    o jornal que fala a sua lnguar$: 0,20

    rPreao Popular

    Prefeita participa do centenrio da Assembleia de Deus

    Parceria recupera Ponte Preta

    Pg. 3 Pg. 5

    24 de junho de 2011 - Ano 3 - Edio 169

  • O Reao Popular uma publicao semanal da 2L Fbrica de Idias Comunicao Social Ltda.CNPJ - 09.142.963/0001-02Circula em toda a Regio Metropolitana da Baixada Santista.Endereo: Rua 13 de Maio, 429, sala 21, Vila Nova, Cubato.CEP: 11525-040Telefones: (13) 3324-0313/ 3372-7348E-mail:reacaopopular2@gmail.com

    Tiragem: 10 mil exemplaresEditora: Luciana Lane Valiengo - MTb 30.758/SPDepartamento Comercial: Paulo Ricardo Hourneaux de MendonaColaborao: Elisangela BezerraProjeto gr co: FebertiDiagramao: Luciana Lane VailengoTodos os artigos assinados so de responsabilidade de seus autores e no representam, necessariamente, a opinio do jornal.

    Expediente

    O Banco do Povo de Cuba-to ampliou seus servios iti-nerantes. Alm de atender em entidades de bairros e feiras--livres, manter, tambm, um planto semanal no Shopping da Comunidade, um espao de comrcio popular, na Avenida Nove de Abril, Centro. O aten-

    O filho ilustre de Cubato, o escritor Afonso Schmidt, com-pletaria aniversrio este ms. E todos os anos, em junho, a ci-dade realiza uma programao especial para celebrar sua vida e obra. A 36 Semana Afonso Schmidt acontece de 26 a 30 de junho, com uma srie de atra-es culturais voltadas m-sica, literatura e resgate da his-tria do municpio e do autor, nacionalmente reconhecido.

    Dia 26, s 9h, com o pro-jeto Roteiro Histrico, um

    24 de junho de 2011 - Ano 3 - Edio 169Servio2

    Cludio Soares de Azevedo, 62 anos, policial aposentado de Curitiba (PR) O que o governo vai fazer para cuidar de nossas fronteiras em relao ao trfico de drogas?

    Presidenta Dilma - Cludio, h duas semanas ns lanamos o Plano Estratgico de Fronteiras, juntamente com os Ministrios da Justia e da Defesa. um plano que j vinha sendo estudado h meses e permitir, pela primeira vez, uma atuao integrada das foras da Defesa Exrcito, Marinha e Aeronutica com os rgos de segurana ligados Justia departamentos de Polcia Federal, Polcia Rodoviria Federal, Secretaria Nacio-nal de Segurana Pblica e Fora Nacional de Segurana. Na prxima fase, vamos incorporar tambm os rgos de segu-rana dos 11 estados e de municpios das fronteiras, alm de operar em parceria com os dez pases vizinhos. O objetivo somar esforos para enfrentar de maneira efetiva o trfico de drogas e tambm outros crimes fronteirios, como o trfico de armas, os delitos ambientais e o contrabando. A integrao de esforos necessria, pois o Brasil tem quase 17 mil km de fronteiras. O plano tem dois eixos principais: a Operao Sentinela, coordenada pelo Ministrio da Justia, que tem foco em aes de inteligncia e de carter permanente; e a Operao gata, sob a coordenao da Defesa, que vai aumen-tar a presena das foras em pontos especficos das fronteiras. O acompanhamento e a coordenao das aes do plano so realizados a partir do Centro de Operaes Conjuntas (COC), instalado no Ministrio da Defesa, em Braslia.

    ServioCONVERSE COM A PRESIDENTAPor Dilma Vana Roussef f

    Perguntas para a seo Converse com a Presidenta podem ser enviados para o e-mail redacaorp@yahoo.br com nome completo, idade, profisso, bairro e cidade. Sero enviadas para a assessoria da presidenta os e-mails encaminhados at a prxima segunda-feira (20/6).

    Vagas disponveis no PAT em 17/06Ajudante de calamento ...............................6

    Analista fiscal pleno ......................................1

    Analista pleno de adm. de

    Vendas internacionais ...................................1

    Analista pleno de adm de vendas ...................1

    Analista pleno de negcios de TI .................1

    Analista pleno de negcios de TI Web ....................1

    Analista de suprimentos ...............................2

    Analista de tecnologia de informao.........1

    Armador ........................................................ 20

    Auxiliar de servios gerais ............................1

    Calceteiro .......................................................6

    Carpinteiro ......................................................5

    Cozinheiro .......................................................2

    Eletricista .................................................... 33

    Encanador ......................................................3

    Engenheiro agrnomo junior ........................1

    Engenheiro de produo ...............................2

    Engenheiro de segurana do trabalho ................1

    Engenheiro de produo ...............................8

    Especialista de risco .....................................1

    Especialista em relaes trabalhistas ...........1

    Especialista de precessos pleno .....................1

    Feitor de armao ..........................................3

    Gerente ............................................................1

    Laborista mecnico .......................................1

    Laborista qumico .........................................4

    Marteleiro .......................................................5

    Mecnico de autos.........................................1

    Mecnico de mquinas pesadas ..................2

    Mecnico diesel .......................................... 21

    Mecnico de manuteno ............................7

    Mdico do trabalho ........................................1

    Motorista bicaamba ....................................6

    Motorista carreteiro ................................... 10

    Motorista de caminho .............................. 10

    Motorista de nibus .................................... 10

    Operador de mquinas operatrizes ..............2

    Operador de ponte rolante ......................... 20

    Operador de p carregadeira ........................3

    Operador de utilidades - guas .....................7

    Operador de produo ................................ 52

    Operador de utilidades ..................................1

    Pedreiro ........................................................ 10

    Professor de jud ...........................................1

    Secretria .......................................................6

    Servente ....................................................... 10

    Soldador de manuteno ..............................1

    Superviso Manuteno ...............................1

    Supervisor de turno ........................................3

    Tec. de nutrio ..............................................2

    Tcnico de automao e controle ................1

    Tcnico contbil ............................................1

    Tcnico de Instrumentao ..........................5

    Tcnico de manuteno civil ........................1

    Tcnico materiais ...........................................2

    Funo Vagas Funo Vagas Funo Vagas

    Ainda menino, gozando dos prazeres que s o tempo proporciona a quem no tem compromisso com a vida, sa-amos, a p ou de bicicleta, da Vila Nova e de tantas outras partes da cidade, a vadiar pelas encostas da serra do mar, com destino a Piles e Itutinga, para nos refrescar dos escaldantes dias de ve-res, nas abundantes guas de seu rio - que insiste em no parar nunca - e roubar mexe-ricas no stio do seu Belmiro. No meio desse caminho, ha-via uma ponte, nossa primei-ra parada obrigatria. Era a Ponte Preta; a nos atravessar de uma margem a outra, ou convidativa a um mergulho nas guas que corriam sob sua imponente arquitetura.

    Essas reminiscncias me fazem pensar que o tempo

    cruel com tudo e com todos. Deparei-me com uma foto no jornal da velha Ponte Preta, praticamente destruda, sem qualquer pujana. Como tes-temunha de parte da histria dessa ponte, que, mais que s uma lembrana, passara a ser uma relao histrica entre eu e as geraes que tanto se ser-viram desse elo de ligao, me reporto aos gestores, sejam das esferas Estadual, Munici-pal ou Federal , que se mos-traram omissos por todo esse tempo, para que entendam que a histria no e no pode ser carroa abandonada e que se perdermos a nossa relao histrica com nossos monu-mentos, corremos o risco de perdermos a nossa identidade e sermos apenas um caminho ou uma fotografia na parede.No final, como di...

    O elo perdidoFinalmente, depois de

    dcadas de descaso, surge uma soluo para a Pon-te Preta. Por iniciativa da Prefeitura, uma parceria envolvendo a Administra-o Municipal, a Refinaria Presidente Bernardes (a Pe-trobras), a Usiminas e NM Engenharia ir reconstruir a velha e centenria ponte, principal elo de ligao en-tre gua Fria e Piles.

    A Prefeitura, com aux-lio de empresas, ir fazer aquilo que os verdadeiros donos da ponte a Sabesp e o governo do Estado no fizeram. Por dcadas, a ponte que j dera sus-tentao ao prograsso, ao sustentar os trilhos da velha locomotiva do Anilinas e os dutos da Sabesp - esteve

    abandonada at chegar ao ponto em que chegou, em vias de ruir completamen-te. Vai ser refeita, certo. Mas, pelo estado em que se encontra, dificilmente po-der ser restaurada. Com isso, perdemos um dos poucos monumentos his-tricos a no ser constru-do para ser monumento. Infelizmente, recuperamos a ligao entre dois bairros, mas perdemos o elo com a histria, pois a Ponte Preta liga muito mais que Piles gua Fria, liga Cubato ao seu passado, sua mem-ria. E, por descaso de seus proprietrios Sabesp e Estado -, estamos prestes a perder esse registro his-trico, um patrimnio que, mesmo de posse do Es