Referencial PAA

  • View
    224

  • Download
    1

Embed Size (px)

DESCRIPTION

construcao ref avaliacao PAA

Text of Referencial PAA

  • PAR Projeto de Avaliao em Rede

    Oficina de Formao 2011

    CFAE Matosinhos

    Construo de um referencial

    Avaliao do Plano Anual de Atividades

    Agrupamento de Escolas de Custoias

    Agrupamento de Escolas de S. Pedro de Pedroso

    Agrupamento de Escolas de Gueifes

    Matosinhos

    Janeiro 2012

  • PAR Projeto de Avaliao em Rede Oficina de Formao - 2011

    2

    ETAPA 1 - seleo e/ou construo dos referentes

    REFERENTES

    Externos:

    Administrao Central

    Decreto-Lei N 75/2008, de 22 de abril

    Artigo 9. Instrumentos de autonomia 1 O projeto educativo, o regulamento interno, os planos anual e plurianual de atividades e o oramento constituem instrumentos do exerccio da autonomia de todos os agrupamentos de escolas e escolas no agrupadas, sendo entendidos para os efeitos do presente decreto-lei como: c) Planos anual e plurianual de atividades os documentos de planeamento, que definem, em funo do projeto educativo, os objetivos, as formas de organizao e de programao das atividades e que procedem identificao dos recursos necessrios sua execuo; 2 So ainda instrumentos de autonomia dos agrupamentos de escolas e das escolas no agrupadas, para efeitos da respetiva prestao de contas, o relatrio anual de atividades, a conta de gerncia e o relatrio de autoavaliao, sendo entendidos para os efeitos do presente decreto-lei como: a) Relatrio anual de atividades o documento que relaciona as atividades efetivamente realizadas pelo agrupamento de escolas ou escola no agrupada e identifica os recursos utilizados nessa realizao;

    [...]

    Lei 39/2010, de 2 de setembro

    Artigo 5. [...] 1 Os professores, enquanto principais responsveis pela conduo do processo de ensino e aprendizagem, devem promover medidas de carter pedaggico que estimulem o harmonioso desenvolvimento da educao, em ambiente de ordem e disciplina, nas atividades na sala de aula e nas demais atividades da escola. Artigo 9. [...] O regulamento interno, para alm dos seus efeitos prprios, deve proporcionar a assuno, por todos os que integram a vida da escola, de regras de convivncia que assegurem o cumprimento dos objetivos do projeto educativo, a harmonia das relaes interpessoais e a integrao social, o pleno desenvolvimento fsico, intelectual e cvico dos alunos, a preservao da segurana destes e do patrimnio da escola e dos restantes membros da comunidade educativa, assim como a realizao profissional e pessoal dos docentes e no docentes. [...] Artigo 13. [...] O aluno tem direito a: c) Usufruir do ambiente e do projeto educativo que proporcionem as condies para o seu pleno desenvolvimento fsico, intelectual, moral, cultural e cvico, para a formao da sua personalidade; f) Usufruir de um horrio escolar adequado ao ano frequentado, bem como de uma planificao equilibrada das atividades curriculares e extracurriculares, nomeadamente as que contribuem para o desenvolvimento da comunidade;

  • PAR Projeto de Avaliao em Rede Oficina de Formao - 2011

    3

    Dec. Lei n 6/2001 de 18 de janeiro

    O diploma consagra a educao para a cidadania, o domnio da lngua portuguesa e a valorizao da dimenso humana do trabalho, bem como a utilizao das tecnologias de informao e comunicao como formaes transdisciplinares, no mbito do ensino bsico, abordando de forma integrada a diversificao das ofertas educativas, tomando em considerao as necessidades dos alunos, definindo um quadro flexvel para o desenvolvimento de atividades de enriquecimento do currculo.

    Internos:

    A. Projeto Educativo do Agrupamento de Escolas S. Pedro de Pedroso

    Princpios

    3.7. Atividades de Enriquecimento Curricular

    a) As designadas atividades de enriquecimento curricular (AEC) regem-se pelo despacho n. 14 460/2008, de 26 de Maio e

    devem constar do plano anual de atividades do agrupamento;

    Ponto 7. Propostas de interveno/Plano de ao

    Face problemtica identificada privilegiamos as aes que a seguir enumeraremos, as quais sero devidamente

    operacionalizadas e calendarizados os seus timings no plano de atividades do agrupamento.

    No que respeita ao domnio das aprendizagens/ competncias dos alunos propomos:

    -Incentivar o gosto pela leitura;

    -Dinamizar as bibliotecas escolares;

    -Dinamizar o jornal escolar;

    -Envolver os pais em processos de dinamizao da leitura;

    -Promover a autonomia dos alunos;

    -Valorizar a criatividade e iniciativa da comunidade escolar;

    -Promover a prtica do desporto como valor para a sade mental e fsica;

    - Promover e rentabilizar a utilizao das tecnologias informao e comunicao;

    -Dinamizar as assembleias de turma no sentido de definir regras de funcionamento na sala de aula e no espao escolar, em

    conjunto com os alunos;

    - Dinamizar/promover atividades no mbito do PES.

    12. Avaliao do Projeto Educativo

    *+ a avaliao do PE deve, em nosso entender, contemplar duas vertentes: a do desenvolvimento do projeto e a dos resultados

    atingidos.

    A avaliao do processo ser acompanhada pela equipa de autoavaliao. Este grupo reunir, pelo menos, uma vez por ano para

    avaliar o grau de cumprimento do PE e elaborar um relatrio final onde emitir as recomendaes entendidas como necessrias.

    Este relatrio dever focar, entre outros:

    a concretizao das atividades previstas no plano de atividades ;

  • PAR Projeto de Avaliao em Rede Oficina de Formao - 2011

    4

    B. Projeto Curricular do Agrupamento do Agrupamento de Escolas S. Pedro de Pedroso

    Projetos e Atividades de Enriquecimento Curricular

    A escola entende que, de modo abrangente constituem projetos todos os conjuntos de atividades coordenadas dirigidas com

    objetivos particulares que extravasam os simples contedos e prticas disciplinares, constituindo-se em sistemas de prticas, de

    preferncia inter e transdisciplinares que, indo ao encontro dos alunos e das especificidades da escola e do meio, maior

    identidade conferem ao nosso projeto curricular.

    (.)

    Entendem-se ainda algumas consideraes sobre a conceo e desenvolvimento das outras atividades complementares da

    aprendizagem

    a) Visitas de estudo - a sua organizao essencialmente da iniciativa dos conselhos de turma e conselhos de docentes,

    os quais devem ajuizar da sua vantagem, tomando em linha de conta: o seu interesse pedaggico, a racionalizao do uso de

    recursos e o seu nmero ao longo do ano. Cabe ainda aos conselhos de turma/ conselhos de docentes a sua cuidadosa

    planificao e execuo, bem como o recorte claro das incidncias nos contedos da aprendizagem e a sua indispensvel

    avaliao.

    b) Eventos peridicos ou ocasionais no calendrio escolar- a escola vem alicerando a sua prpria identidade tambm

    pela regularidade das suas organizaes e da forma como as desenvolve. So claro exemplo desse facto: A feira anual de

    produtos, a organizao da minimaratona pela poca de Natal, alguns acontecimentos desportivos, campanhas de

    solidariedade, homenagem a alunos que integrem o quadro de valor e excelncia, seminrios destinados a encarregados de

    educao e a festa de finalistas de 9 ano, entre outros. Assume-se como particularmente relevante na inteno destes eventos

    a dinamizao da relao entre a escola e o meio, bem como a evocao das razes locais e nacionais, a expanso do esprito de

    solidariedade e de convivncia.

    c) Assistncia e participao em atividades de carter essencialmente cultural visando colmatar as carncias neste

    campo, que j descrevemos no projeto estas atividades compreendem as que so realizadas por alunos e dirigidas a alunos ou

    encarregados de educao, as que envolvem a deslocao de pessoas escola (escritores e artesos por exemplo) e ainda a

    assistncia de alunos a espetculos no exterior, cuja qualidade formativa seja aceite.

    C. Regulamento Interno do Agrupamento de Escolas S. Pedro de Pedroso

    CAPITULO II- ORGANIZAO PEDAGGICA E ADMINISTRATIVA

    SECO I CONSELHO GERAL

    Artigo 6 Competncias

    Ao conselho geral compete:

    *+

    e) Aprovar os planos anual e plurianual de atividades;

    f) Apreciar os relatrios peridicos e aprovar o relatrio final de execuo do P.A.A.

    p) Definir os critrios para a participao da escola em atividades pedaggicas, cientficas, culturais e desportivas.

    *+

    SECO II DIRETOR

  • PAR Projeto de Avaliao em Rede Oficina de Formao - 2011

    5

    Artigo 10 Competncias

    2 Ouvido o conselho pedaggico, compete tambm ao diretor:

    a) Elaborar e submeter aprovao do conselho geral:

    *+

    ii) Os planos anual e plurianual de atividades;

    iii) O relatrio anual de atividades;

    SECO III CONSELHO PEDAGGICO

    Artigo 18 Competncias

    Sem prejuzo das competncias que lhe sejam cometidas por lei, ao conselho pedaggico compete:

    b) Apresentar propostas para a elaborao do regulamento interno e dos planos anual e plurianual de atividades e emitir

    parecer sobre os respetivos projetos; j) Promover e apoiar iniciativas de natureza formativa e cultural;

    SECO IV COORDENAO DE ESCOLA DE 1CICLO OU DE ESTABELECIMENTO DE EDUCAO PR-ESCOLAR

    Artigo 21 Competncias

    Compete ao coordenador de escola ou estabelecimento de educao pr-escolar:

    a) Coordenar as atividades educativas, em articulao com o diretor;

    d) Promover e incentivar a participao dos pais e encarregados de educao, dos interesses locais e da aut