REGIMENTO INTERNO INSS

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1REGIMENTO INTERNO DO INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL INSSPORTARIA MPS N 296, DE 09 DE NOVEMBRO DE 2009 - DOU DE 10/11/2009 O MINISTRO DE ESTADO DA PREVIDNCIA SOCIAL, no uso de suas atribuies e ao amparo do disposto no art. 5 do Decreto n 6.934, de 11 de agosto de 2009, resolve: Art. 1 Aprovar o Regimento Interno do Instituto Nacional do Seguro Social - INSS, na forma do Anexo desta Portaria. Art. 2 Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicao. Art. 3 Revoga-se a Portaria MPS n 26, de 19 de janeiro de 2007, publicada no DOU, de 21 de janeiro de 2007.JOS BARROSO PIMENTEL Este texto no substitui o publicado no DOU de 10/11/2009 - seo 1 - pg 61 a 76

ANEXO REGIMENTO INTERNO DO INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL INSS CAPTULO I DA NATUREZA, SEDE E COMPETNCIA Art. 1 O Instituto Nacional do Seguro Social - INSS, Autarquia Federal, com sede em Braslia Distrito Federal, vinculada ao Ministrio da Previdncia Social, instituda com fundamento no disposto no art. 17 da Lei n 8.029, de 12 de abril de 1990, tem por finalidade promover o reconhecimento, pela Previdncia Social, de direito ao recebimento de benefcios por ela administrados, assegurando agilidade, comodidade aos seus usurios e ampliao do controle social. CAPTULO II DA ESTRUTURA ORGANIZACIONAL Art. 2 O INSS tem a seguinte estrutura organizacional: I - rgos de assistncia direta e imediata ao Presidente: a) Gabinete; b) Assessoria de Comunicao Institucional; c) Coordenao-Geral de Planejamento e Gesto Estratgica; e d) Coordenao-Geral de Tecnologia da Informao; II - rgos seccionais: a) Auditoria-Geral; b) Procuradoria Federal Especializada; c) Diretoria de Oramento, Finanas e Logstica; d) Diretoria de Recursos Humanos; e e) Corregedoria-Geral; III - rgos especficos singulares: a) Diretoria de Benefcios; b) Diretoria de Sade do Trabalhador; e c) Diretoria de Atendimento; IV - unidades e rgos descentralizados: a) Superintendncias Regionais; b) Gerncias-Executivas; c) Agncias da Previdncia Social; d) Procuradorias-Regionais; e) Procuradorias-Seccionais; f) Auditorias-Regionais; e g) Corregedorias-Regionais. 1 Fazem parte da Administrao Central os rgos constantes dos incisos I, II e III. 2 A estrutura organizacional do INSS, para atender s suas finalidades legais, observa os seguintes princpios: a) ampliao da proteo social e melhoria contnua dos servios prestados aos cidados usurios; b) reconhecimento automtico de direitos; c) contratualizao da gesto; d) promoo do fortalecimento e integrao gerencial do nvel estratgico da organizao;

2e) transparncia nas decises estratgicas; f) descentralizao decisria com foco em resultados; g) maior autonomia s instncias tcnicas dos rgos e unidades descentralizadas, com o provimento dos recursos necessrios; h) gesto por processos, com caractersticas empreendedoras; e i) profissionalizao de todos os nveis da organizao. CAPTULO III DA DIREO E NOMEAO Art. 3 O INSS dirigido por um Presidente e cinco Diretores, nomeados na forma da legislao. 1 As deliberaes do Presidente tero a forma de resolues, instrues normativas e outros atos administrativos. 2 Resoluo do Presidente disciplinar a forma e a expedio dos atos de que trata o 1 deste artigo. Art. 4 As nomeaes para os cargos em comisso, para as funes comissionadas e para as funes gratificadas, integrantes da estrutura regimental do INSS, sero efetuadas em conformidade com a legislao. 1 A nomeao do Procurador-Chefe ser precedida da anuncia do Advogado-Geral da Unio. 2 A nomeao do Auditor-Geral e do Corregedor-Geral ser precedida da anuncia do MinistroChefe da Controladoria-Geral da Unio. 3 O Chefe de Gabinete, os Coordenadores-Gerais, os Assessores e os Superintendentes Regionais sero nomeados por indicao do Presidente. 4 Os Gerentes-Executivos sero escolhidos, exclusivamente, em lista quntupla composta a partir de processo de seleo interna, que priorize o mrito profissional, na forma e condies definidas em portaria ministerial, promovido mediante adeso espontnea dos servidores ocupantes de cargos efetivos pertencentes ao quadro de pessoal do INSS. 5 Os cargos em comisso, as funes comissionadas e as funes gratificadas integrantes das Superintendncias Regionais, das Gerncias-Executivas e das Agncias da Previdncia Social, fixas e mveis, sero providos, exclusivamente, por servidores ocupantes de cargos efetivos pertencentes ao quadro de pessoal do INSS ou do Ministrio da Previdncia Social. 6 Os cargos em comisso e as funes gratificadas, de natureza jurdica, no mbito da Procuradoria Federal Especializada, sero providos por membros da Procuradoria-Geral Federal e, excepcionalmente, da Advocacia-Geral da Unio, na forma do caput, ouvido o Procurador-Chefe. 7 Os demais cargos em comisso e funes gratificadas, no mbito da Procuradoria Federal Especializada, sero providos por servidores pblicos ocupantes de cargos efetivos, nomeados pelo Presidente, ouvido o Procurador-Chefe. 8 Os cargos em comisso e as funes gratificadas das Diretorias de Oramento, Finanas e Logstica; Recursos Humanos; Benefcios; Sade do Trabalhador; Atendimento; Auditoria-Geral e da Corregedoria-Geral sero nomeados pelo Presidente, por indicao dos respectivos Diretores, AuditorGeral e Corregedor-Geral. 9 Os Auditores-Regionais e os Corregedores-Regionais sero nomeados pelo Presidente, por indicao do Auditor-Geral e do Corregedor-Geral, respectivamente. 10. Os demais cargos em comisso, as funes comissionadas e as funes gratificadas sero nomeados pelo Presidente. Art. 5 Nos afastamentos e impedimentos regulamentares sero substitudos por indicao de seus titulares: I - o Presidente, por Diretor, designado pelo Ministro de Estado da Previdncia Social; II - os Diretores, por Coordenador-Geral da respectiva Diretoria, designado pelo Presidente; III - o Procurador-Chefe, pelo Subprocurador-Chefe, e, na ausncia deste, por um CoordenadorGeral da Procuradoria Federal Especializada, indicado pelo Procurador-Chefe e designado pelo Presidente; IV - o Auditor-Geral, por um Coordenador-Geral da Auditoria- Geral, designado pelo Presidente; V - o Corregedor-Geral, por um dos Gerentes da Corregedoria- Geral, designado pelo Presidente; VI - os Coordenadores-Gerais, por Coordenador e, na inexistncia deste, por Chefe de Diviso de sua Coordenao-Geral, designado pelo Presidente; VII - o Chefe de Gabinete e o Chefe da Assessoria da Comunicao Institucional, por servidor lotado naquela unidade administrativa, designado pelo Presidente; VIII - os Superintendentes Regionais, por um Gerente-Executivo vinculado Superintendncia Regional ou Chefe de Diviso da Superintendncia Regional, designado pelo Presidente; e

3IX - os Gerentes-Executivos, por um Chefe de Diviso ou Servio da Gerncia-Executiva, ou Gerente de Agncia da sua circunscrio e, na impossibilidade desses, por Chefe de Seo da GernciaExecutiva, designado pelo Presidente. Pargrafo nico. Os demais ocupantes de cargos em comisso e de funes gratificadas, previstos neste Regimento, sero substitudos por titular da mesma unidade administrativa, de cargo em comisso ou funo gratificada de nvel hierrquico imediatamente subordinado ou, em caso de inexistncia, por servidor designado por ato da autoridade que possui competncia para nomeao ou designao do substitudo. CAPTULO IV DAS ATRIBUIES DOS DIRIGENTES Seo I Do Presidente Art. 6 Ao Presidente incumbe: I - exercer a direo superior e o comando hierrquico no mbito do INSS; II - representar o INSS; III - exercer o poder disciplinar nos termos da legislao; IV - coordenar a comunicao institucional no mbito do INSS; V - encaminhar ao Ministrio da Previdncia Social propostas de instrumentos legais, documentos e relatrios que devam ser submetidos ao Conselho Nacional de Previdncia Social - CNPS; VI - elaborar e divulgar relatrios semestrais sobre as atividades do INSS, remetendo-os ao CNPS e ao Ministro de Estado da Previdncia Social, sem prejuzo do encaminhamento de outros relatrios e informaes quando por este solicitado; VII - encaminhar ao Ministro de Estado da Previdncia Social lista quntupla para nomeao de Gerentes-Executivos, escolhidos nos termos do 4 do art. 4; VIII - encaminhar ao Ministro de Estado da Previdncia Social propostas de: a) criao, extino, alterao da localizao e instalao de novas Superintendncias Regionais, Gerncias-Executivas, Auditorias- Regionais, Corregedorias-Regionais, Procuradorias-Regionais e Procuradorias-Seccionais; b) alterao do Regimento Interno do INSS; e c) planos, programas e metas de inovao tecnolgica em processos e sistemas utilizados pelo INSS; IX - encaminhar ao Procurador-Geral Federal e ao Advogado-Geral da Unio solicitao de correio ou apurao de falta funcional de que trata o inciso VI do art. 38; X - enviar a prestao de contas ao Ministrio da Previdncia Social, para fins de encaminhamento ao Tribunal de Contas da Unio; XI - celebrar e rescindir contratos, convnios, acordos e ajustes, bem assim ordenar despesas; e XII - decidir sobre: a) Plano Anual de Ao e proposta oramentria anual; b) alienao e aquisio de bens imveis, em conjunto com o Diretor de Oramento, Finanas e Logstica; c) contratao de auditorias externas para analisar e emitir parecer sobre demonstrativos econmico-financeiros e contbeis, bem como sobre pagamento de benefcios, submetendo os resultados obtidos apreciao do Ministro de Estado da Previdncia Social e do CNPS, nos termos da legislao; d) localizao, alterao e instalao das Agncias de Previdncia Social, fixas e mveis; e e) a criao de comisses de tica no mbito do INSS. Seo II Dos Demais Dirigentes Art. 7 Aos Diretores, ao Procurador-Chefe, ao Chefe de Gabinete, ao Chefe da Assessoria de Comunicao Institucional, ao Auditor-Geral, ao Corregedor-Geral, ao Subprocurador-Chefe, aos Coordenadores-Gerais, aos Superintendentes Regionais, aos Gerentes Executivos, aos AuditoresRegionais, aos Corregedores-Regionais, aos Procuradores-Regionais, aos Procuradores-Seccionais, aos Gerentes de Agncia da Previdncia Social incumbe planejar, dirigir, coordenar, orientar, acompanhar e avaliar a execuo das atividades afetas s respectivas unidades. Art. 8 Aos Diretores, ao Procurador-Chefe, ao Auditor-Geral, ao Corregedor-Geral, ao Subprocurador-Chefe, aos Coordenadores- Gerais, aos Superintendentes Regionais, aos GerentesExecutivos, aos Procuradores-Regionais, aos Procuradores-Seccionais, aos Auditores-Regionais, aos Corregedores-Regionais e aos Gerentes de Agncia da Previdncia Social incumbe ordenar despesas, autorizar pagamentos e aprovar projeto bsico, plano de trabalho e termo de referncia, no mbito de sua rea de atuao.

4Art. 9 Aos Diretores, ao Procurador-Chefe, ao Auditor-Geral, aos Superintendentes Regionais e aos Gerentes-Executivos incumbe firmar e rescindir contratos, convnios, ajustes, acordos ou instrumentos congneres, na sua rea de atuao. Art. 10. Ao Diretor de Oramento, Finanas e Logstica em conjunto com o Coordenador-Geral de Oramento, Finanas e Contabilidade, aos Superintendentes Regionais em conjunto com os Chefes dos Servios de Oramento, Finanas e Contabilidade e aos Gerentes- Executivos em conjunto com os Chefes das Sees de Oramento, Finanas e Contabilidade, incumbe promover o credenciamento dos ordenadores de despesas e dos gestores financeiros, no mbito de sua circunscrio. Art. 11. Ao Coordenador-Geral de Oramento, Finanas e Contabilidade incumbe promover o provisionamento, o pagamento e o ressarcimento de benefcios administrados pelo INSS, junto aos agentes pagadores de benefcios. Art. 12. Ao Coordenador-Geral de Oramento, Finanas e Contabilidade, ao Coordenador-Geral de Licitaes e Contratos, aos Superintendentes Regionais e aos Gerentes-Executivos incumbe representar o INSS perante a Secretaria da Receita Federal do Brasil, a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional e a Caixa Econmica Federal, para a prtica dos atos necessrios obteno de certides relativas ao pagamento de tributos e contribuies federais, inclusive do Fundo de Garantia do Tempo de Servio, bem como para a retificao de documentos de arrecadao de receitas federais. CAPTULO V DA COMPETNCIA DOS RGOS Seo I Dos rgos de Assistncia Direta e Imediata ao Presidente Art. 13. Ao Gabinete compete: I - assistir o Presidente do INSS em sua representao poltica e social e ocupar-se da comunicao social e do preparo e despacho do seu expediente administrativo; II - providenciar a publicao oficial das matrias relacionadas com a rea de atuao do Presidente; III - coordenar o planejamento e a elaborao da pauta de despachos e audincias do Presidente; IV - providenciar o atendimento a requerimentos e consultas oriundos do Congresso Nacional e encaminhados pelo Ministrio da Previdncia Social; V - coordenar e acompanhar o fluxo de entrada e sada dos documentos institucionais de responsabilidade do Presidente; e VI - exercer outras funes que lhe forem atribudas pelo Presidente. Art. 14. Coordenao de Normas, Acordos e Convnios compete: I - coordenar, orientar, assistir, avaliar e supervisionar os rgos e unidades do INSS nas aes de elaborao de normas, procedimentos, acordos, convnios, ajustes ou instrumentos congneres, em especial os que forem assinados pelo Presidente; II - propor e institucionalizar instrumentos normativos de orientao de procedimentos, de forma a garantir a padronizao e uniformizao na elaborao de normas, acordos, convnios e demais atos administrativos no mbito do INSS; III - propor poltica de gesto documental, com nfase no gerenciamento e controle eletrnico dos documentos; IV - promover a interlocuo, em articulao com as reas tcnicas competentes, com rgos, organismos internacionais e demais entidades com as quais o INSS mantm acordos, convnios, ajustes ou instrumentos congneres; V - controlar os prazos de vigncia dos atos administrativos assinados pelo Presidente; VI - articular-se com a Assessoria de Comunicao Institucional para a divulgao dos atos administrativos; e VII - elaborar projetos relacionados ao aperfeioamento das atividades da rea. Art. 15. Diviso de Suporte Presidncia compete: I - executar as atividades de apoio administrativo ao Gabinete; e II - orientar, coordenar e supervisionar as atividades dos Servios de Apoio, de Divulgao e Publicao, e de Gerenciamento de Convocao. Art. 16. Ao Servio de Gerenciamento de Convocao compete: I - gerenciar a emisso de passagens areas para servidores e colaboradores eventuais, nos deslocamentos em objeto de servio, inclusive para servidores removidos e seus dependentes; II - prestar suporte tcnico aos usurios do sistema informatizado, para cadastramento de convocaes e propostas de viagens dos servidores e colaboradores eventuais do INSS; e III - executar as convocaes e propostas de viagens da Presidncia e dos rgos de assistncia direta e imediata ao Presidente.

5Art. 17. Ao Servio de Apoio compete: I - controlar o trmite de documentos dos rgos de assistncia direta e imediata ao Presidente e supervisionar o cumprimento dos prazos estabelecidos; II - gerenciar o acervo documental dos rgos de assistncia direta e imediata ao Presidente; III - requisitar reparos em material permanente e instalaes; e IV - gerenciar o suprimento de materiais permanentes e de consumo e executar servios reprogrficos aos rgos de assistncia direta e imediata ao Presidente. Art. 18. Ao Servio de Divulgao e Publicao compete gerenciar a divulgao em Boletim de Servio - BS, e a publicao em veculos oficiais, de matrias do INSS, em mbito nacional. Art. 19. Assessoria de Comunicao Institucional compete assessorar o Presidente na coordenao da comunicao gerencial e normativo-operacional, no mbito do INSS. Art. 20. Coordenao-Geral de Planejamento e Gesto Estratgica compete: I - assessorar o Presidente na elaborao e no acompanhamento dos programas do Plano Plurianual - PPA, e do Planejamento Estratgico do INSS; II - propor diretrizes metodolgicas para elaborao, acompanhamento e avaliao do Plano Anual de Ao do INSS, em articulao com o Gabinete, Diretorias e outras unidades administrativas; III - coordenar a integrao das aes constantes do PPA, do Planejamento Estratgico e do Plano Anual de Ao; IV - coordenar e supervisionar as atividades relacionadas a estudos scio-econmicos, adequao da estrutura regimental e desenvolvimento organizacional; V - manter intercmbio com rgos governamentais ou privados que desenvolvam atividades congneres, visando cooperao tcnica; VI - coordenar a sistematizao dos indicadores de gesto propostos pelas reas do INSS, bem como propor o aperfeioamento dos indicadores relacionados com sua rea de atuao; VII - supervisionar os projetos em execuo no mbito do INSS, buscando seu alinhamento com as diretrizes estratgicas; VIII - acompanhar o desempenho dos rgos e unidades do INSS, bem como elaborar relatrios de avaliao de resultados; IX - propor ao Presidente o relatrio semestral sobre as atividades do INSS de que trata o art. 6, VI; e X - coordenar a elaborao do relatrio de prestao de contas anual. Art. 21. Diviso da Ao de Planejamento compete: I - supervisionar e avaliar a execuo das aes constantes do Planejamento Estratgico e do Plano Anual de Ao; II - gerenciar os sistemas que subsidiam a elaborao, a superviso e a avaliao do Planejamento Estratgico e do Plano Anual de Ao; III - propor ferramentas gerenciais de suporte s aes de planejamento; IV - desenvolver estudos visando o aprimoramento dos planos, programas e metas, em conjunto com as reas do INSS; e V - gerenciar a atualizao das informaes de desempenho dos programas e aes do PPA. Art. 22. Diviso de Apoio Gesto Estratgica compete: I - desenvolver estudos sobre a estruturao e a localizao de unidades administrativas at o nvel de Gerncia-Executiva; II - elaborar, em articulao com o Gabinete, Diretorias e outras unidades administrativas, proposta de adequao da estrutura regimental; III - sistematizar os indicadores propostos pelas reas do INSS; IV - consolidar a elaborao do relatrio anual de prestao de contas; e V - elaborar relatrios peridicos de desempenho e acompanhamento da gesto. Art. 23. Coordenao-Geral de Tecnologia da Informao compete: I - gerenciar planos, programas e aes relativos tecnologia da informao, no mbito do INSS, em articulao com o Ministrio da Previdncia Social e com a Empresa de Tecnologia e Informaes da Previdncia Social - Dataprev, de acordo com as diretrizes de modernizao da Previdncia Social; e II - coordenar as atividades de prospeco de Tecnologias da Informao e Comunicaes - TIC, e seleo de produtos tecnolgicos de mercado para atendimento das necessidades do INSS. Art. 24. Coordenao de Planejamento em Tecnologia da Informao compete: I - elaborar planos de modernizao relacionados tecnologia da informao; II - avaliar a execuo de planos e projetos de modernizao relacionados tecnologia da informao; e

6III - coordenar: a) a implantao de planos de melhoria da gesto tecnolgica; b) os processos de aquisio e desenvolvimento de solues tecnolgicas; c) as aes de segurana da informao; e d) a realizao e o suporte tecnolgico de videoconferncias. Art. 25. Ao Servio de Controle de Demandas em Tecnologia da Informao compete: I - identificar e organizar o portflio de demandas de aes e projetos envolvendo TIC; II - supervisionar e avaliar a execuo de aes e projetos demandados pelos usurios de sistemas

e TIC;

III - articular junto s reas demandantes a definio de priorizao de desenvolvimento de sistemas; IV - acompanhar e realizar a gesto do contrato entre o INSS e a Dataprev; e V - elaborar relatrios de gesto do atendimento aos usurios de TIC no INSS. Art. 26. Ao Servio de Modelagem de Soluo em Tecnologia da Informao compete: I - identificar, analisar, avaliar, propor e planejar solues tecnolgicas para automao de processos operacionais e gerenciais; II - pesquisar, elaborar, analisar, avaliar e propor arquiteturas de softwares e modelos e arquiteturas tcnicas de sistemas de informaes para atendimento das demandas; III - supervisionar e avaliar os projetos de desenvolvimento e manuteno de sistemas de informaes; e IV - supervisionar e avaliar as aes e projetos de implantao da Metodologia de Desenvolvimento de Sistemas - MDS, da Previdncia Social. Art. 27. Ao Servio de Controle de Recursos Tecnolgicos compete: I - elaborar estudos e pesquisas, de acordo com as metodologias e melhores prticas de gesto para prospeco, planejamento e elaborao de propostas de critrios para a instalao e acompanhamento de ativos de rede lgica; e II - propor solues, bem como avaliar e acompanhar a execuo das medidas propostas pela Dataprev, relacionadas segurana da informao. Art. 28. Ao Servio de Prospeco de Solues em Tecnologia da Informao compete: I - realizar estudos, pesquisas, prospeco, avaliao e seleo de produtos tecnolgicos; II - elaborar e propor diretrizes, metodologias, normas, padres e melhores prticas de gesto; e III - estabelecer, em conjunto com as reas de negcio, diretrizes, planos e projetos de modernizao e expanso da capacidade tecnolgica do INSS. Seo II Dos rgos Seccionais Art. 29. Auditoria-Geral compete: I - planejar, acompanhar e controlar o desenvolvimento de auditorias preventivas e corretivas, identificando e avaliando riscos, recomendando aes preventivas e corretivas aos rgos e unidades descentralizadas, em consonncia com o modelo de gesto por resultados; II - subsidiar o Presidente e os Diretores com informaes sobre as auditorias e seus resultados, para o aperfeioamento de procedimentos de auditoria e de gesto do INSS; III - subsidiar a Diretoria de Atendimento na proposio de padres, sistemas e mtodos de avaliao e acompanhamento da qualidade e produtividade das atividades do INSS, bem assim nas aes voltadas para a modernizao administrativa institucional; IV - propor ao Presidente, em articulao com a Coordenao- Geral de Tecnologia da Informao, planos, programas e metas de inovao tecnolgica em processos e sistemas utilizados pelo INSS; V - avaliar os controles internos da gesto quanto sua eficcia, eficincia, efetividade e economicidade, resguardando os interesses do INSS; VI - encaminhar Corregedoria-Geral solicitao de apurao de responsabilidade, quando em sua atividade se evidenciar irregularidade passvel de exame sob o aspecto disciplinar, indicando com clareza o fato irregular; VII - obter junto a fontes externas informaes para confirmar a fidedignidade das evidncias obtidas internamente; VIII - acompanhar e avaliar a eficcia das atividades conduzidas no INSS, para o planejamento, execuo e aperfeioamento de operaes integradas com outros rgos da Administrao Pblica, assim como propor medidas corretivas; IX - acompanhar a execuo do Plano de Ao do INSS e solicitar aes efetivas das reas para o seu devido cumprimento;

7X - analisar e encaminhar, ao Presidente, demonstrativos e relatrios de prestao de contas do INSS; XI - encaminhar ao Presidente proposta de estruturao e localizao das Auditorias-Regionais; XII - produzir conhecimentos sobre vulnerabilidades e atos ilcitos relativos rea de atuao do INSS, mediante a utilizao de tcnicas de pesquisas e anlises; XIII - propor ao Presidente o Planejamento Anual de Atividade de Auditoria Interna e promover sua execuo. Art. 30. Diviso de Auditoria em Sistemas e Projetos compete: I - assessorar o Auditor-Geral em assuntos pertinentes segurana em tecnologia da informao; II - assessorar as Coordenaes-Gerais de Auditoria, com informaes de tecnologia da informao que possam auxiliar no planejamento de aes de auditoria, em articulao com a Coordenao-Geral de Tecnologia da Informao; III - assessorar tecnicamente as Coordenaes-Gerais de Auditoria em Benefcios e de Auditoria em Gesto Interna na execuo das aes de auditoria que envolvam sistemas informatizados e projetos de tecnologia da informao, a fim de garantir a integridade, confidencialidade e disponibilidade das informaes previdencirias; IV - executar auditorias preventivas e corretivas, avaliar os riscos e recomendar aes preventivas e corretivas nos sistemas corporativos em desenvolvimento e produo, assim como em projetos, em consonncia com o modelo de gesto por resultados e de aprimoramento continuado da qualidade dos servios; V - avaliar e supervisionar o cumprimento das recomendaes decorrentes das aes de auditoria em sistemas e projetos; e VI - propor ao Auditor-Geral o encaminhamento Corregedoria- Geral de solicitao de apurao de responsabilidade, quando em sua atividade se evidenciar irregularidade passvel de exame sob o aspecto disciplinar. Art. 31. Coordenao de Planejamento e Avaliao compete: I - assessorar o Auditor-Geral: a) na elaborao e acompanhamento do Planejamento Anual de Atividade de Auditoria Interna; b) no planejamento de aes que propiciem a consecuo dos propsitos inerentes s diretrizes e metas institucionais da Auditoria- Geral; e c) no desenvolvimento de metodologias e instrumentos de acompanhamento e avaliao das polticas, programas, projetos e demais atividades de auditoria; II - promover a gesto do conhecimento, a interlocuo de polticas e a cooperao tcnica em gesto pblica com rgos, entidades, poderes e esferas federativas; III - planejar e coordenar aes relativas obteno e anlise de dados destinados a prevenir, coibir, inibir e reprimir os atos ilcitos relativos rea de atuao do INSS; IV - planejar, de acordo com as diretrizes emanadas pelo Auditor-Geral e pelas CoordenaesGerais de Auditoria em Benefcios e de Auditoria em Gesto Interna, as aes de prestao de informaes relativas s demandas e recomendaes dos rgos de controle externo; e V - coordenar a normatizao e a uniformizao dos procedimentos no mbito da Auditoria-Geral. Art. 32. Diviso de Controle e Padronizao de Procedimentos compete: I - orientar a uniformizao de procedimentos na aplicao da legislao nas aes do mbito de sua Diviso; II - elaborar, propor e manter a documentao dos atos normativos; e III - supervisionar, de acordo com as diretrizes emanadas pela Coordenao de Planejamento e Avaliao, as aes de prestao de informaes relativas s demandas e recomendaes dos rgos de controle externo. Art. 33. Ao Servio de Atendimento aos rgos de Controle Externo, de acordo com as diretrizes emanadas pelo Auditor-Geral e pelas Coordenaes-Gerais de Auditoria em Benefcios e de Auditoria em Gesto Interna e pela Coordenao de Planejamento e Avaliao, compete distribuir, supervisionar e prestar informaes relativas s demandas e recomendaes dos rgos de controle externo. Art. 34. Ao Servio de Assuntos Estratgicos compete: I - avaliar os dados solicitados aos rgos internos e externos, para efeito de produo de informaes gerenciais e estratgicas; e II - gerenciar as demandas de prospeco de dados, assim como sua execuo, durante a realizao de aes de auditorias ordinrias e extraordinrias. Art. 35. s Coordenaes-Gerais de Auditoria em Benefcios e de Auditoria em Gesto Interna compete, observadas suas reas de atuao:

8I - gerenciar as aes de auditorias preventivas e corretivas executadas pelas Auditorias-Regionais, avaliar os riscos e recomendar aes preventivas e corretivas aos rgos e unidades descentralizadas, em consonncia com o modelo de gesto por resultados e de aprimoramento continuado da qualidade dos servios; II - avaliar os controles internos da gesto quanto a sua eficcia, eficincia e efetividade, resguardando os interesses da Instituio; III - requisitar diligncias, informaes, processos e documentos necessrios ao desempenho de suas atividades; IV - supervisionar a implementao das recomendaes emanadas da Auditoria-Geral e dos rgos de controle externo; V - propor ao Auditor-Geral: a) polticas e diretrizes de atuao preventiva e corretiva em consonncia com o modelo de gesto por resultados; b) cooperao tcnica e intercmbio com rgos de controle interno e externo; e c) o encaminhamento Corregedoria-Geral de solicitao de apurao de responsabilidades, quando em sua atividade se evidenciar irregularidade passvel de exame sob o aspecto disciplinar; VI - avaliar os resultados das diretrizes gerais estabelecidas para o desenvolvimento de planos, programas e metas do INSS; e VII - recomendar aos dirigentes a absteno, reviso, suspenso e correo de atos. Pargrafo nico. Coordenao-Geral de Auditoria em Gesto Interna compete, ainda, avaliar e emitir parecer sobre a prestao de contas anual e tomada de contas especial. Art. 36. s Divises de Auditoria em Benefcios e Sade do Trabalhador, e de Auditoria em Gesto Interna cabe exercer as atividades determinadas por suas respectivas Coordenaes-Gerais. Art. 37. Procuradoria Federal Especializada, rgo de execuo da Procuradoria-Geral Federal, compete: I - representar judicial e extrajudicialmente o INSS e outras entidades, mediante designao da Procuradoria-Geral Federal; II - zelar pela observncia da Constituio, das leis e dos atos emanados dos Poderes Pblicos, sob a orientao normativa da Procuradoria-Geral Federal e da Advocacia-Geral da Unio; III - exercer as atividades de consultoria e assessoramento jurdicos no mbito do INSS, aplicandose, no que couber, o disposto no art. 11 da Lei Complementar n 73, de 10 de fevereiro de 1993; IV - fixar a orientao jurdica do INSS, intervindo na elaborao e edio de seus atos normativos e interpretativos, em articulao com os rgos componentes do INSS; V - coordenar e supervisionar, tcnica e administrativamente, as Procuradorias-Regionais e as Procuradorias-Seccionais; VI - encaminhar Procuradoria-Geral Federal ou Advocacia-Geral da Unio, conforme o caso, pedido de apurao de falta funcional praticada no exerccio de suas atribuies, por seus respectivos membros; VII - encaminhar ao Presidente proposta de estruturao, reestruturao e localizao das Procuradorias-Regionais e Procuradorias-Seccionais, ouvida previamente a Procuradoria-Geral Federal; e VIII - expedir pareceres normativos e vinculantes, observadas as competncias da Consultoria Jurdica do Ministrio da Previdncia Social e do Advogado-Geral da Unio. Art. 38. Diviso de Aes Prioritrias compete: I - acompanhar as aes judiciais que envolvam, por questes relacionadas sua atuao profissional junto Autarquia, o Presidente do INSS, Diretores e Coordenadores-Gerais, bem como pronunciar-se sobre a fora executria das respectivas decises; II - assessorar o Presidente do INSS, Diretores e Coordenadores- Gerais a prestar informaes em mandados de segurana a partir de subsdios encaminhados pelas respectivas autoridades; e III - acompanhar as aes civis pblicas e as aes judiciais relevantes, assim definidas pelo Procurador-Chefe. Art. 39. Subprocuradoria compete: I - propor ao Procurador-Chefe o encaminhamento s autoridades competentes de proposta de autorizao para desistncia ou absteno de aes e recursos judiciais, na forma da lei; II - gerenciar e acompanhar projetos de interesse da Procuradoria Federal Especializada, em articulao com as demais reas; e III - desempenhar, por delegao do Procurador-Chefe, quaisquer das competncias da Procuradoria Federal Especializada, permitida a subdelegao. Art. 40. Ao Servio de Orientao e Anlise em Demandas de Controle compete:

9I - identificar, compilar e prestar as informaes e os esclarecimentos solicitados pelos rgos aos quais a Procuradoria Federal Especializada encontra-se vinculada, administrativa e tecnicamente, bem como aos rgos componentes do sistema de controle interno e externo da Unio; II - acompanhar os processos de interesse da Procuradoria Federal Especializada junto aos rgos de controle interno e externo; III - exercer a orientao tcnica quanto ao ajuizamento e interveno do INSS em aes civis pblicas, de improbidade administrativa e aes populares, bem como as de ressarcimento ao Errio e outras atribudas pelo Subprocurador-Chefe; e IV - analisar e emitir parecer nos pedidos de representao judicial de agentes pblicos pelas unidades da Procuradoria Federal Especializada, quando for o caso. Art. 41. Coordenao de Assuntos Estratgicos compete: I - analisar e avaliar os dados solicitados aos rgos internos e externos para efeito de produo de informaes gerenciais estratgicas; II - articular-se com as Assessorias de Comunicao Institucional do INSS e da Advocacia-Geral da Unio para a divulgao de informaes que digam respeito atuao da Procuradoria Federal Especializada; III - assessorar e acompanhar os projetos externos nos quais esteja envolvida a Procuradoria Federal Especializada, bem como coordenar a execuo daqueles indicados pelo Procurador-Chefe que se desenvolvam no mbito interno; IV - requisitar diligncias, informaes, processos e outros documentos necessrios ao pleno desempenho de suas atribuies; V - sugerir a expedio de normas e orientaes visando otimizar a atuao das Procuradorias; VI - encaminhar Procuradoria-Geral Federal os pedidos de apurao de falta funcional praticada por Procurador Federal no exerccio de suas atribuies, opinando sobre sua viabilidade, quando for o caso; e VII - coordenar e orientar a execuo de projetos que estejam sob acompanhamento dos Servios Regionais de Assuntos Estratgicos das Procuradorias-Regionais. Art. 42. Ao Servio de Gerenciamento Estratgico compete: I - analisar e opinar nos processos e denncias de faltas funcionais e irregularidades envolvendo procuradores federais em exerccio na Procuradoria Federal Especializada; II - requisitar diligncias, informaes, processos e documentos necessrios ao desempenho de suas atividades; e III - apoiar a Coordenao de Assuntos Estratgicos em todas as suas atribuies, bem como realizar pesquisas determinadas pelo Subprocurador-Chefe. Art. 43. Coordenao de Gerenciamento dos Juizados Especiais Federais compete: I - supervisionar a atuao das Procuradorias no Juizado Especial Federal, monitorando os resultados e avaliando as condies de trabalho; II - propor ao Subprocurador-Chefe providncias para adaptao das Procuradorias s reais necessidades do servio; III - sistematizar as normas legais aplicveis ao Juizado Especial Federal e difundi-las s Procuradorias-Regionais e Procuradorias- Seccionais; IV - propor ao Subprocurador-Chefe a elaborao de normas internas necessrias regulamentao da atuao das Procuradorias nos Juizados Especiais Federais; e V - analisar, consolidar e padronizar a atuao das Procuradorias na realizao de acordos, conciliaes e desistncias de aes judiciais. Art. 44. Coordenao-Geral de Matria Administrativa compete: I - coordenar, orientar e uniformizar as atividades relativas s matrias de pessoal, patrimnio imobilirio, licitaes e contratos; II - supervisionar e orientar o cumprimento de sentenas e ordens judiciais de repercusso regional ou nacional relativas matria administrativa, conforme o pronunciamento sobre a sua fora executria a ser proferido pelo rgo de execuo a Procuradoria- Geral Federal; III - coordenar e orientar as atividades de consultoria e assessoramento jurdicos no mbito do INSS, relativas matria administrativa, aplicando-se, no que couber, o disposto no art. 11 da Lei Complementar n 73, de 1993; IV - emitir pareceres em matria administrativa, visando fixao de orientao jurdica do INSS; V - manifestar-se, previamente, na edio de atos normativos e interpretativos do INSS, relacionados a matria administrativa, analisando os aspectos legais e formais adotados na sua elaborao; VI - realizar estudos de temas jurdicos especficos em matria administrativa;

10VII - prestar consultoria e assessoramento jurdico aos rgos da Administrao Central do INSS, nas questes afetas a matria administrativa; e VIII - estabelecer diretrizes e supervisionar as atividades relativas a matria administrativa, exercidas pelas Procuradorias-Regionais e Procuradorias-Seccionais. Art. 45. s Divises de Licitaes e Contratos, de Patrimnio Imobilirio e de Pessoal, observada sua rea de atuao, compete: I - emitir pareceres e notas tcnicas visando a fixao da orientao jurdica do INSS; II - manifestar-se, previamente, na edio de atos normativos e interpretativos do INSS, analisando os aspectos legais e formais adotados na sua elaborao; e III - definir diretrizes para superviso das atividades de consultoria e assessoramento jurdicos exercidas pelas Procuradorias-Regionais e Procuradorias-Seccionais. Art. 46. Coordenao-Geral de Matria de Benefcios compete: I - coordenar, orientar e supervisionar as atividades de consultoria e assessoramento jurdicos no mbito do INSS, relativas matria de benefcios, aplicando-se, no que couber, o disposto no art. 11 da Lei Complementar n 73, de 1993; II - coordenar, orientar e uniformizar as atividades de representao judicial e extrajudicial relativas a benefcios previdencirios e assistenciais no mbito do INSS e da Procuradoria Federal Especializada; III - definir, em conjunto com a rea responsvel na Procuradoria-Geral Federal e ouvido o Procurador-Chefe, as teses jurdicas e estratgias processuais para atuao no contencioso judicial em matria de benefcios; IV - prestar consultoria e assessoramento jurdicos aos rgos da Administrao Central do INSS nas questes afetas a matria de benefcios; e V - orientar os rgos componentes da Administrao Central do INSS, com o suporte da Diviso de Contencioso de Benefcios, sobre o cumprimento de sentenas e ordens judiciais relativas sua rea de atuao. Art. 47. Diviso de Consultoria de Benefcios compete: I - emitir pareceres e notas tcnicas em matria de benefcios, com vistas a fixar a orientao jurdica do INSS, observada sua rea de atuao; II - manifestar-se, previamente, na edio de atos normativos e interpretativos do INSS, relacionados com suas competncias, analisando os aspectos legais e formais adotados na sua elaborao; III - realizar estudos de temas jurdicos especficos em matria de benefcios; IV - definir diretrizes para superviso das atividades de consultoria e assessoramento jurdicos exercidas pelos rgos de execuo da Procuradoria-Geral Federal em matria de benefcios; e V - acompanhar os mecanismos de processamento das informaes da consultoria de benefcios, especialmente quanto utilidade e disponibilidade dos sistemas de informao. Art. 48. Diviso do Contencioso de Benefcios compete: I - emitir pareceres e notas tcnicas em matria jurdica relacionada ao contencioso administrativo e judicial de benefcios, a fim de fixar a orientao jurdica aos rgos do INSS, observada sua rea de atuao; II - acompanhar os mecanismos de processamento das informaes do contencioso de benefcios, especialmente quanto utilidade e disponibilidade dos sistemas de informao; III - supervisionar, em conjunto com a Diviso de Aes Prioritrias, a tramitao das aes civis pblicas em matria de benefcios e o cumprimento das respectivas decises; e IV - definir diretrizes para superviso das atividades de contencioso judicial, exercidas pelas Procuradorias-Regionais, Procuradorias- Seccionais e demais rgos de execuo da Procuradoria-Geral Federal que atuam em matria de benefcios. Art. 49. Diviso de Orientao de Clculos e Pagamentos Judiciais compete: I - definir diretrizes para superviso das atividades de clculos e pagamentos judiciais em processos judiciais previdencirios, em que seja interessado o INSS, exercidas pelos rgos de execuo da Procuradoria-Geral Federal; II - definir diretrizes e estratgias, em articulao com as reas de benefcios, visando uniformizao de procedimentos de clculos judiciais de competncia da Procuradoria Federal Especializada; III - orientar o desenvolvimento, validar e gerenciar os sistemas e procedimentos de clculos e pagamentos judiciais no mbito da Procuradoria Federal Especializada, em articulao com a Coordenao- Geral de Tecnologia da Informao e com a rea responsvel na Advocacia-Geral da Unio;

11IV - orientar e equacionar divergncias suscitadas pelos Setores de Clculos e Pagamentos Judiciais das Procuradorias-Seccionais, em processos judiciais previdencirios de competncia da Procuradoria Federal Especializada; V - orientar e controlar a programao de pagamento de precatrios e Requisies de Pequeno Valor - RPV, extrados das aes de acidente do trabalho, em cada exerccio financeiro, no mbito do INSS; VI - consolidar e manter os relatrios mensais e anuais das atividades dos Setores de Clculos e Pagamentos Judiciais das Procuradorias- Seccionais, inclusive quanto economia obtida; e VII - atuar em conjunto com outras estruturas administrativas da Advocacia-Geral da Unio ou autarquias responsveis pela elaborao de clculos para processos em que o INSS seja interessado, exceto nas aes tributrias e da dvida ativa previdenciria. Art. 50. Coordenao de Gerenciamento e Preveno de Litgios compete: I - planejar, promover e coordenar aes, em articulao com os rgos da Administrao Central, que contribuam para o aperfeioamento da qualidade das decises administrativas do INSS, em matria de benefcios, para minimizar a ocorrncia de litgios judiciais; II - elaborar propostas de teses jurdicas e estratgias processuais para atuao no contencioso judicial em matria de benefcios; III - acompanhar, consolidar, sistematizar e divulgar a jurisprudncia atualizada do Supremo Tribunal Federal, dos Tribunais Superiores e das Turmas Nacional e Regionais de Uniformizao em matria de benefcios, bem como dos Tribunais Regionais Federais, Tribunais de Justia, nas aes acidentrias, e Turmas Recursais; IV - comunicar ao Procurador-Chefe a jurisprudncia contrria ao INSS firmada pelo Supremo Tribunal Federal, pelos Tribunais Superiores ou pela Turma Nacional de Uniformizao dos Juizados Especiais Federais, com proposta fundamentada de autorizao para no interposio de recurso, elaborao de Parecer Normativo ou Smula da Advocacia-Geral da Unio - AGU, bem como, se for o caso, de adequao de atos normativos do INSS; e V - auxiliar a rea responsvel da Procuradoria-Geral Federal na promoo, sistematizao e uniformizao da atuao diante do Supremo Tribunal Federal, dos Tribunais Superiores e da Turma Nacional de Uniformizao em matria de benefcios. Art. 51. Coordenao-Geral de Administrao das Procuradorias compete: I - coordenar e orientar as atividades de administrao, gesto, planejamento e oramento no mbito da Procuradoria Federal Especializada; II - subsidiar as demais Coordenaes-Gerais da Procuradoria Federal Especializada com anlises referentes administrao, gesto, planejamento e oramento no mbito da Procuradoria Federal Especializada; III - estabelecer parmetros e mtodos para a aferio da produtividade das Procuradorias; IV - sugerir Procuradoria-Geral Federal parmetros e critrios para a fixao da lotao ideal de Procuradores Federais nas unidades da Procuradoria Federal Especializada, bem como para a realizao de remoes e abertura de vagas para concursos; V - emitir parecer sobre questes relativas aos ex-advogados constitudos; e VI - promover a capacitao e o treinamento dos Procuradores Federais que atuam na representao judicial do INSS. Art. 52. Coordenao de Gerenciamento das Procuradorias compete: I - apoiar a Coordenao-Geral de Administrao das Procuradorias nas atividades de coordenao e superviso das Procuradorias- Regionais e Procuradorias-Seccionais, visando uniformizao de procedimentos; II - manter atualizados os cadastros de localizao de Procuradorias, procuradores e servidores de todas as unidades da Procuradoria Federal Especializada; III - elaborar estudos propondo a adequao da fora de trabalho; IV - acompanhar, inclusive propondo correes, as metas operacionais afetas Procuradoria Federal Especializada; e V - acompanhar e gerir a execuo oramentria das aes da Procuradoria Federal Especializada. Art. 53. Diviso de Sistemas da Procuradoria, observadas as competncias da Coordenao-Geral de Tecnologia da Informao, compete: I - orientar e acompanhar o desenvolvimento de novos sistemas corporativos, bem como dos sistemas j em funcionamento na Procuradoria Federal Especializada, propondo Coordenao de Gerenciamento das Procuradorias as modificaes necessrias ao seu aperfeioamento e atualizao; II - avaliar a infra-estrutura tecnolgica disposio da Procuradoria Federal Especializada e apresentar Coordenao de Gerenciamento das Procuradorias propostas para modernizao e

12padronizao dos recursos de informtica e suprimento de suas deficincias quantitativas, em consonncia com as unidades da Procuradoria nos Estados; III - disseminar as informaes de interesse da Procuradoria Federal Especializada, com o objetivo de subsidiar e auxiliar a defesa jurdica da Autarquia, utilizando os meios tecnolgicos existentes; IV - acompanhar os projetos e atividades de informatizao das unidades da Procuradoria; e V - gerenciar o acesso de informaes internas e externas Procuradoria, bem como a utilizao e o desenvolvimento dos sistemas que aproveitem defesa do INSS em juzo, em articulao com as estruturas correlatas da AGU. Art. 54. Diretoria de Oramento, Finanas e Logstica compete: I - planejar, coordenar, controlar, orientar, normatizar e supervisionar as atividades relacionadas com as reas de logstica, licitaes e contratos, engenharia, patrimnio, oramento, finanas e contabilidade; II - submeter ao Presidente proposta de: a) planos e programas anuais e plurianuais das reas de logstica, licitaes e contratos, engenharia, patrimnio e oramento, finanas e contabilidade; b) planos e programas de gerao de receitas decorrentes do uso ou alienao de ativos imobilirios no-operacionais, servios administrativos e as decorrentes da folha de pagamento de benefcios administrados pelo INSS; c) consolidao da proposta oramentria anual, a partir das proposies elaboradas pelos rgos do INSS, bem como de plano de investimento para conservao, expanso, aquisio ou alienao de ativos imobilirios pertencentes ao INSS, utilizados diretamente em suas atividades operacionais e administrativas; d) diretrizes gerais, inclusive metas globais quantitativas e qualitativas, quanto utilizao, manuteno e gesto de patrimnio e despesas operacionais, em consonncia com o plano de ao aprovado pelo Presidente; e) diretrizes para a celebrao de convnios e contratos com instituies financeiras e demais agentes pagadores de benefcios administrados pelo INSS; e f) critrios para a melhoria dos controles e segurana sobre os fluxos fsico e financeiro do pagamento de benefcios, por intermdio das instituies financeiras e dos demais agentes pagadores; III - consolidar planos e programas aprovados pelo Presidente, compatibilizando-os com o oramento; IV - gerenciar a execuo fsico-oramentria e financeira da programao anual estabelecida e propor as aes corretivas; V - gerenciar a descentralizao de crditos e transferncia de recursos para os rgos e para as unidades descentralizadas; VI - avaliar, por meio do acompanhamento da execuo, os resultados obtidos com a implantao dos planos e programas anuais e plurianuais para as reas de logstica, licitaes e contratos, engenharia, patrimnio, oramento, finanas e contabilidade, conciliando a execuo e sua contabilizao; VII - exercer a gesto contbil, acompanhando a reviso e escriturao efetuadas pelos rgos e pelas unidades descentralizadas; VIII - controlar os atos e fatos decorrentes da execuo oramentria, financeira e patrimonial e elaborar os demonstrativos exigidos pela legislao; IX - elaborar demonstrativos das receitas e despesas no mbito de sua competncia; X - estabelecer padres, sistemas e mtodos de trabalho voltados ao aprimoramento dos sistemas de gesto oramentria, financeira e contbil, alm dos sistemas das reas de logstica, licitaes e contratos, engenharia e patrimnio do INSS; XI - gerenciar a aquisio, utilizao e manuteno de bens mveis, materiais e servios, em consonncia com as metas estabelecidas para as despesas operacionais, adotando aes corretivas; XII - gerenciar os planos e programas relativos aos ativos imobilirios, assim como a administrao efetuada por executores indiretos; XIII - exercer a superviso tcnica das atividades de gesto interna dos rgos e das unidades descentralizadas; XIV - gerenciar as informaes sobre pagamentos de benefcios, promovendo anlise comparativa dos fluxos fsico e financeiro; XV - gerenciar as atividades de logstica e de oramento, finanas e contabilidade necessrias ao funcionamento da Administrao Central do INSS e nas contrataes centralizadas; XVI - especialmente no que se refere s contrataes centralizadas e nacionais: a) autorizar a abertura de processo licitatrio, decidir sobre as dispensas e inexigibilidades;

13b) constituir comisses e designar pregoeiro e equipe de apoio para execuo das licitaes; c) formalizar a designao de gestores dos contratos, convnios, acordos, ajustes ou instrumentos congneres, com participao da rea demandante; d) adjudicar, homologar, anular e revogar licitaes; e) firmar e rescindir contratos, convnios, acordos, ajustes ou instrumentos congneres, aplicar ou retirar penalidades a fornecedores e prestadores de servios, emitir atestado de capacidade tcnica e demais atos necessrios gesto contratual; f) reconhecer, em conjunto com a Coordenao-Geral de Licitaes e Contratos, despesas de exerccios anteriores, exceto despesas de pessoal; e g) ratificar os atos de dispensa de licitao e de inexigibilidade; XVII - determinar que se proceda cobrana administrativa, afeta Diretoria de Oramento, Finanas e Logstica, inclusive de agente pblico, nos casos de ocorrncia de danos que resultem em prejuzo ao Errio; XVIII - autorizar a instaurao de processo de Tomada de Contas Especial, nos rgos de assistncia direta, rgos seccionais e rgos especficos singulares do INSS; e XIX - designar servidores, para compor Comisso de Tomada de Contas Especial para apurar prejuzos causados ao Errio, no mbito da Administrao Central. Art. 55. Coordenao-Geral de Recursos Logsticos compete: I - orientar, planejar, coordenar e supervisionar as atividades de logstica, padronizando a atuao das unidades descentralizadas; II - propor, ao Diretor de Oramento, Finanas e Logstica, atualizaes, alteraes e elaborao de normas das atividades de logstica; III - gerenciar custos operacionais desenvolvendo e implementando aes e projetos; e IV - subsidiar a elaborao da proposta oramentria. Art. 56. Coordenao de Acompanhamento e Controle de Logstica compete: I - orientar, coordenar, avaliar e supervisionar a execuo de atividades logsticas e a atuao das unidades descentralizadas; II - manter atualizado o cadastro de usurios do sistema oficial de servios gerais do Governo Federal no mbito das unidades do INSS; III - estabelecer diretrizes gerais para a concepo, adequao e avaliao de projetos e planos na rea de logstica que venham a ser institudos; e IV - analisar estudos e relatrios gerenciais, submetendo-os Coordenao-Geral de Recursos Logsticos. Art. 57. Diviso de Gerenciamento de Documentao, Suprimentos e Servios Gerais compete: I - orientar, avaliar, e supervisionar as aes de logstica das unidades descentralizadas; II - orientar e supervisionar o acesso s unidades do INSS, em conjunto com a rea responsvel pela gesto dos imveis e do controle do patrimnio mobilirio; III - gerenciar e controlar material permanente, material de consumo e veculos; IV - orientar e supervisionar os Centros de Documentao Previdenciria - CEDOCPREV; V - planejar e propor a poltica de gesto de documentos arquivsticos, bibliogrficos e museolgicos e servios de arquivo; VI - orientar quanto classificao, avaliao, seleo, arranjo e descrio de documentos para fins de transferncia, recolhimento e preservao; VII - elaborar pareceres e trabalhos relacionados com assuntos arquivsticos; e VIII - gerenciar o sistema de cadastramento, tramitao, localizao, acompanhamento e transferncia de documentos e processos no mbito do INSS. Art. 58. Diviso de Acompanhamento de Contratos e Despesas Operacionais compete: I - orientar, avaliar e supervisionar as aes de logstica das unidades descentralizadas; II - monitorar os gastos operacionais das Superintendncias- Regionais, Gerncias-Executivas e unidades vinculadas; III - coletar dados para atualizao e uniformizao de procedimentos relativos a contratos e despesas operacionais; e IV - subsidiar a elaborao da proposta oramentria. Art. 59. Ao Servio de Gerenciamento de Contratos compete: I - orientar e supervisionar os procedimentos de gesto de contratos das unidades descentralizadas;

14II - analisar novas contrataes, inclusive termos aditivos relativos a servios a serem executados de forma contnua e outros servios pertinentes rea de recursos logsticos, com valores regulamentados pela Diretoria de Oramento, Finanas e Logstica; e III - elaborar minutas de editais-padro de contratos, acordos, ajustes ou instrumentos congneres, na sua rea de atuao. Art. 60. Coordenao-Geral de Oramento, Finanas e Contabilidade compete: I - orientar, coordenar, avaliar e supervisionar as atividades relacionadas aos sistemas de oramento, finanas e contabilidade, de forma planejada, facilitando a integrao dos programas e o processo decisrio de alocao de recursos, promovendo a articulao entre as unidades e rgos do INSS; II - coordenar e supervisionar o processo de programao oramentria e financeira do INSS; III - coordenar, em articulao com a Coordenao-Geral de Planejamento e Gesto Estratgica, a elaborao da proposta oramentria anual do INSS, buscando sua compatibilizao com o PPA e com o Plano Anual de Ao; IV - subsidiar a Diretoria de Oramento, Finanas e Logstica na proposio: a) da compatibilizao do Plano Anual de Ao, aprovado pelo Presidente do INSS, com o PPA, com a Lei de Diretrizes Oramentrias - LDO, com a Lei Oramentria Anual - LOA, com a Lei de Responsabilidade Fiscal - LRF, com decretos e portarias de ajustes da execuo oramentria e financeira; b) da consolidao da proposta oramentria anual, a partir das propostas oramentrias elaboradas pelas unidades e rgos do INSS; c) de padres, sistemas e mtodos de trabalho voltados ao aprimoramento da gesto oramentria, financeira e contbil do INSS; V - propor ao Diretor de Oramento, Finanas e Logstica, em articulao com as reas envolvidas, a conciliao dos valores inerentes aos contratos vigentes, s novas contrataes, termos aditivos ou apostilamentos aos limites oramentrios estabelecidos na forma da legislao; VI - coordenar as atividades de Tomada de Contas Especial, em mbito nacional; VII - coordenar as atividades relacionadas aos pagamentos de benefcios administrados pelo INSS; e VIII - coordenar as atividades relacionadas aos procedimentos pertinentes Guia de Recolhimento do FGTS e Informaes Previdncia Social - GFIP, Guia da Previdncia Social - GPS, e Declarao do Imposto de Renda Retido na Fonte - DIRF, do INSS. Art. 61. Diviso de Anlise e Controle de Demandas compete: I - acompanhar e controlar o atesto da disponibilidade oramentria dos processos judiciais de pessoal do INSS; II - supervisionar a elaborao e a proposio de atos, normas complementares e procedimentais relativos aplicao e ao cumprimento uniforme da legislao afeta execuo oramentria, financeira e contbil; III - coordenar o fluxo de consultas e coordenar e acompanhar sua soluo, em relao aplicao da legislao oramentria, financeira e contbil, articulando-se com todas as unidades da CoordenaoGeral de Oramento, Finanas e Contabilidade; IV - exercer as atividades relacionadas ao controle e acompanhamento do atendimento das demandas encaminhadas Diretoria de Oramento, Finanas e Logstica, oriundas dos rgos de controle interno, externo; e V - supervisionar a elaborao do relatrio de gesto do INSS, no mbito da Coordenao-Geral de Oramento, Finanas e Contabilidade. Art. 62. Diviso de Controle Financeiro compete: I - realizar o provisionamento dos benefcios administrados pelo INSS; II - executar as atividades relacionadas ao controle fsico e financeiro das despesas de benefcios administrados pelo INSS; III - acompanhar e controlar o ingresso das receitas oriundas da licitao da folha de pagamento de benefcios administrados pelo INSS; IV - controlar e efetuar, quando for o caso, a remunerao dos agentes pagadores dos benefcios administrados pelo INSS; V - propor diretrizes para a elaborao de projetos e sistemas relacionados aos sistemas de controle financeiro; e. VI - orientar e supervisionar as atividades relacionadas ao Sistema de Controle Financeiro - SCF, realizadas pelas Gerncias-Executivas. Art. 63. Ao Servio de Superviso e Disseminao de Informaes compete:

15I - subsidiar o Coordenador-Geral nas questes relacionadas resolutividade e celeridade de atendimento das demandas existentes nos diversos setores da Coordenao-Geral de Oramento, Finanas e Contabilidade; II - supervisionar a tramitao dos processos no mbito da Coordenao-Geral de Oramento, Finanas e Contabilidade; III - acompanhar as questes relacionadas com sistemas de informaes, no mbito da Coordenao-Geral de Oramento, Finanas e Contabilidade; IV - executar as atividades de credenciamento dos ordenadores de despesas e dos gestores financeiros das unidades gestoras das Superintendncias-Regionais, Gerncias-Executivas e da Administrao Central do INSS para a movimentao de contas bancrias, bem como para a liberao dos depsitos efetuados em garantia vinculados Instituio; e V - disseminar informaes de oramento, finanas e contabilidade para as reas competentes. Art. 64. Coordenao de Oramento e Finanas compete: I - coordenar e supervisionar as atividades relativas execuo oramentria e financeira, no mbito do INSS; II - coordenar e consolidar, em articulao com os rgos e unidades do INSS, a proposta oramentria do INSS, submetendo-a ao Coordenador-Geral de Oramento, Finanas e Contabilidade; III - subsidiar a Coordenao-Geral de Oramento, Finanas e Contabilidade na proposio de padres, sistemas e mtodos de trabalho voltados ao aprimoramento dos sistemas de gesto oramentria e financeira do INSS; IV - orientar e supervisionar tecnicamente as reas de oramento e finanas dos rgos e unidades do INSS; e V - supervisionar as atividades relacionadas aos procedimentos pertinentes Guia de Recolhimento do FGTS e Informaes Previdncia Social - GFIP, Guia da Previdncia Social - GPS, e Declarao do Imposto de Renda Retido na Fonte - DIRF, no mbito do INSS. Art. 65. Diviso de Programao Oramentria compete: I - executar as atividades relacionadas programao oramentria das aes asseguradas no oramento anual do INSS e do Fundo do Regime Geral de Previdncia Social - FRGPS, bem como de aes asseguradas no oramento anual de outros rgos com execuo a cargo do INSS; II - executar as atividades relacionadas elaborao de proposta oramentria e dos crditos suplementares, visando atender a programao anual das aes oramentrias do INSS e do FRGPS, bem como daquelas aes de outros rgos cuja execuo est a cargo do INSS; III - executar as atividades relacionadas movimentao de crditos oramentrios, suprindo as unidades do INSS; e IV - avaliar e supervisionar o desempenho da execuo oramentria no mbito do INSS. Art. 66. Diviso de Programao Financeira compete: I - executar as atividades relacionadas programao financeira do INSS, bem como de aes asseguradas no oramento anual de outros rgos com execuo a cargo do INSS; II - elaborar fluxo de caixa, bem como boletins e demonstrativos financeiros; III - avaliar o desempenho da execuo financeira no mbito do INSS; e IV - executar as atividades relacionadas s movimentaes financeiras, suprindo as unidades do INSS. Art. 67. Diviso de Execuo Oramentria e Financeira compete: I - executar as atividades relacionadas execuo oramentria e financeira do FRGPS e da Folha de Pagamento de Pessoal do INSS; II - executar as atividades relacionadas atualizao do rol de responsveis e ao cadastro de autgrafos das autoridades do INSS, no mbito das Unidades Gestoras, cuja execuo de responsabilidade da Coordenao-Geral de Oramento, Finanas e Contabilidade; III - executar as atividades de emisso e envio da Guia de Recolhimento do FGTS e Informaes Previdncia Social - GFIP, relativas Folha de Pagamento de Pessoal; IV - orientar as unidades do INSS quanto aos procedimentos relativos Guia de Recolhimento do FGTS e Informaes Previdncia Social - GFIP, Guia da Previdncia Social - GPS, e Declarao do Imposto de Renda Retido na Fonte - DIRF; e V - orientar tecnicamente as reas de oramento e finanas dos rgos e unidades do INSS no que concerne execuo oramentria e financeira. Art. 68. Coordenao de Contabilidade compete: I - orientar e supervisionar os registros dos atos e dos fatos da gesto oramentria, financeira e patrimonial do INSS e do FRGPS;

16II - acompanhar a elaborao e promover a anlise dos balanos oramentrio, financeiro e patrimonial e as demonstraes das variaes patrimoniais do INSS; III - zelar pelo cumprimento das normas legais e regulamentares inerentes gesto oramentria, financeira e patrimonial; IV - orientar, coordenar, avaliar e supervisionar as atividades relacionadas com o Sistema de Contabilidade, no mbito do INSS; V - subsidiar a Coordenao-Geral de Oramento, Finanas e Contabilidade na proposio de padres, sistemas e mtodos de trabalho voltados ao aprimoramento dos sistemas de gesto contbil do INSS; VI - coordenar a atualizao do rol de responsveis de todos os rgos e unidades do INSS; VII - executar as atividades relacionadas ao cadastramento de usurios nas Unidades Gestoras do INSS; VIII - executar as atividades relativas incluso, excluso e alterao cadastral das Unidades Gestoras do INSS, no Sistema de Administrao Financeira do Governo Federal - Siafi, conforme habilitao atribuda s Setoriais Contbeis pela Secretaria do Tesouro Nacional - STN, bem como perante o Cadastro Nacional de Pessoa Jurdica - CNPJ; IX - supervisionar as atividades relacionadas prestao de contas de convnios e congneres, celebrados com o INSS; e X - coordenar as atividades inerentes Tomada de Contas Especial em mbito nacional. Art. 69. Diviso de Acompanhamento Contbil da Despesa compete: I - supervisionar as atividades dos rgos e unidades descentralizadas do INSS, observando o adequado e tempestivo registro da execuo da despesa; II - orientar os usurios quanto aos procedimentos contbeis inerentes gesto oramentria e financeira no mbito do INSS; III - acompanhar e analisar os pagamentos de benefcios administrados pelo INSS; IV - avaliar os registros nas contas do Grupo Despesa, relativas ao INSS e ao FRGPS; e V - solicitar providncias s Setoriais Contbeis com relao s impropriedades detectadas nos registros contbeis da execuo da despesa. Art. 70. Diviso de Acompanhamento de Tomada de Contas Especial compete: I - orientar e supervisionar as atividades das comisses de Tomada de Contas Especial no mbito do INSS; II - supervisionar, controlar e acompanhar a tramitao dos processos de Tomada de Contas Especial at o julgamento no rgo de controle externo; III - propor padres, sistemas e mtodos de trabalho para o controle e acompanhamento de procedimentos de Tomada de Contas Especial a ser instaurada, em andamento e concluda; IV - analisar os procedimentos realizados em processos concludos pelas comisses de Tomada de Contas Especial; V - examinar e manifestar-se, no que se refere Tomada de Contas Especial, sobre as determinaes do TCU e recomendaes dos rgos de controle interno e externo; VI - controlar e acompanhar os acrdos e decises do TCU, referentes ao INSS, quando provenientes de prejuzo ao Errio e passveis de Tomada de Contas Especial; e VII - articular-se com as reas do INSS visando ao aprimoramento das rotinas e procedimentos que precedem a Tomada de Contas Especial. Art. 71. Diviso de Acompanhamento Contbil do Patrimnio compete: I - acompanhar e controlar a padronizao das atividades dos rgos e unidades descentralizadas, no que diz respeito ao adequado e tempestivo registro dos atos e fatos contbeis do patrimnio; II - analisar e avaliar a consistncia das demonstraes contbeis do INSS, solicitando providncias s Setoriais Contbeis das impropriedades detectadas nos registros contbeis do patrimnio; III - acompanhar e divulgar as atualizaes do Plano de Contas da Administrao Pblica, da Tabela de Eventos e do Manual Siafi, quando inerentes ao patrimnio; IV - acompanhar e controlar a escriturao de crditos a receber, inscritos ou no em Dvida Ativa, indicando a utilizao de contas contbeis em nveis de detalhamento adequados s suas evidenciaes; V - acompanhar e controlar a escriturao da gesto patrimonial, ou seja, dos bens imveis, permanentes e de consumo; e VI - propor ao Coordenador de Contabilidade medidas de aperfeioamento das rotinas e procedimentos contbeis relacionadas escriturao contbil do patrimnio, bem como no atendimento s solicitaes dos rgos de controle interno e externo. Art. 72. Diviso de Acompanhamento Contbil da Receita compete:

17I - exercer e acompanhar a execuo relacionada contabilizao das receitas administradas pelo INSS; II - analisar e avaliar a consistncia das demonstraes contbeis do INSS, solicitando providncias s Setoriais Contbeis das impropriedades detectadas nos registros contbeis da execuo da receita; III - orientar os rgos e unidades descentralizadas do INSS acerca dos procedimentos que envolvam a contabilizao da receita do INSS; e IV - elaborar demonstrativos de acompanhamento das receitas do INSS. Art. 73. Coordenao-Geral de Engenharia e Patrimnio Imobilirio compete: I - orientar, planejar, coordenar, avaliar e supervisionar tecnicamente as atividades relacionadas s reas de Engenharia e Patrimnio Imobilirio; II - subsidiar a Diretoria de Oramento, Finanas e Logstica, quanto: a) proposio dos planos e programas da rea de engenharia e patrimnio imobilirio; b) ao estabelecimento das diretrizes gerais para a avaliao dos servios prestados; c) proposio de critrios para a avaliao dos resultados das operaes; e d) ao atendimento dos assuntos demandados pelos rgos de controle interno e externo; III - propor ao Diretor de Oramento, Finanas e Logstica: a) alienao e aquisio de bens imveis; b) normas relativas s atividades da rea de engenharia e patrimnio imobilirio; e c) plano de obras e servios de engenharia, considerando as propostas apresentadas pelos rgos e unidades do INSS; IV - no mbito da Administrao Central: a) designar representante para acompanhamento, fiscalizao e recebimento de obras, servios e contratos; e b) aprovar laudos tcnicos de avaliao de imveis e laudos periciais; e V - orientar e supervisionar a aplicao dos recursos oramentrios referentes s contrataes no mbito da rea de Engenharia e Patrimnio Imobilirio, em articulao com a Coordenao- Geral de Oramento, Finanas e Contabilidade. Art. 74. Coordenao de Engenharia e Patrimnio Imobilirio compete: I - orientar, avaliar, coordenar e supervisionar os rgos e unidades do INSS nas aes relacionadas engenharia e patrimnio imobilirio; II - acompanhar o planejamento, a coordenao, o controle, a orientao e a superviso das atividades, no mbito da Coordenao- Geral de Engenharia e Patrimnio Imobilirio; III - elaborar e propor atos normativos de orientao e uniformizao de procedimentos, bem como os planos de obras, de reformas e adaptaes de imveis e de manutenes; IV - supervisionar a realizao de licitaes nas reas de engenharia e de patrimnio imobilirio, desde a elaborao do projeto bsico e do projeto executivo, bem como a realizao de percias e laudo de avaliao; V - gerenciar as aes direcionadas ao patrimnio imobilirio realizadas pelos rgos e unidades do INSS e os projetos e aes referentes rea de engenharia, promovendo avaliao peridica dos resultados alcanados; e VI - analisar novas contrataes, inclusive termos aditivos, relativos a obras e servios pertinentes rea de engenharia e patrimnio imobilirio, com valores regulamentados pela Diretoria de Oramento, Finanas e Logstica. Art. 75. Diviso de Manuteno e Engenharia de Avaliao compete: I - elaborar e propor atos normativos de orientao e uniformizao de procedimentos nas aes relacionadas manuteno e engenharia de avaliao; II - elaborar editais, contratos, convnios, acordos, ajustes ou instrumentos congneres, na sua rea de atuao; III - analisar e orientar projeto bsico, projeto executivo, percias e laudo de avaliao, no que concerne manuteno e engenharia de avaliao; IV - instruir e supervisionar processos de manuteno e engenharia de avaliao; e V - avaliar as atividades relacionadas s manutenes e engenharia de avaliao. Art. 76. Diviso de Patrimnio Imobilirio compete: I - elaborar e propor atos normativos de orientao e uniformizao de procedimentos nas aes relacionadas ao patrimnio imobilirio; II - elaborar editais, contratos, convnios, acordos, ajustes ou instrumentos congneres, na sua rea de atuao; III - avaliar as atividades referentes gesto do patrimnio imobilirio;

18IV - analisar e orientar quanto aquisio, alienao e permuta de imveis, cesses e locaes de imveis de terceiros para uso do INSS e de imveis prprios a terceiros; V - propor, orientar e coordenar o Plano Nacional de Desimobilizao; e VI - instruir e supervisionar processos na rea do patrimnio imobilirio. Art. 77. Diviso de Projetos e Obras compete: I - elaborar e propor atos normativos de orientao e uniformizao de procedimentos nas aes relacionadas aos projetos e obras; II - analisar e orientar projeto bsico e projeto executivo, no que concerne a projetos e obras; III - elaborar editais, contratos, convnios, acordos, ajustes ou instrumentos congneres, na sua rea de atuao; IV - instruir, supervisionar e fiscalizar, no mbito da Administrao Central, processos na rea de projetos e obras de engenharia; e V - analisar novas contrataes, inclusive termos aditivos, relativos a projetos, obras e servios pertinentes rea de engenharia, com valores regulamentados pela Diretoria de Oramento, Finanas e Logstica. Art. 78. Ao Servio de Administrao dos Imveis Funcionais compete: I - orientar e executar as atividades referentes ocupao dos imveis funcionais; e II - elaborar e propor atos normativos de orientao e uniformizao de procedimentos, relativos ocupao dos imveis funcionais. Art. 79. Ao Servio de Imveis de Uso Especial compete: I - orientar, supervisionar e avaliar as atividades referentes aos imveis de uso especial; e II - elaborar e propor atos normativos de orientao e uniformizao de procedimentos, referentes aos imveis de uso especial. Art. 80. Coordenao-Geral de Licitaes e Contratos compete: I - coordenar as atividades relativas s contrataes de logstica, aquisies e execuo financeira e contbil necessrias ao funcionamento da Administrao Central; II - coordenar as contrataes nacionais e as centralizadas, deliberadas pelo Diretor de Oramento, Finanas e Logstica; III - em relao s licitaes e contrataes para a Administrao Central: a) autorizar a abertura de processo licitatrio; b) decidir sobre as dispensas e inexigibilidades; c) constituir comisses, designar pregoeiro e equipe de apoio; d) formalizar a designao de gestores dos contratos, convnios, acordos, ajustes ou instrumentos congneres, com participao da rea demandante; e) adjudicar, homologar, anular e revogar licitaes; f) firmar e rescindir contratos, convnios, acordos, ajustes ou instrumentos congneres, aplicar ou retirar penalidades a fornecedores e prestadores de servios, emitir atestado de capacidade tcnica e demais atos necessrios gesto contratual; e g) reconhecer despesas de exerccios anteriores, em conjunto com o Diretor de Oramento, Finanas e Logstica, exceto despesas de pessoal; e IV - gerenciar as atividades oramentrias, financeiras e contbeis relacionadas com a Unidade Gestora, cuja execuo de responsabilidade da Coordenao-Geral de Licitaes e Contratos. Art. 81. Coordenao de Compras e Servios compete: I - coordenar as atividades das Divises que lhe so subordinadas e fornecer suporte e assessoria ao Coordenador-Geral de Licitaes e Contratos; II - planejar e aprovar as necessidades de compras e contrataes dos servios, estabelecendo controle de prioridade das demandas provenientes dos rgos do INSS; III - coordenar e supervisionar as aes de planejamento no mbito da Coordenao, e atender as solicitaes dos rgos de controle interno e externo; e IV - propor ao Coordenador-Geral de Licitaes e Contratos a aplicao de penalidades a fornecedores e prestadores de servios, a designao de gestores dos contratos e a emisso de atestados de capacidade tcnica na sua rea de atuao propostas pelas Divises e Servios da Coordenao. Art. 82. Diviso de Gesto de Contratos e Controle de Pagamentos compete: I - elaborar indicadores de acompanhamento e avaliao de gesto em sua rea de atuao; II - gerenciar os documentos relativos emisso de autorizao de pagamentos e gesto de contratos;

19III - exercer atividades e atos necessrios referentes ao envio, emisso, controle e acompanhamento, conferncia das faturas de compras e servios, ordens de servio, notas fiscais, e demais documentos que impliquem na liquidao do pagamento; IV - subsidiar o Coordenador de Compras e Servios nas atividades necessrias gesto contratual, e supervisionar a atuao dos gestores de contratos; V - subsidiar as unidades do INSS com informaes sobre a utilizao dos servios contratados de natureza nacional ou centralizados; e VI - formalizar os processos de pagamentos de exerccios anteriores. Art. 83. Ao Servio de Execuo Oramentria e Financeira compete: I - realizar as atividades de execuo oramentria e financeira necessrias ao funcionamento da Administrao Central; II - elaborar relatrios gerenciais da movimentao financeira e oramentria; III - efetuar recebimentos e pagamentos; IV - receber e gerenciar as garantias, tais como: cauo, seguro-garantia e fiana bancria dos fornecedores; V - efetuar os pagamentos referentes s despesas com dirias e indenizaes dos deslocamentos e convocaes oriundas da Administrao Central; VI - manter atualizado o cadastro de autgrafos das autoridades da Administrao Central e o rol de responsveis da Unidade Gestora da Administrao Central, no mbito da Unidade Gestora, cuja execuo de responsabilidade da Coordenao-Geral de Licitaes e Contratos; e VII - executar a conciliao de contas no Siafi. Art. 84. Ao Servio de Contabilidade compete: I - executar as atividades relativas ao controle e registro contbil das aes financeiras e demais atividades vinculadas Coordenao- Geral de Licitaes e Contratos II - executar a conciliao e conformidade contbil da Unidade Gestora vinculada CoordenaoGeral de Licitaes e Contratos; III - zelar pelo cumprimento das normas legais e regulamentares inerentes gesto oramentria, financeira e patrimonial; IV - orientar e supervisionar as atividades relacionadas ao Sistema de Contabilidade, no mbito da Coordenao-Geral de Licitaes e Contratos; e V - supervisionar os inventrios de materiais de consumo e permanente para efeito de prestao de contas do INSS, bem como das contas de responsabilidade de terceiros, sujeitas a inventrios, no mbito da Administrao Central. Art. 85. Ao Servio de Administrao de Contratos compete: I - orientar e auxiliar os gestores e fiscais nas atividades de gesto dos contratos, convnios, acordos, ajustes ou instrumentos congneres firmados pela Coordenao-Geral de Licitaes e Contratos e Diretoria de Oramento, Finanas e Logstica; II - emitir relatrio sobre vigncia de contratos de natureza continuada, fornecendo subsdios ao Coordenador de Compras e Servios, para a instruo de processos administrativos e identificao prvia da necessidade de novas contrataes; III - submeter ao Coordenador de Compras e Servios a designao de gestores ou fiscais dos contratos, convnios, acordos, ajustes ou instrumentos congneres; IV - informar ao Coordenador-Geral de Licitaes e Contratos, com antecedncia mnima de seis meses, os contratos e convnios que no puderem ser renovados; e V - submeter, por intermdio do Coordenador-Geral de Licitaes e Contratos, CoordenaoGeral de Recursos Logsticos, para anlise e aprovao, as propostas de prorrogaes, repactuaes e termos aditivos relativos a servios a serem executados de forma contnua, vinculados ao funcionamento das unidades, segundo valores de alada aprovados pela Diretoria de Oramento, Finanas e Logstica. Art. 86. Ao Servio de Atividades Gerais compete: I - executar as atividades relativas s licitaes e contrataes de servios gerais, necessrias ao funcionamento da Administrao Central, e das contrataes nacionais e centralizadas, deliberadas pela Diretoria de Oramento, Finanas e Logstica, de responsabilidade da Coordenao-Geral de Licitaes e Contratos; II - administrar os imveis operacionais vinculados Administrao Central; III - propor a concesso de suprimentos de fundos, na sua rea de atuao; e IV - submeter, por intermdio do Coordenador-Geral de Licitaes e Contratos, CoordenaoGeral de Recursos Logsticos, para anlise e aprovao, as propostas de novas contrataes relativas a

20servios a serem executados de forma contnua, vinculadas ao funcionamento das unidades, segundo valores de alada aprovados pela Diretoria de Oramento, Finanas e Logstica. Art. 87. Ao Servio de Suprimentos e Materiais compete: I - executar as atividades relativas s licitaes e contrataes de materiais de consumo e permanente, necessrios ao funcionamento da Administrao Central, e das contrataes nacionais e centralizadas, deliberadas pela Diretoria de Oramento, Finanas e Logstica, de responsabilidade da Coordenao-Geral de Licitaes e Contratos; II - manter controle fsico, contbil e financeiro dos materiais de consumo em estoque e dos bens patrimoniais, estabelecendo cronograma de aquisio e requisio, bem como promovendo o seu inventrio; III - praticar atos relativos alienao ou doao de bens mveis antieconmicos, obsoletos ou prescindveis aos servios do INSS; IV - propor a concesso de suprimentos de fundos, na sua rea de atuao; V - propor a aplicao ou retirada das penalidades a fornecedores nos casos de contratos de vigncia imediata para aquisio de bens; VI - propor a constituio de comisses de recebimento de materiais e comisses de fechamento de inventrios; e VII - submeter, por intermdio do Coordenador-Geral de Licitaes e Contratos, Coordenao-Geral de Recursos Logsticos, para anlise e aprovao, as propostas de aquisio de material permanente, segundo valores de alada aprovados pela Diretoria de Oramento, Finanas e Logstica. Art. 88. Ao Servio de Administrao de Transportes compete: I - gerenciar e executar as atividades referentes administrao dos transportes; II - gerenciar a necessidade de solicitao de concesso de suprimentos de fundos para atendimento de aquisies de bens ou servios de pequeno porte de carter urgente, conforme legislao vigente; e III - identificar os veculos passveis de desfazimentos, considerados ociosos, antieconmicos e irrecuperveis e informar ao setor competente para alienao. Art. 89. Ao Servio de Protocolo compete: I - receber, conferir, cadastrar, autuar, expedir e distribuir processos e documentos do INSS, inclusive de malotes, correspondncias unitrias postadas, publicaes, peridicos e folder; e II - atender as consultas do pblico externo sobre a tramitao dos processos e documentos protocolados na Administrao Central. Art. 90. Diretoria de Recursos Humanos compete: I - propor ao Presidente, em articulao com as demais Diretorias: a) diretrizes gerais para os rgos e unidades descentralizadas, quanto preparao de planos, programas e metas de aperfeioamento, desenvolvimento e gesto de recursos humanos; b) diretrizes gerais quanto qualificao dos recursos humanos vinculados a executores indiretos de atividades materiais, acessrias ou instrumentais quelas que compem a misso legal do INSS; e c) diretrizes e parmetros referentes ao perfil e lotao dos servidores para o provimento de recursos humanos e para a administrao do quadro geral de pessoal do INSS; II - propor diretrizes e gerenciar as aes inerentes administrao e ao desenvolvimento de pessoas; III - gerenciar os planos e programas de capacitao e desenvolvimento de recursos humanos e avaliar seus resultados; IV - aprovar: a) a participao de servidores no Programa de Ps-Graduao, no mbito do INSS; e b) as aes de capacitao de mbito nacional; V - decidir sobre recursos interpostos por servidores contra decises administrativas proferidas pelos Superintendentes Regionais; VI - apoiar as reas do INSS no Levantamento das Necessidades de Capacitao - LNC, a fim de subsidiar a elaborao do Plano Anual de Capacitao; e VII - executar as aes de administrao de pessoal no mbito da Administrao Central do INSS. Art. 91. Ao Servio de Qualidade de Vida do Servidor compete: I - planejar, orientar, supervisionar, acompanhar e avaliar a realizao de aes de qualidade de vida e responsabilidade scio ambiental; II - disseminar a Poltica de Qualidade de Vida e Responsabilidade Socioambiental; III - acompanhar as aes de promoo sade, preveno de doenas e melhoria da qualidade de vida dos servidores na Administrao Central e nas unidades descentralizadas; IV - firmar parcerias para realizar aes voltadas sua rea de atuao; e

21V - realizar estudos, pesquisas e acompanhar tendncias para apresentar propostas com vistas implantao de novos projetos. Art. 92. Coordenao-Geral de Educao Continuada compete: I - coordenar, orientar, supervisionar e avaliar as atividades de educao continuada; II - elaborar o Plano Anual de Capacitao; III - instituir os direcionadores e metodologias educacionais para a educao continuada, promovendo a uniformizao de procedimentos; IV - gerenciar os planos, programas e metas de educao continuada e avaliar os seus resultados; V - planejar e supervisionar a execuo de atividades especficas de suporte ao processo de ensino-aprendizagem; VI - gerenciar a rede de colaboradores de educao continuada; VII - manifestar-se sobre a participao de servidores em Programa de Ps-Graduao, no Pas e no exterior e nos afastamentos para aperfeioamento no exterior; VIII - coordenar os processos seletivos internos para as aes de educao continuada; IX - recepcionar, analisar e autorizar as demandas por aes de educao continuada propostas pelas unidades da Administrao Central; e X - autorizar os projetos de educao continuada propostos pelas Superintendncias Regionais. Art. 93. Ao Servio Tcnico de Apoio Capacitao compete: I - efetuar convocaes de servidores para participao em eventos de capacitao promovidos pela Diretoria de Recursos Humanos e processos seletivos internos; II - gerenciar material de apoio instrucional para eventos de capacitao da Administrao Central e, tambm, para eventos de mbito nacional; e III - prestar apoio logstico realizao das aes de capacitao destinadas aos servidores da Administrao Central. Art. 94. Coordenao de Planejamento e Avaliao compete: I - propor ao Coordenador-Geral de Educao Continuada: a) os direcionadores educacionais a serem adotados pelas aes de educao continuada; b) metodologias relacionadas ao aperfeioamento das atividades educacionais; c) convnios, acordos e parcerias com instituies de ensino superior, escolas de governo, rgos de formao profissional e instituies congneres; e d) programas e projetos estratgicos de educao continuada, em articulao com as reas da Administrao Central e das Superintendncias Regionais nas diversas modalidades, no Pas ou no exterior; II - elaborar o Plano Anual de Capacitao e a proposta oramentria, em articulao com as reas da Administrao Central e das Superintendncias Regionais; III - analisar as demandas de educao continuada, definindo as modalidades e metodologias educacionais a serem aplicadas; IV - subsidiar o Coordenador-Geral de Educao Continuada nas informaes a serem prestadas aos rgos de controle interno e externo; V - acompanhar as aes educacionais verificando o impacto destas no alcance dos objetivos institucionais; VI - acompanhar, supervisionar e avaliar a execuo fsica e oramentria dos programas e metas de educao continuada; VII - emitir relatrios gerenciais consolidando os resultados alcanados pelas aes de educao continuada; e VIII - apoiar a implementao da rede de colaboradores do INSS Art. 95. Diviso de Planejamento e Avaliao compete: I - realizar, em conjunto com as reas, o levantamento de necessidades de capacitao da Administrao Central e consolidar o das Superintendncias Regionais, observando os objetivos e metas institucionais; II - realizar estudos e pesquisas sobre metodologias educacionais; III - desenvolver metodologias e instrumentos de acompanhamento e avaliao de programas, projetos e aes educacionais; e IV - elaborar relatrios gerenciais e de acompanhamento de execuo fsica e oramentria dos programas e metas de educao continuada. Art. 96. Coordenao de Educao a Distncia compete: I - coordenar, supervisionar e integrar as aes de educao continuada na modalidade a distncia;

22II - subsidiar o Coordenador-Geral de Educao Continuada nas informaes a serem prestadas aos rgos de controle interno e externo; III - subsidiar a Coordenao-Geral de Educao Continuada na elaborao do Plano Anual de Capacitao; IV - orientar as Superintendncias Regionais quanto s diretrizes e procedimentos relativos s aes de educao continuada na modalidade a distncia; V - opinar sobre as solicitaes de participao em Programa de Ps-Graduao e aes de aperfeioamento, no Pas e no exterior, na modalidade a distncia; VI - promover melhorias e aperfeioamento das ferramentas e metodologias utilizadas para a produo dos cursos a distncia; e VII - articular com a Coordenao de Educao Presencial na elaborao de programas, projetos e aes de educao continuada que envolvam modalidades mistas de educao. Art. 97. Diviso de Produo Tcnica compete: I - produzir cursos na modalidade a distncia, de acordo com as metodologias educacionais adotadas pela rea; II - propor Coordenao de Educao a Distncia melhorias e aperfeioamento das ferramentas utilizadas para a produo dos cursos a distncia; III - definir os requisitos tcnicos para a criao e configurao dos cursos no ambiente virtual de aprendizagem; e IV - elaborar orientaes tcnicas para construo dos objetos de aprendizagem em ambiente virtual. Art. 98. Coordenao de Educao Presencial compete: I - coordenar, supervisionar e integrar as aes de educao continuada na modalidade presencial em mbito nacional; II - propor aes relacionadas ao aperfeioamento das atividades de educao continuada; III - subsidiar o Coordenador-Geral de Educao Continuada nas informaes a serem prestadas aos rgos de controle interno e externo; IV - orientar as Superintendncias Regionais quanto s diretrizes e procedimentos relativos s aes presenciais; V - opinar sobre as solicitaes de participao de servidores em Programa de Ps-Graduao, no Pas e no exterior, na modalidade presencial, bem como dos servidores da Administrao Central em eventos externos; e VI - articular com a Coordenao de Educao a Distncia na elaborao de programas, projetos e aes de educao continuada que envolvam modalidades mistas de educao. Art. 99. Diviso de Educao Presencial compete: I - opinar sobre os projetos relativos educao presencial das Superintendncias Regionais, orientando e supervisionando a sua execuo; II - elaborar projetos de educao continuada na modalidade presencial, em mbito nacional, e coordenar sua execuo; e III - acompanhar e supervisionar a aplicao dos recursos oramentrios dos programas de educao continuada. Art. 100. Coordenao de Desenvolvimento de Produtos e Recursos Educacionais compete: I - gerenciar, em articulao com a Coordenao-Geral de Tecnologia da Informao, os recursos tecnolgicos de suporte s aes de educao continuada nas modalidades presencial e a distncia e rede de colaboradores; II - prospectar, em articulao com a Coordenao-Geral de Tecnologia da Informao, solues tecnolgicas para sustentar os processos de educao continuada nas modalidades presencial e a distncia e rede de colaboradores; III - catalogar e armazenar contedos para a implementao da biblioteca virtual; e IV - identificar e disseminar, em articulao com a Coordenao- Geral de Tecnologia da Informao, tecnologias e instrumentos educacionais inovadores. Art. 101. Coordenao-Geral de Administrao de Recursos Humanos compete: I - gerenciar as atividades relacionadas ao Sistema de Pessoal Civil da Administrao Federal SIPEC, relativas a cadastro, pagamento, benefcios, normas e procedimentos administrativos e judiciais, promovendo a descentralizao das aes e a articulao entre as Superintendncias Regionais e entre as Gerncias-Executivas; II - subsidiar: a) a Diretoria de Recursos Humanos na proposio de diretrizes relativas ao provimento e administrao do Quadro de Pessoal do INSS e de reestruturao de carreiras;

23b) os rgos de representao judicial do INSS na instruo de processos judiciais referentes a matria de pessoal; e III - orientar e supervisionar as aes de administrao de recursos humanos nas unidades descentralizadas. Art. 102. Diviso de Orientao e Uniformizao de Procedimentos de Recursos Humanos compete: I - promover a orientao e a uniformizao de procedimentos na aplicao da legislao referente a direitos, deveres e proibies relativos rea de recursos humanos; II - supervisionar os procedimentos relativos administrao de recursos humanos; III - elaborar e propor atos normativos de recursos humanos; IV - orientar e supervisionar procedimentos relativos administrao de recursos humanos e cumprimento de decises judiciais nas unidades de recursos humanos; V - subsidiar os rgos de representao judicial do INSS na prestao de informaes em demandas judiciais referentes a matria de pessoal; e VI - propor convnios e contratos de interesse da Coordenao- Geral de Administrao de Recursos Humanos, na sua rea de competncia. Art. 103. Ao Servio de Recursos Humanos da Administrao Central compete: I - analisar os processos relativos movimentao de pessoal, licenas e afastamentos; II - analisar requerimentos relativos administrao de recursos humanos; III - expedir atos relativos administrao de pessoal; IV - administrar a lotao e o exerccio dos servidores e estagirios; V - manter atualizados os sistemas de gesto de pessoas; VI - executar atividades referentes a capacitao, cadastro, pagamentos, benefcios, normas e procedimentos administrativos e judiciais; VII - executar as atividades referentes ao estgio probatrio; e VIII - executar atividades relativas ao Plano de Assistncia Mdica e Odontolgica. Art. 104. Diviso de Desenvolvimento de Carreiras compete: I - realizar estudos e propor diretrizes para o desenvolvimento de planos ou de estruturao de carreiras do INSS; II - implementar, gerir e acompanhar a sistemtica de avaliao de desempenho; III - propor critrios para a avaliao de estgio probatrio; e IV - planejar e acompanhar a realizao concursos pblicos para provimento de cargo efetivo do INSS. Art. 105. Ao Servio de Suporte Tcnico da Coordenao- Geral de Administrao de Recursos Humanos compete: I - supervisionar e prestar informaes relativas ao Plano de Assistncia Mdica e Odontolgica dos servidores; e II - supervisionar a gesto