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REGIMENTO INTERNO Lenice

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Conjunto de regras estabelecidas por um grupo para regulamentar o seu funcionamento.

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REGIMENTO INTERNO C. F. LENICE M. M. COELHO

DEZEMBRO DE 2010 INTRODUOA clinica da famlia Lenice Maria M. C. faz parte do complexo Urucnia, em Santa Cruz, sua localidade se d na praa Miguel Pereira dos Santos S/N, prximo a estrada Vale Sul onde reside a siderrgica que assim, tambm, se denomina. A clnica possui quatro reas de abrangncia que so: Saquass, Boa Esperana, Aterrado do Leme e Lote 14. Estas equipes fazem a cobertura, at o momento, pois estamos em faze de expanso, de 3329 famlias que compreendem um total de 11249 moradores destas localidades; So estas as reas de abrangncia:

Aterrado do Leme: a equipe de Sade da famlia que tem sua rea de abrangncia mais prxima da Siderrgica Valessul, dando cobertura de assistncia em sade h alguns conjuntos habitacionais que foram construdos recentemente, um destes conjuntos abriga a populao que residia em localidades invadidas na Av. Brasil - Santa Cruz. A equipe realiza a cobertura de 755 famlias com um total de 2344 moradores que residem em cinco conjuntos populacionais, que so: Loteamento morado dos sonhos, loteamento serra do sol, Rua Moreira, travessa aterrado do leme, Village Santa Cruz.

Ruas de Abrangncia

Aterrado do LemeCONJUNTO VILLAGE COSMINHO(RUA MOREIRA, TRAVESSA ATERRADO DO LEME) SERRA DO SOL(PROJETADA B) TRAVESSA PROJETADA RUA ALEXANDRIA RUA FILADELFIA RUA J RUA CANA RUA FILISTEU RUA MOABE RUA LIBIA RUA PROJETADA 17 RUA JERIC RUA SINAI RUA BELEM RUA ARIMATEIA RUA CARMELO RUA CAFARNAUM RUA SARA RUA ARABA RUA SILOE RUA SALM RUA CILICIA RUA MADAGAM RUA GALACIA RUA JEREZIM RUA BETANIA RUA EDOM RUA MIDIAM RUA EGITO RUA SEFER RUA SIMEO RUA DAVI RUA DANIEL RUA MATUZALEM RUA GALILEIA RUA EFRAIM RUA JERUSALEM RUA NAZAR RUA ATERRADO DO LEME ESTRADA DO FURADO TRAVESSA PROJETADA

Saquassu: a rea onde est localizada a clnica, que tambm recebeu inicialmente o apelido de Clinica da Famlia Saquass, a equipe realiza cobertura a cerca de 1020 famlias que compreendem um total de 3415 moradores. Em sua rea esto localizadas as creches Estrela Dalva e Jardim Esperana.

Ruas de Abrangncia

SaquassuTRAVESSA DOM DINIZ RUA LINCOLN BICALHO ROCK RUA PROJETADA F BECO DO SALIM RUA CARLOS MARIGHELA AV. JAIME PETIT RUA VIA LIGHT RUA RENASCER RUA UNIO RUA PROJETADA D RUA PROJETADA C RUA PROJETADA J RUA PROJETADA A RUA 21 DE ABRIL RUA PROJETADA G RUA JOS CARLOS MOTTA MACHADO

RUA GUIOMAR DA SILVEIRA RUA PROJETADA E RUA ASSEMBLIA RUA TANCREDO NEVES

Boa Esperana: a rea de abrangncia de nossa clnica que possui um perfil populacional mais carente financeiramente e por conseqncia maiores agravos de sade, com grande nmero de cidados apresentando doenas crnicas degenerativas e suas conseqncias;Alm dos problemas relacionados com a violncia que so mais evidentes nessa rea. A equipe realiza cobertura a cerca de 897 famlias que compreendem um total de 3143 moradores.

Ruas de Abrangncia

Boa EsperanaRUA DO AMOR BECO E TRAVESSA B CSAR LIMA RUA SO LUIS RUA AIRO RUA ING RUA SO JOO RUA SO MATEUS RUA SO MARCOS RUA SO PEDRO RUA UM RUA DOIS RUA TRS RUA QUATRO RUA CINCO RUA SEIS ESTRADA BOA ESPERANA BECO DO COQUEIRAL

BECO DO BRIZOLA RUA ADEMAR MOREIRA TRAVESSA DO GOULART PROJETADA 1 PROJETADA 2 PROJETADA 4 PROJETADA 5 PROJETADA 6 PROJETADA 7 PROJETADA 8 PROJETADA 9 PROJETADA 10

Lote 14 : a rea de abrangncia mais distante e mais extensa de nossa clnica.Esta comunidade possui a Escola Municipal Maria de Jesus e a Escola Municipal Emiliano Galdino, que recebeu esse nome devido a um morador chamado Emiliano Galdino que foi muito importante para essa rea pois procurava sempre ajudar a comunidade em tudo que podia. A equipe realiza cobertura a cerca de 654 famlias que compreendem um total de 2347 moradores.

Ruas de Abrangncia

Lote 14RUA CONCEIO DE IPANEMA RUA CAMACHO RUA CENTRAL DE MINAS AV. PADRE GUILHERME DECAMINADA CARLOS MARIGUELA RUA DAS FLORES VARGEM BONITA RUA CRISTAIS NOVA SERRANA CORREGO NOVO RUA CAMPOS GERAIS RUA CARMO DO PARNABA AV. CONSELHEIRO PENA RUA ITUIUTABA RUA SALLES TRAVESSA SALLES

TRAVESSA VITRIA

CAPITULO I Clnica de Famlia Lenice Maria Monteiro Coelho Praa Miguel Pereira dos Santos, s/n - Santa Cruz - RJ CEP 23.575-410 Telefone : 34840882

Identificao dos Profissionais da unidade ADMINISTRAO

Profissional

Matrcula

Funo

Vnculo

Valria Barros de Andrade

6200258-62

Gerente

CLT

Beatriz Greco Guimares do Nascimento Reis Camila Ribeiro Guedes

6201049-62

Auxiliar Administrativo

CLT

6200850-62

Auxiliar Administrativo

CLT

Fbio Andrade Silva Lopes

6200608-62

Auxiliar Administrativo

CLT

Ronald Soares de Oliveira

6200768-62

Auxiliar Administrativo

CLT

ODONTO EQUIPE I (SAQUSSU E LOTE 14) ProfissionalAlessandra Rodrigues de Souza Emerson Felipe Lima Vieira Andrea de Souza Freitas de Carvalho

Matrcula6200648-62 6200577-62 6200649-62

FunoDentista THD ACD

VnculoCLT CLT CLT

ODONTO EQUIPE II (BOA ESPERANA E ATERRADO DO LEME) ProfissionalFrancisco Adriano Campos Milheiro Vanessa Araujo Oliveira Luciana Ribeiro de Souza

Matrcula6200667-62 6200352-62 6200186-62

FunoDentista THD ACD

VnculoCLT CLT CLT

FARMCIA ProfissionalAlmir Carlos Marques

Matrcula6200760-62

FunoTc. Em Farmcia

VnculoCLT

EQUIPE SAQUASSU ProfissionalJos Carlos Natal de Moraes Tarcilla Rosa Ferraz de Barros Renata Pontes Geraldo Alda Machado Maia Alves Ana Claudia de Jesus Modesto Andr Luis da Silva Carneiro Catia Valria Pinheiros dos Santos Fabiane Santos da Silva

Matrcula6200682-62 6200614-62 6200615-62 6200621-62 6200623-62 6200655-62 6200660-62 6200634-62

FunoMdico Enfermeiro Tc. Em Enfermagem ACS ACS ACS ACS ACS

VnculoCLT CLT CLT CLT CLT CLT CLT CLT

Monica Machado de Sousa Rodrigues

6200644-62

ACS

CLT

EQUIPE BOA ESPERANA ProfissionalJuliana Maia de Macedo Dirgines de Souza Fagundes Ana Paula de Barros Bravo Aline Rocha da Silva Canedo Antonio Jos da Silva Brochado Francineide Candida de Sousa Natchely Cristina da Rocha Teixeira Telmara Mendes Gomes Vanessa Silva Vargas do Nascimento

Matrcula6200701-62 6200590-62 6200618-62 6200622-62 6200625-62 6200635-62 6200645-62 6200678-62 6200679-62

FunoMdico Enfermeiro Tc. Em Enfermagem ACS ACS ACS ACS ACS ACS

VnculoCLT CLT CLT CLT CLT CLT CLT CLT CLT

EQUIPE LOTE 14 ProfissionalSelma Menezes Teixeira Gizele Lima da Silva Vieira Martha Maria da Silva Ana Paula de Castro Rodrigues Carlos Jos da Costa Cntia Batista Leite Godinho Cristiane Viana Caldas Vargas Ellen Santana Nogueira Ivete Costa de Sousa Ferreira

Matrcula6200756-62 6200585-62 6200694-62 6200654-62 6200659-62 6200627-62 6200661-62 6200633-62 6200636-62

FunoMdico Enfermeiro Tc. Em Enfermagem ACS ACS ACS ACS ACS ACS

VnculoCLT CLT CLT CLT CLT CLT CLT CLT CLT

EQUIPE ATERRADO DO LEME ProfissionalBruno Ribeiro Abreu Dilene Ferreira da Cunha Paloma Jesus di Pace Ana Lucia da Silva Brochado Bruno Santos de Arajo Juliana Fernandes Arruda de Castro Julio Serpa Lobato de Pinho Viviane Silva Batista Wilba da Silva Forzan Castelani

Matrcula6200116-62 6200584-62 6201310-62 6200624-62 6200657-62 6200671-62 6200638-62 6200646-62 6200680-62

FunoMdico Enfermeiro Tc. Em Enfermagem ACS ACS ACS ACS ACS ACS

VnculoCLT CLT CLT CLT CLT CLT CLT CLT CLT

EQUIPE LIMPEZA ProfissionalAndreia Moreno Peixoto Catia Cristina da Silva Michelle Miguel dos Anjos Lopes Sonia Suely Casseb de Aviz

Matrcula11600 12840 11599 11603

FunoAuxiliar de Limpeza Auxiliar de Limpeza Auxiliar de Limpeza Auxiliar de Limpeza

VnculoGuima/CLT Guima/CLT Guima/CLT Guima/CLT

EQUIPE PORTARIA ProfissionalReginaldo Soares Wanderson Brito de Moura Igor Rangel de Oliveira Walmir Soares Santos de Melo

FunoPorteiro Porteiro Vigia Noturno Vigia Noturno

VnculoProsseguir/ CLT Prosseguir/ CLT Angel Angel

EQUIPE ULTRA ProfissionalMonica Cardoso Gambetta Adriano Mofato Pinto Aline de Souza Ramos

FunoUltrassonografista Ultrassonografista Aux. Administrativa

VnculoRio x/ CLT Rio x/ CLT Rio x/ CLT

EQUIPE RAIO-X ProfissionalAntonio Ricardo Bulhes Rodrigo Suett

FunoTc. Raio-x Tc. Raio-x

VnculoRio x/ CLT Rio x/ CLT

reas de abrangncias: Aterrado do Leme Santa Cruz Boa Esperana Santa Cruz Lote 14 Santa Cruz Saquassu Santa Cruz

Clnica da Famlia Lenice Maria Monteiro Coelho

CAPITULO II Misso O Clinica da Famlia tem por misso prestar cuidados de sade de forma qualitativa e resolutiva, levando em considerao todos os determinantes de sade para proporcionar a autonomia dos cidados e contribuir para a qualidade de vida dos mesmos. Viso Exprimir a vocao do cuidar, a natureza das atividades, explicitando o campo de atuao, considerando os horizontes sob os quais ns atuamos ou dever atua. Lema:

Valores Os valores da Clnica da Famlia so fundamentos para o crescimento moral e tico para os seres humanos, que reflete permanentemente sobre as questes de tica, justia, disciplina, honestidade, solidariedade, verdade e outros valores semelhantes que origina-se o verdadeiro cuidar com o prximo. CAPITULO III Estrutura Orgnica a- Gesto b- Prestao de cuidados c- Outros rgos de apoio

A- Gesto Gerente e suas atribuies:

I.II.

Reportar-se ao supervisor da UBS da instituio parceira; Adm inistrar a U B S con form e as diretrizes do S U S (equ idade, in tegralidade, hum an izao do atend im ento) do PSF e da SM SD C;

III.IV. V.

Administrar a UBS em estreita relao com a instituio parceira SPDM; A d m in istra r a U B S e m estreita re la o com a S ecreta ria M u nicipa l D efesad e e de S a C ivi; Articular a UBS com os outros nveis da SMSDC (Coordenao,

Interlocutores NSF/AP5.3) e a parceira SPDM;VI.

Identificar, m anejar e resolver os conflitos e problem as pertinentes ao servio;

VII. VIII.

M anter a instituio parceira inform ada sobre os problem as e encaminhamentos; Facilitar a integrao das equipes de PSF e dem ais profissionais de sade com a da UBS com unidade; IX. Estimular as equipes a trabalharem conforme diretrizes do PSFa. (territorializao,

cadastram ento,

diagnstico

de

sade,

enfoque

fam il

integralidade da assistncia, trabalho em equipe, intersetorialidade, controle social, planejam ento e avaliao e educao permanente);X.

Discutir os problem as e necessidades da UBS com o representante da SPDM e parceira Inerocutores NSF/CAP 5.3 atendendo ao que for endando nestes encontros; recom

XI.

Cum prir

com

atribuies

e

determ inaes

propostas

e

pactuadas pela de equipe

coordenao;

XII.

Repassar as inform aes de interesse do servio para os profissionais de UBS; sade da

XIII.

Avaliar e m onitorar as aividades das equipes de PSF e dos dem ais profissionais d

sade da UBS;XIV. XV.

Assegurar que as m etas pactuadas pela SM SDC com a parceira sejam alcanadas; Cooperar na elaborao de relatrios tcnicos mensal e anual do PSF, descrevendo as principais atividades realizadas, identificando obstculos e recomendaes; prover

XVI.

Utilizar os sistem as de inform ao de sade disponveismpara onitoram ento/ avaliao e planejam ento das aes;

XVII.

Atuar para garantir e m elhorar a qualidade das inform aes de sade; Assegurar a aplicao dos program as e protocolos da SM SDC;

XVIII.

XIX.

Incentivar as equipes de sade da UBS a desenvolver aes de prom oo e de 'a sade cidadania;

XX.

Manter inform adas a Coordenao Geral da SPDM e a CAP 5.3, sobre o desenvolvim en PSF nas equipes e na unidade de sade;

XXI.

Representar a UBS em reunies adm inistrativas e tcnicas junto a parceira e SM conselho gestor e/ou outras reunies tcnico cientficas;

XXII. XXIII.XXIV.

Respeitar o saber popular; Incentivar a pesquisa e produo de trabalhos cientficos; Garantir que o gerente estim ule a participao das equipes de PSF nas m ensais reunies com a com unidade;

XXV. XXVI.

Desenvolver outras atividades conform e for determ inado e acordado.

B- Prestaes de cuidados AS ATRIBUIES DOS PROFISSIONAIS DAS EQUIPES DE SADE DA FAMLIA, DE SADE BUCAL E DE ACS

As atribuies globais abaixo descritas podem ser complementadas com diretrizes e normas da gesto local.

1 So atribuies comuns a todos profissionais: I - participar do processo de territorializao e mapeamento da rea de atuao da equipe, identificando grupos, famlias e indivduos expostos a riscos, inclusive aqueles relativos ao trabalho, e da atualizao contnua dessas informaes, priorizando as situaes a serem acompanhadas no planejamento local;

II - realizar o cuidado em sade da populao adscrita, prioritariamente no mbito da unidade de sade, no domiclio e nos demais espaos comunitrios (escolas, associaes, entre outros), quando necessrio; III - realizar aes de ateno integral conforme a necessidade de sade da populao local, bem como as previstas nas prioridades e protocolos da gesto local; IV - garantir a integralidade da ateno por meio da realizao de aes de promoo da sade, preveno de agravos e curativas; e da garantia de atendimento da demanda espontnea, da realizao das aes programticas e de vigilncia sade; V - realizar busca ativa e notificao de doenas e agravos de notificao compulsria e de outros agravos e situaes de importncia local; VI - realizar a escuta qualificada das necessidades dos usurios em todas as aes, proporcionando atendimento humanizado e viabilizando o estabelecimento do vnculo; VII - responsabilizar-se pela populao adscrita, mantendo a coordenao do cuidado mesmo quando esta necessita de ateno em outros servios do sistema de sade; VIII - participar das atividades de planejamento e avaliao das aes da equipe, a partir da utilizao dos dados disponveis; IX - promover a mobilizao e a participao da comunidade, buscando efetivar o controle social; X - identificar parceiros e recursos na comunidade que possam potencializar aes intersetoriais com a equipe, sob coordenao da SMS; XI - garantir a qualidade do registro das atividades nos sistemas nacionais de informao na Ateno Bsica; XII - participar das atividades de educao permanente; e

XIII - realizar outras aes e atividades a serem definidas de acordo com as prioridades locais.

2 atribuio especfica Alm das atribuies definidas, so atribuies mnimas especficas de cada categoria profissional, cabendo ao gestor municipal ou do Distrito Federal ampli-las, de acordo com as especificidades locais.

Do Agente Comunitrio de Sade: I - desenvolver aes que busquem a integrao entre a equipe de sade e a populao adscrita UBS, considerando as caractersticas e as finalidades do trabalho de acompanhamento de indivduos e grupos sociais ou coletividade; II - trabalhar com adstrio de famlias em base geogrfica definida, a microrea; III - estar em contato permanente com as famlias desenvolvendo aes educativas, visando promoo da sade e a preveno das doenas, de acordo com o planejamento da equipe; IV - cadastrar todas as pessoas de sua microrea e manter os cadastros atualizados; V - orientar famlias quanto utilizao dos servios de sade disponveis; VI - desenvolver atividades de promoo da sade, de preveno das doenas e de agravos, e de vigilncia sade, por meio de visitas domiciliares e de aes educativas individuais e coletivas nos domiclios e na comunidade, mantendo a equipe informada, principalmente a respeito daquelas em situao de risco; VII - acompanhar, por meio de visita domiciliar, todas as famlias e indivduos sob sua responsabilidade, de acordo com as necessidades definidas pela equipe; e

VIII - cumprir com as atribuies atualmente definidas para os ACS em relao preveno e ao controle da malria e da dengue, conforme a Portaria n 44/GM, de 3 de janeiro de 2002.

Nota: permitido ao ACS desenvolver atividades nas unidades bsicas de sade, desde que vinculadas s atribuies acima.

Do Enfermeiro do Programa Agentes Comunitrios de Sade:

I - planejar, gerenciar, coordenar e avaliar as aes desenvolvidas pelos ACS; II - supervisionar, coordenar e realizar atividades de qualificao e educao permanente dos ACS, com vistas ao desempenho de suas funes; III - facilitar a relao entre os profissionais da Unidade Bsica de Sade e ACS, contribuindo para a organizao da demanda referenciada; IV - realizar consultas e procedimentos de enfermagem na Unidade Bsica de Sade e, quando necessrio, no domiclio e na comunidade; V - solicitar exames complementares e prescrever medicaes, conforme protocolos ou outras normativas tcnicas estabelecidas pelo gestor municipal ou do Distrito Federal, observadas as disposies legais da profisso; VI - organizar e coordenar grupos especficos de indivduos e famlias em situao de risco da rea de atuao dos ACS; e VII - participar do gerenciamento dos insumos necessrios para o adequado funcionamento da UBS.

Do Enfermeiro:

I - realizar assistncia integral (promoo e proteo da sade, preveno de agravos, diagnstico, tratamento, reabilitao e manuteno da sade) aos indivduos e famlias na USF e, quando indicado ou necessrio, no domiclio e/ou nos demais espaos comunitrios (escolas, associaes etc.), em todas as fases do

desenvolvimento humano: infncia, adolescncia, idade adulta e terceira idade; II - conforme protocolos ou outras normativas tcnicas estabelecidas pelo gestor municipal ou do Distrito Federal, observadas as disposies legais da profisso, realizar consulta de enfermagem, solicitar exames complementares e prescrever medicaes; III - planejar, gerenciar, coordenar e avaliar as aes desenvolvidas pelos ACS; IV - supervisionar, coordenar e realizar atividades de educao permanente dos ACS e da equipe de enfermagem; V - contribuir e participar das atividades de Educao Permanente do Auxiliar de Enfermagem, ACD e THD; e VI - participar do gerenciamento dos insumos necessrios para o adequado funcionamento da USF.

Do Mdico: I - realizar assistncia integral (promoo e proteo da sade, preveno de agravos, diagnstico, tratamento, reabilitao e manuteno da sade) aos indivduos e famlias em todas as fases do desenvolvimento humano: infncia, adolescncia, idade adulta e terceira idade; II - realizar consultas clnicas e procedimentos na USF e, quando indicado ou necessrio, no domiclio e/ou nos demais espaos comunitrios (escolas, associaes etc.);

III - realizar atividades de demanda espontnea e programada em clnica mdica, pediatria, ginecoobstetrcia, cirurgias ambulatoriais, pequenas urgncias clnico-cirrgicas e procedimentos para fins de diagnsticos; IV - encaminhar, quando necessrio, usurios a servios de mdia e alta complexidade, respeitando fluxos de referncia e contra-referncia locais, mantendo sua responsabilidade pelo acompanhamento do plano teraputico do usurio, proposto pela referncia; V - indicar a necessidade de internao hospitalar ou domiciliar, mantendo a responsabilizao pelo acompanhamento do usurio; VI - contribuir e participar das atividades de Educao Permanente dos ACS, Auxiliares de Enfermagem, ACD e THD; e VII - participar do gerenciamento dos insumos necessrios para o adequado funcionamento da USF.

Do Auxiliar e do Tcnico de Enfermagem: I - participar das atividades de assistncia bsica realizando procedimentos regulamentados no exerccio de sua profisso na USF e, quando indicado ou necessrio, no domiclio e/ou nos demais espaos comunitrios (escolas, associaes etc.); II - realizar aes de educao em sade a grupos especficos e a famlias em situao de risco, conforme planejamento da equipe; e III - participar do gerenciamento dos insumos necessrios para o adequado funcionamento da USF.

Do Cirurgio Dentista: I - realizar diagnstico com a finalidade de obter o perfil epidemiolgico para o planejamento e a programao em sade bucal;

II - realizar os procedimentos clnicos da Ateno Bsica em sade bucal, incluindo atendimento das urgncias e pequenas cirurgias ambulatoriais; III - realizar a ateno integral em sade bucal (promoo e proteo da sade, preveno de agravos, diagnstico, tratamento, reabilitao e manuteno da sade) individual e coletiva a todas as famlias, a indivduos e a grupos especficos, de acordo com planejamento local, com resolubilidade;

IV - encaminhar e orientar usurios, quando necessrio, a outros nveis de assistncia, mantendo sua responsabilizao pelo acompanhamento do usurio e o segmento do tratamento; V - coordenar e participar de aes coletivas voltadas promoo da sade e preveno de doenas bucais; VI - acompanhar, apoiar e desenvolver atividades referentes sade bucal com os demais membros da Equipe de Sade da Famlia, buscando aproximar e integrar aes de sade de forma multidisciplinar. VII - contribuir e participar das atividades de Educao Permanente do THD, ACD e ESF; VIII - realizar superviso tcnica do THD e ACD; e IX - participar do gerenciamento dos insumos necessrios para o adequado funcionamento da USF.

Do Tcnico em Higiene Dental (THD): I - realizar a ateno integral em sade bucal (promoo, preveno, assistncia e reabilitao) individual e coletiva a todas as famlias, a indivduos e a grupos especficos, segundo programao e de acordo com suas competncias tcnicas e legais;

II - coordenar e realizar a manuteno e a conservao dos equipamentos odontolgicos; III - acompanhar, apoiar e desenvolver atividades referentes sade bucal com os demais membros da equipe de Sade da Famlia, buscando aproximar e integrar aes de sade de forma multidisciplinar.

IV - apoiar as atividades dos ACD e dos ACS nas aes de preveno e promoo da sade bucal; e V - participar do gerenciamento dos insumos necessrios para o adequado funcionamento da USF.

Do auxiliar de Consultrio Dentrio (ACD): I - realizar aes de promoo e preveno em sade bucal para as famlias, grupos e indivduos, mediante planejamento local e protocolos de ateno sade; II - proceder desinfeco e esterilizao de materiais e instrumentos utilizados; III - preparar e organizar instrumental e materiais necessrios; IV instrumentalizar e auxiliar o cirurgio dentista e/ou o THD nos

procedimentos clnicos; V - cuidar da manuteno e conservao dos equipamentos odontolgicos; VI - organizar a agenda clnica; VII - acompanhar, apoiar e desenvolver atividades referentes sade bucal com os demais membros da equipe de sade da famlia, buscando aproximar e integrar aes de sade de forma multidisciplinar; e

VIII - participar do gerenciamento dos insumos necessrios para o adequado funcionamento da USF. Do Tcnico Farmacutico: I - Efetuar controle de estoque de medicamentos da farmcia, ter sempre a disposio planilhas com dados de consumo mdio mensal, estoque crtico, estoque mximo, para orientar os ajuste que sejam necessrios no estoque, como remanejamentos e solicitaes extras. Verificar sempre as datas de vencimento dos medicamentos, de forma a no ter perda principalmente por causa de vencimento. Comunicar ao farmacutico a presena de medicamento com vencimento curto. II - Receber, conferir e acondicionar medicamentos e materiais- o recebimento implica em examinar os itens entregues verificando os seguintes aspectos:

quantidade, qualidade e documentao e verificar os itens entregues esto em conformidade com a especificao constante na nota. Os medicamentos que necessita de acondicionamento especial (como termolbeis e medicamentos sujeito a controle especial) devem ser acondicionados imediatamente a entrega. III - Organizar e zelar pela conservao dos medicamentos- manter a farmcia organizada. Os medicamentos devem ser organizados por ordem de validade (os medicamentos com vencimentos mais curto devem ser mantidos a frente dos medicamentos com validade maior). Quanto a organizao, as prateleiras devem ser organizadas de forma a facilitar o trabalho na farmcia, os medicamentos devem ser separados preferencialmente por forma farmacutica e a organizao devem ser feita a evitar equvocos. IV - Solicitar receitas de medicamentos os medicamentos que estiverem com os estoques prximo ao estoque critico devem ser solicitados CAP de forma a evitar desabastecimentos. Essas solicitaes devem ser feita excepcionalmente,

principalmente quando houver algum aumento de consumo devido a sazonalidades,

por exemplo. As solicitaes extras, se feita de forma constante, significa que h algum equivoco na programao de medicamentos da unidade. V - Fornecer dados de consumo de medicamentos a farmcia devem dispor de meios para que se tenha um controle sobre os medicamentos dispensados diariamente, a quantidade dispensada de cada medicamento deve ser somada para que se tenham dados confiveis sobre o consumo mdio mensal, para realizar a programao de medicamentos de forma correta, minimizando as perdas e tambm o excesso de medicamentos na unidade de sade. VI - Dispensar medicamentos, com a superviso do farmacutico a dispensao o ato de fornecer medicamentos mediante a apresentao de uma prescrio feita por profissional capacitado para tal. A dispensao deve ser feita com ateno e conferida de forma a evitar erros, quando o usurio apresentar alguma duvida, o farmacutico deve ser acionado. Em alguns casos, a dispensao ser feito pelo farmacutico, que verificar a necessidade de fornecer informaes mais detalhadas ou realizar aes mal especficas. VII - Manter organizados os documentos ( prescries, notas de recebimentos, entre outros ) da unidade de dispensao as prescries devem ser arquivadas por dia e de forma que sejam encontradas prontamente, caso haja a necessidade. As notas tambm devem ser arquivadas em pastas para serem acessadas em caso de dvidas. VIII - Comunicar ao farmacutico responsvel as intercorrncias relativas a erros de dispensao e desvio da qualidade de medicamentos qualquer dvidas uma regra importante; na dvida no dispense, deve-se procurar o prescrito e comunicar o que gerou a dvida. No caso de suspeita de desvio de qualidade, o medicamento deve ser segredo e o fato comunicado ao farmacutico responsvel

C-Apoio

Auxiliar de servios gerais Porteiros Vigilantes noturnos

Capacitao interdisciplinar

Realizado na unidade pelos supervisores das equipes ou membros que a compe, com apoio do NASF e OS.

Organizao Interna Sistema de informao Sistema de regulao Comunicao interna Comunicao externa Sistema de ouvidoria

Sistema de informao da unidade e composta pelos seguintes: GIL (Gerenciador de Informao Local) SISPRENATAL Bolsa Famlia Sistema de regulao formado por: SISREG Central de regulao

Comunicao interna realizada pelos seguintes meios: Reunies de equipe Mural de informao Circular Informativos

Comunicao externa direcionada atravs das reunies, circulares e informativos para os representantes legais da unidade que so designados. Sistema de ouvidoria:

SAU (Servio de Atendimento ao Usurio)

Ouvidoria Local Municpio do Rio de Janeiro

Capitulo IV

Compromisso assistencial Horrio de funcionamento A clnica da Famlia encontra-se aberta das 07:00 s 20:00 horas, de segunda a sextas-feiras, e das 8:00 s 12:00 horas aos sbados. Durante este horrio haver, sempre, pelo menos um elemento de cada grupo profissional. O regime de trabalho e de acordo com que foi pactuado com MS (Ministrio da Sade) e os municpios, 40 horas semanais, sendo assim obrigado a ter um horrio de trabalho que cubra todos os dias de segunda sbado. A elaborao dos horrios de cada grupo profissional da competncia do gerente, qualquer alterao do horrio mediante a justificativa.

Carteira bsica de sade

Porta de entrada/acolhimento Acolher, ouvir pedidos, escutar e analisar a demanda, dando resposta mais adequada aos usurios e sua rede local, significa a acessibilidade e o uso do servio para cada novo evento de sade ou novo episdio de um mesmo evento. Objetivo: Promover a satisfao e o bom atendimento de sade para os usurios. Local: USF Responsveis: Toda ESF

Imunizao Consiste em administrar os soros, os quais se utilizam de anticorpos previamente processados. Objetivo: Ter uma ampla extenso da cobertura vacinal de forma homognea, para que a populao possa ser provida de adequada proteo imunitria contra as doenas transmissveis abrangida pelo o programa. Local: USF Responsveis: Enfermeiros, Tc. enfermagem e Aux. Enfermagem

Sala de curativos Local onde e feito o tratamento de uma ferida, por meio de tcnicas e assepsia cuidadosa. Objetivo: Evitar ou diminuir os riscos de complicaes decorrentes e facilitar o processo de cicatrizao. Local: USF e no domiclio Responsveis: Enfermeiros, Tc. e Aux. de enfermagem

Sala de procedimento Sala pelo qual realizado procedimento necessrio no momento da consulta ou de urgncia de governabilidade da ESF. Objetivo: prestar aconselhamento neste momento e executar o tratamento prescrito para intercorrncia. Local: USF Responsveis: Mdicos, enfermeiros e Tc. e Aux. de enfermagem

Sala de esterilizao Sala pelo qual, tem o processo de destruio de todas as formas de vida microbianabactrias na forma vegetativa e esporuladas (esporos), fungos e vrus- mediantes a aplicao de agentes fsicos, qumicos e fsico-qumicos. Objetivo: processo de destruio de podas as formas de vida bactria, fungos e vrus. Local: USF Responsveis: Enfermeiro, Tc. e a Aux. De enfermagem

Expurgo

Setor responsvel por receber, conferir, lavar e secar os materiais odontolgicos. Objetivos: Lavagem dos materiais Local: USF Responsveis: Tc., Aux. de enfermagem, aux e Tc. sade bucal

Sala de coleta de sangue

Setor de atividade hemoterpica, que contaro com divises dispondo de instalaes e equipamentos que permitam a correta execuo das operaes de que esto incumbidos. Objetivos: Coletar sangue dos pacientes assistidos pela ESF Local: USF ou no domiclio Responsveis: Enfermeiro, Tc. e Aux. de enfermagem

Visita domiciliar Momento quando este identifica que a situao tem critrios para ser observado e avaliado em domiclio. Objetivo: Diagnstico situacional familiar Local: Domiclio Responsveis: Todos da ESF

Consultas/agendamentos/atendimentos por ciclos Atendimentos feitos de acordo com seus agravos de sade, respeitando as intercorrncias das fases sendo ela de urgncia ou programados, avaliando todos os determinantes de sade que essa famlia esteja inserida. Objetivo: procedimentos para preveno, aconselhamentos ou tratamentos. Local: USF ou no domiclio Responsveis: Medico, enfermeiro, dentistas, Tc., Aux., Asb de enfermagem e sade bucal.

Marcao de consultas A marcao de consulta e realizada atravs das prioridades e necessidades das famlias, respeitando os fatores de riscos que esto expostos numa viso holstica e individual para cada usurio, baseando-se nos determinantes de sade.

Referncias / Contra referncia Outros

Policlnica Lincoln de Freitas Filho Santa Cruz Centro de Ateno Psicossocial (CAPS) Simo Bacamarte Santa Cruz UPA (Estadual) Cesaro Santa Cruz UPA (Municipal) Joo XXII Santa Cruz Hospital Estadual Pedro II Santa Cruz (No momento fechado para reparos)

Para policlnica (Centro- Santa Cruz): Especialidades como dermatologia, exames de US obsttrica, US vias Urinrias,

Plos de tuberculose, hansenase, pneumologia e infectologia. O agendamento para os Plos insulina e diabetes O

agendamento para cardiologia e angiologia e para as especialidades

odontolgicas (cirurgia oral menor, periodontia, endodontia e ortodontia). Agendamento atravs SISREG: Oftalmologia Hospital do Olho, em Botafogo. Otorrino Hospital da Piedade ou Policlnica Antnio Maia, no Centro. Plo de mama (bem como especialidades da Sade da Mulher) - Hospital da

Piedade. Para o Hospital de Acari ocorre a maior parte das referncias, como:

Neurologia, ortopedia, proctologia, nefrologia, cirurgia geral, pediatria, reumatologia, angiologia, urologia, homeopatia infantil e adulto, hematologia, ginecologia, exames de endoscopia, entre outras especialidades.

Ateno s gestantes Adolescentes at 16 anos CEAMA, no HEPII, Santa Cruz Gestao de alto risco Hospital Carmela Dutra Parto Hospital Rocha Faria

Com a introduo do programa Cegonha Carioca as gestantes podero contar com um atendimento diferenciado, que permite uma melhor acolhida e mais segurana, para este momento to especial de suas vidas: O Parto.

Toda a rede est em reformulao, a regio da AP 5.3 ser dividida em complexos, unindo administrativamente localidades prximas entre si. Houve a inaugurao da UPA municipal Joo 23 neste ano de 2010, contribuindo para a integralidade das aes de sade da rea. Alm disso, contamos tambm com o NASF (Ncleos de apoio Sade da Famlia), que est sendo estruturado e aprimorado, aumentando o leque de possibilidades para uma assistncia mais efetiva, os quais possuem especialidades mdicas e odontolgicas, fonoaudiologia, nutrio e psicologia.

Relacionamento com outras estruturas Creches Escolas municipais locais Comrcio local CRAs ONG

Plano de ao

O plano de ao da unidade realizado atravs do diagnstico simplificado de sade, baseado nos dados da PMA2 e SSA2, assim como no perfil epidemiolgico, demogrfico e social de cada rea para uma qualidade de assistncia mais eficiente, objetivando um melhor resultado imediato e gradativo.

Para isto est sendo construdo, por todas as equipes, o perfil diagnstico de cada rea de abrangncia, com avaliao de resultados e planejamento de aes especficas, para a construo de um processo de trabalho mais efetivo e eficiente para o ano de 2011.

Participao da Comunidade

A comunidade no ser apenas um espectador neste processo de construo e elaborao de aes, ela constitui protagonismo deveras importante, em todas as fases desta construo do diagnstico e implementao das aes. Est sendo convocada para a construo e tambm ser chamada para o momento da apresentao explanada, aps concluso desta primeira fase de trabalho.