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Regulamento dos/as Alunos/as

Cursos Profissionais

Regies Norte e Alentejo

setembro de 2015

Regulamento dos/as Alunos/as Cursos Profissionais Regies Norte e Alentejo

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INDCE

Introduo 4

DISPOSIES GERAIS 5

Artigo 1 Definio 5

Artigo 2 Regime jurdico 5

Artigo 3 mbito de aplicao 5

I - REGIME DE FREQUNCIA 6

Captulo I Estrutura, Organizao e Funcionamento dos Cursos Profissionais 7

Artigo 4 Estrutura dos cursos profissionais 7

Artigo 5 Organizao dos cursos profissionais 7

Artigo 6 Calendrio escolar 7

Artigo 7 Matrcula e renovao 7

Artigo 8 Transferncias 7

Artigo 9 Equivalncias 8

Artigo 10 Apoios escolares 8

Artigo 11 Processo Individual do/a Aluno/a 8

Artigo 12 Anulao de Matrcula e resciso do contrato de formao 8

Artigo 12-A Resciso do contrato de formao por abandono escolar 8

Captulo II Direitos e Deveres dos/as Alunos/as 9

Artigo 13 Direitos dos/as alunos/as 9

Artigo 14 Representao dos/as alunos/as 10

Artigo 15 Deveres dos/as alunos/as 10

Captulo III Dever de Assiduidade e efeitos da ultrapassagem dos limites de faltas 11

Artigo 16 Frequncia e assiduidade 11

Artigo 17 Conceito e tipo de falta 11

Artigo 18 Dispensa de atividade fsica 12

Artigo 19 Faltas justificadas 12

Artigo 20 Justificao das faltas 12

Artigo 21 Faltas injustificadas 13

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Artigo 22 Limites e efeitos das faltas 13

Artigo 23 Efeitos das faltas 13

Artigo 24 Efeitos das faltas injustificadas 14

Artigo 25 Registo das faltas 14

Captulo IV Regime de Avaliao e Progresso 14

Artigo 26 Natureza, objeto e finalidades da avaliao 14

Artigo 27 Modalidades e momentos de avaliao 14

Artigo 28 Mdulos em atraso e taxa de recuperao 14

Artigo 29 Cumprimento do plano de estudos - Assiduidade 15

Artigo 30 Concluso do curso fora do ciclo de formao 15

Artigo 31 Concluso do curso, classificao e diploma 15

Artigo 32 Classificao final 16

Artigo 33 Insero na vida ativa 16

II - REGIME DISCIPLINAR 17

Captulo V Regime Disciplinar 18

Artigo 34 Infrao disciplinar 18

Artigo 35 Participao de ocorrncia 18

Artigo 36 Medidas corretivas e medidas disciplinares sancionatrias 18

Artigo 37 Medidas disciplinares corretivas 19

Artigo 38 Medidas disciplinares sancionatrias 19

Artigo 39 Determinao da medida disciplinar 20

Artigo 40 Competncia para a aplicao das medidas disciplinares sancionatrias 20

Artigo 41 Tramitao do procedimento disciplinar 20

Artigo 42 Substituio da instruo do processo disciplinar 21

Artigo 43 Suspenso preventiva do/a aluno/a 22

Artigo 44 Deciso final do procedimento disciplinar 22

Artigo 45 Execuo das medidas corretivas ou disciplinares sancionatrias 22

Artigo 46 Recurso hierrquico 23

Captulo VI O Papel dos Diferentes Membros da Comunidade Educativa 23

Artigo 47 Responsabilidade dos diferentes membros da Comunidade Educativa 23

Artigo 48 Responsabilidade dos/as alunos/as 23

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Artigo 49 Responsabilidade dos pais e encarregados/as de educao 23

Artigo 50 Papel especial dos/as professores/as 24

Artigo 51 Responsabilidade dos/as Orientadores/as Educativos/as de Turma 24

Artigo 52 Responsabilidade do pessoal no docente 24

Artigo 53 Dvidas e omisses 24

III REGIME DE CANDIDATURA E ACESSO AOS APOIOS ESCOLARES 25

Captulo VII Apoios Escolares 26

Artigo 54 Disposies gerais 26

Artigo 55 Natureza dos apoios 26

Artigo 56 Candidatura aos apoios escolares 26

Artigo 57 Condio de atribuio dos apoios escolares 26

Artigo 58 Pagamento dos subsdios 27

Captulo VIII Disposies finais 27

Artigo 59 Valores aplicveis 27

Artigo 60. Interpretao 27

Artigo 61 Alteraes 27

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INTRODUO

O presente Regulamento estabelece as condies de frequncia, as regras disciplinares e os apoios escolares a que os/as

alunos/as tm direito. Trata-se de um instrumento fundamental, sendo indispensvel o seu conhecimento e leitura atenta

por parte dos/as alunos/as e dos/as encarregados/as de educao.

Tem como princpios norteadores o Projeto Educativo da Escola (PEE) e o Estatuto do Aluno constante da Lei n. 51/2012 de

5 de setembro.

A cultura e valores da Escola Profissional Bento de Jesus Caraa assentam nos princpios de uma Escola inclusiva, em que se

procura esbater os mltiplos fatores de excluso social, econmica, profissional e cultural; numa formao para a

solidariedade, combatendo o individualismo e o conformismo; numa formao para a cidadania, promovendo a aquisio

de comportamentos de interveno cvica, balizada em valores democrticos, humanistas e de solidariedade; numa

formao para a autonomia pessoal e para a iniciativa, contrariando determinismos de excluso e valorizando atitudes de

busca e criao de oportunidades e solues de vida pessoal e social. Em suma, uma cultura e valores que formem cidados

ativos e profissionais competentes, com sentido crtico e responsvel, de acordo com aquilo que foram os princpios de

Bento de Jesus Caraa, um homem que se evidenciou no tempo, pensamento e na ao pela defesa de uma escola e de

uma sociedade para todos e com todos, alicerada nos princpios de igualdade e da justia social.

No desenvolvimento desta cultura de cidadania ativa, comprometida com o progresso coletivo, capaz de fomentar os valores

da pessoa humana, da democracia e do exerccio responsvel da liberdade individual, o/a aluno/a tem o direito e o dever de

conhecer e respeitar os valores e os princpios fundamentais inscritos na Constituio da Repblica Portuguesa, e,

nomeadamente, na Declarao Universal dos Direitos do Homem, na Carta dos Direitos Fundamentais da Unio Europeia e na

Declarao Universal dos Direitos dos Povos.

O que o mundo for amanh, o esforo de todos ns que o determinar Bento de Jesus Caraa

A Cultura Integral do Indivduo Problema central do nosso tempo, in ,Conferncias e Outros Escritos, Lisboa, 1978

A Direo

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DISPOSIES GERAIS

Artigo 1

(Definio)

A Escola Profissional Bento de Jesus Caraa, adiante designada, abreviadamente, por Escola, um estabelecimento privado de ensino, sem fins lucrativos, propriedade da Associao para o Ensino Bento de Jesus Caraa, que tem por principal objetivo a promoo e o desenvolvimento de atividades de educao e formao.

Artigo 2 (Regime jurdico)

A Escola rege-se pelos seus Estatutos e regulamentos, pelo Decreto-Lei Lei n. 92/2014, de 20 de junho, pelo Estatuto do Ensino Particular e Cooperativo no Superior e demais legislao aplicvel.

Artigo 3 (mbito de aplicao)

O presente Regulamento estabelece as normas internas de funcionamento dos Cursos Profissionais regulamentados no mbito da Portaria n. 74-A/2013 de 15 de fevereiro e aplica-se aos/s alunos/as das delegaes da Escola Profissional Bento de Jesus Caraa, situadas nas Regies Norte e Alentejo.

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I - REGIME DE FREQUNCIA

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CAPITULO I Estrutura, Organizao e Funcionamento dos Cursos Profissionais

Artigo 4. (Estrutura dos cursos profissionais)

Os cursos profissionais ministrados na Escola so cursos de nvel secundrio, com durao de 3.200 horas e estruturam-se em trs componentes de formao: sociocultural, cientfica e tcnica.

Artigo 5. (Organizao dos cursos profissionais)

1. A organizao, avaliao e certificao dos cursos profissionais obedece ao disposto no Decreto-Lei n.139/2012, de 5 de julho, com as alteraes introduzidas pelo Decreto-Lei n. 91/2013 de 10 de julho, na Portaria n. 74-A/2013 de 15 de fevereiro e demais legislao complementar.

2. Os cursos profissionais so organizados em mdulos de durao varivel, combinveis entre si.

3. Os cursos profissionais tm a durao de trs anos letivos.

4. Os cursos profissionais incluem um perodo de Formao em Contexto de Trabalho (FCT), diretamente ligado a atividades que visem a aquisio ou o desenvolvimento de competncias tcnicas, relacionais e organizacionais relevantes para o perfil de sada do curso e que se realiza em posto de trabalho.

5. No final do curso os/as alunos/as apresentam a Prova de Aptido Profissional (PAP).

Artigo 6. (Calendrio escolar)

1. O ano escolar tem incio em setembro e trminos em agosto, sendo que o ano letivo definido anualmente dentro, deste perodo, tendo como referncia o calendrio escolar estabelecido pelo Ministrio da Educao e Cincia e a necessidade do cumprimento das cargas horrias estabelecidas no Plano Curricular.

2. Os horrios so elaborados e alterados de acordo com as necessidades de desenvolvimento do plano curricular.

3. As interrupes das atividades letivas do Natal, Carnaval e Pscoa correspondero aos perodos estabelecidos no calendrio esc