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Regulamento Interno 2013 | AEGIA

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    Prembulo O Regulamento Interno da Associao de Engenharia e Gesto Industrial um instrumento essencial ao bom funcionamento da instituio e de complemento dos actuais estatutos.

    Pretende este regulamento ser uma ferramenta para guiar e disciplinar a organizao, o funcionamento das reunies ordinrias e extraordinrias da Direco, todo o procedimento administrativo e financeiro, todo o trabalho executivo por esta a realizar, de forma a permitir um correcto, transparente, eficaz e responsvel exerccio das suas competncias.

    A Direco apela leitura e anlise atentas deste documento, para o melhor conhecimento da Associao e dos seus direitos e deveres enquanto scio desta.

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    CAPTULO I - mbito, pr incpios e objectivos

    Art igo 1 mbito

    A Associao de Engenharia e Gesto Industrial de Aveiro, adiante designada por AEGIA, passar a reger-se pelo seguinte Regulamento Interno, que est em conformidade com os seus estatutos.

    Art igo 2 Simbologia 1. A representao simblica da AEGIA composta pela silhueta de uma fbrica e duas rodas mecnicas, onde uma delas possui o smbolo do euro (). 2. A simbologia das peas a seguinte:

    a. A roda dentada, associada engenharia, e o (euro), associada s componentes de economia e gesto, so os smbolos que representam o nosso curso.

    b. As cores de curso so o laranja e cinza. c. Pretende-se trespassar, com a renovao da imagem da nossa

    instituio, a ideia de modernidade bem como os valores que nos caracterizam.

    3. O logtipo da AEGIA a imagem representada infra.

    Art igo 3 Princpios Fundamentais 1. AEGIA presidem, entre outros, os seguintes princpios:

    a. Democraticidade da prpria natureza do movimento associativo a sua democraticidade, que assegura a eleio de todos os cargos dirigentes, que implica a participao activa de todos os seus membros nas actividades associativas, que d efectiva extenso do poder deliberativo a todos os seus membros e consagra um efectivo controlo de todas as funes de Direco por parte de todos os seus membros;

    b. Independncia implica o apartidarismo, no podendo a AEGIA submeter-se a qualquer programa de partidos polticos, organizaes estatais ou quaisquer outras organizaes que, pelo seu carcter,

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    possam implicar a perda de independncia dos seus membros ou dos seus rgos representativos, sem prejuzo de virem a tomar posio sobre quaisquer problemas polticos do pas;

    c. A AEGIA goza de autonomia na elaborao do respectivo Regulamento Interno e demais normas internas, na eleio dos seus rgos dirigentes, na gesto e administrao do respectivo patrimnio e na elaborao dos planos de actividades e oramentos e relatrios de actividades e contas.

    2. Todos os elementos da Direco tm o Direito e o Dever de participar no trabalho desenvolvido pela Associao, em prol dos seus objectivos, sob o pressuposto de que todo o trabalho sirva para dignificar a AEGIA. 3. O altrusmo e a entreajuda devem nortear o percurso associativo de qualquer um dos dirigentes da Direco.

    Art igo 4 Objectivos 1. A AEGIA tem por objectivo dinamizar, dignificar e valorizar as actividades dos scios e o desempenho profissional dos licenciados e mestres em Engenharia e Gesto Industrial pela Universidade de Aveiro. 2. Para a prossecuo de tais objectivos a AEGIA procurar:

    a. Contribuir e cooperar com os diversos rgos da Universidade de Aveiro; b. Promover a formao cvica, humana, cultural, tecnolgica, desportiva e

    cientfica dos seus membros; c. Desenvolver relaes com instituies afins nacionais e internacionais; d. Defender os interesses dos scios e licenciados do curso de Engenharia

    e Gesto Industrial; e. Manter uma relao actualizada de dados relativos aos scios que

    facilitem a comunicao entre a instituio e os associados. 3. So ainda objectivos da AEGIA quaisquer outros que venham a ser definidos pelos seus membros.

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    Capitulo I I - Dos scios

    Art igo 5 Scios Podem ser admitidos como scios da AEGIA, todos os alunos matriculados de Engenharia e Gesto Industrial da Universidade de Aveiro bem como os que a Direco e a Assembleia Geral nomearem, de acordo com este regulamento.

    Art igo 6 Categorias de scios A AEGIA tem quatro categorias de scios: fundadores, efectivos, extraordinrios e honorrios.

    Art igo 7 Scios fundadores Foram scios fundadores os que constam na escritura, passando a scios honorrios aps a concluso do curso.

    Art igo 8 Scios efectivos 1. So scios efectivos todos os alunos do curso de Engenharia e Gesto Industrial que cumpram com os seus deveres dentro da AEGIA e que tenham solicitado a sua inscrio como tal. 2. So direitos dos scios efectivos:

    a. Participar em todas as iniciativas da AEGIA; b. Requerer e ter acesso aos estatutos e presente regulamento; c. Receber um comprovativo de scio efectivo; d. Conservar o seu nmero de associado, devidamente actualizado

    conforme a ordem da inscrio; e. Participar em todas as reunies de Assembleia Geral e votar; f. Requerer a convocao da Assembleia Geral extraordinria, de acordo

    com este regulamento; 3. So deveres dos scios efectivos:

    a. Honrar e prestigiar a AEGIA, contribuindo em todas as circunstncias para o seu engrandecimento;

    b. Cumprir as disposies legais, estatutrias e regulamentares; c. Pagar as cotas atempadamente; d. Desempenhar com assiduidade, zelo e dedicao os cargos para que

    forem eleitos; e. Exibir, sempre que exigido por pessoa competente, o comprovativo de

    scio, quando pretendam usufruir dos direitos estatutrios e regulamentares;

    f. Devolver o comprovativo de scio, quando solicitar o desvinculamento.

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    Artigo 9 Scios extraordinrios 1. So scios extraordinrios da AEGIA:

    a. Todos os antigos alunos de Engenharia e Gesto Industrial e professores da Universidade de Aveiro que se inscrevam para tal e paguem a cota anual correspondente;

    b. Quaisquer outros indivduos que a Direco ou Assembleia Geral entendam ser importantes na prossecuo dos objectivos da AEGIA.

    2. So direitos dos scios extraordinrios: a. Participar em todas as iniciativas da AEGIA; b. Possuir um carto de scio que o identifique como scio extraordinrio; c. Participar nas reunies de Assembleia Geral, a ttulo de observador;

    3. So deveres dos scios extraordinrios: a. Respeitar e fazer respeitar os estatutos, os regulamentos e as decises

    legalmente tomadas pelos rgos sociais da AEGIA; b. Contribuir activamente para a prossecuo dos fins da AEGIA; c. Pagar a quota dentro dos prazos determinados e satisfazer quaisquer

    outros encargos de natureza pecuniria da AEGIA.

    Art igo 10 Scios honorrios

    1. Pode ser atribudo o ttulo de scio honorrio a pessoas nacionais ou estrangeiras, singulares ou colectivas, que hajam prestado servios relevantes e excepcionais AEGIA, ao curso de Engenharia e Gesto Industrial ou Universidade de Aveiro. 2. Os scios honorrios so eleitos em Assembleia Geral, mediante proposta do respectivo presidente, ou da Direco, estando isentos do pagamento de quaisquer encargos sociais. No podero desempenhar cargos sociais, podendo no entanto, participar nas reunies de Assembleia Geral, a ttulo de observadores.

    Art igo 11 Perda do estatuto de scio

    1. Perdem a qualidade de scio efectivo: a. Os que no paguem as quotas durante um ano, quando o facto lhes seja

    imputvel; b. Os que incorram em infraco grave ao disposto nos estatutos e

    regulamentos da instituio. 2. Em Assembleia Geral pode ser retirada a qualidade de scio honorrio aos que desmeream da considerao da AEGIA. 3. Os scios podero requerer o desvinculamento dessa condio atravs de carta registada, juntamente com a devoluo do carto de scio.

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    CAPTULO II I - rgos sociais da AEGIA

    Art igo 12 rgos sociais

    So rgos sociais da AEGIA: a. Assembleia Geral; b. Direco Executiva; c. Conselho Fiscal.

    SECO I - Assembleia Geral

    Art igo 13 Definio

    A Assembleia Geral o rgo supremo da Associao e as suas deliberaes tomadas nos termos legais, estatutrios e regulamentares, obrigam os demais rgos e todos os scios.

    Art igo 14 Composio

    1. A Assembleia Geral constituda por todos os scios que estejam no pleno gozo dos direitos regulamentares, bem como todos os alunos frequentadores da licenciatura e no scios. 2. Tem direito a voto todos os scios efectivos e os restantes sero observadores sem direito de voto.

    Art igo 15 Competncias

    Assembleia Geral compete, nomeadamente: a. Deliberar sobre quaisquer assuntos respeitantes AEGIA; b. Aprovar o relatrio de actividades e o relatrio de contas da Direco no

    final de cada mandato, depois de ter ouvido o parecer do Conselho Fiscal;

    c. Destituir a Direco em Assembleia Geral convocada expressamente para o efeito com voto favorvel de, pelo menos, dois teros dos presentes;

    d. Deliberar sobre a alterao dos estatutos e sobre a extino ou fuso da AEGIA;

    e. Ratificar os montantes das quotas anuais dos scios extraordinrios e efectivos, estabelecidos pela Direco;

    f. Conferir a categoria de scios honorrios.

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    Artigo 16 Mesa

    1. A Assembleia Geral dirigida pela respectiva Mesa, que se compe de um presidente, um vice-presidente e um secretrio. 2. O presidente ser substitudo, nas suas faltas ou impedimentos, pelo vice-presidente e, na falta de ambos, pelo secretrio. 3. Em qualquer dos casos referidos no ponto anterior, dever a Mesa completar-se por escolha entre os scios efectivos presentes. 4. Os elementos da Mesa da Assembleia Geral so eleitos anualmente pelos scios por voto directo, secreto e universal.

    Art igo 17 Competncias da Mesa

    1. So competncias da Mesa da Assembleia Geral: a. Dirigir e participar na Assembleia, no tendo, contudo, os seus

    elementos direito a voto; b. Redigir e assinar as actas de cada Assembleia Geral; c. Redigir e publicitar o regulamento eleitoral; d. Assumir as funes de comisso directiva em conjunto com o Conselho

    Fiscal, em caso de demisso ou destituio da Direco Executiva. 2. So competncias do presidente da Mesa:

    a. Convocar a Assembleia Geral; b. Presidir comisso directiva, em caso de demisso ou destituio da

    Direco Executiva; c. Marcar a data de eleies para os rgos sociais da AEGIA; d. Receber as candidaturas aos rgos sociais da AEGIA; e. Presidir a comisso eleitoral; f. Conferir posse aos rgos sociais da AEGIA.

    Art igo 18 Periodicidade

    1. A Assembleia Geral reunir em sesses ordinrias e extraordinrias. 2. A Assembleia Geral reunir ordinariamente duas vezes por ano para apreciao e votao dos balanos das contas semestrais e anuais. 3. A Assembleia Geral reunir extraordinariamente se solicitada pelo presidente da Assembleia Geral, presidente do Conselho Fiscal ou pelo presidente da Direco Executiva, ou por um conjunto de associados no inferior a um quarto do total de scios efectivos, sendo, nesse caso necessria a comparncia de dois teros dos requerentes.

    Art igo 19 Convocao

    1. A Assembleia Geral ordinria dever ser convocada com 8 dias de antecedncia pelo presidente da Mesa da Assembleia Geral ou pelo seu substituto.

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    2. A convocao da Assembleia Geral extraordinria dever ser convocada pelo presidente da Mesa, de acordo com requerimento recebido nos termos do ponto 3 do artigo anterior e ser feita no prazo de 8 dias aps o pedido, devendo a Assembleia Geral realizar-se no prazo de quinze dias a contar da data de recepo do pedido. 3. A convocao ser feita atravs do anncio publico a afixar em local visvel no Departamento de Economia, Gesto e Engenharia Industrial e outras vias, devendo constar no anncio a proposta da ordem de trabalhos, dia, hora e local da reunio.

    Art igo 20 Qurum

    A Assembleia Geral reunir hora marcada na convocatria se estiver presente mais de metade dos scios, ou quinze minutos com o nmero de scios presentes.

    Art igo 21 Funcionamento

    As deliberaes da Assembleia Geral, sempre que se refiram a pessoas e cargos, devero ser por meio de voto secreto.

    SECO II " - Direco Executiva da AEGIA e seus membros

    Art igo 22 Definio

    A Direco , nos termos da Lei e dos Estatutos, o rgo de administrao e representao da Associao de Engenharia e Gesto Industrial de Aveiro.

    Art igo 23 Composio 1. A Direco composta, de acordo com os Estatutos, por um presidente, por dois vice-presidentes adjuntos, um secretrio, um tesoureiro e, no mnimo, um vogal por cada pelouro existente. 2. So criados pelo presente regulamento, e no passveis de extino, os seguintes pelouros, sendo que a distribuio de elementos por cada um deve ser dois vogais para o pelouro pedaggico e scio-profissional, dois vogais para o pelouro divulgativo, um vogal para o pelouro desportivo, um vogal para o pelouro acadmico, um vogal para o pelouro das relaes internacionais e um vogal para o pelouro lean (melhoria contnua). 3. O presente regulamento define que devero existir dois vice-presidentes, um responsvel pela definio estratgica e polticas da instituio e outro responsvel pelo apoio e superviso dos pelouros.

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    4. Os elementos da Direco so eleitos anualmente pelos scios por meio de voto secreto, directo e universal.

    Art igo 24 Competncias

    Compete, em especial, Direco Executiva: a. Definir e orientar a actividade da associao de acordo com as linhas

    gerais traadas pelo seu prprio programa; b. Cumprir e fazer cumprir as disposies legais, estatutrias e

    regulamentares, as deliberaes da Assembleia Geral e as suas prprias resolues;

    c. Desenvolver as relaes nacionais e internacionais da AEGIA; d. Gerir os bens e servios da AEGIA e deles prestar contas Assembleia

    Geral e ao Conselho Fiscal; e. Elaborar anualmente o balano e as contas da gerncia que devero dar

    a conhecer de forma clara a situao econmica e financeira da AEGIA; f. Constituir conselhos, comisses ou grupos de trabalho, permanentes ou

    eventuais, convidar para neles participarem associados ou pessoas exteriores associao, definir-lhes objectivos e atribuies e aprovar os seus regulamentos;

    g. Decidir sobre os recursos e reclamaes que sejam submetidos sua apreciao;

    h. Propor Assembleia Geral a atribuio da categoria de scio honorrio.

    Art igo 25 Competncias especf icas dos pelouros

    1. Compete em especial ao pelouro das relaes internacionais: a. Representar e promover o curso, a Universidade de Aveiro, o concelho e

    o distrito de Aveiro a nvel internacional; b. Desenvolver actividades ao nvel nacional e internacional com

    associaes congneres, com vista prossecuo do que foi definido na alnea anterior;

    c. Incentivar programas de intercmbio de estudantes com universidades estrangeiras;

    d. Colaborar com os rgos da Universidade de Aveiro vocacionados para esta rea.

    e. Coordenar o funcionamento do grupo local da ESTIEM; 2. Compete em particular ao pelouro acadmico:

    a. Organizar a presena do curso de Engenharia e Gesto Industrial em todas as actividades e nas envolventes das semanas acadmicas;

    b. Organizar actividades ldicas e culturais com variadas temticas de interesse para os associados.

    3. Compete ao pelouro pedaggico e scio-profissional: a. Promover, em colaborao com o DEGEI e demais rgos da

    Universidade de Aveiro, a ligao s empresas, bem como a outros organismos de relao universidade-empresas;

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    b. Promover a eleio e coordenar as comisses de curso de licenciatura e de mestrado;

    c. Colaborar com os representantes das comisses de curso de Engenharia e Gesto Industrial, em todos os assuntos que digam respeito ao curso nesta rea;

    d. Organizar, em colaborao com o DEGEI e com os demais pelouros, as exposies e demais actividades relacionadas com o curso;

    e. Apoiar a insero dos finalistas do curso de Engenharia e Gesto Industrial no mercado de trabalho;

    f. Procurar e apoiar alternativas de sadas profissionais para os finalistas do curso de Engenharia e Gesto Industrial;

    g. Promover anualmente o encontro de antigos alunos de Engenharia e Gesto Industrial;

    h. Promover actividades de formao extra-curricular com reconhecido interesse para os associados.

    4. Compete em particular ao pelouro divulgativo: a. Cooperar com os rgos competentes da Universidade de Aveiro na

    divulgao do curso, da Universidade, da cidade e do distrito; b. Cooperar com os restantes pelouros com vista divulgao das

    actividades realizadas pela AEGIA; c. Cooperar com toda a direco executiva no sentido de promover a

    AEGIA. 5. Compete ao pelouro desportivo:

    a. Coordenar todas as actividades desportivas nas quais o curso esteja envolvido;

    b. Fomentar a prtica de desportos por parte dos estudantes; c. Colaborar com os rgos da Universidade de Aveiro vocacionados para

    esta rea. 6. Compete ao pelouro Lean (melhoria contnua):

    a. Promover a aprendizagem e conhecimento de ferramentas Lean; b. Aproximao a empresas em que as tcnicas Lean tenham sido

    aplicadas; c. Criar protocolos com as empresas referidas no ponto anterior; d. Promover, em conjunto com o pelouro pedaggico, formao sobre

    ferramentas Lean; e. Promover estgios e/ou visitas de estudo nesta rea, com componente

    prtica, no seio empresarial, em parceria com o pelouro pedaggico.

    Art igo 26 Atr ibuies a elementos

    1. Compete especificamente ao presidente: a. Superintender as aces da AEGIA de acordo com o plano de

    actividades e oramento aprovado em Assembleia Geral; b. Convocar e presidir s reunies da direco dirigindo os respectivos

    trabalhos; c. Visar os documentos de receita e despesa e assinar cheques,

    conjuntamente com um dos demais titulares de conta;

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    d. Zelar pelo bem-estar de todos os elementos, contactando directamente com todos eles e "delegando funes, defendendo sempre a estabilidade da Associao;

    e. Planear, delegar e avaliar as actividades da responsabilidade da Direco e criticar, sempre construtivamente, os seus elementos, promovendo, assim, a "formao de dirigentes;

    f. Delegar num dos vice-presidentes as competncias que se revelem necessrias para uma gesto mais "eficiente;

    2. Compete especificamente aos vice-presidentes: a. Representar o presidente da Direco sempre que este esteja ausente,

    delegando esta mesma representao, na sua impossibilidade; b. Coadjuvar o presidente e exercer os poderes que nele sejam delegados; c. Trabalhar para descentralizao de informao, poder e representao

    dentro da Direco; d. Deve ser um elemento comunicativo e zelar pela verdade no interior e no

    exterior da Direco, podendo chamar a ateno a outros dirigentes sempre que for necessrio;

    e. Tem como funo coordenar todo o trabalho desenvolvido pelos pelouros que compem a Direco;

    f. Dever delegar tarefas e funes e responsabilizar todos os elementos da Direco;

    g. Praticar, por direito prprio, todos os actos necessrios boa resoluo de problemas relativos s funes que lhe so confiadas.

    h. Desempenhar as demais competncias designadas pelo presidente da Direco.

    3. Compete especificamente ao tesoureiro: a. Superintender nos servios de contabilidade e tesouraria.

    4. Compete especificamente ao secretrio: a. Lavrar as actas da reunio da Direco e superintender nos servios de

    expediente; b. Preparar a agenda de trabalhos para as reunies de Direco,

    organizando os processos dos assuntos a ser tratados; c. Superintender nos servios de tesouraria. d. Superintender na administrao interna da instituio.

    5. Compete especificamente aos vogais: a. Coordenar o pelouro respectivo para que foi designado; b. Garantir que o funcionamento do pelouro que coordena vai de encontro

    ao estipulado no Plano de Actividades e Oramento. c. Coordenar as actividades do pelouro e articul-lo com a restante

    Direco; d. Solicitar ajuda exterior Direco para aces especficas do respectivo

    pelouro; e. Coadjuvar os restantes membros da Direco nas respectivas tarefas.

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    Artigo 27 Mandato

    1. Os membros da Direco exercem o seu mandato em nome e por conta da AEGIA e da sua Assembleia Geral de forma gratuita, obedecendo sempre s suas instrues, ao presente regulamento, aos estatutos e demais legislao geral em vigor. 2. O mandato de um membro da Direco de um ano, sendo institudo na sua Tomada de Posse e vlido at Tomada de Posse de um seu substituto, ou at sua renncia ou exonerao nos termos legais e deste regulamento.

    Art igo 28 Responsabi l idade

    1. A Direco Executiva reunir ordinariamente quinzenalmente, podendo faz-lo extraordinariamente quando convocada com um prazo mnimo de vinte e quatro horas:

    a. pelo presidente; b. pela maioria dos elementos em efectividade de funes.

    2. Cada um dos membros da Direco pessoalmente responsvel pelos seus actos e solidariamente responsvel por todas as medidas tomadas pela Direco, respondendo pelos prejuzos decorrentes das suas deliberaes, sendo sempre responsvel pela salvaguarda dos valores pertencentes AEGIA. 3. Aqueles que ficarem vencidos na deliberao tomada e fizerem registo da respectiva declarao de voto na acta, ficam isentos da responsabilidade que daquela eventualmente resulte. 4. Aqueles que tenham estado ausentes da reunio onde foi tomada a deliberao e manifestarem a sua discordncia por tal, mediante declarao escrita entregue na reunio seguinte, ficam isentos da responsabilidade que daquela eventualmente resulte.

    Art igo 29 Deveres

    1. So deveres dos elementos da Direco, nomeadamente: a. Cumprir os Estatutos da AEGIA e promover o seu cumprimento; b. Respeitar o disposto neste Regulamento Interno; c. Observar e respeitar os princpios da AEGIA e desenvolver a sua

    actividade tendo em vista os objectivos "da instituio; d. Acatar e executar as deliberaes da Assembleia Geral e no ter actos

    ou assumir atitudes contrrias a elas; e. Acatar e executar as deliberaes da Direco, e no ter actos ou

    assumir atitudes contrrias a elas; f. Cooperar com os demais rgos da AEGIA no exerccio das suas

    competncias, nomeadamente as de fiscalizao, nos termos a acordar entre ambos;

    g. Informar os demais elementos da Direco de tudo o que diga respeito AEGIA;

    h. Exercer as funes que lhe forem confiadas com honestidade, diligncia

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    e especial respeito pelos seus pares e pelos scios que os elegeram.

    Art igo 30 Delegao de Funes

    1. A Direco, no mbito das suas competncias, pode permitir, atravs de delegao de poderes, que um dos seus elementos pratique actos em seu nome. 2. A Direco pode ainda, dentro das suas competncias, permitir, atravs de delegao de poderes, que um outro rgo ou comisso pratique os actos em nome da AEGIA, desde que essa delegao de poderes seja devida e expressamente autorizada pela Assembleia Geral.

    Art igo 31 Reestruturao da Direco

    A Direco pode permitir-se entrada de novos elementos sendo que se restringe, por este regulamento, uma alterao superior a 3 elementos em relao equipa eleita.

    Art igo 32 Cessao de funes

    Cessa as funes como elemento da Direco aquele que: a. Perder a qualidade de scio da AEGIA; b. Renuncie ao cargo em carta registada endereada ao presidente da

    Mesa da Assembleia Geral; c. For demitido pela Direco, por maioria absoluta, cabendo o recurso da

    deciso para a Assembleia Geral.

    Art igo 33 Destituio

    A Direco considerada destituda quando: a. Cessarem funes, sucessivamente ou em bloco, a maioria dos seus

    elementos; b. For destituda em Assembleia Geral, de acordo com este regulamento e

    com os estatutos.

    Seco I I I - Conselho Fiscal

    Art igo 34 Definio

    O conselho fiscal o rgo de controle e fiscalizao da AEGIA.

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    Artigo 35 Composio

    1. O conselho fiscal constitudo pelos seguintes elementos: a. presidente; b. vice-presidente; c. relator.

    2. Os elementos deste rgo so eleitos anualmente pelos scios efectivos por meio de voto directo, secreto e universal.

    Art igo 36 Competncias

    Compete, em especial, ao conselho fiscal:

    a. Verificar e dar parecer sobre o plano de actividades e oramento da Direco. O devido parecer dever ser remetido ao presidente da Mesa da Assembleia Geral at trs dias teis antes da data da realizao da Assembleia Geral ordinria anual.

    b. Verificar e dar parecer sobre o relatrio de contas e de actividades da Direco. O devido parecer dever ser remetido ao presidente da Mesa da Assembleia Geral at trs dias teis antes da data da realizao da Assembleia Geral ordinria anual.

    c. Zelar pelo cumprimento dos estatutos e demais regulamentos em vigor. d. Instituir processos disciplinares a infraces cometidas por membros ou

    ex-membros da Direco; e. A convocao de elementos da Direco, na generalidade ou

    especialidade, para prestar todas as informaes que o conselho fiscal entender necessrias;

    f. Requerer a convocao da Assembleia Geral sempre que o julgue necessrio;

    g. Avaliar a justa causa das razes apresentadas para demisso, exonerao ou alheamento do cargo dos rgos da AEGIA;

    h. Dar parecer fundamentado sobre o acto eleitoral para os rgos sociais da AEGIA e sobre os pedidos de impugnao do mesmo que forem apresentados;

    i. Assumir as funes de comisso directiva, em conjunto com a Assembleia Geral, em caso de destituio da Direco.

    Art igo 37 Funcionamento

    1. As reunies do conselho fiscal so convocadas pelo presidente e s pode deliberar com a presena da maioria dos seus titulares; 2. As deliberaes so tomadas, por maioria de votos dos titulares presentes, tendo o presidente, alm do seu voto, direito a voto de desempate; 3. Das reunies ser sempre lavrada a acta que, depois de lida e aprovada, dever ser assinada pelos presentes.

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    Captulo IV - Finanas e Patr imnio

    Art igo 38 Receitas e Despesas

    Constituem as receitas da AEGIA todas aquelas que no contrariam a lei, designadamente:

    a. Quotas pagas pelos associados; b. Subsdios e donativos AEGIA; c. Os resultantes de campanhas de angariao de fundos; d. Receitas provenientes da sua actividade.

    Art igo 39 Despesas

    Constituem despesas da AEGIA:

    a. Eventuais encargos com instalaes prprias; b. Despesas de deslocao ocasionadas pelo funcionamento da AEGIA; c. Outras despesas no especificadas e decorrentes do funcionamento da

    AEGIA.

    Art igo 40 " Plano de Activ idades e Oramento

    1. At trinta dias aps a sua tomada de posse dever a Direco submeter Assembleia Geral a aprovao do plano de actividades e respectivo oramento geral. 2. Caso o plano de actividades e oramento geral da AEGIA no seja aprovado, a Direco dever redigir novo plano e apresent-lo para apreciao e votao at oito dias aps a primeira votao.

    Art igo 41 " Relatrio de Activ idades e Contas

    1. Antes do final do seu mandato ter a Direco cessante de submeter Assembleia Geral a aprovao do relatrio de actividades e relatrio de contas relativos ao seu mandato.

    Art igo 42 Quotas

    1. Os scios efectivos e extraordinrios pagaro uma quota, cuja periodicidade fixada pela Direco. 2. Compete Direco fixar o valor das quotas. 3. As deliberaes sobre os valores das quotas s entraro em vigor, depois de ratificadas em Assembleia Geral.

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    Artigo 43 Patr imnio

    O patrimnio social da AEGIA constitudo pelos bens que integram o seu activo e pelos que venham integrar a ttulo oneroso ou gratuito.

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    Capitulo V Eleies

    Art igo 44 Elegibi l idade

    Podem eleger os rgos sociais da AEGIA, os scios efectivos.

    Art igo 45 Reeleio

    permitida a reeleio, podendo os mesmos scios desempenhar, consecutivamente, at 3 mandatos, desde que tenham apresentado os relatrios de contas dos seus mandatos anteriores.

    Art igo 46 Processo eleitoral

    1. As eleies para os rgos sociais da AEGIA tm lugar anualmente. A destituio da Direco Executiva da AEGIA implica, no entanto, a realizao de novas eleies no prazo mximo de 30 dias. 2. O calendrio eleitoral dever ser afixado pelo presidente da Mesa da Assembleia Geral, em lugar identificado e bem visvel do DEGEI, trs semanas antes da data de realizao das eleies; 3. As candidaturas aos rgos sociais da AEGIA sero apresentados em lista conjunta e entregues ao presidente da Mesa da Assembleia Geral at duas semanas antes do dia marcado para o acto eleitoral. 4. Se dentro dos prazos estabelecidos anteriormente no aparecer nenhuma lista concorrente, e se a situao se mantiver, dever o presidente da Mesa solicitar Direco cessante que se mantenha em funes durante o perodo de trinta dias. Dever ento convocar nova Assembleia Geral extraordinria e dinamizar o processo eleitoral, visando ultrapassar a situao de crise; 5. A campanha eleitoral decorre dentro do prazo que vai desde a aprovao e afixao das listas concorrentes at vspera do dia do acto eleitoral; 6. A contagem dos votos ser feita pela comisso eleitoral em sesso pblica, imediatamente a seguir ao encerramento das mesas de voto; 7. O regulamento eleitoral deve ser elaborado, actualizado e disponibilizado pela Mesa da Assembleia Geral.

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    Artigo 47 Tomada de Posse

    1. Os elementos da lista vencedora nas eleies, tomaro posse em cerimnia pblica, at dez dias teis aps a divulgao da acta de homologao do acto eleitoral; 2. A posse dos rgos sociais eleitos da AEGIA ser conferida pelo presidente da Mesa cessante; 3. Durante a tomada de posse ser elaborada a ltima acta da comisso eleitoral que ser assinada pela mesma e pelos rgos sociais eleitos.

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    Captulo VI - Fuso e dissoluo

    Art igo 48 Fuso

    1. Caso a Assembleia Geral determine a fuso com outras associaes dever definir, obrigatoriamente, os termos em que a mesma se processar. 2. A fuso s ter valor se deliberada por dois teros dos associados presentes na Assembleia Geral extraordinria, convocada para o efeito.

    Art igo 49 Dissoluo e ext ino

    1. A dissoluo s ser vlida se deliberada por dois teros dos associados presentes na Assembleia Geral extraordinria, convocada para o efeito. 2. Em caso de dissoluo, os bens da AEGIA revertem a favor da Universidade de Aveiro. 3. Como causas de extino, aplica-se o artigo 182, bem como os artigos 183 e 184 do Cdigo Civil.

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    CAPTULO VII - Disposies Finais

    Art igo 50 Vigncia

    1. O presente Regulamento Interno entra em vigor aps a sua aprovao em Assembleia Geral.

    Art igo 51 Val idade

    1. O presente Regulamento Interno tem validade at aprovao em Assembleia Geral de uma nova reviso.

    Art igo 52 Reviso

    1. O presente Regulamento Interno pode ser revisto total ou parcialmente, sendo sempre necessria a apresentao da redaco final Assembleia Geral.

    Art igo 53 Casos Omissos

    1. Nos casos omissos ou no claramente previstos neste Regulamento Interno, bem como em caso de dvida interpretativa, a deciso compete Direco Executiva.

    Assembleia Geral Associados, Aveiro, Maro de 2013

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