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  • Regulamento Interno do Agrupamento de Escolas Pedro Eanes Lobato

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    De acordo com as alteraes introduzidas pelo Despacho normativo n 13/2014 de 15 de setembro e com a necessidade de alterar o artigo referente s visitas de estudo a Diretora prope a reviso e atualizao dos seguintes artigos do Regulamento Interno do Agrupamento Pedro Eanes Lobato.

    Artigo 218. Processo individual do aluno

    1 - O processo individual do aluno acompanha-o ao longo de todo o seu percurso escolar, sendo devolvido aos pais ou encarregado de educao ou ao aluno maior de idade, no termo da escolaridade obrigatria. 2 - No processo individual do aluno devem constar: a) Os elementos fundamentais de identificao do aluno; b) As fichas de registo de avaliao; c) Relatrios mdicos e ou de avaliao psicolgica, quando existam; d) Programas de acompanhamento pedaggico, quando existam; e) Os programas educativos individuais e os relatrios circunstanciados, no caso de o aluno ser abrangido pelo Decreto-Lei n 3/2008, de 7 de janeiro; f) Outros elementos considerados relevantes para a evoluo e formao do aluno. 3 - So registadas no processo individual do aluno as informaes relevantes do seu percurso educativo, designadamente as relativas a comportamentos meritrios e medidas disciplinares aplicadas e seus efeitos. 4 - O processo individual do aluno constitui-se como registo exclusivo em termos disciplinares. 5 - As informaes contidas no processo individual do aluno referentes a matria disciplinar e de natureza pessoal e familiar so estritamente confidenciais, encontrando -se vinculados ao dever de sigilo todos os membros da comunidade educativa que a elas tenham acesso. 6 - No final da educao pr-escolar, o educador deve entregar os processos individuais das crianas que vo para o 1. ciclo diretamente nos servios administrativos da escola sede, acompanhados de lista nominal, que deve ser rubricada pelo educador e pelo funcionrio que os recebe. 7 - No 1. ciclo, o professor titular de turma deve entregar os processos individuais dos alunos que vo para o 2. ciclo, diretamente nos servios administrativos da escola sede, acompanhados de lista nominal, que deve ser rubricada pelo professor e pelo funcionrio que os recebe.

    Artigo 227.

    Formalizao da avaliao sumativa interna 1 - A avaliao sumativa interna da responsabilidade do professor titular de turma, no 1. ciclo, dos professores que integram o Conselho de turma, nos 2. e 3. ciclos, e dos rgos de Direo do agrupamento. 2 - Compete ao professor titular de turma, no 1. ciclo, e ao diretor de turma, nos 2. e 3. ciclos, coordenar o processo de tomada de decises relativas avaliao sumativa interna e garantir tanto a sua natureza globalizante como o respeito pelos critrios de avaliao. 3 - A deciso quanto avaliao final do aluno da competncia: a) Do professor titular de turma, no 1. ciclo; b) Do conselho de turma sob proposta dos professores de cada disciplina, no 2. e 3. ciclo. 4 - No 1., 2. e 3. ano de escolaridade, a informao resultante da avaliao sumativa interna, nos trs perodos letivos, expressa-se de forma descritiva em todas as componentes no facultativas do currculo, sendo ainda atribuda uma meno qualitativa de Muito Bom, Bom, Suficiente e Insuficiente. 5 - No 4. ano de escolaridade, a avaliao sumativa interna, nos trs perodos letivos, expressa-se numa escala de 1 a 5 nas disciplinas de Portugus e de Matemtica e de forma descritiva nas restantes componentes no facultativas do currculo, sendo, ainda atribuda uma meno qualitativa de Muito Bom, Bom, Suficiente e Insuficiente. 6 A classificao interna final anual de cada disciplina atribuda no final do 3. perodo pelo professor titular em articulao com os restantes professores da turma, quando existam, no 1. ciclo, e pelo conselho de turma no 2. e 3. ciclo. 7 A classificao interna final de cada uma das disciplinas no 4. e 6. ano de escolaridade atribuda no final do 3. perodo e antes de serem divulgados os resultados de avaliao externa das disciplinas de Portugus e de Matemtica. 8 - A avaliao sumativa interna do final do 3. perodo tem as seguintes finalidades: a) Formalizao da classificao correspondente aprendizagem realizada pelo aluno ao longo do ano letivo; b) Deciso sobre a transio de ano; c) Verificao das condies de admisso 2. fase das provas finais dos 1. e 2. ciclo e definio do plano de apoio pedaggico a cumprir no perodo de acompanhamento extraordinrio;

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    d) Verificao das condies de admisso 1 fase das provas finais do 3 ciclo. 9 - A informao resultante da avaliao sumativa interna nos 2. e 3. ciclos expressa -se numa escala de 1 a 5, em todas as disciplinas, podendo ser acompanhada, sempre que se considere relevante, de uma apreciao descritiva sobre a evoluo do aluno. 10 - A informao resultante da avaliao sumativa dos alunos do ensino bsico abrangidos pelo artigo 21. do Decreto-Lei n. 3/2008, de 7 de janeiro, nas disciplinas e reas disciplinares especficas expressa-se numa meno qualitativa de Muito Bom, Bom, Suficiente e Insuficiente, acompanhada de uma apreciao descritiva sobre a evoluo do aluno. 11 No 7 e 8 ano de escolaridade, a avaliao sumativa interna das disciplinas de Tecnologias de Informao e Comunicao e da disciplina de Oferta de Escola, caso sejam organizadas em regime semestral, processa-se do seguinte modo: a) Para a atribuio das classificaes, o conselho de turma rene no final do 1 semestre e no final do 3 perodo; b) A classificao atribuda no 1 semestre fica registada em ata e, semelhana das classificaes das outras disciplinas, est sujeita a aprovao do conselho de turma de avaliao no final do 3 perodo.

    Artigo 228.

    Provas de equivalncia frequncia do 2. e 3.ciclos do ensino bsico 1 - As provas de equivalncia frequncia realizam-se a nvel de escola nos anos terminais de cada ciclo do ensino bsico, com vista a uma certificao de concluso de ciclo, para alunos autopropostos nos termos previstos no n. 3 do presente artigo. 2 - As provas de equivalncia frequncia incidem sobre os contedos dos programas, tm como referncia as metas curriculares estabelecidas para os trs ciclos e contemplam ainda uma prova oral, no caso das disciplinas de Portugus, de Portugus Lngua No Materna (PLNM) e das lnguas estrangeiras. 3 - As provas de equivalncia frequncia realizam-se em duas fases em todos os ciclos e destinam-se aos alunos, na qualidade de autopropostos, que se encontrem numa das seguintes situaes: a) Frequentem seminrios no abrangidos pelo Decreto-Lei n. 293 -C/86, de 12 de setembro, para alunos do 2. e 3.ciclos; b) Estejam abrangidos pelo ensino individual e domstico; c) Estejam fora da escolaridade obrigatria e no se encontrem a frequentar qualquer estabelecimento de ensino; d) Estejam fora da escolaridade obrigatria, frequentem o 2. ou 3. ciclo do ensino bsico e tenham anulado a matrcula at ao 5. dia til do 3. perodo; e) Tenham ficado retidos por faltas pela aplicao do previsto nas alneas a) e b) do n. 4 do artigo 21. da Lei n. 51/2012, de 5 de setembro; f) Estejam no 4., 6. ou no 9. ano de escolaridade e no tenham obtido aprovao na avaliao sumativa final do 3. perodo. 4 - Os alunos autopropostos do 1. e 2. ciclo realizam obrigatoriamente: a) Na 1 fase, as provas finais de ciclo, como provas de equivalncia frequncia, efetuando tambm uma prova oral na disciplina de Portugus, no caso dos alunos referidos nas alneas a) a d) do n 3 do presente artigo, e na 2 fase, no caso dos alunos referidos na alnea e) e f). b) Na 1 fase as provas de equivalncia frequncia de Estudo do Meio e de Expresses Artsticas, no 1 ciclo, ou em todas as disciplinas, no 2 ciclo, no caso dos alunos referidos nas alneas a) a e) do n 3 do presente artigo. 5 - Os alunos autopropostos do 3. ciclo realizam obrigatoriamente: a) Na 1 fase, as provas finais do ciclo, que valem como provas de equivalncia frequncia, efetuando tambm uma prova oral na disciplina de Portugus, no caso dos alunos referidos nas alneas a) a d) do n 3 do presente artigo, e na 2 fase, no caso dos alunos do 9 ano referidos nas alneas e) e f); b) Na 1 fase, as provas de equivalncia frequncia em todas as disciplinas do 3 ciclo do ensino bsico, no caso dos alunos referidos nas alneas a) a e) do n 3 do presente artigo, salvo naquelas em que se realizam provas finais; c) Na 1 fase, as provas de equivalncia frequncia nas disciplinas em que no obtiveram aprovao e no estejam previstas provas finais, no caso dos alunos do 3 ciclo referidos na alnea f) do n3 do presente artigo. 6 - Os alunos do 1. e 2. ciclo do ensino bsico referidos no n. 3 que no obtiveram aprovao nas provas de equivalncia frequncia na 1. fase, por terem obtido classificao inferior a 3, podem repetir na 2. fase a realizao destas provas.

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    7 - Os alunos do 3. ciclo do ensino bsico podem inscrever-se e realizar, na 2. fase, as provas de equivalncia frequncia em todas as disciplinas em que no obtiveram aprovao na 1. fase. 8 - Nas provas de equivalncia frequncia constitudas por um nico tipo de prova, a classificao final de cada disciplina a obtida nas provas realizadas, expressa em escala percentual de 0 a 100, convertida na escala de 1 a 5 nos termos da lei. 9 - Nas provas de equivalncia frequncia constitudas por duas componentes (escrita, oral ou prtica), a classificao final da disciplina corresponde mdia aritmtica simples, arredondada s unidades, das classificaes das duas componentes expressas em escala percentual de 0 a 100, convertida na escala de 1 a 5 nos termos da lei. 10 - O aluno considerado Aprovado quando se verificam as condies de transio estabelecidas para o final do ciclo a que se autoprops. 11 - Os procedimentos especficos a observar no desenvolvimento das provas de equivalncia frequncia dos trs ciclos so objeto de regulamentao prpria, a aprovar por despacho do membro do Governo r