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RELATÓRIO DE ESTÁGIO - bdigital.ipg.ptbdigital.ipg.pt/dspace/bitstream/10314/661/1/fernando andrade.pdf · enfoque das forças do mercado da oferta para a procura, conferindo maior

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Escola Superior de Turismo e HotelariaInstituto Politcnico da Guarda

Fernando Andrade Novembro 2010

RELATRIO DE ESTGIOLicenciatura em Informtica para o Turismo

Escola Superior de Turismo e Hotelaria

Instituto Politcnico da Guarda

Novembro 2010

Fernando Andrade Aluganapraia.com

Escola Superior de Turismo e Hotelaria

Instituto Politcnico da Guarda

Novembro 2010

Fernando Andrade Aluganapraia.com

Este projecto foi elaborado no mbito da unidade curricular de Empreendedorismo, do 3o ano da

licenciatura em Informtica para o Turismo, orientada pelos professor Mestre Vtor Roque e

professora Mestre Sandra Teixeira.

Escola Superior de Turismo e Hotelaria I

RESUMO Este projecto foi elaborado no mbito da unidade curricular

de Empreendedorismo e pretende simular a criao de uma empresa de prestao de servios pela Internet, que se compromete a intermediar o aluguer de imveis, por perodos de semanas na poca do vero, na costa portuguesa, tendo como foco inicial a costa Algarvia.

Foi feito um inqurito, via e-mail e telefone, para o estudo de mercado e da aceitao do servio. Para se prever a rentabilidade da empresa, foi preenchido uma folha de clculo do Microsoft Excel distribuda electronicamente pelo IAPMEI.

Concluiu-se que a pesar das limitaes monetrias do autor na realizao do projecto, a empresa rentvel a curto prazo, tendo um pay back period de apenas um ano.

As prximas pginas iro introduzir o projecto, sendo a empresa apresentada a seguir, seguida do estudo de mercado. Depois ser apresentada a anlise financeira, a comunicao e os canais de distribuio, por fim, ser apresentado o portal aluganapraia.com, seguido das concluses.

ABSTRACT This project was developed within the course of

Entrepreneurship that intends to simulate the creation of a web-based services company, which is committed to intermediate the rental of properties for periods of weeks in the summer season, in the Portuguese coast, and as the initial focus of the Algarve coast.

A survey was made, via email and phone, to study of market and the acceptance of the service. To forecast the viability of the company, was filled a worksheet in Microsoft Excel, distributed electronically by IAPMEI.

It was concluded that despite the monetaty limitations of the author of the project, the company is profitable in the short term, taking a pay back period of just one year.

The next few pages will introduce the project, and the company presented below, followed by the market study. After that, will be presented the financial analysis, communication and distribution channels, finally, the portal aluganapraia.com will be presented, followed by the conclusions.

Informtica para o Turismo Aluganapraia.com

Escola Superior de Turismo e Hotelaria II

ndice

1. Introduo ........................................................................................................................................1

2. Apresentao da empresa ................................................................................................................5

3. Estudo de Mercado ..........................................................................................................................6

3.1 Potenciais Clientes ....................................................................................................................6

3.2 Resultados e concluses do inqurito .......................................................................................8

3.3 Anlise SWOT.........................................................................................................................11

3.4 Anlise da concorrncia e do meio envolvente .......................................................................13

4. Anlise Financeira .........................................................................................................................14

5. Comunicao e canais de distribuio ...........................................................................................20

6. Apresentao do portal Aluganapraia.com.....................................................................................21

7. Concluso ......................................................................................................................................23

Bibliografia ........................................................................................................................................25

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Escola Superior de Turismo e Hotelaria III

ndice de Grficos

Grfico I - Evoluo do valor mdio das Rendas ao longo do Vero ..................................................8

Grfico II - Considera aderir a este servio?........................................................................................9

Grfico III - Utiliza a Internet como meio de divulgao....................................................................9

Grfico IV - Tipologia de casas..........................................................................................................10

ndice de Quadros

Quadro I - Analise SWOT da Empresa..............................................................................................12

Quadro II Apresentao de Servios e previso de vendas.............................................................14

Quadro III Fornecimentos e Servios Externos...............................................................................16

Quadro IV Custos com Pessoal.......................................................................................................17

Quadro V Investimento....................................................................................................................18

Quadro VI Demonstrao de resultados..........................................................................................19

ndice de Figuras

Figura I Parte da pgina principal do portal....................................................................................21

Figura II Parte da pgina de reserva................................................................................................22

Figura III Parte da pgina de registo...............................................................................................22

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Escola Superior de Turismo e Hotelaria 1

1. Introduo

Segundo o Wikipdia a Internet um sistema global de redes e computadores

interligados que serve milhes de utilizadores. conhecida como a rede das redes e

constituda por milhes de redes privadas, publicas, acadmicas, de negcios e

governamentais, de mbito local e global, contendo uma ampla variedade de produtos e

servios. Hoje em dia a forma de comunicao com o nvel de actualizao mais

rpido, tudo distncia de um clique. Em pouco tempo pode-se actualizar uma pgina

contendo informao sobre um destino, por exemplo, ou ao se dar um determinado

acontecimento, em menos de um minuto j todo o mundo pode saber desse

acontecimento. Exemplo disso o facto de muitas agncias noticiosas utilizarem a rede

social tweeter.com como forma de comunicao com o pblico. Assim a comunicao

feita ao segundo.

Contudo com a massificao da utilizao da Internet, segundo a Internet World

Stats, cerca de 5 milhes de pessoas utilizam regularmente a Internet s em Portugal. A

necessidade do Homem em efectuar trocas no tardou a evidenciar-se e assim nasceu o

e-commerce. Os web-sites de compra e venda na Internet naturalmente multiplicaram-se

em diferentes lnguas, pases e formatos. Assim sites como a amazon.com, a zavvi.com,

ou mesmo sites de leiles como e-bay.com ou miau.pt revolucionaram a forma como se

fazem as transaces por esse mundo fora, acabando com as fronteiras e abrindo um

autntico mercado mundial.

O desenvolvimento da relao entre o Turismo e a Internet d-se de forma muito

natural, uma vez que so ambos fenmenos resultantes da modernidade das sociedades.

Segundo Estvo (2010), as ltimas 4 dcadas, as TIC tornaram-se progressivamente

num suporte essencial actividade turstica. Com esta evoluo tambm os retalhistas

de turismo evoluram, desenvolvendo-se assim um novo conceito na indstria, o e-

tourism, ou e-turismo. Ainda segundo o autor referido anteriormente, a Internet tornou-

se na mais importante fonte de informao de apoio preparao de experincias

tursticas. Actualmente, atravs da Internet, h destinos que permitem que a sua procura

potencial os contacte directamente para obter informaes diversas (sobre alojamento,

actividades, eventos, etc.) o mais correcta, actualizada possvel.

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Tradicionalmente, os intermedirios tursticos dividiam-se entre agncias de

viagens de outbound, de inbound e operadores tursticos. Porm, de acordo com

Buhalis(2003), a Internet originou a reestruturao do sector e de toda a sua cadeia de

fornecedores. A Internet reestruturou toda a cadeia de valor, forando os intermedirios

a desenvolver e utilizar novos modelos de negcios. Os intermedirios desempenham

um importante papel na economia, tanto ao nvel da intermediao de produtos e

servios, como da intermediao de informao. A Internet possibilitou uma nova

alternativa de distribuio em relao s vendas tradicionais, por catlogo e por

telefone. Segundo Estvo(2010), actualmente as pessoas podem pesquisar na Internet

de forma mais autnoma, comparando a oferta existente e reservando determinado

produto/servio turstico a qualquer hora e em qualquer parte do mundo. Uma maior

transparncia e mais baixos custos nas transaces online resultam numa inverso do

enfoque das foras do mercado da oferta para a procura, conferindo maior poder ao

consumidor. O uso da Internet na actividade turstica j no pode ser visto como uma

aplicao suplementar independente, devendo estar perfeitamente integrada na sua

cadeia de valor.

O Fenmeno Social da actualidade na Internet, que movimenta milhes de

informaes constantemente a cada segundo, a necessidade humana de se ligar e

partilhar parte da sua vida expandiu-se Internet de uma forma sem precedentes. As

redes sociais vieram para ficar, veja-se a popularidade de web-sites como o

facebook.com ou myspace.com em que centenas de milhes de pessoas partilham a sua

vida com os seus amigos, muitos deles apenas so amigos virtuais. A opinio dos outros

sobre certos assuntos tambm interessa, o sistema de comentrios que permite a partilha

de opinies, gostos e informaes feita ao segundo. As redes sociais permitem ainda a

partilha de elementos multimdia como fotos e vdeos.

O Turismo de Sol e Praia claramente, para a maioria dos portugueses, o

produto preferido para o gozo de frias. Esta preferncia, acaba por marcar uma

concentrao extraordinria na costa portuguesa durante o vero, sobretudo no ms de

Agosto. Aproveitando este facto, muitos moradores de regies costeiras investem em

imveis para poder alugar durante esses meses, pois uma fonte de rendimento certa,

acabando por serem concorrentes dos estabelecimentos hoteleiros. Desta forma, a

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aluganapraia.com ter que operar como agente imobilirio. A procura por este tipo de

estabelecimentos tursticos existe e, por vezes, acaba por ser o escolhido em

detrimento dos estabelecimentos hoteleiros tradicionais, uma vez que a estadia nestes

imveis agendada por semana(s) e acabam, tambm, por ser mais econmicos do que

os estabelecimentos tradicionais para perodos to longos. Nestes imveis existe,

tambm, um ambiente mais familiar para o turista, uma vez que as tarefas dirias tm de

ser feitas pelos prprios turistas, sendo por vezes um factor influente na escolha de um

lugar para ficar. Pela costa portuguesa existem milhares de casas alugadas desta forma

durante os meses de vero. Para alm da concorrncia que fazem, esto muitas vezes

constitudos ilegalmente e acabam por no serem contabilizados pelo Instituto Nacional

de Estatstica, perdendo-se assim rigor na estatstica nacional do turismo.

Tradicionalmente do-se a conhecer atravs de anncios s portas dos imveis, nos

jornais, agentes imobilirios e mais recentemente pela Internet, mas sem a componente

de e-commerce. Assim acabam por serem contactados por telefone para se acertar todos

os detalhes, ou obrigando o turista a deslocar-se com antecedncia ao destino para

recolha de contactos para a estadia durante o vero. Contudo a falta de um lugar online

regularizado, que permita transaces claras entre o turista e os proprietrios dos

imveis, promove a oportunidade de burlas pela Internet. Estas situaes acabam assim

por denegrir um pouco a imagem destes destinos nesta modalidade de alojamento. O

sistema de comentrios integrado numa rede social, servir para fazer avaliao do

servio prestado pelo dono do imvel ao turista, permitindo assim utilizar os padres

aceitveis da sociedade para permitir o respeito pelo imvel alheio, assim como uma

boa prestao de servios. A partilha de elementos multimdia permitir ver as

condies do espao de forma actualizada. Sero utilizadas tambm outras redes sociais,

por exemplo o facebook.com, para promover a empresa junto do pblico alvo.

A metodologia utilizada para o estudo de mercado foi efectuar um levantamento

de informao sobre a utilizao da Internet como meio de promoo dos imveis, e os

valores praticados pelos proprietrios ao longo do vero. Esse levantamento foi feito

atravs da realizao de um inqurito por questionrio via Internet e telefone (Anexo I)

aos proprietrios, as informaes para os contactos efectuados foram obtidas, atravs da

Internet e anncios de jornal. Este inqurito foi realizado com principal foco na rea

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geogrfica do Algarve, por ser o foco inicial da empresa. De seguida ser apresentada a

empresa e o estudo de mercado efectuado, a anlise financeira, a comunicao e canais

de distribuio a utilizar, a apresentao do portal Aluganapraia.com e, por fim, as

concluses.

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2. Apresentao da empresa

Esta proposta visa criar uma empresa de mediao imobiliria online

especializada em imveis para alugar na costa portuguesa na poca de frias. Os meses

de vero no so os nicos visados pela empresa, qualquer altura que o proprietrio

decidir alugar o seu imvel atravs deste meio, pode ser intermediada. Porque hoje em

dia a poca de frias est cada vez menos limitada a estes meses e, uma das vantagens

deste portal a flexibilidade que garantida aos proprietrios enquanto fornecedores.

Para o isso, pretende-se construir um web site que utilize as potencialidades da

Web 2.0, ou seja, o visitante tem a possibilidade de se pronunciar com comentrios,

fotografias ou vdeos acerca da experincia vivida. Assim, a sua opinio poder ajudar a

criar a aumentar ou a diminuir as expectativas de outros visitantes, tendo algum peso na

hora da deciso. O fluxo de informao gerado, facilita o conhecimento das

experincias de outras pessoas.

A misso da empresa passa, primariamente, por criar um lugar na web que

permita intermediar o aluguer de imveis nos meses de vero, de forma simples,

inovadora, segura e regularizada.

A viso da empresa facilitar o arrendamento de casas para frias na Internet,

atravs de um interface simples e intuitivo.

Os principais objectivos da empresa em projecto so: intermediar o processo de

negociao entre os proprietrios dos imveis e os seus clientes, assim reduzindo as

fraudes pela Internet; e fornecer dados ao Instituto Nacional de Estatstica. Tendo como

foco inicial a costa algarvia, prevista a expanso da rea de aco da empresa a toda a

costa portuguesa.

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3. Estudo de Mercado

Neste capitulo feito o estudo de mercado onde vo ser apresentados os

potenciais clientes, os resultados do inqurito efectuado, ser feita a anlise SWOT e a

anlise da concorrncia e do meio evolvente.

3.1 Potenciais Clientes

A empresa, inicialmente, pretende associar a sua imagem actividade e ao

mercado turstico da costa algarvia. Por esse motivo, os potenciais fornecedores, esto

inseridos nessa regio e so os proprietrios de imveis para alugar durante o vero.

Devido falta de disponibilidade no foi feito um estudo estatstico dos potenciais

clientes da empresa. Contudo segundo o Jornal de Noticias1 foi feito um estudo pela

Universidade do Algarve sobre o perfil do turista nacional que visita o Algarve, que

indica que o turista portugus na regio provm essencialmente da Grande Lisboa (41

por cento), tem em mdia 40 anos, casado ou vive em unio de facto e traz a famlia

para passar as frias em casa prpria ou em casa de familiares e amigos. Segundo esse

artigo, o estudo recente sobre o turista nacional no Algarve revela que o portugus que

se desloca ao sul para passar frias "trabalha por conta de outrem, tem rendimentos

mdios at dois mil euros" e que 84,8 por cento quer regressar de certeza, enquanto que

5,6 por cento fica a pensar comprar casa de certeza.

Nesse artigo pode ainda saber-se que os turistas portugueses experientes

reservam com 45 dias de antecedncia, por telefone ou Internet, um hotel (17,4 por

cento) ou apartamento turstico (19,8 por cento), embora prefiram ficar em casa prpria

(25,1 por cento) ou em casa de familiares e amigos (19,8 por cento). Em mdia ficam

nove dias.

O artigo refere ainda que os turistas estrangeiros tm um perfil bastante diferente

do nacional, tanto ao nvel dos gastos dirios, como do local de alojamento. Estes

provm, principalmente, do Reino Unido (65 por cento), tem em mdia 50 anos ou

mais, viajam com os amigos e optam por ficar alojados em hotis, 'villas' ou aparthotis.

Nesse artigo pode ainda saber-se que tanto os turistas nacionais, como os

estrangeiros, que visitam o Algarve tm, em termos educacionais, uma formao 1 jn.sapo.pt 19 de Abril de 2010

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superior, mas se junto dos turistas nacionais o gnero feminino o que prevalece (53

por cento), junto do turista estrangeiro o gnero dominante o masculino (80 por

cento).

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3.2 Resultados e concluses do inqurito

A pesar de ter sido uma amostra relativamente pequena, apenas cinquenta das

cento e cinquenta pessoas contactadas respondeu ao questionrio (Anexo I),

consideram-se ser suficientemente elucidativos os resultados obtidos. O processo foi de

amostragem por convenincia, e o contacto foi o correio electrnico e telefone. Este

processo e tipo de contacto foram escolhidos devido a limitaes monetrias e de

tempo.

As respostas aos questionrios foram trabalhadas com o MS Access, e Open

Office Calc a fim de se conseguir mais facilmente visualizar as tendncias da maioria

dos inquiridos atravs de grficos.

O questionrio contm 4 perguntas, visando conhecer o valor das rendas no

vero, se j era utilizada a Internet como meio de Divulgao do servio e se aderiria ao

servio proposto.

Grfico I Evoluo do valor mdio das Rendas ao longo do Vero

Legenda: A -1 Quinzena de Junho B -2 Quinzena de Junho C -1 Quinzena de Julho D -2 Quinzena de Julho E - 1 Quinzena de Agosto F - 2 Quinzena de Agosto G - 1 Quinzena de Set. H - 2 Quinzena de Set.

Como seria de esperar a mdia das rendas varia ao longo do vero de acordo

com a procura, sendo a mdia anual de 755,63. Este valor importante pois a base

dos clculos necessrios no plano de negcios. A mdia do custo de uma semana no

Algarve na primeira quinzena de Junho ser de 641,02 . Na segunda quinzena desse

mesmo ms ter o mesmo valor, na primeira quinzena de Julho o valor sobe para os

762,50 . Na segunda metade desse ms o custo da semana sobe em mdia para os

813,12 . Em Agosto a tendncia de subida mantm-se chegando aos 916,11 e

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Grfico I Evoluo do valor mdio das Rendas ao longo do Vero

Ilustrao 1: Grfico I Evoluo do valor mdio das Rendas ao longo do Vero

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descendo pela primeira vez na segunda quinzena para os 913,70 . Em Setembro os

preos descem consideravelmente, sendo o valor da semana durante a primeira quinzena

de 681,60 e na segunda quinzena de 626,33 .

No que diz respeito pergunta Este servio compreende uma comisso no

mximo de 5% do valor cobrado pelo(a) Senhor(a) Considerava a adeso a este

servio? 83,4% dos inquiridos responderam sim, sendo que os restantes 16,6%

responderam no. O que significa que o servio teria uma adeso razoavelmente boa.

Grfico II Considera aderir a este servio?

Quanto pergunta se J utiliza a Internet como forma de promover e vender o

seu servio? 81,5% dos inquiridos responderam sim, e 18,5% respondeu no. O que

significa que j existe uma consciencializao da importncia desta ferramenta para a

divulgao e promoo de servios.

Grfico III utiliza a Internet como meio de divulgao do seu servio?

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Ilustrao 2: Grfico II Considera aderir a este servio?

Ilustrao 3: Grfico III utiliza a Internet como meio de divulgao

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Grfico IV Tipologia de casas

O tipo de casas mais frequentes o T2 com 30% dos resultados, em seguida o

T1 com 24%, que seguido pelo T3 com 22%. Estes so os tipos de casa com mais

abundncia, representando o sector mais barato, mas j no to abundante vem o T0

com 11%, seguido do sector mais caro o T4 e o T5 com 9% e 4% respectivamente.

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Ilustrao 4: Grfico IV Tipologia de casas

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3.3 Anlise SWOT

A anlise SWOT uma ferramenta utilizada para fazer anlise de cenrio (ou anlise de

ambiente), sendo usado como base para gesto e planeamento estratgico de uma

corporao ou empresa.

Neste projecto utilizada a anlise SWOT para a elaborao do diagnstico

estratgico, definindo assim os pontos fortes e fracos do produto e as tendncias mais

importantes da envolvente global do mesmo. A anlise SWOT dispe de quatro

elementos-chave, sendo dois internos (pontos fortes e pontos fracos) e dois externos

(oportunidades e ameaas).

Assim sendo, e de acordo com o estudo efectuado, foram identificados como

pontos fortes a relao qualidade preo e o design esperado para a pgina web que ser

simples, limpo e fcil de utilizar.

Como pontos fracos surgem o pouco capital para investir em marketing e

publicidade e poucas parcerias com outros agentes do mercado turstico.

O Sector da hotelaria, foi considerado, durante dcadas, o menos automatizado

subsector da indstria turstica (Buhalis, 2003), mas o rpido desenvolvimento da

Internet levou a que a maioria das empresas hoteleiras adoptassem de forma activa e

intensiva as TIC. Segundo Estvo (2010) em muitos casos, a adopo das TIC por

parte da hotelaria tinha como objectivo facilitar a distribuio da sua capacidade de

quartos . Seguindo esta tendncia do sector do alojamento tradicional, comeam a ser

visveis diversas tentativas de comunicao por parte do sector de alojamento

alternativo em web-sites como o olx.pt, assim quanto s oportunidades, foi considerado

o interesse no sector para utilizar as novidades tecnolgicas, a implementao das redes

sociais no mercado turstico e as condies favorveis e propicias s novas

oportunidades de negcio e os baixos valores de investimento.

A potencial ameaa a entrada no mercado de outros intervenientes com maior

capital e capacidade de promoo.

Tendo em conta os factores internos e externos que envolvem a empresa, de uma

forma geral, somos levados a considerar que um negcio que pode desenvolver-se

numa perspectiva sustentvel.

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Quadro I - Analise SWOT da Empresa

Pontos Fortes Pontos Fracos

Relao Qualidade/Preo;

Pgina web com um design

simples, limpo e intuitivo ;

Pouco capital para investir em

marketing e publicidade;

Poucas parcerias com agentes do

mercado turstico.;

Oportunidades Ameaas

O interesse do sector em utilizar as

novas tecnologias ;

Utilizao das redes sociais no

mercado ;

Condies favorveis e propcias a

novas oportunidades de negcio;

Potencial entrada no mercado de

outros intervenientes com maior

poder de investimento e

capacidade de promoo .

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3.4 Anlise da concorrncia e do meio envolvente

A empresa pela sua natureza de e-commerce tem uma singularidade real, tendo

em conta que no existem empresas com servios da mesma natureza. Contudo, os web

sites publicitrios fazem de certa forma concorrncia. Assim como os demais

mediadores imobilirios, mas com a falta do conceito de e-commerce e rede social,

acabam por ter uma desvantagem em relao a esta empresa.

No entanto, h que ter em conta a existncia de portais de publicidade tais como

o olx.pt onde so divulgados os mesmos produtos, no contendo a filosofia do e-

commerce ou mesmo de rede social, acaba sempre por haver a ameaa de evoluo por

parte desses possveis concorrentes no sentido de se tornarem concorrentes directos.

O prprio facebook.com pode-se tornar uma ameaa, uma vez este ter linguagem

prpria de programao que permite a uma empresa vender directamente atravs da sua

pgina, contudo isso deve-se transformar em apenas mais uma ferramenta de venda

utilizada pela empresa.

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4. Anlise Financeira

Pretende-se criar uma empresa prestadora de servios no ramo da mediao imobiliria,

que passa as suas facturas a 30 dias, e recebe a pronto pagamento, no necessita de

stocks e a sua actividade ser sempre em territrio nacional, disponibilizando

inicialmente apenas um servio aos seus clientes.

Chama-se a ateno para o facto de a empresa iniciar actividades em 2011, e por isso a

taxa de IVA est de acordo com o que ainda a proposta de Oramento de Estado para

2011.

Pelo facto da empresa se constituir como uma empresa de pequena dimenso, os

clculos e as previses de lanamentos so bastante simplificados, ao contrrio do que

aconteceria numa empresa de grande/mdia dimenso.

Para se efectuarem os clculos seguintes, considerou-se o valor mdio cobrado pelos

proprietrios dos imveis a alugar, 755,63. A comisso cobrada por parte da empresa

pelo servio prestado de 5%, o que equivale a 37,78 em mdia.

Aps a recolha de todos os oramentos necessrios ao bom e regular funcionamento da

empresa preencheu-se o Plano de Negcios disponibilizado on-line pelo IAPMEI no

website do concurso Poliempreende. Dados esses que se expe nos quadros que se

seguem.

Por falta de tempo e recursos financeiros, no foi possvel fazer um estudo aos

potenciais clientes. Assim, considera-se que no primeiro ano de actividades se

conseguem realizar 500 transaces. Desta forma, o valor de servios prestados no ano

de arranque 18890,75. Este valor foi considerado como meta para o ano inicial da

empresa.

Quadro II - Apresentao de Servios e previso de vendas

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Ilustrao 5: Quadro I - Apresentao de Servios e previso de vendas

Escola Superior de Turismo e Hotelaria 15

Como a empresa no existia antes de 2011 temos uma taxa de crescimento nesse

ano corresponde a 100%.

As perspectivas de crescimento para 2012 so de 50% devido ao esforo de

expanso de rea territorial coberta pelo servio que ser exercido. Nos anos seguintes

prev-se que a taxa de crescimento v diminuindo gradualmente, devido a uma descida

na comisso cobrada pela empresa prevista para a empresa manter os nveis de

competitividade. Mas como o futuro permanece incerto devido crise financeira, as

percentagens apresentadas so hipotticas e mais baixas do que o que realmente

esperado por parte da gerncia da empresa.

Quanto aos encargos da empresa, e no que diz respeito a fornecimentos e

servios externos, com base nos oramentos que foram apresentados, por um ano

completo de funcionamento, a empresa ir pagar em fornecimentos e servios externos

um total aproximado de 1.920, sendo que deste valor 1.242 so Custos Fixos (CF) e

678 so Custos Varveis (CV).

Assim em gastos com a electricidade, estima-se um gasto de 30 mensal, de

gua e saneamento espera-se um encargo mais baixo, no valor de 25. Estes valores

esto arredondados e foram estimados com base nas facturas da electricidade e de gua

e saneamento do municpio de Paos de Ferreira, podendo o valor final reflectir alguma

variao. Nos gastos mensais com material de escritrio, estima-se um valor mensal

baixo de 25, devido natureza da electrnica da empresa. Relativamente aos 45

correspondentes s mensalidades pagas s seguradoras, esse valor a soma da

mensalidade do seguro de responsabilidade civil, 33,25 e de um seguro contra

acidentes de trabalho com mensalidade fixa nos 12,15 (Anexo II). Estima-se que numa

fase inicial se tenha um encargo de 200 mensais em deslocaes e estadias,este numero

uma estimativa por baixo, pois este numero ser mais elevado no inicio de vida da

empresa, mas com o passar do tempo tender a diminuir. Estima-se que os gastos em

publicidade rondaro os 100 mensais. A empresa tem previsto ainda um gasto de 15

mensais para limpeza, higiene e conforto. O alojamento do website ser feito atravs de

um pacote com um custo mensal de 15(Anexo V), este valor est apresentado nos

trabalhos especializados assim como o valor pago aos servios de contabilidade

fornecidos por uma empresa externa, no valor de 169 mensais. A linha de Internet ser

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fornecida pela Sapo ADSL num pacote no valor de 30 mensais(Anexo V).

Quadro III Fornecimentos e Servios Externos

O gerente recebe 700 de salrio base, o que representa para a empresa, no ano

de 2011, um encargo de 13416. Neste montante esto includos os 14 meses de

salrios, os subsdios de alimentao e as despesas de segurana social.

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Ilustrao 6: Quadro II Fornecimentos e Servios Externos

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Quadro IV Custos com Pessoal

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Ilustrao 7: Quadro III Custos com Pessoal

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Quanto ao investimento necessrio para o incio da actividade, a estimativa de

2355, dos quais 1469 so para imobilizado incorpreo , e o restante para imobilizado

corpreo. Do investimento incorpreo 420 so para a taxa cobrada no servio 'Empresa

na Hora' e os restantes 1048 para o pedido de licenciamento para iniciar a actividade

de Mediao Imobiliria e livro de reclamaes.

Quadro V Investimento

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Ilustrao 8: Quadro IV Investimento

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No que diz respeito ao investimento corpreo 660 para o material bsico,

sendo este o computador e os perifricos(Anexo III). Os restantes 227 para material

administrativo, somando uma quantia de 887(Anexo IV).

No existir a necessidade de pagar licenas de software devido utilizao

exclusiva de software Open Source gratuito poupando-se assim despesas desnecessrias.

Na demonstrao de resultados, apenas o ano de 2011 apresenta resultados

negativos, devido ao investimento inicial e devido a ser o primeiro ano da empresa, no

se esperando grandes valores de vendas mas, superada esta fase, os resultados comeam

a ser mais animadores deixando antever boas perspectivas para o futuro. Permitindo

assim fazer mais investimentos que no inicio apenas iriam prejudicar o arranque da

empresa, e ainda permite criar novos servios e o alargar a rea de actuao j previstas

anteriormente.

Quadro VI Demonstrao de resultados

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Ilustrao 9: Quadro V Demonstrao de resultados

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5. Comunicao e canais de distribuio

A empresa vai privilegiar o contacto directo e pessoal com os fornecedores, pois

numa fase inicial indispensvel o contacto humano, permitindo o estreitamento de

relaes. Todos os potenciais fornecedores sero visitados de forma a fazer uma

apresentao do produto, ser ainda fornecido o apoio tcnico, que eventualmente possa

vir a necessitar.

Quanto comunicao com o publico em geral, as redes sociais como o

facebook.com e o youtube.com e, tambm, o motor de publicidade Google AdWords

sero os principais meios de difuso da existncia da empresa. Outro aspecto a ter em

conta, a integrao de cdigo de programao de pginas web disponibilizado pela

Google, para que os contedos existentes no portal sejam constantemente rastreados,

permitindo a qualquer utilizador da Internet, independentemente do local onde se

encontre, fazer a pesquisa e encontrar o portal atravs dos motores de busca da Google,

sendo conveniente neste caso, integrar mecanismos de traduo automtica para

possveis visitantes de outros pases.

Ainda que de uma forma directa, os clientes, no contribuam para o portal, a

criao de contedo por parte destes vital para o funcionamento da empresa. Assim os

membros sero estimulados a contriburem para o enriquecimento do portal. Ser

mantida em permanncia uma via aberta de comunicao para solucionar qualquer

questo que seja colocada, bem como se estar disponvel para prestar qualquer tipo de

servio informativo que seja solicitado.

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6. Apresentao do portal Aluganapraia.com

A verso do portal aluganapraia.com apresentada neste projecto ainda

conceptual, apenas apresenta o conceito que deve ser seguido na implementao do

projecto.

Na pagina principal, o portal dever apresentar no total cinco sugestes de casas,

seleccionadas automaticamente, estas sugestes aparecem com uma foto e um pequeno

texto descritivo do imvel.

No caso de o cliente optar por uma destas sugestes, clica na fotografia do imvel para

ser direccionado para a pagina de reserva. A pgina de reserva, apresentar um slide-

show com mais fotografias do imvel, mais alguma informao para alem do texto

descritivo que aparece inicialmente, um calendrio com a informao da disponibilidade

do imvel, o preo e o link para fazer a reserva.

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Figura I Parte da pgina principal do portal

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No caso de o utilizador no estar registado, ser apresentada a pgina de registo, com

um pequeno formulrio, depois do preenchimento do formulrio o cliente receber no

seu correio electrnico um formulrio mais extenso em que colocar os dados mais

sensveis necessrios s transaces.

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Figura II Parte da pgina de reserva

Figura III Parte da pgina de registo

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7. Concluso

O cenrio actual indica que os consumidores j esto mais familiarizados com

as novas tecnologias e exigindo produtos e servios mais flexveis, especializados,

interactivos e inovadores. No sector do turismo, em particular, novas prticas de gesto

devem surgir a partir da utilizao vantajosa da TI, utilizando-a para integrar os

processos de negcios (BUHALIS, 1998). O e-commerce hoje em dia um meio

indispensvel na divulgao e venda de turismo, permite ao turista programar as suas

frias sem depender de horrios ou deslocaes incmodas, assim no conforto da sua

casa, dependendo apenas de uma ligao Internet, podem-se hoje em dia programar

todas as etapas das frias.

Devido ao conceito da ideia ser diferente e devido ao facto de que estes imveis

no serem classificados como empreendimentos tursticos, teve de optar-se por criar

uma empresa no ramo da mediao imobiliria. O que acaba por limitar a capacidade de

diferenciao do projecto, uma vez que tambm era interesse inicial a produo e venda

de pacotes tursticos. Tambm devido a ter de ser uma empresa de mediao imobiliria,

tem-se tambm mais alguns encargos obrigatrios, mas que pouco prejudicam o

funcionamento normal da empresa. Como se pode ver a empresa rentvel a curto

prazo tendo um Pay Back Period de 1 ano.

Em Portugal o e-commerce ainda no est massificado, mas essa a tendncia.

Nesse sentido a adaptao das novas empresas a este tipo de tecnologia importante de

modo a garantir a evoluo do mercado portugus. A utilizao das redes sociais como

meio de promoo, divulgao e venda no e-commerce tem vindo cada vez mais a

sentir-se, sendo esta tambm uma tendncia muito forte, o que acaba por se reflectir

neste projecto aqui apresentado.

Houveram algumas limitaes na realizao de estudos de mercado, que podem

ter comprometido o resultado final. Essas limitaes foram de natureza monetria,

houve tambm uma falta de disponibilidade para o autor do projecto se deslocar para a

costa portuguesa, a fim de fazer inquritos aos potenciais clientes.

Para um futuro prximo inteno da empresa estabelecer parcerias com

agncias de viagens para poder encaminhar e satisfazer possveis interessados na

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aquisio de produtos tursticos. Existe tambm a inteno de estabelecer parcerias com

associaes de municpios , a troco de uma comisso a definir, para a divulgao dos

seus destinos no web site da empresa .

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Bibliografia

Livros

BUHALIS, Dimitrios (1998) Strategic use of information technologies in the tourism

industry.

BUHALIS, Dimitrios (2003) eTourism: Information Technologies for Strategic

Tourism Management

ESTVO, Joo . (2010) - Apontamentos unidade curricular de e-Turismo, 3ano da

Licenciatura Informtica para o Turismo 2009/2010; Escola Superior de

Turismo e Hotelaria do Instituto Politcnico da Guarda

Webgrafia

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http://www.rs4e.com/portal/Plano_Negocio

http://www.iapmei.pt/iapmei-art-02.php?id=162&temaid=17

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Sapo ADSL - http://net.sapo.pt/adsl/tarifarios (consultado em 10/09/2010)

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Mbit - http://www.mbit.pt (consultado em 15/11/2010)

Chipsite - http://www.chipsite.pt (consultado em 15/11/2010)

Assismatica - http://www.assismatica.pt (consultado em 15/11/2010)

Pconpt.com - http://www.pconpt.com (consultado em 15/11/2010)

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Hocnet - http://www.hocnet.pt (consultado em 15/09/2010)

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Anexos

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Anexo I e-mail enviado aos proprietrios de imveis

na costa algarvia

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Anexo II Digitalizao das Simulaes de seguro

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Anexo III Cestos de compras usados para os oramentos do

material bsico

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Anexo IV Cestos de compras usados para os oramentos do

material administrativo

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Anexo V Oramento servios externos

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1. Introduo 2. Apresentao da empresa 3. Estudo de Mercado 3.1 Potenciais Clientes 3.2 Resultados e concluses do inqurito 3.3 Anlise SWOT3.4 Anlise da concorrncia e do meio envolvente

4. Anlise Financeira 5. Comunicao e canais de distribuio 6. Apresentao do portal Aluganapraia.com7. Concluso Bibliografia Livros Webgrafia