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Conselho Regional de Educao Fsica Educao Fsica em ao

Resumo informativo trimestral - Abril / Maio / Junho 2014

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Seminrios Regionais de Educao Fsica encerram com sucesso

Responsabilidade Tcnica: o que voc precisa saber

Dia do Profissional de Educao Fsica: Comemore a data!

Livro sobre Boas Prticas em EF ser lanado em agosto

Conhea melhor as obrigaes legais da funo e entenda a importncia do Responsvel Tcnico nos estabelecimentos

Crie um um projeto em sua ci-dade, em sua escola ou outras instituies que promovem atividades fsicas

O objetivo reconhecer o tra-balho desenvolvido para o apri-moramento da Educao Fsica e da sade da sociedade

Pg. 04 Pg. 06 Pg. 06

Fiscalizao Qualificao Livro

Os encontros promoveram orientao, capacitao, aperfeioamento e qualifi-cao profissional nos servios de ativi-dades fsicas e esportivas no Estado

Blumenau

Chapec

Lages

Cricima

Flor

ian

polis

Itaja

Lages

Objetivos e metas

Estamos num perodo intenso de valorizao profissional. Em Santa Catarina, estamos fomentando a dis-cusso sobre a Educao Fsica. Nos Seminrios Regionais de Educao Fsica Pessoa Jurdica, propomos a transformao pelo conhecimen-to, levando informao e trocando experincias, debatendo assuntos importantes para estabelecimentos que atuam com atividades Fsicas e/

2Seminrios Regionais

Eloir Edilson Simm(CREF 000251-G/SC)Presidente do CREF3/SC

ou Esportiva e aprendendo tambm com os profissionais de cada parte do Estado. Alm disso, j estamos na segunda fase de produo do Livro de Boas Prticas na Educao Fsica Catarinense. Vamos contar histrias que engrandecem nossa profisso, com as experincias profissionais de sucesso j desenvolvidas, entre elas o resgate dos jogos populares nas escolas; o incentivo prtica de atividades fsicas durante o horrio de almoo e a atuao do profissio-nal de Educao Fsica no ncleo de apoio sade da famlia. Foram tan-tos bons exemplos enviados que pre-tendemos dar continuidade ao pro-jeto, lanando novos editais para a produo de outros livros do gnero.

Ao mesmo tempo, o Brasil est re-alizando grandes eventos esportivos. Mais do que nunca hora de olhar-

mos com olhar crtico para o pero-do que vivemos. Ns, Profissionais de Educao Fsica, j paramos para pensar no legado social que nosso pas herdar? Podemos aproveitar o momento para levantar temas que valorizem e qualifiquem a profis-so, desde a Educao Fsica Escolar, na prtica de atividades fsicas com orientao de profissional habilita-do, na busca por um mercado de tra-balho na rea da Sade.

Nossa misso de atuar na melhoria da qualidade de vida das pessoas, na transformao social desde a base, na atuao nas escolas, no dia a dia da sade da populao vem sen-do propagada. esse trabalho que defendemos, que levamos adiante. Para isso contamos com cada um de vocs para reforar o time da Educa-o Fsica em Santa Catarina.

Comisses Permanentes

Presidente da Comisso de tica ProfissionalJoel Modesto Casagrande CREF 000186-G/SC

Presidente da Comisso de FiscalizaoPedro Jorge Cortes Morales CREF 000533-G/SC

Presidente da Comisso de Ensino SuperiorLuciane Lara Acco CREF 005945-G/SC

Presidente da Comisso de Controle e FinanasAntonio Marcos Cioffi CREF 001057-G/SC

Presidente da Comisso de Legislao e NormasAdalir Pecos Borsatti CREF 000017-G/SC

Conhea todos os membros das Comisses Permanentes no site do CREF3/SC: www.crefsc.org.br

Diretoria 2012 - 2015

Presidente: Eloir Edilson Simm - CREF 000251-G/SC1 Vice-Presidente: Irineu Wolney Furtado - CREF 003767-G/SC2 Vice-Presidente: Vitlio Jacinto Daniel - CREF 000244-G/SC1 Secretrio: Rgis Cleber de Lima Soares - CREF 000009-G/SC2 Secretrio: Marcelo Scharf - CREF 001050-G/SC1 Tesoureiro: Luiz Claudio Cardoso - CREF 000743-G/SC2 Tesoureiro: Delmar Alberto Tndolo - CREF 001085-G/SC

Jornalista Responsvel:Denyse Orso - SC 1577 JPjornalista@crefsc.org.br

Tiragem: 17.000 exemplaresDistribuio gratuita

Expediente

Rua Afonso Pena, 625 - Bairro EstreitoFlorianpolis - SC - CEP 88070-650

crefsc@crefsc.org.br - 48 3348-7007www.crefsc.org.br

Mensagem do presidente

Objetivos e metas3

Seminrios Regionais

Seminrios Regionais de Educao Fsica Pessoa Jurdica encerram com sucesso

Um debate rico em informaes fe-chou o ciclo de palestras dos Seminrios Regionais de Educao Fsica Pessoa Jurdica, em So Jos. Idealizado pelo Conselho, o evento promoveu orien-tao, capacitao, aperfeioamento e qualificao profissional nos servios de atividades fsicas e esportivas em seis cidades estratgicas: Itaja, Chapec, La-ges, Blumenau, Cricima e Florianpolis. A iniciativa fecha o ciclo de seminrios iniciado em 2013, com os seminrios voltados para Pessoas Fsicas registradas no CREF3/SC.

O evento fomentou a troca de co-

nhecimento em todo o Estado, e foi marcado por debates sobre a rrespon-sabilidade tcnica dos profissionais res-ponsveis pelas PJs; o exerccio profis-sional com habilitao e qualificao; a responsabilidade civil; a legislao es-pecfica, as questes ticas, as tendn-cias de mercado, gesto e marketing e sucesso empresarial, com orientaes de especialistas do PROCON, Vigilncia Sanitria, CRC/SC e Corpo de Bombei-ros; a atuao dos Agentes de Orienta-o e Fiscalizao e tambm Gesto de Negcios, que tratou de identificao de oportunidades, Empreendedorismo,

Administrao de negcios, Liderana, Recursos Humanos e Marketing.

Os Seminrios fazem parte dos nossos focos de atuao, amplamente trabalha-dos dentro do Planejamento Estratgico da entidade, e estimulam o desenvolvi-mento dos profissionais de Educao F-sica, assim como fortalecem as relaes com o mercado, promovendo o exerccio legal da profisso, destaca Eloir Edilson Simm (CREF 000251-G/SC), presidente do CREF3/SC.

Veja no site do CREF3/SC os vdeos, na ntegra, das palestras realizadas em So Jos.

Itaja

Chapec

Lages

Cricima

So Jos

Blumenau

4Artigo Fiscalizao

Voc deve saber: Responsabilidade TcnicaO Cdigo

Civil de 1916, hoje revogado e substitudo pelo Cdigo Civil de 2002, trazia em seu art. 1.545 norma que atri-bua respon-sabilidade civil por morte, ina-bilitao ou feri-mento, a mdi-cos, cirurgies,

farmacuticos, parteiras e dentistas, quando decorrentes de atos de impru-dncia, negligncia ou impercia.

A norma pretrita voltava-se aos profissionais tidos poca como pro-fissionais da sade. Por certo, o con-ceito hoje mais amplo, sendo com-posta a rea da sade por uma nova gama de profissionais, dentre os quais se incluem os Profissionais de EF.

Com isto, longe do conceito enges-sado pelo emprego terminolgico que definiu o restrito universo dos profis-sionais da sade existente poca, o Cdigo Civil de 2002 trouxe dispositivo mais amplo, assim redigido:

Art. 951. O disposto nos arts. 948, 949 e 950 aplica-se ainda no caso de indenizao devida por aquele que, no exerccio de atividade profissional, por negligncia, imprudncia ou im-percia, causar a morte do paciente, agravar-lhe o mal, causar-lhe leso, ou inabilit-lo para o trabalho.

Assim, o art. 951, do Cdigo Civil de 2002, ampliou o espectro de pro-fissionais cujos atos decorrentes de negligncia, imprudncia e impercia, geram sua responsabilidade civil. Em rpidas e simples palavras, tem-se a negligncia como sendo o descaso do profissional; a imprudncia, o seu ex-cesso; e, a impercia, como sendo a au-

sncia de aplicao da boa tcnica cien-tfica aplicada rea de sua atuao.

O Profissional de Educao Fsica, no exerccio de seu mister est sujeito a tal norma. Mas dentre as atribuies dos Profissionais de Educao Fsica a atividade do Responsvel Tcnico das mais srias e muitas vezes negli-genciada pelos profissionais.

Diz o art. 7o da Resoluo CONFEF 134/2007, que O Profissional de Edu-cao Fsica, no exerccio de sua Res-ponsabilidade Tcnica tem por atri-buio, coordenar as atividades dos Profissionais de Educao Fsica; zelar pela boa qualidade e eficincia dos servios prestados pelos Profissionais de Educao Fsica; zelar pelo respeito s disposies gerais da Profisso e do estabelecimento; prestar apoio s ati-vidades de atendimento e ensino, no caso de estgios curriculares acadmi-cos; receber e analisar as modificaes e incluses de procedimentos; inspe-cionar as condies fsicas e tecnol-gicas para o atendimento; coordenar o corpo tcnico do estabelecimento; supervisionar a execuo das inter-venes profissionais nas diversas atividades e programas; zelar pelo fiel cumprimento do Cdigo de tica do Profissional de Educao Fsica.

Isto remete diretamente responsa-bilidade civil, eis que, no espao de es-tabelecimentos em que se ministrem atividades prprias dos Profissionais de Educao Fsica, a presena do Res-ponsvel Tcnico por aquele estabele-cimento faz com que este passe a ser responsvel por tudo que ali ocorre.

Tal responsabilidade no isenta os demais Profissionais que ali se encon-tram e que tenham participao dire-ta no ocorrido. Porm, ao se apurar o grau de responsabilidade de cada um, poder haver a responsabilizao iso-lada ou solidria do Responsvel Tc-

nico, ou, conforme o caso, sua iseno.

Cite-se como exemplo um equipa-mento utilizado em treinos e que, no estando fixado adequadamente, ao ser utilizado cai e lesiona um usurio. O Responsvel Tcnico poder respon-der pelo resultado danoso, eis que a estrutura geral do ambiente, rigor do acima citado art. 7o da Resoluo CONFEF 134/2007, sua responsa-bilidade, cabendo-lhe inspecionar as condies fsicas e tecnolgicas para o atendimento.

A responsabi

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