Resumos expandidos apresentados i confar ufsj

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  • 1. Doenas Negligenciadas: Epidemiologia, Diagnstico e Tratamento - Perspectivas para atuao do Profissional FarmacuticoAvaliao da Atividade Antioxidante de Mentha sp.Sthfane G. Arajo (IC)*, Marcela I. Morais (IC), Maria Eduarda A. Pinto (IC), Fernanda Viera Coelho (IC),Rodrigo Resende Ribeiro (PQ), Carlos Alan Cndido Dias Jnior (PQ), Luciana A. R. Santos Lima (PQ).*sthefanearaujo@hotmail.comCampus Centro-Oeste Dona Lindu - UFSJ, Rua Sebastio Gonalves Coelho, 400, Divinpolis, MG, CEP:. 35501-296.Palavras chave: Mentha sp., atividade antioxidante, extratos.Introduo Et Hex DCMAc But HEA famlia Lamiaceae possui distribuio 100cosmopolitana, incluindo cerca de 300 gneros e 7500 90% de inibio de DPPHespcies. No Brasil ocorrem 26 gneros, com80 1aproximadamente 350 espcies.70 60Os antioxidantes tm se tornado um tpico de 50progressivo interesse nos ltimos anos e as40publicaes relativas a esse assunto quadruplicaram na 30 20ltima dcada. Vrios dos compostos isolados na10espcie estudada possuem enorme potencial para a0atividade antioxidante, principalmente compostos1 10 100250 500fenlicos como os flavonides. Desta maneira, a Concentraes (g/mL) espcie escolhida, alm das atividades j conhecidas,ser estudada quanto atividade antioxidante, j que Grfico 1: Atividade antioxidante do extrato eexistem poucos relatos na literatura sobre essa fraes da espcie Mentha sp. 2atividade para esta planta.As plantas so uma fonte promissora deO extrato etanlico e as fraes testadasantioxidantes naturais, pelo fato de apresentarem uma apresentaram atividade antioxidante em todas asgrande variedade de compostos. Dentre os diversos concentraes testadas. A frao butanlica (But) foi agneros da famlia citada acima, considerou-se aque apresentou maior inibio de DPPH nahortel (Mentha sp.) que popularmente usada comoconcentrao de 10 g/mL.vermfugo, sendo utilizada tambm na culinria. Nas concentraes de 250 e 500 g/mL, todasas amostras testadas apresentaram inibio maior que Metodologia90%. A frao hexnica (Hex) foi a menos ativa, mas aatividade aumentou com o aumento da concentrao. A planta foi coletada e macerada em etanol porNa concentrao de 100 g/mL, o extratodez dias. O solvente foi retirado em rotavapor, obtendo-etanlico (Et) e as fraes acetato de etila (Ac) ese o extato etanlico (Et). Realizou-se ento a partiobutanlica (But) apresentaram atividade semelhante.do extrato etanlico, utilizando hexano, diclorometano, Ogrfico mostra queem maioresacetato de etila e butanol, originando as fraes concentraes, h maior inibio de DPPH, mas quehexnica (Hex), diclorometano (DCM), acetato de etila no h grande aumento desta, nas concentraes de(Ac), butanlica (But) e hidroetanlica (HE). Aps a100, 250, e 500 g/mL.partio, o extrato e as fraes foram submetidas aoensaio de atividade antioxidante de acordo com a3 Conclusometodologia proposta por Burda & Oleszek. As amostras foram solubilizadas com oA partir dos resultados obtidos, foi possvelsolvente padro e diluies seriadas foram realizadas notar o significativo aumento da percentagem depara se obter as concentraes de 1, 10, 100, 250 e inibio do DPPH a partir do aumento das500 g/mL. As amostras foram preparadas em triplicata concentraes das amostras testadas. A Mentha sp.e as leituras foram realizadas no comprimento de onda obteve bons resultados na atividade antioxidantede 517 nm, no intervalo de tempo de 30 minutos. comprovando o potencial que a famlia Lamiaceae pode O percentual de inibio do DPPH (ou a % dapossuir neste aspecto.atividade antioxidante) foi calculado pela seguinte Existe a necessidade de um estudo maisfrmula: % de inibio do DPPH = 1 Aa / Ab x 100, profundo para busca de mais detalhes desta atividade.onde Aa = absorbncia da amostra e Ab = absorbnciada soluo de DPPH.Agradecimentos Resultados e discusso Bolsista da Fapemig. Os resultados para o ensaio de atividade 1 Sousa V.C., Lorenzi, H. Botnica sistemtica. Nova Odessa: Instituto Plantarum deantioxidante utilizando DPPH esto apresentados noEstudos da Flora Ltda., 2005, 640p.grfico 1.2Huang D., Ou B., Pnor R.L., Journal Agricultural Food Chemistry 2005, 53, 184.3Burda S., Oleszek W. Journal Agricultural Food Chemistry 2001, 49, 2774.1 Congresso de Farmcia da UFSJDivinpolis-MG, 20, 21 e 22 de outubro de 2010.

2. 2 Doenas Negligenciadas: Epidemiologia, Diagnstico e Tratamento - Perspectivas para atuao do ProfissionalFarmacuticoSntese e avaliao aleloptica de nitroestirenos substitudos.111Aline Salgado Reis (IC) , Marina Goulart da Silva (PG), Joo Mximo Siqueira (PQ) , Gustavo H. R. 11Viana(PQ) , Jos Augusto F. P. Villar (PQ) *.*zevillar@ufsj.edu.br.1Universidade Federal de So Joo Del Rei, Av. Sebastio Gonalves Coelho, 400, Divinpolis/ MG, 35501-296, Brasil.Palavras chave: Alelopatia, nitroestireno. hormnio de crescimento das plantas AIA (cido-3- Introduoindolactico), herbicida sinttico 2,4-D (cido 2,4 Alelopatia comumente definido como um diclorofenxiactico) e herbicida comercial (Glifosato).Os compostos que apresentaram maior inibioefeito direto ou indireto, sendo de inibio ou estmulo foram: NE (2), PCl NE (3), PO NE (5) e 3OH NE (8).por uma planta, ou um microrganismo (alga, bactria, Pode-se perceber que as diferentes porcentagens defungos, etc) produzido no meio ambiente ou em outroinibio se devem variao dos substituintes no anelagente e por liberao de substncias qumicas aromtico (Tabela 1).(geralmente metablitos secundrios). Um dos alvosTabela 1. Resultado de inibio dos principaismais importante dos estudos alelopticos a compostos.descoberta de herbicidas, que so ambientalmente etoxicologicamente mais seguros que os herbicidas Hipoctilo Cebola Radcula Cebolasintticos usados atualmente na agricultura.% inibio% inibio -5 -4 -3[10 ][10 ][10 ][10-5] [10-4][10-3]Resultados e discusso NE (2)2449,8 10024,8 69,2100 Neste trabalho foram sintetizados uma srie dePCl NE (3)-7,123,3 10028,6 51,5100nitroestirenos com diferentes substituies no anel PO NE (5) 23,848,7 10025,3 77,1100aromtico. Para sntese dos compostos foram utilizadasduas metodologias, a primeira, hidrxido de sdio em 3OH NE (8)41,827,2 10023,8 64,2100MeOH/H2O e a segunda o AcNH4/MeNO2 (Esquema 1).Glifosato 4,3 48,1 49,9 10,4 51,886Os compostos sintetizados (Figura 1) foram obtidos em2,4-D 4,6 24,8 100100100 100bons rendimentos, purificados e caracterizados por AIA -12 27,1 33,4 -1426,932,5 113anlises de RMN de H e C.OHipoctilo Alface Radcula AlfaceNaOH, MeNO2, MeOH/H2O NO2% inibio% inibioHou AcNH4, MeNO2[10-5][10-4] [10-3] [10-5] [10-4][10-3]R RNE (2)21,710010022 100 100Esquema 1. Mtodos de preparo dos nitroestirenos.PCl NE (3)-32,8 1001002,3100 100 NO2 PO NE (5) 11,810010034,6 100 100NO2NO2 3OH NE (8)23,58,710030,8 34,7100ClN Glifosato 13,623,3 57,3 25,5 69,884,1PN NE (1) NE (2) PCl NE (3) 2,4-D 100 100100100100 100 NO2NO2AIA 14,635,2 100-2,3 -5,2100NO2HOOO2N OConclusoPNO2 NE (4) PO NE (5) POH NE (6) Os compostos sintetizados apresentaram bons nveisNO2NO2de inibio do crescimento das duas espciesO utilizadas. A comparao com os herbicidas comerciaisOOH mostrou uma boa correlao. Clculos de densidadeO eletrnica esto sendo feitos para fazer uma anliseMONO NE (7) 3OH NE(8)mais apurada da estrutura/atividade.Figura 1. Compostos sintetizados.Agradecimentos Os ensaios de avaliao da atividade FAPEMIG, CNPQ, UFSJ, UFPR.aleloptica foram realizados com sementes de 1 Taiz, L.; Zeiger, E. Fisiologia Vegetal. 3 ed. Porto Alegre: Editora Artmed, (2002).dicotilednea (Lactuva sativa) e monocotiledneas2 Macias, F. A., Castellano, D., Molinillo, J. M. G. J. Agric. Food Chem. 2000, 48,(Allium cepa), sendo avaliado o crescimento da radcula 3 2512.e do hipoctilo . Diferentes concentraes e condies 3 Rodrigues, P. R. Dissertao de Mestrado. UFMS (2009)pr-estabelecidas foramutilizadas,almdoacompanhamento com branco e controle positivo,1 Congresso de Farmcia da UFSJ Divinpolis-MG, 20, 21 e 22 de outubro de 22010. 3. Doenas Negligenciadas: Epidemiologia, Diagnstico e Tratamento - Perspectivas para atuao do Profissional Farmacutico Sntese e atividade antimalrica de chalconas e flavonas.1 1 2Amanda T. Ouchida (IC) , Ludmila O. Andrade (IC) , Renata C. de Paula (PG) , Alade Braga de Oliveira211(PQ) , Fernando P. Varotti (PQ) , Jos Augusto F. P. Villar (PQ) *. *zevillar@ufsj.edu.br1 Laboratrio de Sntese Orgnica Universidade Federal de So Joo del-Rei Campus Centro Oeste Dona Lindu / Av.Sebastio Gonalves Coelho, 400, Chanadour, Divinpolis/MG CEP: 35501-296 .2 Departamento de Produtos Farmacuticos Faculdade de Farmcia - Universidade Federal de Minas Gerais, Av. AntnioCarlos, 6627, Belo Horizonte/MG, 31270-901, Brasil.Palavras chave: Chalconas, sntese, antimalricos.IntroduoO OPTSA, MeOH/H2O A malria a principal doena parasitria de76%O OHCl HO OH Clgrande crescimento no mundo, e uma das maisO (4a)(5)preocupantes para a sade pblica em regies tropicais [1]e subtropicais . Alm disso, a evoluo contnua daresistncia do parasita drogas um srio dilema e, Figura 2- Desproteo de 4a.assim, a pesquisa de novos avanos na quimioterapiaantimalrica um problema vital. Com exceo daAs chalconas (4a-e) e (5) tiveram a suaartemisina e seus derivados para o tratamento daatividade antimalrica in vitro avaliadas pelo teste demalria, h medicamentos efetivamente utilizadosincorporao de hipoxantina-[H3] contra uma cepacontra malria, porm estes tm uma toxicidadecloroquina-resistente de P. falciparum (clone W2) esignificativa e apresentam vrios efeitos secundrios.apresentaram uma reduo significativa da parasitemiaRecentemente, uma srie de chalconas e derivadosem duas concentraes 25 e 50 g/mL variando de 47tm sido previamente sintetizados e identificados comoa 100%.[2,3]potenciais antimalricos . O objetivo deste trabalho Como perspectiva futura desse trabalho,a sntese de hidroxi-chalconas e a realizao depretendemos realizar a hidrlise das demais chalconasensaios antimalricos.e realizar modificaes estruturais para potencializar aatividade antimalrica. A estratgia sinttica utilizarResultados e discussoessas chalconas como inte