Revista Humana - nº10 - out-nov-dez 2009

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Revista Humana - nº10 - out-nov-dez 2009

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  • Parabns aos nossos talentos! AA cada dia aumentam as exigncias e a expectativa dos clientes por qualidade de atendimento por parte das operadoras de planos de sade. Avanos tecnolgicos e pesquisas nos permitem oferecer ao pa-ciente o diagnstico e o acesso rpido assistncia curativa e preventiva. Porm, nenhuma tecnologia e estudo seriam efi-cientes sem a presena de um profissional tcnico e habilitado para orientar e fazer o uso dos mesmos.

    Acreditamos que a diferena est nas pessoas que ouvem, examinam, orientam e acompanham nossos pacientes. Sabemos que nossos profissionais carregam a humanizao e o sentimento de solidariedade ao exercerem suas funes. O compromisso hoje de demonstrar a importncia desta equipe para o processo da empresa. Acreditando e investindo no crescimento de cada um, o Centro Clnico Gacho atesta o empenho e a dedicao de todos os seus profissionais, que, por atuarem desta forma, merecem este reconhecimento.

    Quando essa equipe cresce, nosso sonho j realizado de ser a maior empresa de medicina de grupo do Rio Grande do Sul se torna mais intenso, pois fica clara a certeza de que os profissionais de sade que aqui trabalham so molas propulsoras de nosso sucesso. Chegamos aos 18 anos sabendo que faz parte da viso empreende-dora motivar e reconhecer talentos.

    Luiz Cludio LeopoldoDiretor-administrativo

    ndice

    Humanauma Revista do

    CentRo ClniCo GaCHoano 3 - no 10 - out/nov/dez - 2009

    3

    editoRial

    seesEditorial.....................................................3

    CrniCas...........................................28.E.30

    Espao.livrE.............................................29

    mediCina e sadeprEvEno.-.pErigo.Em.Casa........................7

    ostEoporosE.-.atEno.para.os.ossos.frgEis... 8

    apnEia.-.ginstiCa.Contra.o.ronCo.............11

    asB.E.tsB.-.traBalho.Em.EquipE...............15

    CnCEr.-.inimigos.da.pElE..........................16

    odontopEdiatria.-.o.primEiro.sorriso.........21

    infErtilidadE.-.quando.Engravidar..difCil....22

    ChoColatE.-.alimEnto.ou.CosmtiCo?..........23

    lEr.-.insidiosa.E.inCapaCitantE..................25

    fissura.laBiopalatal.-.por.um.novo.sorriso.26

    dor.CrniCa.-.martrio.ConstantE..............27

    Gesto da mediCina em GRupo e neGCiosgrandE.EquipE.-.trajEtria.rEConhECida........4

    CliEntE.saudvEl.-.prosEgur........................6

    Cursos.a.distnCia.-.Boom".dE.Ensino.........9

    gEsto.-.apErtar.o.Cinto.E.at.CrEsCEr......12

    EntrEvista.-.BrEssEr.pErEira.....................18

    profissionais.dE.dEstaquE.-.Estar.pErto.do.paCiEntE..EssEnCial...................................31

    novidadEs.no.CCg.-.EmprEsa.CrEsCEr.15%.at.2010..................................................32

    novidadEs.no.CCg.-.inaugurada.nova.unidadE.Em.guaBa.....................................33

    por.dEntro.da.rEdE.-.EspECialista.h.mais.dE.50.anos....................................................34

    Unidades de Atendimento Alvorada - Cachoeirinha - Canoas - Esteio - Gravata

    Guaba - Porto Alegre - So Leopoldo - Viamo

    Centro Administrativo Rua Coronel Frederico Linck, 25

    Porto Alegre - RS - CEP 90035-010Fone (51) 3287-9200

    Confira endereos acessando o site www.centroclinicogaucho.com.br

    Cristin

    e Ro

    chol/Portpho

    to

  • 4Profissionais que assistem mais de 250 mil vidas so essenciais no evoluir do Centro Clnico Gacho, que

    os homenageia pelo trabalho que realizam

    Trajetria reconhecida

    No ms de outubro so come-morados os dias do mdico e do dentista. Lembrados por clientes, usurios e gestores, eles dividem o reconhecimento de seus esforos com mais de 700 profissio-nais da rea da sade de diferentes espec ialidades que assistem os pacientes que se dirigem ao Centro Clnico Gacho. O caminho de su-cesso trilhado pela maior empresa de medicina de grupo do Rio Grande do Sul nos ltimos 18 anos tambm baseado nas novas ideias que essa grande equipe trouxe, com tica e saber tcnico apurado.

    o potencial humano que nos permite enfrentar nosso futuro. A grande diferena de nossa empresa est ligada a coragem, habilidade, capacidade de resolver problemas e melhorar a sade de pacientes com a dedicao que esse departamento da empresa possui", define o diretor-m-dico, Francisco Antnio Santa Helena. Para ele, a gesto da empresa est fixada em planejamento, criatividade e empreendedorismo, mas com foco no paciente, e o relacionamento que os profissionais tm com os usurios motiva o crescimento da instituio.

    O diretor diz que a formao do plano de sade um sonho que se tornou realidade. O trabalho que dirigimos sempre em equipe, fugi-mos do individualismo para criar esse cenrio da valorizao dos colabo-radores. Temos um grupo extrema-mente dedicado e afinado aos nossos objetivos, misso, viso e valores, que tm relao em estabelecer laos de humanidade.

    poRto seGuRoElisabete Carvalho de Arajo,

    pediatra formada pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, atua

    uma relao de confiana desde que o Gabriel nasceu. como deixar meus filhos com minha me. Ela merece-dora de homenagens, diz Lizandra. A me relata que Gabriel sofreu de otite e frequentava o consultrio da mdica at quatro vezes por ms. Ela meu porto seguro e no tenho palavras para agradecer e expressar sua importncia.

    A dedicao da pediatra se rela-ciona com a certeza de sua escolha e com seus ideais transformadores. Sempre pensei em fazer medicina. Tinha muita vontade de mudar o pensamento das pessoas, que podem viver bem. Com as crianas, conse-guimos colocar um conceito de sade e bem-estar desde pequenas. Tendo a me e o pai como parceiros, cria-se uma mentalidade de sade para, no futuro, termos muito menos pessoas doentes, pretende Elisabete.

    A atendente de consultrio den-trio Mrcia Fernandes Arend, 50 anos, empolga-se ao falar da clnica geral Sibelle Grtsch. Ela me de Laura, 17 anos, que h quatro re-cebe os cuidados da mdica. O que a diferencia seu lado humano. maravilhosa, nos sentimos bem com ela", depe Mrcia. A filha Laura sofre de enxaqueca e ressalta que a calma da profissional ao atend-la e a con-fiabilidade ao repassar informaes so diferenciais. Sibelle diz que este retorno dos pacientes, que percebem seu esforo, o que gratifica ter seguido esta carreira. Formada pela Universidade Federal de Santa Maria, com especializao em medicina da famlia e comunidade, ela atende na unidade Zona Norte em Porto Alegre (av. do Forte, 171).

    Sibelle integrou o corpo clnico do CCG de 1998 a 2003. Retornou em abril de 2005 depois de um perodo de estudos. Sobre a responsabilidade da profisso, reconhece que no possvel saber tudo. Lidamos com a vida. O paciente e a famlia depositam toda a confiana em ns.

    h oito anos no CCG. A mdica, que atende na unidade de Gravata (av. Jos Loureiro da Silva, 1.843), explica que buscou ingressar na instituio por conta de referncias positivas que ouvia de colegas. Ela acompanhou boa parte da histria da empresa e diz que a evoluo trouxe melhorias como facilidades no acesso a exames que no passado no eram possveis, crescimento da rede e implantao de plantes, inclusive em sua especialidade. So-mos reconhecidos. Na gerncia da unidade, com o coordenador mdico, temos abertura para expor pontos que possam no estar adequados. Temos liberdade para auxiliar a melhoria dos processos. Sinto que todos percebem que o mdico parte importante da empresa.

    A usuria do plano de sade, Lizandra Selister da Silva, 29 anos, me de Daniel e Gabriel, de 2 anos e 7 anos, respectivamente, atesta a importncia da profissional. Tenho

    Grande equipe

    Diretor-mdico do Centro Clnico Gacho, Francisco Antnio Santa Helena: Estamos felizes e de parabns por termos um grupo to dedicado. Os objetivos de nossa empresa esto plenamente compreendidos por eles.

    Cristine Ro

    chol | Portpho

    to

  • 5paRCeRia antiGaRadiologista, formado pela Universidade

    Federal de Pelotas, Eduardo Arajo tambm atua na unidade Zona Norte na Capital. H 17 anos na empresa, ele conta que a histria de parceria com os diretores comeou antes disso. Eles trabalhavam juntos e resolveram criar o plano de sade. Quando saram de l para empreender, se despediram de mim dizendo que um dia eu iria trabalhar com eles. Um ano depois fui contratado. Considero-me a areia e a argamassa, fao parte da estrutura do Centro Clnico Gacho e vejo este reconheci-mento. Acredito que sou um dos mdicos mais antigos da casa.

    Aos 17 anos, Arajo foi cursar medici-na. Para ele, ser um profissional da sade representa servir os outros. No possvel ser mdico sem gostar de gente. Sem querer ser til a outra pessoa. Basicamente isso que nos move, diz. O radiologista passa parte do tempo interpretando exames, mas garante que o que mais o motiva o contato com as pessoas que a execuo da ecografia propicia. Porque interpretando ficamos com uma chapa em uma sala escura. A ecografia te traz o lado humano, o relacionamento.

    O que norteia a vida do mdico a prestati-vidade, visvel no somente com os pacientes. Ao atender a equipe da revista Humana, Arajo demonstra esta caracterstica com extrema naturalidade. Independentemente da situao, estou sempre disponvel. Rose Meri Garcia Podlasinski, 29 anos, auxiliar-administrativa, conta que, em agosto de 2006, precisou fazer um exame de bipsia no fgado e comeou a frequentar o consultrio de Arajo a cada dois meses. atencioso, carinhoso, um excelente profissional. Foi ele quem recomendou a ci-rurgia, realizada em agosto de 2008. Depois disso, regularmente sou atendida por ele para verificar se est tudo bem. P

    Marcelo Amaral | Portpho

    to

    Radiologista Eduardo Arajo atende a auxiliar-administrativa Rose Meri Podlasinski desde 2006.

    A pediatra Elisabet