Revista Trator Brasil Edição 8 - Julho/Agosto 2012

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Revista Trator Brasil Edição 8 - Julho/Agosto 2012

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    Entidades comentam o PlanoAgrcola e Pecurio 2012/2013

    O crdito rural que financia oplantio, a comercializao e o in-vestimento da agricultura empre-sarial contar com recurso hist-rico de R$ 115,25 bilhes na safra2012/13. As taxas de juros contro-lados tiveram reduo de 6,75%para 5,5%. As medidas do PlanoAgrcola e Pecurio foram anun-ciadas no dia 28 de junho pela pre-sidente Dilma Rousseff e pelo mi-nistro da Agricultura, Pecuria eAbastecimento, Mendes Ribeiro.

    Representantes e empresrios dosetor produtivo agropecurio rece-beram com otimismo o aumento dosrecursos a serem disponibilizados eas outras diretrizes do Plano Agr-cola e Pecurio 2012/13, principalinstrumento de poltica agrcola doGoverno Federal. Muito mais im-portante que a queda dos juros e oaumento do volume de crdito, onovo modelo de poltica agrcolabaseado no seguro rural, na prote-o do crdito, do patrimnio dosprodutores, um dos pontos maissignificativos do plano, avaliou apresidente da Confederao daAgricultura e Pecuria do Brasil(CNA), senadora Ktia Abreu.

    As diretrizes para as polticas decomercializao tambm represen-tam um avano, pois o dinheiro des-tinado chegar, em especial, aos pe-quenos e mdios produtores. Osrecursos tm que chegar ao maiornmero de produtores, sem desvio depercurso, afirmou a presidente daCNA, que tambm defendeu o forta-lecimento da classe mdia rural.

    COOPERATIVAS - A Organiza-o das Cooperativas do Paran(Ocepar) aprovou o montante de re-cursos disponibilizados. No atin-giu os R$ 128 bilhes que solicita-mos para a agricultura empresari-al, mas acho que um bom volumede recursos, disse Joo Paulo Kos-lovski, presidente da entidade. Aqueda do PIB do agronegcio e asensibilidade do Governo Federalem reconhecer a importncia daagricultura para a economia brasi-leira foram fatores que ajudarampara o estabelecimento de uma po-ltica que consideramos boa e quevai contribuir para que os agricul-

    tores e as cooperativas possam produ-zir com segurana", afirmou. Mas importante que os instrumentos de apoioao agricultor sejam implementados omais breve possvel e que os recursosanunciados sejam garantidos.

    Para Rui Polidoro, presidente daFederao das Cooperativas Agrope-curias do Rio Grande do Sul (FecoA-gro), o plano positivo e condensa asposies firmes do governo sobre a im-portncia da agricultura para a eco-nomia do pas. Polidoro destacou a ele-vao do crdito para as cooperativas,nas linhas Procap-Agro e Prodecoop,mas lamentou a reduo tmida nas ta-xas de juros para ca-pital de giro das co-operativas, de 9,5%para 9%. Os jurosainda esto acima daexpectativa, disse.Medidas para quetenhamos uma boasafra de vero, como acesso ao crditodo Plano Agrcola ePecurio, a compraantecipada de insu-mos, e a resoluodos problemas deexportaes da sui-nocultura podemamenizar a queda da produo agrope-curia gacha, afirma Polidoro.

    INSUMOS Com o aumento de7,5% do crdito rural anunciado noPlano de Safra, o mercado de fertili-zantes deve ficar ainda mais aquecido,segundo Carlos Eduardo Florence, di-retor executivo da Associao de Mis-turadores de Adubos (AMA). O planovai trazer mais tranquilidade para osprodutores, pois eles j esto capitali-zados, os preos esto bons e a relaode troca com fertilizantes est favor-vel, disse. O consumo de adubos deve,no mnimo, ficar igual ao do ano pas-sado, em 28,3 milhes de toneladas.

    O aumento dos recursos para o setorprodutivo no Plano de Safra contribuipara o movimento de antecipao dascompras de insumos, na avaliao daAssociao Nacional de Defesa Vege-tal (Andef). Esperamos uma safra2012/13 da melhor qualidade, disseEduardo Daher, diretor executivo daentidade. O segmento est aquecido,

    sobretudo em Mato Grosso, onde 90%dos insumos (fertilizantes, defensivos esementes) j esto comprados para asafra 2012/13, aumento de 10% ante asafra anterior, de acordo com dados doInstituto Mato-Grossense de EconomiaAgropecuria (IMEA).

    O Sindicato Nacional da Indstriade Produtos para Defesa Agrcola (Sin-dag) diz que a maior disponibilidade derecursos para o crdito rural no devemimpulsionar as vendas do setor, pois aparticipao dos bancos corresponde aapenas 10% do volume comercializadopelas indstrias, que financiam direta-mente as compras dos produtores. No en-

    tanto, a entidadeacredita que o au-mento dos recursoscria um ambientepositivo para o in-vestimento em tec-nologia, que podeaquecer o mercadode defensivos.

    MAQUINRIO Os estmulos compra de maqui-nrio agrcola noPlano Safra 2012/13, como a quedade juros e o aumen-

    to do crdito, esbarram em algumas li-mitaes, segundo Milton Rego, vice-presidente da Associao Nacional dosFabricantes de Veculos Automotores(Anfavea), tambm diretor da CNH, umadas maiores produtoras de mquinasagrcolas e de construo do Pas. Eledisse que no caso das linhas de financi-amento de tratores foi satisfeita a ex-pectativa de reduo de taxa de 6,75%para 5,5%, a mesma do Programa deSustentao do Investimento (PSI), doBanco Nacional de Desenvolvimento(BNDES). No entanto, o fundo temvalor baixo para as necessidades dopas. Ele tem o valor de R$ 150 mil,enquanto precisvamos de R$ 4 bi-lhes, disse. Segundo Rego, o governotrabalha com a hiptese de voltar a fi-nanciar tratores pelo PSI, que terminaem dezembro de 2013, justamente nomeio da safra.

    MATO GROSSO A Associao dosCriadores de Mato Grosso (Acrimat)disse que o Plano de Safra 2012/13 foibem recebido, mas voltou a cobrar

    segurana jurdica para o setorprodutivo. Recursos e juros meno-res so sempre bem-vindos, mas pre-cisam vir acompanhados de outrasaes para atender o setor produti-vo, disse o vice-presidente da Acri-mat, Jorge Pires de Miranda. Entreas medidas, ele aponta a inseguran-a jurdica que ainda existe na ques-to ambiental como um limitadorna tomada dos recursos por partedos produtores. O produtor traba-lha dentro das regras legais e sem-pre que pretende tomar recursospara aumentar sua produo temseu processo travado por questesambientais, que no dependem sdele para resolver, pois a indefini-o persiste, reclamou.

    RIO GRANDE DO SUL Os agri-cultores gachos pedem maior faci-lidade para acessar o crdito. Rena-to Rocha, presidente da Federaodas Associaes de Arrozeiros do RS(Federarroz), destaca o alto nvel deendividamento dos produtores do ce-real, o que pode dificultar a obten-o dos recursos. Sem dvida, oPlano Safra tem tido o crescimentogradual na oferta de crdito, mascada vez menos o produtor tem aces-so a ele, destaca Rocha.

    Para o presidente da Federaodas Associaes de Arrozeiros doRS (Federarroz), Renato Rocha, orecuo da produo gacha ocorrepor questes de crdito, clima emanejo empregado. Para ele, me-didas de incentivo acomercializa-o e ao custeio so bem-vindaspara auxiliar o setor enfrentar asdificuldades da seca.

    Na avaliao da Federao daAgricultura do RS (Farsul), o ca-minho para a retomada mais r-pida da produo agrcola no RioGrande do Sul aps a seca seria ogoverno equacionar o passivo dosprodutores. A tendncia de re-cuperao, avalia o diretor ad-ministrativo da federao, Fran-cisco Schardong, diretor da Fede-rao da Agricultura do Estadodo RS (Farsul). O volume de cr-dito bom e d ateno ao mdioprodutor, mas no resolve o dif-cil acesso aos recursos, disseSchardong.

    A safra agrcolaA safra agrcolaA safra agrcolaA safra agrcolaA safra agrcolade 20de 20de 20de 20de 20111112/202/202/202/202/201111133333ter recursoster recursoster recursoster recursoster recursoshistricos dehistricos dehistricos dehistricos dehistricos de

    R$ 115,25R$ 115,25R$ 115,25R$ 115,25R$ 115,25bilhesbilhesbilhesbilhesbilhes

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