Salvamento Terrestre CFSD2014

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Apresentação de Salvamento Terrestre baseada no Manual técnico profissional do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro editado no ano de 2014

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  • MDULO TERICO DE SALVAMENTO TERRESTRE

    CFSD 2014

  • Operaes de salvamento

    Remoo de pessoas, animais, bens ou ainda na recuperao de corpos.

    Servio altamente especializado, exigindo dos socorristas preparo fsico, tcnico e psicolgico.

  • Operaes de salvamento

    O salvamento e o APH so interligados por natureza da profisso.

    Os executantes de ambas as atividades so denominados socorristas.

    Pode-se dizer que os servios de salvamento consistem na: remoo cuidadosa de pessoas, animais e/ou objetos dos mais variados sinistros e do APH, antes que os cuidados mdicos sejam prestados.

  • Operaes de salvamento

  • Ferramentas, Equipamentos e Acessrios

    Ferramenta:

    Objeto que serve para realizar uma tarefa com a energia que provm do operador. Exemplos: barra, martelo e p.

    Equipamento:

    Mquina ou aparelho que serve para realizar uma tarefa e a ao consiste na transformao da energia para aumentar a capacidade de trabalho. Exemplos: motosserra e moto cortador.

    Acessrio:

    Objeto que pode agregado a um equipamento ou ferramenta, permite ampliar ou melhorar as capacidades operativas ou realizar uma tarefa.

    Exemplo: Balde, correntes para a motosserra, extenso eltrica.

  • Desencarcerador Hidrulico

    composto por uma bomba hidrulica, que acionada por um motor 4 tempos gasolina, pressuriza um sistema formado por mangueiras com sistemas de engate rpido e vrias ferramentas hidrulicas, estas serviro no desencarceramento das vtimas, executando afastamentos, cortes e tracionamentos.

    O conjunto de salvamento pode ser utilizado em acidentes envolvendo veculos, desabamentos, arrombamentos, ou at mesmo em trabalhos submersos, dentro do limite de 40m de profundidade Referncia o conjunto de salvamento Lukas.

  • Desencarcerador Hidrulico

    Todos os motores devero trabalhar com inclinao mxima de 15 e os desencarceradores possuem

    conjunto de correntes com engates, com capacidade para 80KN e comprimento de aproximadamente 2m.

  • Componentes do Desencarcerador

    Bomba hidrulica

    Cortadores

    Expansores

    Ferramenta combinada

    Cilindro expansor ou cilindro de resgate

  • Desencarcerador SC 350 E Lukas eltrico

    Com motor externo, tem fora de corte de 360KN e de expanso de 350KN, autonomia de 30min e cerca de 75min para carregar totalmente sua bateria.

  • Macaco Hidrulico

    Aparelho destinado ao levantamento de cargas atravs do deslocamento de um mbolo que sobe impulsionado pela presso do leo hidrulico.

  • Almofadas Pneumticas

  • Almofadas Pneumticas

    Indicado para salvamento em eventos de coliso de veculos, desabamentos. O sistema opera com os cilindros usados nas mscaras autnomas, somado as almofadas e os reguladores de presso. O sistema funciona com a utilizao do ar comprimido nos cilindros a alta presso que passa pelo regulador de presso, reduzindo a presso de 3.000 para 125Psi, que a presso de trabalho. Depois o ar segue para a almofada, que inflada sob controle do bombeiro.

  • Almofadas Pneumticas

  • Almofadas Pneumticas

    O equipamento possui a vlvula de controle e vlvula de segurana (VCVS) que formada

    por um sistema duplo de segurana e controle de ar e usada para inflar ou esvaziar as

    almofadas, capaz de controlar a operao de duas almofadas individualmente, as duas

    vlvulas de alvio da presso so fabricadas com regulagem de 87Psi ou 118Psi

    dependendo da aplicao, para prevenir um enchimento acima do possvel.

  • Almofadas Pneumticas

  • Almofadas Pneumticas

    O sistema vem acompanhado por trs mangueiras: duas mangueiras (uma vermelha e outra amarela) so conectadas entre a VCVS. Todas as almofadas, mangueiras e reguladores so equipados com conexes de engate rpido

    fabricados em tamanho especial para evitar conexes erradas.

  • Almofadas Pneumticas

    So muitos os tamanhos e formatos de almofadas de ar MAXIFORCE, cada uma indicada para uma determinada carga ou

    situao, contudo todas possuem um X no centro indicando o local correto de

    posicionamento da almofada no centro da carga. O que garantir o maior deslocamento

    e uma melhor estabilidade.

  • Tirfor

    Durante vrias dcadas o uso do Tirfor constituiu-se como o elemento chave das operaes de desencarceramento. Ancorado em postes, rvores ou mesmo na viatura de salvamento, por intermdio da trao de um cabo de ao que passava pelo seu interior e era tracionado pela ao conjugada de dois mordentes em trabalho alternado.

    Produzido pela filial brasileira da empresa alem CIDAM, o nome Tirfor se tornou de uso corrente e de terminologia tcnica ao invs de Sistema de Tracionamento de Cabos de Ao

  • Tirfor

    um aparelho manual de trao e iamento de cargas, que trabalhando com cabo de ao, desenvolve uma fora nominal que vai de 750

    Kg at 4000 Kg, conforme o seu tipo.

  • Linga

    Cabo curto de ao com alas em suas extremidades, que tem por objetivo laar algum objeto para

    transporte, iamento ou arrasto.

  • Gerador gasolina

    Equipamento formado por um motor exploso destinado a fornecer corrente eltrica aos

    materiais operacionais, comumente usado para garantir a iluminao do local do evento.

  • Motosserra

    Este equipamento essencial nos eventos de corte de rvore, j que facilita o corte dos galhos e troncos, agilizando o trabalho, mas em momento algum devem ser afastadas as tcnicas e nem o fator segurana, afinal o bombeiro no pode permitir a velocidade influenciar no fator segurana. A motosserra composta de um motor a exploso e um sabre com corrente.

  • Motosserra

    Nunca coloque a motosserra em funcionamento de forma suspensa, pois dessa forma, poder ferir-se ou outra pessoa que estiver prxima. Cuidado redobrado quando a utilizao do equipamento for feito no alto

    da rvore devendo o operador possuir o conhecimento tcnico e o domnio da motosserra.

  • Moto-cortador Equipamento com o funcionamento semelhante ao da

    motosserra, contudo usado para cortes de chapas. possvel a utilizao de vrios tipos de discos, mas na corporao, utiliza-se o disco misto para corte (corta ferro e ao), o que capacita o equipamento ao salvamento de pessoas em acidentes automobilsticos, ou para arrombamentos de portas de ao, ou ainda outras situaes onde caiba sua utilizao, como para o corte de vergalhes em desabamentos.

  • Rdio Transceptor Porttil

    Equipamento indispensvel para eventos mais complexos por facilitar a comunicao entre os membros da equipe de salvamento, e membros de outras equipes, j que facilita a coordenao da prestao do socorro. As viaturas de salvamento devem estar equipadas com este equipamento.

  • Oxi-explosmetro

    Instrumento porttil e de fcil utilizao para a deteco da alterao da concentrao de oxignio, presena de gases combustveis, CO e H2S. Sempre que houver alteraes destas naturezas na atmosfera o mesmo dispara um alarme luminoso e sonoro.

  • Lanternas

    Aparelho destinado iluminao, alimentado por pilhas ou baterias, destina-se a iluminao de pequenas reas nas operaes de salvamento.

    Em reas classificadas fundamental para a segurana da operao a utilizao de lanternas intrinsecamente seguras.

  • Trip Formado por trs peas tubulares, que possuem

    encaixe na parte superior, que os mantm unidos, formando uma estrutura piramidal estvel. Ele muito til para o iamento de cargas, especialmente em poos.

  • Trip Para a sua utilizao deve-se adaptar uma roldana no

    centro do aparelho para iar a carga, o que permite a utilizao de cordas ou de cabos de ao.

  • Cabo ou corda

    A corda formada por fios unidos e torcidos uns sobre os outros, formando um conjunto uniforme e resistente trao. Existem vrios tipos de cordas, principalmente em funo do material usado em sua fabricao, entre eles temos os cabos de fibras de origem animal (seda, crina e couro), os cabos de fibra vegetal (manilha, sisal e cnhamo), os de fibra sinttica (nylon, seda, polietilenos, poliamida, polister, etc.) e os de fibra mineral (ao).

  • Cabo ou corda

    Normalmente dimetros de 9 a 11mm e comprimentos variando em 30, 50, 100 ou 200m dependendo do seu uso. Podem ser estticas ou semi estticas (mais usadas em salvamentos em alturas) e dinmicas (usadas em salvamento em montanhas).

    Cabo solteiro: Cabo de 6 a 8mm de dimetro e de comprimento reduzido (1,5 a 3 m).

  • Partes da corda a) Fibra: Matria bsica da corda;

    b) Fio: Conjunto de fibras;

    c) Cordo: Conjunto de fios;

    d) Capa: a camada externa de uma corda, que tem como finalidade a flexibilidade e a proteo da alma;

    e) Alma: Trata-se da parte interna da corda, que protegida pela capa, tem como finalidade a resistncia e a elasticidade da corda;

    f) Chicote: Ponta solta da corda;

    g) Falcaa: o agrupamento dos cordes na extremidade da corda para evitar que este desacoche;

    h) Firme: Parte livre da corda prxima ancoragem.

  • Mosqueto Conector de pea metlica (ao ou duroaluminio) constituda de

    um anel com abertura e gatilho para ser utilizado em ancoragens e no cinto de descida.

    Existem modelos com utilidades especficas: simtrico, assimtrico. Tambm diferem entre si dependendo do tipo de trava que pode ser de rosca ou automtica.

    Possuem resistncias diferentes, sempre como a inscrio da sua capacidade expressa em KN, gravada ao longo do corpo ou dorso, cujo valor do mesmo de 100Kg para cada 1KN.

    Os mosquetes sem trava, no CBMERJ, so conhecidos como m