SAÚDE COLETIVA

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  • 1. Evoluo Histrica do processo de Implantaodas Polticas de Sade no BrasilE SEU CONTEXTOSCIO - ECONMICO-POLTICO

2. Equipe V : Uma discusso sobre aNova Repblica (1985 a 1988) 3. Disciplina:Sade ColetivaOrientao:Professor:CleutonMachadoCludia Hellena RibeiroGraduada em Administrao Hospitalar (Anhanguera 2012)Extenso em Controle de Infeco Hospitalar (FAMESP 2013)Especializao em Gesto de Pessoas (Faculdade BatistaBrasileira 2013)Bacharelado em Enfermagem / FAI- Faculdade Irec / 2semestre 2014. 4. A histria atravs da histriaEm uma breve viagem pelo tempo.Vivemos grandes avanos pelodecorrer da histria at chegarmos naNova Repblica .De 1889 a 1930 vivemos um Brasilcheio transformaes... 5. Aboliodaescravatura 6. Ocorrnciade doena naforma deEPIDEMIASVarola eFebreamarela 7. Campanhassanitrias 8. E com isso,a revolta dasvacinas 9. O Brasilcontinuou suabusca pormelhorias.NovosPresidentes ,novas ideias eum pasdoenteO perodo Populista ou a eraVargas foi marcado porturbulncias no campo poltico esocial .Mas tambm tivemos o quecomemorar.Vargas nos apresenta o ministriodo Trabalho e cria a CLT 10. (...) E o Brasilainda um pasque sonha comum estado desade total.(1945 A 1964Perodo daredemocratizaoApesar de um acentuado atraso asade segue com propostas demelhoriasConstruo de hospitais prpriosdo IAPsFundao das primeiras empresasde Medicina de GrupoCriao do Ministrio da Sadeapesar da escassez oramentria. 11. Apesar detudo, ascondies desade dapopulaoBrasileira,permanecemcrticasE o pas mais uma vez, passa pormudanas nas relaes polticascom a chamada Revoluo deabril de 1964.Somos apresentados ao perodoautocrtico (1964 a 1984) 12. 1964- 1984Piora dos indicadores bsicos de sade, acrescido damortalidade geralEpidemias de poliomieliteConstruo e reforma de hospitais privadosAmpliao do nmero de faculdades particulares demedicinaDemandas sociais emergentes por assistncia asade 13. O Brasil ansiava por mudana 14. Sejam bem vindos a NOVA REPBLICA !1985 a 1988 15. E SOMOS TOMADOS PELA CORAGEMInicia-se o importante movimento do Diretas J ! 16. O pas passa a experimentar transformaesAssinatura da LEI da AnistiaTransio gradual do Regime Militar paraRegime Democrtico. 17. Perfil epidemiolgicoH um desequilbrio: uma reduo damortalidade infantil e das doenasimunoprevenveis e em contra partidaaumento de mortes por violnciaAumento dos casos das epidemias de dengueem vrios municpios e inclusive na capitaldo Rio de Janeiro 18. Melhora gradual da sade porm lentaAumento da incidncia de doenas modernasadvento da AIDS 19. A SADE PEDE SOCORRO 20. A SADE PEDE SOCORROAumento dos gastos com a sade, assistncia mdicae previdenciria muito onerosaReconhecimento da necessidade de novas diretrizesem sade: atribuies ampliadas, prioridade emaes preventivas sem prejuzo dos servios deassistenciais. Incorporao de mais tecnologia em sade , maiorcusto , modelo hospitalocntrico em discusso 21. A SADE PEDE SOCORROO modelo vigente nesse perodo obiomdico que considera a doenacomo resultante da agresso deagente etiolgico a um organismo 22. E diante de toda essa discussoGerou um movimento a favor de uma amplareforma sanitria brasileira, que envolvesseuma nova configurao nas relaes entre osentes governamentais e que privilegiasse auniversalidade da ateno, com focoprimordial na preveno de doenas epromoo de sade. 23. O chamado Movimento pelaReforma Sanitria ou simplesmenteMovimento Sanitrio, que inclui aparticipao de vrios movimentosque, autonomamente, iniciavam umacontraposio poltica hegemnica. 24. A REFORMA SANITRIAConsistia na proposta de um sistema de sade nicofundamentalmente estatal, sendo o setor privadosuplementar aquele sobre controle pblico edescentralizado.Analisar as dificuldades identificadas nofuncionamento da rede nacional sugerindo opespara uma nova estrutura. 25. A REFORMA SANITRIAApontar mecanismo de planejamento plurianual(instrumento de planejamento previsto no artigo 165da Constituio Federal) no setor de sade ajustandos necessidades dos segmentos da populao.A realidade social da dcada de oitenta era umaexcluso da maior parte dos cidados do direito asade, que se constitua na assistncia prestada peloINPS restrito aos trabalhadores que para elecontribua. 26. E diante de toda essa discusso 27. A VIII Conferencia Nacional deSade nasceu da ideia de sistemanico descentralizado de sade. 28. A 8 Conferncia Nacional de Sade de1986 teve como tema Sade: direito detodos, dever do Estado. Comoconsequncia, em 1988, a ComissoNacional da Reforma Sanitria conseguiuassessorar os deputados constituintes deforma que, pela primeira vez numaconstituio brasileira, assegurado o lemada 8 Conferncia: Sade, direito de todos,dever do Estado. 29. A definio do SUSConjunto de aes e servios de sadeprestados por rgos e Instituies PblicasFederais, Estaduais e Municipais deadministrao direta e indireta e dasfundaes mantidas pelo poder pblico 30. Objetivos do SUSI - Universalidade da cobertura e do atendimento.II -Uniformidade e equivalncia dos benefcios eservios s populaes urbanas e ruraisIII - Seletividade e distributividade na prestao dosbenefcios e serviosIV -Irredutibilidade do valor dos benefcios 31. Objetivos do SUSV Equidade na forma e na participao de custeioVI Diversidade da base de financiamentoVII Carter democrtico e descentralizado daadministrao , mediante gesto quadripartite, comparticipao dos trabalhadores, dos empregadores, dosaposentados e do Governo nos rgos colegiados 32. O SUS foi criadoA criao do SUS se deu em 1988 junto com apromulgao da constituio cidad .Muitas mudanas estariam por vir.Muitos obstculos no perodo Ps-Constituinte ou Neoliberal .Mas esse um assunto do grupo VI