Segundo Módulo - Aula 13 - Perfição moral as virtudes e os vicios

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  • 1. AS VIRTUDES E OS VICIOS

2.

  • Toda virtude tem seu mrito prprio, porque indica progresso na senda do bem. H virtude sempre que h resistncia voluntria ao arrastamento dos maus pendores. A mais meritria de todas a que se assenta na prtica da caridade desinteressada.
  • Para se atingir essa virtude, todos tm que lutar.
  • Os que aparentemente fazem o bem sem nenhum esforo porque j lutaram e triunfaram outrora. O bem se lhes tornou um hbito, por isso que nenhum esforo hoje lhes custam os bons sentimentos.

3.

  • o que ocorre nos mundos superiores Terra, onde somente bons espritos os habitam. Nesses mundos, o sentimento do bem espontneo e constitui a regra. O mesmo se dar com aTerra, quando a sua humanidade se houver transformado moralmente.
  • O interesse pessoal o sinal mais caracterstico da imperfeio. Muitos possuem qualidades reais, mas no suportam quando vm seus interesses pessoais feridos. O verdadeiro desinteresse ainda coisa rara na Terra. O apego s coisas materiais um sinal notrio de inferioridade, porque, quanto mais se apega aos bens deste mundo, o homem demonstra menos compreender o seu destino..

4.

  • A prodigalidade irrefletida no constitui virtude. Os que assim procedem demonstram desinteresse pelos bens materiais mas no fazem todo o bem que podiam fazer. Todos tero que prestar contas da riqueza que receberam e respondero pelo bem que deixaram de fazer.
  • O bem deve ser feito com desinteresse, sem se esperar compensao na Terra ou em outra vida. Aquele que faz o bem apenas pelo desejo de agradar a Deus e ao prximo demonstra que j adquiriu um certo grau de progresso e alcanar a felicidade mais depressa do que o que faz o bem calculadamente, sem estar impelido pelo ardor natural de seu corao.

5.

  • No constitui indcio de inferioridade querermos nos corrigir, vencer nossas paixes, com o propsito de nos elevarmos. Nenhum egosmo h em querer o homem melhorar-se para se aproximar de Deus. Procede como egosta, porm, aquele que calcula o que lhe possa cada uma de suas boas aes render na vida futura, tanto quanto na vida terrena.
  • Mesmo sendo a vida corprea um estado temporrio, ser sempre til ao esprito a aquisio de conhecimentos cientficos relativos matria. Tendo que progredir em tudo para atingir a perfeio, o progresso intelectual ajuda no desenvolvimento do esprito, que subir mais depressa, se j houver progredido em inteligncia.

6.

  • Devemos sempre que possvel, minorar o sofrimento de nossos semelhantes. Acumular riquezas somente para satisfao pessoal, no nos trar a felicidade espiritual e estaremos deixando de cumprir um ato de solidariedade que nos traria a verdadeira alegria.
  • Precisamos vigiar para no sermos avarentos, gastando muito conosco e esquecendo que o egosmo para com o nosso prximo um grande defeito. Aquele que avarento com os outros e consigo mesmo, este est acumulando tesouros na Terra, e por essa razo sofre j a sua pena, pois infeliz e vive com receio de ser roubado ou extorquido e no convive, no tem amigos, se isola e infeliz.

7.

  • preciso que haja sim a pregao da moral, mas ela deve vir acompanhada de exemplos, para que tenha algum efeito.
  • Ao vencer seus vcios e fazer o bem o homem no pode se vangloriar disso, pois ento estaria jogando por terra todas as suas conquistas visto que estaria se envaidecendo de seus atos e ento estaria cometendo outra falta.

8. 9.

  • O princpio das paixes foram dados ao homem para o bem e podem conduz-lo a grandes coisas. O abuso a que ele se entrega que causa o mal.
  • Uma paixo torna-se perniciosa no momento em que se a deixa de governar, quando resulta num prejuzo para ns ou para outro.
  • As paixes ajudam o homem a cumprir os desgnios da Providncia.
  • Se o homem, ao invs de as dirigir , se deixa ser dirigido por elas, cai no excesso e ao invs de fazer o bem acaba sendo esmagado.

10.

  • Todas as paixes tm seu princpio num sentimento ou numa necessidade da Natureza. O princpio no portanto um mal, mas tem condies providenciais.
  • A paixo propriamente dita o exagero de uma necessidade ou de um sentimento, est no excesso e no na causa.
  • Toda paixo que aproxima o homem da natureza animal distancia-o da natureza espiritual.
  • Todo sentimento que eleva o homem acima da natureza animal anuncia o predomnio do Esprito sobre a matria e o aproxima da perfeio.

11.

  • O esforo prprio e a vontade so elementos para se vencer as ms tendncias e as paixes.
  • A orao meio importante para o recebimento de ajuda , de auxlio para superar as paixes.
  • A Abnegao o meio mais eficaz para se combater a predominncia da natureza corprea.

12. 13.

  • O egosmo est no fundo de todos os vcios. Da deriva todo o mal.
  • O egosmo a verdadeira chaga da sociedade.
  • O egosmo se funda no sentimento do interesse pessoal.
  • medida que os homens se instruem acerca das coisas espirituais, menos valor do s coisas materiais.
  • Os Espritos se despojam do egosmo, assim como dos outros vcio, depurando-se atravs de reencarnaes sucessivas.

14.

  • Se existe na Terra um homem despojado de egosmo, com certeza outras existiro.
  • "O choque que o homem experimenta, do egosmo dos outros o que muitas vezes o faz egosta, por sentir a necessidade de colocar-se na defensiva." Fnelon.
  • A educao convenientemente entendida, constitui a chave do progresso moral.
  • O egosmo a fonte de todos os vcios, como a caridade o de todas as virtudes.

15. 16.

  • O esprito prova a sua elevao quando todos os atos de sua vida corporal representam a prtica da lei de Deus e quando, antecipadamente, compreende a vida espiritual.
  • Segundo Kardec, o verdadeiro homem de bem o que pratica a lei de justia, amor e caridade, na sua maior pureza. Interrogando sua conscincia, perguntar se praticou algum ato que transgrediu essa lei.
  • Se no fez o mal, se fez todo o bem que podia e se ningum tem motivos para dele se queixar. Enfim, se fez aos outros o que desejara que lhe fizessem.

17.

  • O homem de bem bondoso, humanitrio e benevolente para com todos, sem distinguir raas nem crenas e faz o bem pelo bem, sem contar com qualquer retribuio. Sacrifica seus interesses pelos da justia.
  • Se possuidor de poder e riqueza, considera essas coisas como um depsito que Deus lhe confiou e que lhe cumpre usar para o bem. No se envaidece do poder e da riqueza pois sabe que, tendo Deus lhes dado, pode dele lhes retirar.

18.

  • Usa da autoridade que venha a ter sobre os outros para elev-los moralmente e no para esmag-los com seu orgulho, tratando-os com bondade e complacncia.
  • indulgente para com as fraquezas alheias, porque sabe que tambm precisa da indulgncia dos outros para com as suas fraquezas; no vingativo, pois no ignora que, como houver perdoado, assim tambm o ser e respeita em seus semelhantes todos os direitos que as Leis Naturais lhes concedem.

19. 20. Auto-conhecimento

  • a chave para o progressoindividual
  • Quem somos, afinal?
  • Somos uma alma, um esprito que evolui ao longo dos processos reencarnatrios.

Conhece-te a ti mesmo. 21. Precisamos conhecer a origem, a natureza do que somos como Espritos.

  • universal o conhecimento de que o Esprito engloba qualidades e potenciais que necessitam ser conhecidos e, obviamente, despertados, a fim de se tornarem teis na caminhada.

22. Possuo: virtudes, potencialidades, vcios Mas como se julgar? No se tem a iluso do amor-prprio que ameniza as faltas e as desculpa? 23. Como julgar, se O avarento se v simplesmente econmico O orgulhoso cr no haver seno dignidade 24. Benjamin Franklin- estadista, escritor e inventor norte-americano(do pra-raios, Boston 17.jan.1706-Filadlfia 17.04.1779

  • Imaginou um mtodo simples, porm to prtico, que qualquer pessoa poderia empreg-lo.
  • Franklin escolheu treze princpios que julgava ser necessrio ou desejvel aprender e procurar praticar. Escreveu-os em pequenos pedaos de cartolina, com breve resumo do assunto, e dedicou uma semana da mais rigorosa ateno a cada um desses princpios separadamente. Desse modo, pode percorrer a lista toda em treze semanas, e repetir o processo quatro vezes por ano.

Escreveu em sua auto-biografia comoconseguiu superar muitas de suas imperfeies morais. 25.

  • 1. Temperana - No coma at o embotamento; no beba at a exaltao;
  • 2. Silncio -No fale sem proveito para os outros ou para si mesmo; evite a conversao ftil
  • 3. Ordem- Tenha um lugar para cada coisa; que cada parte do trabalho tenha seu tempo certo;
  • 4.Resoluo - Resolva executar aquilo que deve; execute sem falta o que resolve.
  • 5.Frugalidade- No faa despesa sem proveito para os outros ou para si mesmo; ou seja, nada desperdice
  • 6.Diligncia- No perca tempo; esteja sempre ocupado em algo til;dispense toda atividade desnecessria.

26.

  • 7 .Sinceridade - No use de artifcios enganosos; pense de maneira reta ejusta e, quando falar, fale deacordo.
  • 8.Justia-A ningum prejudique por mau juzo, ou pela omisso de be