Seis Discursos de Poder

  • View
    699

  • Download
    6

Embed Size (px)

Text of Seis Discursos de Poder

CONVENO DE PROFESSORES DE SEMINRIO E INSTITUTOCampinas, 03 de Fevereiro de 2007

DISCURSOS ESCOLHIDOS Levar esta apostila na conveno

DEVEMOS AMPLIAR NOSSA VISO Elder Henry B. Eyring do Quorum dos Doze A ARTE DE ENSINAR Grant Anderson Administrador Assistente do SEI PROCURAR APRENDER PELA F Elder David Bednar do Quorum dos Doze O PODER PURIFICADO DO ARREPENDIMENTO Elder Bruce R. McConkie do Quorum dos Doze A EXPIAO Elder Russell M. Nelson do Quorum dos Doze O CURSO TRAADO PELA IGREJA EM ASSUNTOS EDUCACIONAIS Presidente J. Reuben Clark Jr. Da Primeira Presidncia da Igreja Em 08 de Agosto de 1938 Aspen Grove - Utah

Estudar os Discursos Ler, grifar, fazer anotaes. Responder as Perguntas no final de cada um deles Trazer uma copia de suas respostas para o Coordenador Selecionar pargrafos e partes especiais para debate Estar pronto para dar um relato na conveno Trazer esta Apostila de discursos na conveno 1

Devemos Ampliar Nossa Visolder Henry B. Eyring Conferncia do SEI - 14 de agosto de 2001

1.

Sou grato por essa msica. Linda melodia, escolha perfeita para a mensagem e para o propsito que penso alcanar esta noite. Sou grato ao irmo Peterson por sua apresentao. Uma das coisas mais agradveis em ter-me sido concedido ser Comissrio de Educao e poder estar junto a pessoas como vocs e o irmo Peterson , de vez em quando, ter a chance de sentir a gratido que o Salvador tem por vocs e por ele. E acho que vocs precisam saber que me clara e inequvoca a evidncia de que o Senhor conhece o irmo Peterson e o protege, grato e sente-Se satisfeito com ele. Creio que ele foi inspirado quando pediu aos voluntrios e missionrios que se levantassem, de modo que pude, por um segundo e no fundo do corao, sentir no a minha gratido, mas a gratido do Mestre. Fui tambm tocado pela orao de abertura feita por algum que prestou servio de tempo integral durante tanto tempo. Pois, novamente, enquanto ele orava, tive a sensao de que alguns de vocs, pessoas que servem por tempo integral, trabalham no anonimato, mas vocs no so annimos e o seu trabalho bem conhecido. Sou grato por estar aqui e pela oportunidade que temos de ensinar os jovens da Igreja. Eles tm o futuro nas mos. A Igreja sempre esteve a uma gerao da extino. Caso uma gerao se perdesse, o que no acontecer, perderamos a Igreja. Mas mesmo um indivduo sozinho que se perca do evangelho de Jesus Cristo fecha as portas a geraes de descendentes, a menos que o Senhor estenda a mo para trazer de volta alguns deles. A confiana que o Senhor depositou em ns, como professores, grande. Grande tambm nossa oportunidade. O mundo no qual nossos alunos escolhem a vida ou a morte espiritual est mudando rapidamente. Quando seus irmos e irms mais velhos vo visitar a velha escola ou o campus onde eles estudaram, encontram um ambiente moral radicalmente diferente. O linguajar nos corredores e vestirios grosseiro. As roupas, menos recatadas. A pornografia divulgada abertamente. E a tolerncia pela crueldade no s aumentou, mas muito do que era conhecido como errado no mais condenado, e pode at ser admirado, mesmo pelos nossos alunos. Os pais e administradores tm, em alguns casos, se curvado diante da presso de um mundo em mudana, que afugenta os padres morais que costumavam ser aceitos. A fora espiritual que bastava para que nossos jovens permanecessem firmes h alguns anos, muito em breve no ser mais suficiente. Muitos deles so notveis em termos de amadurecimento espiritual e f. Mas mesmo os mais fortes so duramente testados. E os testes vo-se tornando cada vez mais severos. Hoje, os jovens so responsveis pelas escolhas que fazem. E existem muitas pessoas que os ajudam. Pais fiis e lderes do sacerdcio e da juventude fortalecem a f dos alunos a quem ensinamos. Mas nossa oportunidade singular. Os alunos das universidades e escolas da Igreja so convidados a participar de nossas aulas de religio. Os profetas de Deus tm repetidamente recomendado as aulas de seminrio e de instituto e exortado os jovens a tornarem-se nossos alunos. Temos tido a oportunidade regular, praticamente diria, de reunirmo-nos com eles onde a palavra de Deus contida nas escrituras o texto e ns somos seus guias confiveis. Vocs e todos aqueles que os antecederam fizeram um trabalho maravilhoso. Se o mundo mudou, o mesmo se deu com o nosso currculo. Os alunos do seminrio e do instituto e os das classes de religio nos campus esto estudando as escrituras e compreendemnas. Se voc no vem lecionando conosco h vinte e cinco anos, talvez no faa idia da grande mudana que j ocorreu. Onde antigamente havia uma grande quantidade de materiais destinados a manter vivo o interesse dos jovens, ou at mesmo entret-los, hoje as palavras das escrituras desempenham esse papel. Em suas aulas, os alunos conhecem as escrituras muito mais do que seus irmos e irms mais velhos, ou seus pais. Vocs fizeram as escrituras ganhar vida diante deles. Mas eles precisam de mais. Existe um nmero excessivamente grande de formandos do seminrio que no conseguem qualificar-se para o campo missionrio. O mesmo acontece com estudantes fiis, que no recebem as bnos das ordenanas do templo. E a proporo da ocorrncia dessas tragdias entre eles ir aumentar se no mudarmos. O local para iniciar a mudana o nosso objetivo, nossa viso do que estamos buscando para a vida de nossos alunos. Temos sempre buscado a inscrio e a reteno dos alunos em nosso curso. Sempre quisemos v-los persistir e formar-se. Nossa meta sempre foi que se qualificassem para o campo missionrio, o casamento no templo e depois continuassem fiis. Esses objetivos so elevados e difceis, mas devemos ampliar nossa viso. Um grande nmero de nossos alunos almeja as bnos da misso e do templo e, apesar disso, no persevera at o fim. Para muitos deles, o ano seguinte parece estar muito longe e o ano depois desse parece uma eternidade. Para esses, a misso e o templo esto muito distantes, em um tempo quando as alegrias da mocidade tiverem terminado. Aquelas metas parecem-lhes to distantes que muitos deles, muitos mesmo, dizem a si mesmos: Ah, sei que um dia vou precisar me arrepender e sei que tanto a misso quanto o casamento no templo exigem grandes mudanas, mas tenho certeza de que posso cuidar de tudo quando chegar a poca certa. Tenho um testemunho, conheo as escrituras. Sei o que preciso fazer para me arrepender. Conversarei com o bispo quando chegar a hora e farei as mudanas depois. S se jovem uma vez. Por enquanto, vou deixar o barco seguir a correnteza.

2.

3.

4.

5.

6.

7.

8.

9.

10. O que acontece que a correnteza transformou-se em inundao e logo se transformar em uma torrente. Passa a ser uma torrente desons e imagens e sensaes que convidam a tentao e ofendem o Esprito de Deus. Nadar rio acima, em direo pureza, contra a enxurrada do mundo, nunca foi fcil. E est ficando cada vez pior, e logo ser terrivelmente difcil. 11. Devemos ampliar nossa viso. Devemos conservar os objetivos que sempre tivemos: inscrio, freqncia constante, formatura, conhecimento das escrituras, experimentar a manifestao do Esprito Santo confirmando a verdade. E devemos ter como objetivo o campo missionrio e o templo. Mas os jovens precisam de outras coisas enquanto forem nossos alunos. Isso , quando fizerem suas escolhas dirias, as quais iro abenoar ou prejudicar sua vida. Isto , quando as presses da tentao e da confuso espiritual estiverem crescendo.

12. O puro evangelho de Jesus Cristo deve ficar gravado em seu corao pelo poder do Esprito Santo. No lhes ser suficiente ter umtestemunho pessoal da verdade e desejar coisas boas mais tarde. No lhes ser suficiente esperar por pureza e fortalecimento no futuro. Nosso objetivo deve ser que eles se tornem verdadeiramente convertidos ao evangelho de Jesus Cristo enquanto estiverem ainda conosco. 13. Assim, tero obtido fora a partir daquilo que so e no somente do que eles sabem. Eles se tornaro discpulos de Cristo. Sero Seus filhos espirituais, que sempre se lembraro Dele com gratido e com f. Eles tero a companhia constante do Esprito Santo. Seu corao se voltar a tudo o que se refira ao bem-estar temporal e espiritual de outras pessoas. Andaro com humildade. Eles se sentiro puros e tero averso ao pecado.

2

14. O Livro de Mrmon descreve uma mudana como essa e testifica que isso possvel. So encontradas diversas referncias em todo o contedo do livro. Uma delas o evento ocorrido com o povo do rei Benjamim, o grande professor:

15. E ento aconteceu que, tendo o rei Benjamim assim falado a seu povo, mandou investigar se seu povo acreditara nas palavras que lhedissera. E todos clamaram a uma s voz, dizendo: Sim, acreditamos em todas as palavras que nos disseste e tambm sabemos que so certas e verdadeiras, por causa do Esprito do Senhor Onipotente que efetuou em ns, ou melhor, em nosso corao, uma vigorosa mudana, de modo que no temos mais disposio para praticar o mal, mas, sim, de fazer o bem continuamente. E tambm ns mesmos, pela infinita bondade de Deus e manifestaes de seu Esprito, temos grandes vises do que est por acontecer e, se fosse conveniente, poderamos profetizar sobre todas as coisas. E foi a f que tivemos nas coisas que nosso rei nos disse que nos levou a este grande conhecimento, pelo que nos regozijamos com to grande alegria. E estamos dispostos a fazer um convnio com nosso Deus, de cumprir a sua vontade e obedecer a seus mandamentos em todas as coisas que ele nos ordenar, para o resto de nossos dias, a fim de que no recaia sobre ns um tormento sem fim, como foi anunciado pelo anjo, e no bebamos do clice da ira de Deus.Ora, estas eram as palavras que o rei Benjamim esperava deles; e portanto lhes disse: Dissestes as palavras que eu desejava; e o convnio que fizestes um convnio justo.E agora, por causa do convnio que fizestes, sereis chamados prognie de Cristo, filhos e filhas dele, porque eis que neste dia ele vos gerou espiritualmente; pois dizeis qu