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Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL-INMETRO Portaria n.º 173, de 12 de julho de 2006. O PRESIDENTE DO INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL - INMETRO, no uso de suas atribuições, conferidas no § 3º do artigo 4º da Lei n.º 5.966, de 11 de dezembro de 1973, no inciso I do artigo 3º da Lei n.º 9.933, de 20 de dezembro de 1999, no inciso V do artigo 16 da Estrutura Regimental da Autarquia, aprovada pelo Decreto n° 4.630, de 21 de março de 2003; Considerando a Resolução Conmetro nº 4, de 16 de dezembro de 1998, que estabelece as Diretrizes para Emissão de Declaração do Fornecedor e para a Marcação de Produtos, no âmbito do Sistema Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial – Sinmetro; Considerando a alínea f, do subitem 4.2 do Termo de Referência do Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade, aprovado pela Resolução Conmetro nº 4, de 2 de dezembro de 2002, que atribui ao Inmetro a competência para estabelecer as diretrizes e critérios para a atividade de avaliação da conformidade; Considerando a necessidade de avaliar a conformidade das empresas que realizam os serviços de inspeção técnica e manutenção de extintores de incêndio, de acordo com os termos dos regulamentos técnicos pertinentes; Considerando a necessidade de dar continuidade ao Programa de Extintores de Incêndio, cujo objeto é o processo de melhoria, desenvolvido pelas empresas que realizam os serviços de inspeção técnica e manutenção em extintores de incêndio, quando do atendimento aos regulamentos técnicos do Inmetro, resolve baixar as seguintes disposições: Art. 1º Aprovar o Regulamento Técnico da Qualidade para os Serviços de Inspeção Técnica e Manutenção em Extintores de Incêndio, anexo à esta Portaria e disponibilizado no sitio www.inmetro.gov.br ou nos endereços abaixo descritos: Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial – Inmetro Divisão de Programas de Avaliação da Conformidade – Dipac Rua Santa Alexandrina 416 – 8º andar – Rio Comprido 20261-232 – Rio de Janeiro/RJ E-mail: [email protected] Art. 2º Estabelecer as condições mínimas exigíveis, explicitadas no Regulamento Técnico da Qualidade, a que se refere o artigo 1º, para os serviços de inspeção técnica e manutenção, de primeiro, segundo e terceiro níveis, em extintores de incêndio de fabricação nacional ou importados, para comercialização no mercado brasileiro. Art. 3º Determinar que as empresas prestadoras de serviços de inspeção técnica e manutenção em extintores de incêndio deverão se adequar ao Regulamento, ora aprovado, até 30 de setembro de 2006. Folha 02 da Portaria n.º 173 de 12 de julho de 2006.

Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, … · 2006-07-15 · NBR 12962 Inspeção, ... para extintores de incêndio – Especificação NBR 9695 Pó para extinção

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    MINISTRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDSTRIA E COMRCIO EXTERIORINSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAO E QUALIDADE INDUSTRIAL-INMETRO

    Portaria n. 173, de 12 de julho de 2006.

    O PRESIDENTE DO INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAOE QUALIDADE INDUSTRIAL - INMETRO, no uso de suas atribuies, conferidas no 3 doartigo 4 da Lei n. 5.966, de 11 de dezembro de 1973, no inciso I do artigo 3 da Lei n. 9.933, de20 de dezembro de 1999, no inciso V do artigo 16 da Estrutura Regimental da Autarquia, aprovadapelo Decreto n 4.630, de 21 de maro de 2003;

    Considerando a Resoluo Conmetro n 4, de 16 de dezembro de 1998, que estabelece asDiretrizes para Emisso de Declarao do Fornecedor e para a Marcao de Produtos, no mbito doSistema Nacional de Metrologia, Normalizao e Qualidade Industrial Sinmetro;

    Considerando a alnea f, do subitem 4.2 do Termo de Referncia do Sistema Brasileiro deAvaliao da Conformidade, aprovado pela Resoluo Conmetro n 4, de 2 de dezembro de 2002,que atribui ao Inmetro a competncia para estabelecer as diretrizes e critrios para a atividade deavaliao da conformidade;

    Considerando a necessidade de avaliar a conformidade das empresas que realizam osservios de inspeo tcnica e manuteno de extintores de incndio, de acordo com os termos dosregulamentos tcnicos pertinentes;

    Considerando a necessidade de dar continuidade ao Programa de Extintores de Incndio,cujo objeto o processo de melhoria, desenvolvido pelas empresas que realizam os servios deinspeo tcnica e manuteno em extintores de incndio, quando do atendimento aosregulamentos tcnicos do Inmetro, resolve baixar as seguintes disposies:

    Art. 1 Aprovar o Regulamento Tcnico da Qualidade para os Servios de InspeoTcnica e Manuteno em Extintores de Incndio, anexo esta Portaria e disponibilizado no sitiowww.inmetro.gov.br ou nos endereos abaixo descritos:

    Instituto Nacional de Metrologia, Normalizao e Qualidade Industrial InmetroDiviso de Programas de Avaliao da Conformidade DipacRua Santa Alexandrina 416 8 andar Rio Comprido20261-232 Rio de Janeiro/RJE-mail: [email protected]

    Art. 2 Estabelecer as condies mnimas exigveis, explicitadas no Regulamento Tcnicoda Qualidade, a que se refere o artigo 1, para os servios de inspeo tcnica e manuteno, deprimeiro, segundo e terceiro nveis, em extintores de incndio de fabricao nacional ouimportados, para comercializao no mercado brasileiro.

    Art. 3 Determinar que as empresas prestadoras de servios de inspeo tcnica emanuteno em extintores de incndio devero se adequar ao Regulamento, ora aprovado, at 30 desetembro de 2006.

    Folha 02 da Portaria n. 173 de 12 de julho de 2006.

    http://www.inmetro.gov.br/mailto:[email protected]

  • Servio Pblico Federal

    MINISTRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDSTRIA E COMRCIO EXTERIORINSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAO E QUALIDADE INDUSTRIAL-INMETRO

    1 Para as empresas que permanecem certificadas, a evidncia da adequao sercomprovada pelos Organismos de Certificao de Produtos, acreditados para o escopo de serviosde inspeo tcnica e manuteno de extintores de incndios, a partir da primeira auditoria a serrealizada aps a data determinada no caput deste artigo

    2 Para as empresas j registradas, a evidncia da adequao ser comprovada pelosrepresentantes da Rede Brasileira de Metrologia Legal e Qualidade-RBMLQ, a partir da primeiraVerificao de Acompanhamento a ser realizada aps a data determinada no caput deste artigo.

    Art. 4 Prorrogar, at 30 de setembro de 2006, o prazo, estabelecido pela Portaria n80, de3 de abril de 2006, para que os Organismos de Certificao de Produtos demonstrem ao Inmetro,atravs de relatrios, a adequao das empresas certificadas de inspeo tcnica e manuteno deextintores de incndios ao Regulamento aprovado pela Portaria supramencionada.

    Art. 5 Estabelecer que a Portaria Inmetro n. 80, de 03 de abril de 2006 vigorar at 01 deoutubro de 2006.

    Art. 6 Esta Portaria entrar em vigor na data de sua publicao no Dirio Oficial daUnio.

    JOO ALZIRO HERZ DA JORNADA

  • REGULAMENTO TCNICO DA QUALIDADE PARA OS SERVIOS DE INSPEOTCNICA E MANUTENO EM EXTINTORES DE INCNDIO

    1 OBJETIVOEste Regulamento fixa as condies mnimas exigveis para inspeo tcnica e manuteno deprimeiro, segundo e terceiro nveis, em extintores de incndio.

    2 DOCUMENTOS COMPLEMENTARESNa aplicao deste Regulamento necessrio consultar:NBR 12962 Inspeo, manuteno e recarga em extintores de incndioNBR 9654 Indicador de presso para extintores de incndio EspecificaoNBR 9695 P para extino de incndio EspecificaoNBR 10721 Extintores de incndio com carga de p qumico EspecificaoNBR 11715 Extintores de incndio do tipo carga dgua EspecificaoNBR 11716 Extintores de incndio com carga de gs carbnico EspecificaoNBR 11751 Extintores de incndio Tipo espuma mecnica EspecificaoNBR 11762 Extintores de incndio portteis de hidrocarbonetos halogenados EspecificaoNBR 12274 Inspeo em cilindros de ao sem costura para gases Procedimento

    Nota: em caso de novas edies/revises das normas citadas, as mudanas s entraro em vigorquando da reviso deste RTQ.

    3 DEFINIESPara efeito deste Regulamento, alm das definies previstas na NBR 12962, com exceo dasdefinies de inspeo, manuteno, manuteno de primeiro nvel, manuteno de segundo nvel erecarga, so adotadas as definies de 3.1. a 3.39.

    3.1 Agente extintorSubstncia utilizada para extino de fogo.

    3.2 Carga nominal de agente extintorQuantidade ideal de agente extintor para o qual o extintor de incndio foi projetado, expresso emvolume ou massa .

    3.3 Carga real de agente extintorQuantidade de agente extintor efetivamente contida em um extintor de incndio, expressa emvolume ou massa .

    3.4 Carga nominal de gs expelenteQuantidade ideal de gs expelente para o qual o cilindro foi projetado, expressa em presso ouvolume, para o caso do emprego de nitrognio, ou expressa em massa, para o caso de dixido decarbono.

    3.5 Carga real de gs expelenteQuantidade de gs expelente efetivamente contido em um cilindro, expressa em presso ou volume,para o caso do emprego de nitrognio, ou expresso em massa, para o caso de dixido de carbono.

    3.6 Cilindro

  • Corpo do extintor de incndio para carga de dixido de carbono (CO2) e os destinados a gasesexpelentes, sem costura, cuja presso, a 20 C, seja superior a 3 MPa (30kgf/cm).

    3.7 Condies adversas ou severasQuando aspectos agressivos atuam no extintor de incndio, de forma isolada ou combinada, comomudanas bruscas de temperatura, choques trmicos, exposio prolongada a temperaturasprximas do limite da faixa de operao, umidade do ar elevada, exposio a vapores de agentesqumicos e vibraes, ou situaes em que os extintores de incndio esto em reas externas semproteo.

    3.8 Deformao visvelAlterao das caractersticas geomtricas verificadas a olho nu.

    3.9 Ensaio pneumticoAquele executado em alguns componentes do extintor de incndio sujeitos presso permanente oumomentnea, utilizando-se normalmente gs como fluido, que tem como objetivo avaliar aestanqueidade e a operacionalidade dos mesmos.

    3.10 Expanso permanente percentualValor percentual da relao entre a expanso permanente e a expanso total.

    3.11 Expanso permanente (EP)Acrscimo do volume do cilindro, medido depois do ensaio hidrosttico.

    3.12 Expanso total (ET)Acrscimo do volume do cilindro, quando submetido variao da presso interna, desde a pressoatmosfrica ambiente at a presso de ensaio.

    3.13 Extintor de alta pressoAquele que a presso desenvolvida, na faixa de temperatura de utilizao, supera 3 MPa(30kgf/cm).

    3.14 Extintor de baixa pressoAquele que a presso desenvolvida, na faixa de temperatura de utilizao, no supera 3MPa(30kgf/cm).

    3.15 Extintor de dixido de carbono com carga comumExtintor carregado com carga efetuada com fator de enchimento mximo de 680 g/L, aplicvel faixa de temperatura de operao do extintor compreendida entre 0 C e 45 C.

    3.16 Extintor de dixido de carbono com carga para alta temperaturaExtintor carregado com carga efetuada com fator de enchimento de 90% da carga comum, aplicvel faixa de operao do extintor compreendida entre 0 C e 55 C.

    3.17 Extintor de dixido de carbono com carga para baixa temperaturaExtintor carregado com carga comum pressurizada com nitrognio, aplicada s temperaturas deoperao inferiores a 0 C.

    3.18 Extintor de incndio

  • Equipamento mvel, de acionamento manual, normalizado, porttil ou sobre rodas, constitudo derecipiente ou cilindro, componentes, contendo agente extintor e podendo conter gs expelente,destinado a combater princpios de incndio.

    3.19 Extintor de incndio nacionalAquele fabricado no territrio nacional identificado por meio da logomarca correspondente puno no recipiente ou cilindro.3.20 Extintor de incndio importadoAquele produzido em outros pases.

    3.21 Extintor de incndio porttilExtintor que pode ser transportado manualmente, sendo que sua massa total no deve ultrapassar20kg.

    Nota: Para extintores de CO2 fabricados de acordo com normas anteriores norma atual, a massado extintor poder exceder ao limite de 20 kg.

    3.22 Extintor pressurizado ou extintor de pressurizao diretaExtintor de incndio que est sob pressurizao permanente e que se caracteriza pelo emprego desomente um recipiente ou cilindro para o agente extintor e para o gs expelente.

    3.23 Extintor de pressurizao indiretaExtintor de incndio que deve ser pressurizado por ocasio do uso e que se caracteriza peloemprego de um recipiente para o agente extintor e de um cilindro, parte, para o gs expelente.

    3.24 Extintor sobre rodasExtintor de incndio no porttil, ou seja, cuja massa total ultrapasse 20kg, montado sobredispositivo dotado de rodas.

    Nota: ver subitem 3.21

    3.25 Fator de enchimentoRelao existente entre a massa de dixido de carbono (CO2) e o volume hidrulico total docilindro, expressa em gramas por litro.

    3.26 Gs expelenteGs no inflamvel, comprimido, utilizado para pressurizar o extintor de incndio com a finalidadede expelir o agente extintor.

    3.27 Inspeo tcnicaExame peridico, que se realiza no extintor de incndio, por empresa registrada no mbito doSBAC, sem a desmontagem do equipamento, com a finalidade de verificar se este permanece emcondies de operao no tocante aos seus aspectos externos.

    3.28 LacreDispositivo ou meio que permita a identificao imediata da violao do extintor de incndio oualguns dos seus componentes.

    3.29 Manuteno

  • Servio de carter preventivo e/ou corretivo cuja execuo requer ferramental, equipamentos e localapropriados, realizado por empresa registrada no mbito do SBAC, compreendendo o examecompleto do extintor de incndio, com a finalidade de manter suas condies de operao de formaa proporcionar os requisitos mnimos de desempenho preconizados neste Regulamento e um nveladequado de confiana de que o extintor de incndio ir funcionar efetivamente com segurana;requerido aps a utilizao do aparelho, quando indicado por uma inspeo tcnica ou de acordocom a freqncia prevista neste documento, incluindo qualquer reparo ou substituio que sejanecessrio, podendo, ainda, envolver a necessidade de recarga e/ou ensaio hidrosttico.

    3.29.1 Manuteno de primeiro nvelManuteno de carter corretivo, geralmente efetuada no ato da inspeo, por empresa registrada,no mbito do SBAC, que pode ser realizada no local onde o extintor de incndio est instalado, nohavendo necessidade de remov-lo para oficina especializada.

    3.29.2 Manuteno de segundo nvelManuteno de carter preventivo e corretivo que requer execuo de servios com equipamento elocal apropriados e por empresa registrada, no mbito do SBAC.

    3.29.3 Manuteno de terceiro nvel ou vistoriaProcesso de reviso total do extintor de incndio, incluindo a execuo de ensaios hidrostticos.

    3.30 Modelo de extintor de incndioDenominao da unio das caractersticas nicas de um extintor de incndio quanto aodesempenho, dimenses funcionais, capacidade nominal de agente extintor, materiais, processos edemais requisitos normativos.

    3.31 Ponto gsMomento de descarga do extintor de incndio com carga de dixido de carbono no qual o fluxo dedescarga transforma-se de neve carbnica (gelo seco) para a forma unicamente gasosa.

    3.32 Presso normal de carregamentoDefinida em funo do enquadramento em um dos subitens abaixo:

    3.32.1 nos extintores pressurizadosPresso com a qual o extintor de incndio carregado com sua carga nominal de agente extintor deveser pressurizado, de maneira a permitir seu funcionamento adequado, dentro da faixa detemperatura de operao a que se destina.

    3.32.2 nos extintores de pressurizao indiretaMxima presso desenvolvida pelo extintor de incndio operado, com sada fechada, estando estecarregado com sua carga nominal de agente extintor e gs expelente.

    3.32.3 nos cilindros de gs expelente para armazenamento de gasesAquela adotada para carregamento, inferior ou, no mximo, igual presso de servio do cilindro,resultante da aplicao de uma relao de enchimento com o volume do cilindro.

    3.33 Presso de servioPresso de referncia marcada no cilindro.

    3.34 Princpio de incndio

  • Perodo inicial da queima de materiais, compostos qumicos ou equipamentos, enquanto o incndio incipiente.

    3.35 RecargaReposio ou substituio da carga nominal de agente extintor e/ou gs expelente. Envasamento doextintor de incndio com base na carga nominal de agente extintor especificada, respeitando astolerncias de carga e, quando aplicvel, incluindo a reposio de gs expelente.

    3.36 RecipienteCorpo do extintor de incndio que contm o agente extintor, cuja presso normal de carregamentono supera 3 MPa (30kgf/cm2).

    3.37 Tipo de extintor de incndioClassificao de um extintor de incndio segundo o tipo do agente extintor contido no seu interior.Ex. P Qumico, gua, Espuma mecnica, CO2, Halogenados, etc.

    Nota: Para efeito de aplicao deste Regulamento, considerar Mpa equivalente a 10kgf/cm2.

    4 CONDIES GERAISOs servios de inspeo tcnica e manuteno de extintores de incndio devem ser realizados deacordo com os requisitos da NBR 12962, complementados pelos requisitos estabelecidos nesteRTQ. Em caso de discordncia, prevalecero os requisitos deste RTQ.

    Quando da realizao dos servios de inspeo tcnica e manuteno, os extintores de incndio eseus componentes devem ser submetidos aos ensaios de verificao de vazamento, emconformidade com as normas de referncia especficas.

    Quando a inspeo tcnica e manuteno do extintor de incndio demandar a substituio dequalquer componente, o mesmo deve atender ao Manual Tcnico do Fabricante e a Norma Tcnicaaplicvel. Especificamente em relao ao p para extino de incndio e indicador de presso, osmesmos devem atender, respectivamente, as normas NBR 9695 e NBR 9654.

    4.1 Inspeo tcnica

    4.1.1 Na inspeo tcnica deve-se verificar:a) as condies de acesso e sinalizao do extintor de incndio;b) identificao do fabricante;c) as condies de lacrao, de modo a evidenciar a inviolabilidade do extintor de incndio

    verificando se o lacre tem possibilidade de ruptura quando da utilizao;d) a data da ltima manuteno e do ltimo ensaio hidrosttico, os prazos limites para execuo dos

    prximos servios, validade dos mesmos e se so mantidas as condies que preservem agarantia dada aos servios;

    e) o quadro de instrues, legvel e adequado ao tipo e modelo do extintor de incndio;f) os aspectos dos conjuntos roscados;g) o conjunto de rodagem e transporte;h) as condies aparentes da mangueira de descarga, punho e difusor, quando for o caso;i) o corpo do extintor de incndio e seus componentes aparentes, quanto presena de sinais de

    corroso e outros danos;

    j) o ponteiro do indicador de presso na faixa de operao;k) a existncia de todos os componentes aparentes;

  • l) a desobstruo do orifcio de descarga;m) os registros da massa do extintor de incndio completo com carga e da massa do extintor vazio,

    e a identificao de quem procedeu os registros, para o caso do extintor de incndio com cargade dixido de carbono (CO2) ou do cilindro de gs expelente, dever ser aposto na vlvula dedescarga. A faixa de operao do extintor dever constar no quadro de instrues.

    n) a conferncia da carga real de gs expelente contida nos cilindros por meio da verificao damassa, no caso do emprego de dixido de carbono, ou por meio da verificao da presso, nocaso do emprego de nitrognio, e a conferncia em relao ao valor marcado na vlvula.

    4.1.2 Ao se notar alguma irregularidade nas verificaes expressas no item 4.1.1, o extintor deincndio dever ser imediatamente submetido manuteno, exceto quanto alnea a, podendoainda indicar a necessidade da realizao de recarga ou de ensaio hidrosttico.

    4.1.3 A freqncia da inspeo tcnica de seis meses para extintores de incndio com carga dedixido de carbono e cilindros para o gs expelente, e de 12 meses para os demais extintores.

    Nota: Recomenda-se maior freqncia de inspeo tcnica nos extintores de incndio que estejamsujeitos a intempries e/ou condies adversas ou severas.

    4.1.4 O relatrio de inspeo tcnica deve conter, no mnimo, as seguintes informaes:a) data da inspeo tcnica e identificao da empresa executante;b) identificao do extintor de incndio;c) localizao do extintor de incndio;d) conferncia por pesagem, da carga de cilindro carregado com dixido de carbono;e) registros das no-conformidades e determinao do nvel de manuteno a ser executado no

    extintor de incndio.

    4.2 ManutenoO nvel de manuteno deve ser definido em funo da situao encontrada na inspeo, de acordocom a tabela a seguir:

    Tabela ANveis de Manuteno Situaes

    1 Quadro de instrues ilegvel ou inexistente.1 ou 2 Inexistncia de algum componente.

    1 Mangueira de descarga apresentando danos, deformao ouressecamento.

    2

    Lacre(s) violado(s)Vencimento do perodo especificado para freqncia damanuteno de segundo nvel;Extintor de incndio parcial ou totalmente descarregado;Mangotinho, mangueira de descarga ou bocal de descarga, quandohouver, apresentando entupimento que no seja possvel reparar nainspeo.

    3

    Corroso, danos trmicos e/ou mecnicos no recipiente, e/ou empartes que possam ser submetidas presso momentnea ouestejam submetidas presso permanente; e/ou em partes externascontendo mecanismo ou sistema de acionamento mecnico;data do ltimo ensaio hidrosttico igual ou superior a cinco anos;Inexistncia da data do ltimo ensaio hidrosttico.

  • 4.2.1 Ficam impedidos de serem submetidos a manuteno os recipientes dos extintores de incndiode baixa presso, os cilindros dos extintores de incndio de alta presso e os cilindros para o gsexpelente que no possuam identificao do fabricante, nmero do recipiente ou cilindro, data defabricao e norma de fabricao, devendo estes serem colocados fora de uso e, com a permisso doproprietrio, serem destrudos. Para identificao do fabricante, deve ser confrontado o logotipopuncionado no recipiente ou cilindro.

    4.2.2 Fica impedida a realizao de manuteno de extintores de incndio cujos componentes noestejam disponveis no mercado, o que implicaria na perda da garantia de funcionalidade. No sopermitidas adaptaes. Estes extintores de incndio devero ser condenados, no sendo permitidoseu retorno para operao.

    4.2.3 Manuteno de primeiro nvel

    4.2.3.1 A manuteno de primeiro nvel, por consistir em procedimento de carter corretivo,envolvendo componentes no sujeitos presso permanente, pode ser executada, sempre que forrequerida, por uma inspeo tcnica, no local onde o extintor de incndio se encontra instalado,desde que no haja justificativa para a remoo do extintor de incndio para a oficina da empresaprestadora do servio.

    4.2.3.2 A manuteno de primeiro nvel consiste em:a) limpeza dos componentes aparentes;b) reaperto de componentes roscados que no estejam submetidos presso;c) colocao do quadro de instrues, quando necessrio, nos termos do Anexo C;d) substituio ou colocao de componentes que no sejam submetidos presso, conforme anexo

    B.

    4.2.4 Manuteno de segundo nvel

    4.2.4.1 A manuteno do extintor de incndio deve ser realizada adotando-se os seguintesprocedimentos:a) desmontagem completa do extintor de incndio;b) verificao da necessidade de o recipiente ou cilindro ser submetido ao ensaio hidrosttico,

    conforme previsto em 4.1.1;c) verificao da carga;d) limpeza de todos os componentes e desobstruo (limpeza interna) dos componentes sujeitos a

    entupimento;e) inspeo visual das roscas dos componentes removveis e verificao dimensional para as

    roscas cnicas dos cilindros para extintores de incndio com carga de dixido de carbono(CO2) e cilindros para gases expelentes, conforme anexo A;

    f) verificao das partes internas e externas, quanto existncia de danos ou corroso;g) regulagem da vlvula de alvio, conforme 7.8.10, de forma que a abertura da vlvula de alvio

    ocorra entre 1,6MPa e 1,8MPa (16kgf/cm e 18kgf/cm);h) regulagem esttica do regulador de presso, conforme 7.8.11, de forma que permita a

    pressurizao do recipiente para o agente extintor at atingir uma presso esttica de 1,4MPa(14kgf/cm);

    i) verificao do indicador de presso, conforme ensaios previstos em 7.8.8 e 7.8.9, o qual nopoder apresentar vazamento e dever indicar marcao correta quanto faixa de operao;

    j) exame visual dos componentes de materiais plsticos, com auxlio de lupa, os quais no podemapresentar rachaduras ou fissuras;

    l) verificao do tubo sifo quanto ao comprimento, integridade da rosca, existncia de chanfro edemais caractersticas que possam interferir no desempenho do extintor de incndio;

  • m) avaliao de todos os componentes do extintor de incndio, podendo acarretar na realizao deensaios e em substituio dos componentes que no atendam as especificaes tcnicas, sendoque os ensaios de componentes devem ser realizados sempre que exigido o ensaio hidrostticodo recipiente ou cilindro

    n) fixao dos componentes roscados com aperto adequado, sendo que para a vlvula de descarga,bujo de segurana, tampa e mangueira devem ser adotadas as recomendaes constantes noanexo B;

    o) substituio do quadro de instrues, conforme prescries apresentadas no anexo C, adequadoao tipo e modelo do extintor;

    p) montagem do extintor de incndio com os mesmos componentes previamente identificados edevidamente verificados, ensaiados e aprovados, ou com componentes substitudos queatendam as Normas e requisitos tcnicos aplicveis;

    q) efetuar registro dos componentes substitudos, quando aplicvel;r) execuo de recarga do extintor de incndio;s) colocao do anel de identificao da manuteno, que deve atender ao disposto no anexo D.t) realizao do ensaio de vazamento, conforme descrito em 7.6;u) colocao da trava e lacre;v) fixao do selo de identificao da conformidade;x) fixao da etiqueta auto-adesiva contendo declarao e condies da garantia.

    4.2.4.2 A manuteno de segundo nvel, por consistir em procedimento de carter preventivo ecorretivo, dever ser executada a cada 12 meses. Quando o extintor de incndio estiver submetido acondies adversas ou severas, ou ainda se for indicado por uma inspeo tcnica, o intervalo demanuteno pode ser reduzido.

    Nota: Fica a critrio e responsabilidade da Empresa de Inspeo Tcnica e Manuteno deExtintores de Incndio a realizao da recarga de extintores com carga de Dixido de Carbono acada 12 (doze) meses. Entretanto, deve ser respeitado o prazo mximo de 5 (cinco) anos para arecarga. Porm, se houver perda superior a 10% da carga nominal declarada, a recarganecessariamente deve ser efetuada..

    4.2.4.3 Para o caso do extintor de incndio com carga de dixido de carbono (CO2) ou cilindro degs expelente, na ausncia, devem ser efetuados os registros:a) da massa do extintor de incndio completo com carga, mangueira, punho e difusor e da massa

    do extintor de incndio completo descarregado, na vlvula do extintor;b) da carga nominal de agente extintor, bem como da faixa de operao deve estar contemplado

    no quadro de instrues;c) o registro da carga nominal de agente extintor e o volume do cilindro devem ser feitos puno

    no corpo do extintor de incndio, devendo haver neste local tambm a inscrio CO2, carganominal kg. O registro deve identificar quem o procedeu.

    4.2.4.4 Se o cilindro tiver capacidade inferior capacidade nominal do modelo, o mesmo dever serretirado de uso como extintor de incndio.

    4.2.4.5 No ser aceita vlvula de extintor de incndio de CO2 com dimetro inferior a 25 mm,devendo, neste caso, o extintor de incndio ser posto fora de uso.

    4.2.4.6 Na recarga, no so permitidas substituies, do tipo de agente extintor ou do gs expelente,especificado na norma gravada no extintor de incndio, nem a alterao das presses ouquantidades indicadas no recipiente ou cilindro.

    4.2.5 Manuteno de terceiro nvel

  • 4.2.5.1 A manuteno de terceiro nvel inclui todos os procedimentos previstos para a manutenode segundo nvel e, adicionalmente, o ensaio hidrosttico de recipiente e cilindros, o qual deve serrealizado de acordo com o seguinte procedimento:a) a remoo total da pintura ficar a critrio da Empresa de Inspeo Tcnica e Manuteno de

    Extintores de Incndio em funo do cilindro ou recipiente apresentar, ou no, corroso,amassados ou reparos de solda;

    b) identificao do ensaio hidrosttico;c) execuo do ensaio hidrosttico dos recipientes e cilindros destinados ao agente extintor e ao

    gs expelente (quando houver), segundo o mtodo de ensaio descrito em 7.4 ou item 7.5,conforme o caso, e

    d) aplicao de novo tratamento superficial, seguido da pintura do recipiente ou cilindro.

    Nota: Sempre que for requerida a realizao do ensaio hidrosttico para um extintor de incndio,devero ser executados e registrados tambm os seguintes servios:a) determinao da capacidade volumtrica do cilindro destinado ao armazenamento de dixido de

    carbono, tanto o extintor de incndio como o cilindro para gs expelente;b) ensaio hidrosttico na vlvula de descarga e na mangueira.c) substituio do conjunto de segurana da vlvula de descarga dos extintores de incndio de CO2

    ou cilindros para o gs expelente (disco, arruela e bujo)

    4.2.5.2 Todos os extintores de incndio devem ser submetidos ao ensaio hidrosttico em umintervalo mximo de 5 (cinco) anos, contados partir de sua data de fabricao ou da realizao doltimo ensaio hidrosttico, ou quando apresentarem qualquer uma das situaes previstas a seguir:a) corroso generalizada ou localizada profunda no recipiente ou nas partes que possam ser

    submetidas presso momentnea ou que estejam submetidas presso permanente, ou naspartes externas, contendo mecanismo ou sistemas de acionamento mecnico;

    b) defeito no sistema de rodagem, na ala de transporte ou acionamento, desde que estes constituamparte integrante de componentes sujeitos presso permanente ou momentnea;

    c) submetidos a danos trmicos ou mecnicos.

    4.2.5.3 Quando a empresa realizar manuteno em extintores de incndio durante o ano limite paraa realizao do ensaio hidrosttico, a empresa deve obrigatoriamente realizar, tambm, o ensaiohidrosttico nestes extintores de incndio.

    4.2.5.4 Fica impedida a realizao de ensaio hidrosttico de extintores de incndio cujoscomponentes no estejam disponveis no mercado, o que implicaria na perda da garantia defuncionalidade. No so permitidas adaptaes. Estes extintores de incndio devero sercondenados, no sendo permitido seu retorno para operao.

    4.2.5.5 Para os recipientes dos extintores de incndio de baixa presso, durante o perodo em que ocorpo-de-prova estiver submetido presso por ocasio do ensaio hidrosttico, estes no devemapresentar vazamento, deformao visvel ou queda de presso mxima admissvel de 0,1 MPa(1kgf/cm).

    4.2.5.6 Para os cilindros de gases a alta presso, a expanso permanente percentual no deveexceder a 10% da expanso total durante o ensaio, devendo ser adotada a seguinte equao:

    EP (%) = EP x 100 ET

    na qual:

  • EP(%) a expanso permanente percentual;EP a expanso permanente, em centmetros cbicos, eET a expanso total, em centmetros cbicos.

    4.2.5.7 Os recipientes dos extintores de incndio de baixa presso que no atendam o disposto noitem 4.2.5.5, bem como os cilindros dos extintores de incndio de alta presso e cilindrosdestinados ao armazenamento de gases expelentes que no atendam o disposto em 4.2.5.6, ou aindaaqueles que no atendam o disposto nos itens 4.2.5.3 ou 4.2.5.4, devem ter sua pintura totalmenteremovida e anotada no recipiente ou cilindro, puno, a expresso condenado, juntamente coma identificao da empresa executante. Com a permisso do proprietrio, devem ser destrudos.

    4.2.5.8 Antes de ser ensaiado deve receber a identificao do ensaio hidrosttico sendo registrada puno, no corpo dos recipientes e cilindros, contendo as seguintes informaes:

    a) ano da execuo do ensaio hidrosttico;b) logotipo ou marca da empresa prestadora do servio;c) o termo VIST.

    Nota: As letras e nmeros do puno devem possuir altura mnima de 5mm, e a identificao deveser pintada em cor contrastante com a do corpo do recipiente ou cilindro do extintor.

    4.2.5.9 Quando a determinao da capacidade volumtrica apontar divergncia entre o valorencontrado e o valor registrado, a remarcao da massa cheia do extintor de dixido de carbono(dixido de carbono), com a mangueira de descarga e difusor, ou a massa cheia do cilindro de gsexpelente deve ser feita sobre a rea prpria do corpo da vlvula de descarga, de forma que osnmeros possuam altura mnima de 3mm.

    4.2.5.10 O registro do ensaio hidrosttico deve conter, no mnimo, as seguintes informaes:a) data do ensaio e identificao do executor do servio;b) identificao do recipiente (nmero de srie e carga nominal do agente extintor);c) marca e ano de fabricao ou do ltimo ensaio hidrosttico;d) presso do ensaio;e) aprovao ou motivo da reprovao;f) assinatura do responsvel tcnico;

    5 CONDIES ESPECFICAS

    5.1 Para os extintores de incndio base de gua, conforme a NBR 11715, deve-se atentar para asseguintes orientaes:a) antes do carregamento, certificar-se de que o recipiente est limpo;b) a gua utilizada na recarga deve ser potvel;c) carregar o extintor de incndio somente com seu volume nominal de agente extintor, com

    tolerncia de 2,0%;d) para extintores de incndio de pressurizao direta, pressuriza-los at que eles atinjam a presso

    de trabalho com agente expelente adequado;e) a vlvula de alvio, quando houver, deve ser pneumaticamente calibrada, para entrar em

    funcionamento entre 16 kgf/cm2 e 18 kgf/cm2;

  • f) quando for utilizado anticongelante, a sua quantidade deve estar contida na carga nominaldeclarada no quadro de instrues, no podendo ser inflamvel ou dar origem a produtos oucombinaes txicos, quando aquecido;

    h) existncia de revestimento interno, quando necessrio.

    5.1.1 A carga real do agente extintor deve corresponder carga nominal, com uma tolerncia de 2%.

    5.1.1.1 As cargas de agente extintor aceitveis so aquelas recomendadas pelas normas dereferncia.

    5.1.2 O extintor de incndio deve atender os requisitos de desempenho estabelecidos no anexo Equanto tolerncia de carga, tempo de descarga, alcance mnimo do jato e rendimento, segundo osmtodos de ensaio descritos em 7.1, 7.2 e 7.3. Para os registros dos ensaios de funcionamento paraverificao do desempenho do extintor de incndio, deve ser utilizada a planilha correspondente,apresentada no anexo E.

    5.2 Para os extintores de incndio base de espuma mecnica, conforme a NBR 11751, deve-seatentar para as seguintes orientaes:a) antes do carregamento, certificar-se de que o recipiente est limpo;b) a gua utilizada na recarga deve ser potvel;c) carregar o extintor de incndio somente com seu volume nominal de agente extintor, com

    tolerncia de 2,0%;d) para extintores de incndio de pressurizao direta, pressuriza-los at que eles atinjam a presso

    de trabalho com agente expelente adequado;e) a vlvula de alvio, quando houver, deve ser pneumaticamente calibrada, para entrar em

    funcionamento entre 16 kgf/cm2 e 18 kgf/cm2;f) existncia de revestimento interno, quando necessrio.

    5.2.1 A carga real do agente extintor deve corresponder carga nominal, com uma tolerncia de 2%.

    5.2.1.1 O volume hidrulico do recipiente para a carga deve ser tal que possa conter sua carganominal mais 20%, no mnimo, e 25%, no mximo.

    5.2.1.2 A carga real do agente extintor deve corresponder indicada no quadro de instrues dofabricante, se houver, e na ausncia desta informao, as cargas reais de agente extintor aceitveis,conforme estabelecido no item 5.1.1, respeitadas as tolerncias de carga expressas no anexo E.

    5.2.2 O extintor de incndio deve atender os requisitos de desempenho estabelecidos no anexo Equanto tolerncia de carga, tempo de descarga e rendimento, segundo os mtodos de ensaiosdescritos em 7.1, 7.2 e 7.3. Para os registros dos ensaios de funcionamento para verificao dodesempenho do extintor de incndio, deve ser utilizada planilha correspondente, como por exemploa apresentada no anexo E.

    5.3 Para os extintores de incndio base de p, conforme a NBR 10721, deve-se atentar para asseguintes orientaes:a) O agente extintor utilizado na recarga deve estar em conformidade com a NBR 9695,

    acompanhado do laudo de qualidade fornecido pelo fabricante e dentro do prazo de validade.b) antes do carregamento, certificar-se se o recipiente est limpo e seco;

  • c) carregar o extintor de incndio com sua massa nominal de agente extintor, respeitando-se asseguintes tolerncias:- 5%, para extintores de incndio com carga nominal de at 2 kg, inclusive;- 3%, para extintores de incndio com carga nominal acima de 2 kg a 6 kg, inclusive;- 2%, para extintores de incndio com carga nominal acima de 6 kg;

    d) o p para extino de incndio no pode ser secado, pois termodegradvel, nem peneirado, pois importante a manuteno da distribuio granulomtrica original. Caso ele apresente grumosou torres, ou qualquer evidncia de absoro de umidade, deve ser substitudo;

    e) a vlvula de alvio, quando houver, deve ser pneumaticamente calibrada, para entrar emfuncionamento entre 16 kgf/cm2 e 18 kgf/cm2;f) a vlvula redutora de presso, quando houver,deve ser pneumaticamente calibrada presso normal de carregamento do extintor de incndio;

    f) o gs expelente nos extintores de incndio pressurizados deve ser introduzido no extintor deincndio com 0,2% de umidade, no mximo. O gs carbnico dos extintores de incndio comcilindro de gs deve ser de grau comercial, livre de gua e com pureza mnima de 99,5% na fasevapor;

    5.3.1 Quando no for possvel identificar, inequivocamente, a base de p (produto inibidor) comque o extintor de incndio originalmente foi fabricado, este deve ser carregado com p base debicarbonato de sdio.

    5.3.2 As cargas de agente extintor aceitveis so aquelas recomendadas pelas normas de referncia

    5.3.3 Os ps para extino de incndio no podem ser misturados quanto sua origem (fabricantedo p) e quanto ao produto inibidor, no sendo permitida a complementao de carga no extintor deincndio.

    5.3.4 O p para extino de incndio no pode ser secado, pois termodegradvel, nem peneirado,pois importante a manuteno da distribuio granulomtrica original. Caso apresente grumos,torres ou qualquer evidncia de absoro de umidade, bem como partculas estranhas, deve sersubstitudo.

    5.3.5 Estes agentes extintores somente podero ser reutilizados se forem conhecidas,inequivocamente, a sua procedncia (fabricante e produto inibidor) e rastreabilidade, o atendimento NBR 9695, no apresentarem aglomerados ou contaminaes, e se a empresa de manutenopossuir sistema de envasamento a vcuo ou outro sistema que no permita contato com o ar midopara carga e descarga de p para extino de incndio. O reaproveitamento do agente extintor deveestar condicionado observncia dos seguintes requisitos: o extintor de incndio tenha sido originalmente lacrado de fbrica ou se a ltima manuteno tiver requerido a abertura do extintor de incndio e tiver sido realizada

    pela mesma empresa de manuteno que est realizando a sua manuteno.

    5.3.6 O extintor de incndio deve atender, aos requisitos de performance estabelecidos no anexo Equanto tolerncia de carga, tempo de descarga e rendimento, segundo os mtodos de ensaiodescritos em 7.1, 7.2 e 7.3. Para os registros dos ensaios de funcionamento para verificao dodesempenho do extintor de incndio, deve ser utilizada planilha correspondente, como por exemploa apresentada no anexo E.

    5.4 Para extintores de incndio a base de dixido de carbono, conforme a NBR 11716, deve-seatentar para as seguintes orientaes:a) este agente extintor deve ser substitudo somente quando houver perda superior a 10% da carga

    nominal declarada, ou conforme previsto na NBR 11716;

  • b) o dixido de carbono (CO2) utilizado deve ser de grau comercial, livre de gua e com purezamnima de 99,5% na fase vapor;

    c) carregar o extintor somente com sua massa nominal de agente extintor, com uma tolerncia decarga de 5% para menos;

    d) no ato de recarga, deve ser atendida a taxa de enchimento do cilindro, conforme o tipo de cargadefinido na NBR 11716;

    e) todo extintor de incndio deve ser ensaiado para deteco de eventuais vazamentos;f) antes do carregamento do agente extintor, deve ser verificado o dispositivo de segurana do tipo

    ruptura da vlvula, de acordo com as instrues do fabricante;g) verificar a colocao correta e adequada do dispositivo anti-recuo quebra-jato, principalmente

    no caso de substituio da mangueira, ou quanto ao seu dimensionamento em relao aoalojamento da conexo.

    5.4.1 A determinao da capacidade volumtrica obrigatria sempre que for requerido o ensaiohidrosttico do cilindro, salvo se houver registro anterior de sua capacidade de carga de agenteextintor e de quem efetuou o registro. Na ausncia ou divergncia destes dados, ou no caso deexistncia de marcaes duvidosas, deve ser feita, obrigatoriamente, a determinao da capacidadevolumtrica, conforme 7.7, e o correspondente registro da massa do extintor de incndio completocom carga, da massa do extintor de incndio completo descarregado e da carga nominal de agenteextintor com a identificao da empresa executante.

    5.4.2 Os extintores de incndio com carga para baixa temperatura devem ser pressurizados comnitrognio, conforme descrito no anexo F.

    5.4.3 A vlvula de descarga deve ser submetida a ensaio de verificao de vazamento, conformeprevisto em 7.8.7, por ocasio da recarga do extintor de incndio, no devendo apresentarocorrncia de bolhas.

    5.4.4 A carga real do agente extintor, para carga comum, deve corresponder quela indicada pormeio de puno na calota superior do cilindro para esta condio, se houver, e na ausncia destainformao, a carga real de agente extintor, para carga comum, deve ser determinada como segue:a) determinar o volume hidrulico do cilindro, segundo o mtodo descrito em 7.7;b) multiplicar o volume obtido pelo fator 0,68;c) a carga real de agente extintor corresponde ao valor inteiro imediatamente inferior ao valor

    obtido, o qual deve ser puncionado na calota superior do cilindro, devendo remeter documentocomprobatrio sobre a condio da carga estabelecida ao usurio.

    5.4.4.1 A carga real de agente extintor para extintor, de incndio, com carga para alta ou baixatemperatura, deve corresponder quela indicada por meio de puno na calota superior do cilindropara uma destas condies, se houver, e na ausncia desta informao, a carga real de agenteextintor, para alta ou baixa temperatura, conforme o caso, deve ser determinada como segue:a) determinar o volume hidrulico do cilindro, segundo o mtodo descrito em 7.7;b) multiplicar o valor obtido pelo fator 0,68;c) para os extintores de incndio com carga para alta temperatura, multiplicar o valor encontrado

    pelo fator 0,90 ou, para extintores de incndio com carga para baixa temperatura, multiplicar ovalor resultante pelo fator 0,75 e adotar os critrios expressos no anexo F, e

    d) puncionar a carga real de agente extintor corresponde ao valor inteiro imediatamente inferiorao valor obtido, na calota superior do cilindro, devendo remeter documento comprobatriosobre a condio da carga estabelecida ao usurio.

    5.4.5 O extintor de incndio deve atender os requisitos de desempenho estabelecidos no anexo Equanto ao tempo de descarga, rendimento e tolerncia de carga, conforme os ensaios descritos em

  • 7.1 e 7.3. Para os registros dos ensaios de funcionamento para verificao do desempenho doextintor de incndio, deve ser utilizada a planilha correspondente apresentada no anexo E.

    5.5 Para os extintores de incndio base de hidrocarbonetos halogenados, conforme a NBR 11762,deve-se atentar para as seguintes orientaes:a) estes agentes extintores devem ser substitudos a cada cinco anos ou quando a presso, lida no

    indicador de presso, indicar valores fora da faixa de operao;b) antes do carregamento com agente extintor, certificar-se de que o recipiente est seco e limpo;c) carregar o extintor de incndio somente com sua massa nominal de agente extintor, com uma

    tolerncia de carga de -3,0%;d) o gs expelente nos extintores pressurizados deve ser introduzido no extintor com 0,002% de

    umidade, no mximo.

    6 AMOSTRAGEM

    6.1 Avaliao do desempenho dos extintores de incndio

    6.1.1 A avaliao do desempenho dos extintores de incndio obrigatria e deve ser realizada demodo a verificar se o extintor de incndio atende os requisitos de desempenho estabelecidos nestedocumento. A avaliao do desempenho dos extintores de incndio tem, tambm, a finalidade deavaliar, mesmo que de forma indireta, se o processo de manuteno de extintores de incndioadotado capaz de reproduzir os requisitos de desempenho estabelecidos neste documento.

    6.1.2 A avaliao do desempenho dos extintores de incndio feita por meio de ensaios defuncionamento, ocasio em que so avaliados os seguintes aspectos:a) tempo de descarga, de acordo com o mtodo de ensaio descrito em 7.1;b) rendimento, de acordo com o mtodo de ensaio descrito em 7.3;c) tolerncia de carga, de acordo com o mtodo de ensaio descrito em 7.3, ed) alcance do jato, quando aplicvel, segundo o mtodo de ensaio descrito em 7.2.

    6.1.3 Os resultados obtidos nos ensaios devem ser registrados em planilhas especficas, conformemodelos apresentados no anexo E, e devem ser comparados com os parmetros estabelecidos nomesmo anexo.

    6.1.4 A avaliao de desempenho dos extintores de incndio deve atender ao seguinte critrio: Aempresa deve realizar, mensalmente, um controle dos servios realizados, por meio de ensaios defuncionamento. Para realizao destes ensaios a empresa dever retirar da expedio uma amostracontendo os tipos de extintores de incndio que tenham passado por servios de manuteno,durante quele perodo.

    Essa amostra deve ser de 0,3% do total de extintores de incndio produzidos, porm nunca inferiora duas unidades por ms para cada tipo produzido.

    A empresa deve:a) estabelecer sistemtica para avaliao mensal dos ensaios;b) estabelecer responsvel pelo execuo dos ensaios;c) avaliar os resultados;d) registrar os resultados, inclusive as no conformidades;e) analisar, propor e implementar as aes corretivas

    Nota: A Empresa de Inspeo Tcnica e Manuteno de Extintores de Incndio deve dispor dosregistros dos ensaios de avaliao de desempenho dos extintores de incndio, mantidos legveis,prontamente identificveis e recuperveis, por um prazo de 5 (cinco) anos ou outro que a leidetermine.

  • 6.1.5 Na avaliao dos extintores de incndio, deve ser utilizado o critrio de prova, contraprova etestemunha, devendo ser coletadas trs unidades por tipo de extintor de incndio avaliado. Devemser utilizados extintores de incndio similares quanto ao tipo de pressurizao, considerando,ainda, se os mesmos so portteis ou sobre rodas, para a realizao desta avaliao, no devendo serensaiados simultaneamente. As avaliaes dos extintores de incndio coletados como contraprova etestemunha s sero executadas caso o primeiro extintor de incndio avaliado tenha sido reprovado.Neste caso, para a aprovao, a contraprova e testemunha devero ser aprovadas.

    6.1.6 A coleta de extintores de incndio deve observar uma tolerncia segundo a carga nominal deagente extintor, de no mximo, 2kg.

    6.1.7 Para o caso dos extintores de incndio sobre rodas, admissvel que a avaliao seja feita como mesmo equipamento, no caso de ter sido constatada reprovao por ocasio da primeira avaliao.Neste caso, o extintor de incndio deve receber nova manuteno e ser ensaiado novamente comocontraprova, repetindo o procedimento pela terceira vez para constituir a testemunha.

    6.1.8 As ocorrncias referentes s reprovaes dos extintores de incndio submetidos aos ensaiosdevem ser registradas como no-conformidades, implicando, obrigatoriamente, em investigao decausas e adoo de aes corretivas, mesmo que os extintores de incndio coletados comocontraprova e testemunha sejam aprovados na avaliao, apesar do ensaio ter resultado aprovado.

    Nota: A Empresa de Inspeo Tcnica e Manuteno de Extintores de Incndio deve dispor dosregistros de aprovao e reprovao, contemplando, no mnimo, nmero do extintor de incndiomodelo, tipo, data, hora e responsvel.

    6.2 Ensaios hidrostticos de recipientes e cilindrosTodos os recipientes e cilindros de extintores de incndio devem ser ensaiados hidrostaticamentequando ocorrer algum dos eventos expressos em 4.2.5.2, no sendo admissvel qualquer reprovao,sob pena de ser considerado como reprovado o conjunto de extintor de incndio. Os ensaiosdevero ser realizados em conformidade com 7.4 ou 7.5, em funo de se tratar de um extintor deincndio de baixa ou de alta presso, respectivamente.

    6.3 Ensaio de verificao de vazamento em extintores de incndioO ensaio de verificao de vazamento em extintores de incndio deve ser realizado sempre que oextintor de incndio for submetido manuteno. Os ensaios devem ser realizados emconformidade com 7.6 em 100% das peas.

    6.4 Ensaios de verificao da resistncia de componentes pressoOs ensaios de verificao da resistncia de componentes presso devem ser realizados sempre queo recipiente ou cilindro do extintor de incndio for submetido ao ensaio hidrosttico. Os ensaios deverificao da resistncia presso devem ser realizados na mangueira de descarga, conforme oexposto em 7.8.1 e 7.8.2, e junto vlvula de descarga, conforme o exposto em 7.8.4 e 7.8.5 destanorma. Para a verificao da resistncia de componentes presso, tambm deve ser observado odisposto no anexo C. Estas verificaes devem ser realizadas em 100% das peas. O caso dereprovao implica obrigatoriamente em condenao do componente defeituoso.

    6.5 Ensaio de verificao de vazamento de componentesOs ensaios de verificao de vazamento de componentes devem ser realizados sempre que oextintor de incndio for submetido manuteno de segundo e terceiro nveis, conforme 7.6. Aotermino da pressurizao ou carga, no caso do CO2 . Estas verificaes devem ser realizadas em100% dos extintores. No caso de reprovao implica obrigatoriamente em condenao docomponente defeituoso.

  • Nota: aqueles componentes novos que estejam certificados no mbito do SBAC no necessitaroser submetidos aos ensaios descritos neste item.

    6.6 Outros ensaios de verificao de componentesTodos os ensaios descritos abaixo, relativos verificao de componentes, devem ser realizadossempre que o extintor de incndio for submetido manuteno:- verificao da condutividade eltrica para mangueiras de descarga de extintores de incndio com

    carga de dixido de carbono, segundo mtodo de ensaio descrito em 7.8.3;- verificao da indicao da presso dos indicadores de presso, segundo mtodo de ensaio

    descrito em 7.8.9;- regulagem da vlvula de alvio, segundo mtodo de ensaio descrito em 7.8.10, e- regulagem do regulador de presso, segundo mtodo de ensaio descrito em 7.8.11.

    Para a verificao de componentes, alm dos ensaios acima mencionados, tambm deve serobservado o disposto no anexo B. Estas verificaes devem ser realizadas em 100% das peas. Ocaso de reprovao implica obrigatoriamente em condenao do componente defeituoso.

    Nota: aqueles componentes novos que estejam certificados no mbito do SBAC no necessitaroser submetidos aos ensaios descritos neste item.

    6.7 Determinao da capacidade volumtricaA determinao da capacidade volumtrica obrigatria em 100% das peas que no tiveremregistro da capacidade de carga ou volume gravado no cilindro, ou para aquelas peas cujo valor damassa cheia registrada no corresponde ao valor da massa cheia verificada, nos termos do expostoem 5.4.1, e realizado em conformidade com 7.7.

    7 MTODO DE ENSAIO

    7.1 Tempo de descarga

    7.1.1 Aparelhagem necessria: Cronmetro com resoluo de centsimo de minuto (0,01min).

    7.1.2 Corpo-de-prova: Extintor de incndio carregado com sua carga de agente extintor e gsexpelente, se for o caso, e com todos os seus componentes.

    7.1.3 Procedimento: posicionar o extintor de incndio na posio normal de operao e o bico dedescarga na posio horizontal; operar o extintor de incndio e o cronmetro simultaneamente;interromper o acionamento do cronmetro quando:- no extintor de incndio com carga de gua, houver o trmino do jato compacto de gua;- no extintor de incndio com carga de espuma mecnica, cessar a emisso dos flocos de espuma; - no extintor de incndio com carga de dixido de carbono (CO2), houver a apresentao do ponto

    gs, ou- no extintor de incndio com carga de p, houver a reduo da ejeo de partculas do agente

    extintor.

    7.1.4 Resultados: efetuar registro do resultado em planilha padro conforme apresentado no anexoE e confront-lo com o requisito estabelecido no mesmo anexo. Em caso de reprovao, tomar asmedidas corretivas que se fizerem necessrias.

    7.2 Alcance de jato para extintores de incndio com carga de gua

  • 7.2.1 Aparelhagem necessria: trena com fundo de escala de, no mnimo, 5m e valor mximo damenor diviso de 0,01 m.

    7.2.2 Corpo-de-prova: extintor de incndio carregado com sua carga de agente extintor e gsexpelente, se for o caso, e com todos os seus componentes.

    7.2.3 Procedimento: posicionar o extintor de incndio na posio normal de operao e o bico dedescarga na posio horizontal entre 0,90 m a 1,00 m do piso; operar o extintor de incndio e mediro alcance do jato ao trmino do jato compacto de gua;

    7.2.4 Resultados: efetuar registro do resultado em planilha correspondente, como por exemplo aapresentada no anexo E e confront-lo com o requisito estabelecido no mesmo anexo. Em caso dereprovao, tomar as medidas corretivas que se fizerem necessrias.

    7.3 Rendimento e tolerncia de carga

    7.3.1 Aparelhagem necessria: balana com capacidade mxima compatvel com a massa total doextintor de incndio e menor diviso de 2%, no mximo, em relao carga nominal do extintor deincndio.

    7.3.2 Corpo-de-prova: extintor de incndio carregado com sua carga de agente extintor e gsexpelente, se for o caso, e com todos os seus componentes.

    7.3.3 Procedimento

    7.3.3.1 Para extintor de incndio com carga de gua sem aditivosEfetuar a verificao da massa do corpo-de-prova, ou seja, do extintor de incndio completo ecarregado (Mc); posicionar o corpo-de-prova na posio normal de operao; operar o corpo-de-prova, descarregando-o via funcionamento do mesmo, at o trmino do jato compacto de gua.Efetuar a verificao da massa do extintor descarregado, porm com todos os seus componentes(Md). Desmontar o extintor de incndio, descartar o resduo e efetuar a verificao da massa doextintor totalmente vazio, porm com todos os seus componentes (Mv). As verificaes das massasdevem ser executadas com todos os componentes do extintor de incndio, sendo que, nos extintoresde pressurizao indireta, as verificaes das massas devero ser efetuadas sem o cilindro para ogs expelente.

    7.3.3.2 Para extintor de incndio com carga de espuma mecnicaEfetuar a verificao da massa do corpo-de-prova, ou seja, do extintor de incndio completo ecarregado (Mc); posicionar o corpo de prova na posio normal de operao; operar o corpo-de-prova, descarregando-o, via funcionamento do mesmo at cessar a emisso dos flocos de espuma e,simultaneamente, haver a sada predominantemente do gs expelente, o que se verifica com aemisso simultnea de rudo caracterstico. Efetuar a verificao da massa do extintor de incndiodescarregado, porm com todos os seus componentes (Md). Desmontar o extintor de incndio,descartar o resduo e efetuar a verificao da massa do extintor de incndio totalmente vazio,porm com todos os seus componentes (Mv). As verificaes das massas devem ser executadascom todos os componentes do extintor de incndio, sendo que, nos extintores de pressurizaoindireta, as verificaes das massas devero ser efetuadas sem o cilindro para o gs expelente.

    7.3.3.3 Para extintor de incndio com carga de dixido de carbono (CO2) - carga comum

  • Efetuar a verificao da corpo-de-prova, ou seja, do extintor de incndio completo e carregado(Mc); posicionar o corpo de prova na posio normal de operao e o difusor de descarga naposio horizontal; operar o corpo-de-prova, descarregando-o, via funcionamento do mesmo at oponto de gs. Efetuar a verificao da, massa do extintor de incndio descarregado, porm comtodos os seus componentes (Md). Descarregar o gs remanescente, desmontar o extintor deincndio, descartar o resduo e efetuar a verificao da massa do extintor de incndio totalmentevazio, porm com todos os seus componentes (Mv). As verificaes de massa devem serexecutadas em todos os componentes do extintor de incndio.

    7.3.3.4 Para os extintores de incndio com carga de pEfetuar a verificao da massa do corpo-de-prova, ou seja, do extintor de incndio completocarregado (Mc); posicionar o corpo-de-prova na posio normal de operao, descarregando-o viafuncionamento at a reduo da ejeo de partculas e, simultaneamente, troca do rudocaracterstico. Efetuar a verificao da massa do extintor de incndio descarregado, porm comtodos os seus componentes (Md). Desmontar o extintor de incndio, descartar o resduo e efetuar averificao da massa do extintor de incndio totalmente vazio, porm com todos os seuscomponentes (Mv). As verificaes da massa devem ser executadas com todos os componentes doextintor de incndio, sendo que, nos extintores de pressurizao indireta, as verificaes da massadevero ser efetuadas sem o cilindro para o gs expelente.

    7.3.4 Resultados

    7.3.4.1 Para obteno do rendimento do extintor de incndioEfetuar registro do rendimento, em percentual, utilizando a seguinte frmula:

    Rendimento = (Mc) (Md) x 100 (Mn)

    Efetuar registro do resultado em planilha padro, conforme apresentado no anexo L, e confront-locom o requisito estabelecido no mesmo anexo. Em caso de reprovao, tomar as medidas corretivasque se fizerem necessrias, mantendo o critrio de prova, contra-prova e testemunha.

    7.4 Ensaio Hidrosttico em extintores de baixa presso

    7.4.1 Aparelhagem necessria: fonte geradora de presso, com manmetro cuja presso de 28kgf/cm2 e 35 kgf/cm2 esteja compreendido no tero mdio da escala total e o valor mximo damenor diviso 0,1 MPa (1 kgf/cm), conforme NBR 14105.

    7.4.2 Corpo-de-prova: corpo do extintor de incndio conforme subitem 4.2.5.1 (a) ou com aremoo total da pintura e livre de corroso, ou seja, o recipiente destinado a conter o agenteextintor.

    7.4.3 Procedimento: montar o recipiente para o agente extintor no dispositivo de ensaio, elevarlentamente, em cerca de 1 min, a presso interna do recipiente, at atingir 2,8 MPa 0,1MPa(28kgf/cm 1kgf/cm) para os extintores de pressurizao direta e 3,5 MPa 0,1MPa (35kgf/cm 1kgf/cm) para os extintores de pressurizao indireta. Manter a presso aplicada durante 1 min.

    7.4.4 Resultados: durante o perodo em que o corpo-de-prova estiver submetido presso, verificara presena de vazamento ou deformao visvel ou queda de presso no manmetro daaparelhagem. Confrontar os registros com o requisito estabelecido em 4.2.5.5 .

  • 7.4.5 Sempre que for efetuado ensaio hidrosttico em extintores de incndio de baixa pressodever ser emitido e entregue ao proprietrio do extintor o respectivo relatrio, ficando a empresade manuteno com a segunda via, devendo conter, no mnimo, as seguintes informaes:a) data do ensaio, identificao da empresa executante e do responsvel tcnico;b) identificao do recipiente (nmero de srie e peso do agente extintor);c) marca, ms e ano de fabricao ou do ltimo ensaio hidrosttico;d) presso do ensaio;e) resultado do ensaio e, se for o caso, o motivo da condenao.

    7.5 Ensaio hidrosttico em cilindros para gases a alta presso

    7.5.1 Aparelhagem necessria: a prevista na Segundo NBR 13243, exceto quanto ao manmetro,que deve ter as presses de ensaio compreendidas no tero mdio da escala e o valor mximo damenor diviso que deve ser 1 MPa (1 kgf/cm), conforme NBR 14105.

    7.5.2 Corpo-de-prova: cilindro de ao destinado a gases de alta presso, ou seja, cilindro destinadoa conter o agente extintor (gs carbnico) ou o gs expelente, conforme subitem 4.2..5.1(a) ou comremoo total da pintura e livre de corroso.

    7.5.3 Procedimento: segundo a NBR 13243.

    7.5.4 Resultados: durante o perodo em que o corpo-de-prova estiver submetido presso, verificara expanso total e a expanso permanente, e efetuar os registros. Confrontar os registros com osrequisitos estabelecidos em 4.2.5.6.

    7.6 Verificao de vazamento em extintores de incndio

    7.6.1 Aparelhagem necessria: detector eletrnico de vazamento ou recipiente com guaadequadamente iluminado para efetuar a verificao visual.

    7.6.2 Corpo-de-prova: extintor de incndio pressurizado carregado, ou cilindro de gs expelentecarregado, ou extintor de incndio com carga de dixido de carbono carregado, ou extintor deincndio carregado pressurizado, conforme o caso.

    7.6.3 Procedimento

    7.6.3.1 Para o caso de deteco eletrnica, regular o detector para a taxa de vazamento admissvel esubmeter o corpo-de-prova deteco.

    7.6.3.2 Para o caso de imerso de gua, observar o corpo-de-prova imerso no recipiente com gualimpa por um perodo mnimo de 2 min.

    Nota: Quando o agente extintor for gua ou soluo aquosa, a deteco ou a observao deve serrealizada em toda a superfcie, garantindo que o gs expelente entre em contato com toda asuperfcie interna do recipiente ou cilindro.

    7.6.4 Resultados: Indicar a ocorrncia ou no de vazamentos.

    7.7 Determinao da capacidade volumtrica para extintores de incndio e cilindros de gasesexpelentes com carga de dixido de carbono

  • 7.7.1 Aparelhagem necessria: balana com capacidade mxima compatvel com a massa total doextintor e menor diviso igual a 2%, no mximo, em relao carga nominal do extintor deincndio.

    7.7.2 Corpo-de-prova: recipiente.

    7.7.3 Procedimento: pesar o corpo-de-prova limpo e seco, interna e externamente, e efetuar registro(PV). Pesar o corpo-de-prova cheio de gua e efetuar registro (PC).

    7.7.4 Resultados: o volume do cilindro (VC) obtido pela frmula:

    VC = PC-PV

    Obtido o resultado, verificar a relao do volume com a massa do agente extintor.

    7.8 Verificao de componentes

    7.8.1 Verificao da resistncia presso da mangueira de descarga de extintores de incndiode baixa presso

    7.8.1.1 Aparelhagem: fonte geradora de presso hidrosttica, com manmetro cuja presso entre 16kgf/cm2 e 18 kgf/cm2 esteja no tero mdio da escala e o valor mximo da menor diviso 0,1 MPa(2kgf/cm), conforme NBR 14105, e dispositivo para plugar uma das extremidades do corpo-de-prova.

    7.8.1.2 Corpo-de-prova: mangueira de descarga.

    7.8.1.3 Procedimento: elevar a presso at a presso de 16 kgf/cm2 a 18 kgf/cm2, de acordo com otipo e modelo do extintor de incndio.

    7.8.1.4 Resultado: registrar se h ocorrncia ou no de vazamento, deslizamento ou soltura dasconexes.

    7.8.2 Verificao da resistncia presso da mangueira de descarga de extintores de incndiode alta presso

    7.8.2.1 Aparelhagem: fonte geradora de presso hidrosttica, com manmetro cuja presso de 210kgf/cm2 esteja no tero mdio da escala e o valor mximo da menor diviso 2 MPa (20 kgf/cm),conforme NBR 14105, e dispositivo para plugar uma das extremidades do corpo-de-prova.

    7.8.2.2 Corpo-de-prova: mangueira de descarga.

    7.8.2.3 Procedimento: elevar a presso at a presso de 210 kgf/cm2, de acordo com o tipo e modelodo extintor de incndio.

    7.8.2.4 Resultado: registrar se h ocorrncia ou no de vazamento, deslizamento ou soltura dasconexes.

    7.8.3 Verificao da condutividade eltrica para mangueiras de descarga de extintores deincndio com carga de dixido de carbono

  • 7.8.3.1 Equipamento: fonte alimentao de 12V corrente contnua e lmpada de teste ouequipamento semelhante, como multiteste.

    7.8.3.2 Corpo-de-prova: mangueira de descarga.

    7.8.3.3 Procedimento: conectar ambos os terminais da mangueira de descarga fonte dealimentao.

    7.8.3.4 Resultado: verificar se h condutividade eltrica por meio da lmpada. Inexistindo acondutividade, a mangueira dever ser substituda.

    7.8.4 Verificao da resistncia mecnica de vlvulas de descarga aplicada em extintores deincndio de baixa presso

    7.8.4.1 Aparelhagem necessria: fonte geradora de presso hidrosttica, com manmetro cujapresso de 28 kgf/cm2 esteja no tero mdio da escala e o valor mximo da menor diviso 0,1MPa(1kgf/cm), conforme NBR 14105.

    7.8.4.2 Corpo-de-prova: vlvula de descarga de extintor de baixa presso.

    7.8.4.3 Procedimento: montar a vlvula de descarga na fonte geradora de presso hidrosttica,pressurizar o corpo-de-prova com 2,5 vezes a presso normal de carregamento com a vlvulanormalmente fechada.

    7.8.4.4 Resultado: durante o perodo em que o corpo-de-prova estiver submetido presso, verificara ocorrncia de vazamento, por meio de escape de gua, projeo de qualquer parte ou deformaopermanente.

    7.8.5 Verificao da resistncia mecnica de vlvulas de descarga de extintor de incndio ecilindros com carga de dixido de carbono e vlvulas de descarga de cilindros de gsexpelente

    7.8.5.1 Aparelhagem necessria: fonte geradora de presso hidrosttica, com manmetro cujapresso de 130 Kgf/cm, esteja compreendida no tero mdio da escala e o valor mximo da menordiviso de 1MPa (10Kgf/cm), conforme a NBR 14105.

    7.8.5.2 Corpo-de-prova: vlvula de descarga de extintores de incndio ou cilindros com carga dedixido de carbono ou vlvula de descarga de cilindros de gs expelente.

    7.8.5.3 Procedimento: montar a vlvula de descarga na fonte geradora de presso hidrosttica,pressurizar o corpo-de-prova com 13MPa (130 Kgf/cm), com a vlvula normalmente fechada.Repetir a operao, com a vlvula aberta e com a sada bloqueada.

    7.8.5.4 Resultado: durante o perodo em que o corpo-de-prova estiver submetido presso,verificar a ocorrncia de vazamento, por meio de escape de gua, projeo de qualquer parte oudeformao permanente.

    7.8.6 Verificao de vazamento de vlvula de descarga de extintores de incndio com carga dep, gua ou espuma mecnica

  • 7.8.6.1 Aparelhagem necessria: fonte geradora de presso pneumtica, com manmetro cujapresso de 14 kgf/cm esteja compreendido no tero mdio da escala e o valor mximo da menordiviso de 0,1 MPa (1kgf/cm), conforme NBR 14105, e recipiente com gua adequadamenteiluminado, para efetuar a verificao visual.

    7.8.6.2 Corpo-de-prova: vlvula de descarga de extintor.

    7.8.6.3 Procedimento: montar a vlvula de descarga na fonte geradora de presso pneumtica,pressurizar o corpo de prova a 1,4 MPa (14 Kgf/cm), com a vlvula normalmente fechada eintroduzir no recipiente com gua por 2 min. Repetir a operao com a vlvula aberta e com a sadabloqueada.

    7.8.6.4 Resultados: durante o perodo em que o corpo-de-prova estiver submetido presso,verificar a ocorrncia de vazamento por meio da presena de bolhas.

    7.8.7 Verificao de vazamento para vlvulas de descarga de extintores de incndio e cilindroscom carga de dixido de carbono e vlvulas de descarga de cilindros de gs expelente

    7.8.7.1 Aparelhagem necessria: fonte geradora de presso, com manmetro cuja presso de 130Kgf/cm esteja compreendido no tero mdio da escala e o valor mximo da menor diviso de1MPa (10Kgf/cm), conforme NBR 14105

    7.8.7.2 Corpo-de-prova: vlvula de descarga de extintor de incndio ou cilindro para carga dedixido de carbono ou vlvula de descarga de cilindro de gs expelente.

    7.8.7.3 Procedimento: montar a vlvula de descarga na fonte geradora de presso, pressurizar ocorpo-de-prova com 13MPa (130 kgf/cm), com a vlvula normalmente fechada. Repetir a operaocom a vlvula aberta e com a sada bloqueada. Registrar se h ocorrncia, ou no, de vazamento oudeformao visvel.

    7.8.7.4 Resultado: durante o perodo em que o corpo-de-prova estiver submetido presso, verificara evidncia de vazamento por meio da presena de bolhas.

    7.8.8 Verificao de vazamento do indicador de presso

    7.8.8.1 Equipamento: fonte geradora de presso pneumtica com manmetro cuja presso de 14Kgf/cm esteja compreendido no tero mdio da escala e o valor mximo da menor diviso de0,05MPa (0,5kgf/cm), conforme NBR 14105, e recipiente para conter gua, adequadamenteiluminado, para efetuar a verificao visual.

    7.8.8.2 Corpo-de-prova: indicador de presso.

    7.8.8.3 Procedimento: montar o indicador de presso no dispositivo e pressuriza-lo at a mximapresso da faixa de operao.

    7.8.8.4 Resultado: verificar a existncia de vazamentos.

    7.8.9 Verificao da indicao da presso dos indicadores de presso

  • 7.8.9.1 Equipamento: fonte geradora de presso pneumtica com manmetro de sada calibrado napresso de 10,5 kgf/cm2 a 12 kgf/cm2 e o valor mximo da menor diviso 0,05MPa (0,5kgf/cm),conforme NBR 14105.

    7.8.9.2 Corpo-de-prova: indicador de presso.

    7.8.9.3 Procedimento: montar o corpo-de-prova no equipamento e pressuriza-lo at atingir apresso normal de carregamento no indicador. Verificar a leitura do manmetro. Despressurizartotalmente.

    7.8.9.4 Resultado: verificar se a leitura do indicador de presso est compreendida na faixa deoperao e observar se o ponteiro volta ao ponto zero aps a despressurizao.

    7.8.10 Regulagem da vlvula de alvio

    7.8.10.1 1 Equipamento: fonte geradora de presso pneumtica com manmetro cuja presso de 16a 18 Kgf/cm esteja compreendido no tero mdio da escala e o valor mximo da menor diviso0,05MPa (0,5kgf/cm), conforme NBR 14105.

    7.8.10.2 Corpo-de-prova: vlvula de alvio.

    7.8.10.3 Procedimento: montar o corpo-de-prova no equipamento e pressuriza-lo at atingir aabertura da vlvula de alivio. Caso a abertura da vlvula de alvio ocorra fora da faixa entre 1,6MPae 1,8 MPa (16kgf/cm e 18 kgf/cm), dever ser estabelecida uma ao corretiva de modo que avlvula de alvio abra nesta faixa de presso aplicada.

    7.8.10.4 Resultado: verificar o valor da presso de abertura da vlvula de alvio.

    7.8.11 Regulagem do regulador de presso

    7.8.11.1 Aparelhagem: fonte geradora de presso pneumtica com manmetro para classe detolerncia A, escala 0-4 MPa (0-40 kgf/cm) e o valor mximo da menor diviso 0,05MPa (0,5Kgf/cm), conforme a NBR 14105.

    7.8.11.2 Corpo-de-prova: regulador de presso.

    7.8.11.3 Adotar a seqncia a seguir e o exemplo de montagem do croqui explicativo.a) acoplar o regulador de presso (A) fonte geradora de presso pneumtica (B);b) fechar completamente a vlvula reguladora de presso (C), de modo a no ter sada do gs;c) acoplar na sada do regulador o manmetro aferido (D), citado em 7.8.11.1, com uma vlvula

    para purga (E), com sada de dimetro 3mm ( 0,1 mm) (F);d) com a vlvula para purga (E) aberta, abrir lentamente a vlvula da fonte geradora de presso

    pneumtica (B ) e, nesta situao, no ser permitido vazamento pela vlvula de purga (E);e) lentamente, ajustar a regulagem da vlvula reguladora de presso (C) at atingir a presso de

    sada de aproximadamente 0,3MPa ( 3kgf/cm) no manmetro aferido (D);f) fechar lentamente a vlvula de purga (E) e completar o ajuste do regulador de presso (C) at

    atingir a presso esttica especificada no manmetro aferido (D);g) fechar a vlvula da fonte geradora de presso pneumtica (B);h) aliviar a presso pela purga (E);i) lacrar o dispositivo de ajuste da vlvula reguladora de presso (C).

  • FIGURA 1

  • ANEXO A

    REQUISITOS A SEREM OBSERVADOS EM COMPONENTES ROSCADOS

    A.1 Para extintores de incndio de baixa presso:

    Deve ser realizado, a cada manuteno, controle visual de roscas, sendo rejeitadas aquelas queapresentarem pelo menos um dos eventos abaixo:

    - crista danificada;- falhas de filetes; e- flancos desgastados.

    A.2 Para extintores de incndio de alta presso e cilindros:

    A.2.1 Deve ser realizada inspeo da rosca do gargalo do cilindro, devendo ser verificado o que segue:

    a) A rosca do gargalo deve ser limpa e examinada para verificao de que, na sua rea til, os filetes noestejam rompidos, os flancos no estejam rasgados, as cristas no tenham trincamentos maiores queos permitidos, e esteja de acordo com o perfil original a ser verificado com calibre tampo 3/4" NGTe NPT e 3/8 NPT;

    b) Quando for necessrio e o projeto do gargalo permitir, a roca pode ser reaberta, de forma areconstituir o perfil original, ou seja, possibilitar o atarraxamento do nmero mnimo de filetesnecessrios fixao da vlvula e sua vedao.

    A.2.2 Para os demais conjuntos roscados devem ser seguidos os mesmos requisitos apontados para osextintores de incndio de baixa presso. Anexo B.

    A.3 As dimenses das roscas dos componentes roscados devero assegurar ajustes que permitam garantiro torque e resistncias adequadas para cada unio roscada.

  • ANEXO B

    REQUISITOS MNIMOS A SEREM OBSERVADOS NOS COMPONENTES ROSCADOS DEEXTINTORES DE INCNDIO DE BAIXA PRESSO

    COMPONENTE IDENTIFICAODO MODELON. MNIMODE FIOS DE

    ROSCA

    REFERNCIA DEAPERTO

    Vlvula de descarga para extintorescom carga de p 1 kg e 2 kg VP-1/VP-2 UNEF 6

    Vlvula de descarga para extintorcom carga de p 4 kg a 12 kg e paraextintor com carga de gua 10 L

    VP-4/AP-10-M30x1,5 6

    Tampa para extintor depressurizao indireta com carga dep, porttil

    P 6-B M46x1,5 6

    O operador deve atarraxar avlvula ou tampamanualmente at que haja otangenciamento do anel devedao com a abertura dorecipiente. A partir desteponto, aplicar um torquecom ferramenta apropriadacom um comprimento dearco compreendido entre 1/8a 1/4 de volta.

    Vlvula de descarga para extintorcom carga de dixido de carbono(CO2) tipo gatilho, abertura lenta(ABL) carreta e abertura lenta(ABL) para nitrognio

    CO2-19,05mm-gatilho

    CO2- 19,05mm-ABL

    N2-19,05mm ABL

    14 por25,4mm

    Deve-se observar arecomendao prtica nosentido de verificar se possvel obter um firmeaperto manual, e aps 1 1/8de aperto com chave, deveser visvel, no mnimo, 1volta (1 fio de rosca) util navlvula.

    Vlvula de descarga para extintorcom carga de dixido de carbono(CO2) abertura lenta (ABL)

    CO- 25,4mm 11.1/2 NPT

    11.1/2 por25,4mm

    Deve-se observar arecomendao prtica nosentido de verificar se possvel obter um firmeaperto manual, e aps 1 1/8de aperto com chave, deveser visvel, no mnimo, 1volta (1 fio de rosca) util navlvula.

    Mangueira de descarga para extintorde pressurizao direta, porttil

    Mangueira depressurizao direta

    M 14x1,54

    Adotar recomendaoprtica de 1/8 1/4 de volta,aps o aperto manual.

    Mangueira de descarga para extintorde pressurizao indireta, porttil

    Mangueira paraextintor de

    pressurizaoindireta. Diversas

    roscas

    6Adotar recomendaoprtica de 1/8 1/4 de volta,aps o aperto manual.

    Mangueira de descarga paraextintores com carga de dixido decarbono, portteis, incluindo a carganominal de 10 kg

    Mangueira paraextintor CO2 porttil

    4Adotar recomendaoprtica de 1/8 1/4 de volta,aps o aperto manual

  • Mangueira de descarga paraextintores com carga dedixido de carbono, sobrerodas, exceto queles comcarga nominal de 10kg

    Mangueira paraextintor CO2 no

    porttil6

    Adotar recomendaoprtica de 1/8 1/4 de volta,aps o aperto manual

    Tampa para extintor depressurizao indireta comcarga de p ou gua, sobrerodas

    Tampa para extintorsobre rodas 6

    Adotar recomendaoprtica de 1/4 1/2 volta,utilizando-se chave especialque permita o perfeitoacoplamento na tampa

    Notas:1) Se aps o aperto com a chave apropriada sobrar menos de 1 filete, substituir compulsoriamente avlvula de descarga para cilindros de alta presso, desde que atendida a inspeo tcnica com uso decalibre;2) As vlvulas para extintores com carga de dixido de carbono (CO2), tipo gatilho de 12,7mm NPT,rebaixadas de 19,05mm-NPT para 12,7mm-NPT, devem ser sumariamente eliminadas, bem como ocilindro, visto que representam um grande risco de cisalhamento, ao aplicar o torque de aperto ou emconseqncia de queda acidental.

  • ANEXO C

    QUADRO DE INSTRUES

    O quadro de instrues dever conter as instrues de operao, classe de fogo, faixa de temperatura deoperao, o tipo e carga nominal de agente extintor, presso normal de carregamento ou tipo e quantidadede gs expelente quando do tipo indireto, o termo recarregar,quando aplicvel, imediatamente aps o usoou ao trmino da garantia, tamanho das letras de instruo de operao no inferior a 5mm, informaescomplementares ao consumidor bem como razo social, CNPJ e endereo do prestador de servio.

    O quadro de instrues deve ser aplicado pela empresa que realizou a ltima manuteno de segundo outerceiro nvel, no sendo permitida sobreposio a outro j fixado, exceo dos quadros de instruesimpressos no recipiente ou cilindro pelo fabricante do extintor de incndio pelo processo de silk-screen,caso em que a empresa de manuteno poder fazer a opo entre sobrepor novo quadro de instrues oumanter o quadro de instrues do fabricante.

  • ANEXO D

    ANEL DE IDENTIFICAO DA MANUTENO

    1. O Anel de Identificao Externa de Manuteno deve ser confeccionado em material plsticoresistente, indeformvel nas suas dimenses, de cor amarela e com dimenses compatveis com cadaum dos modelos de extintores de incndio, de modo que o mesmo somente possa ser colocado ouremovido, com a prvia desmontagem do extintor de incndio.

    2. O Anel de Identificao de Manuteno somente deve ser colocado ou substitudo com adesmontagem completa do extintor, ao trmino da manuteno de 2 ou 3 nvel , quando serperfurado, de forma bem visvel, somente o ms da realizao da mesma.

    3. O Anel de Identificao de Manuteno a ser adotado pela Empresa de Inspeo Tcnica eManuteno de Extintores de Incndio deve ser submetido aprovao do representante local daRBMLQ. O representante da RBMLQ deve acompanhar o uso e a forma como se dar a perfurao.

    4. No permitida a reutilizao do Anel de Identificao da Manuteno quando a empresa realizarservios de manuteno de 2 e 3 nvel.

    5. O Anel de Identificao da Manuteno deve conter a identificao da empresa de manuteno,podendo ser usado o nome ou o logotipo da empresa. e somente um ano, que ser o ano da realizaoda manuteno.

    6. Toda identificao no Anel de Identificao da Manuteno deve ser de forma indelvel, em alto oubaixo relevo.

    7. Nos extintores de incndio portteis de pressurizao direta, o Anel de Identificao de Manutenodever ser instalado entre a vlvula de descarga e o cilindro ou recipiente do extintor de incndio, demaneira que o anel no permita a sua substituio sem a desmontagem da vlvula de descarga docilindro ou recipiente.

    8. Nos extintores de incndio de pressurizao indireta, portteis ou sobre rodas, o Anel deIdentificao de Manuteno dever ser instalado entre a vlvula de abertura lenta e o corpo dorespectivo cilindro para o gs expelente.

    9. O Anel de Identificao de Manuteno para os extintores de incndio de CO2 que contenhamvlvula de 3/4 polegadas , deve obrigatoriamente ter o dimetro interno de 28mm.

  • ANEXO E

    REQUISITOS DE PERFORMANCE PARA EXTINTORES DE INCNDIO

    Para avaliao do desempenho de extintores de incndio, os resultados obtidos atravs dos ensaios defuncionamento devem ser confrontados com os requisitos de performance apresentados abaixo, emfuno do tipo e carga nominal de agente extintor.

    EXTINTOR DE INCNDIO

    CARGA CAPACIDADE TOLERNCIA DE CARGAAt 2kg +/- 5%

    P > 2kg at 6kg +/- 3%> 6kg +/- 2%

    gua Todas +/- 2%Espuma mecnica Todas +/- 2%Dixido de carbono Todas +0% / -5%Halogenado Todas 5%

    EXTINTOR DE INCNDIO TEMPO DE DESCARGA

    CARGA CAPACIDADE MNIMODe 1kg at 4kg 8 s> 4kg at 12kg 8 s> 12kg at 30kg> 30kg at 70kg

    P

    > 70kg at 100kggua 10 l 50 s

    50 l, 75 l e 150 l 80 sEspuma mecnica 9 l a 10 l 50 s

    50 l 50 sDixido de carbono De 1kg at 2kg 8 s

    > 2kg at 4kg 11 s> 4kg at 6 kg 8 s

    > 10kg at 25kg> 25kg at 50kg

    Halogenado Cap. Extintora at 20-B 8 s

    EXTINTOR DE INCNDIO

    CARGA CAPACIDADE ALCANCE MNIMO DO JATOP Todas no aplicvelgua 10 l 4 m

    50 l, 75 l e 150 l 6 mEspuma mecnica 9 l a 10 l no aplicvel

    50 l no aplicvelDixido de carbono Todas no aplicvel

    EXTINTOR DE INCNDIO RENDIMENTO MNIMOCARGA CAPACIDADE NA POSIO DE USO

    P Todas 85%gua Todas 95%Espuma mecnica Todas 95%Dixido de carbono Todas 75%Halogenado Cap.Extintora at 20-B 95%

    Para efetuar os registros dos ensaios de funcionamento de extintores de incndio para avaliao do desempenho devem serutilizadas planilhas contendo, no mnimo, as informaes apresentadas a seguir, conforme o tipo de extintor de incndio.

  • ENSAIO DE FUNCIONAMENTO DE EXTINTORES DE INCNDIO COM CARGA DE P1- Dados do Extintor de Incndio (Prova)

    IDENTIFICAO DO RECIPIENTE

    N_____________ Ms/Ano de Fabricao: _____________ Fabricante:________________ Carga Nominal (Cn):___________ [kg]

    IDENTIFICAO DA AMPOLA PARA O GS EXPELENTE (exclusivo para extintores de pressurizao indireta)

    N_____________ Ms/Ano de Fabricao: _____________ Fabricante:________________ Carga Nominal (Cn):___________ [kg]

    Pressurizao: ( ) Direta ( ) Indireta NOTA: Ensaio realizado na posio normal de operao.

    2- Dados do Extintor de Incndio (Contra-Prova)

    IDENTIFICAO DO RECIPIENTE

    N_____________ Ms/Ano de Fabricao: _____________ Fabricante:________________ Carga Nominal (Cn):___________ [kg]

    IDENTIFICAO DA AMPOLA PARA O GS EXPELENTE (exclusivo para extintores de pressurizao indireta)

    N_____________ Ms/Ano de Fabricao: _____________ Fabricante:________________ Carga Nominal (Cn):___________ [kg]

    Pressurizao: ( ) Direta ( ) Indireta NOTA: Ensaio realizado na posio normal de operao.

    3- Dados do Extintor de Incndio (Testemunha)

    IDENTIFICAO DO RECIPIENTE

    N_____________ Ms/Ano de Fabricao: _____________ Fabricante:________________ Carga Nominal (Cn):__________ [kg]

    IDENTIFICAO DA AMPOLA PARA O GS EXPELENTE (exclusivo para extintores de pressurizao indireta)

    N_____________ Ms/Ano de Fabricao: _____________ Fabricante:________________ Carga Nominal (Cn):__________ [kg]

    Pressurizao: ( ) Direta ( ) Indireta NOTA: Ensaio realizado na posio normal de operao.

    Grandeza Requisitos Norrnativos 1.- Prova 2.- Contra-Prova 3.- Testemunha

    A Massa do extintor de incndiocarregado [g]

    [Cn] MnDe 1kg at 12kg 8sB Tempo de descarga [s]

    C Massa do extintor de incndiodescarregado com resduo [g]

    D Massa de carga expelida D = (A C) [g]

    E Massa do extintor de incndiodescarregado sem resduo [g]

    F Resduo de carga F = (C E) [g]

    G Carga real verificada G = (D + F) [g]

    [Cn] HAt 2kg 5%

    >4 at 6kg 3%H Tolerncia de carga H = (G x 100) 100 [%] (Cn) > 6kg 2%

    I Rendimento I = (D x 100) [%] G

    85%

    Obs.:________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

    Concluso: Confrontando-se os resultados acima, com as especificaes da NBR 12962,os ensaios foram considerados: ( ) APROVADOS ( ) REPROVADOSLocal/data:

    Operador: Responsvel pela Empresa

  • ENSAIO DE FUNCIONAMENTO DE EXTINTORES DE INCNDIO COM CARGA DE GUA1- Dados do Extintor de Incndio (Prova)

    IDENTIFICAO DO RECIPIENTE

    N_____________ Ms/Ano de Fabricao: _____________ Fabricante:________________ Carga Nominal (Cn):___________ [kg]

    IDENTIFICAO DA AMPOLA PARA O GS EXPELENTE (exclusivo para extintores de pressurizao indireta)

    N_____________ Ms/Ano de Fabricao: _____________ Fabricante:________________ Carga Nominal (Cn):___________ [kg]

    Pressurizao: ( ) Direta ( ) Indireta NOTA: Ensaio realizado na posio normal de operao.

    2- Dados do Extintor de Incndio (Contra-Prova)

    IDENTIFICAO DO RECIPIENTE

    N_____________ Ms/Ano de Fabricao: _____________ Fabricante:________________ Carga Nominal (Cn):___________ [kg]

    IDENTIFICAO DA AMPOLA PARA O GS EXPELENTE (exclusivo para extintores de pressurizao indireta)

    N_____________ Ms/Ano de Fabricao: _____________ Fabricante:________________ Carga Nominal (Cn):___________ [kg]

    Pressurizao: ( ) Direta ( ) Indireta NOTA: Ensaio realizado na posio normal de operao.

    3- Dados do Extintor de Incndio (Testemunha)

    IDENTIFICAO DO RECIPIENTE

    N_____________ Ms/Ano de Fabricao: _____________ Fabricante:________________ Carga Nominal (Cn):__________ [kg]

    IDENTIFICAO DA AMPOLA PARA O GS EXPELENTE (exclusivo para extintores de pressurizao indireta)

    N_____________ Ms/Ano de Fabricao: _____________ Fabricante:________________ Carga Nominal (Cn):__________ [kg]

    Pressurizao: ( ) Direta ( ) Indireta NOTA: Ensaio realizado na posio normal de operao.

    Grandeza Requisitos Norrnativos 1.- Prova 2.- Contra-Prova 3.- Testemunha

    A Massa do extintor de incndiocarregado [g]

    [Cn] Mn10 litros 50sB Tempo de descarga [s]

    50, 75 e 150 litros 80s[Cn] Alcance mnimo

    10 litros 4 mC Alcance do Jato [m]

    50, 75 e 150 litros 6 m

    D Massa do extintor de incndiodescarregado com resduo [g]

    E Massa de carga expelida E = (A D) [g]

    F Massa do extintor de incndiodescarregado sem resduo [g]

    G Resduo de carga G = (D F) [g]

    H Carga real verificada H = (E + G) [g]

    I Tolerncia de carga I = (H x 100) 100 [%] (Cn)

    2%

    J Rendimento J = (E x 100) [%] H

    95%

    Obs.:_______________________________________________________________________________________________________________________________________________________Concluso: Confrontando-se os resultados acima, com as especificaes da NBR 12962,os ensaios foram considerados: ( ) APROVADOS ( ) REPROVADOSLocal/data:Operador: Responsvel pela Empresa

  • ENSAIO DE FUNCIONAMENTO DE EXTINTORES DE INCNDIOCOM CARGA DE ESPUMA MECNICA

    1- Dados do Extintor de Incndio (Prova)

    IDENTIFICAO DO RECIPIENTE

    N_____________ Ms/Ano de Fabricao: _____________ Fabricante:________________ Carga Nominal (Cn):___________ [kg]

    IDENTIFICAO DA AMPOLA PARA O GS EXPELENTE (exclusivo para extintores de pressurizao indireta)

    N_____________ Ms/Ano de Fabricao: _____________ Fabricante:________________ Carga Nominal (Cn):___________ [kg]

    Pressurizao: ( ) Direta ( ) Indireta NOTA: Ensaio realizado na posio normal de operao.

    2- Dados do Extintor de Incndio (Contra-Prova)

    IDENTIFICAO DO RECIPIENTE

    N_____________ Ms/Ano de Fabricao: _____________ Fabricante:________________ Carga Nominal (Cn):___________ [kg]

    IDENTIFICAO DA AMPOLA PARA O GS EXPELENTE (exclusivo para extintores de pressurizao indireta)

    N_____________ Ms/Ano de Fabricao: _____________ Fabricante:________________ Carga Nominal (Cn):___________ [kg]

    Pressurizao: ( ) Direta ( ) Indireta NOTA: Ensaio realizado na posio normal de operao.

    3- Dados do Extintor de Incndio (Testemunha)

    IDENTIFICAO DO RECIPIENTE

    N_____________ Ms/Ano de Fabricao: _____________ Fabricante:________________ Carga Nominal (Cn):__________ [kg]

    IDENTIFICAO DA AMPOLA PARA O GS EXPELENTE (exclusivo para extintores de pressurizao indireta)

    N_____________ Ms/Ano de Fabricao: _____________ Fabricante:________________ Carga Nominal (Cn):__________ [kg]

    Pressurizao: ( ) Direta ( ) Indireta NOTA: Ensaio realizado na posio normal de operao.

    Grandeza Requisitos Norrnativos 1.- Prova 2.- Contra-Prova 3.- Testemunha

    A Massa do extintor de incndiocarregado [g]

    [Cn] Mn9 e 10 litros 50sB Tempo de descarga [s]

    50 litros 50s

    C Massa do extintor de incndiodescarregado com resduo [g]

    D Massa de carga expelida D = (A C) [g]

    E Massa do extintor de incndiodescarregado sem resduo [g]

    F Resduo de carga F = (C E) [g]

    G Carga real verificada G = (D + F) [g]

    H Tolerncia de carga H = (G x 100) 100 [%] (Cn)

    2%

    I Rendimento I = (D x 100) [%] G

    95 %

    Obs.:________________________________________________________________________________________________________________________________________________________Concluso: Confrontando-se os resultados acima, com as especificaes da NBR 12962,os ensaios foram considerados: ( ) APROVADOS ( ) REPROVADOSLocal/data:Operador: Responsvel pela Empresa

  • ENSAIO DE FUNCIONAMENTO DE EXTINTORES DE INCNDIOCOM CARGA DE DIXIDO DE CARBONO (CO2)

    1- Dados do Extintor de Incndio (Prova)

    IDENTIFICAO DO RECIPIENTE

    N_____________ Ms/Ano de Fabricao: _____________ Fabricante:________________ Carga Nominal (Cn):___________ [kg]

    NOTA: Ensaio realizado na posio normal de operao.

    2- Dados do Extintor de Incndio (Contra-Prova)

    IDENTIFICAO DO RECIPIENTE

    N_____________ Ms/Ano de Fabricao: _____________ Fabricante:________________ Carga Nominal (Cn):___________ [kg]

    NOTA: Ensaio realizado na posio normal de operao.

    3- Dados do Extintor de Incndio (Testemunha)

    IDENTIFICAO DO RECIPIENTE

    N_____________ Ms/Ano de Fabricao: _____________ Fabricante:________________ Carga Nominal (Cn):__________ [kg]

    NOTA: Ensaio realizado na posio normal de operao.

    Grandeza Requisitos Normativos 1.- Prova 2.- Contra-Prova 3.- Testemunha

    A Massa do extintor de incndiocarregado [g]

    [Cn] MnDe 1kg at 6kg 8sB Tempo de descarga [s]

    C Massa do extintor de incndiodescarregado com resduo [g]

    D Massa de carga expelida D = (A C) [g]6

    E Massa do extintor de incndiodescarregado sem resduo [g]

    F Resduo de carga F = (C E) [g]

    G Carga real verificada G =(D + F)

    [g]

    H Tolerncia de carga H = (G x 100) 100 [%] (Cn)

    + 0% / - 5%

    I Rendimento I = (D x 100) [%] (G)

    75%

    Obs.:________________________________________________________________________________________________________________________________________________________Concluso: Confrontando-se os resultados acima, com as especificaes da NBR 12962,os ensaios foram considerados: ( ) APROVADOS ( ) REPROVADOSLocal/data:Operador: Responsvel pela Empresa

  • ENSAIO DE FUNCIONAMENTO DE EXTINTORES DE INCNDIOCOM CARGA DE HALOGENADO

    1- Dados do Extintor de Incndio (Prova)

    IDENTIFICAO DO RECIPIENTE

    N_____________ Ms/Ano de Fabricao: _____________ Fabricante:________________ Carga Nominal (Cn):___________ [kg]

    IDENTIFICAO DA AMPOLA PARA O GS EXPELENTE (exclusivo para extintores de pressurizao indireta)

    N_____________ Ms/Ano de Fabricao: _____________ Fabricante:________________ Carga Nominal (Cn):___________ [kg]

    Pressurizao: ( ) Direta ( ) Indireta NOTA: Ensaio realizado na posi