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Baseando-se em informaes confidenciais, o prestig iado autor deste best- seller internacional revela dados novos e surpreendentes sobre a figura e a obra de Jesus de Nazar. Tudo comea quando um militar e cientista norte-ame ricano confia ao autor deste livro uma srie de documentos que co mprovam uma experincia prodigiosa: uma viagem no tempo permiti u ao protagonista presenciar, h quase dois mil anos, os ltimos dias de Jesus Cristo na Terra, desde a sua entrada em Jerusalm, at sua priso, julgamento, crucificao e ressurreio. Esta misteriosa e perturbante experincia, baptizad a pela NASA como Operao Cavalo de Tria teria sido realizad a em Israel, no mais completo secretismo e envolvendo sofisticada tecnol ogia de vanguarda. Trata-se de um relato objectivo e rigoroso, que imp ressiona, desde logo, pelos detalhes minuciosos dos acontecimentos desses dias, que tiveram uma importncia decisiva na evoluo da His tria da Humanidade. Operao Cavalo de Tria , assim, um livro onde se entrecruzam o passado e o presente, como se j no existissem o u, afinal, nunca tivessem existido fronteiras entre a fico e a r ealidade.

J. J. BENTEZ um dos mais populares escritores espanhis da act ualidade. Nascido em Navarra, h trinta e oito anos, foi jorn alista antes de se dedicar literatura. A sua primeira obra, Existi otra Humanidad, foi editada em 1975, seguindo-se, entre mais de duas de zenas de bestsellers internacionais, OVNIS: S.O.S. A La Humanidad (com m ais de 80 mil exemplares vendidos), El Enviado (mais de 100 m il exemplares), Los astronautas de Yav (mais de 30 mil exemplares) e E l misterio de la Virgen de Guadalupe (mais de 50 mil exemplares). Co m Operao Cavalo de Tria que, s em Espanha, conta j com mais de 300 mil exemplares vendidos -, J. J. Bentez aventura-se abertamente n o sugestivo universo dos livros-testemunho centrados em factos que tm p ermanecido ocultos ou esquecidos.

Prximo volume: Operao Cavalo de Tria II A continuao deste best-seller mundial. OPERAO CAVALO DE TRIA I''' J. J. BENTEZ Traduo de Fernando de SOUSA Ttulo original: Caballo de Troya Copyright (C) J. J. Bentez,1989 Publicado originalmente por Editorial Planeta, S. A . Difuso Cultural Sociedade Editorial e Livreira, Lda. Av. Almirante Reis, 260 3.o Esq. - 1000 Lisboa Capa Original: Antonio Diogo Reviso e Converso em PDF: Edu Lopes Imagem de Capa: Salvador Dalli

Sumrio Washington Mxico D. F. Tabasco Iucato Espanha Washington O DIRIO 30 de Maro, quinta-feira 31 de Maro, sexta-feira 1 de Abril, sbado 2 de Abril, domingo 3 de Abril, segunda-feira 4 de Abril, tera-feira 5 de Abril, quarta-feira 6 de Abril, quinta-feira 8 de Abril, sbado 9 de Abril, domingo

Assinalado com uma estrela, o ponto de contacto ond e pousou o mdulo, no cume do monte das Oliveiras. O crculo que aparece um pouco mais ao sul marca o ponto da encosta do monte onde foi instalado o acampamento de Jesus e seus discpulos, em Getsmani. Permaneci submerso na realizao de Operao Cavalo de Tria.) H ainda muitas outras coisas que Jesus fez. Se fossem escritas uma a uma, creio que o prprio m undo no poderia conter os livros que tinham de ser escritos. S. Joo, 21

WASHINGTON Pelo meu relgio eram trs da tarde. Faltavam duas horas para que o Cemitrio Nacional de Arlington fechasse as portas. Eu tinha gastado quase toda aquela segunda-feira, 12 de Outubro, em frente aos trs tmulos dos soldados desconhecidos e minscula e perptua chama alaranjada que d vida rstica laje cinzenta sob a qual repousam os despojos fnebres do presidente John Fitzgerald Ken nedy. Ainda que de tanto o ler j o tivesse decorado, mais uma vez con sultei o cdigo que o Major me entregara. Pela ensima vez examinei o macio sarcfago de mr more branco que se ergue na face leste do Anfiteatro Comemorati vo e constitui o monumento inicial e que mais sobressai do Tmulo ao Soldado Desconhecido. Na face este esculpiram trs figuras que simbolizam a Vitria, obtendo a Paz por meio da Coragem. Mas aqu ele painel no parecia estar relacionado com o meu cdigo... Lentamente, como mais um turista, contornei o cord o que encerra o reduzido trio rectangular e fui sentar-me em fre nte da face posterior do tmulo central, nos degraus de um pequ eno anfiteatro. Exausto, reli quanto tinha anotado. Na minha frente, a cinco metr os dos tmulos, um soldado de infantaria do Primeiro Batalho da Ve lha Guarda, com sede em Fort Myer, passava para cima e para baixo, espingarda ao ombro, a exibir a escura farda de gala. Ainda que a corrente de segurana me separasse uns dez metros daquela parte do tmulo, a legenda gravada no mrmo re podia ler-se com facilidade: Aqui repousa gloriosamente um soldado d os Estados Unidos que s Deus conhece.

Estar ali a chave?, perguntei-me, com nervosismo. A solitria sentinela, esgalgada e fria como a baio neta que rematava o seu brilhante mosqueto, tinha parado. Depois de uma breve pausa, rodou, mudando a espingarda de ombro. Segundos depo is percorria o mesmo caminho, parando em frente do tmulo. Ali rep etiu a mudana de posio da espingarda e, rodando de novo, reiniciou o seu solene desfile. O meu amigo, um major norte-americano, referia-se a o soldado que est de guarda, dia e noite, no cemitrio dos heri s, em Washington. A sentinela que vela diante do tmulo te revelar o ritual de Arlington, dizia a primeira frase da sua ltima car ta...

MXICO D. F. Mas ser justo que, antes de prosseguir com esta no va aventura, conte quando e em que circunstncias conheci o Majo r e como me vi envolvido numa das investigaes mais estranhas e f ascinantes de quantas empreendi. No ms de Abril de 1980, e por outras razes que n o vm a propsito, encontrava-me no Mxico (Distrito Federa l). Havia poucos meses que tinha escrito o meu primeiro livro acerca das descobertas dos cientistas da NASA sobre o Santo Sudrio, de Turim, e recordo que, numa das minhas intervenes na televiso asteca concretamente, no prestigiado e popular programa informativo de Jacob o Zabludowsky -, eu tinha comentado alguns pormenores sobre as horrvei s torturas a que fora submetido Jesus de Nazar. Para minha surpresa e da gente da Televiso, naquela noite registou-se uma torrente d e chamadas vindas dos pontos mais distantes da repblica e at de Mia mi e da Califrnia. De regresso ao hotel, a telefonista do Presidente C hapultepec passou-me uma chamada que nunca esquecerei. - o senhor J. J. Bentez? - Sou eu, diga... - O senhor J. J Bentez? - Sim, sou eu... Quem fala? - Vi-o no programa do senhor Zabludowsky e teria gr ande honra sepudesse falar consigo. - Bom, pois fale respondi quase mecanicamente, ao mesmo tempo que me deixava cair em cima da cama. Naqueles prime iros instantes confundi o meu interlocutor com o tpico curioso. E preparei-me para acabar com a conversa na primeira altura.

- Como j ter adivinhado pelo sotaque, sou estrang eiro... Sinceramente, ao ouvi-lo, impressionou-me o seu int eresse por Cristo. - Desculpe interrompi-o, procurando saber com quem estava a falar. - Como disse chamar-se? - No, no lhe disse o meu nome. E se o senhor me p ermite, dada a minha condio de antigo piloto da fora area nort e-americana, preferia no lho dar pelo telefone. Aquilo ps-me em guarda. Reflecti e procurei arruma r ideias. ..No sei qual o seu plano de trabalho no Mxico continuou, em tom muitssimo afvel -, mas talvez possa ser de grande interessepara si que nos encontremos. Que Ihe parece? - No sei hesitei. - Onde que o senhor se encon tra? - Estou a telefonar-lhe do estado de Tabasco. Tem a lguma viagemprevista a esta regio? - Francamente, no, mas... Mais uma vez me deixei guiar pela intuio. Um anti go piloto da USAF ? Podia ser interessante... A experincia como investigador tem-me ensinado a a ceitar o risco. Que tinha eu a perder com aquela entrevista? - Pode esclarecer-me j alguma coisa? - insinuei, s em reprimir a curiosidade. - No... Acredite. Por telefone, no posso... Mas h mais, no desejo engan-lo e desde j lhe digo que nessa primeira co nversa, se que vir a dar-se, provavelmente no obter grandes conclus es. No entanto, insisto em que nos encontremos... - Est bem interrompi, com alguma indelicadeza. - Aceito.

Onde e quando nos vemos? - Pode vir a Villahermosa? At sbado estarei aqui. Conhece a cidade? - Sim, conheo respondi, um tanto contrariado. Se a memria no me falhava, em Julho de 1977, Raqu el e eu tnhamos visitado a zona arqueolgica de Palenque, no estado de Chiapas, e as colossais cabeas olmecas de Villahermosa. Por m, encontrava-me agora no Distrito Federal, a mil quilmetros da tr rida regio tabasquenha. - Acha bem sexta-feira, dia dezoito? - Um momento. Deixe-me ver a agenda... A verdade que eu j sabia no haver compromisso a lgum para a referida sexta-feira. Mas o facto de ter de viajar at Tabasco, sem garantias nem referncias sobre a pessoa com quem p retendia encontrar-me tinha-me irritado. E procurei rapidamente qualquer desculpa que me livrasse de to disparatada viagem. Foram uns segun dos tensos. Por um lado, o instinto jornalstico puxava-me para Villah ermosa. Por outro, a sensatez comeara a minar o meu frgil entusiasmo. Felizmente paramim, imps-se o primeiro e aceitei. - Muito bem. Creio que h um avio que parte do Mx ico pela umada manh. Onde o posso encontrar? - Conhece o Parque de la Venta? O homem devia ter notado as minhas dvidas e acresc entou: - O das cabeas olmecas... - Conheo, sim. - Estarei sua espera junto do Grande Altar...

- Mas como vou conhec-lo? - No se preocupe. Aquela certeza deixou-me fascinado. .. O mais provvel concluiu que eu o reconhe a primeiro. - Est bem. Em todo o caso, levarei um livro na mo ... - Como quiser. - Ento... at sexta-feira. - ptimo. Muito obrigado por atender o meu pedido. - Tiv