SMAR - Redes Industriais

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  • 8/3/2019 SMAR - Redes Industriais

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    R - Redes Industriais

    I.Artigos TecnicosI. Blogs SYSTEM302 - Sistema de Controlede ProcessosI. Premios e ReconhecimentosI. Medi~o de Pressiio e VaziioI. Medl~o de TemperaturaI. Medi~o de DensidadeI. Medi~o de Nive lI. Posicionadores de ValvulaI. Manutenl;io e Dlagn6stlcoI. Suporte Tecnico SMARI. Junte-se a NOs!I. SuporteI. NotrclasI. TreinamentoI. Solul;oes de IndustriasI. FaleConoscoI. PesquisarI. Unidade M6velI. PATSI. SMAR Collection

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    I Proximos TreinamentosABRILTC-125- Treinamento emlnstrumentacao Basica paraConlrolede ProcessosTC-204- TreinamentoSYSTEM302Manulenliio FOUNDATION FieldbusTC-205- Treinamenlo Operacional emPlanta Dldatlca PD-3

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    Redes Industriais

    Cesar CassiolatoDiretor de Engenharia de Projetos e SeN ir ;o s , Marketing e Qua/idade

    SMAR Equipamentos Industriais [email protected]

    Introdu~ao

    A necessidade de automacac na industria enos mais diversos segmentos esta associ ada, entre diversosaspectos, as possibilidades de aumentar a velocidade de processamento das lnformaeoes, uma vez que asoperacoes estao cada vez mais complexas e varlavels, necessitando de um grande numero de controles emecanismos de regula~ao para permitir decisiies mais ageis e, portanto, aumentar os niveis de produtividade eeficiencia do processo produtivo dentro das premissas da excelancla operacional.A automaeao permite economias de energia, forea de trabalho e rnaterlas-prlmas, um melhor controle dequalidade do produto, maior utiliza~iio da planta, aumenta a produtividade e a sequranea operacional. Emessenela, a automacao nas lndustr las permite elevar os niveis de cont inu idade e de controle global do processocom maior ef ic iencia, aproximar ao maximo a prooucao real a capacidade nominal da planta, ao reduzir ao minimapossivel as horas paradas, de manutencao corretiva e a falta de materia-prima.Alam disso, com 0 advento dos sistemas de automacao baseado em redes de campo e tecnologia digi ta l, pode-seter var ies beneficios em termos de manutencao e aumentar a disponibi lidade e sequranea operacional . E ainda, aautomacao extrapola os l imi tes de chao de fabr ica, ela cont inua ap6s 0 produto acabado, atingindo fronteiras maisabrangentes; a autornacao do neg6cio.

    Figura 1 - A automal;i lo extrapola os IImltes dechilo de fabrlca, ela continua ap6s 0produto acabado, atlnglndo frontelras malsabrangentes; a automa!;ilo do neg6cio.

    A solucao completa deve prover uma metodologia de gestiio da industria de forma transparente e garantir quetodos os esforcos sejam direcionados para se at ingir a meta estabelecida, fac il itando a tomada de decis iio quandoha mudancas relevantes ao desempenho dos indicadores ou um desvio em relaeao ao planejado.Usuartos e clientes entao devem estar atentos na escolha e defini~iio de um sistema de automacae e controle,onde esta definiciio deve levar em conta varlos crlterlos e que possa estar em sincronismo com 0 avaneotecnol6gico.Quanto mais informacao, melhor uma planta pode ser operada e sendo assim, mais produtos pode gerar e maislucrativa pode ser. A informaciio digital e os sistemas verdadeiramente abertos permitem que se coletelnforrnacoes dos mais diversos tipos e finalidades de uma planta, de uma forma lnteroperavel e como ninguamjamais imaginou e neste sentido, com a tecnologia Fieldbus (Foundation field bus, Profibus, HART, DeviceNet, Asi,etc.) pode-se transformar preciosos bits e bytes em um relacionamento lucrativo e obter tarnbem um ganhoqualitativo do sistema como um todo. Nao basta apenas pensar em barramento de campo, deve-se estar atentoaos beneficios gerais que um sistema de automacao e controle possa proporcionar.A revolueao da comunlcacao industrial na tecnologia da automacao esta revelando um enorme potencial naotlmlzaeao de sistemas de processo e tem feito uma impor tante contribuicao na direcao da melhoria no uso derecursos. Veremos a seguir alguns deta lhes e redes indust riais que tornecerao uma sxpucacao detalhada de comoestas redes agem como 0elo de ligaciio central no fluxo de lnformacoes na autornacao.

    16/04/2011 15:12

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    TC-330- Treinamento em ConfiguraC1lo& ManutenC1lode SistemaAuditFlowMAIOTC-127- Treinamento em ControladorL6gicoTC-211- Treinamento em ControladorProgramavel HSE DF75TC-227- Treinamento em SYSTEM302Aplicado a TecnologiaFoundationFieldbusTC-228- Treinamento em SYSTEM302Aplicado a TecnologiaPROFIBUSJUNHOTC-123 - Treinamento em ControleAutomatico de ProcessosTC-210 - Treinamento em SYSTEM302ManutenC1loPROFIBUSTC-212 - Treinamento em SYSTEM302Visao Geral da TecnologiaPROFIBUS

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    Confiliveis

    Disponibilidade e CompetAncia 24h.., Asslstencla Tecnlca.., InstalaC1loe Montagem.., Pre-Comissionamento eComissionamento.., Testesde Malhas.., Start- Up.., operacao Assistida.., Revis6es.., Metrologia.., Treinamento.., Consultoria em Projetos.., Plano Diretor de AutomaC1lo

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    A tecnologia da informa"ao tem side determinante no desenvolvimento da tecnologia da automacao alterandohierarquias e estruturas nos mais diversos ambientes industriais assim como setores, desde as indilstrias deprocesso e manufatura ate pred ios e sistemas logist icos. A capacidade de comunlcacao entre d ispositivos e 0 usode mecanismos padronizados, abertos e transparentes sao componentes indispensaveis do conceito deautomacao de hoje. A cornunlcacao vem se expand indo rapidamente no sentido hor izontal nos niveis infer iores(field levef j, assim como no sentido vertical integrando todos os niveis hlerarqulcos, De acordo com ascaracteristicas da apllcaeao e do custo maximo a ser atingido, uma cornblnaeao gradual de diferentes sistemas decornunicacao oferece as condlcoes ideais de redes abertas em processos industriais.

    N l:~do _._

    Figura 2 - Nlvels da plrAmlde de automa!;iioAnalisando a figura 2, vemos que no nlvel de atuadores/sensores existem algumas redes industriais, ondepodemos citar a AS-Interface (AS-i) onde os sinais blnarios de dados sao transmitidos via um barramentoext remamente simples e de baixo custo, juntamente com a al lmentacao (24 Vdc) necessar ia para al imentar estesmesmos sensores e atuadores. Outra caracter is tica importante e que os dados sao transmitidos cic licamente, deuma maneira extremamente eficiente e raplda, Veremos mais detalhes posteriormente.No nivel de campo, a periferia distribuida, tais como m6dulos de Entrada/Saida (E/S), transdutores, acionamentos(drives), valvu lae e palnels de operacao, comunicam-se com sistemas de automaeao via um ef ic iente sistema decomunlcaeao em tempo real (PROFIBUS-DP ou PA, Foundat ion Fieldbus, HART, etc.) . A transrnlssao de dados doprocesso e diagnosti cos e efetuada ciclicamente, enquanto alarmes, parametros e tarnbern diagnosticos saotransmitidos aciclicamente, somente quando necessarto,No nivel de celula, os controladores programaveis, tais como CLP's e PC's comunicam-se uns com os outros, 0que requer grandes pacotes de dados e um grande nilmero de funlfoes poderosas de comunlcacao. Alem disto,uma integra, .ao ef ic iente aos sistemas de comunlcacao corporat ivos existentes, tais como: In tranet , Internet eEthernet e um requisito absolutamente mandat6rio, 0 que var las redes podem suprir . A rede PROFlnet , HSE (HighSpeed Ethernet ), Ethernet IP, suportam dispositivos de campo simples e apucacees de tempo critico, bem como aintegralfao de sistemas de automacao distribuidos baseados em componentes.

    II'Tempo de-Transm[s'~ao IFrelJ,uencie de 'Transmissiloolume de!l"dos.

    I En!erpriS

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    R - R ed es In du stria is

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    Umpouco de historiaOs primeiros sistemas de autornacao foram desenvolvidos no final do seculo XIX durante a revolueao industrial.o t rabalho que era manual passou a ser real izado por maquinas dedicadas e customizadas a uma determinadatarefa visando cada vez mais 0 aumento da produtividade e eficil!ncia. As fun~oes de controle eramimplementadas at raves de disposi tivos rnecanlcos que automat izavam algumas tarefas cr iticas e repeti tivas.Estes disposit ivos eram desenvolvidos para cada tarefa e devido a natureza meciinica dos mesmos, tinham vidautiI reduzida e alta manu teneao,Posteriormente, com 0 advento dos reles e contatores, estes dispositivos foram substituldos e apareceramdisposit ivos autornatlcos em l inhas de montagens, dando um grande passe na epoca. A 16gica a reles viabi lizou 0desenvolvimento de fun~oes de controle mais complexas e sofisticadas.Ap6s a segunda guerra mundial , houve um avanco tecnol6gico e apareceram as rnaquinas por comando numericoe os sistemas de controle na industria de processo, assim como 0 conceito de referl!ncia de tensao paralnstrumentaeao anal6gica. Aparecem os primeiros circuitos integrados, os Cis, que proporcionaram 0desenvolv