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PROFESSOR ESCOLA ANO TURMA Material de Divulgação da Editora Moderna a na rn er de od Mo a M ra ora to dit Ed a E da d o ão açã ga lg ul vu Div D e de al d ia ri ter at Ma M M EJA PLANEJAMENTO INTERATIVO CÓDIGO DA COLEÇÃO 25047COL06 EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS HISTÓRIA CONEXÕES COM A

Sugestao Planejamento EJA

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  • PROFESSOR

    ESCOLA

    ANO TURMA

    Material de Divulgao da Editora ModernaMaterial de Divulgao da Editora ModernaMaterial de Divulgao da Editora ModernaMaterial de Divulgao da Editora ModernaMaterial de Divulgao da Editora ModernaMaterial de Divulgao da Editora ModernaMaterial de Divulgao da Editora ModernaMaterial de Divulgao da Editora ModernaMaterial de Divulgao da Editora ModernaMaterial de Divulgao da Editora ModernaMaterial de Divulgao da Editora ModernaMaterial de Divulgao da Editora ModernaMaterial de Divulgao da Editora ModernaMaterial de Divulgao da Editora ModernaMaterial de Divulgao da Editora ModernaMaterial de Divulgao da Editora ModernaMaterial de Divulgao da Editora ModernaMaterial de Divulgao da Editora ModernaMaterial de Divulgao da Editora ModernaMaterial de Divulgao da Editora ModernaMaterial de Divulgao da Editora ModernaMaterial de Divulgao da Editora ModernaMaterial de Divulgao da Editora ModernaMaterial de Divulgao da Editora ModernaMaterial de Divulgao da Editora ModernaMaterial de Divulgao da Editora ModernaMaterial de Divulgao da Editora ModernaMaterial de Divulgao da Editora ModernaMaterial de Divulgao da Editora ModernaMaterial de Divulgao da Editora ModernaMaterial de Divulgao da Editora ModernaMaterial de Divulgao da Editora ModernaMaterial de Divulgao da Editora ModernaMaterial de Divulgao da Editora ModernaMaterial de Divulgao da Editora ModernaMaterial de Divulgao da Editora Moderna

    EJAPLANEJAMENTOINTERATIVO

    CDIGO DA COLEO

    25047COL06

    EDUCAO DE JOVENS E ADULTOS

    Professor, acesse o blog Moderna e conte uma experincia marcante sobre sua atuao com jovens do Ensino Mdio. Sua histria nos ajudar a produzir os programas da srie Nota 10 Enem do canal Futura.

    www.moderna.com.br 0800 770 7653

    A GENTE PENSA, INOVA E FAZ MAIS PELO PROFESSOR.

    FAZ AT UMA SRIE SOBRE O ENEM COM O CANAL FUTURA.

    Blog: pnld.moderna.com.br

    A Editora Moderna tem redes sociais estruturadas para que professores, alunos, pais e gestores possam contar com servios e informaes completas sobre nossos projetos educacionais. E, a partir do segundo semestre de 2011, a Moderna estar ainda mais prxima de seu pblico, atravs do programa Nota 10 Enem, resultado da parceria com o canal Futura. A bandeira da Editora Moderna reconhecer a importncia do Enem como um dos indicadores para a melhoria da qualidade do Ensino Mdio no pas. Sabemos que uma educao de qualidade um processo complexo, por isso trabalhamos para que professores, alunos, famlia e diretores tenham todas as possibilidades de construir uma educao de valor.

    A SRIE DE TV QUE V E OUVE O PROFESSOR.

    AF AN Futura Moderna 20.4x27.5.indd 1 4/6/11 10:18:30 AM

    HISTRIACONEXES COM A

    Historia_Conexoes_EJA_FINAL.indd 1 20/04/11 6:21:37 PM

  • EDUCAO DE JOVENS E ADULTOS

    CONHEA NOSSA PROPOSTA COMPLETA PARA EJA

    CONEXES COM AFSICABlaidi SantAnnaGloria MartiniHugo Carneiro ReisWalter Spinelli

    Autores que so fenmenos em sala de aula e no Enem.

    CDIGO DA COLEO

    25050COL22

    FSICACINCIA E TECNOLOGIACarlos Magno A. TorresNicolau Gilberto FerraroPaulo Antonio de Toledo Soares

    A dinmica perfeita entre cincia e cotidiano.

    CDIGO DA COLEO

    25052COL22

    BIOLOGIAJos Mariano AmabisGilberto Rodrigues Martho

    A seleo natural clara: s as obras mais adaptadas se destacam no atual mundo dos jovens.

    CDIGO DA COLEO

    25035COL20

    QUMICANA ABORDAGEM DO COTIDIANOFrancisco Miragaia PeruzzoEduardo Leite do Canto

    A mistura de grandes talentos em uma coleo que um laboratrio para a vida.

    CDIGO DA COLEO

    25073COL21

    CONHEA NOSSA PROPOSTA COMPLETA PARA EJA CONHEA NOSSA PROPOSTA COMPLETA PARA EJA

    CONEXES COM AHISTRIAAlexandre AlvesLetcia Fagundes de Oliveira

    Mais que uma fonte histrica, um registro indispensvel para suas aulas.

    CDIGO DA COLEO

    25047COL06

    HISTRIADAS CAVERNAS AO TERCEIRO MILNIOPatrcia Ramos BraickMyriam Becho Mota

    Uma viagem pela histria com passaporte para o futuro.

    CDIGO DA COLEO

    25022COL06

    Historia_Conexoes_EJA_FINAL.indd 2 20/04/11 6:21:59 PM

  • PNLD 2012

    FREEWAYEditora responsvel: Veronica Teodorov

    Richmond a marca de Ingls da Editora Moderna.

    CDIGO DA COLEO

    25074COL33

    UPGRADEEditora responsvel: Gisele Aga

    Richmond a marca de Ingls da Editora Moderna.

    CDIGO DA COLEO

    25185COL33

    FILOSOFANDOINTRODUO FILOSOFIAMaria Lcia de Arruda AranhaMaria Helena Pires Martins

    Um novo olhar para construir identidades e exercer a cidadania.

    CDIGO DO LIVRO

    28886L2928

    CDIGO DA COLEO

    25142COL01

    PORTUGUSCONTEXTO, INTERLOCUO E SENTIDOMaria Luiza M. AbaurreMaria Bernadete M. AbaurreMarcela Pontara

    Um trio de autoras que virou sinnimo de educao.

    CDIGO DA COLEO

    25058COL05

    CONEXESESTUDOS DE GEOGRAFIA GERAL E DO BRASILLygia TerraRegina ArajoRaul Borges Guimares

    Uma inovao que ultrapassa a fronteira da sala de aula.

    PORTUGUSLITERATURA GRAMTICA PRODUO DE TEXTOLeila Lauar SarmentoDouglas Tufano

    Uma coleo com os melhores predicados da Lngua Portuguesa.

    CDIGO DA COLEO

    25143COL01

    CONEXES COM AMATEMTICAEditora responsvel:Juliane Matsubara Barroso

    A soma de experincias vista por um ngulo inovador.

    CDIGO DA COLEO

    25042COL02

    MATEMTICAPAIVAManoel Paiva

    A Matemtica a toda prova.

    CDIGO DA COLEO

    25117COL02

    AMPLIAR PERSPECTIVAS, CONSTRUIR UM NOVO MUNDO.

    Historia_Conexoes_EJA_FINAL.indd 3 20/04/11 6:22:33 PM

  • EDUCAO DE JOVENS E ADULTOS

    NOSSAS OBRAS E AUTORES PENSAM COMO VOC.ENTRAR EM SALA DE AULA E FAZER ACONTECER:

    Caro professor,

    A Educao de Jovens e Adultos (EJA) considerada uma modalidade de ensino adequada s situaes, per s e s variadas faixas etrias desse pblico, para quem deve ser proposto um modelo pedaggico espec co. Os tempos e ritmos de aprendizagem dos adultos so diferentes daqueles identi cados em crianas e adolescentes. Por outro lado, o currculo de EJA deve contemplar os mesmos componentes curriculares do Ensino Mdio regular, seguindo as diretrizes nacionais.

    Dessa forma, o professor tem um papel decisivo na mediao entre o currculo, seus alunos e a prtica em sala de aula. Isso implica seleo do contedo e adequao das formas de abordagem dos temas selecionados. Os contedos clssicos tm sua importncia diminuda, dando lugar a temas relacionados com o cotidiano dos alunos e o universo do trabalho. No se trata de reduzir contedos, mas de selecion-los de acordo com essas premissas.

    O livro didtico uma das principais ferramentas do professor na seleo de contedos e escolha da metodologia e formas de abordagem em sala de aula. Para isso, alguns cuidados gerais so necessrios na mediao da utilizao desse material para o pblico de EJA:

    O contedo, baseado nos parmetros curriculares nacionais, deve visar a uma ao educativa que aproveite o saber cotidiano dos alunos, muitas vezes advindo do senso comum, e problematiz-lo, buscando a re exo crtica e a possibilidade de superao e aquisio de novos conhecimentos.

    As atividades devem ser adequadas faixa etria, evitando sua infantilizao, buscando a compreenso dos contedos e a construo de novos conceitos. Essas atividades devem envolver contextos signi cativos para os alunos em sua aproximao com a disciplina e no podem demandar muito tempo para estudos fora do ambiente escolar.

    Este Planejamento Interativo busca enfocar os principais aspectos dos captulos essenciais dos livros, tendo em vista abordagens pertinentes ao pblico de EJA, a partir de conhecimentos prvios dos alunos. Esta coleo segue a tradicional periodizao histrica, buscando, entretanto, discutir conceitos e apresentar mudanas que ocorreram na interpretao histrica. Para isso, apresenta uma grande variedade de fontes.

    Os textos so acompanhados por vrios tipos de documento (escritos, testemunhos, reproduo de pinturas, fotos etc.). O contato com variadas fontes histricas pode proporcionar aos alunos uma re exo muito alm do contedo da disciplina, pois promove a apreenso de conceitos e ferramentas da Histria. Jovens e adultos trazem uma viso mais cristalizada do mundo. O professor pode utilizar a seo Controvrsias para estimular o debate e confrontar diferentes posies. No nal de cada captulo, a seo Atividades no apenas retoma os temas do momento, mas tambm os sistematiza e articula com outros contedos j estudados, facilitando o trabalho do professor.

    Bom trabalho!

    ALEXANDRE ALVESLETCIA FAGUNDES DE OLIVEIRA

    HISTRIACONEXES COM A

    Historia_Conexoes_EJA_FINAL.indd 4 20/04/11 6:22:36 PM

  • Histria PNLD 2012

    VOLUME 1 DAS ORIGENS DO HOMEM CONQUISTA DO NOVO MUNDOCAPTULO 1 A PRODUO DO CONHECIMENTO HISTRICO

    CONTEDO OBJETIVOS METODOLOGIA AVALIAO ORIENTAES DIDTICAS

    A Histria e a interpretao do passado

    Tempo, memria e Histria.

    Entender a importncia da Histria e o processo de produo do conhecimento histrico.

    Compreender o vnculo da Histria com outras disciplinas.

    Analisar a relao entre tempo, Histria e memria.

    Discutir com os alunos o conceito de Histria e o papel dos historiadores.

    Introduzir conceitos de tempo e cronologia, buscando relacionar os conceitos da rea e a percepo dos alunos.

    Abordar as relaes entre Histria e memria, relacionando a experincia pessoal dos alunos e a utilizao da memria como fonte histrica.

    Seo Questes: utilizao dos docs. (p. 13 e 17).Seo Atividades: Retomar contedos e Ler textos e imagens (p. 18 e 19).

    A seo Questes serve de ponto de partida para uma discusso com os alunos sobre as concepes de tempo e de Histria, buscando mobilizar seus conhecimentos prvios por meio de questionamentos.

    Utilize a seo Atividades como uma forma de avaliar a compreenso dos alunos sobre o contedo das aulas (Retomar contedos) e a leitura de documentos diversos (Ler textos e imagens).

    JANEIRO

    D S T Q Q S S 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 311 CONFRATERNIZAO UNIVERSAL

    FEVEREIRO

    D S T Q Q S S 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 2921 CARNAVAL

    MAIO

    D S T Q Q S S 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 311 DIA DO TRABALHO

    JUNHO

    D S T Q Q S S 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 307 CORPUS CHRISTI

    MARO

    D S T Q Q S S 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31

    ABRIL

    D S T Q Q S S 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 6 PAIXO DE CRISTO 8 PSCOA 21 TIRADENTES

    JULHO

    D S T Q Q S S 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31

    AGOSTO

    D S T Q Q S S 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31

    NOVEMBRO

    D S T Q Q S S 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 2 FINADOS 15 PROCLAMAO DA REPBLICA

    SETEMBRO

    D S T Q Q S S 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 307 INDEPENDNCIA DO BRASIL

    DEZEMBRO

    D S T Q Q S S 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 3125 NATAL

    CALENDRIO 2012

    OUTUBRO

    D S T Q Q S S 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 3112 N. SRA. APARECIDA

    CONTEDOApresenta os eixos essenciais que devem ser abordados em cada captulo para orientar o seu planejamento pedaggico.

    OBJETIVOSDe ne as principais competncias exigidas para a assimilao dos contedos do captulo.

    ORIENTAES DIDTICASTraz indicaes de uso dos recursos propostos, com base nas sugestes do Suplemento para o professor e na vivncia em sala de aula.

    METODOLOGIAAborda os processos

    indicados para a exposio dos contedos.

    AVALIAOSeleciona textos, questes e atividades para promover o acompanhamento do aprendizado dos estudantes.

    ORGANIZAO DO MATERIAL

    Historia_Conexoes_EJA_FINAL.indd 5 20/04/11 6:22:36 PM

  • EDUCAO DE JOVENS E ADULTOS

    JANEIRO1 D 2 S3 T4 Q5 Q6 S7 S8 D9 S

    10 T11 Q12 Q13 S14 S15 D16 S17 T18 Q19 Q20 S21 S22 D23 S24 T25 Q26 Q27 S28 S29 D30 S31 T

    1 CONFRATERNIZAO UNIVERSAL

    FEVEREIRO 1 Q2 Q3 S4 S5 D6 S7 T8 Q9 Q

    10 S11 S12 D13 S14 T15 Q16 Q17 S18 S19 D20 S21 T22 Q23 Q24 S25 S26 D27 S28 T29 Q

    21 CARNAVAL

    JUNHO1 S2 S3 D4 S5 T6 Q7 Q8 S9 S

    10 D11 S12 T13 Q14 Q15 S16 S17 D18 S19 T20 Q21 Q22 S23 S24 D25 S26 T27 Q28 Q29 S30 S

    7 CORPUS CHRISTI

    MAIO1 T2 Q3 Q4 S5 S6 D7 S8 T9 Q

    10 Q11 S12 S13 D14 S15 T16 Q17 Q18 S19 S20 D21 S22 T23 Q24 Q25 S26 S27 D28 S29 T30 Q31 Q

    1 DIA DO TRABALHO

    ABRIL1 D2 S3 T4 Q5 Q6 S7 S8 D9 S

    10 T11 Q12 Q13 S14 S15 D16 S17 T18 Q19 Q20 S21 S22 D23 S24 T25 Q26 Q27 S28 S29 D30 S

    6 PAIXO DE CRISTO8 PSCOA21 TIRADENTES

    MARO1 Q2 S3 S4 D5 S6 T7 Q8 Q9 S

    10 S11 D12 S13 T14 Q15 Q16 S17 S18 D19 S20 T21 Q22 Q23 S24 S25 D26 S27 T28 Q29 Q30 S31 S

    6

    PLANEJAMENTO 2012

    Historia_Conexoes_EJA_FINAL.indd 6 20/04/11 6:22:37 PM

  • Histria PNLD 2012

    JULHO1 D2 S3 T4 Q5 Q6 S7 S8 D9 S

    10 T11 Q12 Q13 S14 S15 D16 S17 T18 Q19 Q20 S21 S22 D23 S24 T25 Q26 Q27 S28 S29 D30 S31 T

    AGOSTO1 Q2 Q3 S4 S5 D6 S7 T8 Q9 Q

    10 S11 S12 D13 S14 T15 Q16 Q17 S18 S19 D20 S21 T22 Q23 Q24 S25 S26 D27 S28 T29 Q30 Q31 S

    OUTUBRO1 S2 T3 Q4 Q5 S6 S7 D8 S9 T

    10 Q11 Q12 S13 S14 D15 S16 T17 Q18 Q19 S20 S21 D22 S23 T24 Q25 Q26 S27 S28 D29 S30 T31 Q

    12 N. SRA. APARECIDA

    SETEMBRO1 S2 D3 S4 T5 Q6 Q7 S8 S9 D

    10 S11 T12 Q13 Q14 S15 S16 D17 S18 T19 Q20 Q21 S22 S23 D24 S25 T26 Q27 Q28 S29 S30 D

    7 INDEPENDNCIA DO BRASIL

    DEZEMBRO1 S2 D3 S4 T5 Q6 Q7 S8 S9 D

    10 S11 T12 Q13 Q14 S15 S16 D17 S18 T19 Q20 Q21 S22 S23 D24 S25 T26 Q27 Q28 S29 S30 D31 S

    25 NATAL

    NOVEMBRO1 Q2 S3 S4 D5 S6 T7 Q8 Q9 S

    10 S11 D12 S13 T14 Q15 Q16 S17 S18 D19 S20 T21 Q22 Q23 S24 S25 D26 S27 T28 Q29 Q30 S

    2 FINADOS15 PROCLAMAO DA REPBLICA

    7

    PLANEJAMENTO 2012

    Historia_Conexoes_EJA_FINAL.indd 7 20/04/11 6:22:38 PM

  • 8EDUCAO DE JOVENS E ADULTOS

    PLANEJAMENTO INTERATIVO

    VOLUME 1 DAS ORIGENS DO HOMEM CONQUISTA DO NOVO MUNDOCAPTULO 1 A PRODUO DO CONHECIMENTO HISTRICO

    CONTEDO OBJETIVOS METODOLOGIA AVALIAO ORIENTAES DIDTICAS

    A Histria e a interpretao do passado

    Tempo, memria e Histria.

    Entender a importncia da Histria e o processo de produo do conhecimento histrico.

    Compreender o vnculo da Histria com outras disciplinas.

    Analisar a relao entre tempo, Histria e memria.

    Discutir com os alunos o conceito de Histria e o papel dos historiadores.

    Introduzir conceitos de tempo e cronologia, buscando relacionar os conceitos da rea e a percepo dos alunos.

    Abordar as relaes entre Histria e memria, relacionando a experincia pessoal dos alunos e a utilizao da memria como fonte histrica.

    Seo Questes: utilizao dos docs. (p. 13 e 17).Seo Atividades: Retomar contedos e Ler textos e imagens (p. 18 e 19).

    A seo Questes serve de ponto de partida para uma discusso com os alunos sobre as concepes de tempo e de Histria, buscando mobilizar seus conhecimentos prvios por meio de questionamentos.

    Utilize a seo Atividades como uma forma de avaliar a compreenso dos alunos sobre o contedo das aulas (Retomar contedos) e a leitura de documentos diversos (Ler textos e imagens).

    CAPTULO 2 CIVILIZAES DO NILO E DA MESOPOTMIA

    CONTEDO OBJETIVOS METODOLOGIA AVALIAO ORIENTAES DIDTICAS

    Mesopotmia: o comeo da civilizao

    A centralizao do Egito faranico

    A religio no Egito antigo

    A civilizao nbia

    Compreender o processo de centralizao poltica do Egito e a relao entre Estado e religio nessa sociedade.

    Estabelecer comparaes nos aspectos polticos, econmicos e sociais entre o Egito, a Mesopotmia e a Nbia.

    Entender o papel da escrita para essas sociedades.

    Discutir com os alunos a importncia das primeiras civilizaes nos continentes africano e asitico.

    Explorar os exerccios que tratam da importncia da escrita na organizao dessas sociedades.

    Formar grupos de discusso, incentivando-os a analisar os textos e os documentos.

    MODERNA DIGITAL:Mapa animado:Origens da agricultura e da pecuria (8000 a.C. - 3000 a. C.).

    Seo Questes: utilizao dos docs. (p. 49, 50, 53, 57, 58 e 61).

    Seo Atividades: Retomar contedos e Ler textos e imagens (p. 62).

    Prepare uma aula expositiva sobre o processo de formao dessas civilizaes e incentive os alunos a fazer comparaes com a poca atual, com base no seu repertrio pessoal.

    Promova discusses espec cas sobre a importncia da escrita e as relaes entre religio, sociedade e Estado.

    Mobilize os conhecimentos prvios dos alunos na seo Controvrsias para discutir o cdigo de Hamurbi (p.50).

    CAPTULO 5 A CIVILIZAO GREGA

    CONTEDO OBJETIVOS METODOLOGIA AVALIAO ORIENTAES DIDTICAS

    As primeiras civilizaes da Grcia

    A Grcia homrica e o herosmo na guerra

    A formao da plis grega e a inveno da democracia

    O universo cultural da plis

    A crise das pleis e a conquista macednica

    Compreender o processo de formao da democracia ateniense.

    Diferenciar a organizao social e poltica das cidades de Esparta e Atenas.

    Exposio do processo de formao da civilizao grega e sua importncia no mundo ocidental, abordando os aspectos sociais e sua in uncia at os dias de hoje.

    Utilizar os textos e docs. do captulo e discutir historicamente os conceitos de democracia e oligarquia.

    MODERNA DIGITAL:Mapa animado:A Guerra do Peloponeso e o perodo das hegemonias (431 a.C. - 406 a.C.).

    Seo Questes: utilizao dos docs. (p. 110, 113, 119 e 123).

    Seo Analisar um documento histrico (p. 114).Seo Controvrsias (p. 124 e 125).

    Seo Atividades: Retomar contedos e Ler textos e imagens (p. 128).

    A discusso sobre a democracia ateniense e a oligarquia espartana deve partir do entendimento que os alunos tm desses conceitos, para ento abordarem-se as diferenas histricas.

    Utilize os textos da seo Controvrsias para promover um debate com a turma: divida os alunos em dois grupos, cada um defendendo uma das posies. Pea que produzam um texto com os registros (p. 124 e 125).

    CONHEA NOSSOS RECURSOS PEDAGGICOS NO PORTAL: www.modernadigital.com.br

    Professor, leia as sugestes de avaliao desta coleo no Suplemento para o Professor.Consulte tabela com indicaes de slides em Powerpoint nas pginas 18 a 23. Todos os slides podem ser encontrados no site www.modernadigital.com.br

    Historia_Conexoes_EJA_FINAL.indd 8 20/04/11 6:22:38 PM

  • 9PLANEJAMENTO INTERATIVO

    Histria PNLD 2012

    CAPTULO 6 ROMA E A ANTIGUIDADE TARDIA

    CONTEDO OBJETIVOS METODOLOGIA AVALIAO ORIENTAES DIDTICAS

    A polmica origem de Roma

    A Repblica Romana

    O nascimento de um imprio universal

    Homens livres, escravos e o cotidiano em Roma

    A crise do Imprio Romano

    O m do Imprio Romano

    Compreender a formao da civilizao romana.

    Entender os con itos sociais e a luta pela cidadania em Roma.

    Explicar o processo de uni cao e fragmentao do Imprio Romano.

    Entender as transformaes sociais durante o Imprio Romano e o contexto de surgimento do cristianismo.

    Abordar o processo de formao da civilizao romana a partir da Repblica e do Imprio.

    Explorar o contraponto da escravido em discusso com a turma, com base nos docs. histricos sobre a escravido em Roma e nas ideias propostas pelos alunos sobre o assunto.

    MODERNA DIGITAL:Mapa animado: Domnios romanos entre os sculos II e I a.C. (149-30 a.C.).

    Seo Questes: utilizar os docs. (p. 132, 135, 138, 142, 148 e 150).

    Seo Analisar um documento histrico (p. 151).Seo Controvrsias (p. 143).Seo Ampliando conhecimentos (p. 144 e 145).Seo Questes de vestibular e Enem (p. 158 e 159).

    Seo Dilogos com a arte (p. 154 e 157).

    Seo Atividades: Retomar contedos e Ler textos e imagens (p. 152 e 153).

    Para discutir as diferenas e os fatores que levaram ao m da Repblica e, posteriormente, ao m do Imprio Romano, explore os documentos que tratam dos vrios con itos sociais em Roma, principalmente aqueles relacionados plebe e aos escravos (doc. 9, p. 136; seo Controvrsias, p. 143)

    Veja a seo Sugestes com indicaes de leituras, lmes, msicas e sites para pesquisa (p.161).

    CAPTULO 7 A FORMAO DA EUROPA FEUDAL

    CONTEDO OBJETIVOS METODOLOGIA AVALIAO ORIENTAES DIDTICAS

    A Europa da Alta Idade Mdia: transformaes sociais e econmicas

    A Igreja e a evangelizao dos povos brbaros

    O reino cristo dos francos

    Sociedade e economia na ordem feudal

    Transformao do feudalismo

    A cultura na Baixa Idade Mdia

    Explicar o processo de formao do feudalismo europeu e suas principais caractersticas.

    Compreender o processo de cristianizao da Europa.

    Entender a importncia das Cruzadas para a unidade da cristandade ocidental.

    Conhecer aspectos da cultura e da mentalidade medievais.

    Exposio dos contedos e discusso sobre as principais caractersticas da sociedade feudal (econmica, poltica etc.). Essa viso mais ampla pode ser contraposta tradicional, que considera a Idade Mdia um perodo de trevas.

    Discusso sobre a importncia do cristianismo na organizao da sociedade feudal. Vrios documentos do captulo expressam essa importncia.

    Seo Questes: utilizao dos docs. (p. 169, 173, 176 e 182).

    Seo Analisar um documento histrico (p. 177).Seo Controvrsias (p. 185).Seo Atividades: Retomar contedos e Ler textos e imagens (p. 186 e 187).

    Para evitar que os alunos adotem uma viso tradicional sobre a Idade Mdia, trabalhe outros pontos de vista explorando a seo Controvrsias, e promova um debate sobre diferentes vises histricas sobre o perodo (p. 185).

    Utilize a seo Ampliando conhecimentos para propiciar uma anlise interdisciplinar (p. 206 e 207).

    CAPTULO 8 A CIVILIZAO RABE E OS REINOS AFRICANOS

    CONTEDO OBJETIVOS METODOLOGIA AVALIAO ORIENTAES DIDTICAS

    A pennsula Arbica

    O profeta Maom e o nascimento do isl

    A expanso muulmana

    As cincias e as artes no mundo islmico

    Reinos da frica Saheliana

    Compreender o processo de formao e expanso da civilizao rabe.

    Destacar a importncia e as caractersticas do isl para a expanso da cultura rabe.

    Explanar sobre os diversos perodos histricos da organizao poltica dos rabes.

    Notar a importncia do comrcio transaariano para os povos africanos do Sahel.

    Reconhecer a in uncia do isl na vida dos povos sahelianos.

    Discutir o processo de formao e expanso da civilizao rabe e a consolidao do islamismo.

    Para enriquecer os contedos, podem-se utilizar os documentos escritos (trechos do Alcoro) e a anlise de imagens (arquitetura).

    Discutir os reinos africanos considerando-se a importncia das suas relaes comerciais e a in uncia do islamismo. Os docs. utilizados nas questes enfatizam esses aspectos.

    Seo Questes, para trabalhar a leitura de documentos escritos e visuais (p. 191, 195 e 198). Seo Analisar um documento histrico, para discutir sobre o islamismo (p. 192).

    Seo Ampliando conhecimentos, para abordar o comrcio saheliano (p. 206 e 207).

    Seo Atividades, para avaliar a aprendizagem das principais ideias estudadas (p. 208 e 209).

    Explore os conhecimentos prvios dos alunos por meio de questionamentos (com base em notcias de jornais, TV etc.), a m de ampliar os assuntos estudados.

    O enfoque dado no captulo e as atividades com textos e imagens podem evitar vises preconceituosas. Alm de exerccios individuais, promova debates sobre questes mais polmicas, como o islamismo e a condio feminina.

    Con ra indicaes de vdeos no nal do Planejamento

    Historia_Conexoes_EJA_FINAL.indd 9 20/04/11 6:22:39 PM

  • 10

    EDUCAO DE JOVENS E ADULTOS

    PLANEJAMENTO INTERATIVOCAPTULO 10 A CIVILIZAO DO RENASCIMENTO

    CONTEDO OBJETIVOS METODOLOGIA AVALIAO ORIENTAES DIDTICAS

    O humanismo e o Renascimento Cultural

    A expanso martima europeia

    Reformas religiosas

    Discutir o movimento humanista e suas implicaes na vida moderna.

    Compreender as caractersticas da Revoluo Cient ca da poca moderna.

    Entender o contexto das exploraes martimas europeias e suas consequncias.

    Compreender as causas da radicalizao religiosa que levaram aos movimentos da Reforma Protestante e da Contrarreforma.

    Utilizar os exerccios de leitura de imagens da seo Questes (p. 245 e 251) e Analisar um documento histrico (p. 246) para compreender a Revoluo Cient ca e a arte do Renascimento.

    A seo Controvrsias (p. 252) facilita o debate sobre as diferenas entre europeus e indgenas e o olhar europeu.

    MODERNA DIGITAL:Mapa animado: Expansionismo luso--espanhol (1487-1522).

    Seo Questes: utilizao dos docs. (p. 245, 251 e 256).Seo Analisar um documento histrico (p. 246).

    Seo Controvrsias (p. 252).Seo Atividades (p. 257).

    Aborde o tema do Renascimento com a anlise das imagens e utilize as atividades sugeridas no captulo para que os alunos se habituem a descrever essas imagens e a relacion-las com o contedo das aulas.

    Os docs. 15 e 16 podem ser analisados e discutidos em um debate sobre como os europeus viam a Amrica (p. 251).

    Proponha um debate sobre a reforma protestante, ampliando conceitos e informaes.

    CAPTULO 11 SOCIEDADE E CULTURA DOS NATIVOS AMERICANOS

    CONTEDO OBJETIVOS METODOLOGIA AVALIAO ORIENTAES DIDTICAS

    Os povos da Mesoamrica

    Toltecas, Mexicas e Astecas

    Povos dos Andes

    Terras do Brasil

    Reconhecer as caractersticas do modo de vida de algumas sociedades pr--colombianas.

    Comparar o modo de vida dos tupinambs do perodo pr-cabralino com o das sociedades mesoamericanas e andinas.

    Valorizar o patrimnio cultural remanescente dos povos que habitavam a Amrica antes da chegada dos europeus.

    Explorar a riqueza cultural das diversas sociedades americanas por meio da seo Questes, que oferece uma forma de analisar esse patrimnio artstico e cultural (p. 261, 265, 271).

    MODERNA DIGITAL:Mapa animado:Maias, Incas e Astecas.

    Seo Questes: utilizao dos docs. (p. 261, 265, 271 e 273).

    Seo Analisar um documento histrico (p. 268).

    Seo Controvrsias (p. 262).Seo Atividades (p. 274).Utilize a seo Questes para avaliaes em relao ao contedo e tambm para discutir essa riqueza e diversidade.

    Aplique uma aula expositiva, para proporcionar uma viso de conjunto sobre a organizao social, poltica e econmica das principais civilizaes da Amrica.

    Explore, por meio das imagens, a riqueza cultural dessas sociedades, evitando, porm, comparaes desfavorveis com os europeus. O objetivo ressaltar e compreender as diferenas entre povos culturalmente distantes, sem estabelecer juzo de valor.

    CAPTULO 12 O ABSOLUTISMO E A FORMAO DO ESTADO MODERNO

    CONTEDO OBJETIVOS METODOLOGIA AVALIAO ORIENTAES DIDTICAS

    O nascimento do Estado moderno

    O absolutismo e a sociedade de corte

    O mercantilismo

    Explicar a passagem do Estado feudal para o Estado moderno.

    Relacionar o desenvolvimento do mercantilismo com a centralizao do poder no Estado moderno.

    Compreender a formao das monarquias absolutas e da sociedade da corte europeia.

    Discutir o conceito de Estado e poder, com base na concepo que os alunos trazem sobre o tema, tendo o objetivo de conceituar historicamente a formao dos Estados modernos na Europa.

    Exposio das caractersticas principais do mercantilismo para a compreenso da importncia da conquista da Amrica na manuteno dos Estados europeus.

    Seo Questes, explorar as propostas para discutir os conceitos de Estado e poder (p. 278, 283 e 287).

    Seo Analisar um documento histrico, para aprofundar o papel do rei no Estado moderno (p. 284).

    Seo Atividades, para avaliar a compreenso dos temas (p. 288 e 289).

    A principal discusso desse captulo terica: conceito de Estado e poder. Explore a compreenso desses conceitos em nossa sociedade.

    Discuta historicamente o surgimento e a estruturao dos primeiros Estados modernos.

    Estimule a participao dos alunos.

    Ressalte que a arte se concentrava nas cortes reais da Europa. A nobreza nanciava a arte com o objetivo de enaltecer sua riqueza e poder.

    CONHEA NOSSOS RECURSOS PEDAGGICOS NO PORTAL: www.modernadigital.com.br

    Professor, leia as sugestes de avaliao desta coleo no Suplemento para o Professor.Consulte tabela com indicaes de slides em Powerpoint nas pginas 18 a 23. Todos os slides podem ser encontrados no site www.modernadigital.com.br

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  • 11

    PLANEJAMENTO INTERATIVO

    Histria PNLD 2012

    CAPTULO 1 O IMPRIO COLONIAL PORTUGUS

    CONTEDO OBJETIVOS METODOLOGIA AVALIAO ORIENTAES DIDTICAS

    A construo do imprio martimo portugus

    O Estado do Brasil

    O Brasil aucareiro

    A ao dos jesutas na colnia

    A Unio Ibrica

    O Brasil holands

    Compreender o contexto de construo do imprio ultramarino portugus.

    Caracterizar o sistema de capitanias hereditrias e o governo-geral.

    Reconhecer os desdobramentos da Unio Ibrica para o imprio colonial portugus.

    Relacionar as reformas religiosas do sculo XVI ao missionria dos jesutas na Amrica portuguesa.

    Inicialmente, discuta as caractersticas de Portugal que levaram construo de um imprio martimo.

    A compreenso sobre o processo de formao do Brasil est diretamente associada s diversas formas de ocupao de nosso territrio.

    MODERNA DIGITAL:Mapa animado: Viagens martimas entre os sculos XV e XVI.

    Seo Questes, para discutir e compreender o ciclo aucareiro (p. 18 e 20).

    Seo Questes, para compreender a ao dos jesutas (p. 22).

    Seo Atividades, para avaliar a compreenso dos temas (p. 30 e 31).

    Explore a linha do tempo, apresentada na abertura da unidade, para facilitar o entendimento dos ciclos econmicos no Brasil colonial.

    Utilize os documentos visuais para discutir o principal ciclo desse perodo: a produo de acar.

    Fale sobre os diferentes problemas encontrados com a mo de obra e traga essa re exo para o cotidiano dos alunos, pois muitos deles trabalham.

    CAPTULO 3 O ATLNTICO NEGRO: O TRFICO DE ESCRAVOS E AS RELAES COMERCIAIS COM A FRICA

    CONTEDO OBJETIVOS METODOLOGIA AVALIAO ORIENTAES DIDTICAS

    A presena portuguesa na frica

    O tr co negreiro

    O trabalho escravo no Brasil

    A disputa pelos mercados de escravo

    Perceber as caractersticas do processo de ocupao da costa africana pelos portugueses.

    Diferenciar a escravido na frica e na Amrica.

    Relacionar o tr co negreiro ao contexto de expanso da economia mercantil da era moderna.

    Compreender o impacto da escravido na formao histrica do Brasil.

    O principal tema desse captulo a escravido, que transformou a frica e tambm o Brasil.

    Enfatizar que a escravido estava ligada explorao da cana-de-acar e contextualiz-la, com base nos textos e docs. apresentados.

    Levantar questionamentos, incentivando os alunos a compreender todo o processo econmico relacionado escravido e ao tr co.

    Indicar o site: http://www.oit.org.br

    Seo Ampliando conhecimentos (p. 58 e 59) e Controvrsias (p. 60), para os alunos construrem um painel sobre a estrutura do tr co.

    Seo Questes, para compreenso da importncia da escravido em nossa sociedade (p. 63).

    Seo Atividades, para compreenso geral do captulo e realizar um debate sobre a cultura afro-brasileira, com base nas ideias propostas na questo 9 (p. 59 e 60).

    Captulo essencial para discutir conceitualmente a escravido. As imagens ajudam a compreender como a escravido est entranhada em nossa sociedade.

    Explore os conhecimentos prvios dos alunos, questionando o que sabem e o que pensam sobre o fato de nossa sociedade ter se estruturado com o trabalho escravo. A seo Ampliando conhecimentos aprofunda esses conhecimentos e os contextualiza.

    CAPTULO 4 A MINERAO NA AMRICA PORTUGUESA

    CONTEDO OBJETIVOS METODOLOGIA AVALIAO ORIENTAES DIDTICAS

    A descoberta do ouro no Brasil

    As vilas coloniais e as mudanas administrativas

    Sociedade e economia das Minas Gerais

    A religiosidade e a cultura do barroco

    Conhecer as principais formas de tributao e controle estabelecidas pela Coroa portuguesa na regio das minas.

    Compreender a importncia da atividade mineradora para a integrao dos territrios da colnia.

    Apreciar a produo artstica do perodo, em especial a literatura e as artes plsticas.

    Desenvolver uma atitude de valorizao do patrimnio histrico e artstico do Brasil.

    Discutir com os alunos a estrutura da sociedade mineradora e a ao da Coroa portuguesa na regio das minas.

    Ressaltar as caractersticas e a importncia das atividades de minerao no processo de urbanizao do pas.

    Enfatizar as relaes entre a economia mineradora e a produo artstica barroca que se desenvolveu em Minas Gerais.

    Seo Questes, para discutir e compreender o funcionamento da minerao (p. 75, 77 e 81).

    Seo Questes, utilizar a leitura de imagens para discutir o barroco mineiro (p. 85).

    Seo Atividades, com retomada de contedo e anlise da escultura de Aleijadinho (p. 86).

    Para o aprofundamento da discusso sobre o barroco, pode-se utilizar a seo Dilogos com a arte, captulo 5 (p. 108 a 111).

    Para discutir a sociedade e a economia colonial, enfatize as principais caractersticas da minerao, em contraposio sociedade aucareira (seo Questes, p. 77).

    Para o entendimento do barroco, fundamental analisar as imagens (docs. 26 e 27) e explorar a aparente contradio entre a riqueza do barroco e a origem humilde de artistas como Aleijadinho (doc. 28).

    Con ra indicaes de vdeos no nal do Planejamento

    VOLUME 2 DA COLONIZAO DA AMRICA AO SCULO XIX

    Historia_Conexoes_EJA_FINAL.indd 11 20/04/11 6:22:39 PM

  • 12

    EDUCAO DE JOVENS E ADULTOS

    PLANEJAMENTO INTERATIVOCAPTULO 7 DAS REVOLUES INGLESAS REVOLUO INDUSTRIAL

    CONTEDO OBJETIVOS METODOLOGIA AVALIAO ORIENTAES DIDTICAS

    A Inglaterra do sculo XVI

    A crise do absolutismo ingls

    A Revoluo Industrial

    O cotidiano das cidades e dos trabalhadores

    O liberalismo econmico

    Avaliar a importncia da Revoluo Industrial e identi car seus resultados.

    Entender as diferenas entre o artesanato e a produo industrial moderna e as especi cidades de cada um deles.

    Relacionar as duras condies de trabalho nas fbricas, no incio da Revoluo Industrial, organizao sindical dos trabalhadores.

    Reconhecer os danos que a sociedade industrial causou ao meio ambiente.

    Enfatizar a Revoluo Industrial (Tema 3), incentivando os alunos a compreender todo o processo de transformao social decorrente da industrializao e da organizao dos trabalhadores.

    Nesse processo, mantenha o foco em trs questes: por que a Revoluo Industrial surgiu na Inglaterra; como se estruturou e como eram, e as condies de vida dos trabalhadores.

    Seo Questes, para entender os vrios aspectos da economia da sociedade industrial (p. 146 e 150).

    A seo Ampliando conhecimentos, pode ser utilizada para um trabalho em grupo, visando aprofundar os conhecimentos sobre a vida dos operrios (p. 152 e 153).

    Atividades, para analisar as imagens e xar os contedos (p. 154 e 155).

    Mobilize os conhecimentos prvios dos alunos, por meio de questionamentos, para ampliar os conhecimentos em perspectiva histrica.

    O tema trabalho extremamente importante para EJA. Para explor-lo, podem se discutir com os alunos as origens do trabalho e dos trabalhadores modernos, abordando as transformaes tecnolgicas e a organizao sindical.

    CAPTULO 8 A REVOLUO FRANCESA E O IMPRIO NAPOLENICO

    CONTEDO OBJETIVOS METODOLOGIA AVALIAO ORIENTAES DIDTICAS

    A guerra revolucionria e a queda da monarquia

    A repblica revolucionria

    O cotidiano durante a revoluo

    Ascenso e queda do Imprio Napolenico

    Reconhecer as condies sociais, polticas e econmicas que levaram ao processo revolucionrio na Frana.

    Explicar as transformaes sociais e polticas ocasionadas pela Revoluo Francesa.

    Avaliar os diversos pontos de vista presentes durante o processo revolucionrio.

    Compreender a transformao do Estado--nao na Frana.

    Nesse captulo, fundamental discutir com os alunos a importncia da Revoluo Francesa para a poca atual e buscar a compreenso de todo o processo revolucionrio.

    Na segunda parte, os alunos devem compreender o desenvolvimento do processo revolucionrio, com a ascenso de Napoleo e a in uncia dos ideais revolucionrios na Europa e na Amrica.

    Seo Questes, para abordar o processo da Revoluo Francesa (p. 161, 165 e 170).

    O perodo napolenico pode ser estudado tendo por base a gura de Napoleo, docs. 18, 19, 20, 23 e seo Questes (p. 175).As imagens tinham um papel fundamental na Revoluo Francesa, analisar docs (9, 11, 12 e 15).

    Aborde o tema da Revoluo Francesa tendo como foco os movimentos e as reivindicaes sociais.

    Ideais, como liberdade, igualdade e fraternidade inspiraram vrias geraes ao redor do mundo.

    Tema signi cativo para os alunos da EJA. Explore o conhecimento prvio da turma.

    O debate pode ser feito com base na anlise da Marselhesa, na seo Analisar um documento histrico (p. 171).

    CAPTULO 10 O PROCESSO DE INDEPENDNCIA DA AMRICA PORTUGUESA E O PRIMEIRO REINADO

    CONTEDO OBJETIVOS METODOLOGIA AVALIAO ORIENTAES DIDTICAS

    A crise do sistema colonial

    A chegada da corte e a abertura dos portos

    Rebelies no Brasil e em Portugal

    A proclamao da Independncia e o Primeiro Reinado

    O m do Primeiro Reinado

    Compreender as razes que motivaram a Conjurao Mineira e a Conjurao Baiana e reconhecer as in uncias que os dois movimentos receberam.

    Analisar os fatores que desencadearam a vinda da corte portuguesa para o Brasil e as consequncias desse ato para a colnia e para a metrpole.

    Conhecer os con itos que marcaram o processo de consolidao do Estado nacional brasileiro.

    Na exposio do captulo, concentrar-se em trs pontos: a crise do sistema colonial, abordando a ecloso de vrias conjuraes; a vinda da corte para o Brasil; e o processo da independncia.

    O estudo dos temas pode privilegiar a ideia de processo, discutindo-se as vrias contradies entre o estado de colnia e de vice-reino. As imagens so essenciais nessa abordagem.

    A seo Questes, para explorar exerccios de leitura de imagens para o entendimento do processo histrico e da construo dos mitos (p. 201, 203 e 213).

    Seo Controvrsias, para promover um debate dividindo a turma em dois grandes grupos, para trabalhar a oposio de ideias diversas sobre um mesmo assunto (p. 206).

    Questo 10, para re etir sobre o conceito de independncia (p. 217).

    H muitos mitos e episdios pitorescos sobre a vinda da famlia real portuguesa; questione se os alunos se lembram de alguns.

    Trabalhe com os alunos a ideia do processo de independncia (relacionado a um contexto mais amplo).

    As imagens so importantes para mostrar como os mitos so construdos e a seo Controvrsias pode ser usada em um debate com ideias opostas (p. 206).

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  • 13

    PLANEJAMENTO INTERATIVO

    Histria PNLD 2012

    CAPTULO 12 O MOVIMENTO OPERRIO E AS IDEIAS SOCIALISTAS

    CONTEDO OBJETIVOS METODOLOGIA AVALIAO ORIENTAES DIDTICAS

    A luta pela cidadania

    Socialismo e anarquismo

    A mobilizao da classe operria

    Compreender a formao do movimento operrio no sculo XIX, incluindo os tipos de organizao, as principais reivindicaes e as formas de protesto mais comuns.

    Identi car as principais doutrinas polticas nascidas com o movimento operrio.

    Explicar as principais motivaes e repercusses do movimento operrio.

    Ver captulo 7.

    Enfatizar a organizao dos trabalhadores perante o capitalismo e o surgimento de movimentos polticos associados a esse modo de produo.

    Explorar a reivindicao de direitos pelos operrios, de modo geral, e pelas mulheres, de forma mais espec ca.

    A compreenso do surgimento das ideias socialistas essencial para entender todo o processo histrico do sculo XX.

    Na seo Questes, exerccios de leitura de documentos escritos tratam do tema da participao poltica (p. 255, 262 e 266).

    Na seo Atividades, exerccios de leitura de imagens e documentos escritos ajudam a compreender o contedo do captulo e a aprofundar questes sobre as condies dos trabalhadores e a participao poltica (p. 268 e 269).

    Neste captulo, o tema do trabalho est associado ideia de participao poltica, s formas de reivindicao, s lutas contra o sistema de trabalho nas fbricas e ao surgimento de movimentos revolucionrios in uenciados pelas ideias socialistas.

    Dois temas podem ser explorados: condies de trabalho e discurso poltico.

    Acesse os conhecimentos prvios e as vivncias dos alunos de EJA.

    CAPTULO 13 UM IMPRIO NOS TRPICOS: A MONARQUIA BRASILEIRA

    CONTEDO OBJETIVOS METODOLOGIA AVALIAO ORIENTAES DIDTICAS

    Desenvolvimento e m do Segundo Reinado no Brasil

    Conhecer as principais rebelies provinciais do perodo regencial.

    Compreender a importncia da produo cafeeira para o Brasil do Segundo Reinado.

    Reconhecer a Guerra do Paraguai como um con ito que envolveu os interesses regionais de Brasil, Paraguai, Uruguai e Argentina.

    Identi car as razes que levaram ao m do Segundo Reinado, em 1889.

    Compreenso do processo de funcionamento do Segundo Reinado, ressaltando a instabilidade poltica. Discusso sobre as vrias rebelies do perodo.

    Exposio sobre a importncia da economia cafeeira para a transformao do pas, principalmente no Sudeste.

    Estudo do processo de derrocada da monarquia com a Guerra do Paraguai, a Abolio da escravatura e a crise poltica.

    Seo Questes, para explorar os temas enfocados. O professor pode selecionar aquelas que complementem a aula expositiva (p. 273, 275, 279, 282 e 287).

    O estudo da escravido pode ser retomado, por meio do debate proposto na questo 10, seo Atividades (p. 289).

    Discuta com os alunos a importncia do perodo monrquico para compreender as transformaes no pas.

    Dois temas se destacam: a economia cafeeira e a crise poltica com as rebelies, a Guerra do Paraguai e o abolicionismo. importante que os alunos compreendam que a Proclamao da Repblica foi resultado de um longo processo.

    Con ra indicaes de vdeos no nal do Planejamento

    CAPTULO 5 A REPBLICA DAS ELITES: A PRIMEIRA REPBLICA NO BRASIL

    CONTEDO OBJETIVOS METODOLOGIA AVALIAO ORIENTAES DIDTICAS

    Cidadania e excluso social na Primeira Repblica

    Mudanas socioeconmicas no Brasil

    Messianismo e cangao

    O movimento operrio

    O movimento tenentista

    Compreender as principais caractersticas do regime republicano implantado no Brasil em 1889.

    Explicar o contexto histrico do processo de reformas urbanas e de modernizao de grandes cidades e capitais na Primeira Repblica.

    Identi car as caractersticas da Guerra de Canudos e do cangao.

    Analisar os movimentos sociais urbanos que eclodiram durante a Primeira Repblica.

    O principal objetivo desse captulo discutir as caractersticas da Repblica como forma de governo e compreender suas relaes com a sociedade.

    Poltica: discutir cidadania e participao poltica e tambm as resistncias ao governo republicano (revoltas e movimento operrio).

    Economia: Compreender a importncia da economia cafeeira, pois alavancou a indstria e a urbanizao.

    Tema cidadania e participao poltica: seo Questes (p. 75, 85, 87 e 89). Economia e urbanizao das cidades: seo Questes (p. 79 e 87).

    Debate sobre as relaes entre cincia, urbanizao e participao poltica baseado na seo Ampliando conhecimentos (p. 80 e 81).

    O estudo desse perodo essencial para que os alunos compreendam a atual conformao de nossa sociedade. Temas como urbanizao e participao poltica ainda esto presentes com fora em nossa sociedade.

    Utilize alguns desses temas para, com base em situaes atuais, avaliar historicamente sua in uncia em nossa vida, favorecendo o desenvolvimento da formao poltica e de cidadania.

    VOLUME 3 DA EXPANSO IMPERIALISTA AOS DIAS ATUAIS

    Historia_Conexoes_EJA_FINAL.indd 13 20/04/11 6:22:40 PM

  • 14

    EDUCAO DE JOVENS E ADULTOS

    PLANEJAMENTO INTERATIVOCAPTULO 6 A ASCENSO DO TOTALITARISMO

    CONTEDO OBJETIVOS METODOLOGIA AVALIAO ORIENTAES DIDTICAS

    O surgimento do fascismo

    A crise econmica mundial

    O totalitarismo nazista

    O totalitarismo da Unio Sovitica

    A Guerra Civil Espanhola

    Entender as transformaes econmicas, sociais e polticas que levaram aos regimes totalitrios na Europa entre as dcadas de 1920 e 1930.

    Explicar as diferenas entre autoritarismo e totalitarismo.

    Compreender os mecanismos polticos, ideolgicos e psicolgicos utilizados pelos regimes totalitrios para governar as massas.

    Trabalhe o conceito de autoritarismo e totalitarismo em contraposio democracia.

    Com base nessa discusso, necessrio compreender o panorama histrico europeu de crise econmica, que abriu caminho para experincias totalitrias.

    As atividades com textos e imagens podem ser utilizadas para ajudar a compreender esse panorama.

    Seo Questes possibilita a associao entre documento escrito e visual, ajudando a entender aspectos importantes do perodo (p. 106 e 111).

    Seo Analisar um documento histrico traz uma imagem que pode auxiliar na compreenso de aspectos importantes da relao entre lder e massa no totalitarismo (p. 114).

    Conceitos como autoritarismo e totalitarismo so complexos e devem ser associados ao panorama histrico mais geral.

    As imagens desse perodo ainda so impactantes e podem ser utilizadas para melhor compreenso do perodo e do poder desses regimes. Alm de lmes, podem-se explorar as sees de anlise de imagens e documentos escritos.

    Acesse o repertrio do cotidiano dos alunos.

    CAPTULO 7 VARGAS E O ESTADO NOVO NO BRASIL

    CONTEDO OBJETIVOS METODOLOGIA AVALIAO ORIENTAES DIDTICAS

    A crise do liberalismo no Brasil

    O movimento constitucionalista

    A crise do liberalismo no Brasil

    Economia e trabalho no Estado Novo

    Cotidiano e cultura

    O m do Estado Novo

    Compreender as razes que levaram Getlio Vargas ao poder, em 1930.

    Conhecer as principais caractersticas polticas, econmicas e sociais do Estado Novo.

    Reconhecer o rdio como importante veculo de comunicao e formador de opinio ao longo da era Vargas.

    Compreender os fatores que acarretaram o m do governo ditatorial de Vargas, em 1945.

    A compreenso do perodo do governo Vargas deve se basear no captulo anterior sobre autoritarismo e totalitarismo.

    Principais discusses sobre o perodo:

    Poltica: autoritarismo e crise da Repblica Velha.

    Economia: modernizao industrial.

    Cultura: cinema e rdio.

    Fim do governo e relao com a Segunda Guerra Mundial.

    Discusso com distintas vises sobre a crise da Repblica Velha e a ascenso de Vargas: seo Controvrsias (p. 121).Seo Questes, abordagem de vrios temas do captulo, por meio de documentos visuais e escritos (p. 120, 124, 126, 128 e 130).

    Seo Analisar um documento histrico para discutir a importncia do rdio no cotidiano (p. 131).

    A imagem de Getlio Vargas ainda tem muita fora em nossa sociedade. Adultos costumam ter uma viso cristalizada e idealizada sobre esse perodo. Inicie a aula com as percepes dos alunos para ampliar o assunto e inseri-los em uma perspectiva globalizada.

    A questo cultural tambm uma importante ferramenta. Utilize os documentos visuais e escritos para discutir cotidiano e cultura.

    CAPTULO 8 A SEGUNDA GUERRA MUNDIAL

    CONTEDO OBJETIVOS METODOLOGIA AVALIAO ORIENTAES DIDTICAS

    Rumo guerra total

    A guerra no Pac co

    A guerra na Unio Sovitica

    A resistncia e a contraofensiva dos aliados

    Guerra e tecnologia

    Conhecer o contexto europeu que levou Segunda Guerra.

    Discutir as implicaes da guerra e o conceito de holocausto.

    Entender o funcionamento da economia de guerra.

    Contextualizar a relao entre o desenvolvimento da tecnologia e a guerra.

    Comparar diferentes opinies sobre a experincia da guerra.

    Re etir sobre o signi cado da guerra e desenvolver uma atitude tica em prol da paz.

    Possibilitar aos alunos a compreenso dos fatores que levaram ao con ito mundial, sua dinmica e a destruio causada.

    Para reforar a atitude em prol da paz, dois assuntos so especialmente tratados no captulo: tecnologia e destruio em massa; holocausto.

    As atividades ajudam os alunos a compreender essas questes.

    MODERNA DIGITAL:Mapa animado:Campanhas na Europa (1939-1941).

    Sees Controvrsias (p.149) e Analisar um documento histrico (p. 155) podem auxiliar a promover debates sobre holocausto e tecnologia de destruio.

    Seo Questes abrange vrios aspectos da ecloso e desenvolvimento da guerra (p. 142, 145, 148, 152 e 154).

    O imaginrio da Segunda Guerra Mundial ainda est muito presente em nossos dias e pode ser mobilizado e explorado.

    Alm de expor a sequncia de fatos que deu origem ao con ito, discuta a destruio proporcionada pelo uso da tecnologia blica e o holocausto promovido pelos nazistas.

    Vrios lmes tratam da Segunda Guerra sob os mais variados enfoques (p. 165).

    CONHEA NOSSOS RECURSOS PEDAGGICOS NO PORTAL: www.modernadigital.com.br

    Professor, leia as sugestes de avaliao desta coleo no Suplemento para o Professor.Consulte tabela com indicaes de slides em Powerpoint nas pginas 18 a 23. Todos os slides podem ser encontrados no site www.modernadigital.com.br

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  • 15

    PLANEJAMENTO INTERATIVO

    Histria PNLD 2012

    CAPTULO 11 O POPULISMO NO BRASIL E NA AMRICA LATINA

    CONTEDO OBJETIVOS METODOLOGIA AVALIAO ORIENTAES DIDTICAS

    O Brasil depois do Estado Novo

    O anos JK

    Os antecedentes do golpe de 1964

    Panorama latino- -americano

    Conhecer as principais caractersticas do populismo.

    Identi car os acontecimentos que levaram ao m do segundo governo de Vargas, em 1954.

    Analisar a poltica econmica adotada pelo presidente Juscelino Kubitschek e a recepo dela nas classes mdias brasileiras.

    Reconhecer as principais manifestaes artsticas que marcaram o nal dos anos 1950 e o incio da dcada de 1960.

    O captulo deve ser discutido tendo em vista: populismo e aspectos econmicos, polticos e culturais da sociedade brasileira no perodo.

    O populismo deve ser discutido com base no conceito, nas caractersticas peculiares ao Brasil e Amrica Latina.

    O panorama histrico pode ser discutido, tendo por base os textos e as imagens.

    Tema Populismo: utilizar leituras de imagens e de letras de msicas.

    Sees Questes (p. 209 e 213) e Atividades (p. 222) trazem outros tipos de documentos para tratar do tema.

    O conceito de populismo pode ser explorado com base em notcias sobre lderes polticos latino--americanos da atualidade e discusses.

    Aproveite os textos para relacionar o governo JK com a cultura do perodo (futebol, bossa nova etc.).

    Convide os alunos a encontrar explicaes que ultrapassem os sentimentos de ceticismo, intolerncia, impotncia e fatalismo para que vislumbrem mudanas.

    CAPTULO 12 DITADURAS MILITARES NA AMRICA LATINA

    CONTEDO OBJETIVOS METODOLOGIA AVALIAO ORIENTAES DIDTICAS

    Militares no poder

    O regime consolidado

    Golpes militares em outros pases da Amrica Latina

    Compreender o contexto poltico-econmico que possibilitou a implantao de ditaduras militares em vrios pases da Amrica Latina.

    Analisar as principais caractersticas das ditaduras militares do Brasil, Chile e Argentina.

    Conhecer algumas das manifestaes culturais do perodo da ditadura militar no Brasil.

    Criar uma atitude de valorizao da liberdade de expresso e de pensamento.

    O processo de instaurao das ditaduras militares no continente deve ser discutido com base em um contexto mais amplo (captulo 11).

    Pode-se voltar ao conceito de autoritarismo (captulo 6) para discutir as caractersticas dos governos militares do Brasil, em comparao com Argentina e Chile.

    Identi car os problemas da sociedade contempornea que atingem os alunos de EJA.

    Utilizar as vrias charges para discutir e entender o perodo.

    Sees Questes (p. 232) e Atividades (p. 241) trazem sugestes de leitura de imagens de charges.

    Atividade 8 para tratar do tema das prises e torturas durante o perodo ditatorial (p. 241).

    Parta de temas como a Tortura e o Combate aos Regimes Autoritrios, para situ-los historicamente.

    As charges foram uma das principais formas de resistncia ao regime autoritrio. O captulo traz vrias caricaturas e sugestes de trabalho para explor-las.

    Utilize a reportagem Arquivos Revelados, a Histria do DEOPS de So Paulo da revista O correio da Unesco na escola, disponvel no portal Moderna Digital.

    CAPTULO 14 O BRASIL CONTEMPORNEO

    CONTEDO OBJETIVOS METODOLOGIA AVALIAO ORIENTAES DIDTICAS

    A nova repblica

    O povo nas urnas: eleies diretas para presidente

    De FHC a Lula

    Desa os do Brasil contemporneo

    Identi car os principais problemas econmicos, polticos e sociais que marcaram os governos democrticos brasileiros, da dcada de 1990 aos dias atuais.

    Problematizar a situao atual dos povos indgenas brasileiros.

    Conhecer as principais polticas adotadas nos dias de hoje que visam corrigir injustias histricas cometidas contra a populao afro--descendente.

    Compreenso do processo histrico desencadeado com o nal do governo militar e a sucesso de presidentes eleitos democraticamente.

    Discusso de problemas que atingem a populao brasileira tratados no tema 4: Desa os do Brasil contemporneo.

    Pode-se utilizar material retirado de revistas ou jornais atuais.

    Sees Questes (p. 272, 275 e 280) e Atividades (p. 288). Seo Controvrsias traz um exemplo de como alguns problemas do Brasil atual podem ser tratados e debatidos (p. 287).

    Este captulo trata de temas que esto muito prximos dos alunos, em especial quando trabalhamos com jovens e adultos.

    Instrumentalize a discusso e proporcione uma perspectiva histrica mais ampla dos saberes escolares para a vida social, do trabalho e o desenvolvimento pessoal dos alunos da sua turma.

    Con ra indicaes de vdeos no nal do Planejamento

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  • 16

    EDUCAO DE JOVENS E ADULTOS

    PLANEJAMENTO INTERATIVOCAPTULO 15 PERSPECTIVAS DO MUNDO GLOBALIZADO

    CONTEDO OBJETIVOS METODOLOGIA AVALIAO ORIENTAES DIDTICAS

    O novo capitalismo global

    Efeitos sociais do processo de globalizao

    A revoluo tecnolgica e as mudanas nas relaes humanas

    Guerra e terrorismo em um mundo instvel

    A China: entre o capitalismo e o socialismo

    O problema ecolgico e a ameaa da catstrofe climtica

    Identi car e explicar as transformaes econmicas, sociais e culturais ocasionadas pela integrao econmica mundial e pelo desenvolvimento das novas tecnologias.

    Compreender a relao entre o processo de globalizao e os problemas do mundo contemporneo (recrudescimento da violncia e da guerra, problemas ambientais, ameaas democracia).

    Panorama geral e histrico do mundo globalizado nas ltimas dcadas.

    Discusso e debate com os alunos sobre problemas e perspectivas da sociedade atual.

    Exposio das ideias para instrumentalizar a discusso e o debate sobre a globalizao e os problemas do mundo contemporneo.

    Para a parte expositiva do panorama mundial: seo Questes (p. 292) e Atividades Retomada de contedos (p. 311).Anlises de textos e imagens na discusso de vrios temas (p. 298, 301, 305 e 307).

    Exemplos de debates: sees Questes (p. 301, 305 e 307) e Analisar um documento histrico (p. 302).

    Os temas abordados devem ser mais conhecidos pelos alunos, especialmente pelas informaes divulgadas pelos meios de comunicao, proporcionando discusses interessantes. Articule as discusses incentivando a participao dos alunos.

    Situe historicamente esse debate e conduza as discusses em sala de aula.

    Solicite a produo de um texto sobre os paradoxos da globalizao.

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  • 17 Histria PNLD 2012

    VDEOS - CANAL FUTURA

    CAPTULO 10

    Dom Joo no Brasil

    CAPTULO 10

    Debret Viagem quadrinhesca e histrica ao Brasil

    VOLUME 3

    CAPTULO 4

    Passagem para episdio 28 Rssia

    CAPTULO 14

    Mojuba episdio 1 A f

    CAPTULO 15

    Passagem para episdio 66Bsnia Guerras

    VOLUME 1

    INTRODUO

    Globo Cincia episdio 1.318 A Histria da Histria

    CAPTULO 5

    Globo Cincia episdio 1.316 O Mundo da Razo

    CAPTULO 10

    Globo Cincia episdio 1.322 A Revolucionria Viso de Mundo

    VOLUME 2

    CAPTULO 3

    Mojuba episdio 6 Quilombos

    CONFIRA ESTES E MAIS VDEOS NO SITE:www.futuratec.org.br

    Historia_Conexoes_EJA_FINAL.indd 17 20/04/11 6:22:42 PM

  • 18

    IMAGENS EM POWERPOINT (SLIDES)

    EDUCAO DE JOVENS E ADULTOS

    VOLUME 1 DAS ORIGENS DO HOMEM CONQUISTA DO NOVO MUNDO

    DESCRIO DA IMAGEM

    N0 INTRODUO Pgina

    1 Clio, pintura de Pierre Mignard, 1969 8

    2 Foto do Laboratrio de digitalizao de documentos da Biblioteca Nacional 10

    3 Tumba em Tebas, Egito (1550-656 a.C.) 11

    4rea externa do antigo campo de concentrao de Auschwitz, que funciona como museu. Oswiecim, Polnia, 2008

    13

    5 Ilustrao de Anderson de Andrade Pimentel: calendrio judaico, cristo-gregoriano e muulmano 16

    6 Periodizao clssica da Histria 17

    N0 CAPTULO 1 Pgina

    7Ilustrao: a evoluo da espcie humana (Facchini, Fiorenzo. Luomo: origine ed evoluzione. Milano: Jaca Book, 1993. p. 8-9)

    26-27

    8 A origem e a rami cao dos primatas (ilustrao Ceclia Iwashita) 25

    9 A periodizao tradicional da Pr-histria (ilustrao de Anderson de Andrade Pimentel) 28

    10 Pinturas rupestres na caverna de Lascaux, Frana. Aproximadamente 17 mil anos atrs 30

    11 Provveis rotas do ser humano para a Amrica (ilustrao de Alessandro Passos da Costa) 33

    12 Stios arqueolgicos do Brasil 35

    13 Bolas de boleadeiras da tradio umbu encontradas no Rio Grande do Sul 37

    14 Mapa: as origens da agricultura e da domesticao de animais 41

    15 Facas de bronze e lmpadas a leo, feitas de ferro 41

    N0 CAPTULO 2 Pgina

    16 Mapa: povos da Mesopotmia 45

    17 Cdigo de Hamurbi, 1765 a.C. 46

    18 A organizao social da Mesopotmia 47

    19 Mapa: O Egito Antigo 51

    20 Ilustrao: A sociedade egpcia 52

    21 Papiro representando a passagem das almas diante do deus Amon, sculos IX-X a.C. 57

    22 Mapa: A regio Nbia 59

    N0 CAPTULO 3 Pgina

    23 Mapa: O Vale do Rio Indo 64

    24 A sociedade de castas da ndia 68

    25 Contestao ao regime de casta em Amritsar, ndia, 2009 69

    26 Mulher da casta dos Intocveis beira de estrada. ndia, 2007 57

    27 Mapa: A civilizao Chinesa Antiga 73

    28 Caligra a chinesa: Moderna e Antiga 74

    29 Confcio, aquarela chinesa do sculo XVII 77

    30O Taoismo: os elementos desse quadro expressam a dualidade e a complementaridade entre o yin e o yang

    77

    N0 CAPTULO 4 Pgina

    31 Espada de ferro e ouro 1000 a.C. 81

    32 Iluminura no frontispcio de uma Bblia judaica, 1550 85

    33 A Palestina e seus vizinhos (A marcha de Abrao) 83

    34 Mapa: a Fencia e suas colnias 90

    35 Mapa: a expanso do Imprio Persa 93

    36 Dario I em seu trono. Representao em baixo-relevo no Palcio de Apanada, Perspolis. sc. V a.C. 94

    N0 CAPTULO 5 Pgina

    37 Mapa: pases da pennsula Balcnica (2009) 109

    38 Artefatos micnicos: mscara funerria em ouro e vaso de terracota (1600 e 1750 a.C., respectivamente) 110

    39 Acrpole de Rhodes, na Grcia. Importante papel religioso, poltico e militar 115

    40 Mapa: a colonizao grega 116

    41 Estruturas sociais da democracia ateniense 118

    42 As divises sociais em Esparta 119

    43 A morte de Scrates. Pintura de Jacques-Louis David, 1787 121

    44

    Arquitas de Tarento, em desenho francs (sem data). O lsofo foi o primeiro a trabalhar de forma integrada aritmtica, geometria, astronomia e msica

    123

    45 Mapa: as Guerras Mdicas 126

    46 Mapa: o Imprio Macednico 127

    N0 CAPTULO 6 Pgina

    47 Visual atual do Templo de Saturno e das construes vizinhas 129

    48 Roma e Itlia antiga 131

    49 Conquistas sociais e polticas dos plebeus 134

    50 As conquistas romanas at o sculo II a.C. 134

    51 Morte de Esprtaco na decisiva batalha de Lucnia (71 a.C.). Gravura de 1850 136

    52 Mapa: Imprio romano em sua mxima extenso 138

    Historia_Conexoes_EJA_FINAL.indd 18 20/04/11 6:22:42 PM

  • 19

    IMAGENS EM POWERPOINT (SLIDES)

    Histria PNLD 2012

    53 Quadro: ordem social em Roma 139

    54 Imagem de Pompeia do sculo XIX, aps sua descoberta no sculo XVIII 145

    55 Batalha entre Constantino e Mascncio sobre a ponte Mlvia. Pintura de Pieter Lastmann, 1613 147

    56 Mapa: a expanso do cristianismo 148

    57 Mapa: a diviso do Imprio Romano 149

    58 O imprio Bizantino sob o governo de Justiniano 150

    N0 CAPTULO 7 Pgina

    59 Mapa: a Europa por volta do ano 600 165

    60 Abadia de Monte Cassino, construda no sculo VI (Itlia, dcada de 1990) 168

    61 A coroao de Carlos Magno pelo Papa Leo III. Iluminura do sculo XIV 171

    62 Mapa: o imprio de Carlos Magno 170

    63Carolngia. Manuscritos copiados, decorados e encadernados, tcnica de escrita desenvolvida no reinado de Carlos Magno

    172

    64 A diviso do Imprio Carolngio 173

    65 A diviso da sociedade feudal 176

    66 Principais rotas comerciais do sculo XIII 180

    67 O banqueiro e sua mulher, pintura de Marinus Van Reymerswaele, 1539 181

    68Mercadorias chegando ao porto de Grve, pelo Rio Sena, em Paris. Iluminura de la vie de Monseigneur Saint Denis, sculo XIV

    182

    69 Aula em uma Universidade medieval, obra de Laurentius de Voltolina. 1350 183

    N0 CAPTULO 8 Pgina

    70 Mapa: a Pennsula Arbica 189

    71 Mesquita de Al-Masjid Al-Haram. Cidade de Meca, 2009 190

    72 Mapa: a expanso do Imprio Islmico 194

    73 Estudiosos reunidos em centro de estudos em Bagd, imagem do sculo XV 197

    74 A arquitetura das mesquitas. Mesquita de Larnaca, no Chipre, e Mesquita de Omar Yadi, na Sria (2009) 198-199

    75 Mapa: centros e imprio do Sahel 201

    76 Crianas africanas aprendendo a ler o Alcoro 201

    N0 CAPTULO 9 Pgina

    77 So Roque socorrendo as vtimas da Peste. leo sobre tela, de Miguel March, 1660 214

    78 Joana DArc na coroao do Rei Carlos VII. leo sobre tela, de Jean-Auguste Dominique Ingres, 1854 215

    79 Os Jacques so massacrados em Meaux. Iluminura das crnicas de Froissart, 1358 220

    80 Mapa: expanso do Imprio Otomano 223

    81 Entrada dos Turcos de Maom II em Constantinopla. leo sobre tela, de Benjamin Constant, 1876 225

    N0 CAPTULO 10 Pgina

    82 O Homem Vitruviano. Obra de Leonardo Da Vinci, 1492 240

    83 Gr ca do sculo XV 241

    84 Harmonia Macrocsmica, de Andreas Cellarius, 1660. Concepo heliocntrica de Coprnico 245

    85 Mapa: grandes viagens martimas portuguesas 248

    86 Mapa: grandes viagens martimas espanholas 250

    87 Retrato de Martinho Lutero. Pintura de Lucas Cranach, 1529 254

    88 A Europa aps a Reforma 256

    N0 CAPTULO 11 Pgina

    89 Povos da Mesoamrica 259

    90 Ilustrao: estrutura social dos Astecas 265

    91 Mapa: os povos dos Andes 269

    92 Runas de Machu Picchu. Peru, 2009 271

    93 Povos indgenas no Brasil 272

    N0 CAPTULO 12 Pgina

    94 Iluminura de Fernando de Arago e Isabel de Castela, 1482 276

    95 Mapa: a Europa no sculo XVI 279

    96 Luis XV curando a Escrfula. Gravura de Jean Jouvenet, sculo XVII 283

    97 Mercantilismo. Porto de Palma de Mallorca, detalhes dos retbulos de Saint Georges. Sculo XVI 285

    VOLUME 2 DA COLONIZAO DA AMRICA AO SCULO XIX

    DESCRIO DA IMAGEM

    N0 CAPTULO 1 Pgina

    1 Mapa: domnios portugueses e espanhis (sculo XV) 13

    2 Dominao portuguesa no ndico e no Pac co O Estado da ndia 14

    3 Mapa: Capitanias Hereditrias 16

    4 Gravura colorizada de Theodore de Bry, 1592. Guerra entre portugueses e franceses na Baa da Guanabara 17

    5 Ilustrao: o Engenho Colonial 20

    6 Mapa: as misses jesuticas 21

    Historia_Conexoes_EJA_FINAL.indd 19 20/04/11 6:22:43 PM

  • 20

    IMAGENS EM POWERPOINT (SLIDES)

    EDUCAO DE JOVENS E ADULTOS

    7 Mapa: Unio Ibrica: O reinado de Felipe II 23

    8 Mapa: o Brasil holands 25

    9 Batalha dos Guararapes, 1758. Expulso dos holandeses do Brasil 28

    N0 CAPTULO 2 Pgina

    10 Gravura: a chegada de Cristovo Colombo Amrica 33

    11 Batalha de Otumba, 1520, decisiva para vitria espanhola sobre os Astecas 39

    12 Mapa: comrcio entre a Espanha e suas colnias na Amrica 40

    13 Mapa: a diviso administrativa na Amrica Espanhola (sc. XVIII) 41

    14 Mapa: agricultura, minerao e pecuria na Amrica Espanhola 44

    15 Escravos africanos trabalhando no corte da cana, em Cuba. Gravura em madeira, 1870 46

    N0 CAPTULO 3 Pgina

    16 A conquista de Ceuta. Litogra a de Jos Bastos, c. 1900 51

    17 Tr co de escravos: africanos aprisionados para serem vendidos como escravos. Litogra a de 1870 53

    18 Mapa: domnio portugus na frica 54

    19 Mapa: os ventos e as rotas de navegao entre Brasil e frica 57

    20 Mapa: quilombos no Brasil (sculos XVII ao XIX) 63

    21 Guerra pelo mercado de escravos: holandeses e portugueses 66-67

    N0 CAPTULO 4 Pgina

    22 Vila rica, atual Ouro Preto. Incio do sculo XIX. Pintura de Thomaz Ender, 1832 70

    23 Mapa: a regio das Minas 72

    24 Barras de ouro recolhidas como pagamento do Quinto 79

    25Ilustrao: quadro do clculo aproximado da produo de ouro em Minas Gerais, Gois e Mato Grosso no sculo XVIII

    81

    26Religiosidade do Barroco mineiro: Nossa Senhora da Conceio, pintura de Manuel da Costa Atade. Igreja de So Francisco de Assis, Ouro Preto, 2003

    85

    N0 CAPTULO 5 Pgina

    27 Mapa: as trezes colnias inglesas na Amrica 89

    28Desembarque de peregrinos do navio May ower em Cape Cod (Massachusetts). Gravura de Cosson Smeeton, 1864

    88

    29 Festa do Ch em Boston. Litogravura de N. Currier e J. W. Ives, 1846 93

    30 Mapa: expanso territorial norte-americana (sculo XIX) 95

    31Ataque caravana, aquarela de Charles Marion Russel, 1904. Expanso americana para o Oeste e o extermnio de ndios

    97

    32 O esprito da fronteira Progresso da Amrica. Pintura de John Gast, 1872 Destino Manifesto 98

    33Guerra Civil americana: morteiros da artilharia de Connectcut. Exrcito da Unio. Cerco a Yorktown, Virgnia, abril de 1862

    101

    34Homem toma gua em bebedouro destinado exclusivamente a pessoas negras em Oklahoma City, Estados Unidos, 1939

    103

    35 A Doutrina Monroe. Charge de Bernard Gillam sobre a construo do Canal do Panam, 1889 104

    N0 CAPTULO 6 Pgina

    36Leitura da tragdia Lorphelin de la chine, de Voltaire no salo de Madame Geoffrin. Pintura de Anicet Charles Gabriel, 1755

    118

    37Denis Diderot discutindo a Enciclopdia com seus colegas. Gravura feita a partir da pintura do pintor e ilustrador francs Meissonier, 1877

    123

    38 Frederico, o Grande, como princpe herdeiro, pintura de Antoine Pesne, 1739 128

    39 Alegoria expulso de jesutas de Portugal. C. 1760 129

    N0 CAPTULO 7 Pgina

    40Confuso e barulho das fornalhas do Vale Madeley, Shrorpshire, Inglaterra, 1803. Pintura de Paul Sandby Munn

    134

    41A armada espanhola, gravura colorizada no sculo XIX a partir do desenho "A invencvel armada", do sculo XVI

    137

    42 Rainha Elizabeth I no Parlamento Ingls. Gravura de 1608 138

    43 Execuo do Rei Carlos I da Inglaterra. Gravura de 1649 139

    44Archibald, Conde de Argyll, que apoiou Cromwell decapitado na restaurao monrquica. Gravura holandesa do sculo XVII

    141

    45 Gravuras de 1840, pontuando as diferentes formas de produo familiar (1791) e industrial (1840) 144

    46 Gr co da produo de ferro na Inglaterra (1740--1806) 146

    47 Os quebradores de mquina. Gravura de Morgan, sculo XIX 149

    48 Aspectos da vida nas cidades industriais inglesas (sculo XIX) 152-153

    N0 CAPTULO 8 Pgina

    49 A sociedade francesa no Antigo Regime 157

    50Declarao dos direitos do homem e do cidado. leo sobre madeira de Jean-Jacques Franois Le Barbier (sc. XVIII)

    160

    51 A tomada da Bastilha. Aquarela de Claude Cholat. Sculo XVIII 160

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    IMAGENS EM POWERPOINT (SLIDES)

    Histria PNLD 2012

    52 Reunio do comit de salvao pblica. Obra do sculo XVIII 163

    53 O general Bonaparte no conselho dos quinhentos. Pintura de Franois Bouchot, 1840 165

    54 Mulheres parisienses marchando a Versalhes em 1789. Gravura colorizada do nal do sculo XVIII 169

    55 Mapa: o Imprio napolenico 174

    N0 CAPTULO 9 Pgina

    56 A capitulao de Madri. Pintura de Antoine Jean Gros, 1810 181

    57O incndio de Plaine du Cap. Gravura francesa de 1794 sobre a rebelio que originou a independncia do Haiti

    186

    58 Mapa: o desmembramento do vice-reino de Nova Granada 189

    59 Mapa: o desmembramento do vice-reino do rio da Prata e do Peru 150

    N0 CAPTULO 10 Pgina

    60 O Grito do Ipiranga. Pintura do paraibano Pedro Amrico, 1888 196

    61 Tiradentes suplicando. Pintura de Pedro Amrico, 1893 200

    62 Pintura retratando o embarque da famlia real portuguesa para o Brasil em 1807 202

    63 Tenente Jos Peregrino, um dos lderes da Revoluo Pernambucana 207

    64Sesso da Corte de Lisboa decidindo sobre os destinos do imprio portugus. Pintura de Oscar Pereira da Silva, 1922

    208

    65 Capa da Constituio de 1824, que vigorou at a Proclamao da Repblica em 1889 211

    66 Abdicao do Imperador D. Pedro I do Brasil. Pintura de Francisco Aurlio de Figueiredo e Melo, 1831 215

    N0 CAPTULO 11 Pgina

    67 Reunio do Congresso de Viena. Gravura de J. Zutz, 1815 229

    68 Mapa: a uni cao da Itlia 235

    69 Mapa: a uni cao da Alemanha 236

    70 Caricatura de Charles Darwin como um macaco, publicada em 1871 na revista de stiras The Hornet 241

    71 Con ito ente trabalhadores e foras policiais em Mons, Blgica, 1893 244

    N0 CAPTULO 12 Pgina

    72 Libbertons. Ilustrao do pintor ingls George Cattermole 251

    73 O grande encontro cartista em Londres, 10 de abril de 1840. Fotogra a de William Kilburn 253

    74 Karl Marx em pintura de P. Nasarov e N. Gereljuk, em 1920, e Friedrich Engels em fotogra a de 1879 260

    75 Reunio da Primeira Internacional do Trabalho. Gravura de Cosson Smeeton, 1870 265

    N0 CAPTULO 13 Pgina

    76 Mapa: revoltas do Imprio Regencial 272

    77 Coroao de Pedro II. Pintura de Ren Moreaux. 1842 274

    78 Imigrantes trabalhando na colheita do caf. Incio do sculo XIX 279

    79 Iracema. Pintura de Jos Maria de Medeiros 282

    80 Fuga de escravos. Charge de Angelo Agostini 286

    81 Proclamao da Repblica. Pintura de Benedito Calixto, 1893 287

    VOLUME 3 DA EXPANSO IMPERIALISTA AOS DIAS ATUAIS

    DESCRIO DA IMAGEM

    N0 CAPTULO 1 Pgina

    1 Os poos de petrleo em Baku, no mar Cspio, gravura de 1886 8

    2 A grande emigrao europeia 13

    3 A passagem do rio Chumbal pelo exrcito da ndia Britnica, gravura de 1850 15

    4 Mapa: a dominao imperialista na sia 17

    5 Caricatura na qual o personagem ingls John Bull faz um chins provar de seu prprio pio, 1864 18

    6 Mapa: a partilha da frica 22

    7 Ilustrao do Palcio de Paris. Pster publicitrio na Primeira Exposio Universal 24

    N0 CAPTULO 2 Pgina

    8 Rua do Mercado, na cidade de Manchester, Gr--Bretanha, 1910 29

    9 Trem da estao do metr de Londres (2008) 31

    10 Anncio do carro Silent Six, da Matheson em 1911 33

    11 Sigmund Freud no incio do sculo XX 37

    12 Grupo de ndios Macuchis, Rio Branco, Acre, 1903-1904 38

    13 L. H. O. O. Q., gravura de Duchamps, 1919 (Dadasmo) 40

    N0 CAPTULO 3 Pgina

    14 Soldados das fora alinhada entrincheirados. Primeira Guerra, 1917 42

    15 Mapa: alianas e frentes de combate na Primeira Guerra Mundial 45

    16 Avio britnico dispersando uma formao alem, c. 1916-1918 51

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    IMAGENS EM POWERPOINT (SLIDES)

    EDUCAO DE JOVENS E ADULTOS

    17 Operrias britnicas trabalham numa fbrica de munies em 1917 51

    18 Mapa: a Europa aps a Primeira Guerra Mundial 53

    N0 CAPTULO 4 Pgina

    19 Zapata e seu exrcito, em 1910 61

    20 Soldados e trabalhadores nas ruas de Petrogrado em plena Revoluo Russa, 1917 58

    21 A palavra de Lnin. Litogra a de L. Liminov (sem data) 65

    22 Assinatura do tratado de Brest-Litovski, em 1918. A Rssia se retira da Guerra 66

    23 Mapa: a Unio Sovitica em 1950 68

    N0 CAPTULO 5 Pgina

    24 Proclamao da Repblica no Brasil. Ilustrao de Angelo Agostini para a revista Ilustrada, 1889 73

    25 Estivadores transportam caf para o interior de navio no porto de Santos (SP), em 1920 76

    26 Colocao de trilhos na Av. Rangel Pestana, em So Paulo, 1910 78

    27 O legado de Oswaldo Cruz 80-81

    28Igreja de Bom Jesus, projetada e construda por Antonio Conselheiro e seus seguidores. Destruda pelo exrcito em 1897

    84

    29 Lampio e seu bando, em 1936 85

    30 Fundadores do Partido Comunista Brasileiro, em 1932 87

    31 Militares do Movimento Tenentista marchando em Copacabana, 1920 88

    32 Alto Comando da Coluna Prestes e Porto Nacional (GO), em 1925 89

    N0 CAPTULO 6 Pgina

    33Mussolini (terceiro da direita para a esquerda) com seus partidrios durante a Marcha sobre Roma, Itlia, 1922

    105

    34 Professora se despede de seus alunos, do lado de fora de uma escola, fazendo a saudao nazista 102

    35 Famlia de indigentes na Califrnia, em 1936 108

    36 Comcio de Adolf Hitler. Cena do lme Triunfo da Vontade, 1934 110

    37 Prisioneiros no campo de concentrao de Auschwitz, 1945 111

    38 Para o nosso querido Stlin, a nao. Litogra a de 1949 113

    39 Mapa: a Espanha dividida 115

    N0 CAPTULO 7 Pgina

    40 Getlio Vargas chega ao Rio de Janeiro para assumir a Presidncia, em 3 de novembro de 1930 119

    41 Batalho da Revoluo Constitucionalista, de 1932 122

    42 Des le integralista no Rio de Janeiro, em 1937 124

    43 Getlio Vargas anuncia o Estado Novo 125

    44 Construo da Companhia Siderrgica Nacional em Volta Redonda, 1941 127

    45 Carmen Miranda, cone da cultura brasileira 130

    46 Foto do jornal Folha da Manh noticiando a renncia de Getlio Vargas 135

    N0 CAPTULO 8 Pgina

    47 Pais saudveis, crianas saudveis. Gravura de propaganda nazista de 1934 139

    48 Hitler e Mussolini Unio para a Guerra. Maio de 1938 140

    49 Mapa: as conquistas do Eixo na Europa (1940) 142

    50 Mapa: a Guerra no Pac co 143

    51 Linha de produo de avies bombardeiros em Baltimore, EUA 144

    52 A guerra na Unio Sovitica 146

    53 Rendio alem em Stalingrado. Fevereiro de 1943 148

    54 Deportao de judeus para campos de concentrao. Lodz, Polnia, 1943 149

    55 Mapa: os domnios nazistas em sua mxima expanso ( nal de 1942) 151

    56 Desembarque das tropas aliadas na Normandia. 6 de junho de 1944 152

    57 Nuvem radioativa da exploso da bomba atmica na cidade japonesa de Nagazaki. 9 de agosto de 1945 153

    N0 CAPTULO 9 Pgina

    58 Fundao das Naes Unidas, So Francisco (EUA) em 1945 169

    59 Mapa: a Europa aps a Segunda Guerra Mundial 170

    60 Recursos dos Planos Marshall, por pas 171

    61 Astronauta americano na Lua. 24 de julho de 1969 173

    62 Mapa: a longa marcha Revoluo Chinesa 175

    63 Mapas: Israel entre 48/56 e 2009 177

    64 Foto: O massacre de My Lai, em 16 de maro de 1968 179

    65 Ghandi, ao centro, na Marcha do Sal, 5 de abril de 1930 182

    66 Mapa: a descolonizao da frica 184

    67 Nelson Mandela ao lado de Walter Sisulu na priso da Ilha Robben, prxima a Cape Town, 1964 187

    N0 CAPTULO 10 Pgina

    68 Comunidade Hippie em Mendocino, Califrnia (EUA), 1967 194

    69 Protesto de estudantes e trabalhadores, em maio de 1968, Paris 196

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    IMAGENS EM POWERPOINT (SLIDES)

    Histria PNLD 2012

    70 Tanques da Unio Sovitica e civis na Tchecoslovquia, em 1968 198

    71 Martin Luther King acena para multido em Washington (EUA), 1963 199

    N0 CAPTULO 11 Pgina

    72 Eva Pern acena para multido, em 1950 204

    73 Vargas retorna Presidncia em 1950 e cria a Petrobras, em 1953 208

    74 Cortejo fnebre de Getlio Vargas 209

    75 Seleo brasileira vence a Copa do Mundo de futebol, em 1958 213

    76 Linha de produo da indstria automobilstica em So Paulo, 1958 212

    77 Recorte da Folha de S. Paulo, em 1o de abril de 1964 217

    78 Foto: general Lzaro Crdenas 218

    79 Avenida de Mayo. Primeiro bulevar argentino, em 1910 219

    N0 CAPTULO 12 Pgina

    80 Passeata dos cem mil, em dezembro de 1968 227

    81 Leonel Brizola retorna do exlio e recebido em So Borja (RS), em setembro de 1979 231

    82 Foto: comcio pelas Diretas J, Belo Horizonte, 1984 232

    83 Palcio do governo bombardeado durante o golpe de Augusto Pinochet. Chile, 1973 236

    84Militares argentinos se preparam para embarcar em helicptero durante o confronto nas Ilhas Malvinas, 1982

    240

    N0 CAPTULO 13 Pgina

    85 Quadro demonstrativo da taxa de crescimento da URSS, entre 1966 e 1979 254

    86 Queda do Muro de Berlim, em 1989 259

    87 Mapa: URSS entre 1945-1989 256

    88 Mapa: pases do Leste Europeu 2010 265

    N0 CAPTULO 14 Pgina

    89 A nova Constituio brasileira, em 5 de outubro de 1988 trmino dos trabalhos 272

    90 Passeata pelo impeachment de Fernando Collor. So Paulo, 1992 274

    91 Fernando Henrique Cardoso passando a faixa a Luiz Incio da Silva (Lula), em 1o de janeiro de 2003 277

    92 Mapa do sistema de cotas em universidades pblicas do Brasil (2009) 287

    93 Plataforma da Petrobras no Esprito Santo. Incio da estrao do leo da camada do pr-sal, 2008 286

    N0 CAPTULO 15 Pgina

    94 Mapa: comrcio mundial de mercadorias (2009) 290

    95 Mapa: as maiores empresas transnacionais 292

    96 Automveis queimados dentro de uma loja nos arredores de Paris (2007) 295

    97 Foto de Maharashtra, maior e mais populosa cidade da ndia. Abril de 2008 296

    98 Mapa: con itos armandos no mundo (2010) 303

    99 O terrorismo: as torres gmeas do World Trade Center em Nova York. 11 de setembro de 2001 304

    100 Jovem desa a tanques do exrcito chins na praa da Paz Celestial, 5 de julho de 1989 307

    101 Linha de produo de brinquedos em Shantou, China (2007) 307

    102 Ilustrao: principais emissores de CO2 do mundo 309

    103Destruio da Ilha Phi Phi, na Tailndia, por um tsunami no Oceano ndico. Aproximadamente 230 mil mortos

    310

    104 Usina de gerao de energia elica na Alemanha (2007) 310

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    EDUCAO DE JOVENS E ADULTOS

    ANOTAES

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  • 25 Histria PNLD 2012

    ANOTAES

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  • EDUCAO DE JOVENS E ADULTOS

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  • Histria PNLD 2012

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