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1. LIVRO E TELA NAFORMAO DO LEITORCarolina Sanches@carolinasanches Fb.com/lereabracar 2. Voc conhece? 3. Fim doLivro 4. ITS A BOOK! 5. Eletrnicosd uram 10 anos; livros, 5 sculosUmberto Eco 6. Estamospreocupado com a extino dopresente.Nsvivemosespremidos entreumaobsessopelofuturoe um passadoquenos alcana a todavelocidade. 7. E-lixo: Brasil como o maior produtor de lixo eletrnico entre os pases emergentes. 8. Com oexcesso de informaoda web em ummundoaceleradoeentulhado, impe-se a necessidade deumaespcie de edio do presenteeolivroimpresso umgrandeparceironessaconstruo. 9. ( ) Ser pea de museu( ) A tecnologia vencer( ) A estante empoeirada( ) A ltima pgina(X) Ser lido 10. MquinascomoiPa dse Kindles estoaparamost rar a grandeimportn ciaque a sociedadeatualc onfereinforma oenarrativa. 11. A leitura sempre dependeu do olhar de um leitor.No importa o suporte. Importa o olho de quem l. 12. WEB e suas ondas W Pginas Estticas Contedo Fechado E Acesso Busca BProdutor Leitor/Consumidor 1.0 13. WEB e suas ondasWCompartilhar EColaborarParticiparRede SocialBTwowayinteraction2.0 14. WEB e suas ondas WE B 3.0Co-CriaoCreativeCommonsCopyleftRealtimeContedo especficoNuvemQualquer mdia em qualquer lugar 15. No isso isso isso 16. COMO? 17. Henry Jenkins 18. A convergncia umprocesso cultural. Asconvergncias demdiasnoocorremnasmquinas, massimnamente dosconsumidoreseemsuasredessociais.Devemosenxergar aconvergncia apartirdarelaointerconectadaque aspessoaspassam a tercom as novas mdias. 19. Jenkinsfundamentaseuargumentoem umtripcompostoportrsconceitosbsicos:NARRATIVATRANSMIDIATICAINTELIGNCIACOLETIVACULTURAPARTICIPATIVA 20. CULTURA PARTICIPATIVA A expresso serve paracaracterizarocomportamentodo consumidormiditicocontemporneo, cadavezmaisdist antedacondio receptor passivo. Sopessoasqueinteragem com um sistemacomplexo deregras, criadopara ser dominado de forma coletiva. 21. NARRATIVA TRANSMIDITICA A narrativatransmiditica, defendidapor Jenkins, se estruturacomoumanova estticaparaatenders novas exigncias dos consumidores, quepassama ser maiscrticoseprodutores decontedo, namedidaemqueparticipamativamente de comunidades deconhecimento, criando um novouniversomediadopormltiplossuportesmiditicos. 22. INTELIGNCIA COLETIVA Os internautasqueinteragem comosprodutosmiditicos, letradosnesseuniverso, constroemereconstroemnovosdiscursoscolaborativamente, potencializando a emergncia deumaintelignciacoletivaquepara Pierre Lvy"globalmente, distribuda, incessantementevalorizada, coordenadaem 23. CULTURA DA CONVERGNCIA IMPORTANTE!!A convergnciamiditicaum processo culturalenotecnolgico. 24. TransmediaStorytelling um processo de contar uma histria integrandodiferentes elementos dispersos em diferentesmdias. O mais importante a relao de cadaplataforma com a histria que voc est contando. 25. Cada mdia tem quedar uma contribuiodiferente da histria.Que histria euconto?Conto = Quaislinguagens eu vouusar?Pelo menos trsplataformas de mdiaprecisam estarpresentes nanarrativaPara configurar uma 26. Quandointerconectamosdiferentescanais decomunicaoemumanarrativa, osentidosplenamentecompreendidoquandoocontedoexperimentadoemtodooseuconjunto, vistoportodososngulos. 27. O uso de alguma linguagem de mdia temque complementar a histria. No a transposio do impresso para odigital. No adaptao. So linguagensdiferentes que convergem. 28. Experincias de leituraNovas habilidades do leitor convergente:O Leitor EXAMINA o que apresentadoSELECIONA o que poder servir como informaoINTEGRA e TRANSFORMA o que selecionou e PRODUZCONHECIMENTO. EXAMINAR, SELECIONAR, INTEGRAR, TRANSFORMAR, PRODU 29. Melhor time do mundo A convergncia a gente que faz. 30. Usando uma camisa de goleirotoda preta, nosso hericonseguiu defender umpnalti na partida deestria, quando seu timearrancou um empatejustamente contra o Tigres.Naquele dia, foi chamado deAranha Negra pelo professorde matemtica, que contoupara a turma a histria doYashin, goleiro soviticoconsiderado em sua poca omelhor do mundo, e quedisputou as Copas de 1958, 62e 66, sempre jogando com umuniforme todo preto, o quelhe valeu o apelido. 31. Acredito que devemos direcionar nossos olhares paraa natureza de nossas experincias, mais do que paraas ferramentas que estamos criando, caso desejemoscompreender o presente. Devemos aproveitar essasexperincias da melhor forma possvel mas tambmprocurar reservar espaos em nossa vida livresdessas tecnologias e tomar o controle de nossaateno, organizando nosso tempo de formasbia, em vez de permitir que dispositivos que noso nunca desligados ditem os aspectos de todos osmomentos. Isso significa encontrar um equilbrio entrenossos hbitos de pensamento e de ao eacreditar que possvel estabelecer diferentes formasde ser e de pensar, em resposta presso porestarmos constantemente conectados. 32. Devemos tambm, procurar entender um pouco dahistria das ferramentas e dos servios digitais queutilizamos e olh-los de maneira crtica, da mesmaforma como olhamos outras criaes humanas, emvez de habit-los como uma paisagem.Precisamos aprender no apenas acompartilhar,mas a compartilhar bem e a fazerparte de comunidades digitais de formantegra, que estimule os outros a tambm serntegros. E devemos nos esforar mais do quenunca para encontrarmos formas e ocasies parasermos inteiramente ns mesmos; para nosvalermos das riquezas culturais tanto do presentequanto do passado, e para fugir da presso