TÍTULO: DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA COMO ?· A Demonstração do Fluxo de Caixa (DFC) é um instrumento…

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    20-Nov-2018

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    REA TEMTICA:

    Governana, Controladoria e Contabilidade

    TTULO:

    DEMONSTRAO DO FLUXO DE CAIXA COMO FERRAMENTA DE GESTO NAS

    MICRO E PEQUENAS EMPRESAS NO RAMO DE ACADEMIAS

    Vanessa Mendes Mendes

    wannicat18@hotmail.com

    Universidade Federal de Rondnia

    Joselma Albuquerque Souza

    wannicat18@hotmail.com

    Universidade Federal de Rondnia

    Daniele Raiane Ribeiro Silva

    wannicat18@hotmail.com

    Universidade Federal de Rondnia

    Gleimiria Batista Costa

    gleimiriacosta@hotmail.com

    Universidade Federal de Rondnia

    Joel Bombardelli

    jbombardelli@globo.com

    Universidade Federal de Rondnia

    RESUMO

    Este trabalho tem o objetivo de propor auxlio empresarial e demonstrar a importncia de se

    utilizar o fluxo de caixa como um instrumento de planejamento e controle financeiro. Embora

    pela legislao ainda as pequenas empresa, enquadradas como micro empresas (ME) e

    empresa de pequeno porte (EPP), no estejam obrigados a fazer o demonstrativo de fluxo de

    caixa. Foram revistos conceitos sobre fluxo de caixa, formas de segmento, mtodos,

    destacando os objetivos e as vantagens da elaborao do demonstrativo para administrao

    financeira quanto os aspectos legais pertinente do mesmo e das pequenas empresas onde

    discorremos sobre os principais problemas e caracterstica destas. Em termos metodolgicos,

    est baseado em uma reviso bibliogrfica, por meio de livros, relatrios de instituies,

    artigos, texto de leis, normas e materiais disponibilizados na internet, visando busca de

    informaes referentes utilizao do fluxo de caixa dentro das empresas, o trabalho foi

    realizado uma pesquisa de campo em Micros e Empresas de Pequeno Porte no ramo de

    academias de Porto Velho. Utilizou-se questionrios direcionados aos responsveis pela rea

    financeira, com o objetivo de conhecer o nvel de utilidade deste demonstrativo contbil,

    identificou-se que das empresas pesquisadas, as mesmas utilizam e tem o conhecimento do

    demonstrativo com relao aos empresrios que optaram por outros meios informaram, que

    estes instrumentos no excluem e podem ser utilizados em conjunto com os outro

    demonstrativos contbeis. As Demonstrao do Fluxo de Caixa assume importante papel no

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    gerenciamento dessas empresas, tendo como utilidade o melhor planejamento ou

    direcionamento dos recursos financeiros aplicados.

    Palavras-Chave: Demonstrao de Fluxo de Caixa; Instrumento da Gesto Financeira;

    Tomada de Deciso; Micro Empresa e Empresa de Pequeno Porte.

    1 INTRODUO

    A Demonstrao do Fluxo de Caixa (DFC) um instrumento financeiro que se baseia

    no conceito de disponibilidade imediata, demonstrando as variaes ocorridas no caixa

    durante um determinado perodo, permitindo avaliar o desempenho dos fluxos financeiros da

    empresa.

    Atualmente o controle financeiro no mais uma preocupao exclusiva das grandes

    empresas, mas tambm das pequenas empresas que precisam se adequar as mudanas para se

    manter mais tempo no mercado globalizado, e o fluxo de caixa contribui parra esses

    resultados, principalmente, no contexto de planejamento e administrao das necessidades de

    caixa. Alm disso, a DFC vem ganhando espao e torna-se uma importante demonstrao

    contbil obrigatria, publicada junto aos relatrios administrativos elaborados pela empresa, e

    sua importncia incontestvel, pois a utilizao desta ferramenta como instrumento de

    gesto financeira, possibilita a anlise real da situao financeira da empresa e influencia na

    tomada de decises gerenciais.

    Diante do exposto a problematizao da pesquisa foi: Qual a contribuio da DFC

    como ferramenta de gesto nas Micro e Pequenas Empresas?

    O objetivo geral deste artigo apresentar a contribuio da Demonstrao do Fluxo de

    Caixa nas Micro e Pequenas Empresas, visando empresas prestadoras de servios no ramo de

    academias, tendo como objetivos especficos:

    Demonstrar o fluxo de caixa como um dos instrumentos de gesto mais eficientes de planejamento e controle financeiro nas Micros e

    Pequenas Empresas;

    Abordar a legislao ou os aspectos legais que norteiam a projeo do fluxo de caixa no Brasil;

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    Demonstrar a importncia, os objetivos e as vantagens da utilizao do fluxo de caixa para gerir as atividades financeiras da empresa;

    Verificar os principais problemas de gesto financeira nas Micros e Pequenas Empresas.

    A inteno deste estudo proporcionar auxlio empresarial e demonstrar a importncia

    de se utilizar o fluxo de caixa como um instrumento de planejamento e controle financeiro nas

    pequenas empresas, possibilitando ao gestor financeiro avaliar e mensurar o resultado de suas

    prprias aes, tomadas antecipadamente.

    2 REVISO BIBLIOGRFICA

    2.1 DEMONSTRAO DO FLUXO DE CAIXA (DFC)

    A Demonstrao do Fluxo de Caixa um importante relatrio contbil que demonstra

    as variaes ocorridas no caixa durante um determinado perodo. A administrao do caixa

    imprescindvel para qualquer organizao, principalmente para as pequenas empresas, que

    sofrem dificuldades financeiras por no possuir capital suficiente para financiar suas

    atividades.

    Gerao de caixa, de acordo com Frezatti (1997, p.27), algo fundamental na

    organizao, em seu estgio inicial, em seu desenvolvimento e mesmo no momento de sua

    extino.

    Para Zdanowicz (1998, p.23), o fluxo de caixa pode ser tambm conceituado

    como o instrumento utilizado pelo administrador financeiro com o objetivo de apurar os

    somatrios de ingressos e desembolsos financeiros da empresa. Alm disso, proporciona a

    elaborao do melhor planejamento financeiro em face aos compromissos assumidos pela

    empresa.

    Assaf Neto e Silva (1997, p.35) definem que o fluxo de caixa de

    fundamental importncia para as empresas, constituindo-se numa indispensvel sinalizao

    dos rumos financeiros dos negcios,

    De acordo com Zdanowicz (1998, p.40), os principais objetivos que podero

    ser considerados para elaborao do fluxo de caixa na empresa so:

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    Proporcionar o levantamento dos recursos financeiros necessrios para execuo do plano geral de

    operaes e, tambm, das transaes econmico-

    financeiras da empresa;.

    Empregar, da melhor forma possvel, os recursos financeiros disponveis na empresa, evitando

    que fiquem ociosos e estudando, antecipadamente, a

    melhor aplicao, o tempo e a segurana dos mesmos;

    Planejar e controlar os recursos financeiros da empresa, em termos de ingressos e de

    desembolsos de caixa, atravs das informaes

    constantes nas projees de vendas, produo, e despesas

    operacionais, assim como de dados relativos aos ndices

    de atividades: prazo mdio de rotao de estoques, de

    valores a receber e de valores a pagar;

    Saldar as obrigaes da empresa na data do vencimento;

    Buscar o perfeito equilbrio entre ingressos e desembolsos de caixa da empresa;

    Analisar as fontes de crdito que oferecem emprstimos menos onerosos, em casos de necessidade

    de recursos pela empresa;

    Evitar desembolsos vultuosos pela empresa, em poca de baixo encaixe;

    Desenvolver o controle dos saldos de caixa e dos crditos a receber pela empresa;

    Permitir a coordenao entre os recursos que sero alocados em ativo circulante, vendas,

    investimentos e dbitos.

    O planejamento e o controle financeiro possibilitam melhores anlises para tomadas

    de decises gerenciais e contribui para a sobrevivncia da empresa no mercado competitivo.

    2.1.2Demonstrao do Fluxo de Caixa no Brasil

    No Brasil, o projeto de lei n 3.741/2000, na poca em discusso no Congresso, j

    mencionava as alteraes da lei n 6.404/76, e a possvel obrigatoriedade da elaborao da

    DFC pelas companhias de capital aberto.

    Atualmente a DFC deixou de ser apenas um relatrio complementar, e tornou-se uma

    demonstrao contbil obrigatria com o advento da Lei n 11.638/07, que altera e revogam

    dispositivos da Lei n 6.404/76 das Sociedades Por Aes, e a devida mudana tem como

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    finalidade a regulamentao e atualizao das regras contbeis brasileiras com o padro

    internacional de contabilidade. Alm disso, contamos tambm com o CPC 03 (Comit de

    Pronunciamentos Contbeis), que aborda quanto forma e o mtodo de elaborao desta

    demonstrao, seguindo a tendncia mundial de aproximar-se com as normas internacionais

    promulgadas pela IASB (International Accounting Standards Board).

    Segundo o pargrafo 6 do artigo 176 da Lei n 6.404/76, com redao da norma

    supracitada, as Cias Fechadas com patrimnio lquido inferior a R$ 2.000.000,00 estaro

    dispensadas da elaborao da DFC, e no artigo 188, inciso I, enfatiza que as alteraes de

    saldo de caixa e equivalentes de caixa devero ser segmentadas em, no mnimo, trs fluxos:

    Fluxo das atividades operacionais;

    Fluxo das atividades de investimento;

    Fluxo das atividades de financiamento.

    De acordo com a Deliberao 547/2008, a elaborao da DFC pode ser apresentada

    sob duas formas:

    O Mtodo Direto: demonstra a classe de recebimentos e pagamentos das contas que envolvem disponibilidades.

    O Mtodo Indireto: elaborado a partir do lucro lquido ou prejuzo, ajustado pelas transaes que no envolvem caixa ou de quaisquer diferimentos ou

    outras apropriaes por competncia sobre recebimentos ou pagamentos operacionais

    passados ou futuros.

    Disponibilidades, de acordo com Matarazzo (2007, p.51), representa o dinheiro em

    mos da empresa, os depsitos bancrios a vista e as aplicaes de imediata conversibilidade

    em dinheiro.

    A nica diferena entre os dois mtodos est relacionada ao fluxo das atividades

    operacionais, sendo que os demais fluxos tm o mesmo procedimento de elaborao. Portanto

    as informaes fornecidas pela DFC so teis para manter o controle financeiro, pois

    demonstram a capacidade das empresas em gerao de caixa, bem como suas necessidades de

    liquidez.

    2.2. MICRO E PEQUENAS EMPRESAS

    A LC n 123/06 conhecida como Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas,

    posteriormente alterada pela LC n 127/07, instituiu benefcios e normas gerais de tratamento

    diferenciado e favorecido para as ME (Micro Empresas) e EPP (Empresas de Pequeno Porte).

    Dentre os benefcios constantes da Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas, destacam-se a

    dispensa quanto ao cumprimento de algumas obrigaes tributrias, trabalhistas e

    previdencirias, a simplificao do processo de abertura e extino de empresa e a criao do

    Simples Nacional, que um sistema integrado de pagamento de impostos e contribuies.

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    Tradicionalmente, no h uma delimitao correta para definir as ME e as EPP,

    pois se tem uma variedade de critrios para a sua definio tanto por parte de instituies,

    como por exemplo, o SEBRAE como por parte da legislao especfica.

    Conforme o Artigo 3 da LC n 123/06, considera-se Micro Empresas ou Empresas de

    Pequeno Porte a sociedade empresria, a sociedade simples e o empresrio a que se refere o

    art. 966 da Lei no 10.406, de 10 de janeiro de 2002, devidamente registrados no Registro de

    Empresas Mercantis ou no Registro Civil de Pessoas Jurdicas, conforme o caso, desde que:

    I - no caso das microempresas, o empresrio, a pessoa jurdica, ou a ela equiparada,

    aufira, em cada ano-calendrio, receita bruta igual ou inferior a R$ 240.000,00 (duzentos e

    quarenta mil reais);

    II - no caso das empresas de pequeno porte, o empresrio, a pessoa jurdica, ou a ela

    equiparada, aufira, em cada ano-calendrio, receita bruta superior a R$ 240.000,00 (duzentos

    e quarenta mil reais) e igual ou inferior a R$ 2.400.000,00 (dois milhes e quatrocentos mil

    reais).

    Quadro 01. Sintetiza os critrios adotados para enquadramento de micro e pequenas

    empresas no Brasil.

    Critrios de

    enquadramento Valor de receita

    Nmero de pessoas

    ocupadas

    Lei Complementar n

    123/06.

    Microempresas At 240 mil

    reais.

    Empresas de Pequeno Porte

    De 240 mil reais a 2,4

    milhes de reais.

    -

    SEBRAE -

    Microempresas At

    09.

    Empresas de Pequeno

    Porte De 10 a 49.

    FONTE: IBGE 2001.

    As ME e as EPP tm importante participao no desenvolvimento econmico do pas,

    pois contribui para a gerao de empregos e renda para uma grande quantidade de pessoas,

    porm muitas empresas fecham suas portas prematuramente por falta de planejamento e

    gerenciamento financeiro adequados.

    De acordo com Souza (2007, p.02):

    O gerenciamento financeiro nas micro e pequenas

    empresas no muito diferente do utilizado nas grandes

    empresas, mas, como bvio, muito mais simples. Entretanto,

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    no podemos correr o risco de administrar uma pequena

    empresa como antigamente, sem os conhecimentos mnimos do

    gerenciamento do setor financeiro.

    Sendo assim, as ME e as EPP, tal como empresas de qualquer porte, dependem

    de ferramentas de gesto para manterem sua situao econmico-financeira estvel e obter

    lucratividade.

    2.2.1 Problemtica da Gesto nas ME e EPP

    O planejamento e o controle financeiro so ferramentas bsicas para a administrao

    de uma pequena empresa, porm poucas tm a preocupao de acompanhar e avaliar as

    diversas movimentaes financeiras, decorrentes de suas atividades.

    Segundo dados do IBGE (2001), as ME e as EPP tem as seguintes caractersticas:

    - baixa intensidade de capital;

    - altas taxas de natalidade e de mortalidade.

    - forte presena de proprietrios, scios e membros da famlia como mo-de-obra

    ocupada nos negcios;

    - poder decisrio centralizado;

    - estreito vnculo entre os proprietrios e as empresas, no se distinguindo,

    principalmente em termos contbeis e financeiros, pessoa fsica e jurdica;

    - registros contbeis pouco adequados;

    - contratao direta de mo-de-obra;

    - utilizao de mo-de-obra no qualificada ou semi qualificada;

    - baixo investimento em inovao tecnolgica;

    - maior dificuldade de acesso ao financiamento de capital de giro;

    - relao de complementaridade e subordinao com as empresas de grande porte.

    De acordo com o SEBRAE (2007), as ME e as EEP correm um risco de terem

    que fechar suas portas, principalmente em seus dois primeiros anos de vida, e a principal

    razo da mortalidade prematura dessas empresas resultado da ausncia de conhecimentos

    gerenciais e desconhecimento do mercado. Outra considerao interessante que as falhas

    gerenciais esto fortemente ligadas administrao inadequada do capital de giro, o

    levantamento da pesquisa realizada pelo SEBRAE (2004), revela que a falta de capital de giro

    encontram-se em primeiro lugar entre as causas do fracasso financeiro na conduo dos

    negcios.

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    Para Assaf Neto e Silva (1997, p.13), uma administrao inadequada do

    capital de giro resulta normalmente em srios problemas financeiros, contribuindo

    efetivamente para a formao de uma situao de insolvncia.

    Segundo Zdanowicz (1998, p.42), as principais causas de escassez dos recursos

    financeiros na empresa, relacionam-se a seguir:

    Expanso descontroladas das vendas, implicando em maior volume de compras e de custos

    pela empresa;

    Insuficincia de capital prprio e utilizao do capital de terceiros em proporo

    excessiva, em consequncia, aumentando o grau de

    endividamento da empresa;

    Ampliao exagerada dos prazos de vendas pela empresa, para conquistar o mercado;

    Necessidade de compras de porte, de carter cclico ou para reserva, exigindo maiores

    disponibilidade de caixa;

    Diferenas acentuadas na velocidade dos ciclos de recebimento e pagamento, em funo dos

    prazos de venda e de compra;

    Baixa velocidade na rotao de estoques e nos processos de produo;

    Sub-ocupao temporria do capital fixo, seja pelas limitaes de mercado, seja pela falta ou

    insuficincia de capital de giro;

    Distribuio de lucros, alm das disponibilidades de caixa;

    Altos custos financeiros em funo de planejamento e controle de caixas irregulares.

    Cada vez mais as empresas necessitam administrar suas finanas, no entanto,

    necessrio que o gestor de uma pequena empresa tenha um adequado conhecimento sobre

    gesto empresarial para conduzir melhor o seu negcio e alcanar o sucesso financeiro.

    2.2.2 Escriturao Contbil para ME e EPP

    A Escriturao Contbil consiste no registro das operaes realizadas pelas empresas,

    esses dados por sua vez, so transformados em relatrios da contabilidade que funcionam

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    como instrumentos da moderna gesto empresarial, pois fornecem informaes que revelam a

    situao econmico-financeira de uma empresa.

    A NBC T 19.13 (Norma Brasileira de Contabilidade Tcnica), elaborada pelo

    Conselho Federal de Contabilidade (CFC) e aprovada pela Resoluo n 1.115/2007, dispe

    quanto escriturao contbil simplificada para ME e EPP, por isso as empresas

    contempladas pelas disposies da LC n 123/06, optantes ou no pelo Simples Nacional,

    podero adotar a escriturao contbil simplificada para registrar e controlar suas operaes,

    porm a permisso legal no desobriga as mesmas de manter a escriturao contbil uniforme.

    A edio de tal norma estabelece todos os critrios e procedimentos especficos quanto s

    formalidades da escriturao, o plano de contas simplificado, os livros obrigatrios e

    auxiliares e as demonstraes contbeis obrigatrias, conforme o texto da norma que

    disciplina o assunto, a microempresa e a empresa de pequeno porte devem elaborar, ao final

    de cada exerccio social, o Balano Patrimonial e a Demonstrao do Resultado (CFC, 2008).

    A poltica financeira de uma empresa, conforme Matarazzo (2007, p.27), tem

    reflexo nas demonstraes financeiras, e atravs da sua anlise que se podem conhecer os

    seus objetivos. Quanto mais correto e transparente os registros contbeis, melhor ser o

    diagnstico financeiro e as medidas corretivas a serem adotadas.

    2.3 A IMPORTNCIA DO FLUXO DE CAIXA NAS ME E EPP

    A concorrncia de mercado exige cada vez mais das empresas maior eficincia na

    gesto financeira de seus recursos, nesse contexto que se destaca a importncia do fluxo de

    caixa, principalmente nas pequenas empresas, como um instrumento gerencial para

    levantamentos financeiros a curtos e longos prazos.

    Segundo Frezatti (1997, p.28), um instrumento gerencial aquele que permite

    apoiar o processo decisrio da organizao, de maneira que ela esteja orientada para os

    resultados pretendidos.

    De uma forma conceitual, Matarazzo (2007, p.363), afirma que a DFC pea

    imprescindvel na mais elementar atividade empresarial e mesmo para as pessoas fsicas que

    se dedicam a algum negcio.

    Para Assaf Neto e Silva (1997, p.37):

    O objetivo fundamental para o gerenciamento dos fluxos de

    caixa atribuir maior rapidez s entradas de caixa em relao

    aos desembolsos, ou, da mesma forma, otimiz

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