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    11-Jul-2015

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<p>DIMENSIONAMENTO DE LIGAES EM ESTRUTURAS METLICAS</p> <p>Eurocdigo 3 Parte 1.8: Projecto das Ligaes</p> <p>Conferncia Tcnica Eurocdigo 3, Ligaes Metlicas, Novo Metal 3D e Tekla Structures R. Simes Porto, 11 Novembro 2009</p> <p>Dimensionamento de Ligaes Metlicas (EC3 Parte 1.8)</p> <p>Rui Simes</p> <p>|</p> <p>2</p> <p>Generalidades e regulamentao</p> <p>A importncia das ligaes em estruturas metlicas:parte integrante da estrutura - forma da estrutura, manuseamento, transporte e montagem; elementos que permitem a transmisso de esforos resistncia e desempenho global da estrutura; custos de projecto - clculo e pormenorizao; custo de obra - fabricao e montagem.</p> <p>Institute for Sustainability and Innovation in Structural Engineering</p> <p>Dimensionamento de Ligaes Metlicas (EC3 Parte 1.8)</p> <p>Rui Simes</p> <p>|</p> <p>3</p> <p>Generalidades e regulamentao EN 1993-1 EN 1993-1-1 EN 1993-1-2 EN 1993-1-3 EN 1993-1-4 EN 1993-1-5 EN 1993-1-6 EN 1993-1-7 EN 1993-1-9 EN 1993-1-10 EN 1993-1-11 EN 1993-1-12</p> <p>Regras gerais e regras para edifcios.Regras gerais e regras para edifcios. Verificao da resistncia ao fogo. Elementos e chapas finas enformados a frio. Ao inoxidvel. Estruturas constitudas por placas. Resistncia e estabilidade de cascas. Estruturas constitudas por placas carregadas transversalmente.</p> <p> EN 1993-1-8</p> <p>Projecto das Ligaes (verso portuguesa NP EN 1993-1-8)Fadiga. Tenacidade dos materiais e propriedades no sentido da espessura. Dimensionamento de estruturas com componentes traccionadas em ao. Regras suplementares para ao de alta resistncia.</p> <p>EN 1993-2 EN 1993-3 EN 1993-4 EN 1993-5 EN 1993-6</p> <p>Pontes. Torres, mastros e chamins. Depsitos, silos e oleodutos. Estacas. Estruturas de aparelhos de elevao.</p> <p>Anexo Nacional NAPrescries explicitamente deixadas em aberto no corpo do Eurocdigo para escolha nacional - Parmetros Determinados a Nvel Nacional (NDP).</p> <p>Institute for Sustainability and Innovation in Structural Engineering</p> <p>Dimensionamento de Ligaes Metlicas (EC3 Parte 1.8)</p> <p>Rui Simes</p> <p>|</p> <p>4</p> <p>Generalidades e regulamentao</p> <p>NP EN 1993-1-8: Eurocdigo 3 Parte 1.8: Projecto das LigaesNDICE Prembulo Nacional Prembulo 1. Generalidades 2. Bases para o projecto 3. Ligaes com parafusos, rebites ou cavilhas 4. Ligaes soldadas 5. Anlise, classificao e modelao 6. Ligaes estruturais de seces em H ou em I 7. Ligaes de seces ocas</p> <p>Institute for Sustainability and Innovation in Structural Engineering</p> <p>Dimensionamento de Ligaes Metlicas (EC3 Parte 1.8)</p> <p>Rui Simes</p> <p>|</p> <p>5</p> <p>3. Ligaes com parafusos, rebites ou cavilhas</p> <p>Comportamento de ligaes metlicas Ligaes correntes (EC3-1-8)Numa ligao corrente entre peas metlicas os parafusos podem ser solicitados: - em corte; - em traco; - em corte + traco.</p> <p>Parafuso ao corte</p> <p>Parafusos traco</p> <p>Fv .Rd =</p> <p>0.6 fub A</p> <p> M2k1 b fu d t</p> <p>Ft .Rd =B p.Rd =</p> <p>0.9 fub As</p> <p> M2</p> <p>Fb.Rd =</p> <p>0 . 6 d m t p fu</p> <p> M2</p> <p> M2</p> <p>Corte + Traco</p> <p>Fv .Ed Ft .Ed + 1 .0 Fv .Rd 1.4 Ft .Rd</p> <p>Institute for Sustainability and Innovation in Structural Engineering</p> <p>Dimensionamento de Ligaes Metlicas (EC3 Parte 1.8)</p> <p>Rui Simes</p> <p>|</p> <p>6</p> <p>3. Ligaes com parafusos, rebites ou cavilhas</p> <p>Comportamento de ligaes metlicas Ligaes pr-esforadas (EC3-1-8)Numa ligao pr-esforada entre peas metlicas a resistncia obtida por atrito ou por traco nos parafusos.Fora de pr-esforo PB</p> <p>Isostticas de compressoLigao pr-esforada ao corte</p> <p>Fs,Rd =</p> <p>ks n </p> <p> M3</p> <p>Fp,C</p> <p>Fp,C = 0,7 fub As</p> <p>sendo o coeficiente de atrito - Tabela 18 da EN 1090-2</p> <p>Institute for Sustainability and Innovation in Structural Engineering</p> <p>Dimensionamento de Ligaes Metlicas (EC3 Parte 1.8)</p> <p>Rui Simes</p> <p>|</p> <p>7</p> <p>3. Ligaes com parafusos, rebites ou cavilhasValores nominais da tenso de cedncia fyb, e da tenso de rotura traco fub Classe do parafuso fyb (N/mm2) 4.6 240 400 4.8 320 400 5.6 300 500 5.8 400 500 6.8 480 600 8.8 640 800 10.9 900 1000</p> <p>fub (N/mm2)</p> <p>Ligao viga-viga</p> <p>Ligao viga-pilar</p> <p>Ligao em trelia</p> <p>Ligao com cavilha</p> <p>Institute for Sustainability and Innovation in Structural Engineering</p> <p>Dimensionamento de Ligaes Metlicas (EC3 Parte 1.8)</p> <p>Rui Simes</p> <p>|</p> <p>8</p> <p>4. Ligaes soldadas</p> <p>Tipos de soldaduras:- ngulo (fillet weld); - soldaduras de topo (butt weld); - soldaduras por entalhe (fillet weld all around); - soldaduras de bujo (plug weld); - soldaduras em bordo arredondado (flare grove wels).</p> <p>Geometria de um cordo de soldadura:- comprimento (Lw); - espessura (a).</p> <p>Ligaes em trelias</p> <p>aCordes de ngulo Cordes de topo Cordo de soldaduras em bordo arredondado</p> <p>Institute for Sustainability and Innovation in Structural Engineering</p> <p>Dimensionamento de Ligaes Metlicas (EC3 Parte 1.8)</p> <p>Rui Simes</p> <p>|</p> <p>9</p> <p>4. Ligaes soldadas</p> <p>Mtodos para avaliao da resistncia de cordes de ngulo:- Mtodo direccional (esforos transmitidos so decompostos em tenses normais e tangenciais ao longo do plano bissectriz do cordo de soldadura).</p> <p> + 3 + //2 2</p> <p>(</p> <p>2</p> <p>) </p> <p>fu w M2</p> <p>M2</p> <p>fu</p> <p>fu - valor nominal da tenso de rotura traco da pea ligada mais fraca; w - factor de correlao depende da classe do ao.</p> <p>- Mtodo simplificado (independente da orientao do cordo).</p> <p>Fw.Ed Fw.Rd =</p> <p>fu</p> <p>3</p> <p>w M2</p> <p>a</p> <p>Institute for Sustainability and Innovation in Structural Engineering</p> <p>Dimensionamento de Ligaes Metlicas (EC3 Parte 1.8)</p> <p>Rui Simes</p> <p>|</p> <p>10</p> <p>5. Anlise, classificao e modelao</p> <p>Comportamento de uma ligao viga-pilar resistente a flexo.Mj S j,ini90</p> <p>M j,Rd M j,Ed 1</p> <p>Ed</p> <p>M j,Ed</p> <p>Sj</p> <p>Ed</p> <p>Comportamento rotacional</p> <p>Xd</p> <p>Cd</p> <p>Curva Momento versus Rotao (Mj - )</p> <p>momento resistente Mj,Rd rigidez inicial rotacional Sj,ini capacidade de rotao Cd</p> <p>Institute for Sustainability and Innovation in Structural Engineering</p> <p>Dimensionamento de Ligaes Metlicas (EC3 Parte 1.8)</p> <p>Rui Simes</p> <p>|</p> <p>11</p> <p>5. Anlise, classificao e modelao</p> <p>Idealizao do comportamento.</p> <p>Modelao das ligaes.</p> <p>M</p> <p>Mj,Rd2/3 Mj,Rd</p> <p>S j,ini/ S j,ini</p> <p>1</p> <p>2</p> <p>x</p> <p>x x</p> <p>3</p> <p>N interno</p> <p>N externo</p> <p>Institute for Sustainability and Innovation in Structural Engineering</p> <p>Dimensionamento de Ligaes Metlicas (EC3 Parte 1.8)</p> <p>Rui Simes</p> <p>|</p> <p>12</p> <p>6. Ligaes estruturais de seces em H ou em I</p> <p>Mtodo das componentes comportamento de uma ligao avaliado com base na interaco entre as diversas componentes mtodo aplicvel a qualquer tipologia, desde que se possam caracterizar todas as suas componentes.</p> <p>Tipologia de ligaes</p> <p>Institute for Sustainability and Innovation in Structural Engineering</p> <p>Dimensionamento de Ligaes Metlicas (EC3 Parte 1.8)</p> <p>Rui Simes</p> <p>|</p> <p>13</p> <p>6. Ligaes estruturais de seces em H ou em I</p> <p>Mtodo das componentes Etapas:identificao das componentes activas (Quadro 6.1 do EC3-1-8)</p> <p>Alma do pilar traco Banzo do pilar flexo Traco Placa de topo flexo Alma da viga traco Parafusos traco Corte</p> <p>MEd</p> <p>Soldaduras Alma do pilar ao corte</p> <p>Compresso Alma do pilar compresso Alma e banzo da viga compresso</p> <p>Ex.: Ligao viga pilar com placa de topo aparafusada</p> <p>Institute for Sustainability and Innovation in Structural Engineering</p> <p>Dimensionamento de Ligaes Metlicas (EC3 Parte 1.8)</p> <p>Rui Simes Fi FRd</p> <p>|</p> <p>14</p> <p>6. Ligaes estruturais de seces em H ou em I caracterizao das componentes (obteno das curvas F - ) associao a partir das curvas F - de cada componente: Clculo de Mj,Rd a partir de Fj,Rd Clculo de Sj,ini a partir de ki (Quadro 6.11 do EC3-1-8)</p> <p>E ki</p> <p>h1</p> <p>h2</p> <p>Ft1, Rd Ft 2, Rd</p> <p>(3) (3) (4)</p> <p>(4)</p> <p>(5) (10)</p> <p>(10)</p> <p>(5) (8)</p> <p>Fc = Ftr , Rd</p> <p>(3)</p> <p>(4)</p> <p>(5) (8)</p> <p>(10)</p> <p>M</p> <p>(1)</p> <p>(2)</p> <p>(7)</p> <p>M</p> <p>j , Rd</p> <p>= hr Ftr , Rdr</p> <p>Keq</p> <p>S j ,ini = M</p> <p>M</p> <p>zeq(1) (2) (7)</p> <p>=</p> <p>E z2 1 k i i</p> <p>Institute for Sustainability and Innovation in Structural Engineering</p> <p>Dimensionamento de Ligaes Metlicas (EC3 Parte 1.8)</p> <p>Rui Simes</p> <p>|</p> <p>15</p> <p>7. Ligaes entre seces ocas Na seco 7 do EC3-1-8 so fornecidas regras para a determinao da resistncia de ligaes (esforos axiais e/ou momentos) em estruturas reticuladas constitudas por seces circulares, quadradas ou rectangulares ocas e por seces abertas.</p> <p>Institute for Sustainability and Innovation in Structural Engineering</p> <p>Dimensionamento de Ligaes Metlicas (EC3 Parte 1.8)</p> <p>Rui Simes</p> <p>|</p> <p>16</p> <p>7. Ligaes entre seces ocas</p> <p>Modos de rotura (ex.: seco SHS)a) Rotura da face da corda ou plastificao da corda;</p> <p>Modo</p> <p>Esforos normais</p> <p>Momento flector</p> <p>a</p> <p>b) Rotura da parede lateral da corda por plastificao, esmagamento ou instabilidade</p> <p>b</p> <p>c) Rotura por corte da corda;</p> <p>c</p> <p>d) Rotura por punoamento de uma parede de corda de seco oca; e) Rotura do elemento diagonal com largura eficaz reduzida;</p> <p>d</p> <p>e</p> <p>f) Rotura por encurvadura local de um elemento diagonal ou de uma corda de seco oca ao nvel da ligao.</p> <p>f</p> <p>Institute for Sustainability and Innovation in Structural Engineering</p> <p>Dimensionamento de Ligaes Metlicas (EC3 Parte 1.8)</p> <p>Rui Simes</p> <p>|</p> <p>17</p> <p>OBRIGADO PELA ATENOInstitute for Sustainability and Innovation in Structural Engineering</p>