Trabalho Individual - 2º Semestre.docx

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    08-Sep-2015

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<p>ABNT - UNOPAR - Completo</p> <p>22</p> <p>Sistema de Ensino Presencial ConectadoADMINISTRAO DE EMPRESAS</p> <p>PAULO CESAR SIMOES LEITE JUNIOR</p> <p>trabalho interdisciplinar INDIVIDUAL MIcroeconomia e macroeconomia; mtodos quantitativos; tica, poltica e sociedade; seminrio</p> <p>VITORIA DA CONQUISTA2015</p> <p>PAULO CESAR SIMOES LEITE JUNIOR</p> <p>trabalho interdisciplinar INDIVIDUAL MIcroeconomia e macroeconomia; mtodos quantitativos; tica, poltica e sociedade; seminrio</p> <p>Trabalho de bacharelado em administrao apresentado Universidade Norte do Paran - UNOPAR, como requisito parcial para a obteno de mdia bimestral na disciplina de Microeconomia e Macroeconomia; Mtodos Quantitativos; tica, Poltica e Sociedade; Seminrio.</p> <p>Orientadores: Profs. Regina Malassise, Marcelo Viegas, Wilson Sanches, Mrcia Bastos e Henry Nonaka.</p> <p>VITORIA DA CONQUISTA2015</p> <p>SUMRIO</p> <p> INTRODUO3</p> <p> QUESTO 014, 5, 6 e 7</p> <p> QUESTO 028, 9, 10 e 11</p> <p>QUESTO 0312, 13, 14, 15 e 16</p> <p> QUESTO 0417, 18 e 19</p> <p> CONCLUSO20</p> <p>REFERNCIAS21 e 22</p> <p>INTRODUO</p> <p>Estaremos conhecendo e apresentando a seguir, os conceitos econmicos abordados na Microeconomia e Macroeconomia; Mtodos Quantitativos Aplicados Gesto Empresarial e seus temas; os conceitos bsicos de tica, Poltica e Sociedade e tambm, entender os limites da utilizao de estratgias para a conquista do pblico na manuteno de uma gesto tica nas organizaes e seu tipo de poltica adotada para essa manuteno.QUESTO 01 MICROECONOMIA E MACROECONOMIACaro aluno, voc j observou quantas informaes econmicas so apresentadas na mdia e como elas afetam o ambiente de produo, distribuio e comercializao das empresas. Ouvir notcias sobre o nvel de produo e o emprego, a taxa de juros e as compras a prazo e as constantes interferncias do governo com a com a adoo de medidas econmicas virou rotina diria do jornalismo. Neste sentido trs grandes temas so recorrentes: inflao, taxa de juros e taxa de cmbio. Pesquise nos materiais e descreva o conceito destes trs termos. Para complementar seu texto pesquise no internet uma notcia sobre cada um destes termos como exemplo.</p> <p>A inflao</p> <p>Inflao o aumento persistente e generalizado dos preos, resultando em uma perda do poder de compra da moeda, tendo uma autonomia para se auto-alimentar por meio de reaes em cadeia (o aumento de um preo pode elevar o aumento do outro), chamado assim de espiral inflacionria.As duas causas da inflao so: a inflao de custos e inflao de demanda, sendo que a de custos est ligada ao lado da oferta, ou seja, o nvel de demanda permanece o mesmo, mas h aumento nos custos de produo para ofertar determinado produto ou servios, e a inflao de demanda refere-se ao excesso de demanda em relao oferta de bens e servios em uma economia, e sendo assim, a chance de ocorrer esse aumento, quando a economia est produzindo prximo do pleno emprego.O lado positivo da inflao chamado de curva de Phillips, onde a inflao est muito baixa a uma elevao no desemprego, indicando de certa forma, um aumento na economia, mostrando que as pessoas esto consumindo mais e as empresas tambm produzindo mais, o que aumenta o nvel de emprego.Podemos verificar a influncia desta sobre a economia, atravs da mdia. Por exemplo, um trecho da reportagem do Jornal Folha de So Paulo (Inflao elevada muda hbitos no supermercado), onde diz que, com o bolso mais apertado e menos confiante na economia, o consumidor voltou a fazer compras do ms, a se deslocar mais para economizar e a buscar nas prateleiras dos supermercados mais baratos uma forma de se proteger da inflao.Isso quer dizer, que o povo, com a elevao do preo dos alimentos, est deixando de consumir o produto de certa empresa que esto habituados a comprar, devido o aumento abusivo na inflao sobre aquele determinado produto, e sendo assim, passando a consumir produtos de outras empresas, com preos mais acessveis para que, sua renda possa cobrir o aumento da inflao aplicada nos produtos.</p> <p>A taxa de juros</p> <p>O instrumento utilizado pelo Banco Central (BC) para controlar a inflao a taxa de juros. Quando os juros caem muito, a populao tem maior acesso ao crdito e acabam consumindo mais, aumentando a demanda, podendo pressionar os preos caso a indstria no esteja preparada para atender esse maior consumo. Os juros subindo, a autoridade monetria inibe consumo e investimento, ficando mais caros, a economia desacelera e evita-se que os preos subam para que no ocorra a inflao.Para identificar as taxa de juros que reflete a mdia de remunerao dos ttulos federais negociados como os bancos e considerada a taxa bsica influenciando sobre os juros de toda economia, foi criado o Selic (Sistema Especial de Liquidao e Custdia). Ele um sistema eletrnico que permite atualizao diria das posies das instituies financeiras, com o objetivo de tornar mais transparente e segura, a negociaes de ttulos pblicos.E para estabelecer as diretrizes da poltica monetria e definir a taxa de juros, foi institudo o Copom (Comit de Poltica Monetria), composto pelo Presidente do Banco Central, os diretores de Poltica Monetria, Poltica Econmica, Estudos Especiais, Assuntos Internacionais, Normas e Organizao do Sistema Financeiro, Fiscalizao, Liquidaes e Desestatizao, e Administrao.Podemos verificar a influncia desta sobre a economia, atravs da mdia. Por exemplo, uns dos trechos da reportagem do Jornal Folha de So Paulo (Taxa de juros sobe para 28% em agosto; inadimplncia a menor em mais de 2 anos) dizendo que, A taxa mdia de juros com recursos livres, que correspondem aos emprstimos concedidos pelos bancos de acordo com as condies de mercado, ficou em 28% ao ano em agosto. Trata-se de uma alta de 0,5 ponto percentual em relao a julho, informou o Banco Central nesta sexta-feira (27). A taxa a maior desde maio de 2012.Analisando a reportagem, vemos que quando houve o aumento da taxa de juros sobre os emprstimos, a populao deixou de fazer compras a prazo e emprstimos junto aos bancos, devido taxa alta dos juros, diminuindo a inadimplncias no pas. Isso ocorre porque a populao deixando de fazer emprstimos e compras a prazo, que muitas das vezes no conseguem pagar, consegue manter seu crdito pessoal regularizado.</p> <p>A taxa de cmbio</p> <p>Taxa de cmbio o preo de uma moeda estrangeira medido em unidades ou fraes (centavos) da moeda nacional. No Brasil, a moeda estrangeira mais negociada o dlar dos Estados Unidos, fazendo com que a cotao comumente utilizada seja a dessa moeda. Assim, quando dizemos, por exemplo, que a taxa de cmbio 1,80, significa que um dlar dos Estados Unidos custa R$ 1,80. A taxa de cmbio reflete, assim, o custo de uma moeda em relao outra. As cotaes apresentam taxas para a compra e para a venda da moeda, as quais so referenciadas do ponto de vista do agente autorizado a operar no mercado de cmbio pelo Banco Central.As taxas de cmbio praticadas no mercado de cmbio brasileiro so livremente negociadas entre os agentes e seus clientes e so amplamente divulgadas pela imprensa. O Banco Central do Brasil (BC) divulga diariamente, as cotaes para as diferentes moedas. So livremente pactuadas entre as partes contratantes, ou seja, entre o comprador ou vendedor da moeda estrangeira e o agente autorizado pelo Banco Central a operar no mercado de cmbio.Podemos verificar a influncia desta sobre a economia, atravs da mdia. Por exemplo, o trecho da reportagem do G1 (Brasil ter de conviver com taxa de cmbio mais fraca, diz diretor do BC) onde o diretor diz que: O Brasil ter de conviver com uma taxa de cmbio mais fraca se a recente desvalorizao do real em relao ao dlar estiver em linha com outras moedas, afirmou o diretor de Poltica Monetria do Banco Central, Aldo Mendes, nesta tera-feira (4).Dessa maneira, vemos como a desvalorizao do Real continua referente s moedas estrangeiras, mas principalmente ao dlar americano. Com tudo isso, a cada produto importado que entre no Brasil, que comprado pelo valor da moeda estrangeira, fica mais caro e ser mais difcil de consumi-lo.</p> <p>QUESTO 02 MTODOS QUANTITATIVOS APLICADOS GESTO EMPRESARIAL!</p> <p>No moderno ambiente administrativo e econmico global, qualquer pessoa pode ter acesso a uma enorme quantidade de informaes estatsticas. Os gerentes e gestores mais bem-sucedidos so aqueles capazes de entender a informao e us-la de maneira eficaz. Neste sentido os mtodos quantitativos e os conceitos estatsticos so freqentemente aplicados gesto empresarial, auxiliando os gestores na tomada de decises dentro do ambiente organizacional. Pesquise nas referncias indicadas pelo professor e escreva sobre os temas relacionados abaixo:</p> <p>a. Medidas Descritivas</p> <p>Medidas Descritivas ou Estatsticas Descritiva e a informao advinda dos dados colhidos em uma pesquisa. Segundo SPIEGEL, no sentido mais restrito, o termo Estatstica usado para designar os prprios dados ou nmeros deles derivados como, por exemplo, mdias, organizando os dados, em conformidade com a populao e/ou com a amostra em estudo.MEDRI (p. 1) ensina que na pesquisa cientfica coletam-se as caractersticas de pessoas, animais, empresas, indstrias, sistemas de produo, fenmenos fsicos ou qumicos. Com a finalidade de verificar as hipteses lanadas sobre uma populao, coleta essa, feita com base em uma amostra, como nos ensina STEVENSON.</p> <p>I. Medidas de Tendncia Central;</p> <p>A mdia, assim como a mediana e a moda so medidas de tendncia central, ou seja, so usadas para indicar um valor que tende a tipificar, ou a representar melhor, um conjunto de nmeros, conforme STEVENSON (p. 19).COSTA (p. 56) prefere conceituar as medidas de tendncia central como estatsticas, cujos valores esto prximos do centro de um conjunto de dados.J MEDRI (p. 22) prefere afirmar que as medidas de tendncia central so aquelas que produzem um valor em torno do qual os dados observados se distribuem, e que visam sintetizar em um nico nmero o conjunto de dados.Analisando essas trs definies, a ltima, que remete ao aspecto da distribuio dos dados, parece ser a mais correta, porque as medidas de tendncia, no necessariamente representam melhor o conjunto, ao final de uma anlise e porque a noo de centro, no significa, necessariamente proximidade.</p> <p>II. Medidas de Disperso;</p> <p>Apurado um valor mdio para os elementos de um rol torna-se necessrio examinar as medidas de disperso dos demais elementos em relao tendncia central, como meio de definir a variabilidade que os dados apresentam entre si. Essas medidas so chamadas de Medidas de Variabilidade, diz COSTA (p. 78).MEDRI (p. 25) nos ensina que, no haver disperso quando todos os elementos do rol forem iguais. Dessa maneira as medidas de disperso, apresentam o grau de agregao dos dados.Nem todas as sries analisadas sero claras, tornado necessrio calcular outros elementos de apoio matemtico para que se possa precisar, no mais das vezes, qual a srie ou conjunto de dados mais estvel, isto , que apresenta a menor disperso entre os seus elementos. As medidas descritivas mais utilizadas so: amplitude total; varincia e desvio padro.</p> <p>III. Tcnicas de Amostragem Probabilstica;</p> <p>Amostragem Probabilstica envolvem o acaso, e a probabilidade de seleo de um elemento conhecida, diferente de zero e permite inferncia.O que pode garantir a fidelidade amostra, sem a interferncia no processo de seleo dos elementos, que cada um tem a chance de ser sorteado em primeira escolha.Para conhecer melhor esse estudo de amostra, necessrio conhecer a populao e suas caractersticas que elas representam.O acaso garantido pelo processo de seleo, que deve ser feito de forma aleatria, por meio da manuteno dessas caractersticas.</p> <p>b. Nmeros-ndices</p> <p>Os nmeros de ndices so medidas usadas para comparar grupos de variveis que possuem algum relacionamento entre si de tal forma que seja possvel a obteno de um quadro organizado dos comportamentos das variveis dentro desse grupo selecionado, sendo utilizado em vrias reas, tais como: administrao, economia, contabilidade, engenharia, etc., para fazer comparaes de alteraes em variveis especficas num dado espao de tempo.Essas variveis se tratam de: preo, quantidades, volume de produo entre outras, de um elemento qualquer ou de vrios elementos tomados para comparao.Para uma anlise envolvendo o salrio da populao, como capacidade de compra, com certeza utilizaremos nmeros ndices como forma de comparao.Para que se possa fazer uma anlise histrica da variao de preos de vrios itens da cesta bsica de consumo da populao, utilizamos o ndice de preos ao consumidor (IPC).Os nmeros ndices, ao se referirem a um nico elemento em perodos distinto so conhecidos como nmeros ndices simples e quando envolve mais elementos, so os nmeros ndices compostos, mas tambm possvel ver, que existem outras classificaes possveis, as bilaterais e multilaterais.</p> <p>c. Deflao de Dados</p> <p>Deflacionar significa eliminar dos valores monetrios nominais o efeito da inflao, assim entendido o aumento de preos decorrente da desvalorizao do padro monetrio, sendo assim, os valores ficam dados na mesma base de comparao (valores esses ditos em reais)Deflator qualquer ndice de preos usado para equiparar, por reduo, valores monetrios de diversas pocas ao valor monetrio de uma determinada poca tomada como base. Esse processo de reduo denominado deflacionamento.O nmero ndice usado para deflacionar valores denominado deflator (Df). J no Brasil, os mais usados so o IGP, o ICV, o INPC, o IPC, o IPA e a TR.O valor nominal de um bem (na data-base) pode ser convertido em valor real (na atual data) e vice-versa, para isso utilizamos a seguinte frmula: Vr = Vn/Df.100</p> <p>Em que: </p> <p>Vr o valor real do bem (valor na data atual);Vn o valor nominal do bem (valor na data-base);Df o deflator (nmeros ndice ou srie de nmeros ndices).QUESTO 03 TICA POLTICA E SOCIEDADE</p> <p>tica</p> <p>tica o ramo da filosofia dedicado aos assuntos morais, derivada do grego e com o significado de aquilo que pertence ao carter. uma palavra que vem do grego ethos que significa modo de ser ou carter, sendo utilizada em todas as reas do conhecimento, estudando a cincia da conduta humana, segundo o bem e o mal, com vistas felicidade, estudando assim, a vida do ser humana, sob o ponto de vista da qualidade de sua conduta. Tratando boa e m conduta e da correlao entre boa conduta e felicidade, na interioridade do ser humana. A tica no uma cincia terica ou especulativa, mas uma cincia prtica em que se preocupa com a ao e com o ato humano. tambm, a parte da filosofia prtica que tem por objetivo uma reflexo sobre os problemas fundamentais da moral (finalidade e sentido da vida humana, os fundamentos da obrigao e do dever, natureza do bem e do mal, o valor da conscincia moral, etc.).A tica manifestada no agir do sujeito, quando ele comea a estabelecer vnculos sociais e se renem para garantir a sobrevivncia do grupo e de sim mesmo. no cotidiano social que se manifesta a questo do bem e do mal e os valores que norteiam as escolhas do sujeito que vai construindo e significando os conceitos de um comportamento que ao longo da histria se constituem em valores que procuram e alcanam em soc...</p>