TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO

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TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO. I Seminário sobre Financiamento da Saúde e Aplicação dos Recursos Financeiros do SUS. Realização:. TCE : Maria Zaira Chagas Guerra. Normas básicas do SUS: Constituição Federal (artigos 196 a 200) Lei 8.080/90 Lei 8.142/90 - PowerPoint PPT Presentation

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  • O Sistema nico de Sade, sem prejuzo das funes do Poder Legislativo, dever contar com as seguintes instncias colegiadas:

    I - a Conferncia de Sade; - reunir-se- a cada quatro anos com a representao dos vrios segmentos sociais, para avaliar a situao de sade e propor as diretrizes para a formulao da poltica de sade nos nveis correspondentes, convocada pelo Poder Executivo ou, extraordinariamente, por esta ou pelo Conselho de Sade.II - o Conselho de SadeO Conselho Local Lei 8.142/90 art. 1TCE : Maria Zaira Chagas Guerra

  • REGULAMENTO DO SISTEMA NICO DE SADETCE-PB - Maria Zaira Chagas GuerraMinistrio da SadePORTARIA N 2.048, DE 3 DE SETEMBRO DE 2009

    Aprova o Regulamento do Sistema nico de Sade (SUS).

  • (BVS MS/Biblioteca/CGDI) um informativo que tem como objetivo divulgar os atos normativos dos poderes Executivo e Legislativo, publicados no Dirio Oficial da Unio, relacionados rea da Sade e a assuntos correlatos. Para acessar o ato normativo na ntegra, basta clicar sobre o nmero da norma de interesse. O informativo publicado s teras e sextas-feiras. http://bvsms.saude.gov.br/html/pt/legislacao/alertalegis.html# O Alerta LegisINSTRUTOR: Maria Zaira Chagas Guerra

  • TCE : Maria Zaira Chagas GuerraPara receberem os recursos, de que trata o art. 3 da lei 8.080/90, os Municpios, os Estados e o Distrito Federal devero contar com:

    I - Fundo de Sade (LEGALMENTE CONSTITUIDO); II - Conselho de Sade, com composio paritria III - plano de sade; IV - relatrios de gesto que permitam o controle de que trata o 4 do art. 33 da Lei n 8.080, de 19 de setembro de 1990;V - contrapartida de recursos para a sade no respectivo oramento; VI - Comisso de elaborao do Plano de Carreira, Cargos e Salrios (PCCS), previsto o prazo de dois anos para sua implantao.Lei 8.142/90 art. 4Art. 33. Os recursos financeiros do Sistema nico de Sade (SUS) sero depositados em conta especial, em cada esfera de sua atuao, e movimentados sob fiscalizao dos respectivos Conselhos de Sade.(...) 4 O Ministrio da Sade acompanhar, atravs de seu sistema de auditoria, a conformidade programao aprovada da aplicao dos recursos repassados a Estados e Municpios. Constatada a malversao, desvio ou no aplicao dos recursos, caber ao Ministrio da Sade aplicar as medidas previstas em lei.

  • INSTRUTOR: Maria Zaira Chagas GuerraRECEITA DE IMPOSTOS LQUIDA (Municpios)Corresponde ao somatrio das seguintes receitas: a) impostos; b) multas, juros de mora e dvida ativa dos impostos; c) receitas de transferncias constitucionais e legais.

  • TCE : Maria Zaira Chagas GuerraNo poder ser deduzida da base de clculo da receita, para fins de apurao dos percentuais de aplicao em aes e servios pblicos de sade, qualquer parcela de receita vinculada ao Fundo de Combate Pobreza, ou qualquer outra parcela de receita vinculada a fundo ou despesa (por exemplo, o FUNDEB).

  • TCE : Maria Zaira Chagas GuerraArt. 25. (...)

    1 So exigncias para a realizao de transferncia voluntria, alm das estabelecidas na lei de diretrizes oramentrias:(...)IV - comprovao, por parte do beneficirio, de:(...)b) cumprimento dos limites constitucionais relativos educao e sade; LEI Complementar Nacional N 101/2000

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  • TCE : Maria Zaira Chagas GuerraDESPESAS LIQUIDADAS so os valores das despesas com sade liquidadas at 31 de dezembro, em. Devero ser consideradas, inclusive, as despesas que j foram pagas.

    A LIQUIDAO: verificao do direito adquirido pelo credor, tendo por base os ttulos e documentos comprobatrios da entrega do material ou servio.

    RESTOS A PAGAR: as despesas empenhadas mas no pagas at o dia 31 de dezembro distinguindo-se as processadas das no processadas. Ateno...

  • TCE : Maria Zaira Chagas GuerraDurante o exerccio, no devero ser includos os valores das despesas empenhadas que ainda no foram liquidadas. No encerramento do exerccio, as despesas empenhadas, no liquidadas e inscritas em restos a pagar no-processados, por constiturem obrigaes preexistentes, decorrentes de contratos, convnios e outros instrumentos, devero compor, em funo do empenho legal, o total das despesas executadas. Portanto, durante o exerccio, so consideradas despesas executadas apenas as despesas liquidadas e, no encerramento do exerccio, so consideradas despesas executadas as despesas liquidadas e as inscritas em restos a pagar no-processados. No encerramento do exerccio, as despesas com aes e servios pblicos de sade inscritas em Restos a Pagar podero ser consideradas para fins de apurao dos percentuais de aplicao estabelecidos na Constituio, desde que haja disponibilidade financeira vinculada sade.

  • Funo /Subfuno/ Programa/ ProjetoSou gestor dos recursos e ordenador das despesas?Os convnios (realidade/oportunidade) e as respectivas liberaes (viabilidade)Separao de aplicao por fonte de recursos(CNPJ- Conta bancria especfica)TCE : Maria Zaira Chagas Guerra CONTROLE

  • TCE : Maria Zaira Chagas GuerraTENHO PARCELAMENTOS DE DBITOS PREVIDENCIRIOS DO MEU MUNICPIOS?TENHO QUE AJUSTAR ESSE REGISTRO NA PRESTAO DE CONTAS DAS AES E SERVIOS PBLIOCS DE SADE?

  • PLANO PLURIANUAL - PPATCE: Maria Zaira Chagas GuerraPLANEJAR INDISPENSVEL PARA O GESTOR REALIZAR GASTOS COM SUCESSO :LEI DE DIRETRIZES ORAMENTRIAS - LDOLEI ORAMENTRIA ANUAL LOAESSES INSTRUMENTOS SO UMA FORMA DE ANTEVER E SER TRANSPARENTE NA GESTO PUBLICA

  • TCE: Maria Zaira Chagas GuerraEmail: mchagas@tce.pb.gov.br z.guerra@hotmail.com