Click here to load reader

Trombose Venosa Profunda - Tvp

  • View
    96

  • Download
    0

Embed Size (px)

Text of Trombose Venosa Profunda - Tvp

  • TROMBOSE VENOSA PROFUNDA

  • FACULDADE DE TECNOLOGIA E CINCIAS

    ESTUDO DE CASO FINALNUTRIO VI SEMESTREMRIAN MOURAARTICULADORA: FLVIA BELETTINI

    COORDENADORA: ADRIANA MIRANDA

  • Paciente do sexo feminino, 36 anos, iniciou um quadro de edema difuso no MIE (membro inferior esquerdo), at a raiz da coxa, associado a dor de moderada intensidade, empastamento muscular e eritema.

  • Fez uma consulta mdica na qual foi solicitado USG-Doppler de MIE. Esta revelou TVP (Trombose venosa profunda) femoral esquerda.

  • aavaliao do sistema venoso profundo e superficial permite detectar a presena de tromboses venosas (obstruo das veias), sendo o exame mais detalhado para o estudo das varizes e complicaes associadas.

  • TROMBOSE VENOSA PROFUNDATrombose a formao ou desenvolvimento de um trombo. Trombo o cogulo sanguneo que se agrega parede endotelial.Processo resultante da iniciao e propagaoinadequadas do mecanismo hemosttico Trade de Virchow: leso da parede vascular estase sangnea alterao dos componentes do sangue ouhipercoagulabilidade

  • TROMBO

  • FISIOPATOLOGIA DA TROMBOSEO sistema hemosttico composto por um endotlio vascular ntegro, e a existncia na corrente sangunea de plaquetas e fatores de coagulao. A sua mais importante funo manter a fluidez do sangue em equilbrio hemodinmico

  • CORRENTE SANGUNEA NTEGRA

  • COAGULAOA coagulao um processo normal que propicia ao organismo diminuir as perdas sanguneas em caso de hemorragia. Para tal, indispensvel que as substncias qumicas, os fatores da coagulao, produzidos fundamentalmente no fgado, reajam entre si e com as plaquetas compondo um cogulo.

  • FORMAO DE TROMBOS

  • DIAGNSTICOO diagnstico exato na trombose venosa profunda feito pela necropsia ou pela flebografia. Porm, a ultra-sonografia e o acompanhamento clnico so utilizados em conjunto para o diagnstico da trombose venosa profunda (CASTRO 2003).

  • UMA DOENA ASSINTOMTICA Comumente confundida e medicada como outra doena ou simplesmente ignorada (Castro 2003).

  • - Fatores de risco para tromboembolismo venosoIdade maior que 40 anosHistoria anterior de tromboembolismoCirurgia que precisou de mais de 30 minutos de anestesiaImobilizao prolongadaAcidente vascular cerebralInsuficincia cardaca congestivaCncerFratura de pelve, fmur ou tbiaGravidez ou parto recenteTeraputica com estrgenosDoena inflamatria intestinalTrombofilia gentica ou adquiridaDeficincia de antitrombinaDeficincia de Protena CDeficincia de protena SMutao de protrombina G20210AFator V de LeidenAnticorpos anticardiolipinaAnticoagulante lpico

  • negligenciada no cenrio clnico contemporneo (Clagett 1988 apud Castro 2003).

  • MEDICAES EM USOO tratamento da TVP feito com medicamentos anticoagulantes, que impede a formao de novos trombos e o aumento do trombo que j est formado. O trombo j formado , aos poucos, reabsorvido pelo prprio organismo.

  • Droga posologiaVia de administ.Interaes/objetivoplasil10 mgIM 8/8 hlcool potencializa o efeitoclexane60 mgSubcutneo 12/12 hEfeito profilticoNorfloxacino 400 mg/comp.Via oral 12/12 hCafena, ferro e zincoparacetamol500 mg/01 comp. Via oralO uso para dor ou febre

  • AVALIAO NUTRICIONAL

  • AVALIAO SUBJETIVA GLOBALNa avaliao subjetiva global a paciente mostra-se dentro dos parmetros que garantem que o indivduo est bem nutrido, somando valores menores que 17 pontos.

  • EXAME FSICO

    NORMALALTERAOPELEXCABELOXUNHASXMUCOSASXPRTESES DENTRIASXEDEMAX

  • AVALIAO ANTROPOMTRICA As medidas antropomtricas so as medidas do tamanho corporal e de suas propores, sendo um dos indicadores diretos do estado nutricional do indivduo.

  • PESO CORPORAL

    PESO RELATADO70-73 kgPESO AFERIDO84 kgADEQUAO DE PESO166,66%>120% =Obesidade

  • IMC (INDICE DE MASSA CORPORAL)IMC= 35 kg/m2 Na classificao do estado nutricional para adultos pelo IMC (ambos os sexos), a paciente est com obesidade grau II (OMS, 1997).

  • CLCULO DO GET (gasto energtico total)Harris Benedict= 655,1 +( 9,5 x Peso (kg)) + 1,8 x Altura (cm) (4,7 x idade (anos))1.562,9 kcalGET= TMB x FA x FI x FTGET= 1.562,9 x 1,3 x 1 GET= 2.031,77 kcal

  • EXAMES LABORATORIAIS E COMPLEMENTARES Alguns fatores e condies podem restringir a utilizao dos indicadores bioqumicos na avaliao do estado nutricional, como a utilizao de algumas drogas, aspectos ambientais, estado fisiolgico, estresse, leso, inflamao

  • ANLISE DOS EXAMES BIOQUMICOSExame/data Resultado Faixa de normalidade Hb (20/10/11)12,3 g%>= 14 normalHemoglobina- devido ser protena intracelular possui sensibilidade a um processo de desnutrio menor quando comparada s demais protenas para uso em anlise nutricional, mas quando est com valores menores que os da referncia um indicativo de desnutrio protica( DUARTE, 2007).

  • ANAMNESE

    Uma avaliao nutricional detalhada, que pode incluir um questionrio de freqncia alimentar e um registro de 24h e informaes adicionais como histrico de peso, mudanas prvias da dieta, uso de suplementos e intolerncia alimentar.

  • RECORDATRIO 24 HORAS

    refeioalimentoMedida caseira Quantidade g/mlCAF DA MANHArroz doce01 copo200 mlCOLAOSuco de acerola01 copo200 mlALMOOBife cozido

    Salada de legumes

    ArrozFeijo02 bifes mdio

    03 col. de sopa

    03 col. De sopa02 col. De sopa180 g

    90 g

    75 g34 gLANCHEVitamina de umbu com leite integral01 copo200 mlJANTAR Po integral com margarinaMaSuco de acerola02 fatiasUnidade01 copo60 g19 g150 g200 mlCEIASe recusou

  • ANLISE DO RECORDATRIOValor calrico total da dieta= 1.637,31 kcalNecessidades energticas= 2.234,94 kcalCHO= 211,59 g/CHO =846,36 kcal (51,69%) normoglicdicaPROTEINAS= 74,92 g/PTN = 299,68 kcal (18,30%) hiperproticaLIPIDIOS= 78,59 g/LP = 707,31 kcal (43,19%) hiperlipdica

  • DIAGNSTICO NUTRICIONALO estado nutricional o nvel em que a necessidade fisiolgica nutricional do indivduo est sendo atendida pelo alimento que est sendo ingerido habitualmente, ( MAHAN 1998).

    A paciente est com sobrepeso, segundo constatado pela antropometria. Sabe-se que a obesidade pode ser um fator desencadeante do processo trombtico, devido o corpo exercer uma presso sobre os membros inferiores e sistema circulatrio, comprimindo as veias e facilitando a formao de trombos.

  • OBJETIVOS DIETOTERPICOSMelhorar a ingesto de micronutrientes;Manter a hidratao e nutrio adequada;Adaptar a dieta s necessidades especficas da patologia; Oferecer a alimentao da sua preferncia seguindo as recomendaes dietticas;

  • CONDUTA DIETOTERPICANORMOCALRICANORMOPROTEICA (10-15%) 0,8-1,0 g/PTN/kg/dia, a dieta deve ser normoproteica para pacientes sem estresse metablico. NORMOFIBRINICA(25 g/dia AI)NORMOGLICDICA(45-60%)NORMOLIPDICA (20-30%)

    Consistncia normalFracionamento normal (5 a 6 refeies dirias);NormocondimentadaTemperatura normal (morna)

  • SUGESTO DE CARDPIO

    REFEIOALIMENTOMEDIDA CASEIRAQUANTIDADE g/mlCaf-da manhLeite integralAchocolatado em p

    banana-da-terrapo francs01 copo01 colher de sopa cheiaMeia banana01 unidade240 ml16 g50 g50 gColao01 ma01 unidade mdia150 gAlmooArroz

    Salada de Alface

    TomateFrango assado sempeleFeijo02 e colheres grande01 prato de sobremesa01 unidade

    02 coxas mdias

    01 concha mdia112,5 g

    30 g100 g

    80 g

    140 gLancheSuco de laranjaBiscoito cream crackerRequeijo cremoso01 copo06 unidades01 colher de sopa cheia200 ml30 g30 gJantarSopa de legumes com carnePo Francs01 prato fundo de sopa

    01 unidade520 g

    50 gCeiaSuco de manga01 copo grande240 ml

  • ORIENTAO NUTRICIONALDeve-se combater os maus hbitos alimentares, como a ingesto exagerada de gordura saturada, frituras e bebidas;

    Aumentar a ingesto de vegetais em geral (ex: beterraba), carboidratos complexos (ex: milho), fibras (ex: arroz integral, bagao e casca de algumas frutas), frutas;

    Alimentos que auxiliam na manuteno da integridade dos vasos sanguneos (ex: amora, cereja, amora azul, casca de jabuticaba, etc.); (COUTINHO)

    Aumentar a ingesto de alimentos que podem desestimular a formao de cogulos sanguneos (ex: leo de fgado de bacalhau);

    Um adulto deve ingerir cerca de 2 litros e 400 ml de gua, para aumentar a fluidez do sangue, entre outras coisas.

  • CONCLUSOO sedentarismo, estilo de vida inadequado, alimentao exagerada ou escolhas erradas nos alimentos, so os responsveis por grande parte dos problemas de sade. A mudana deve ser feita comeando pela escolha dos alimentos.

    **

Search related