UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANA Suellen Priscila Dal Santo ... Suellen Priscila Dal Santo INTERA

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  • UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANA

    Suellen Priscila Dal Santo

    INTERA

  • Suellen Priscila Dal Santo

    INTERAc;:Ao FAMiLiA/ESCOLA: PERSPECTIVAS PARA UM BOMDESEMPENHO INTERINSTITUCIONAL

    TIClbalno (IF COllciusilo II~ (..W,),O nfll ".-rlli-\nr,COlnG reqUl51to pilla 1J1)(I;:II~iio do;: Ll"~11C1"hll

    Pleml dt" PeclaOIY.lin (Iil Fac\lIaades Human:'lLetms e Arks dn UlliverSldade TIIIl!!1 cit':> PiHilrl

  • j~ Universidade Tuiuti do Parana./

    FACULDADE DE CIENCIAS HUMANAS, LETRAS E ARTES

    Curso de Pedagogia

    TERMO DE APROVA

  • FELICIDADE

    Os DaiS podem dar alegria e satisfa980 para um filho

    mas nao ila como Ih ar a felicidade

    as P IS podemali.lliar sofnmentos enchendo-os e pr sentes.

    mas n~o ha como It"! comprar a lcllCi aoc

    Os paiS od~m ser fl1Llito bem sucedidos e feli:es

    mas nao ha como lh em festar feltcida

    i'vias os pais ooem aos fiihos

    Dar l11lHtO arnor. carinho, respelto.

    Ensinar tolerancla. solidarledadE e cldadania

    Exigir rBciprocldade. dlsclplina e religl0sIdade

    Retor9 r a suea e a pre: erva~o da Terra

    POlS e ludo 15050 qUe 5E compo s a aUlv-i;:SllrTIi:l

    E sobr9 a 8llto-estlll101 que repousa aimel

    E a nesta que resid . a fslicldade

  • AGRADECIMENTO

    Agrad9C;O nmeiramente a Deus. par sem re estar pro;:senroS' ~rl! ITilnt1f: 1'1~

    par nun t9f me di;:I)cado nos momentos dificels e or pen11111fC1rTlillna Ch;;:,!:

    rTl,fiIS drfrc IS de f11lnha vida, que VE:nC~ll comico obstacUlos (Jue "tdi1 11"

    proporClonou. Ama 'eco B voce par ser essa pessoa maravunosCi

    Di. por $er urll corn anherro e amigo mUlto esoeclai

    Nao podsna e quecer de l11eus meSlre ern E:speclal n.lnhi:l On-':n!:(l.:,r::

    Carmem, que lransmitiu S~lIS conhectmentos e eX eriEmcias profrsslonals Og VlrJ:?

    com deatcatyao e cannho

  • SUMARIO

    1 INTRODUc;:AO ..

    2 CONCEITOS ..

    21 FAMiLIA

    2.2 ESCOLA.

    23 DESENVOLVIMENTO DOS PAIS

    3 A FAMiLIA E A ESCOLA DOIS CONCEITOS DE DESENVOLVIMENTO DO

    INDIViDUO

    31 cAMillI'.

    3.2 ESCOLA

    4 FUNC;:OES SOCIAlS DA FAMiLIA ...

    4.1 FAMILIA -INICIO DA EDUCAc;:Ao INFANTIL ..

    5 FUNc;:Ao SOCIAL DA FAMiLIA.

    ~1 1'. CRII'.Nell

    6 FAMiLIA E ESCOLA

    7 HARMONIA ENTRE FAMiLIA E A ESCOLA.

    8 CONSIDERAC;:OES FINAlS ..

    REFERENCIAS

  • RESUMO

    A presente pesquisa ObJ8tivou consolidar a Irnponancta aa Inter-rela9ao farnlll2.-escola na vida da crianca. Atraves de pesqUisa bibllograflGa medlada pel aabordagem qualitatlva. confirmou-se que sendo os pais as pnrnelros educadores afase Inieiai de aprendizagern e base principal da internaliza

  • 1 INTRODUc;:Ao

    Prelende-se com a presente pesquisa Investlgar e descoonr qual 0 Oa~)el ad

    familia. no desenvoivimento integral de urn Individuo e S8 a Instiiul

  • Deste layo emoclonal entre a cnan9a e seus pais onglnam-se aprendlzagens

    que tendem a ser contlnuada na vida do Indlviduo. t. no lar que 58 conS{ltul a Dase

    dos cOlllponamentos Inrantls de livre expressao. dependenc'a e lndependencla ;0

    postenormente a Escola sera 0 prolongamento da casa para a cnan

  • 2 CONCEITOS

    2.1 FAMiLIA

    Emende-S8 par famiiia como 0 pnrneiro nucleo de pessoas onde a trlOlVIQU0

    InlCla as suas expenencias de interac;:ao, Como refere GURVITCH (1986 0.4191 e

    um "agrupamento duradouro urn grupo aue nao 5e dissolve senaa ~m '";"'!rt;::t

  • A eseola e observada como "eomunldade nierarquiea modelo domtnante nCi

    escola Porluquesa" (PIRES FERNANDES e FORMOSINHO 1991 I' 1:- Fs.

    modelo aeenta numa relaC;:BOde poder demasiado cnstallzado onde ex!stam os ~U.,.,.

    manoam e as que sao mandados (HOBBES 1961. ell par PIRES f-i::RNANlJI::S e

    FORMOSINHO. '1991) E UIl1 Ilpo de escola onde nao eXlSle a igualdade na relacao

    estabeleelda entre os vanos agentes educatlvos e a sua eoneep

  • 3 A FAMiLIA E A ESCOLA DOIS

    DESENVOLVIMENTO DO INDIViDUO

    CONTEXTOS DE

    o IndlViduQ VlvenCla e estabelece as Ilnlltes da sua atuaC;2Io no contata co,~os outros, numa continua Interac;ao Intra e Intergrupal S6 deste modo as socledaa9s

    conseguem subsistlf renovando-se conlinuarnenle A esla Interayao ooderemos nos

    charnar de soclalizaC;8o

    Dais dos agentes de sociallzaC;3o lnalS Importantes aD lonoo da vida dO

    Indlvlduo e que contexluallzarn 0 seu desenvolvllllenlO sao sem aliI/Ida a f?,I1" "? ,..;..::.

    escola

    L1PSET. (cit par SHULER. 1980. P 421) "conSldera a familia aquele oruoo

    que. rnals do que qualquer Dutro, contribui para a manutencao da socledade" Nc

    entanto MUSGRAVE (1984) defende a parCial Incapacldade da familia em CUlnom

    essa lunc;ao. Justlflcando aS$Hn a eXlstEmcla da escola enquanto grupo de pmn~,rolr

    Importancla na sociallzacao do indlviduo

    ~ assun, eVldenciada a importancia destes dais SiStemas /familla e O$(':1i?

    que sao estruturalmente diferentes uma vez que as cnancas na famill;.

    usuahnenre. tratadas como Individuos e nas escolas sao tratadas enquantc

    perten98 de um grupo As relac;6es da escola com a crlan9CI tendem a 5e'

    translionas. Impessoals e racionais As relac;oes da familia com a cnan9a tenaen'

    ser proiongadas, pessoalizadas e emocionals (DAVIS. 1989)

    3.1 FAMiLIA

  • Enquanto ser emlnenternente SOCial 0 nomern necesslta InteraOir erY

    'grupos" de modo a SUbSlstlr Um dos pnmelros grupos em que 0 homem 5"; Insert:> .:.

    a familia. Em todas as socledades. a familia e os iac;os que por via deta SE: cnarn

    entre Indlviduos e grupos. constrtuem elementos fundamentals de agrupamento e

    dlTerencla~ao social (BARATA. 1990).0 nucleo familiar hale como OUlrora e a ala

    de IlgayBo essenclal e pnrnelro entre 0 Indlviduo a natureza e a cultura (PEDRO

    1988)

    Aniigamente seria. predominanlemente no seio da familia que 0 Indlviduo

    aprendena rodos os comporiamentos que Ihe pennlilnam a sobreVIvenCI8 tsta era

    sobretudo uma aprendlzagem dos papels SOCialSadqulndos que cada JITr l~( 1;;.

    Integrando ao longo do cicio vital.

    As rapangas aprenderiarn a recolha manual de produtos enquanto aue as

    rapazes eram Inlclados a ativldade da cac;a A estandardlzac;ao geral de utensillos e

    de urn padrao geral de vida. ravorecla a apreensao par observa980 expernnentacao

    e Imlta~ao. sendo estes processos bastante muailzados SUbSlllulndo a 55111", 1'11,

    InstruC;80 dlrela e objetivada.

    Ao lon~o dos tempos a familia permanecena mkleo oreoond~ram~ nr

    contexlO oe aesenvolvlmento. constru

  • dO trabalho. situar;,ao que natllralmente desencadeia seniirnentos de cui abiildati':'""

    tMENEZES D 75t Esta autora rafere aln a ue : este duplO paoel qUe flO i~ITH.'lj

    ::Jue So lim d~safio. constltlli lima problematlca ", ara a totall ads do sistema familiar"

    So no Iniclo do secuio XX e por InfluencI8 das tes s Slcanall!1C8S 0 "oat

    ern r

  • 31 uns arC! a sltua~o de II1SiIlUIr;aa educc!lIva urllversal par- ond~ mdos

  • Enquanio unidade de ensino cad a escola exerce determlnado ooder Que

    Ihe permite deCldir e regulamentar

    A escola apresenta-se como urn agruparnento 8rtiliCIai (SHULER ~dl,

    Dossivel. devldo a "uma a

  • 4 A FAMILIA E SUAS RELA

  • universal de que nenhuma cnanya pode vir ao mundo sem que 0 hornell') e urn

    unlco. homem. assuma 0 papel de pal soclologlco au seJa guarol8o prolelc; ,ClC_

    mascullllO entre a crianya e resio da comunidade a qual penence

    4.1 FAMiLIA - INICIO DA EDUCA

  • do rllod,=lo f, alS! casenl/olvenda valores caracterisilcos t:: conCI!OS f:Spt::CtaHr)~rH-

    quando Sttes sao aceitos e reforifa0os peios pais

    A unici ade e irrepetibilidade do relaclonamento corn as p\':S~Ofjo;

    manifeSl

  • ~J(eli'lpios Ue caractenzam a imponancla do rnelo famIliar nas dlTlcul ad-::"

    escoiar9s D semend,ll1entO dcs paIs eXIgenclas s)(ceSSlvas Oll pI'OTUl1d.a$

    desinter sses chantapens ansiedade, eillll1! fraterno Interrondade conrllto5

  • 5 FUN

  • -"

    cnan9a. e urn grupo pnmano. Nela ha a Idenutlcac;:ao do "nos tsta IIgada asatlslac;:ao de todas as necessldades da cnan9a desde as materials. as eSplrilualS

    A familia proporciona as dais tipos de rela9E1o - a autorilaria (entre DaiS e

    filhos) e a igualitaria (entre irmaos) Os mernbros da familia sao identificados entre 51

    e pela comunidade. 0 iatc de ser a primelra. a mais persistente. a rnais intima e a

    rnals completa Instltul

  • mesma Idade e sexo. MalS tarde. a escolha de urn companhelro do sexo OPOSIO

    levando ao esiabeleclmenio de uma nova familia e a partlclpa

  • Conslderando. a autora da mesma obra. 0 vocablilano dos paiS OClcia sse

    mediC! e mals nco e correia do que 0 vocabularlo dos pais da classe balxa a allludede valonzayao da escola pelos paiS da classe media e transmltlda para os filhos aue

    Ingressarao na escola mais motivados para a reallzayao de suas tarefas As cnanca

  • Os adolescentes de classe media de modo geral sao mals Del

    comporiados mals tirnldos menos tndependentes do que os da classe rica Sao

    porer)') rnals esfor9ados, pelo que cosiumam bnlrlar nos eSludos ~ rlleSfllu II...

    trabalho. Apresentam. ianio no lar. como na escola um componamenio soc!ai mals

    aJustado. Sao. via de regra. mals ccrdatos. obedl8ntes e respeltadores

    Os adolescentes das classes proletarias aparentam uma Idade SOCial

    adlantada. sabre a Idade evolutlva. Comer;.am ceda a irabalhar por nec9ssloari'::'

    tornam~se adullos mals cedo. com encargos